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CÂMARA TOTAL

34 views Publicado 22/01/2024 HD · 2:40:15

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Olá, bom dia, sextou 19 de janeiro de 2024, começa agora o Câmara Total ao vivo, 11 horas em ponto, Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência E participe, envie a sua mensagem pelo número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD, pra você que é de Campinas e região Pode ir direto no número, é só digitar lá 978293776 O número já está aqui embaixo junto com o nosso QR Code Está com o seu celular aí perto? Só pegar o celular, abrir a câmera e apontar aqui para o QR Code porque aí já vai aparecer uma mensagem aí na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio e uma crítica construtiva. Como você está nessa sexta-feira, fim de semana está chegando, manda para a gente que a gente conversa ao vivo. Confira a partir de agora os destaques de hoje. Após indicação do vereador Otto Alejandro, pavimentação asfáltica chega em rua do Distrito do Ouro Verde. Estrada Municipal Dona Isabel Fragoso Ferrão recebe drenagem e pavimentação, após indicação da vereadora Débora Palermo. Emendas Impositivas 2024, o vereador Fernando Mendes foca em investimentos para eventos culturais e manutenção de parques e jardins. E a Agenda Cultural chega trazendo uma entrevista especial e muitas dicas para este fim de semana. E tem esporte também, porque neste fim de semana, Ponte Preta e Guarani entram em campo, é a estreia do Campeonato Paulista, tem o nosso quadro Olho Esporte aí, tem muitos assuntos para a gente poder abordar, mas a gente abre a edição de hoje falando sobre cultura. Ainda não é a nossa cultura total, vem daqui a pouco, mas olha só, até o dia 31 de janeiro você pode conferir a exposição Construções Poéticas, de forma gratuita, lá no Museu da Imagem e do Som, aqui em Campinas, que reúne obras da fotógrafa Juliana Engler. E por isso a nossa equipe está lá no MIS e ao lado da artista para falar sobre a exposição. E eu sei que tem um curso que está vindo aí também, não é isso? Seja bem-vindo e bom dia, Rafa! Fala, Gabriel. Bom dia, bom dia a todos que nos acompanham. É isso mesmo, eu estou aqui no MIS, o Museu da Imagem e do Som daqui de Campinas, porque até o dia 31 de janeiro acontece a exposição Construções Poéticas da fotógrafa campineira Juliana Engler, que inclusive está aqui ao meu lado e vai contar para a gente um pouco mais sobre essa exposição. Juliana, quem vier aqui para o museu, o que vai poder encontrar na exposição? Bom dia e seja bem-vinda. Bom dia, Rafa. Agradeço. Bom dia a todos. É um prazer estar aqui. Quem vier aqui no MIS vai estar encontrando a minha última exposição de fotografia, que eu fiz durante a pandemia, então aqui é uma parte dela, eu inaugurei ela em novembro, ali na Casa de Vidro, no Taquarau, e daí agora, no final do ano, eu desmembrei, uma parte estava aqui no MIS, uma parte foi para a Casa de Cultura Itajaí. Então aqui é uma parte desse material, é um material, é tudo, óbvio, fotografias, mas todas feitas com celular, então foi a minha primeira experiência com mobigrafia. Isso que eu ia te perguntar, o que essas obras, essas fotos querem mostrar? Elas querem mostrar, na verdade, foi feita num momento de pandemia, aquele momento que todo mundo ficou preso dentro de casa. Daí, para não enlouquecer, eu falei, bom, o que eu vou fazer? Eu sou fotógrafa, sou artista, gosto de criar. Falei, vou começar a fotografar pela janela da minha casa, que era o que era possível naquele momento. Então, eu comecei a fotografar pela janela, tentando unir o que estava fora ao que estava dentro da minha casa, Brincando um pouco com luzes, com reflexos, luz acesa, luz apagada Então você vê uma sobreposição de planos nas imagens E como que você teve esse olhar de começar a fotografar a rotina da cidade A partir da janela dessa casa? Eu acho que foi um pouco a questão da situação de estar ali E como exatamente a gente não fica em casa o dia inteiro A gente não percebe algumas luzes que entram pela janela Algumas belezas que tem na nossa casa Que às vezes a gente não está percebendo que a gente está trabalhando Com a pandemia a gente teve que ficar em casa Então eu comecei a perceber um reflexo aqui Uma luz ali Coisas diferentes acontecendo ali Fotógrafa tem muita ligação com a luz Chama atenção E daí comecei a fotografar minha casa E depois eu comecei a fotografar pela janela O início foi as luzes dentro do apartamento mesmo E no início então foi você fotografando as coisas na sua casa Depois partiu para a janela Sim E depois você começou a fotografar pela cidade Sim, sim Porque como assim, o celular está no bolso, está sempre com a gente, então nos momentos que eu tinha que sair, isso, mercado, farmácia, fazer as coisas que precisavam ser feitas, ele estava junto e daí eu fui achando os outros reflexos, né? Vitrine, supermercado, restaurante, eu fui vendo outros reflexos na rua e continuei aí com esse olhar. E são quantas fotos? Ao todo, expostas, são 14, mas eu produzi muito, assim, tem acho que mais de 100 imagens produzidas. E essas 14 imagens que estão expostas, elas estão aqui na exposição, elas são de 50 por 50 no material de acrílico, né? Isso, eu optei por fazer a impressão em acrílico exatamente para colocar no suporte esse reflexo, essa transparência. Aqui no MIS dá para perceber, lá na Casa de Vidro também dá para perceber que você consegue ver o entorno em cima da imagem. Então, cada lugar que ela vai é como se criasse uma nova obra. Porque aqui eu vejo a obra e vejo o reflexo da cidade aqui em volta, em cima delas. Então, exatamente, o acrílico foi uma tentativa, foi, na verdade, a ideia de unir mais reflexo, mais transparência e tinha a ver com a temática. Esse material de acrílico traz um diálogo interessante do conceito do reflexo com a transparência, né? Sim, exatamente. E a gente pode perceber, eu estava vendo a exposição, que as fotos são bastante coloridas, né? Sim, são muito intensas. Todas elas, como eu disse, foram produzidas com o celular, depois eu fiz o tratamento no aplicativo do Instagram e exagerei mesmo, intencionalmente, na cor, na saturação. Eu acho que é aquela coisa, era um pouco o reflexo daquilo que a gente estava vivendo. A gente estava vivendo um momento intenso, novo, mas, por um lado, eu também não quis fazer uma coisa sombria, escura, pelo medo que a gente estava passando, mas tem a intensidade aqui daquele momento difícil e novo e assustador para todo mundo, pelo excesso de cor, intencional mesmo. E tem imagem de supermercado, de restaurante, são várias imagens, né? Tem bastante coisa, tem bem variado, tem o mercado municipal de Campinas, então também foi um jeito de eu ir mostrando um pouco como a cidade passou aí pela pandemia, né? Então, você reconhece alguns lugares conhecidos de Campinas, prefeitura, outros lugares dá para encontrar por aí. Que antes eram movimentados, nessa época ficou parado, né? Ficou vazio, exatamente, ficou parado. E o projeto da exposição foi também contemplado pelo Fundo de Investimentos Culturais de Campinas, né, Juliana? Isso, foi. Foi contemplado com o FIC, então, que me possibilitou estar fazendo. Daí, quando contemplado, eu produzi mais um pouco, não parei, na hora que a pandemia melhorou, não parei de produzir, é uma coisa que eu continuei. Então, tem imagens que foram produzidas até depois da pandemia, a pandemia foi o início, e daí foi contemplado pelo Fundo de Cultura de Campinas. Então, eu tive essa possibilidade de montar a exposição, estar mostrando em vários lugares da cidade para contemplar públicos diferentes também. E pode-se dizer então que a exposição mergulha na experiência humana durante os tempos que a gente passou da pandemia da Covid-19, né? Sim, seria mais ou menos isso durante esses tempos pandêmicos aí, tem um pouco a ver com a nossa experiência. E o pessoal de casa que quiser visitar a exposição aqui no MIS pode vir até o dia 31 de janeiro, é isso? Isso, até 31 de janeiro as obras vão estar aqui expostas. Porque depois a amostra vai para a Casa de Cultura Itajaí? Isso, na verdade a amostra, a parte que não está aqui, já vai estar inaugurando semana que vem, dia 22, lá na Casa de Cultura Itajaí. E fica até o dia 22 de fevereiro, um mês lá. Um mês lá, para o pessoal poder ir lá. E Juliana, além disso, agora também na próxima segunda-feira, dia 22, também na Casa de Cultura Itajaí, você vai realizar a oficina Fotografia Autoral Celular? Isso, eu vou estar dando uma oficina lá na segunda, na quarta e na sexta, que é 22, 24 e 26, das 9h ao meio-dia, sobre fotografia autoral e celular. Então, a ideia é mostrar para as pessoas que, por mais que as pessoas achem que é muito difícil fotografar, que não sabe, ou que o celular é muito simples, ai, meu celular não tem nada, com algumas informações simples, pontuais, não só de técnicas, mas também de estética, de criatividade, a gente tem algumas atividades para desenvolver a criatividade, a gente pode estar produzindo coisas muito boas com o celular. É uma grande oportunidade para o pessoal que gosta de fotografia e para quem quer aprimorar, né? Sim, e a atividade é toda gratuita, é só estar mandando um e-mail lá para o casadeculturaetajaí.com.br para fazer a sua inscrição, temos algumas últimas vagas ainda disponíveis e está podendo participar. E até quando que vai as inscrições? Até segunda de manhã, enquanto tiver vaga dá para fazer. E qual que é o horário da oficina? Das nove ao meio dia, segunda, quarta e sexta. O pessoal não pode perder essa oportunidade então, né? Pode, é uma oportunidade única de estar aproveitando e é um curso que eu já estou desenvolvendo, já fiz no SES, já fiz em outros lugares e eu percebo quantas pessoas realmente conseguem ter um retorno com um curso curto, dicas muito pontuais, mas isso já melhora muito o material que elas estão produzindo. Porque hoje em dia quase todo mundo tem um celular, é de fácil acesso, né? Sim, todo mundo está com o celular, é quase uma extensão do nosso braço, ele está há 24 horas com a gente, então todo mundo fotografa tudo praticamente, então dá para melhorar, fotografar de forma mais bacana e de forma mais artística também. Uma grande oportunidade. Sim, com certeza. O pessoal não pode perder então, né? Acho que é imperdível. É isso então, muito obrigado Juliana, tenha um bom dia. Obrigada. E, Gabriel, então, só relembrando, as inscrições para a oficina podem ser feitas pelo e-mail casadeculturaitajaí.campinas.sp.gov.br e a exposição Construções Poéticas acontece, a exposição não, perdão, as oficinas acontecem nos dias 22, 24 e 26 de janeiro, igual a Juliana falou, das 9 até o meio-dia, na Casa de Cultura Itajaí, que fica na rua Benjamim Molozói, número 669, no Parque Itajaí. E agora sim a exposição Construções Poéticas, aqui no MIS, vai até o dia 31 de janeiro, de terça a sexta-feira, das nove da manhã até às cinco horas da tarde, e aos sábados, das nove até às três horas da tarde. O endereço do museu, para quem não sabe, fica na rua Regente Feijó, número 859, aqui no centro. e lembrando também que a exposição Construções Poéticas vai para a Casa de Cultura Itajaí a partir do dia 22, na próxima segunda-feira, e vai ficar até o dia 22 de fevereiro, um mês lá para o pessoal aproveitar. Gabriel, ainda na edição de hoje, a gente conta com a nossa agenda cultural, né? Volto com você no estúdio. Exatamente, Rafael Turati. Já, já, então, a gente informa para quem está nos acompanhando, Então, as atrações que nós teremos neste fim de semana. Quero te agradecer por todas as informações. Quero agradecer também a disponibilidade do tempo da Juliana Engler, que é fotógrafa, também pelas informações. Projeto muito bacana aqui na cidade de Campinas. Importante, né? Nós valorizarmos os nossos artistas. Então, tem exposição lá no MIS e também tem um curso para quem quiser realizar. Bom, 11 horas mais 13 minutos. Quero reforçar aqui, hein, a Câmara está em recesso parlamentar, período determinado pelo regimento interno dos órgãos legislativos em que não ocorrem as reuniões ordinárias semanais, as reuniões de comissões permanentes, mas o trabalho dos parlamentares continua, viu? Os vereadores continuam a protocolar indicações que são encaminhadas para a Prefeitura, requerimentos, projetos de lei que passam a tramitar a partir de fevereiro, quando serão iniciadas as atividades legislativas. E nesta terceira semana do ano, eu recebo aqui no estúdio o vereador Major Jaime, porque agora é hora do Em Pauta. E olha só, durante todo o ano de 2023, o vereador Major Jaime protocolou 26 emendas impositivas, 67 indicações, 6 moções, 23 projetos, 85 requerimentos. E este ano de 2024 ele já protocolou uma indicação, já pediu patrulhamento ostensivo nas proximidades do Campinas Shopping, já tem 10 requerimentos. Então, vereador Major Jaime, primeiramente, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo em ter aceito o convite para participar do empalto aqui dentro do Câmara Total. e de que maneira que você avalia o trabalho realizado até agora, quando eu falo sobre esses números, as indicações, os requerimentos, os projetos. Seja bem-vindo e bom dia. Gabriel, bom dia. Agradeço sempre a TV Câmara, vocês que não conhecem, né? Aqui internamente a TV Câmara é um local que eu me sinto muito bem, sem muita vontade, fico sempre feliz de receber um convite e vir aqui conversar com vocês. Gabriel, o ano começou, mas é um ano diferente para o que você entende, é um ano de eleição. Então, em outubro nós teremos eleições para o Legislativo, aqui da Câmara Municipal de Campinas, mas também para o Executivo, onde teremos a eleição ou reeleição de um prefeito. Então, por isso a gente não para, mesmo com o recesso que você já explicou, vi você explicando para todo mundo, tem várias atividades. E eu consegui interromper um pouquinho, dar uma pausa, dar uma atenção para a família, mas o nosso telefone não para, o telefone continua tocando, as mensagens continuam caindo e mesmo assim a gente continua trabalhando, o nosso gabinete também da mesma forma. Então, é algo que a gente sempre faz, todo ano, e esse ano é um pouquinho diferente por conta da eleição. No final do ano passado, o senhor protocolou um projeto de lei para instituir aqui na cidade de Campinas o programa de prevenção do AVC nas escolas. Quero saber como surgiu essa ideia e a importância de discutir e ensinar também os jovens Como agir nessas situações ou como saber identificar? Gabriel, excelente tema que você trouxe, porque a gente já até discutiu um pouquinho isso, já pedi até uma outra pauta com a redação para a gente poder discutir mais um pouco, mas o AVC é uma das principais causas de morte no país. E por conta disso, fui alertado e fui sensibilizado no meio do ano passado, conhecendo um grupo de médicos, entre eles o Dr. Wagner, da Unicamp, onde ele pôde informar uma série de coisas, de situações, que a gente pode trabalhar na prevenção. Com isso, nós tivemos reuniões na Prefeitura, onde a gente conseguiu levar para lá os quatro grandes hospitais da cidade, então, Mário Gatti, Ouro Verde, Unicamp e PUC. A direção da saúde estava lá, juntamente com o secretário de saúde e mais o nosso vice-prefeito, discutindo medidas que a gente pudesse tomar para minimizar os efeitos desse mal aqui na nossa cidade. Existem cidades que eles têm tido respostas muito positivas, como Ribeirão, Fortaleza. Eles têm uma unidade de AVC, de tratamento e têm ações preventivas. Então, o AVC na escola, que é a ideia de trabalhar isso, mais ou menos como é o PROERJ. Talvez alguns conheçam a ideia do PROERJ, que é aquela coisa mais lúdica, vai um policial, conversa, fala de um assunto tão pesado e difícil que é a questão das drogas, mas ele fala de uma forma que a criança entenda. E da mesma forma é a ideia de levar esse entendimento e esse esclarecimento para as crianças nas escolas Para que elas entendam quais são os sintomas, quais são os sinais O que eles podem, uma criança de 10 anos, às vezes de 8 anos, de 12 anos O que ele pode fazer se de repente um familiar, às vezes pode ser um vô, pode ser uma avó, um tio Que de repente está passando por um processo de AVC, está tendo um ataque de AVC E o que ele pode fazer? Então a gente já tem em outras cidades que tem esse programa, muitas coisas positivas de crianças que evitaram e tiveram um socorro muito rápido do familiar por conta dessa percepção que a criança teve. Então a gente tem nesse ano uma reunião com a Secretaria de Educação para a gente explicar um pouco mais o projeto e ver como a gente pode implementar ele, depois de aprovado, obviamente, implementar isso na rede pública. E vereador, de acordo com este projeto, deverá ser ministrado e desenvolvido por profissionais de saúde, será direcionado preferencialmente aos alunos matriculados nos quartos e quintos anos do Ensino Fundamental I e oitavo e nono anos do Ensino Fundamental II da Rede de Ensino Municipal aqui de Campinas. Exatamente, então a gente vai atingir um grupo de crianças e até dentro desse programa a criança vai ver às vezes em um ano e vai poder rever em próximos anos e tendo essa percepção e podendo ajudar com certeza a redução dos indicadores aqui de AVC na cidade Agora vereador, até para quem está nos acompanhando, quando a gente fala sobre projeto quando vocês protocolam um projeto de lei, não pode dar um gasto para o município Para conseguir recursos financeiros, materiais, material humano, o Poder Executivo vai poder, por exemplo, fazer convênios com o governo estadual, com segmentos de iniciativa privada, escolas de formação de medicina e enfermagem, por exemplo? Exatamente, essa é a ideia, trazer iniciativa pública e privada para esse projeto. Então, você mesmo disse, às vezes o custo, ou às vezes alguma coisa ali, não vai dar certo porque não tem dinheiro para isso, não tem dinheiro para aquilo. Com a aprovação desse projeto, a gente traz também dentro de um artigo a possibilidade de ter um convênio com a iniciativa privada, por exemplo. Hospitais, faculdades que queiram ajudar nessa missão, que eu digo que é uma missão, é tão importante quanto a gente atender um paciente no consultório, É a gente ajudar na prevenção. Tem vários fatores de risco que a criança pode alertar, e já aconteceu isso, viu? A criança fala, avô, não fuma, avô, não bebe, avô, tem que fazer atividade física. Sensibiliza, né? Exatamente. Então, é essa a ideia, é fazer com que a criança sensibilize a família nesse conceito. E nada melhor do que a escola estar incluída, então, neste projeto. A escola é maravilhosa nesse sentido. Exatamente. O vereador quer continuar falando sobre os projetos de sua autoria, agora que ele que institui o programa não se cale. É um protocolo de ações para espaços públicos privados de lazer, como bares, restaurantes, casas noturnas, que tem como objetivo proporcionar mais segurança para mulheres em locais que foram citados há pouco e auxiliar essas pessoas que se sintam em situação de risco. Infelizmente, a gente já viu muitos casos, outros que não aparecem também. E esse é um projeto que você julga importante para dar essa segurança? Exatamente. Esse é um projeto que não é da minha autoria somente. Estamos juntos com a vereadora Débora Palermo e também o vereador Gaspar. E o conceito já existe, já tem um projeto, uma lei já a nível estadual. Mas a gente quer trazer a nível municipal porque a gente tem condições aqui de fazer uma sensibilização. Então, é sempre no sentido de motivar as pessoas, de mostrar a importância. E aqui em Campinas, a gente tem até uma característica da cidade, a gente tem vários barzinhos, a gente tem uma vida noturna, uma vida de entretenimento aqui. E a ideia, para que você, o Gabriel já pôde contar, e como eu falo, eu gosto sempre de vir aqui, que vocês tenham sempre atualizados nos assuntos. E como o Gabriel já disse, a ideia é proteger as mulheres. Então, vamos dar um exemplo para que as pessoas entendam. Está você e uma amiga num barzinho. E de repente chega um grupo de jovens, de homens, e começa a sediar vocês, começa a falar algumas coisas que vocês não estão gostando. Nesse momento, se a gente tiver um funcionário do bar, um barman, uma garçonete, que esteja já nesse treinamento, porque basicamente é um treinamento, a gente faz um treinamento com as pessoas, com os proprietários dos bares, com os funcionários, para que eles, identificando uma situação dessa, onde tem esse constrangimento, onde tem esse assédio, eles possam intervir. então a ideia seria tirar as mulheres daquele local, chama a segurança, já tira os indivíduos e transforma aquele ambiente de uma forma um pouco mais segura, para as mulheres principalmente. Então é essa a ideia, Gabriel. E a gente espera que a gente possa passar pelas comissões, então esse ano deve passar por comissões e a gente deve ter aprovação ainda, se tudo der certo, ainda no primeiro semestre. E este exemplo que o vereador Major Jaime deu, ele não é fictício, porque olha só, Uma pesquisa realizada no último ano por uma fabricante de bebidas com mais de 2 mil brasileiras revelou que dois terços das mulheres maiores de 18 anos já sofreram de alguma forma assédio em restaurantes, bares e casas noturnas. O estudo também revela que 41% das entrevistadas só se sentem plenamente confortáveis nesses ambientes na presença de um grupo de amigos. É uma situação triste, né vereador? É muito triste, foi constatado já nessa pesquisa que você falou. E realmente a gente trabalhou em cima disso. Então a vereadora Débora, até muito sensibilizada com o assunto, a gente fala de uma questão assim que não é a paquera. Não é aquele momento ali da gente estar conversando, de um homem e uma mulher, ali batendo um papo. Já é algo além disso. É depois do não, é o continuar. Exatamente, Gabriel, você resumiu bem. É aquela situação onde a mulher não quer, mas o homem ou o grupo de homens ali vai assediando, vai fazendo de uma forma que ela, às vezes, fica impotente. Então, aí que entra o treinamento e entra esse funcionário que vai estar devidamente orientado e tomar as providências devidas naquele caso. Vereador, eu quero continuar conversando com o senhor sobre segurança, porque o senhor é presidente da Comissão Permanente para os Assuntos de Segurança Pública E um dos últimos temas que foram debatidos foi ações de segurança nas escolas, com o deputado estadual Capitão Telhada, que é presidente da Frente Parlamentar de Segurança nas Escolas Estaduais da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Como que você avalia este tema e também a sua preocupação aliando educação e escola, que nós já citamos aqui a questão de educação? Exatamente. O que a gente está falando aqui, em palavras mais diretas, a gente está falando dos atentados que aconteceram no ano passado. Então, em março do ano passado, a gente teve atentados aqui próximo em Monte Moro, a gente teve em São Paulo, a gente teve no sul do país, coisas absurdas que aconteceram. E o que a gente está propondo, através da Secretaria de Segurança Pública do município e também da Secretaria de Educação, é que a gente possa fazer um treinamento, que a gente possa trabalhar com a comunidade escolar, que aí engloba os funcionários da escola, os pais, os alunos, os professores, todos eles sendo alertados e orientados como proceder numa situação de risco que pode acontecer. Então a gente teve a oportunidade de ter uma lei aprovada, eu e Gaspar, Paulo Gaspar, vereador Paulo Gaspar, depois um decreto e com tudo isso tem hoje Campinas um caminho. Eu digo que a gente tem onde trabalhar, como trabalhar, da forma correta que a gente possa trabalhar. Até quando veio o Capitão Telhado aqui, eu mando um abraço para ele por estar fazendo esse grande trabalho também no Estado de São Paulo. E quando ele veio aqui, ele veio justamente nesse sentido, de mostrar que o Estado de São Paulo, as outras cidades também podem estar juntas nesse mesmo projeto. Então, para a gente, esse ano é um projeto ainda que a gente quer implementar mais ações, que a gente possa ter mais resultados. E que a gente, principalmente, Gabriel, que a gente possa evitar situações de risco, como infelizmente hoje nenhuma cidade está livre de acontecer um atentado como a gente viu no ano passado. Então, por isso a prevenção é o mote, a prevenção é o caminho que a gente quer trabalhar sempre. Para este ano de 2024, a gente pode esperar da comissão que este assunto volte à tona ali à segurança com a educação? Sem dúvida nenhuma. Uma das primeiras ações que a gente quer é justamente mobilizar novamente todos esses atores e a gente já implementando para esse ano algumas ações que foram pensadas no ano passado, já implementadas agora nesse ano de 2024. 11 horas mais 27 minutos, nós estamos ao vivo nesta sexta-feira, o vereador Major Jaime está em pauta. Agora, vereador, o centésimo segundo SP Grupo Escoteiro do Mar, Velho Lobo, foi criado em 11 de agosto de 2012, dentro de um projeto na Igreja de Cristo, que se reúne lá no bairro do São Bernardo. E o seu projeto de lei, ele declarou órgão de utilidade pública municipal, qual que é a importância e sobre o trabalho que é realizado. Eu vou até ampliar um pouquinho mais, a gente falou do grupo Escoteiros Velho Lobo, que na verdade é um grupo, eu falo de todos os grupos de escoteiros, que trabalham com crianças. A importância de você pegar uma criança, numa idade ainda, que está conhecendo bastante coisa, você trabalhar vários aspectos de civismo, de solidariedade, valores, princípios, e a ideia é exatamente essa. Então, quando o grupo veio nos procurar, eles pediram até um pouquinho além, algo que foi inédito até para a nossa cidade. Como eles são, eu não sabia, e a gente vai aprendendo com o tempo, Gabriel, você tem o escoteiro de terra, vamos dizer assim, e se eu estiver falando alguma besteira, depois o pessoal me corrige. Do ar e do mar, eles são do mar. E eles precisavam de um local para poder fazer algumas atividades náuticas. E conversando com o nosso secretário de esportes, o secretário Vanin, também com o apoio do prefeito, Então, a gente conseguiu, de forma inédita, que na Lagoa do Taquarau, eles pudessem, uma vez por mês, ter lá uma instrução náutica. Então, eles têm dois barcos, esses barcos doados pela Marinha. Então, a gente teve um evento que veio aqui, comandantes da Marinha, vieram outros grupos de escoteiros do estado de São Paulo, e a gente fez a inauguração desse primeiro dia, onde eles vão fazer atividades náuticas. Então, de vez em quando, quando a pessoa passar lá no sábado, vai ver um barco lá, com alguns escoteiros vestidos de branco e azul. Já sabe o que vão estar fazendo. Sabe que são crianças desse grupo de escoteiro que estão lá treinando, se aprimorando em algumas técnicas aí e se formando como um bom cidadão. Ótimo. Vereador, a gente já citou então aqui questão de educação, questão de segurança. Uma outra preocupação que você tem na área de serviços públicos, que é revitalização da praça, quero citar aqui dos expedicionários e também do tiro de guerra no Jardim Chapadão. O que significa revitalizar uma praça, dar uma oportunidade para as pessoas se ocuparem de um espaço público, de conseguirem aproveitar, de terem uma área de lazer? Exatamente. Tem esse vínculo que é com relação a revitalizar e entregar esse espaço, que é uma missão do Executivo, entregar esse espaço para a sociedade. Então, a gente tem a Expedicionário, que fica ali na Via Brasil, na região do Guanabara, E a gente tem a do Tiro de Guerra, que fica ali, todo mundo vai lembrar, que você sai do castelo, vai em direção à Escola de Cadetes, aquela praça que tem redonda ali, que faz ligação com vários lugares. E ali, os dois lugares, a ideia foi também preservar a história. Então, para quem não sabe, a Praça Expedicionária é justamente uma homenagem às nossas pracinhas, que há 80 anos, o ano que vem vai fazer 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial e a gente vai ter um grande evento que vai ser realizado. Então, a gente está homenageando aqueles homens que batalharam pelo Brasil e infelizmente, de Campinas, infelizmente todos já foram embora, não temos mais nenhum pracinha aqui ainda, mas a gente tem que preservar essa história e o legado que eles deixaram. Da mesma forma, o tiro de guerra, que é aquela praça, foi a primeira unidade militar que nós tivemos em Campinas. Então, o tiro de guerra, que ficava na região central, depois foi desativado e foi levado para aquela praça, uma obra, um monumento, que falava exatamente desse tiro de guerra, do início dele, da história dele. Então, mais uma vez, preservando também a história e trazendo para as novas gerações esse mesmo sentimento. Eu acho importante que a gente tenha sempre muito respeito pelo passado. Nada do que a gente faz, eu falo muitas vezes para as minhas filhas, você vê alguma coisa já feita, já construída, não é do nada. A coisa ali apareceu do nada e está lá. Tem trabalho. Exatamente, tem trabalho, tem história, tem esforço, tem pessoas que se dedicaram, tem pessoas que já não estão aqui, que tiveram a ideia, se dedicaram para que aquilo acontecesse. Então, esses dois locais, a gente teve um prazer muito grande de ajudar, justamente pelo sentido da revitalização. E aqui eu agradeço, agradeço muito aqui ao secretário Paulela, de serviços públicos, Ele ajudou muito nesses dois locais, agradeço também ao nosso prefeito de Campinas, também porque o apoio foi muito grande e essas praças estão entregues para a sociedade. Então as pessoas podem utilizá-la tranquilamente e é um espaço muito bom. É um reconhecimento e inspirar então novas gerações e novas pessoas. Vereador, não posso deixar de citar as emendas impositivas, porque o setor de saúde, o senhor destacou para o complexo hospitalar, o Edivaldo Orsi, o Hospital Ouro Verde, 408 mil reais, teve para a área esportiva, que o senhor destinou emenda ao Campeonato de Futebol de Base, que vai reunir mil crianças que atuam em escolinhas de futebol, projetos sociais nas categorias sub-11, sub-13, sub-15, também para assistência social, cultura, planejamento, uma específica para a Secretaria de Segurança Pública, para a que adquira novos uniformes para a Guarda Municipal, que, aliás, nós já fizemos a reportagem com esse novo uniforme. Uma cidade tão grande como Campinas, com tantos problemas, como é que é esse trabalho de ter R$ 2,7 milhões para destinar para tantas áreas? Gabriel, é um trabalho difícil, porque a cidade é tão grande, 1,2 milhão de habitantes, 1,3 milhão, a gente pode colocar. E quando a gente vê alguém e fala assim, nossa, mas o vereador tem, cada vereador tem 2 milhões e 700, 2 milhões e pouco, quase 3 milhões. Quando você vê dentro do orçamento da cidade é pouco, mas é algo muito importante. Começou basicamente no ano passado, de 2022 para 2023, a gente começou como vereador poder fazer as indicações para locais que possam receber. Para que você entenda, acho que você que acompanha aqui o TV Câmara, TV Câmara informa muito bem, já deve saber que a gente tem um valor que 50% é destinado exclusivamente para a saúde. E é importante isso, que a gente destine esse 50% para a saúde. Mas o restante a gente pode também utilizar em outras áreas. Então, na área de saúde que você citou bem, pude conhecer o Ouro Verde um pouquinho mais em detalhe. Já conheci o Ouro Verde, até brinquei com a diretora do Ouro Verde, a doutora Cíntia. Falei, doutora Cíntia, na minha época de policial eu vim aqui só na parte de atendimento do PA, né? Sim. Vim aqui socorrendo, trazendo alguém, mas eu nunca tinha vindo e conhecido o hospital como um todo. E eu tive essa oportunidade, tem várias dificuldades, desafios dentro do hospital e ela pôde relatar alguns que a gente vai tentar ajudar um pouquinho e minimizar os efeitos aí de doenças graves que existem. Então, o que a gente destinou é justamente para ajudar a diagnosticar doenças graves e outros exames que podem ser feitos. Também a gente destinou alguma coisa para a PUC, então para a saúde, de uma forma bem geral, também para a telemedicina. A gente teve um trabalho também destinado à telemedicina, que vai ser algo que vai crescer muito nos últimos anos, que eu também não tinha conhecimento, Gabriel, mas hoje consegue fazer um diagnóstico conversando com a pessoa. às vezes ele fica na fila, a pessoa vai, marca uma consulta, dois, três meses, e pela telemedicina ele consegue reduzir esse tempo, consegue ser atendido. Ele é o primeiro atendimento mais rápido. Exatamente, exatamente. Então eu destinei também algo nesse sentido, para ajudar nesse desenvolvimento, mas também tem a outra área, como você já disse, a gente comentou aqui, até de criança, é legal que os assuntos que a gente está falando têm muito a ver com criança, é algo que eu dou muita importância. E nesse caso, quando a gente fala da criança, eu falei da escola, como, infelizmente, um local onde existiam, ou que a gente espera que não existam mais, atentados. A gente falou da questão da educação para o AVC, falando de escola, e agora falando também das atividades físicas que os jovens devem fazer. Então, para isso, mais uma vez, eu agradeço ao secretário Vanin, que a gente pôde conhecer um pouco do projeto, que é, na verdade, um campeonato que vai ser feito de base, que é sub-11, 13, 15, e nesses campeonatos, o principal objetivo, Talvez não saia de lá o Neymar, talvez até saia, quem sabe Campinas possa ter um grande jogador que saia daqui da cidade, mas o mais importante, a gente quer que o jovem pratique esporte, o jovem tenha acesso, conheça uma atividade esportiva e ele possa se dedicar a isso na vida dele, ele possa dar continuidade também no futuro. Então, é esse o incentivo que a gente quer promover na questão do campeonato. E tem outras ações que a gente também promove, de outras entidades que a gente também tem ajudado. É muito amplo, mas na verdade, quando a gente fala, vou voltar no início, Gabriel, o dinheiro chega no finalzinho ali, você fala, nossa, dava para ajudar tal pessoa, já não dá para ajudar esse. Às vezes é até limitante, no sentido da gente ver, podia ajudar mais, mas eu tenho esperança que a gente vai poder melhorar nos próximos anos ainda. Até porque, né, das emendas impositivas, cada vereador é 1,2% da renda líquida do município, então tem o orçamento, 1,2% são as emendas impositivas, por isso que sai esse valor de R$ 2,7 milhões para cada vereador destinar para as ações aqui do município, 50% obrigatoriamente para a área da saúde, mas acho que deu para perceber para quem está nos acompanhando que é tudo interligado, né? Então, tem a questão do esporte que você citou, do futebol, mas precisa estar na escola. A questão de educação, que aprende a questão do AVC, da educação, a gente vai para um ambiente mais seguro. Da segurança. Exatamente, Gabriel, é essa a ideia. Isso é um propósito do nosso gabinete, trabalhar sempre com jovens, com as mulheres, protegendo as mulheres também, que foi o projeto que a gente falou, o nosso Cale. Então, tem sempre alguma ligação dos nossos projetos nesse sentido de proteção no geral. Vereador Major Jaime, 11 horas mais 38 minutos, infelizmente o nosso tempo se encerrou, então quero fazer o seguinte, já quero fazer o convite para uma próxima oportunidade para você retornar aqui aos nossos estúdios, para a gente falar mais sobre os projetos e para o senhor encerrar, expectativa para esse ano de 2024 e um recado para quem está nos acompanhando. Passou rápido o nosso tempo aqui, foi bem rápido, mas sempre agradeço, um grande abraço a toda a equipe aqui da TV Câmara, mensagem para esse ano. Esse ano é um ano de eleição, um ano importante para muita gente, mas alguns pensam, mas eleição é mais uma eleição, eu vou votar em qualquer um, eu chego lá, pego no chão um santinho, que não pode, estou falando para você que não pode esparramar aquele monte de santinho no chão, mas vai acontecer, infelizmente. Mas o mais importante é que você tenha consciência política, que você escolha o seu candidato de uma forma muito objetiva. Procure saber quem é o seu candidato, quem anda juntamente com ele, o que ele faz, o que ele já fez, como é que ele pensa um pouco do país, porque é importante a gente saber que as pessoas têm que ter uma visão de país, uma visão de nação, quais são os valores que ele prega. Ele pensa na família, ele pensa nas pessoas, ele pensa em uma comunidade como um todo. quais são os interesses que envolvem essa pessoa para que ele seja um candidato. E eu, na verdade, coloco como uma grande mensagem para que as pessoas possam realmente fazer a sua livre opção da melhor maneira possível e que a gente possa melhorar a nossa cidade. Eu sou um entusiasta, eu sou um otimista, às vezes até as pessoas brincam, aquela questão de olhar o copo pela metade, meio cheio, meio vazio. Eu agradeço por ter o copo e agradeço por ter a água, porque já é algo maravilhoso. mas eu quero que as coisas possam melhorar a cada dia. Então, é essa mensagem final que eu posso deixar aqui. Eu confio no nosso país, confio no Estado de São Paulo e confio principalmente na cidade de Campinas e nos campineiros, nas pessoas que moram aqui, nas pessoas que nasceram aqui, nas pessoas que desenvolvem o seu trabalho. Eu sou uma pessoa que vim de fora, mas me apaixonei por essa cidade. Hoje eu vivo a minha vida em função, hoje, como vereador da cidade de Campinas e tenho muito orgulho dessa cidade e espero que ela possa ser como é, que a gente possa ser mais ainda como referência e algo muito positivo para o nosso país. Então, muito obrigado a você, obrigado, Gabriel, obrigado a todos que estão nos vendo aí na TV. Obrigado. Eu que agradeço a participação ao vivo do vereador Major Jaime. Fica aqui no estúdio, vereador, porque agora a gente vai com as notícias da Metrópole e olha só, hein, o Observatório da PUC Campinas publicou o custo da cesta básica e as variações de preços aqui na cidade, referente ao mês de dezembro e também dados finais do ano de 2023. O estudo mostrou que no ano passado o preço da cesta ficou mais barato em relação a 2022, apesar do recuo dos 13 itens analisados, nove alimentos da cesta tiveram alta, tendência que deve seguir neste ano. O preço da cesta básica em Campinas recuou em 2023, segundo uma pesquisa do Observatório PUC Campinas. No entanto, houve alta dos alimentos nos últimos meses do mesmo ano. No mês de dezembro, a cesta apresentou o valor de R$ 714,04, variando 1,18% em relação ao mês de novembro. Ela fechou o ano passado com queda de 5,30% em relação a 2022, gerando um ganho no poder de compra dos trabalhadores, principalmente aqueles de baixa renda. Responsável pela pesquisa, o economista explicou o motivo dessas oscilações. Os preços dos alimentos, cada um deles tem uma dinâmica própria, mas como regra geral, a gente teve durante o ano de 2023 uma safra bastante positiva e isso acabou impactando nesse resultado geral. O estudo mostrou que entre os 13 itens da cesta básica analisados mensalmente, 9 apresentaram alta na variação do preço ao longo de 2023 e 4 tiveram queda. A alta mais impactante foi a do preço da batata, em 37,15%. Chama a atenção também a alta do tomate, de 14,66%. O preço da carne, por exemplo, recuou 7,16%, representando uma economia de R$ 17,90 para o consumidor. Ainda no caso da carne, seu impacto no custo final da cesta é o maior, já que a proteína representa 32,51% do valor total. A gente teve uma pequena redução do volume de exportação da carne, em função disso aumentou a oferta para o mercado interno e isso impactou no sentido dos preços irem para baixo. A parte de carne eu acho que teve uma redução sim. Geralmente o preço estava um pouco mais alto e deu uma baixada legal. Por outro lado, alguns consumidores não sentiram tantos reflexos no bolso. A banana eu achei que está em promoção, hoje está mais em conta. A carne para mim está a mesma coisa, sobe todos os dias, então está o mesmo preço. Está bem difícil, acho que sobe todo dia e a gente não tem esse aumento no ganho, só os alimentos estão subindo muito rápido. Mas eu não vi uma variação muito significativa, nem para mais, nem para menos. A pesquisa apontou também que a cesta básica compromete 54,1% do salário mínimo do campineiro. Mesmo com o recuo, o custo da cesta básica na cidade só fica abaixo de 4 capitais Por isso, o jeito é criar estratégias para não comprometer tanto o pagamento Como a minha rota é aqui nessa região, então eu passo em 2, 3 supermercados E aí eu vejo, dependendo do que eu estou precisando, o que está mais barato em um E como tem várias opções aqui perto, eu acabo comprando e vejo em outro, então eu pesquiso um pouco sim Embora não possam ser descartados novos recuos no preço da cesta básica, de acordo com o economista, fatores como questões climáticas, volume da safra e inflação projetada indicam a tendência de alta no custo desses alimentos para 2024. Mesmo dentro desse balanço de queda no preço da cesta, a gente teve uma alta nos últimos três meses. Então, a gente começa o ano com essa perspectiva ou com essa tendência de alta. Outra coisa é, a gente teve uma super safra em 23, então, para manter o mesmo ritmo, a gente dependeria de ter uma nova super safra em 24. E, finalmente, há algumas questões climáticas que criam algumas indefinições. Então, o prognóstico seria de uma alta maior do que tivemos ano passado, em geral, nos alimentos. E, no caso da cesta básica, isso deve se refletir também. O Observatório PUC Campinas monitora os valores da cesta básica aqui em Campinas desde setembro de 2022 e divulga mensalmente os dados. Para chegar ao valor da cesta básica, os pesquisadores apuraram os custos dos produtos em 28 estabelecimentos, todos em supermercados em bairros ao redor do perímetro do centro da cidade. Acabou a espera, viu? O futebol 2024 vai começar para Ponte Preta e Guarani. A primeira competição do ano é o Campeonato Paulista. E já amanhã, no sabadão, às 8h15 da noite, a Ponte Preta recebe o Mirasol aqui em Campinas, no estádio Moisés Lucarelli. Você já viu o confronto aí na sua tela. As oito contratações que nós mostramos ontem aqui na reportagem da Ponte Preta foram regularizadas, ficam à disposição do técnico João Brigatti. Ainda é muito difícil escalar uma provável Ponte Preta neste período de pré-temporada. Foram realizados apenas dois jogos treinos, mas sem a divulgação das escalações. O que a gente sabe, o Luan e o Pedro Rocha brigam por uma vaga no gol, já que o Kaique França saiu do time. No meio campo tem o Amaral, o Leonaude, Ramon Carvalho, que permaneceram, mas tem a chegada do Emerson Santos, que veio do Juventude. O Meia Elvis deve ser confirmado entre os titulares, tecnicamente o melhor jogador. Jé, Renato e Iago Dias brigam por vagas no ataque. Então tem muitas dúvidas ainda que o técnico João Brigatti certamente já tem na cabeça dele esta primeira formação para o ano de 2024. E claro que na segunda-feira a gente conta a história desta partida e também as escolhas do treinador. E no domingo, às 6 horas da tarde, é a vez do Guarani estrear no Campeonato Paulista contra o Corinthians, lá em São Paulo, partida complicadíssima que você também já vê aí na sua tela. Lembrando que o clube oficializou 11 contratações para praticamente todas as posições, renovou com jogadores importantes, como o Diogo Matheus, Matheus Bueno, o Regis. No ataque tem o Dereck e o Bruno Mendes, que continuam brigando por esta vaga de centroavante. Existe uma expectativa para saber como que essa equipe vai ser montada Porque o Camacho e o Xai, que foram contratados, são experientes Se tiverem rendimento, certamente serão titulares Então também técnico Humberto Louza, quebrando a cabeça Não revelou sobre o jogo treino qual que é a escalação Mas também na segunda-feira a gente conta a história desta partida A estreia do Campeonato Paulista do Guarani contra o Corinthians e da Ponte Preta diante do Mirassol, tá certo? Bom, a gente segue falando de esporte aqui no Câmara Total, mas agora de uma modalidade que é nova, não tão difícil de ser praticada, ela é democrática e que se tornou uma paixão nacional. Conheça a partir de agora o Beach Tênis no Olho Esporte aí. Olha o esporte aí, eu sou o Rafael Turati e hoje como vocês podem ver o esporte é de areia, o beat tênis. E como sempre a gente começa com algumas curiosidades, vamos conferir. Um esporte de areia que mistura tênis com vôlei de praia, jogado com raquete e bolinhas adaptadas. O beat tênis nasceu na Itália na década de 1980, na província de Ravenna. O esporte surgiu por entusiastas que buscavam uma alternativa divertida para praticar nas praias italianas. E em meados dos anos 90, que veio a profissionalização da modalidade. E foi só no século XXI que o beat tênis saiu da Europa, cruzou o oceano e chegou no Brasil em 2008, desembarcando no Rio de Janeiro. Desde então, a modalidade tem se popularizado cada vez mais, caindo no gosto dos brasileiros Bom pessoal, eu estou aqui com o Matheus Puline, que vai conversar com a gente sobre o beat tênis Essa febre em todo o país que virou uma paixão nacional Matheus, beleza? Como você conheceu o beat tênis? Beat tênis é um esporte que entrou na minha vida depois do tênis Jogo tênis desde os 16 anos, são quase 20 anos nessa modalidade O Beach Tênis eu conheci em 2014, onde eu trouxe a modalidade para a Serra Negra Meados de 2015 a gente veio para Campinas trazendo o Beach Tênis nas outras academias Até abrir a One Beach Tênis em 2018, aqui eu e o Felipe Valim, que se encontra aqui do meu lado E o Beach Tênis chegou no Brasil em 2008, mas demorou para pegar no gosto dos brasileiros, né? Isso, eu acho que o grande boom do Beach Tênis, um esporte ao ar livre, foi depois da pandemia, onde aumentou significativamente o número de praticantes do esporte. Acho que ali foi o ponto G do Beach Tênis e hoje, em torno de um ano, dois anos, explodiu o esporte em todo canto do Brasil, na verdade. É isso que eu ia falar, aqui em Campinas cresceu muito a prática do beat tênis. Muito, muito, muito. Várias academias, muita gente jogando, é um esporte família, pai, mãe, filho, todo mundo joga junto, um dos poucos esportes que a gente consegue ver isso, e é uma modalidade espetacular para todos conhecerem. É um esporte democrático, né? Esporte bem democrático, a gente faz bastante eventos aí onde participa bastante a família, casal joga muito beach tênis. No beach tênis aí a gente tem as modalidades de mistas, além da individual e a de dupla normal, feminina e masculina, onde a gente traz aí os casais para as quadras. E para o pessoal que está em casa, para quem não conhece, quais são as regras básicas do beach tênis? Tem o jogo de dupla, individual também existe, um contra um, mas é bem pouco. E o jogo de dupla, as regras são básicas, é parecida com a do tênis, mistura um pouquinho com vôlei, também com um pouco de badminton, mas a regra básica do jogo de dupla é onde a gente joga um sete, na verdade, um jogo até seis, parecido com a contagem do tênis, e vence a dupla que formar um sete primeiro. Geralmente nos torneios é assim que funciona. E a gente está vendo aqui a raquete, você falou que é meio que parecido com o tênis, mas a raquete é totalmente diferente do que a raquete do tênis, né? Isso, apesar que ela é também feita de fibra de carbono, a maioria das raquetes, né? E a do tênis também tem, mas é uma raquete de 50 centímetros, né? Uma bolinha um pouquinho mais murcha. E o Matheus, e também em relação ao tênis assim, a rede aqui do beat tênis é um pouco mais alta, né? Isso, a rede para a categoria madura tem 1,70m de altura, a categoria profissional tem 1,80m de altura, tanto só para o masculino, o feminino permanece ainda com 1,70m. E o tamanho da quadra é diferente, é um pouco menor em relação ao tênis. Isso, a quadra tem 16x8, na areia, então a bola não pinga direto, o que a gente chama de voleios, a gente não deixa a bola cair e assim vai desenrolando o jogo. Então, isso que eu ia perguntar, quais são as regras básicas do tênis? Não pode deixar a bola cair? Como que funciona? Tem um saque, onde a pessoa sempre intercepta essa bola antes dela cair no chão. Você faz o ponto ou matando ela direto ou com o erro do adversário, onde ele não atinge a meta que é acertar o quadrado do outro lado. E os principais fundamentos dessa modalidade? É constituído entre voleios. Voleios são os golpes básicos, daí vem um pouquinho do saque, Saque, os smashes quando a bola vai pra cima Daí tem os golpes específicos, lob, curtas Daí tem uma variedade ali Hoje trouxemos pro beat tênis alguns golpes do tênis Que é um pouquinho de spin Aí tem bastante coisa aí nova rolando no mercado E com pouca coordenação motora A pessoa que nunca praticou beat tênis Já consegue ter uma experiência boa No primeiro contato com essa modalidade, né? Sim, Rafael, eu acho que é um dos esportes mais fáceis de se aprender. Logicamente que para você evoluir, tem a dificuldade de se tornar profissional, como todos os outros. Mas para a pessoa que nunca viu um esporte na vida, entrar dentro de uma quadra, sentir esse prazer e conseguir jogar, que você vai fazer qualquer outro tipo de esporte, você não consegue jogar no primeiro dia. E aqui você vai ver que a gente consegue sim, é uma modalidade bem democrática. Para quem gosta de colocar o pé na areia, é o esporte ideal, né? É o esporte ideal, pega o sol, dá pra jogar beat tênis na chuva? Dá também, é um esporte bem prazeroso ali. E igual você falou, que começou no tênis e depois migrou pra capa beat tênis, muita gente tá trocando as quadras de saibro pelas quadras de areia, né? Muita gente, muitos professores também trocaram as quadras de saibro pelas quadras de areia, E, na verdade, hoje também sou um das pessoas do tênis antigo, né? Mas ali eu tô vendo bastante gente ali só no beach tênis. Por que será? Porque tem menos lesão? Como que é isso? Eu acho que é um esporte mais fácil, bem mais fácil. O tênis é um pouquinho, é um esporte mais, vamos dizer assim, elegante, não tem barulho. O beach tênis ali é um esporte que você pode fazer um fuá dentro da quadra, você pode tomar aquela cervejinha no final de semana jogando com os amigos, coisa que no tênis ali não tem muito esse convívio social que tem o beach tênis. E atualmente o Brasil é uma potência na modalidade, né? Hoje eu acredito que é uma da... Brasil e Itália sempre disputando, né, mas hoje o Brasil tem mais número de praticantes, lógico, mas acredito hoje ali que o Brasil é um dos mais fortes potenciais até acima da Itália. E os principais atletas da modalidade de brasileiro? No Brasil, o André Baran, bem conhecido, ex-profissional de tênis, ele é o primeiro colocado. A gente tem um carinho enorme por quem trouxe muito beat tênis para o Brasil, que foi o Vini Fonte, junto com as demais pessoas, mas ele propagou a modalidade no Brasil. Também, Joana Cortez, no beat tênis feminino, veio junto com o Vini. E na Itália temos vários ali, daí vai cada um puxar para quem gosta mais, Michele Capelletti, Matisse Poto, hoje atual, número um do mundo que é francês, o Nico Janot, e assim vai uma gama de jogadores muito bons. E você falou sobre o beat tenis feminino, as meninas estão aderindo muito a esse esporte, né Matheus? Isso, a gente até tem uma relevância aqui na academia Que a gente até pensa quanto que é Mas hoje aqui ainda é 50-50 Mas a gente vê muitas mulheres no bicho de tênis Mas bastante mesmo E é um esporte, igual você falou, ao ar livre É gostoso, né? Não tem toda aquela dificuldade É um esporte democrático pra toda a família, né? É gostoso, Rafael Você vai ver que quem joga Na verdade, eu sempre falo que é um estilo de vida Muda totalmente a vida da pessoa Muitas pessoas que têm estresse, que às vezes não tem o que fazer em casa Acabam vindo pro Beach Tênis, conhecendo pessoas Esse convívio social traz ali também muito network Muitas pessoas atrás disso aí também E é muito prazeroso em todas as partes ali Como outros esportes, o Beach Tênis traz vários benefícios à saúde, né Matheus? Vários benefícios, uma aula ali você chega a perder 600, 700 calorias calorias vai depender da pessoa mas pede muitas calorias e o bom do beach tênis que dá pra jogar nas academias a gente aqui na UAM Beach Tênis é uma das potenciais de campinas mas dá pra jogar em qualquer lugar que que tem areia vamos dizer assim. Areia e mais uma pessoa pelo menos né? Areia e mais uma pessoa. Bolinha e raquete e a rede e vamos embora. E vamos embora. Hoje tem os posses móveis que a gente coloca em qualquer lugar aqui em campinas tem o taco aral que foi um do Onde começou também o Beach Tênis Aqui em Campinas E é isso Em todo lugar da cidade que passa Já dá pra ver as quadras de areia Cheio de pessoal jogando, né? A gente já tem uma média ali De mais de 100 quadras em Campinas Com certeza Isso é muita quadra Campinas hoje é o potencial do Beach Tênis Vou dizer assim Do estado de São Paulo Com certeza É onde tem mais praticantes ali Mais quadras É aqui em Campinas Mesmo estando longe da praia O pessoal não deixa de ficar fora da areia, né? Isso Só faltou água Só faltou água, Rafael, mas é um esporte ali que vale a pena conferir. Eu estou aqui com a Frances, que é mais uma das pessoas apaixonadas pelo beat tênis. Frances, como que você conheceu esse esporte? Olha, quando a One Beach abriu a primeira unidade dela no Taquarau, na parte de cima, eu passava lá algumas vezes, como joguei voleibol, falei, é aí que eu vou. E aí nós começamos, começamos com uma turma boa, o clã do Beach, 2019, e estamos até hoje juntas. E, França, por que a senhora pegou tanto gosto por esse esporte? Olha, é um esporte, sol que eu adoro, areia que eu adoro, adoro o mar, né? E as amizades, certo? É um ponto, o beat tênis fez muito na minha vida, principalmente depois da perda do meu esposo, foi em 2020, fez muita diferença. E a senhora joga todo dia, como que é? Todo dia não, menos quarta e quinta. Segunda, terça, sexta, sábado e domingo. E é um esporte gostoso, né, de se praticar, né, Francis? É ao ar livre, a gente está à vontade, depois tem a resenha, que é uma coisa que faz parte do beat tênis. Enfim, é um esporte que agrega, agrega valores, agrega amizade, agrega uma série de outras coisas. Tudo de bom. Tudo de bom. Bom, galera, tô aqui com o Ellison, começou a jogar beat tênis há quatro anos e não largou mais. Pegou gosto, né, Ellison? É isso, peguei gosto. O esporte é muito gostoso. Ele é um esporte fácil, né, pra quem tá começando. Eu acho um esporte bastante democrático, porque joga idoso com novo, homem com mulher, né, criança com o pessoal mais velho. E é muito gostoso, até na areia, né, cara? Isso que eu ia falar, só falta o mar, né, porque a areia já tem, né? Pois é, areia, o chopp ali, e aí esporte, muito gostoso. E você não pretende parar? Conheceu há quatro anos e não vai largar mais? Cara, tem quatro anos, eu comecei jogando uma vez por semana, hoje eu estou jogando todos os dias da semana. A tendência agora é jogar duas vezes todos os dias da semana, eu gosto muito. É um esporte viciante. É, viciante, viciante. E agora eu tô aqui com a Priscila, que há dois anos conheceu o beat tênis, se apaixonou e hoje incentiva o esporte entre as mulheres. É isso, né Priscila? Exatamente. Eu conheci na época da pandemia, no finalzinho da pandemia. Tava cansada de ficar em casa, de só andar de bicicleta, andar a pé. Aí eu resolvi procurar o beat tênis. Aí eu dei uma olhada na lista, vi essa escola e entrei. Me apaixonei pelo esporte. É um esporte super eclético, que recebe todo mundo super bem, de todas as idades, não tem preconceito, gordo, magro, alto, baixo, todo mundo joga junto. E fora a união dentro das quadras, a gente tem a união fora das quadras. O pessoal se reúne muito, faz churrasco, é embarzinho, frequenta a casa, então é um esporte super agregador. Mudou sua vida? Mudou minha vida. Sou outra pessoa, depois que eu comecei a fazer beat tênis, acho que me sinto super feliz. Fui praticante de esporte na juventude Então a parada E nossa, eu sou outra pessoa Depois que comecei o Beat Tennis Bom galera, e pra encerrar Eu não vou perder essa oportunidade Eu vou entrar no clima E vou participar de um joguinho aqui com o Matheus Confere aí Legenda Pedro Esteves Vamos lá. Ah, informações e curiosidades bacanas, né? Sobre o Beach Tênis com o nosso repórter Rafael Turati. que eu aconselho é deixar a raquete do lado e ficar apenas com o microfone mesmo. Bom, vamos fazer o seguinte, meio dia mais cinco minutos, primeiro intervalo aqui no nosso Câmara Total, e na volta tem entrevista especial. Hoje a Rúbia de Oliveira, que já está aqui nos nossos estúdios, vai entrevistar a Mara Luque, que é jornalista, vai falar sobre economia também, sobre aposentadoria. acabou de lançar um livro diretamente do My News aqui para a TV Câmara Campinas, no nosso Câmara Total. Então a gente vai fazer o seguinte, rápido intervalo, não saia daí, que a entrevista é imperdível, é rapidinho. Olá, muito boa tarde para você, você que está acompanhando o Câmara Total aqui na TV Câmara Campinas com Gabriel Castro. Agora estamos chegando com a nossa entrevista do dia e hoje nós vamos falar de aposentadoria. Aposentar com tranquilidade financeira é o propósito de muita gente, mas grande parte desse pessoal não sabe como se preparar para a aposentadoria, o que pode ser um desafio muito grande. Um dado preocupante levantado pelo Serviço de Proteção ao Crédito aponta que 4 em cada 10 jovens do Brasil não se organizam para esse momento de descanso. Isso porque nem sempre é fácil separar uma parcela dos ganhos mensais para um futuro. Mas você saber que é uma prática indispensável Para aqueles que desejam chegar à terceira idade com um bom dinheiro ao seu dispor, é essa a prática de separar um dinheirinho para você, né? Sendo assim, é importante começar o quanto antes. E para descobrir como fazer, como começar, como sair do vermelho, nós convidamos para a nossa entrevista de hoje, ela que é jornalista, é escritora, é especialista em economia e finanças. Seja bem-vinda, Mara Luque. Satisfação em receber você aqui na TV Câmara Campinas. Boa tarde. Boa tarde. Prazer é todo meu estar aqui com vocês nesse começo de tarde. Vamos lá, vamos falar de economia. Agora, um dado interessante que nós levantamos aqui, quem não conhece a Mara, você sabia que da medicina ela foi para o jornalismo. Escritor, empresária brasileira, especializada em finanças e economia, Mara trabalhou aí nos principais veículos de comunicação do Brasil e é fundadora, como disse o Gabriel, do My News, considerado referência mundial em jornalismo do YouTube. Recentemente, ela lançou, gente, um livro, mais um, direcionado para inteligência financeira. Sabe o nome do livro? Como ter dinheiro para toda a vida Ou para a vida toda, né? Como ter dinheiro para a vida toda Mara, conta para a gente Como é que surgiu a ideia de mais um livro E com esse tema, né? Como ter dinheiro para a vida toda Você sabe como? Pode explicar para a gente Você sabe que é mais fácil do que a gente imagina E a ideia surgiu justamente por isso você vê hoje uma enxurrada de conteúdo de como ficar milionário, ficar milionário rápido e tal, enfim, e aí muita gente que, cara, é difícil você, o seu orçamento sobrar alguma coisa para você conseguir investir, e é muito difícil, né, ficar milionário não é simples não, que isso, Agora, a boa notícia é o seguinte, dá para pavimentar a sua aposentadoria e a sua vida longa, a gente está vivendo no século da longevidade, dá para pavimentar isso, ter conforto, ter dinheiro, ter tranquilidade, sem precisar, sabe, dar três pulinhos e ficar milionário, porque o que a gente vê hoje na internet é isso, é muito simples, é só você fazer um curso e ficar milionário, é muito simples. eu sempre, assim, quando eu vejo quando chegam essas propagandas pra mim, eu sempre falo assim, nossa, eu sou muito idiota, né? Porque é tão fácil ficar milionário, por que que a gente não, por que que eu não fiquei milionária rápido assim? É, como eu falei a boa notícia é que você é perfeitamente é possível viver bem confortável, aproveitar a vida sem, primeiro, ser milionário segundo, sem sofrer, sabe? Tem gente que sofre porque não consegue guardar dinheiro. Você falou logo no começo dos dados da Serasa que mostram do endividamento e das pessoas que não sobra dinheiro para investir, pois eu vou te falar que agora que sobra que dá para investir o lance é você ter informação, entendeu? então, por isso que eu fiz esse livro para desmistificar essa coisa do ser milionário eu não sou milionária não sou rica e olha, eu aproveito muito mais do que muito milionário que eu conheço, entendeu? Então, assim, tratar a informação, desfazer mitos e tabus, a ideia do livro foi essa. Muito bem, e falando em mitos e tabus, vamos direto ao ponto da previdência social, que eu sei que você é especialista, né? E você de casa, sabe o que é a previdência social? Olha, gente, a Previdência Social é um seguro social em que o trabalhador participa através de contribuições mensais. O benefício dessa contribuição é o quê? Nada mais que garantir que você, trabalhador, seja segurado, né? Com uma renda aí, quando você não puder mais trabalhar. Vamos lá, vamos falar a nossa língua, a língua mais coloquial, né? A Previdência Social é um sistema público que garante as aposentadorias dos trabalhadores. Porém, este ano teve algumas mudanças, né? E uma delas é o sistema de pontuação. Cada ano serão necessários mais pontos para se aposentar. Mara, qual a avaliação que você faz referente a essas mudanças aí, agora o quesito da pontuação, né? Cada ano, mais pontos para você se aposentar. Vamos ter que colecionar pontos agora? Olha só, esse ponto da previdência oficial do INSS, no caso dos trabalhadores do setor privado, que estão no regime geral de previdência, e também dos funcionários públicos, é uma outra história. Também tiveram mudanças, tem muito funcionário, servidor público que acha que vai se aposentar com o mesmo salário do que ele trabalha, enfim, não é. Mas vamos lá, regularizar a sua previdência oficial é o primeiro passo. é o primeiro passo para você pavimentar esse caminho para uma aposentadoria confortável, para ter uma vida mais confortável, e aí tem várias coisas interessantes para ver, então primeiro, como regularizar, todo mundo hoje pode regularizar, ah, mas eu sou dona de casa, eu cuido dos meus filhos, eu trabalho só em casa e tal, sim, é possível, você tenha a forma de se regularizar, Ah, eu sou trabalhadora informal e tal, é possível, aliás, trabalhador informal tem um MEI que você paga ali R$ 70,00 por mês e você tem o seguro, esse seguro social, que, por exemplo, o mês que você ficar doente e não puder trabalhar, você vai receber esse dinheiro. Eu costumo contar uma história real Que aconteceu com uma amiga minha Ela trabalha como transfer No Rio E ela era informal E eu falava pra ela Se regulariza, vira MEI E não, e não Porque MEI, porque não sei o que Porque a receita, ainda tem muito esse tabu de receita Vai ficar atrás, gente, esquece Se regulariza Que isso é que é importante, a receita sabe tudo Que você tá fazendo hoje, tudo Então assim, se regulariza porque você cria essa rede de proteção. Nesse caso, essa minha amiga engravidou, engravidou e não era MEI, quer dizer, não estava com a sua contribuição, 70 reais por mês, regularizado, enfim, não tinha se formalizado. O que acontece? Ficou sem trabalhar, ficou sem trabalhar, não tem, não recebeu nada, porque o trabalho dela depende dela estar ali fazendo os transfers. Se ela tivesse regularizado, ela receberia, receberia um salário mínimo por mês, Então, mesmo no período em que ela estaria de licença maternidade, entende? É importantíssimo, é além da aposentadoria, toda uma rede de seguro social. Então, o primeiro passo é formalize, formalize a sua situação junto à Previdência Oficial. Vai lá no site do Ministério e veja qual é a sua situação e formalize. Uma vez formalizado, você vai descobrir que o seguro, o INSS, o seguro social, ele tem vários benefícios e além disso, o Brasil tem acordos com vários países em que você pode utilizar o seu tempo de contribuição no Brasil para se aposentar em outro país. Então, por exemplo, vou te falar o meu caso, eu já posso me aposentar, eu tenho 58 anos, eu estou naquele grupo de transição que pegou a transição da reforma e já posso me aposentar por tempo de contribuição, só que eu quero me aposentar em Portugal, porque eu quero receber meu benefício em euros, por quê? Porque eu moro uma boa parte do tempo lá e porque eu quero ter uma parcela da minha aposentadoria em moeda estrangeira, então eu vou esperar até a idade mínima, porque as regras de Portugal, da idade mínima, as regras são outras, então eu vou esperar a idade mínima em Portugal para me aposentar por lá, não vou me aposentar agora no Brasil, vou esperar para me aposentar em Portugal. E você pode fazer isso em qualquer lugar do mundo. Por exemplo, Costa Rica. Costa Rica é um destino que muitas pessoas estão indo. Americanos, europeus e alguns brasileiros. Já começam a se aposentar na Costa Rica. Por quê? Porque o sistema de saúde público é muito bom e o sistema privado é muito barato. Então, você vê hoje nômades aposentados, aposentados nômades que vão buscar países em que ele consegue fazer com que o benefício dele melhore. Então, por exemplo, no caso da Costa Rica, você com mil dólares de aposentadoria, de benefício, você já consegue ter o visto de residência. Ora, são mil dólares, é abaixo do teto, são 5 mil reais, um pouco mais que 5 mil reais, o teto da Previdência é 7 mil, então, e lá você consegue fazer com que esse dinheiro tenha um, te traga mais rendimentos, rendimentos no sentido do quê? O plano de saúde vai custar menos, você vai estar do lado do Panamá, onde é um hub internacional e você pode fazer viagens mais baratas, então é questão de ter informações, em Portugal também, Portugal tem muito, inclusive os europeus também, indo para Portugal, morar lá depois de aposentado, por causa do sistema de saúde público, que é muito bom, o sistema privado também é bem mais barato do que no Brasil. Então assim, você tem que ter informações corretas Você viu que até agora a gente falou de coisas que não tem nada a ver Com sobras no orçamento, nem ficar milionário Mas vamos combinar? Morar na Europa é legal, morar na Centro-América é legal Morar no Brasil também é legal Desde que você se planeje, enfim Você vai encontrar cidades onde tem um sistema público de saúde melhor Então esse é o primeiro ponto Regularizar sua vida na Previdência Oficial e procurar onde você quer morar, que nem precisa ser um lugar definitivo, como eu falei, hoje tem muito aposentado que é nômade, a gente fala muito dos nômades digitais, mas tem também os aposentados, isso é uma tendência no mundo. Bem, o outro ponto é a previdência complementar, mas eu vou deixar você falar, porque eu estou falando muito. Jornalistas que somos, olha só, eu quero continuar falando com você sobre a questão da previdência e tem um ponto aí que eu achei bem interessante, quando você fala que a gente pode errar na hora de escolher a tributação e aí muita gente faz, pratica esse errinho aí, é um detalhe, mas que faz toda a diferença. Mas antes, olha só, a gente está recebendo aqui a pergunta de uma telespectadora, é a Alana, abraço grande para você, ela é aqui do bairro Ponte Preta, ela diz assim, ó, Mara, você acredita que para uma independência financeira, Ser empreendedora é menos difícil do que ser empregada de uma empresa, já que cada vez mais pessoas estão abrindo o próprio negócio? Essa é a pergunta da nossa telespectadora para você, Mara. Oi, Alana, muito prazer falar com você aqui hoje. Cara, essa tua pergunta é tão importante, porque assim, sim, tem um movimento de muitos empreendedores, mas isso foi motivado principalmente pela queda de emprego formal. Bem, mas e aí? E aí? Respondendo a sua pergunta, vale a pena ser empreendedor ou não? Olha, empreender não é simples, você tem que ter vocação para isso, porque o Brasil ainda é um país com um ambiente adverso, um ambiente de negócios adverso, você vai enfrentar, você vai ver que você vai enfrentar um monte de dificuldades. Eu gosto, eu quis empreender, eu trabalhava na TV Globo, tinha ali um bom salário, não era um salário milionário, mas era um bom salário, gostava do que eu fazia, faço os meus livros, enfim, estava ali, mas resolvi montar um canal de jornalismo independente. Por quê? Porque eu amo a tecnologia e eu vi que isso permitia que a gente fizesse essas coisas e eu acho que eu não fiz um canal de jornalismo para competir com os canais tradicionais, não, é para complementar, é para trazer a informação que você não vê na mídia mainstream, enfim, nos canais tradicionais. Então, mas não é simples Todo mundo me pergunta assim Ah, você juntou muito dinheiro para poder montar o canal Não, não juntei nada Agora eu não tinha dívidas Eu não tinha dívidas, eu não tinha filhos Eu não tinha obrigações Então eu consegui, eu passei o primeiro ano do canal Eu não recebi um centavo Eu vivia ali das palestras que eu faço Enfim, dos meus direitos autorais de vida Eu vivia disso só não recebi nenhum centavo do canal, isso foi mudando, o canal cresceu, hoje nós temos inclusive um canal dedicado exclusivamente a informações de previdência e aposentadoria, então assim, Ana, é legal, eu gosto, mas não é todo mundo que vai ter o apetite para enfrentar os desafios, nenhum problema, mas só que você tem que saber se você está preparada para enfrentar esses desafios. Eu fiz o canal para isso, porque eu gosto da tecnologia, porque eu achava que estava faltando isso, para complementar as informações, enfim, respondendo a sua pergunta, é um caminho para a aposentadoria? É um caminho sim, para você, principalmente porque no século da longevidade, Você não vai querer parar de trabalhar Aos 50 anos de idade No meu caso, por exemplo, tem 58 anos Não quero parar de trabalhar agora Não me vejo parada nesse momento Então, você empreender é um caminho Mas você tem que ver se você tem vocação para isso Que exige resiliência Que exige, se você vai ficar mal Na primeira diversidade, cara, é complicado Porque são muitas, não são poucas não Legal, Mara, a gente agradece você por ter respondido a nossa telespectadora Alana Abraço para você, para todo mundo que está aí acompanhando essa entrevista aqui no Câmara Total Nossa gente, quanta informação maravilhosa de economia e a gente tem muito para falar ainda Você que quer mandar sua pergunta para a Mara, para ela responder para você Está com uma dúvida sobre a previdência, está com uma dúvida sobre a aposentadoria Manda aí no WhatsApp aqui da TV Câmara Campinas O telefone está aqui embaixo para você. Combinado? Mara, vamos então, voltamos, né? Voltamos a falar da nossa previdência, para falar também da nossa tributação. Um dado bem interessante que eu encontrei em um dos textos seus foi o erro que a gente pode cometer na hora de escolher a tributação e aí a gente não tem ali aquela questão da restituição do imposto de renda. Você pode explicar para a gente como que faz e qual é o erro que muitas pessoas têm cometido e depois não sabem por que, que não tem a restituição legal? Olha, sem medo de errar, 60% ou mais de pessoas que hoje não aproveitam essa... Ou até mais, eu vi uns dados que chegavam a 90%. Não aproveitam porque não têm a informação correta e fazem a tributação errada. E aí eu volto naquele ponto que eu falei, talvez você tenha mais dinheiro do que você imagina, é simplesmente você se informar e fazer, e tomar esse cuidado, por quê? Por exemplo, muita gente, mas muita gente mesmo, hoje faz a declaração do imposto de renda simplificada e poderia estar fazendo a completa e com isso aumentar a sua restituição e paralelamente está fazendo um patrimônio para a sua aposentadoria, eu aposto com vocês, se você está ouvindo a gente agora, faz essa simulação e depois manda, manda aqui para a gente, para me dizer o resultado, você faz, vai lá no site da Receita, simula a sua declaração, não como, aplicando 12% do que você recebe, dos seus salários, você pega 12% do seu salário anual e coloca lá na simulação como se fosse uma despesa que você pode abater do imposto de renda, porque na prática, essa aplicação que você faz, você pode abater do imposto de renda, ela não entra na sua base de renda tributável, Então, faz essa simulação, pega e usa e coloca lá 12% da sua renda, da sua renda anual, você coloca ali como despesa que você pode abater do imposto de renda. Aí me diz se o site, se a ferramenta da receita vai mandar você para fazer a completa ou simplificada. na grande parte dos casos ela vai jogar você para a completa, ela hoje te joga para a simplificada porque você não deu essa informação para ela, que você coloca 12% da sua renda na aplicação num PGBL na hora que você der essa informação você dá essa informação na simulação, você dá essa informação simplesmente dizendo que é uma despesa que você tem que pode abater o imposto de renda, vai lá e faz isso Aí ela vai te jogar para a declaração completa, aí você faz a completa, você faz a completa e faz essa aplicação num plano de previdência, porque esse dinheiro você já está dando para o imposto, entende? Para o leão. Então, na hora que você se planeja e faz essa aplicação, o que vai acontecer? Você aumenta a sua restituição, porque isso entra na prática como uma despesa que você pode abater do imposto de renda, ou seja, esse dinheiro que você colocou no plano para a sua aposentadoria, para a sua previdência complementar, é na verdade um dinheiro que você estaria dando para o imposto de renda. Então faz essa simulação, porque hoje muita gente não aproveita isso, e mais, tem gente hoje que faz aplicação para previdência e está no modelo de tributação e faz via VGBL, V de vida, quando deveria fazer P de plano, PGBL, então ela faz o V de vida, porque ela fala assim, ah, eu faço a declaração simplificada, então vou fazer o VGBL, não, não, faz essa simulação, porque talvez, provavelmente, assim, 90% das pessoas poderiam estar fazendo PGBL, aumentando a sua restrição e não fazem. E você que não tem nenhuma aplicação de previdência complementar, faz essa simulação que você vai ver que você tem dinheiro, só que você está dando dinheiro para o leão, ao invés de colocar na sua previdência. Muito bem, olha só gente, que bate-papo legal, quanta informação preciosa Nós estamos conversando com a jornalista, escritora, especialista em economia e finanças, Mara Luque E olha, vai explicar pra gente o seguinte, nós temos inteligência financeira? Será que temos? No seu ponto de vista, Mara, o que é ter a inteligência financeira? Eu acho que é você ter informação e não cair naquele discurso de que é fácil ficar rico, de que é fácil ganhar dinheiro. A Comissão de Valores Imobiliários, que é o xerife do mercado de capitais, ela tem diversas pesquisas e orientações que mostram que a forma mais rápida de perder dinheiro é você cair na história de que é fácil ganhar dinheiro, de que é fácil ficar rico com o investimento A, B ou C, que vai deixar você rico, que não tem risco. Então, tem algumas coisas. Então, primeiro, não é fácil ficar rico. Segundo, é, você com a informação correta, você pode melhorar muito a performance do seu dinheiro. A gente deu duas informações aqui, a do INSS, que sabe, vai te criar uma rede de proteção, muito generosa, por sinal, e a da Previdência Complementar, que talvez você não esteja usando e que você poderia usar. Além disso, há outras informações, então assim, olha, um caso clássico, aplique seu dinheiro aqui que você vai ganhar tantos por cento, enfim, não existe isso, todo investimento tem risco, lá no canal a gente tem umas entrevistas com pessoas que investiram num caso recente de fraude, na verdade, foi o que fizeram e teve um caso que me emocionou muito, de uma moça jovem, ela que estava guardando dinheiro para comprar o apartamento, tinha um rendimento ali, um CDB, de um banco, alguma coisa assim, aí ela troca, porque vieram oferecer essas coisas mirabolantes e tal, e ela troca o investimento que perdeu tudo, tudo da entrada do apartamento dela, Cara, isso é muito cruel E aí, vai fazer o que? Está na justiça, estão respondendo Mas e aí? Cadê esse dinheiro? Dinheiro do apartamento dela, do trabalho dela Então, muito cuidado, informação Olha, locais para você conseguir boas Saber se você pode confiar ou não nessas pessoas É a CVM, Comissão de Valores Imobiliários E o Banco Central E no Banco Central e na CVM você tem áreas que tem muita, muita informação para quem quer começar a melhorar a informação financeira. Então, para mim, inteligência financeira é sinônimo de informação financeira, de você ter informação correta. Muito bem. E agora tem uma frase sua, em que você diz assim, ó, Dinheiro demais faz você ser escravo do dinheiro E dinheiro de menos faz você ser escravo dos outros E aí nós precisamos encontrar o equilíbrio Eu também, nas minhas pesquisas sobre você Eu descobri que você diz que não gosta de guardar dinheiro E tem até um caso em que você conta Que o seu avô, quando faleceu, você retornando à casa dele Você encontrou a caixa com o dinheiro que ele guardava É isso mesmo? Vamos dar uma pincelada para a gente, que eu achei bem interessante essa história. Primeiro, essa frase não é minha, essa frase é da Eliana Cardoso, que é uma grande economista, e eu vi essa frase num livro bem antigo que ela escreveu, a Eliana é uma grande escritora, e eu achei perfeita, sabe? Porque achar o equilíbrio no dinheiro é muito difícil, é muito difícil. Então, por exemplo, o livro que eu lancei agora, eu abro com o caso real de um homem que já pode se aposentar, tem previdência oficial, tem previdência complementar, tem patrimônio, poderia se aposentar e tem medo de ficar sem dinheiro, tem muito medo. quer dizer, isso é um problema sério, né, em relação à caixinha do meu avô, eu tenho essa caixa até hoje, está aqui comigo guardada, e ela, ela é cheia de dinheiro, ela é cheia de dinheiro, ela tem muito dinheiro, e o dinheirinho tudo guardadinho, 50, 100, notas de 50, de 100, acho que não valem mais nada, entende, porque a inflação comeu aquilo tudo, Aí eu fico pensando, sabe, quanto meu avô se esforçou, guardou, deixou de fazer coisa para guardar esse dinheiro, mas não tinha informação da inflação, entende? Que come, que destrói o poder de compra, de todo mundo, destrói a moeda. Eu lembro, o meu avô também me fez uma poupança para os netos, cada neto tinha uma poupança, e eu lembro que quando eu fiz 18 anos, eu resgatei a poupança de uma vida, que ele fez durante uma vida inteira ali, 18 anos, e sabe o que deu? O dinheiro deu para trocar os quatro pneus do meu carro só, entendeu? Então, por quê? Porque a inflação comeu, porque ele deixou na poupança. A poupança é o pior investimento de longo prazo, entende? Então, essas informações, elas são importantíssimas para você conseguir maximizar. Outra coisa que eu achei nas coisas do meu avô, por exemplo, foi uma pólice de seguro para minha avó, o nosso futuro de vida, que não valia mais nada quando ele morreu, por quê? Para a inflação, aquela época, na hora de contratar seguro, na hora de fazer, poupança não é o caminho de investimento de médio e longo prazo, poupança não é investimento, então muitos pais fazem poupança para os filhos, não, não é poupança que você tem que fazer para os filhos, entende? O caminho é outro, você pode fazer ações, você pode fazer renda fixa, outras coisas, é uma conversa mais longa, mas é você ter a informação e não desprezar o poder de destruição que tem a inflação. Muito bem, sempre a informação, a informação correta vindo realmente de uma pessoa que é especialista, assim como a Mara. Olha, quase terminando a entrevista, quando o papo é bom, a gente nem percebe a hora passar, vamos atendendo mais uma telespectadora, A Alessandra, ela é do Campo Grande e ela pergunta assim, profissionais autônomos pagam mais do que o necessário? Como a gente pode definir a contribuição ideal? Alessandra, nossa telespectadora, e faz a pergunta para você, Mara. Alessandra, você deu a manchete dessa conversa, Alessandra. Porque é o seguinte, profissionais autônomos, atenção, porque a Receita está distribuindo multas, multas e mais multas, e multas muito altas, multas de 200 mil reais, eu cheguei a ver de 1 milhão de reais, coloquei lá no canal o caso sobre isso, de médicos, no caso, que contribuem para o INSS pelo piso. só que ganhou mais que o teto, e aí é o seguinte, a contribuição para o INSS, ela é obrigatória, a contribuição para a Previdência Oficial, e ela é obrigatória, e ela tem que ser feita na proporção do seu ganho, então se você ganha mais do que o piso, você tem que pagar mais do que o piso, você tem que pagar ali na proporção, se você ganha além do teto, você tem que pagar pelo teto, Porque se você não pagar, eu estou te falando, a Receita vai bater na sua porta, porque ela está fazendo isso, a Receita está autuando muitos profissionais que pagam pelo piso, mas recebem, a sua renda é maior do que o piso, e a Receita tem vários caminhos para descobrir isso, descobre pelo Pix, descobre pelo cartão de crédito, descobre por mil movimentações que você tem hoje, Hoje é impossível esconder essa, a sua movimentação financeira da receita, então mais dia ou menos dias ela vai achar isso, então regulariza, regulariza, porque além dela, ela te aplica uma multa, ela te aplica tudo que você deveria ter pago nos últimos cinco anos e o valor não fica pequeno. Lá no canal tem uma matéria sobre isso, onde a gente fala de casos em que a multa ultrapassou R$ 200, R$ 300, R$ 500 mil, tem casos que chegou a R$ 1 milhão. É, tá vendo só, Alessandra? Pergunta respondida e esclarecida não só para você, mas para todos nós e os nossos telespectadores também. Ai, gente, olha, entrevista chegando ao final, é isso mesmo, estamos terminando aí a nossa entrevista, mas a gente agradece muito a sua contribuição, viu, Mara, com os nossos telespectadores, todo mundo aqui da TV, todo mundo parou para te assistir e, assim, tem muitas perguntas, muitos questionamentos, mas que a gente não consegue resolver isso tudo em meia hora, mas gratidão mesmo pela sua disponibilidade, viu? Eu que agradeço, foi um prazer passar esse comecinho da tarde com vocês Valeu, olha só gente, tá vendo? Falamos com ela, né? Jornalista, escritora, especialista em economia e finanças, né? Maraluque Daqui a pouquinho, depois do intervalo, ele tá chegando, Gabriel Castro De volta pra você com o Câmara Total e mais notícias aqui da nossa metrópole Abraço grande e amanhã é sábado, segunda-feira, a gente se vê aqui na TV Câmara Campinas. Meio dia mais 41 minutos, Câmara Total de volta ao vivo nesta sexta-feira. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Depois dessa bela entrevista da Rúbia de Oliveira com a Mara Luque, a gente segue aqui com as notícias do Legislativo. E o asfalto chegou, viu? O vereador Otto Alejandro tem proposta atendida pelo Poder Executivo e a pavimentação asfáltica de uma das ruas lá do Distrito do Ouro Verde foi concluída. A Rua Carvalho, localizada no Jardim Capivari, em Campinas, recebeu recentemente uma pavimentação asfáltica, solicitação atendida pela Prefeitura através da indicação 6.712 de 2023 do vereador Otto Alejandro. É um bairro que nós temos um carinho muito grande por eu ser comerciante também aqui. tive muitos votos aqui para ser eleito e antes mesmo de ser vereador nós assumimos um compromisso. Se um dia chegar lá, a gente iria dar sequência em toda a pavimentação do bairro. Como aqui já está no convênio de regularização fundiária pelo governo do estado, eu fiz a indicação ao prefeito Dario para ser pavimentado todas as ruas do Jardim Capivari. O prefeito autorizou, mas que fosse feita uma a cada dois meses, por questão que existem também muitos bairros na cidade que precisam ser feitos a pavimentação. Então nós fizemos aqui a Rua Carvalho. A aplicação do asfalto não facilita apenas o transporte, como traz o desenvolvimento socioeconômico do local. Nelly e Wanda moram na Rua Carvalho há 35 anos e relembram a época em que os moradores tiveram que se unir para achar uma alternativa para a falta de um asfalto. Era um concretão, que os moradores mesmo fizeram, né? E cada um ajudou. Antes da pavimentação, a gente tinha um concreto aqui, mas, você sabe, né? Não é um asfalto. Além da melhora das condições de segurança e comodidade para os carros, a pavimentação promoveu qualidade de vida para os moradores. Não só eu, como os vizinhos todos, né? Falam a mesma coisa. mudou muito, o pó não tem mais aquela poeira branca que tinha. A limpeza da rua, a gente tem o maior prazer de ficar a rua limpinha. Todo mundo limpa a rua à sua frente. Então é uma coisa muito gostosa. Trazendo a valorização e a qualidade de vida e realizando um sonho de mais de 40 anos dos moradores que esperavam. Dou os parabéns a todos os moradores que fizeram a vaquinha e eles mesmos custearam o concreto que tinha aqui antes da pavimentação E hoje, agora, é um pavimento forte, rígido, que com certeza vai durar muitos e muitos anos. As obras de revitalização da CAM 127-127, entregues no final do ano passado, são fruto de uma indicação da vereadora Débora Palermo e beneficiam mais de 20 mil pessoas. A estrada municipal Dona Isabel Fragoso Ferrão, a CAN 127, que compreende os 2,7 quilômetros que ligam a rodovia Dom Pedro ao distrito de Joaquim Egídio, recebeu obras de drenagem e pavimentação graças à indicação da vereadora Débora Palermo. Sim, é uma reivindicação muito antiga dos moradores de Joaquim Egídio, de Sousas e também de toda Campinas, que vêm visitar essa região, almoçar, passear, ou mesmo trabalhar. Então, usava e usa essa estrada, esse caminho aqui, a Canto 127. E era ou barro, na época de chuva, ou muita poeira, buraco. Então, o intertravado trouxe esse benefício grande para a população, além de ter ajudado no trânsito de Sousas. Porque aos finais de semana as pessoas vêm muito para essa região de Joaquim Egídio para almoçar, para passear. E passa por Sousas que só tem uma entrada e o trânsito travava dentro de Sousas. E hoje eles têm essa alternativa aqui com o intertravado e usam bem mais aqui desafogando lá o nosso centrinho de Sousas. Afinal, se trata do acesso para os maiores polos gastronômicos da cidade. Em Sousa e Joaquim Gide hoje é o grande polo gastronômico e turístico também, por ser uma área de preservação ambiental, com uma natureza muito bonita, fazendas históricas. Então as pessoas vêm não só de Campinas, vêm de outras regiões e longe para passear nessa região, porque é muito gostosa, muito bonita. Então esse benefício ajudou muito. A vereadora conseguiu ainda, através de emendas parlamentares, a compra e a instalação de câmeras de segurança para os acessos aos distritos. Eu consegui 10 câmeras de segurança que vão fechar todas as entradas e saídas dos dois distritos, de Sousa e Joaquim Egídio. Duas ficarão aqui nessa entrada, com leitura de placa, são câmeras OCR, as melhores câmeras para identificar e controlar a entrada e saída, não que isso impeça totalmente, mas ajuda a ver quem saiu, quem entrou e isso inibe o crime. Então, já eram para ter sido instaladas, mas começam a partir da semana que vem a instalação dessas câmeras. Para os moradores, a revitalização da CAM 127 é mais do que bem-vinda. Foi ótimo, né? Eu acho que a gente já estava esperando isso aí. Porque isso desafogou também em Sousas. Eu acho que é até muito mais benéfico para Sousas, porque acabou aquele trânsito de carro para cima e para baixo. Se você chegar aqui de Sousas para Campinas, voltando de Campinas para Sousas, na hora do almoço de um domingo, você vai encontrar fila no meio do caminho. Na altura da Recopane já tem fila para cá. Então, desafogou muito isso aí. Foi muito bom. E para nós também, moradores aqui, traz uma grande vantagem, porque a gente vai pela estrada para Campinas. É muito mais livre, muito mais tranquilo, mais seguro. Se gasta menos gasolina, você anda com mais velocidade. Acho que foi ótimo. Entregues no último novembro, as obras de revitalização da estrada seguiram todos os critérios ambientais, como o piso, que permite a drenagem das chuvas, já que essa é uma área de preservação ambiental, e a passagem de fauna, que garante que os animais transitem pela rodovia sem riscos de atropelamento. Inclusive eu tive minhas duas filhas que moram nos Estados Unidos e vieram aqui ficar encantadas com essas passagens de animais silvestres, né? Porque a gente precisa ter cuidado com isso aí, isso que dá vida para a gente, né? Para a vereadora, a CAN 127 revitalizada é uma promessa que se concretizou. É muito bom, é um sonho, né? Eu sempre dizia isso para a população. Se um dia eu conseguir chegar à vereança, eu vou conquistar isso para nós e agora está aqui, está entregue do jeito que eu prometi para a população. Acabou acontecendo, né, que a gente estava esperando há muito tempo. 20 anos ou mais que tem aqui, passou muita gente aqui e ninguém fez, entendeu? E agora eles fizeram e essa estrada está ótima. 23 anos que eu moro lá na Capoeira Grande. Como foi para você o impacto dessa obra, né? Você mora em Joaquim Egídio, né? Moro em Joaquim Gide. A gente precisava muito dessa obra. De vez em quando eu usava essa estrada aqui com a minha caminhonete. Mas quando eu não estava de caminhonete, eu tinha que ir lá por dentro de Sousas. Então foi impactante para os moradores de Joaquim Gide, até tenho que agradecer em nome dos moradores de Joaquim Gide e de Sousas, Essa pavimentação aqui, porque foi o máximo para nós, melhorou muito a minha ida para a cidade, a volta e para os moradores também, porque todo mundo tinha que passar por dentro de Sousas, usar a ponte, onde tinha um engarrafamentozinho e atrapalhava bastante. E o turismo agradece. Vai ter um desenvolvimento grande em Joaquim Gídio, na parte do turismo, porque não pode se fazer muita coisa aqui de novos loteamentos e coisas desse tipo. Mas para as fazendas, para os restaurantes, pousadas que é possível fazer, isso aí vai ter um desenvolvimento grande. Essa obra aqui veio a calhar, veio na hora certa. Uma pavimentação muito bem feita, está muito bem sinalizada, eu acho que foi um trabalho primoroso. Desafogar Sousas, o pessoal que mora lá para o Fundo Joaquim Gide, eles têm um acesso direto a D. Pedro em 15 minutos, eles estão lá no Ventura Mall, quer dizer, ficou um espetáculo. A maior preocupação agora é no sentido de velocidade, porque esse pessoal brasileiro não respeita, então eles passam correndo, tem muita gente que anda de bicicleta, que anda a cavalo, então isso é uma preocupação, mas do resto ficou essa maravilha que vocês estão vendo aí, entendeu? Você sabia que agora você pode entrar no grupo de WhatsApp do Legislativo e ficar por dentro das principais notícias e fatos da Câmara Municipal de Campinas. As informações serão enviadas uma vez por dia, sempre no fim da tarde ou no início da noite, de segunda a sexta-feira, em textos curtos contendo links, para que, caso seja do seu interesse, você possa clicar e se aprofundar no tema. Você sabia que a Câmara de Campinas tem um grupo do WhatsApp que está esperando por você? É um serviço de WhatsApp que a gente criou para a população. Então a população se inscreve e ela recebe diariamente, apenas uma vez por dia, vai receber alguns destaques do que está acontecendo na Câmara. Notícias do que os vereadores estão falando, inscrições, por exemplo, de concurso que a gente está fazendo. Qualquer notícia relevante da Câmara, a gente manda uma vez por dia e de uma maneira bem leve para o WhatsApp das pessoas. E tem mais! É muito fácil participar do grupo. Você vai lá até o site da Câmara, você abre na capa já do site, tem uns destaques em foto ali em cima. Uma dessas fotos ali, uma dessas imagens, está escrito que é o grupo de WhatsApp para você receber notícias. Você clica naquela foto, você vai entrar numa matéria interna que vai explicar bem simplesmente como a gente está fazendo aqui. Olha, funciona assim, é assim que funciona. E aí você clica embaixo, tem dois links que você escolhe. um link se você tiver no celular, você clica pra se adicionar ao grupo, o outro se você tiver usando o WhatsApp no teu computador. É só clicar, clicou, já tá inscrito e você passa naquele dia já a receber. É importante destacar, André, que a gente leva ao ar, a gente envia, né, essas mensagens de segunda a sexta-feira, só. Final de semana não enche o saco de ninguém, não atrapalha a vida de ninguém, normalmente no finalzinho da tarde, às vezes à noite, né, mas é uma única vez, você recebe ali normalmente De uma a três noticiazinhas por dia Não passa disso E é um grupo em que só a Câmara Que envia essas mensagens Então nada contra as pessoas que gostam Desses grupos que todo mundo fica falando Mas é um grupo que não vai ter bom dia, boa tarde, boa noite Como vai, mensagem, não É só a informação mesmo E olha só, tem notícias do site da Câmara Isso, é muito bacana porque a gente faz um mix Então você tem as notícias do site Do que está acontecendo, que muitas vezes a pessoa não tem tempo de entrar Ela recebe uma manchete É bem curtinho, são três linhas ali, destacando alguma coisa que está acontecendo. É uma linguagem mais solta, um título divertido. Muitas vezes a gente usa o nome de músico, uma coisa do gênero, e não é aquela coisa assim que a gente fala, tal pessoa fez tal coisa. A gente vai no cerne daquilo que foi feito, vai na ideia daquilo que foi feito, e dá uma brincada ali, olha, está faltando o busão, você sabe, a gente usa emojis para tornar aquela coisa mais leve. E aí tem um link. Se a pessoa quiser se aprofundar, ela clica naquele link. E um diferencial desse grupo é que quando a gente tem as reuniões ordinárias aqui, a pessoa recebe lá, ó, tá começando, vai começar, aí tem o link já pra ela assistir no YouTube a sessão. Não só isso, no grupo você também recebe links dos quadros e dos programas da TV Câmara Campinas. Muitas vezes tem um programa bacana com o meu bairro na TV, com o bairro legal, lá X, a pessoa não viu. a gente manda pelo WhatsApp e fala, você sabia que o bairro tal tem uma atração diferente, tem lá o pé de frango, tem o porco para você comer, tem tal coisa, manda cheio de emojizinho e aí a pessoa clica e entra no YouTube, não entra em uma matéria, ela entra no YouTube e assiste aquele episódio. Então é uma coisa bem leve e ela mistura tanto as notícias que saem no site, quanto novos programas e por aí afora. Você fica bem informado de uma maneira simples, leve, divertida, não tá gostando do grupo, sai do grupo, não tem problema algum, né? E lembrando que assim, é bacana porque você fica informado durante todos os dias de segunda a sexta do que tá acontecendo de uma maneira bem light mesmo, bem levinha. Então confirma pra gente quantas notícias por dia, DJ? A gente varia, assim, a média são três notícias por dia, né? A gente procura não passar disso. É óbvio que tem períodos ali que às vezes tá um pouquinho, não tem tanta coisa pra falar, a gente manda uma ou duas. E é sempre legal também, porque a gente manda coisas que muitas vezes não vai estar no site, porque quem está acompanhando sabe, mas a pessoa que está em casa, por exemplo, ela fala assim, vou aproveitar essa emenda de feriado para ir na Câmara. E ela não viu que a Câmara não vai abrir. Então, quando tem um feriado, por exemplo, a gente sempre manda uma mensagenzinha ali, desejando um bom feriado para a pessoa e fala assim, lembrando que a gente vai voltar aos trabalhos em tal dia. Então, é sempre bem informativo, de uma maneira bem objetiva. Meio dia mais 56 minutos, a gente segue aqui com as notícias do Legislativo, agora com o vereador Fernando Mendes, que destinou, na forma de emendas impositivas, o total de R$ 2.786.000 para as diversas pastas aqui do município. A nossa reportagem vai contar em detalhes onde cada parte deste valor vai impactar os serviços públicos da cidade. Criadas em 2022 e utilizadas pela primeira vez no Orçamento Municipal de 2023, as emendas impositivas são uma ferramenta permanente dos vereadores. A cada ano, eles podem disponibilizar valores de até 1,2 da receita corrente líquida do município para projetos específicos. A emenda impositiva, como o próprio nome já diz, ela impõe uma determinação para as secretarias que são contempladas, que recebem, para fazer uso daquele valor e fazer o atendimento daquilo que chegou para nós como demanda. Isso para todos os setores. As emendas impositivas começaram no ano passado e nós, Todos nós, tanto a Câmara, os vereadores, as secretarias, todos tiveram que ter um aprendizado, né? Acredito que esse ano vai ser muito mais coerente as coisas, vai ser muito mais eficaz Por conta do aprendizado, que às vezes teve uma falha aqui, uma falha ali, mas agora vai ser melhor Nós somos procurados, né? Por exemplo, a Secretaria de Saúde, nós tivemos que mandar 1 milhão e 300 mil para lá Só que não tudo para a Secretaria de Saúde propriamente dito, é para também as entidades conveniadas que nos procuram, como a PUC, como a Beneficência Portuguesa, como Ferreira Penteado, como outros órgãos. E nós aqui, uma vez conhecendo esses trabalhos, conhecendo a importância desses serviços, nós fizemos a entrega desses valores. Por exemplo, nós mandamos dos nossos 1.393.037 que foi enviado para a saúde, nós mandamos 350 mil para a rede de saúde Mário Gat, para custeio de equipamentos. Para o Mário Gatinho nós mandamos 120 mil. A instituição Mário Gatinho trabalha exclusivamente no cuidado com as crianças, tanto na prevenção quanto nos tratamentos especializados. A humanização é visível na estrutura colorida, lúdica e acolhedora e na equipe multidisciplinar e na inclusão do envolvimento familiar para quem passa por tratamento. Para o Fundo Municipal de Saúde, o convênio com a PUC, nós mandamos para aquisição de microscópico cirúrgico R$ 250 mil. Para o Cândido Ferreira, que também é um conveniado da Secretaria de Saúde, nós mandamos para custeio de imobiliários e equipamentos R$ 285 mil. Para a Santa Casa de Misericórdia, que também é uma outra conveniada, nós mandamos R$ 188 mil. E para o Hospital Beneficência Portuguesa, R$ 200 mil, totalizando R$ 1.393.000 para a saúde, nós completamos os 50%. Está na natureza jurídica das emendas o destino certo. Então, esse é o primeiro ponto, o ponto obrigatório, sendo que essa emenda, ela sendo impositiva, ela impõe um dever para com esses órgãos que recebe, de fazer o uso exatamente conforme foi determinado. O vereador explicou como acontece o custeio através das verbas destinadas. Existe uma série de necessidades dentro de um órgão, e às vezes eu entendo que é necessário ela comprar uma mesa, ela comprar um equipamento, ela comprar o computador, só que às vezes ela tem outras situações que geram uma necessidade e está dentro dessa rubrica que foi definido esse orçamento que nós mandamos. Então, o custeio é que ela fica livre para tomar ações e decisões que possam ser de benefício para com aquela entidade. Muitas vezes eles nos trazem exatamente o que eles precisam e muitas vezes eles têm necessidades diversas. E como outros vereadores ajudam também, se você define só para um determinado ponto, pode ser que haja um acúmulo. Por exemplo, eu estou aqui destinando para a compra de um determinado equipamento, mas outro vereador destina também. Só que ele destina também, entre aspas, a custeio. Então, ela já não vai comprar mais aquele equipamento, mas ela compra algo similar que está dentro da condição para que não tenha um problema. Então, custeio é algo que ela possa fazer uso que seja de benefício para a entidade. Além da saúde, outras pastas receberam as emendas. Os outros R$ 1,3 milhão nós mandamos para a Secretaria, por exemplo, de Serviços Públicos, 470 mil que é custeio de manutenção de serviço, aí tem uma série de ações que o serviço público faz como tapa buraco como frezados corte de árvore, uma série de coisas mandamos para a Secretaria de Cultura também para custeio e terceirização de manutenção de serviço, 380 mil que elas tem cachê eles tem infraestrutura de shows de eventos, o calendário oficial da nossa cidade é cheio de de ações que geram eventos, de cultura, enfim, uma série de coisas, então nós mandamos 380 mil. O diálogo entre o executivo e o legislativo é fundamental para entender as demandas da cidade. Todas essas ações que nós fizemos, totalizou mais 1 milhão e 393 mil. E isso se concretiza através da visita dos secretários, dos diretores, eles vêm, trazem a situação para nós, nós fazemos uma avaliação e procuramos de alguma forma beneficiar as secretarias importantes da cidade. Os valores empenhados devem seguir um prazo para utilização. Tem todo ano vigente, alguns até já passa para nós o prazo que vai ser feito a execução, uns três meses, outros seis meses, outros tem que formalizar projetos, tem que formalizar orçamentos, Então, eles têm todo ano para fazer concretizar aquilo que foi determinado. Por isso que é uma emenda impositiva e ela impõe essa determinação. E olha só, o vereador Carlinhos Camelô, presidente da Comissão de Finanças e Orçamento aqui da Câmara, analisou o trabalho realizado no último ano. Olha só. A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Campinas foi criada em 22 de dezembro de 2004 Além do vereador Carlinhos Camelô como presidente, integram a comissão os vereadores Jorge Schneider, Fernando Mendes, Paola Miguel e Marrom Cunha Compete a Comissão de Finanças e Orçamento elaborar a redação final do projeto da lei orçamentária Do projeto da lei sobre os subsídios do prefeito e verba de representação dele e do vice-prefeito, além dos projetos de lei que dispõe sobre a remuneração dos vereadores. Durante o ano de 2023, a comissão realizou 14 reuniões com temas relevantes para a sociedade campineira. Analisamos 101 projetos, fizemos duas prestações de conta do Executivo, nove audiências públicas realizadas, 11 reuniões ordinárias, duas reuniões extraordinárias e agora o LDO do Orçamento Municipal. Então, para você ver, todos os temas foram bem complexos, mas a comissão acabou fazendo todos eles para dar agilidade e seriedade no processo e mandar para cá, para o Executivo, para o Legislativo, para ser votado na Câmara. São temas trazidos pelos vereadores, pelo executivo, que tem que passar pela comissão de finanças, é obrigatório passar pela comissão de finanças. O vereador lembra que foram diversos encontros, entre eles nove audiências públicas que promoveram amplas discussões. Eu acho que a audiência pública é muito importante, a audiência pública onde dá seriedade, o público pode participar das audiências públicas, pode opinar, pode falar. Então isso é importante, que o público participe antes, dê sua opinião antes, fale, reclame, tenha a palavra ali e depois vem para casa para ser votado. O vereador salienta que todos os projetos que passaram pela comissão seguiram os trâmites para a votação em reunião ordinária no plenário. Sim, é um número grande de projetos e também deixar aqui para todos saberem que as comissões, a comissão de finanças minha aí, todos os temas que foi trazido nessa casa já foi marcado a audiência, a gente não ficou com projetos parados na casa para deixar de votar aqui na Câmara e sim com seriedade para que o trânsito andasse mais rápido. Vários temas importantíssimos para essa casa e vários projetos de leis que saíram da nossa comissão, aprovados na nossa comissão, que virou lei hoje. Parceria entre Unicamp e a CPFL inaugura o maior projeto de eficiência energética e produção sustentável de energia. Tema que você confere a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. E no Giro Ambiental de hoje a gente vai falar sobre eficiência energética e energia fotovoltaica, que é um projeto muito bacana aqui da Unicamp, do Campo Sustentável. E eu estou ao lado do professor Luiz Pereira, que é o coordenador desse campus e vai falar pra gente como é que funciona esse projeto de energia fotovoltaica. Muito obrigada pela sua presença em primeiro lugar. É um prazer participar. Então, a gente está acompanhando e viu que existe um lançamento novo aqui dentro do projeto de eficiência energética, né? É, a gente fez a inauguração recente de projetos na nossa área hospitalar, envolvendo o nosso hospital das clínicas, o hospital de atendimento à saúde da mulher, o nosso hemocentro, vários hospitais que a gente tem aqui no campus inauguramos 1100 kW de geração fotovoltaica nova e também foram feitas substituições de 11 mil lâmpadas nos hospitais em parceria com a CPFL dentro do programa CPFL nos hospitais mas foi mais uma das nossas inaugurações que a gente já teve no passado, também vários outros projetos finalizados Temos projetos em andamento e temos projetos para o futuro também. Somando tudo isso, qual é a produção de energia hoje a partir dos painéis fotovoltaicos que usam a energia solar? O que a gente tem hoje, considerando o nosso campus aqui de Campinas e de Limeira também, chega perto de 10% do nosso consumo anual, mas a gente já tem projetos e recursos, estamos na fase de contratação de mais projetos que vão fazer essa produção ultrapassar 20%, e estamos discutindo ainda mais projetos para o futuro, com esse a gente vai ultrapassar 30% de geração própria de energia. Isso em quanto tempo, mais ou menos, os projetos estão calculados? Para 20% a gente tem um horizonte de dois anos e para 30% cinco anos. Você tinha me falado inclusive da fazenda que a Unicamp possui, que tem um projeto muito bacana lá também É, porque os projetos que a gente tem até o momento são todos em telhados Essa fase de expansão que a gente vai fazer agora, também a gente vai utilizar telhados Mas para essa terceira fase a gente está projetando uma usina em solo Em uma área da fazenda argentina, que a fazenda Unicamp adquiriu recentemente Parte dessa fazenda a gente vai utilizar para desenvolver uma usina fotovoltaica em solo também. Vai ser um combinado, né? Produção de energia, porque parece que sobra um pouquinho de energia, né? Como funciona essa sobrinha? Porque a gente não tem usina, não tem como armazenar isso, né? A gente na Unicamp tem 250 dias úteis de aula, a gente tem as férias dos alunos, os feriados, né? Então, nesses dias em que a gente não tem atividade aqui durante as férias e feriados, a gente vai ter sobra de energia, considerando toda essa expansão que eu comentei nos próximos cinco anos. Então, com essa sobra de energia, a gente tem projetos também para produzir hidrogênio verde. E assim, com esse hidrogênio verde, a gente pode introduzir ônibus a hidrogênio no campo. A gente já tem hoje um ônibus elétrico e pretendemos no futuro também introduzir ônibus a hidrogênio e também ônibus a biometano, a biogás. Porque nessa fazenda solar também a gente quer explorar o conceito do agrovoltaico, produzir alimento e energia no mesmo ambiente. A gente quer também fazer coleta de água de chuva, então a gente vai ter resíduos agrícolas para produzir biogás. Nessa produção de biogás, também a gente pode produzir biofertilizante, que pode ser utilizado na própria produção agrícola. Então, o que a gente está chamando de Hub de Energia Sustentável. É o principal projeto nosso na área de energia para os próximos cinco anos. Não acaba nunca, né? Ainda bem. Ainda bem, né? E você tinha falado sobre a eficiência energética e da importância da questão, tanto da adaptação, por exemplo, dos telhados, né? Você vai colocar uma placa solar, você precisa ter um telhado próprio para isso, né? Não é simplesmente instalar a placa, né? E também sobre a questão cultural, queria que você falasse educacional um pouquinho disso. Sim, é que hoje todo mundo gosta de falar de energia fotovoltaica, energia renovável, mas na verdade a primeira ação de gestão de energia, que é o que a gente faz aqui na Unicamp, a gente está desenvolvendo uma expertise aqui no tema de gestão de energia para grandes clientes públicos. Então a primeira ação tem que ser a diminuição do desperdício, o combate ao desperdício de energia, A gente pode fazer de duas formas, uma delas é a substituição e modernização de equipamentos, que a gente chama de eficiência energética. Então a gente tem também muitos projetos que já foram feitos, outros que estão em arredamento, e temos projetos futuros também para reduzir o consumo. A gente tem a meta de reduzir o consumo pelo menos em 20%, modernizando sistemas de iluminação, sistemas de climatização. Então, no momento, por exemplo, a gente tem o projeto Unicamp 100% LED. Nos próximos dois anos, a gente quer atingir essa meta de ter toda a iluminação pública, interna e externa da Unicamp usando tecnologia LED. Isso aí tem um potencial de redução do consumo em mais de 10%. E a gente está também começando a executar um outro projeto que a gente chama de sustentabilidade no ar, que tem a ver com a modernização de sistemas de ar-condicionado. A gente tem um parque de equipamentos muito antigo, então a gente está substituindo quase 2 mil equipamentos que têm mais de 20 anos de idade, alguns mais de 30, alguns mais de 40. Então combater o desperdício também é muito importante. Isso tem uma estatística de economia? Entre 5% e 10% também a gente vai conseguir reduzir o consumo trabalhando com essa modernização do sistema de ar-condicionado. Tem outros desafios para o futuro também, a gente tem ainda muitas perdas em equipamentos da rede elétrica, por exemplo, transformadores que a gente está estudando, formas de diminuir também. Mas um outro aspecto importante também é o comportamento das pessoas, que você perguntou, o consumo de energia não depende só dos equipamentos, depende de como eles são utilizados. A gente tem um esforço também para manter esse tema da eficiência energética o tempo todo na cabeça das pessoas aqui da nossa comunidade interna. A gente tem várias atividades educacionais através de Instagram, Facebook, LinkedIn. Tem também quadrinhos que a gente trabalha para poder sempre fazer as pessoas pensarem na forma como estão consumindo energia. Sim, não tem como. Quem opera atrás da máquina precisa estar afinado. E você falou que são todos projetos que partem a partir dos alunos da Unicamp. Um desafio que a gente tem aqui como escola, como universidade, é formar profissionais capacitados, trabalhados no mercado, nessas novas tecnologias. Então, os projetos que a gente desenvolve aqui, sempre a gente busca introduzir alunos de graduação, de pós-graduação, de tal forma que a gente possa contribuir com a formação desses profissionais. Sem esses profissionais, a transição energética vai acontecer num ritmo muito mais lento. Então, esse é um considero, que é um tema crítico também, a formação de profissionais para a transição energética. E a resposta tem que vir das universidades. Então, a gente está aproveitando também toda essa iniciativa para capacitar melhor nossos alunos. Até porque você tinha me falado que não tem mão de obra tão especializada ainda nessa energia, nessa produção de energia mais renovável, mais sustentável. É, a gente está falando agora, inclusive, de novos temas, mobilidade elétrica, hidrogênio verde. Então, são novas tecnologias chegando, armazenamento de energia em baterias, a própria energia fotovoltaica. A gente estava falando de contratação de energia no mercado livre, né? Então, a gente tem que formar pessoas em quantidade e qualidade suficiente para atender as demandas da sociedade. E a Unicamp hoje, ela faz uso dessa contratação no mercado livre de energia, né? Parece que é uma atípica, é uma prática atípica ainda, né? E própria da universidade, parece que não tem outras que fazem esse uso, né? É, então, a gente falou aqui de produzir internamente nos próximos cinco anos, essa meta de chegar a 30%, reduzir o consumo em 20%, mas fica faltando ainda um montante de energia que a gente precisa comprar. A gente pode comprar no mercado cativo, que seria comprar na própria concessionária, ou no mercado livre. No mercado livre a gente compra através de um processo de concorrência pública, então os diversos comercializadores vão concorrer para atender o nosso contrato, então a energia sai mais barata. A Unicamp hoje economiza em torno de 10 milhões por ano comprando energia no mercado livre. E tem que ter pessoas capacitadas também para entender esse processo, os riscos que ele apresenta e conseguir fazer a gestão desses riscos, né? Sim, porque tudo... a gente vai ter vantagens, mas tem também as desvantagens, as dificuldades. Então, o mercado livre exige uma gestão de energia muito mais especializada. Então, a gente tem que ter pessoas capacitadas dentro da universidade para fazer a gestão desses contratos. E esse saber, ele possa se multiplicar também, né? Isso. Então, hoje a Unicamp está economizando 15 milhões já da conta de luz. 10 milhões são ligados a essa contratação no mercado livre e 5 milhões pelas ações de eficiência energética e de geração própria de energia. E ela está reinvestindo parte disso em projetos novos. Então, em 2023, a gente está fazendo o gerenciamento de investimentos de 40 milhões de reais em projetos de eficiência energética e de geração de energia. São esses que vão produzir impactos nos próximos dois anos. É a sustentabilidade em todos os quesitos, ambiental, educacional, financeiro, e isso faz com que a universidade tenha um reconhecimento como uma das mais, ela ranqueou entre algumas universidades mundiais, é isso? Sim, em todos os rankings, seja a Cavembics ou agora mais recentemente a gente tem também os rankings de sustentabilidade, que mais como as universidades estão impactando os objetivos de desenvolvimento sustentável, impactando essa área de sustentabilidade. A gente tem aparecido muito bem em vários desses rankings, um deles é o Green Matrix, o outro é o THE Impacto, tem um outro também que é o QS Sustainability. Então a gente vem aparecendo muito bem já nesses ranks em função desse trabalho todo que está sendo feito. Agora em janeiro a gente vai começar um novo contrato de energia no mercado livre. E nesse contrato a gente comprou a chamada energia incentivada. Significa que a gente vai ter que receber, toda a energia que a gente vai receber no campus tem que ser energia de fonte renovável. Então a gente vai poder dizer a partir de 1º de janeiro que toda a nossa energia do campus de Barão Geral é energia renovável. Com isso, a gente vai poder contratar um certificado internacional de uso de energia renovável. Tudo isso, no Brasil, é só a Unicamp que faz. Infelizmente, não tem outras universidades públicas atuando no mercado livre, mas existem também várias outras universidades iniciativas. Mas aqui a gente está tentando fazer da forma mais completa possível, que é colocar isso dentro de um sistema de gestão de energia. Luiz, e essa expertise pode também chegar ao poder público? Então, esse é o objetivo. A gente não quer que todo esse conhecimento desenvolvido fique só dentro da Unicamp. Para isso, a gente criou um novo centro de pesquisa junto com a FAPESP e com o governo do estado, que é o CPTEN, o Centro Paulista de Estudos da Transição Energética. E a função principal, o objetivo, é aproximar a Universidade da Gestão Pública na esfera municipal, estadual e federal. Hoje a gente está avançando bastante nessa aproximação. Já estamos discutindo um convênio com a Prefeitura de Campinas, que tem 500 prédios públicos, também precisando de ações de eficiência energética, de contratação de energia, de uso de energias renováveis. A mesma coisa também está acontecendo com o governo do Estado e com o governo federal. Então, através do CPT, a gente vai poder transbordar esse conhecimento que foi desenvolvido aqui dentro do campo sustentável para apoiar a administração pública também. Seria o melhor dos mundos, né? Trazer todo esse conhecimento que a gente produz, principalmente aqui em Campinas, com a Unicamp, né? E levar isso para o poder público é o melhor dos mundos, né? Luiz, muito obrigada pela sua participação. E a gente fica aqui com esse giro ambiental de hoje. Se você quiser resgatar os outros assuntos que foram tratados, é só ir lá no YouTube da TV Câmara Campinas, na pesquisa e digitar giro ambiental. Uma hora mais 20 minutos, o Cultura Total desta semana traz uma entrevista especial lá no teatro do SESI Campinas, que vai muito além de uma história infantil. Se trata das relações familiares, onde o assunto principal é o Alzheimer e as memórias perdidas. Voz de Vó, um espetáculo com duas sessões gratuitas para toda a família. Confira agora esta reportagem e mais dicas para animar o seu fim de semana. Explicar para uma criança o que é a doença do Alzheimer pode ser uma tarefa muito difícil. E é por isso que o Cultura Total de hoje vai falar sobre a peça Voz de Vó. O que é memória? E quando elas se perdem, o que fica? Essas perguntas fazem parte deste espetáculo infantil que está em cartaz no Teatro Césia Moreiras. E que conta a história de uma avó com Alzheimer que não se reconhece mais e conta com os netos para preencher suas ausências, com a direção e autoria da atriz Sara Antunes. A inspiração de Voz de Vó é a minha avó, que teve Alzheimer, ela começou a perder a memória, ela queria ser atriz, mas na época dela tendo filhos, todo o machismo que a gente sabe que tem, a dificuldade da maternidade, ela não virou atriz e eu, neta, virei atriz. E quando ela começou a esquecer as coisas, ela lembrava sempre quando via o Tony Ramos na televisão Falava, eu tenho que ensaiar, eu tenho que ir para o teatro Então o Alzheimer dela fez ela lembrar da época, o desejo de ser atriz E aí chegou um momento, é a minha primeira peça infantil, a primeira vez que eu escrevi para criança Acho que por conta dos meus filhos, para os meus filhos, para o público deles Eles me ajudaram a pensar, então a peça é toda escrita em jogos, em brincadeiras E a gente vai falar do Alzheimer, mas de maneira muito lúdica É uma avó muito mais criativa, eu não trato do lado da doença Eu trato do lado de como esses netos lembram dessa avó Engraçada, com situações inusitadas, querendo voltar para casa Então os adultos que vêm e que têm casos de Alzheimer Identificam todos os pontos, sabem que isso está acontecendo É uma camada da peça que vai acontecendo Mas as crianças não... Vêm outra coisa, vêm as brincadeiras, vêm todos os jogos Então, eu acho que é um assunto sério, que faz emocionar, mas também para o público infantil, eles conseguem ver ludicidade também, dentro dessa discussão sobre a memória. Lembrou? Lembrei! É beija-flor ou bem-te-vi? Não, vó, é bem-to. B-E-N-T-O. Bem-to. Ah! B-E-M-T-V. Bem-te-vi! Depois de uma temporada de 61 apresentações no SESI São Paulo, Campinas é a primeira cidade que recebe a apresentação. Campinas também é um centro de referência para a gente em teatro, muito por causa do Lume que tem ali no Barão Geraldo e também tem a Unicamp. Então assim, é uma cidade culturalmente muito rica, né? Então sempre que tem projeto, espetáculo, a gente sempre pensa aqui em Campinas. Tanto a parte musical é muito forte, a parte teatral é uma das referências nossas também. De grupos que aqui estão e da plateia, que a plateia é muito interessante. É um público talentosíssimo também. Ele vem, a gente se surpreende, é maravilhoso. Demian, que além de ator, é diretor musical da peça, conta que a trilha sonora resgata várias memórias afetivas em todo o público. A gente tem esse caminho até pela própria música, quando a gente começa a gente pede um pouco a lembrança da plateia, quais músicas mais gostam, então assim, até a própria direção musical a gente faz esse trabalho dos afetos mesmo, o mosaico de emoções das pessoas e a gente faz questão de criar memórias durante a apresentação do espetáculo. Isso é muito gostoso e a plateia se sente muito incluída Desde o começo até o final a gente vai resgatando inúmeras memórias, sentimentos Então tem esse duplo lado, tem o lado da diversão e tem o lado da emoção E pega todo mundo, desde criancinha, adolescente, adulto, gente mais idosa Então, assim, é esse conjunto, assim, e tem várias artes, tem a música, tem a atuação, tem o figurino que é lindo demais, toda a direção de arte da Ana Lu Prestes também, que é maravilhosa. Então, tem a parte das artes plásticas, iluminação do Wagner Pinto também, então tudo compõe, assim, para ficar um ambiente muito lúdico e muito poético, entendeu? a gente vive esse estado de poesia aqui durante o espetáculo. É uma peça muito leve. Eu queria tratar, não é uma filha falando da mãe com Alzheimer, é uma neta. Eu acho que essa distância também ajuda. É uma avó criativa. Eu vou enaltecer essa avó, a memória, o envelhecimento, o envelhecimento da mulher. Então, eu fiz uma peça para enaltecer. Então, por mais que trate dessa questão, é uma peça muito divertida, as pessoas riem muito, e é quando a emoção vem, eu acho que as pessoas nem sabem de onde ela veio, não é uma peça que pesa e a emoção chega. A emoção chega quase como uma beleza de se lembrar dessas coisas, de a gente homenagear quem ensinou a gente, a gente fazer esse resgate das raízes mesmo. Eu acho que a emoção vem mais por aí das pessoas se reconectarem com as próprias memórias. E o lado interativo da peça faz muito isso, porque como a gente fala, a gente quer falar das nossas memórias, as memórias dos atores, eu escrevi essa peça misturando as minhas memórias com a deles também, mas cada dia a gente cria memórias novas com o público, então o público também participa e a gente tem memórias únicas a cada dia. Então o público de Campinas vai vir aqui e vão ser apresentações muito únicas, a peça se dá no encontro com o público mesmo. O enredo promete emocionar toda a plateia. Quantos tataravós, quantos bisavós, quantos avós precisam até você chegar aqui nesse mundo, né? Então, assim, são memórias que moram num lugar mais intrínseco da célula, assim, sabe? Humana. E aí, de repente, a gente se vê aqui querendo resgatar a memória da vovó genuína, porque a gente cresceu com aquelas brincadeiras, com aquelas músicas, com o canto, O jeito que a gente lida com as coisas também vem da avó, também vem da mãe Então nós somos filhos dos filhos das filhas das filhas dos filhos E a gente dá continuidade De repente a pessoa não está mais aqui nesse mundo Mas ela está habitando o nosso corpo através da nossa fala Através das nossas maneiras de lidar com as outras pessoas também Então tem essa conexão Aí de repente assim, quando a gente tem essa informação que ela está esquecendo as coisas, a gente também, acredito agora pensando, que a gente meio que faz de tudo para a gente não esquecer dela também. A sessão Voz de Vó é gratuita, hoje às 5 da tarde e amanhã às 4 da tarde, no Teatro Sesi Campinas, Amoreiras. Música Cinema Mergulho Noturno O filme conta a história de Ray Weller, um ex-jogador de beisebol que se muda com a esposa e os filhos para uma casa nova. Lá, eles encontram forças sobrenaturais que assombram justamente o local favorito das crianças, a piscina. Tem que ter alguma maneira de acabar com isso. Elliot! Marco! Marco! Marmo! Marmo! Segredos de um escândalo. Natalie Portman interpreta Elizabeth Barry, uma atriz em pesquisa para seu próximo papel, Grace Aeternon. Estrelado por Julianne Moore, que 20 anos atrás viveu um romance que causou um escândalo e resultou em sua prisão. Seu marido, Joey, tinha 13 anos na época e Gracie, 36. Sobreviventes depois do terremoto Após um terrível terremoto em Seul, Coreia do Sul, apenas um prédio permaneceu intacto Em um primeiro momento, os moradores acreditavam que tinham tirado a sorte grande. Só que a previsão é de que água e alimentos comecem a ficar escassos e eles precisam estabelecer novas regras de convivência. Turma da Mônica jovem, reflexos do medo. As férias acabaram e chegou a hora do primeiro dia do ensino médio. Mônica, Cebola, Magali, Cascão e Milena descobrem que muita coisa mudou. Mas uma coisa é certa, eles precisam estar juntos para sempre. Não acredito, Mônica, a magia não é brincadeira Será que fiquei louco de vez? Licurgo e Carmen aparecem catatônicos do nada Isso não é uma coincidência Mas quem faria uma coisa dessas? Isso não tem como saber Deve ter um jeito É Nossa Senhora das Chiquinhas A gente vai trazer todo mundo de volta Onde um for, todo mundo vai. Fechou? Fechou. Meu amigo robô. Dog mora em Manhattan e está cansado de ficar sozinho. Um dia ele decide comprar um robô para ser seu companheiro. A amizade deles floresce até que se tornem inseparáveis. Ao ritmo de Nova York nos anos 80. Em uma noite de verão, Dog, com muita tristeza, é obrigado a abandonar o robô na praia. Será que eles vão se reencontrar novamente? No teatro Oficina do Estudante, estrela a peça Silvia, uma comédia com uma visão psicológica da crise de um homem de meia idade, da síndrome do ninho vazio e da importância de um cachorro dentro de uma família. Hoje e amanhã às 9 da noite, no domingo às 7 da noite, ingressos de 40 a 80 reais. Música Às três da tarde, quem toma conta do palco do Teatro Oficina do Estudante é a Peça João e o Pé de Feijão. Ingressos de R$ 25 a R$ 50. Domingo, no Teatro Oficina do Estudante, às 3 da tarde, tem Mogli, o Menino Lobo. Ingressos de R$ 25 a R$ 50. Muitas roupas e só podemos usar roupa. Necessário, somente o necessário nos faz feliz. O superfluo não é preciso pra ser feliz. Segunda-feira às 3 da tarde tem o espetáculo Cinderela no Teatro Oficina do Estudante Ingressos de R$ 25 a R$ 50 Lembrando que o mal não vem se houver Uma história queremos contar Pra você pra imaginar Uma nova forma de brincar As histórias não vão acabar Começa uma história, uma história de amor Amor e paixão, paixão de viver Alegria de ter momentos de amor São luzes que brilham, que ensinam também Às 5 da tarde desta segunda-feira no Teatro Oficina do Estudante Quem chega em seu tapete mágico para contar histórias é o Aladim Ingressos de R$ 25 a R$ 50. No Sesc tem show do Sopro Rural, sábado às quatro da tarde, na área de convivência. O universo da música caipira é reproduzido a partir de canções consagradas, apresentadas em arranjos instrumentais e intercaladas por narrativas típicas do universo interiorano, com Alexander Souza. Música Dia de Praia, Teatro Infantil, domingo às 4 da tarde, ingressos a vendas com valores entre 10 e 30 reais nas bilheterias da unidade. Dolores, minha composição Hoje, às 8 da noite, no Teatro Sesc Ingressos à venda com valores entre 12 a 40 reais Se essa mulher nos levasse para passear com o seu coração Que caminhos ela faria? Quais dessas histórias ela contaria? É isso que eu vou fazer agora, contar a trajetória deste coração, até o dia em que ele sonhou pela última vez. Vivendo na esperança de encontrar, um dia um amor sem sofrimento. Estripulias no Circo, sábado às 3 da tarde no Teatro Sesc. Ingressos à venda com valores entre 10 e 30 reais nas bilheterias da unidade. Música Cine Minha nas férias no Sesc, terça às sete da noite, Perlimpes, Claé e Buô são agentes secretos de reinos rivais. Em uma jornada de aventura e fantasia, eles precisarão superar as suas diferenças e unir forças para encontrar os Perlimpes, criaturas misteriosas capazes de traçar um caminho para a paz em tempos de guerra. Entrada gratuita mediante retirada de ingressos limitados na loja do Sesc. Escafandros Orquestra Back to Scavilla no Sesc Quinta às 8 da noite na área de convivência O show é gratuito Festa do Figo e 28ª Expo Goiaba de Valinhos começa neste final de semana. Com entrada gratuita todos os dias, o evento vai até o dia 28 de janeiro e tem grandes nomes da cena musical brasileira se apresentando durante os nove dias de festa. Hoje tem o show da boiadeira Ana Castela, abertura dos portões a partir das 5 da tarde e aos sábados e domingos às 9 da manhã. Eu tô sendo solteiro forçado E você aí de casa, não se esqueça de sempre prestar atenção na classificação indicativa de cada evento e boa diversão! Música Ontem, a forte chuva que caiu na cidade, principalmente à noite, causou a queda de seis galhos e árvores, e uma delas sobre a rede elétrica. Segundo a Defesa Civil de Campinas, houve chuvas e rajadas de vento de 34 km por hora, localizadas na área atingida. A região do distrito de Barão Geraldo foi esta área mais atingida. Hoje pela manhã choveu em alguns bairros aqui da cidade, agora o sol aparece, mas a nebulosidade segue alta aqui pra cidade. E atenção, viu, porque o fim de semana deve ser muito chuvoso, tem alerta da Defesa Civil Estadual, previsão de até 150 milímetros de chuva, começando hoje até domingo. Então, Defesa Civil reforça, para você que está nos acompanhando, sobre a importância de buscar um abrigo em local seguro e esperar a chuva passar. Além disso, deve-se evitar atravessar áreas que estão inundadas, que podem representar perigo em potencial. Os moradores podem entrar em contato com o 199 Telefone da Defesa Civil aqui de Campinas para informar sobre alagamentos, inundações e quedas de árvores e também sobre vias públicas ou imóveis que precisem aí de uma ajuda. Para se prevenir, é importante se cadastrar. Quer receber alerta de risco de tempestade ou de chuva forte iminente as recomendações de segurança, o serviço é gratuito, basta se cadastrar para enviar um SMS. Você vai digitar uma mensagem lá no 40199, colocando o CEP da residência no assunto da mensagem. Bom, vamos às temperaturas então para este fim de semana. As temperaturas já estão aqui na minha tela. Então, sábado, previsão de chuva aqui para a cidade de Campinas. também tem para o domingo, a Defesa Civil já alertou então, 150 milímetros começando hoje e terminando no domingo, você percebe, sem aquele sol a gente não vai ter o calorão então neste fim de semana, e já adianto que deve ser uma tendência também para a próxima semana. No sábado, mínima de 21, a máxima não passa dos 29, e no domingo até um pouquinho mais frio, né, mínima de 19 e a máxima não passa dos 27 graus aqui na cidade de Campinas. O Câmara Total fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos juntos desde as 11 horas da manhã, então quero agradecer todas as mensagens que foram enviadas aqui. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e nos vemos na segunda-feira a partir das 11 horas da manhã. Até lá. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
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