TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
CÂMARA TOTAL
Em destaque · HD Vídeo · CÂMARA TOTAL

CÂMARA TOTAL

45 views Publicado 19/01/2022 HD · 2:45:14

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

Transcrição completa do vídeo

130 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, sextou 14 de janeiro de 2022, começa agora o Câmara total ao vivo, 11 horas e 10 minutos, e eu quero a sua participação através do número do nosso WhatsApp, 19 é o nosso DDD, 978293776, ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code, olha só, tô apontando aqui pra ele, hein, pegue o seu celular, abre a câmera como se você fosse tirar uma foto e aponta para este QR Code, e aí já vai Vai aparecer na tela do seu celular o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e a gente conversa ao vivo nesta sexta-feira. Confira agora os destaques de hoje. Vereador Felipe Marques e presidente da Comissão de Representação no Combate ao Coronavírus analisa o trabalho realizado no último ano e os protocolos para 2022. Em coletiva da Prefeitura, eventos de carnaval em Campinas estão cancelados. Decisão inclui blocos de rua e festas em espaços privados. O Cultura Total traz entrevistas sobre o espetáculo musical Segredos Sussurrados ao Silêncio da Chuva e também o Refúgio. E no segundo episódio do quadro Faça Você Mesmo, aprenda a criar um colar de papel. E tem ainda a Copa São Paulo de Futebol Júnior. Hoje a Ponte Preta entra em campo, partida válida pela terceira fase daqui a pouco. Tem muitos assuntos, nós vamos juntos até as duas horas da tarde. Bom, vamos começar a edição de hoje falando sobre emprego. E emprego, você que está em busca de uma oportunidade no mercado de trabalho, fique atento às vagas disponíveis aqui para a cidade de Campinas. Campinas tem vagas abertas para açougueiro, ajudante de eletricista, analista de negócios, atendente de lanchonete, auxiliar de costura, auxiliar de manutenção predial, auxiliar de pedreiro, Auxiliar técnico na mecânica de máquinas, caseiro, consultor de vendas, costureira de máquinas industriais, eletricista de instalações, garçom, encanador, instalador de tubulações, instalador de TV a cabo, mecânico de refrigeração, meio oficial mecânico de ar-condicionado, Motorista carreteiro, operador de escavadeira, operador de máquina de dobrar chapa, pedreiro de acabamento, pintor de obras, serralheiro industrial, vendedor de comércio varejista, vendedor interno e vendedor de porta a porta. Mais detalhes das vagas, o interessado encontra em www.sepate.campinas.sp.gov.br. Então não perca as oportunidades, você que é aqui da cidade de Campinas, acessando o site do CEPAT, você tem à disposição todas as vagas para esta sexta-feira, qual que é o salário, nível de escolaridade exigido de cada uma das vagas. Bom, 11 horas e 13 minutos, você aí de casa já percebeu, a Viviane Novaes está nos nossos estúdios, hora das notícias da metrópole de Campinas e a gente começa naquela atualização que nós fazemos dos casos da Covid-19, porque infelizmente eles estão subindo. Seja bem-vindo e bom dia, Viviane. Olá, Gabriel. Bom dia para você, bom dia para todo mundo que está assistindo a gente nesse momento. Pois é, cada vez que eu venho aqui para atualizar os casos de Covid, infelizmente, a gente vem com esse anúncio, né? Está subindo em muitos casos de Covid aqui em Campinas e também na nossa região. Só para a gente ter uma ideia, aqui em Campinas já está com 83,53% dos leitos de UTI até ontem à tarde ocupados. A cidade tem 85 leitos de UTI, isso aí na rede municipal e também na particular de saúde. E 71 desses leitos estão ocupados, com isso apenas 14 leitos estão disponíveis no momento. Vamos para a nossa tela aqui para atualizar os dados de Campinas e também na nossa região. Então, olha só, até o momento a nossa metrópole tem 409.598 casos confirmados de Covid-19. Vamos detalhar as cidades? Começando por Campinas. Campinas já tem 148.209 casos de Covid-19. Indaiatuba tem 35.776, Sumaré 32.300, Hortolândia 28.867 casos da doença, Americana 28.387, Santa Bárbara do Oeste 24.553, Paulínia 17.314, Valinhos 16.499, Itatiba com 15.803, Vinhedo 9.586 casos da doença, vamos lá para Cosmópolis 8.431 casos confirmados até o momento Montemor também tem casos, 8.073 Nova Odessa 7.088, Jaguariúna 6.889 Artur Nogueira com 6.706 casos de Covid-19 Santo Antônio de Posse, 3.447 Pedreira, 3.447 também Engenheiro Coelho, 3.325 Olambra, com 2.654 Morungaba segue com 2.294 Casos de Covid-19 A gente aproveita também esse momento, Gabriel, para atualizar, infelizmente, o número de mortes Aqui na nossa metrópole, no total 11.446 pessoas perderam a vida por causa do novo coronavírus A gente aqui também detalha cada cidade da nossa região Campinas tem 4.636 mortes Sumaré vem em seguida com 1.003 Americana, 862 casos de pessoas que morreram Santa Bárbara do Oeste, 828 Indaiatuba, 801 Hortolândia, 753 Valinhas vem em seguida com 416 mortes, Itatiba 326, Paulínia 309 pessoas perderam a vida, Nova Odessa 236 pessoas, Vinhedo 217, Montemor 216, Jaguariúna com 195 mortes, Cosmópolis 174, Artur Nogueira, 149, Pedreira, 132, Santo Antônio de Poça, 67, Engenheiro Coelho, 64, Morungaba, 45 e Olambra, aí registra 17 mortes até o momento. Além deste panorama da região metropolitana de Campinas que você pôde acompanhar, nós temos o número de mortes no estado de São Paulo e informações de todo o nosso país. Até o momento, o nosso estado tem 4.488.929 pessoas que foram infectadas com a Covid-19. Infelizmente, o número de mortes também tem crescido. Já são 155.517 mortes registradas em todo o estado de São Paulo. Vamos agora atualizar o Brasil. O Brasil registrou ontem, 13 de janeiro, 97.221 novos casos de Covid-19. Isso só para você ter ideia, gente, em 24 horas. Então, vamos lá, 97.221 pessoas foram infectadas em 24 horas. Quem não conhece alguém que está com Covid-19, né? Você entra nas redes sociais ou conversa, sempre tem alguém que infelizmente testou positivo para Covid-19. Então, esta alta está refletida aqui nesses números, quase 100 mil pessoas com Covid-19 em 24 horas. E com o número agora a 22.815.827 diagnósticos confirmados desde o início da pandemia de Covid-19. O país também registrou 190 mortes nas últimas 24 horas, totalizando 620.609 óbitos de Covid-19. Os números estão no novo levantamento do consórcio de veículos de imprensa sobre a situação da pandemia de coronavírus no Brasil. Só para você de casa entender, o balanço é feito a partir de dados das secretarias estaduais de saúde. Então, eles pegam todos os dados e juntam. Então, até o momento, essas são as informações do nosso país. E a gente continua falando de Covid-19, porque teve anúncio, viu, Gabriel? Ontem à tarde... Aqui na cidade de Campinas, né? Exatamente. A gente volta a falar aqui de Campinas, porque o prefeito fez um anúncio por meio de live aí, de novas medidas para combater a Covid-19. Quem começou falando foi a Andréa Von Zubem. Ela é a diretora do Departamento de Vigilância em Saúde e ela explicou um pouquinho sobre o comportamento dessa nova variante que está todo mundo falando que está disseminando aí a doença ainda mais no nosso país. Ela explicou esse comportamento e a gente vai ouvir agora o que é. Quando a gente fala de Covid agora com essa variante, ela tem uma característica exponencial. O que significa isso? A gente está olhando aqui para janeiro, o crescimento dessa variante é um crescimento quase vertical, crescimento muito parecido com o que a gente via quando a gente olhava os modelos matemáticos na cepa lá, quando ela começa em Wuhan. Então, isso é bastante preocupante, um crescimento exponencial. Pode passar. E aqui já tem exemplos do que vem acontecendo em alguns países do mundo. Quem está liderando em número de casos é o Estados Unidos, França, Índia, Canadá, África do Sul. Mas por que eu trouxe alguns países para a gente avaliar? Porque quando a gente olha as ondas epidêmicas, a gente vê que todos os países que estão vivendo a onda agora estão vivendo esse crescimento exponencial vertical. E o Brasil é um deles, o Brasil está no começo disso. Então, vocês vejam que é maior que todas as outras ondas pandêmicas em termos do número de casos. E segundo a Andréia, o Brasil já tem predominância dessa nova variante. Vamos ver o que ela falou. O Brasil já tem uma predominância absoluta da linhagem Ômicron. E vocês vejam a rapidez com que isso ocorreu, a substituição da Delta para Ômicron. Ômicron. E qual é a situação de Campinas? É igual. Então, acho que ontem a imprensa anunciou, né, que alguns casos foram identificados. É uma identificação que já é tardia, a gente já sabe, pela característica epidemiológica, que a Ômicron está predominando no nosso município também. E rapidamente, né, o que que a gente já sabe dessa variante? Ela é muito mais transmissível que as outras, tá? E E ela ser transmissível afeta muitos locais ao mesmo tempo, como por exemplo, hospitais com muitos profissionais afastados, serviços essenciais, transporte, supermercado, escola. A gente viu a crise das companhias aéreas com pilotos, comissários afastados. Então traz um problema em setores econômicos bastante importante no setor de saúde também. É uma variante que dá maior capacidade de reinfecção. O que significa isso? Ah, eu já tive o coronavírus e eu posso vir a ter novamente. E a Andréia aproveitou a oportunidade também para reforçar a importância da vacina. Para a gente ter uma ideia, aqui em Campinas já foram aplicadas 2.196.817 doses da vacina contra a Covid-19. Esse número inclui primeira dose, segunda dose e também a dose adicional. E a gente lembra que amanhã acontece o dia D de vacinação para essa terceira dose. É só entrar no site vacina.campinas.sp.gov.br, vai lá e faz o seu agendamento. Foi a secretária de junta da saúde que falou sobre a importância desse dia. Acompanhe. Então, neste sábado, nós estamos com 35 mil vagas ofertadas, onde a gente tem ainda aproximadamente 5 mil, 5.500 vagas para ser agendada. A nossa ideia do dia D é que a gente possa fazer as doses adicional, pela importância que a Andréia na sua apresentação já trouxe neste momento, que todas as pessoas que estejam no grupo já oportuno para dose adicional, nos agende e venha fazer a sua dose adicional. A gente também já está preparado para a vacinação das crianças, outro grupo fundamental neste momento do nosso cenário. Então, ao chegar os imunobiológicos, assim que o município receber as vacinas, nós estamos prontos e organizados para iniciar a vacinação das crianças. Queria aqui novamente reforçar Todos que estejam em tempo oportuno da vacinação Da sua dose adicional Procurem os nossos serviços Faça seu agendamento E venha completar o seu esquema vacinal E a vacina é importante, gente Porque nós estamos vivendo aí o pico da pandemia Quando a gente fala de atendimento Veja o que a Andréia comentou sobre esse assunto. E a gente já passou, na última semana, que foi a primeira de janeiro, o número maior de casos que a gente atendeu na história dessa pandemia. Mostrando, pode passar o próximo. Ixi, acho que pulou. Pode mais um? É, volta. Ok. Mostrando exatamente o que eu falei, aquele crescimento vertical em que se a gente comparar, a gente tinha em torno de 2 mil casos no máximo atendidos no final de dezembro e agora a gente já está com o número de casos aí de quase 12 mil casos e isso é característica da variante Ômicron. E aí vão falar, mas não era gripe? Não estavam falando do H3N2? Temos casos de gripe também, mas a gripe ela não tem esse potencial explosivo. Então para a gente é bastante claro, inclusive pelo aumento da positividade, que a Ômicron está circulando fortemente aqui. E falando ainda de atendimento, o diretor técnico do Mário Gatti também participou dessa live e ele comentou como que está a situação da rede neste momento. Ele anunciou que novos leitos vão ser abertos. Em relação à Rede Mário Gatti, a Rede Mário Gatti é composta por três hospitais e quatro UPAs. Hospital Mário Gatti em si, Hospital Mário Gatti Amoreiras, Antigo Metropolitano, que hoje é um hospital que no futuro será o Hospital Mário Gatinho e hoje ele é voltado para o atendimento exclusivo de pacientes com síndromes respiratórias. Os Tauro Verde, que também mantém uma porta exclusiva para sintomáticos respiratórios E as quatro UPAs, Anchieta Metropolitana, Campo Grande, São José e Carlos Lourenço No mês de dezembro, nós vimos com uma tranquilidade relativa em relação ao número de atendimentos Ou seja, em torno de 100 atendimentos em média em cada porta A partir da segunda quinzena de dezembro, esse número foi exponencialmente crescendo Como a doutora Nereia já apresentou Houve uma quadruplicação repentina dos números Entre 15 de dezembro e agora o dia 10 de janeiro Ou seja, um crescimento vertiginoso dos números Hoje nossas portas atendem em média 400 consultas cada uma Ou seja, é mais que o limite tolerado por essas portas Felizmente são pacientes que não tem grande gravidade Como já vem falado aqui Mas o número muito alto de pacientes com quadros leves Dentre esses, existem aqueles que têm os casos graves que necessitam de internação Então, a capacidade de internação tem sido bastante pressionada Como já foi apresentado aqui, leitos estão sendo tentados de aquisição para completar essa situação Além do que já foi apresentado aqui, agora no dia 24 de janeiro Nós vamos fazer uma modificação dos leitos do Hospital Ouro Verde Para transformar 10 leitos de UTI em 10 leitos de UTI pediátrica Também temos que lembrar que as crianças, tem havido um grande número de casos de crianças que necessitam de internação em enfermarias e em UTIs também. Então a situação da rede Mário Gatti, como também da Secretaria de Saúde, nas unidades básicas de saúde, ela está bem pressionada pela quantidade de pacientes que nos procuram. E isso, pelos números e pela experiência dos países europeus, a proposta é que esse número aumente ainda nas próximas semanas. E Gabriel, diante de toda essa situação aí relatada por todos os profissionais da saúde aí envolvendo o executivo O Dário fez um outro anúncio, ele cancelou todos os eventos de carnaval E quando a gente fala carnaval, é carnaval aí que ia ser realizado nas ruas E também carnaval em espaços particulares, como clubes e locais de eventos E outras atividades aí, outros espaços que estavam pensando em realizar carnaval Então, gente, não vamos ter carnaval esse ano por causa da pandemia, né? O carnaval já tinha sido cancelado oficialmente no dia 30 de novembro do ano passado e agora chegou essa notícia aqui na cidade de Campinas. E a partir de amanhã, um outro anúncio, o decreto também já saiu hoje, todos os eventos que envolvem aglomeração só podem ter apenas 50% da capacidade. Então, ratificado o cancelamento do carnaval, uma medida que tinha sido anunciada no ano passado, infelizmente pelo aumento do número de casos de Covid-19, os particulares e os blocos de rua tão tradicionais aqui da cidade de Campinas, infelizmente pelo segundo ano consecutivo, não teremos. Vamos falar um pouquinho sobre emprego agora, pelo menos uma notícia boa, há esperança que a construção civil terá números positivos? Exatamente, vamos dar uma aliviada e uma esperança para quem está procurando emprego. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, o Caged, afirma que o setor de construção civil só em novembro do ano passado criou 12.485 empregos. E no ano todo, olha só, o número chega a 298.695 postos de trabalho, mas não é qualquer posto de trabalho não. São todos com carteira assinada. E para esse ano, a expectativa é boa. É de crescimento destes números. Segundo a Associação de Empresas da Indústria da Construção, o Sinduscom 2022 vai vir com tudo. Vamos ver. O ano de 2022 deverá ser positivo para a construção civil. Apesar das eleições, não será ruim para construtoras. Nosso setor precisará lidar com as dificuldades como custo dos reajustes salariais, dos materiais e escassez de mão de obra qualificada A maioria das construtoras já tem contratos para manter um bom nível de atividades neste ano Mas o ponto forte de 2022 será a volta da compra de um imóvel como um ativo super seguro Em relação ao emprego, em 2021, tivemos um crescimento de 14,18% na construção civil. Espera-se a taxa de crescimento em 2022 que seja em torno de 4,5%. Com certeza, a construção civil será uma indústria em crescimento no ano de 2022. E agora a gente fala sobre solidariedade aqui no nosso Câmara Total, porque tem um instituto que está precisando de leite, né Vivi? Isso mesmo, Gabriel, o Instituto Nacional de Prevenção e Assistência ao Câncer, que está precisando e muito da sua ajuda. A instituição que ajuda milhares de pessoas que estão em tratamento de câncer, está precisando de leite. Sabe aquele leite, aquela caixinha longa-vida? Pois é, se cada um doar uma caixinha, vai ajudar e muito a instituição. A assistente social do órgão gravou um vídeo para a gente. Vamos ver o que ela fala. O IMPAC é uma instituição há mais de 12 anos atendendo em Campinas as pessoas com câncer e suas famílias. Todo mês nós entregamos cesta básica, medicamento, fralda, suplemento. E hoje, nós precisamos muito da sua ajuda com o leite longa-vida. São quase 500 litros de leite que entregamos todo mês. Por favor, ajude o empaque a manter os seus atendimentos. Se você não quiser vir pessoalmente, você pode fazer um PIX e nos avise o que você fez. O nosso PIX é 08-980-115-1000-00. Eu conto com você. Muito obrigada. Informação importante do Instituto Nacional de Prevenção e de Assistência ao Câncer sobre essa doação, aquela caixinha de leite. Um litro já ajuda, então faça a sua parte. Tem o número do PIX aí. Você que não conseguiu anotar, estamos ao vivo também no youtube.com.br, TV Câmara Campinas, é só acessar o nosso YouTube, você coloca lá o número do Pix, você tem acesso a este vídeo para você poder anotar e também fazer essa doação. A gente sabe que é um momento difícil para todos, complicado, com muitas pessoas em situação de vulnerabilidade social e este instituto, portanto, precisando, necessitando desta ajuda. Um pouquinho, né, que a gente conseguir doar vai ser de grande valia para essa instituição e para milhares de pessoas. Sem sombra de dúvidas. Viviane Novaes, muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas. Volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo, contando aqui o que acontece na Câmara de Campinas e fazendo o balanço de comissão do último ano. Volto daqui a pouquinho porque hoje tem mais balanços de comissão e muito mais. Tudo que está acontecendo aqui na Câmara a gente conta daqui a pouco. Combinado então até daqui a pouco para a Viviane Novaes, bom, 11 horas e 33 minutos, está acontecendo uma blitz educativa da campanha 3Rs, já ouviu falar? Respeite, repense e reduza, promovida pela Empresa Municipal de Desenvolvimento de Campinas, a INDEC e pela Secretaria de Transportes com o apoio de outros órgãos. Então, sobre o número de motociclistas que já foram abordados, quais são essas orientações que estão dando, é, dadas para os motoristas, eu aciono o nosso repórter André Aranha, que tem mais informações. Olá, seja bem-vindo e bom dia, André. Bom dia, bom dia para você Gabriel, bom dia para todo mundo acompanhando o Câmara Total Pois é, oitava edição da campanha 3Rs, já começou inclusive nesta sexta-feira Bastante quente aqui na cidade de Campinas, no shopping Dom Pedro, portanto Como você disse aí, é conscientização para os motociclistas Na semana que vem, por exemplo, essa mesma ação será realizada nas proximidades ali do Balão do Castelo, com esse objetivo justamente. Estou aqui com o Vinícius Reverente, que é o presidente da INDEC. Tudo bem? Prazer em tê-lo conosco aqui no Câmara Total. Prazer é meu. Muito obrigado por essa oportunidade. Estamos à disposição. Bom, gostaria que o senhor falasse um pouco mais a respeito desta ação extremamente importante justamente, né, presidente, para conscientizar aí os motociclistas e tudo mais. Primeiramente eu queria agradecer ao Shopping Dom Pedro, né, que cedeu espaço aqui para a gente poder fazer essa oitava edição do evento, o Respeite Repense Reduza, né, que é a campanha dos motociclistas aí. É uma campanha, como você disse, muito importante de conscientização e educação para eles. Nós estamos na oitava edição e não pretendemos parar, né? Nós vamos dar sequência, semana que vem estamos no Castelo e a ideia é continuar o ano todo. É isso que eu vou cobrar hoje como presidente da INDEC. Acho que a gente tem que educar e conscientizar os motociclistas da nossa cidade. Bom, gostaria que o senhor falasse porque além da INDEC tem também a Secretaria de Transportes e apoio de outros órgãos também, é isso? Com certeza, nós temos a participação da Secretaria de Saúde, nós temos a participação do Corpo de Bombeiros, nós também temos aqui hoje o iFood, que tem nos ajudado nessa divulgação, ela manda o mapa de calor para os motociclistas comparecerem, então tem também a Rota das Bandeiras, infelizmente hoje não conseguimos trazer a CCR, que faz a questão do ponto cego, mas nós já tivemos isso em outros eventos, Acho que isso também ajuda muito o motociclista a se colocar no lugar do condutor do veículo Então eu acho que é uma campanha que deve ser Nós pretendemos aumentar essa campanha e conscientizar cada vez mais A importância do respeito à sinalização, os acidentes, o que pode acontecer Então é realmente conscientização, atenção, respeitar, reduzir e repensar Bom, logo que eu cheguei aqui no shopping, eu vi uma viatura da Guarda Municipal também está participando da ação. Como que funciona? Por favor, Vitor. Com certeza, a Guarda Municipal também participa das ações, inclusive as novas ações que a gente vai ter em breve sobre a adulteração do escapamento, que já foi lançado recentemente. A Guarda Municipal sempre nos apoiando, muito importante essa lembrança E é isso pessoal, acho que extremamente importante as ações em conjunto É juntos que a gente vai conseguir fazer a campanha crescer e melhorar cada vez mais Como tem sido por enquanto Vinícius, como tem sido realizadas as ações, quais os retornos que vocês já tiveram Lembrando que como eu disse, na semana que vem será no Castelo, enfim, qual o retorno, o balanço que o senhor faz? Nós estamos tendo um retorno muito positivo das ações, eu acredito que os motociclistas também estão gostando, ali no exemplo da primeira campanha, tivemos ali na Avenida Norte Sul, tivemos mais de 300 motociclistas que tiveram a oportunidade de fazer o teste, por exemplo, do ponto cego, estão tendo, tem a questão do grupo da Unicamp, de medicina, que também ensina a questão do salvar os primeiros socorros em eventual acidente. Eu acredito gente, é isso que eu venho defendendo e vou defender e o prefeito Dario vem pedindo isso pra gente também Educação em primeiro lugar, é isso que a gente quer fazer antes de qualquer punição Acho que todo mundo precisa de conscientização pra que a gente possa melhorar cada vez mais o trânsito e a vida de todos aí da sociedade Bom, também aqui será oferecido um serviço de moto check-up, é isso? Exatamente, eu não tenho certeza, mas eu acredito que esse serviço hoje, eu não sei se ele está sendo feito aqui Nas outras edições nós fizemos isso, mas aqui a gente está indo direto para a Rota das Bandeiras Estamos fazendo as orientações também educativas aqui na campanha Respeite, Repense e Reduza Então, aqui especificamente não está tendo a questão do check-up, mas nas outras nós tivemos e é o que eu falo, tem algumas campanhas que a gente tem feito todas as ações e tem umas que são mais reduzidas. A gente está fazendo de acordo com o cronograma mesmo. Bom, até porque tem que ter essa necessidade, essa preocupação, né Vinícius, com os motociclistas, porque eles representam 48% dos acidentes fatais no trânsito, né? Exatamente, muito bem lembrado Por isso que ano passado a gente realmente lançou essa campanha O que é importante? Dentro dessa campanha tem também a faixa de espera de motos Que a gente já começou a pintar Já pintamos 10 locais com 27 cruzamentos Então nós estamos avançando cada vez mais nessa questão da segurança dos motociclistas Tem a questão também do motofrete, que a gente quer fazer a inspeção agora para realmente focar na segurança, segurança e segurança do motociclista. Bom, eu tive a oportunidade de te entrevistar algumas vezes, boas oportunidades, inclusive quando o senhor era secretário, e o senhor sempre batia nessa tecla de educação no trânsito. A gente viu, inclusive, que os números baixaram, de acidentes e tudo mais. Porém, ainda precisa ter muita atenção para continuar nessa situação, né Vinícius? É, tem que ter bastante atenção Acho que a gente precisa realmente focar nessa questão de educação E é isso que a gente vai fazer A equipe cada vez mais está concentrada nisso, em focar na educação do trânsito Mais alguma coisa que o senhor queira colocar ao vivo aqui no Câmara Total Para o pessoal que está em casa assistindo, até os motociclistas, né? Que de repente estão em casa assistindo e tem o interesse de ouvir algumas orientações e tudo mais, mais alguma coisa que o senhor... Eu acho que é de grande importância dizer, para a gente respeitar realmente o que eu falo, não é o Vinícius, são as normas, né? Nós temos normas e temos que seguir. E é isso que a gente vai cobrar da sociedade em geral e também dos motociclistas, para que a gente respeite a sinalização, evite realmente aí consequências drásticas e essa é a nossa obrigação. Tá bom, muito obrigado pela entrevista. Obrigado. Eu volto com você, Gabriel Castro. Muito obrigado, André Aranha, por todas as informações. Agradeço também o Vinícius Riveretti, presidente da Indec, por todas as informações. Então, essa atenção aos motociclistas, essa campanha de conscientização, respeite, repense e reduz aqui para a gente diminuir o número de acidentes aqui na nossa cidade. Hoje é dia de futebol, hein? Daqui a pouco, às três horas da tarde, a Ponte Preta entra em campo pela Copa São Paulo de Futebol Júnior em partida válida pela terceira fase. E o duelo é contra o Fluminense. Viu? Essa partida acontece na cidade de Matão. A gente lembra aqui que durante a primeira e a segunda fase, a Macaca atuou na cidade de Franca, Era a sede da ponte e agora ela se desloca, então, para este confronto lá em Matão. Lembrando, hein? Jogo único. Quem vencer avança às oitavas de final, quem perder está eliminado e o empate leva a partida para os pênaltis. O técnico pontipretano, o Eduardo Abdu, segue sem poder contar com quatro atletas que testaram positivo para a Covid-19 durante a copinha. Então, o zagueiro Euler não pode atuar, o lateral, que também é volante, o Alex Giroli, o volante Alex Paulino e o atacante Bruninho, os quatro estão com Covid-19, com sintomas leves, mas eles já foram aí, já estão se recuperando, em particular, deixaram o grupo. Partida difícil, então, para a ponte e, claro, que na segunda-feira a gente balança as redes e conta a história desta partida entre a Macaca e o Fluminense. Tá certo? Então, 11 horas e 43 minutos, vamos fazer o seguinte, primeiro intervalo aqui no nosso Câmara Total e na volta ainda tem entrevista sobre o clima e esse verão, hein? Muita chuva, cadê aquele calor? Já já a gente vai acionar então a Ana Ávila, ela que é do CEPAGRE, especialista no assunto, vai nos explicar esta situação do clima que nós estamos vivendo. Tem ainda as notícias do Legislativo, que acontece aqui na Câmara de Campinas, com a Viviane Novaes, fazendo balanço de comissão de como foram as reuniões em 2021. Ainda tem o nosso quadro Faça Você Mesmo, um colar de papel. Já, já, você não é nossa Mariana Meira, viu? Hoje tem culinária, tem receita aqui no Câmara Total. O que será que o Michel Amorim preparou para a gente? Quem será que está com ele? Então, tem muitos assuntos para a gente abordar. Você segue participando, vai enviando a sua mensagem para a gente, o seu elogio, uma crítica construtiva. O que você quer assistir aqui no Câmara Total, o número do WhatsApp está aqui na sua tela. 19 é o nosso DDD, 978293776. Lembrando sempre, hein? Apareceu o número, do lado tem o QR Code. Pegue o seu celular com a câmera, é só apontar aqui para o QR Code. E aí já aparece na tela do seu celular o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Rápido intervalo, a gente volta já já. Câmara Total de volta ao vivo nesta sexta-feira, 11 horas e 52 minutos. Bom, hoje é 14 de janeiro, não parece muito, mas nós estamos na estação do verão, que tem uma característica de altas temperaturas, sol durante a maior parte do tempo e aquelas chuvas no fim da tarde, com pancadas fortes, mas em um curto espaço de tempo. E o que nós estamos vivendo são dias nublados, com chuva quase durante todo o dia e temperaturas abaixo dos 30 graus. Será que tem algum fenômeno agindo ou está tudo dentro de um padrão? Bom, para nos explicar sobre o clima que nós estamos vivendo e até algumas curiosidades, como uma forte onda de calor aí no sul do país, eu converso agora com a Ana Ávila, diretora do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, o CEPAGRI. Então, Ana, muito obrigado mais uma vez por ter aceito o convite para participar aqui do Câmara Total. E essas duas semanas de 2022 estão sendo atípicas ou está tudo dentro do esperado? Seja bem-vinda e bom dia. Olá, Gabriel Castro, bom dia. Está bastante atípica essa situação que nós estamos começando o ano de 2022. Sobretudo, nós estamos vivendo fenômenos extremos no país, tanto secas quanto chuvas extremas. Então, isso que eu citei na minha abertura, de dias nublados nessas duas primeiras semanas, não tem aquele calorão, a gente não está ligando muito o ar-condicionado, o ventilador, então isso a gente pode colocar como uma condição atípica. atípica? Essa situação nossa aqui desse tempo é um pouquinho com temperaturas ligeiramente mais amenas, eu diria que ele não está tão atípico. Por quê? Porque o mês de janeiro, em média, aqui na nossa região, Campinas, região sudeste do país, nós temos chuvas concentradas e o mês de janeiro, perdão, é o que mais chove. Por que mais chove? Chove em função principalmente de um fenômeno que tem um nome técnico, científico, de zona de convergência do Atlântico Sul. Essa zona de convergência do Atlântico Sul é o transporte de umidade e calor ali da região norte associado às frentes frias que vêm do sul do país e forma esse corredor de umidade e chuva por vários dias consecutivos. O mês de janeiro, de forma geral, esse fenômeno se instala aqui na nossa região. Então, nós temos os maiores volumes de chuva. E quando nós temos esse fenômeno atuando fortemente, como aconteceu agora, nós temos esse período, chove, para, chove, para, ao longo do dia, não somente aquelas pancadas mais localizadas de final de tarde. Então, é isso que acontece normalmente. Mas, em termos gerais, em termos de características climáticas, diria que isso é muito importante, isso é muito favorável à produção agrícola, desenvolvimento aqui na nossa região, em função exatamente das chuvas no verão. Ou seja, quando a gente tem as maiores temperaturas, em média, a gente tem as chuvas frequentes. Em relação à média de temperatura que você citou, a gente está um pouco abaixo, mas está dentro desta média? É, nós temos uma média, assim, das temperaturas aqui na nossa região, entre 20 graus de média das temperaturas mínimas, que é aquela temperatura que começa nas primeiras horas aí da manhã, e 30 graus de temperaturas no período da tarde. O que nós estamos vivenciando agora? Com esses dias mais nublados, chuvosa, a temperatura máxima não sobe tanto, fica em torno de um grau, até um grau e meio a menos, né, o que de certa forma favorece, porque a gente não tem aquele calor extremo. Na nossa região é muito comum aqueles dias extremamente quentes na primavera Que são dias não em termos médios, aquela frequência de dias O mês inteiro, por exemplo, com temperaturas elevadas Mas dias com temperaturas extremamente altas, chegando a 37, 38 graus Por que acontece isso? Porque na primavera a gente ainda não tem as chuvas Então se a primavera inclusive é mais seca, aí a gente tem uma tendência maior Então os estrelos acontecem aqui na nossa região mais frequentemente na primavera, e o verão, quando a gente tem uma situação como esta, da zona de convergência atuando aqui na nossa região, as temperaturas elas ficam em média elevadas, ou seja, a gente não tem aquelas noites frias, por exemplo, aí com 12, 13 graus, até pode acontecer uma ou outra, mas a gente tem, em média, as temperaturas mais reguladas, digamos assim, não tão frias, mas também não tão quentes. Em relação às temperaturas, então, um pouco abaixo, mas dentro desta média. Em relação às chuvas, né, porque nós falamos aqui no início da semana, no nosso Câmara Total, teve o alerta da Defesa Civil sobre fortes chuvas, tempestades, raios, ventos, granizo. Infelizmente, no fim de dezembro, nós tivemos uma forte chuva também que vitimou uma pessoa aqui na nossa cidade. Em relação às chuvas, elas estão dentro do esperado? Está acima com essas duas semanas atípicas aí com essa chuva deste para e volta ao longo do dia? Ou está dentro da média também, Ana? Olha, nós estamos com uma situação mais dentro da normalidade agora no mês de janeiro. Como eu falei, são 270 milímetros em média que chove aqui na nossa região, porque nós fechamos um ano de 2021, 2020, com chuvas bastante abaixo da média, nós estamos com um déficit muito grande. O que acontece? As chuvas nessa época, elas acontecem, como você mesmo mencionou, com eventos, com episódios, inclusive de perdas de vidas, porque as chuvas, elas ocorrem nessa época, em função das maiores temperaturas, elas são chuvas intensas, localmente fortes, e causam impacto muito importante nas cidades, onde a gente tem as áreas pavimentadas, os rios e córregos canalizados. Então, quando ocorre essa chuva rápida, rapidamente a gente tem alagamentos, enchentes e transtornos para a população. Mas se nós olharmos, por exemplo, nas áreas onde a gente tem que coletar água, nos mananciais, a gente pode observar que a gente ainda precisa de muita chuva para a gente poder repor esses mananciais, que é agora no verão, ou seja, dezembro, janeiro e fevereiro, as chuvas são em torno de 50% do total anual. Se nós não tivermos chuva agora, nós vamos entrar março, abril, com uma situação muito preocupante com relação ao abastecimento de água. Então, informação importante, né? 50% do esferado para todo ano, geralmente, acontece nesta época. Ana, só para trazer um pouquinho aqui, uma análise do contexto nacional, porque, infelizmente, por conta dessas chuvas, tragédias aconteceram na Bahia, em Minas Gerais. Essa é uma característica dessa estação, essas chuvas fortes em algumas regiões, em grande intensidade e às vezes por muitos dias, é até um alerta, né? A gente já teve isso no Rio de Janeiro em anos passados, esse ano infelizmente com Minas Gerais e também na Bahia, ocasionalmente pode acontecer aqui no estado de São Paulo, isso está dentro de um esperado. Sim, se olharmos o histórico, todo verão tem chuvas intensas aqui entre metade da Bahia, metade sul da Bahia e metade norte do Paraná Toda essa faixa na região central do país, todo verão tem chuvas intensas, alagamentos, transtornos Podemos olhar o histórico que isso é comum Pelo menos um evento severo, pelo menos um Isso pode ocorrer mais Porque é o período que as chuvas acontecem nessa região central do país Porque nós temos um inverno seco Então é um clima, eu diria assim, que ele tem um comportamento Já esperado, né? Dessas chuvas nessa época e período mais seco no inverno Agora é esperado mesmo que ocorra Agora, os danos, os transtornos, as perdas, isso está muito relacionado com mudança de uso e ocupação dos solos, dos aglomerados urbanos, ocupação próximas a rios, os desmatamentos que ocorrem nas áreas, por exemplo, de morros. Então, além do que a gente tem, daquilo que ocorreria naturalmente, a gente tem a mudança de uso e ocupação, a ação humana, que faz com que a consequência disso seja muito pior. Ana, no início desta semana havia uma previsão do Instituto Nacional de Meteorologia de que regiões do Rio Grande do Sul registrassem temperaturas de 43 graus até o fim da semana e nós estamos chegando, hoje é sexta-feira, em Uruguaiana, na cidade do Rio Grande do Sul, por exemplo a estação do Instituto registrou 41 graus, foi a temperatura mais quente registrada na cidade nos últimos 62 anos. É algum fenômeno que interfere, que traz essa onda de calor ou, novamente, está dentro de um esperado para essa época de verão? Não, nós estamos com essa situação dessa onda de calor atípica, como você falou e bem mostrou, quer dizer, 60 anos que não ocorre, quer dizer, são situações, são os chamados eventos extremos, que é aqueles que fogem daquele padrão médio conhecido, porque a gente tem uma média e a gente tem os extremos, que são bastante acima da média, com algumas definições usadas pelos cientistas, mas de forma geral são aqueles fenômenos que saem muito daquilo que a gente espera. E este é um fenômeno extremo, nós estamos com uma onda de calor muito forte lá no sul do país, nós estamos ali toda a parte do Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Argentina, ali norte da Argentina, Uruguai, toda essa região está sob essa massa extremamente quente e extremamente seca também. Mas isso se deve a um fator que em anos de laminha, nós temos uma maior probabilidade de que ocorram secas naquela região, chove menos. E já é um período de altas temperaturas, imagina céu claro o dia inteiro, sol incidindo na superfície o dia inteiro. O que acontece? A temperatura sobe extremamente. O ar muito seco também é um outro fator, o ar muito seco faz com que a temperatura seja usada mesmo para aquecer o ar, a radiação solar é usada para aquecer o ar e não para os processos de formação de nuvens, quando a gente tem um pouco mais de vapor, que dá uma amenizada, então o ar muito seco também favorece esse aumento extremo das temperaturas. E isso já está chegando ao final, felizmente, agora nós já estamos com uma mudança prevista para a região sul, mas realmente está muito complicado aquela região em função dessa extrema onda de calor. Estou conversando com a Ana Ávila, diretora do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, ou CEPAGRE. Lembrando que você que está nos acompanhando tem alguma dúvida, alguma curiosidade sobre o clima, sobre o verão que nós estamos vivendo. O número do nosso WhatsApp está na sua tela, 19 é o nosso DDD, 978293776, lembrando sempre, o QR Code está aqui embaixo, você também tem a opção de enviar uma mensagem através do QR Code. Ou você adiciona esse número aí, e aí você já consegue enviar a mensagem, ou você aponta a câmera do seu celular para o QR Code e também tem essa opção de enviar a mensagem. Ana, a gente estava falando sobre essa onda de calor no sul do país e a dúvida, com certeza, de quem está nos acompanhando é ela pode chegar aqui no sudeste, aqui na cidade de Campinas? Ela tem uma tendência de perder força ou, às vezes, se deslocar para o mar? Existe uma característica sobre essa onda que é atípica aí? Não, o que acontece agora é que as frentes frias, né? Essa frente fria prevista, ela já está no Uruguai, uma frente muito intensa, ela vai progressivamente mudando, trazendo um pouco de umidade para a região sul, para o sul do Rio Grande do Sul, e vai aumentando a quantidade de nuvens e possibilidade de chuvas, mas ela está um pouco mais lenta, ou seja, os modelos já haviam previsto essa situação um pouco mais confortável já para dias anteriores aqui, já para sexta, mas isso está retardando um pouco mais, mas a expectativa é que no sábado já tenha um pouco mais de ação dessa frente fria aqui no Brasil, porque antes ela está, até então ela está no Uruguai, muito intensa e com deslocamento muito lento, mas a ideia é que isso vá fazendo com que a umidade vá aumentando e progressivamente aumentando as chances de chuvas. Não tem chances dessa onda quente se deslocar para cá, ela deve ficar por lá mesmo e tendendo a diminuir. O que nós temos aqui para a nossa região, que os modelos que preveem, fazem uma previsão a mais longo prazo, estão indicando o nosso fevereiro um pouco mais seco. Se isso de fato ocorrer, nós teremos calor aqui também, porque nós estamos na região tropical, verão, muita radiação solar chegando diretamente aqui na nossa região e isso faz com que as temperaturas tendem a aumentar bastante. Então, se de fato ocorrer isso que os modelos estão simulando, que é uma tendência de redução das chuvas em fevereiro, ficando abaixo da média, nós poderemos ter calor mais severo aqui em fevereiro. Então, há essa previsão aqui para o mês de fevereiro. Já que a gente está falando dessa previsão um pouco mais para frente, a gente consegue concluir, Ana, ou prever, se há mudanças agora no verão, então com menos calor dentro da média, mas com essas chuvas prolongadas ao longo do dia, existe uma previsão que as outras estações também serão diferentes? Então, um outono mais quente ou mais frio que a média, é uma reação em cadeia? Olha, um verão diferente, aí provavelmente um outono também. Existe essa previsão sobre as próximas estações? Ou pode ter um verão atípico e o resto das estações pode estar dentro das médias do que a gente tem visto nos últimos anos? É, não existe uma relação entre o que nós estamos vivendo hoje e o que nós teremos nas próximas estações. Não existe isso. Existem os fenômenos da atmosfera, os deslocamentos das massas, a circulação atmosférica, que isso muda, isso pode mudar de um dia para o outro, a gente na verdade tem uma certa previsão sobre alguns fenômenos, que tem um deslocamento mais lento, uma ação, uma área de atuação maior, a gente consegue prever com uma confiabilidade. Agora, aqueles fenômenos rápidos também a gente tem uma baixa confiabilidade, por fora, o tempo vai passando, mas não há uma ligação entre uma estação e outra. Chegou um questionamento aqui através do número do nosso WhatsApp, 19 nosso DDD, 978293776, é a Lisa do Campo Grande, ela diz assim, me lembro quando eu era criança, parecia que o verão era verão mesmo, mas não passava muito de 30 graus, agora o verão acontece no inverno e o inverno no verão, será que em algum momento, num futuro próximo, vamos ter que rever as datas das quatro estações? É a Lisa, Ana Ávila. De forma geral, a gente tem essa ideia de que o verão aqui para nós é um verão seco, de praia e de sol. Aqui na região sudeste, historicamente, não estou falando com base em achismo, estou falando com base em séries históricas de dados, com 100 anos, nós temos aqui o Instituto Agronômico, que tem dados de mais de 100 anos, toda chuva é concentrada mais no verão. Claro que, como é calor, a gente para, chove, para, chove, alguns dias ou outros com chuvas mais concentradas no verão. Agora, o que a gente tem observado, sim, é que tem tido, por exemplo, o outono e a primavera tem mudado, por exemplo, A primavera com ondas de calor, a gente tem tido ondas de calor, o que é isso? São dias consecutivos com temperaturas bastante altas e o outono, por sua vez, tem tido alguns dias já mais frios, então às vezes antecipa um pouquinho o inverno. Então tem tido sim algumas mudanças. Agora, infelizmente, essa questão da redução do volume de chuvas, que é uma situação que mais nos preocupa aqui na região sudeste, em função de toda a economia, de toda a situação, de toda a nossa energia, que é abastecimento, etc. que a gente vem tendo aí nos últimos anos uma redução no volume de chuvas. Mas realmente, uma outra questão também é que no inverno a gente tem tido um número menor de ondas de frio. De ada, por exemplo, 2021 foi atípico, mas de forma geral nós temos verificado que o inverno não está rigoroso, inclusive até com dias bastante quentes, como a ouvinte aí comentou. Até porque se a gente lembrar, em 2021 a gente teve uma onda de frio muito grande, né Ana Ávila? Se não me engano, nós chegamos a 3 graus aqui na cidade de Campinas, não foi? Perfeito. Nós tivemos, na verdade, 3 ondas de frio, das quais duas foram bastante intensas, com temperaturas que nós não havíamos registrado tão baixas nos últimos 20 anos. Tivemos um impacto na economia com relação às diadas, os cafezais foram bastante atingidos aqui no estado de São Paulo, Minas Gerais, por conta dessas ondas frias. Então tivemos, sobretudo, duas mais intensas aí realmente com temperatura beirando os 3 graus. O Marcos do Jardim Aurélia, ele manda uma mensagem dizendo é difícil qualquer corpo se adaptar com estas oscilações climáticas. Será que isso favorece para a disseminação de problemas respiratórios como a gripe? Ana Avila, nessa época que nós estamos vivendo, é comum a gente ter essa oscilação dentro de um mesmo dia? a amplitude térmica é muito grande, amanhece, por exemplo, com 15, 16 graus e a gente chega na casa dos 30, 32, é característico do verão ter uma grande oscilação ou não? A grande oscilação é típica do inverno, até um pouco na primavera ou outono. No verão a gente não tem essa grande oscilação, por isso que a gente fala que em média o verão é a estação com temperaturas mais altas. Mas na primavera a temperatura amanhece com 12, 13 graus e vai para 30 graus, tem mais de 15 graus de amplitude térmica diária. Agora no verão já é um pouco mais, não existe essa oscilação tão significativa, tão intensa. Ana, uma pesquisa publicada em uma revista especializada afirmou que 2021 foi o ano mais quente já registrado nos oceanos do mundo pelo terceiro ano consecutivo, mesmo com o fenômeno Laninha, que você já citou aqui na nossa entrevista, que é um evento climático que esfria as águas do Oceano Pacífico. Tem alguma coisa que você pode nos passar? Há uma preocupação, isso tem a ver com a ação do homem ou não se pode afirmar que é mudanças climáticas e que é um ciclo que sempre acontece? Eu perdi o seu áudio, Ana, não estou te ouvindo. Vamos ver se a gente consegue reestabelecer o contato com você, Ana. Oi, oi, oi. Agora sim, ok. Então, acontece o seguinte, nós temos, de forma geral, as águas dos oceanos, elas estão mais quentes, sim, isso é uma influência do ser humano, as temperaturas, elas estão mais altas, embora, como você mencionou, nós temos, por exemplo, o fenômeno da laninha, que ele é um fenômeno que se caracteriza pelo resfriamento das águas dos oceanos pacíficos, Ana, peço até desculpa por te interromper, está dando uma interferência no seu áudio, está um barulho, então a gente vai tentar resolver esse problema, talvez reconectar a Ana Ávila, acho que pode ser um procedimento para a gente tomar. Vamos só testar mais uma vez, Ana, para ver se já foi resolvido este problema de conexão. Oi? Eu acho que agora foi... Está me ouvindo? É, se você puder retomar então... Eu acho que é um pouquinho... Eu não sei se é um pouquinho de barulho aqui, interferência, barulho na rua, talvez seja isso. Tá, agora deu, restabeleceu, a partir do momento que você estava falando do Laninha. Então, acontece o seguinte, que de forma geral os oceanos, as temperaturas dos oceanos, elas estão mais altas, né, embora a gente tenha esse fenômeno da Laninha, que é um fenômeno que é o resfriamento das águas aqui do Oceano Pacífico e que tem uma influência no clima aqui na nossa região. O oceano Atlântico, Norte, também tem tido uns bolsões com temperaturas mais frias, que estão apontando uma tendência para os próximos anos com relação a essa influência nas nossas regiões aqui. Então, mas de forma geral, o que está acontecendo? Os oceanos, todos eles estão mais quentes e aí a gente tem o derretimento das geleiras, o aumento do nível médio do mar. Em algum momento isso pode ter uma influência nas correntes oceânicas, porque as correntes oceânicas, elas têm uma influência muito grande no clima global, nós temos, nós temos, os oceanos eles são chamados de termorreguladores, então, por exemplo, aqui na América do Sul, nós temos o, nós temos aqui na América do Sul, mais água e menos terra, né? Então, o que acontece? Nós temos um clima mais comportado. No hemisfério norte, nós temos muita terra e pouca água, né? Então, lá nós temos muito extremo, as temperaturas facilmente chegam a temperaturas bastante negativas, menos 20, menos 30, no inverno. Nós não temos isso aqui, em função dos oceanos. Então, eles têm uma influência muito grande no clima e eles estão mais aquecidos em função do aumento das temperaturas globais. Ainda sobre esse assunto, o que acontece nos outros continentes? Nós precisamos prestar atenção? Então, por exemplo, se as geleiras na Antártida estão derretendo mais rapidamente, Se os furacões estão com mais intensidade nos Estados Unidos. Tudo isso é um alerta ou cada fenômeno é específico de cada região? É uma alerta global. É uma alerta global. E, evidentemente, cada região vai ter uma influência mais determinante em função das águas dos oceanos, próximo àquela região. Então, por exemplo, se eu tenho aqui a América do Sul, eu vou esperar que as águas do Oceano Atlântico aqui vão influenciar mais no clima nosso aqui, embora isso tenha um impacto global. Mas eu vou esperar que aqui a nossa região vai ter um pouco mais de impacto direto daquela ação ali. Por exemplo, como a gente estava falando antes, a Laninha, né? A laninha lá no Oceano Pacífico, próximo ao Equador. Ela tem uma influência direta em algumas partes do globo. Aqui, para nós, no sul do país, ela tem uma influência direta. Então, não pode ser que ela tenha uma outra... Tinha aquela... ... aquele oceano próximo, né? ... que, em termos médios... há um impacto 19 é o nosso DDD 978293776 é o número do nosso WhatsApp, nós estamos conversando aqui com a Ana Ávila, ela que é do CEPAGRE da Unicamp sobre essas mudanças climáticas e também sobre este período que nós estamos vivendo aqui de verão dessas duas primeiras semanas deste ano de 2022, que foram atípicas, né? Chegou uma pergunta aqui bastante curiosa, Ana Ávila, que eu vou passar para você, é da Vera. Ela diz assim, olha, eu tenho 68 anos, eu moro aqui no centro da cidade, é meu sonho ver neve. Será que algum dia teremos neve em Campinas? É a pergunta da Vera, Ana. Não, nunca, nunca, nunca diga nunca Mas não tem expectativa de neve aqui em Campinas Eu diria que pelo clima que a gente conhece Nós não temos expectativa Porque para ocorrer a neve nós temos uma característica que não é só o frio, para ocorrer a neve nós temos que ter uma circulação atmosférica que gere esse floco de gelo e que jogue esse floco de gelo no ar, e aí cai o floquinho, já do floquinho mesmo, e aqui a gente está longe do oceano, não tem essa umidade suficiente e nem frio suficiente para gerar isso, nessas condições, e nós estamos falando de mudanças climáticas, aquecimento global, então não tem expectativa, então se você quiser ver neve ou morar em algum local que tenha neve não vai ser em Campinas então Vera, pra você que mora aqui na cidade de Campinas haja condição atípica pra isso acontecer aqui na nossa cidade ou vai ter que viajar pra poder sentir e vivenciar este período Ana Avila, para nós podemos encerrarmos para as próximas semanas qual que é a previsão aqui pra cidade de Campinas, pra região a gente continua no verão, calor deve aumentar e aí com as chuvas fortes no fim da tarde, deve-se normalizar ou a gente deve continuar com uma condição ainda atípica? Nós temos uma tendência agora de redução das chuvas, um tempo mais de sol, esse período frio, entre aspas, vai chegando ao final, já com redução das chuvas e aí então Então, volta a situação de calor, possibilidade de pancadas, mas como eu falei, a expectativa é de um fevereiro seco, com menos chuva. Não seco totalmente, mas com menos chuva. Então, a gente tem que esperar um pouco mais, mas a gente poderá ter essas condições mais de pancadas mesmo. Ana Ávila, diretora do Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, o CEPAGRE, muito obrigado por todas as informações, já fica o convite aqui pra uma próxima oportunidade só explicando a você aí de casa coloquei a minha máscara porque a Viviane Novaes já está aqui nos nossos estúdios então da entrevista a gente já passa pras notícias do Legislativo Ana Ávila, agradeço a disponibilidade do seu tempo, todas as informações que você passou pra gente e fica aberto aí pras suas considerações finais Eu agradeço oportunidade e peço desculpas porque a gente está em casa aqui, às vezes, algumas questões que acabam acontecendo inesperada, de forma inesperada, né? Mas eu agradeço a oportunidade e para poder passar essas informações que são tão eu considero bastante relevantes, assim, para as pessoas em termos da informação, né? De grande valia, sem sombra de dúvidas, nós que agradecemos a disponibilidade do seu tempo, a conversa com a Ana Ávila aqui no nosso Câmara Total. Meio dia e vinte e dois, bom, você aí de casa já percebeu Viviane Novaes está aqui nos nossos estúdios, então a gente volta com as notícias agora do Legislativo do que acontece na Câmara de Campinas, seja bem-vinda mais uma vez e boa tarde, Vivi. Muito obrigada, viu, Gabriel, agora boa tarde, né, pra você e pra todo mundo que tá acompanhando aí o programa ao vivo. A gente começa, Gabriel, fazendo agora um balanço de uma comissão de representação. Essa CR foi criada aqui na Câmara para discutir ações de combate ao coronavírus. Esse momento que a gente está vivendo, tão difícil como a gente mostrou no Notícias da Metrópole, os casos estão aumentando e bastante. E claro que a Casa de Leis não vai ficar fora dessa discussão. Essa comissão de representação teve bastante trabalho e vai continuar ao longo deste ano e vamos ver o resumo. A Comissão de Representação de Ações de Combate ao Coronavírus realizou trabalhos importantes em 2021 e em 2022 os protocolos precisam ser mantidos. Nós sabemos da importância e do cuidado que ainda nós temos que ter. Nós não saímos ainda dessa questão, então nós temos que continuar se prevenindo. O presidente da comissão, que é o vereador Felipe Marquesi, destaca que no ano passado fez viagens importantes para buscar recursos para que Campinas pudesse lutar ainda mais contra a pandemia do novo coronavírus. Nós tivemos também em Brasília, junto com o presidente da Câmara, junto com quase 15 vereadores da região metropolitana de Campinas, buscando naquela época trazer recursos para os municípios a questão do combate da pandemia do Covid-19. Então nós trabalhamos bastante, fomos à Brasília, vimos alguns resultados, vimos que naquele momento, naquela oportunidade, chegou recursos para o município de Campinas, aprendemos alguns mecanismos, trouxemos para o prefeito e ele colocou em prática. Então nós vimos resultado da comissão e da questão do combate ao coronavírus. Sabemos da importância dessa comissão, como eu disse na minha fala anterior, devemos continuar nos cuidando e com certeza ainda não fechamos ainda a comissão, mas nós daremos continuidade acompanhando todos os passos, as questões dos leitos, se está crescendo, se está diminuindo, estaremos acompanhando para poder dar essa resposta para a população mediante uma situação que o mundo não conhecia. Então foi novidade para todos e nós aprendemos muita coisa e que agora nos próximos anos, se Deus quiser, possamos sair desse vírus. Bom, é um momento atípico que nós estamos vivendo, então nós tivemos a criação dessa comissão de representação, o vereador Felipe Marques e presidente já anunciou então que neste ano de 2022 os trabalhos vão continuar, até porque infelizmente a pandemia, ela continua com o aumento no número de casos, você trouxe há pouco nas notícias da metrópole de Campinas, aumento no número de casos, Novamente, nós estamos vivenciando os hospitais se programando, aumentando o número de leitos. Então, a comissão de representação segue com os trabalhos aqui no Legislativo e a gente segue cobrindo sempre que tem reunião. Vivi, além dessa comissão de representação, nós temos as comissões permanentes aqui no Legislativo. Temos sim. Gabriel, quem acompanha aqui o trabalho do Legislativo sabe que os parlamentares atuam em diversas áreas. A gente mostrou o trabalho de uma comissão que atua diretamente aí no combate à Covid-19. Só que a Câmara também tem uma comissão que discute políticas de prevenção às drogas. Essa é uma comissão permanente da casa. Ela é presidida pelo vereador Nelson Ossery e você que acompanhou, várias reuniões foram realizadas aqui na casa. O presidente dessa comissão falou um pouquinho dos trabalhos. Vamos conferir. A Comissão Permanente de Políticas de Prevenção às Drogas da Câmara realizou no ano passado cinco encontros O vereador Nelson Osseri, que é o presidente do grupo, falou sobre os trabalhos Consegui apresentar relevantes discussões que envolvem prevenção às drogas Seja na própria alimentação, muitos acabaram me perguntando Mas o porquê do trabalho de prevenção às drogas referente à alimentação? Porque muitos dos dependentes químicos, quando saem de um tratamento, eles têm que mudar os seus hábitos. Então, por exemplo, na casa de um dependente de álcool, de um alcoolista, ele não pode encontrar o barzinho no mesmo local, ele não pode encontrar uma geladeira repleta, carregada de bebida alcoólica. Então, alguns hábitos precisam ser mudados. A pandemia não ficou de fora e o reflexo como o aumento do consumo de álcool nesse período foi abordado. A educação ambiental na ressocialização do dependente químico também foi pauta, assim como os problemas relacionados às drogas e como atinge os bairros de Campinas. A gente tenta envolver o máximo de profissionais para que o tema fique sempre universal, que possa atender todas as classes, todas as regiões, todas as culturas. porque muitas pessoas ainda entendem que a droga faz parte da cultura, ou então até de um costume dentro de uma religião. A Comissão Permanente de Políticas de Prevenção às Drogas da Câmara foi criada em abril de 2017. Além de ter o vereador Nelson Oster como presidente, ela é formada pelos membros parlamentares Débora Palermo, Arnaldo Salvetti, Juscelino da Barbarense e Paulo Haddad. Eu pretendo continuar o trabalho na área de prevenção às drogas, agora com um pouco mais de modernidade, incluindo também a questão do cigarro eletrônico, do vape, que é muito utilizado pelos jovens, a questão da conscientização envolvendo a família, fazer com que os pais entendam que eles não podem ser amigos do filho, entre aspas, amigos do filho. Eles precisam ser legisladores, colocarem regra dentro de casa, fazer valer uma educação que não permita o uso precoce de substâncias, porque quanto mais cedo você experimentar, você utilizar, mais chato de se tornar dependente. Então é uma questão de envolver todos, não só o dependente químico, mas aqueles que ainda não usaram, não experimentaram, como também a família, que muitas das vezes tem aquele lado social em casa, um churrasco, uma festa, mas saber lidar com essa situação com regras e assim evitando que nasçam novos dependentes químicos. Acompanhamos então as reuniões, o balanço que o presidente da Comissão de Prevenção às Drogas, o vereador Nelson Ossery, realizou de 2021 e agora a gente analisa também e ouve o presidente de uma comissão que é o vereador Otto Alejandro. Isso mesmo, o Otto Alejandro, ele é presidente da Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário. Estes são temas tratados aqui também dentro do Legislativo por meio de comissão. Como o Gabriel disse, o presidente é o vereador Otto Alejandro e ele também fez um balanço dos trabalhos de 2021. E claro, como vai ser 2022, a gente fica sabendo agora na reportagem. A comissão permanente da Câmara de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário realizou quatro reuniões em 2021 O vereador Otto Alejandro, que é o presidente do colegiado, fez um balanço do período Bastante trabalho aí, primeiro ano meio inexperiente, mas já fizemos bastante coisas aí E brigamos, cobramos, fiscalizamos aí a comissão Um dos temas que o grupo discutiu foi a finalização da obra do BRT, que serão três corredores, Campo Grande, Ouro Verde e Perimetral, totalizando 36 estações, 7 terminais e 18 pontes viadutos. Nós cobramos aí o secretário de infraestrutura, cobramos uma punição em cima da construtora, principalmente no lote 4, no trecho do Ouro Verde. E aí, no entanto, que o executivo e autuou a construtora em quase 10 milhões de reais de multa pelo tempo dessa obra parada. Então, estamos cobrando aí para que termine muito em breve, né? Outros assuntos foram trabalhados pela comissão, como o aplicativo Bela, botão de emergência contra assédio para chamado no ônibus, visitas técnicas para verificar o sistema semafórico da cidade, votação para aprovação de projetos de lei e realização de audiência pública. Conseguimos trazer o presidente da INDEC, o secretário de transportes, o secretário de infraestrutura, principalmente cobrando a pasta do BRT. E muito em breve também, agora para 2022, é o novo acesso da Rodovia Santos Dumont que automaticamente vai desafogar aquele cruzamento em frente ao Motel Euro na Rodovia Santos Dumont. E a gente lembra a vocês de casa que pode acompanhar também o trabalho de todos os parlamentares, os 33 vereadores aqui de Campinas, por meio do site o campinas.sp.leg.br. Lá você encontra detalhes dos trabalhos de cada vereador, também dá para saber tudo o que eles estão protocolando, os projetos de lei, indicação, moção e requerimento, está tudo lá na íntegra. E claro, para rever essas reportagens, o nosso YouTube está tudo lá. youtube.com.br, TV Câmara Campinas e no site do Legislativo, campinas.sp.leg.br. Viviane Novaes, muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas E agora do Legislativo, ótimo fim de semana Volta na segunda-feira com mais informações? Com certeza, na segunda-feira tem muito mais informação Dentro do quadro Notícias da Metrópole E também no quadro Notícias do Legislativo Um bom final de semana para você que está assistindo a gente Gabriel, até segunda-feira Até mais Fim de semana já está aí e será que a chuva ela vai continuar? Bom, a resposta é sim, mas o calor também estará presente, viu? Então amanhã o sol aparece, sempre com bastante nebulosidade, parecido com o dia de hoje, viu? E aí a tarde tem previsão de chuva aqui para a cidade de Campinas. Já no domingo, o tempo nublado prevalece e também há previsão de chuva Vamos às temperaturas, elas já estão aqui na minha tela Então amanhã no sábado, sol aparecendo entre nuvens com a possibilidade de chuva Mínima de 20, a máxima pode chegar aos 29 graus Ao longo do dia essa temperatura vai subindo E no domingo, tempo mais ameno com mínima de 19, máxima de 28 graus E aí sim, a chuva deve prevalecer neste domingão aqui na cidade de Campinas. Olha só, meio-dia e 35, nós estamos ao vivo nesta sexta-feira. Você que está nos acompanhando, com certeza você possui ou já pensou em fazer algo que já te ofereceram? Um seguro de vida, um seguro para o seu veículo, seguro saúde, seguro viagem. Enfim, você sabe para cada um deles o que ele serve? Este é o tema de hoje do nosso quadro Na Ponta do Lápis. Olá, estamos de volta com mais um Na Ponta do Lápis. E hoje o nosso assunto é seguro. Existem várias modalidades e quem vai explicar pra gente hoje é o Valmando Fernandes, ele que é especialista em seguros. Tudo bem, Valmando? Olá, Michel. Estou bem, tudo bem. Tudo jóia. Muito obrigado pelo retorno aqui no Na Ponta do Lápis. Eu que agradeço novamente o convite. Vamos lá, então. Seguros. Existem vários, vários tipos. Então, vamos aí explicar quais são os principais? Acho que as principais modalidades hoje do mercado de seguros, como você disse, tem vários O mercado é muito extenso, mas os principais são o seguro de automóvel O seguro da residência, seguro de vida, que vem crescendo bastante Previdência, acho que esses são os principais que a gente trata aí no dia a dia E antes de eu me aprofundar aqui, eu quero saber então quais são os mais diferentões, os mais atípicos Olha, tem os seguros de obras de arte, que são bem exclusivos, de veículos de alto valor Então de Ferrari, carros desse nível A gente tem seguros que a gente chama de responsabilidade civil Que tem várias profissões que podem ser contratados Eu digo assim, tem seguro para tudo A gente tem bastante opção E por que é importante ter um seguro? Eu acho que o seguro, além de proteção, a gente fala muito isso hoje, que todas as modalidades de seguro, eles são a proteção financeira para a família, para a pessoa. Além de ter vários serviços inclusos que ajudam, facilitam a sua vida no dia a dia. Então, por exemplo, o seguro de automóvel, o seguro de residência, eles têm serviços à residência, assistência à residência. Então, queimou o chuveiro, precisa trocar uma lâmpada, o cano entupiu, você tem esses serviços dentro das apólices. Então, eu acho que o principal, realmente, fator do seguro é trazer, realmente, uma proteção financeira. Imagine você que tem um carro financiado e ele é roubado. Você fica sem o carro e com o carneiro para pagar. Uma família, por exemplo, que tem ali o seu imóvel, mora com a família e você tem um incêndio, para onde você vai? Essas coisas muitas vezes as pessoas acabam não pensando Porque assim, são difíceis de acontecer, mas acontecem A gente tem visto uma crescente de incêndios em residências Esse ano aqui na nossa região tiveram várias situações desse tipo E são nesses momentos que as pessoas que procuram seguro Muitas vezes ali tem um conforto maior Tem uma facilidade maior de lidar com essa situação E Valmando, quais seguros eu devo ter? Eu acho que sempre procurar um corretor de seguros É o profissional que vai realmente ajudar as pessoas a identificarem a necessidade e o corretor faz essa análise da necessidade do cliente com o que tem no mercado. Então, ele é o especialista nessas modalidades. Então, acho que sempre procurar realmente o corretor para ter essa orientação sobre que produto e qual empresa contratar também. Exatamente. E como identificar, como avaliar? Claro, esse profissional deve dar essa orientação de quando é a melhor empresa, qual é a melhor empresa. Eu acho que assim, a relação com o corretor é realmente uma relação de confiança. Então, você tem que procurar dentro da família, amigos que já possuem seguros. Muitas vezes eles podem indicar, fazer consultas através de sites. Hoje tem vários sites que você consegue verificar a reputação de uma empresa. Então avaliar O próprio Google hoje Você coloca lá o nome da empresa Ele traz ali a classificação Daquela empresa Então hoje está muito fácil você ter Conhecimento aí se aquela empresa é confiável ou não E para o pessoal de casa entender Como a gente avalia Quando é preciso ter um seguro Eu diria que todos Se a gente fosse olhar assim Mas tudo vai depender Realmente assim Da situação daquela família Daquela pessoa Então, a situação financeira, a época da sua vida, porque você como jovem, imagina um jovem de 20 anos, ele está pensando em fazer um seguro da residência? Então, não, mas talvez o seguro de vida possa ser interessante, ou ele comprou o primeiro automóvel, vai precisar daquela proteção. Então, eu acho que o remédio é avaliar os riscos que você tem, e se acontecer alguma coisa, se você vai ter reserva financeira para se readequar depois daquela situação. Então, aquilo que eu falei, imagina você perder um carro financiado, quanto isso vai impactar na sua vida financeira? Ah, é bastante. Então, acho que aí é o momento de procurar um seguro. Eu tive um colega também que perdeu um carro num acidente e o seguro só cobria a parte de roubo ou furto. Então é muito importante prestar atenção nos detalhes do seguro, porque às vezes não cobre vidro, parte elétrica, tem que prestar atenção nos detalhes. É, muitas vezes as pessoas acabam olhando o seguro como um custo, né, dentro do orçamento familiar. E por isso elas acabam buscando opções mais baratas. E aí é onde entram essas pegadinhas, né, que são as coberturas menores ou, né, opções de seguros que não tem todas as coberturas possíveis. Então, acho que é sempre realmente avaliar aquilo, é lógico, que cabe dentro do seu orçamento, né, Mas procurar algo que realmente vá trazer segurança Porque não adianta você pagar um seguro E quando você precisa, você não tem ele pra te proteger E às vezes as diferenças são mínimas na parcela É 10 reais, é 20 reais, sei lá Mas são valores que você consegue pagar Então, realmente tem que... Acho que olhar o seguro realmente como algo que vai te proteger E aí você tirar essa coisa de pagar o mais barato Porque aquilo é um custo Assim como na casa, você explicou pra gente que tem outros serviços incluso no seguro da casa, como encanamento, a parte elétrica, chaveiro. O seguro de vida também, ele se estende, não é só para casa ou de morte? Não, o seguro de vida é bem extenso também. A gente tem várias coberturas, tem a cobertura para acidente, tem cobertura de doenças graves. Uma cobertura que é muito procurada, que é a cobertura de perda de renda Então, por exemplo, eu sou um profissional, vou colocar aqui o exemplo, um médico E ele sofre um acidente ou sofre uma doença que vai tirar ele do trabalho Ele não vai poder trabalhar mais por um período Como é que o médico faz para garantir aquela renda durante o período que ele vai ficar fora? O seguro tem uma cobertura para isso Então, durante aquele período que ele ficar afastado, ele recebe um valor, que aí ele vai definir qual o valor que ele quer de cobertura, durante o afastamento que ele tem. Então, as pessoas têm muito essa visão de que o seguro de vida só vai ter acesso se ela morrer. E não, pelo contrário, hoje são muitas coberturas que você usa durante a vida. E hoje o seguro de vida tem a telemedicina incluída, Então, você tem lá o número de consultas que você pode fazer durante o ano, tem as assistências à residência. Então, hoje o seguro de vida é muito completo. A pessoa, na hora de se organizar financeiramente, fazer o planejamento, ela tem que prestar atenção e incluir também o seguro. Ah, com certeza. Acho que esse é um item fundamental dentro do orçamento familiar. Você ter ali o seguro. O que você falou? Acho que o seguro de vida, principalmente para uma família que imagina que tem ali só um provedor financeiro, imagina se você perde esse provedor, né? Então acho que, você falou, talvez qual é o mais importante, né? Eu acho que o vida é um dos principais, o seguro de vida, né? Porque você protege não só você, como a sua família, né? E você vai apoiar essa família durante um período na sua falta, né? Valmando, muito obrigado pelas explicações e de tirar essas dúvidas do pessoal. Eu que agradeço. Obrigado. E você aí de casa, se gostou desse tema, olha só, você também pode sugerir. É só entrar no WhatsApp da TV Câmara Campinas, que aparece aí na sua tela, e mandar a sua sugestão para a nossa produção. Então, eu volto no próximo Na Ponta do Lápis. Até mais. Ah, mas você volta daqui a pouco no nosso Câmara Total. Vou acionar bastante ainda o nosso Michel Amorim, porque fim de semana está chegando. Tem ainda o nosso quadro de cultura. E você, Michel, tem receita também, viu? Vai se preparando aí, porque já já eu vou acioná-lo também, para ver o que você vai aprontar para esta sexta-feira. Bom, além do Michel Amorim, com o nosso quadro de cultura e também culinária, você vai conferir saúde. A gente vai falar sobre janeiro branco, saúde mental. Tem ainda também o quadro Faça Você Mesmo, a Mariana Meire, hein? Vai ensinar a fazer um colar de papel. Como é que será que é isso, hein? Rápido intervalo, a gente volta já já. Câmara Total de volta ao vivo nesta sexta-feira, meio-dia e quarenta e oito. Bom, a nossa repórter Mariana Meira é uma artista de mão cheia. Será? Bom, ela está adorando essa brincadeira do novo quadro Faça Você Mesmo. Tanto é que ela ataca mais uma vez e ainda por cima, se arriscando a colocar a mão na massa. O que será que ela aprontou agora? Vamos conferir? Faça você mesmo. Olá, mais um Faça Você Mesmo está no ar Seja muito bem-vindo, seja muito bem-vinda Semana passada foi nossa grande estreia com esse quadro no ar Na programação da TV Câmara Campinas Você aprendeu a fazer um colar muito legal, feito com sobras de jeans. Foi tanto sucesso, foi tão legal a nossa experiência com esse novo conteúdo, que agora a gente traz mais um colar feito com material sustentável. E ó, vai ficar lindo! Dá uma olhada. Parece colar de pedraria, de cerâmica, de miçanga, mas isso é papel. Quer aprender a fazer? Anote aí o que você vai precisar. Papel de qualquer tipo, tesoura, régua e caneta Palitos de churrasco, que também podem ser agulhas de tricô Cola líquida, fios coloridos ou da cor que quiser para o seu colar E impermeabilizante com um pincel simples para aplicação As mãos de fada que estão por trás desses maravilhosos colares Que a gente vai aprender a fazer agora São da Cleomara, que na verdade já levei puxão de orelha assim que eu cheguei aqui Ela quer ser chamada de Mara, né Mara? Bem-vinda, viu? Obrigada, obrigada pelo convite. Estou muito feliz. Ficamos curiosos porque, na verdade, você é professora de inglês há muito tempo. E o artesanato surgiu por algum motivo. Como é que foi essa história? Então, eu já há muito tempo, mais de 20 anos, 67 anos, eu trabalho com isso desde então. A ideia surgiu, eu aprendi não sei de quem. Eu sei que eu aprendi e estou ensinando desde então. Eu comecei trabalhando, eu trabalhava como voluntária numa escola de surdos e eles tinham muito problema de falta de atenção, disciplina, e eu tive a ideia de entrar com aulas de artes ensinando coisas com material reciclável. E aí eu comecei a ensinar eles a fazerem pulseirinha, meninas e meninas, pulseirinha, colarzinho. a gente preparou colares para dar no dia das mães, e eles gostaram muito, porque eles têm muita habilidade com as mãos, já que eles falam com língua de sinais, e então eles se deram muito bem, gostaram muito, e foi a minha primeira experiência como trabalho voluntário, e depois de então eu fiz outro trabalho voluntário no CAES, que é uma instituição que trabalha com deficientes, múltiplos deficientes, E enquanto as crianças estavam sendo tratadas, as mães ficavam esperando. Então eu tive a ideia de começar a ensinar para as mães. E enquanto elas faziam, a gente conversava, elas desabafavam, falavam das suas histórias. E foi uma experiência muito gratificante. Elas saíam todas enfeitadinhas com os colares. Aí, há uns dois anos, eu fiz outro serviço voluntário no BPH, que é uma instituição que cuida de crianças e adolescentes em situação de abrigo. Também, pelo mesmo motivo, distração, inquietação. Então, a gente fez e foi um trabalho que deu muito certo, porque a gente começou a vender nos bazares os produtos que elas faziam, as meninas. E o dinheiro ia para elas, para elas comprarem esferias, perfumes e coisas. E elas gostaram muito, foi uma experiência muito bacana. E agora, a gente na pandemia desandou a fazer muita coisa, fizemos um monte e acabou que a gente ficou com um estoque enorme e nós precisamos dar um jeito de vender essas coisas. A gente sempre vendeu aos pouquinhos, mas daí nós começamos a vender em lojas, a gente deixa nossas peças em consignação, o pessoal vende e nos paga. Começamos a apresentar em feiras e o resultado foi muito bom. Isso acabou virando um negócio. Sim, acabou que viramos uma marca. Manas Biju. Manas Biju, porque junto com a Mara, trabalha a irmã dela, que daqui a pouquinho eu vou apresentar. Ela está aqui, fala um oi pra gente. É a Nana. Vamos aprender a fazer, então? Porque eu tô curiosa, eu tô apaixonada por esse trabalho. Já estou de olho nesses colares. Vamos começar o passo a passo? Sim, vamos lá. Eu posso mostrar os que a gente já fez, por exemplo, de papel. Porque a gente usa vários tipos de papel, até papel de embalagem. Qualquer coisa pode vir a colar. Qualquer coisa vir a colar. Isso aqui é papel de revista, né? Brinco, colar, né? E você pode usar continha ou sem continha, é do gosto, né? E o que vai precisar é muito pouca coisa. Vamos sentar então, porque agora a gente vai precisar ficar confortável pra montar o nosso adereço, pode ser? Boa ideia! Música Música vendo aqui que esse detalhe colorido ele é por conta das imagens das revistas, é isso que deixa cor no colar? É a mistura de cores na folha da revista. Quanto mais colorido for a página da revista, mais colorido vai ficar o colar. E daí você pode escolher se você quer uma cor mais sozinha, sem muito colorido, né? Ou bem colorido, você vai escolher como a escolha é a sua. E dá pra misturar tudo, porque também colorido fica muito bonito, né? Fica bom, né? E aí, como é que a gente começa a montar um colar desse? Porque a gente tá vendo ele pronto, parece que dá um trabalho. Não deve dar tanto trabalho assim? Não, é trabalhoso, mas é gostoso de fazer. Enquanto você faz, você assiste TV, você escuta música e vai indo. Eu vou falar do material a princípio. Então, o que nós vamos precisar? Uma revista, quanto mais qualidade da folha da revista, melhor, mas pode ser qualquer revista. E você pode usar a folha, fazer as pecinhas nesse tamanho de folha, ou você pode emendar duas folhas, que daí vai ficar mais gordinho. Ó, esse aqui eu fiz com uma folha só, esse aqui já fiz com duas folhas, então fica mais gordinho a peça, né? Pra emendar a folha, você tenta ver cores semelhantes, você põe uma fita crepe, cola a folha, depois, agora eu vou ensinar o segundo passo, que seria marcar, ó, aqui eu já tenho uma folha que eu cortei da capa. A capa é legal porque ela é gordinha, o papel é mais grosso, então fica mais gordinho. Aí você vai riscar, não sei se dá pra pegar aqui. Você vai medir, ou 3 centímetros, ou 3,5, 2, aí você vai ver o tamanho que você quer a peça. Então, o tamanho da pecinha depende de como você fez a base. E você vai fazer, a base é um triângulo, você vai riscar, você mede, essa é a parte mais chatinha. Você tem que medir bonitinho, riscar e vai fazer triângulo. Você vai até em cima, volta, então você vai aproveitar todo o papel. A segunda etapa. Então, você já escolheu o papel, colou, fez uma folha só. A segunda etapa é cortar. Eu já tenho um aqui riscadinho, né? Que ficou só duas. Então, eu vou cortar. Ah, outra coisa. Você tem que... Essa é a cor que eu quero pro meu colar, né? Então, você vai riscar atrás, né? Você risca atrás. Então, eu vou cortar o triângulo, bonitinho. Então, você vai precisar do papel, da régua, da caneta, tesoura. Primeiro, o material que você precisa. Aqui eu emendei duas folhas. Então, eu coloquei uma fita crepe pra emendar as duas folhas, pra ele ficar mais gordinho, tá? Então, corto o triângulo, bonitinho. E haja coordenação motora, porque tem gente que nem cortar já consegue cortar. É, é legal que fique bem cortadinho, né? Uma boa oportunidade de aprender, né? Sim, e a gente exercita a paciência. É isso aí. Bom, então, digamos que eu já cortei vários triângulos, tá? Eu já tinha feito alguma coisa que é pra adiantar. Então agora eu vou ensinar o segundo passo. A gente precisa de varetinhas, pode ser qualquer um, arame bem durinho, vai ficar bem fininho o buraquinho, ou agulha de tricô. Ah, não precisa ser então palito de madeira. Não, eu peguei palito de churrasco, palito daqueles que vem nos aromatizantes, que você põe lá dentro. Certo. Então, só faz uma pontinha com a faca pra ficar mais fácil de colocar e tirar. Então, aqui tá o meu papel que eu cortei. Aqui é a cor que eu não quero, essa é a cor que eu quero. Tá? Então, eu vou enrolar. Aqui, essa parte de enrolar é mais complexa. Você vai colocar aqui e vai enrolando. Primeiro, você vai fazer esse movimento com a mão. No pauzinho, com o papel. Então, você vai fazer isso aqui, ó. Eu vou pôr de novo. Aqui, daí você faz, deixa bem centralizado e faz isso. E com o dedo embaixo pra não desenrolar. Tem que ser bem justinho. Bem justinho e centralizado. Então, agora eu vou entrar com a cola, vou colocando um pouquinho de cola. O ideal é uma cola boa, espessa, que eu uso uma marca que é conhecida. E ela não é aquela líquida, assim. Se você colocar uma cola muito líquida, ela vai grudar no pauzinho, depois você não tira mais. Então, você põe um pouquinho, uns pontinhos assim, e daí você vai enrolando. Sempre cuidando pra centralizar, porque o final vai ter que ser... Essa pontinha vai ter que ficar bem no meio, tá? Pra dar esse efeito de gordinho assim. Então, vamos enrolando, ó. Com um dedo você vai fazendo assim, o outro você segura pra não ter perigo de desenrolar. Ó, se você ver que saiu, vai pôndo pro lugar enquanto a cola não secou. Mas essa cola é rapidinha, num instante ela já seca. Ó, acabou onde tinha cola, põe mais uns pontinhos. Vai repondo. Vou repondo e assim vou fazendo a bolinha. E conforme vai dando as voltinhas, as cores vão se misturando? Vão. Porque vai indo do mais largo pro mais estreito, aí que vai criando o efeito de degradê da página escolhida, né? Exatamente. Nesse caso, a gente tá vendo tons azuis. Azul, branco, preto, azul claro, azul escuro. Que legal. E é uma delícia, porque cada peça vai ficar de um jeito. Olha só. Nenhuma fica igual. Eu posso tentar fazer um? Pode. Eu vou aprender agora. Vou deixar meu microfone aqui. Porque, olha, na última edição, eu só fiquei olhando porque eu achei que eu não tivesse muito talento. Mas dessa vez eu vou tentar fazer. Vamos lá. Seja o que Deus quiser. Vamos ver se eu lembro. Assim, certinho. Do lado que a gente não vai. Você vai começar a enrolar pelo avesso. Tem que ter uma sobrinha assim, é isso? Não, não. Não precisa. Você já enrola bem, faz assim com o dedo que ele já vai pegando a forma. Ah, meu Deus. Ótimo. É, aperta bem que daí ele vai já ficando meio enroladinho. Isso. Gente, é mais difícil do que eu pensava. Um pouquinho mais, aí. Aí agora você já pode começar a pôr a colinha. Eu pego um, eu ponho a cola nesse potinho aí Que ele sai pouquinho Isso aí é um potinho de colírio que eu reutilizo Isso, e você vai fazendo assim com o dedo Esse é o movimento? Esse é o movimento Pra ficar meio curto? Dá, e você vai ajustando Essa é a terra Por isso que é bom já ir olhando Você não pode ficar enrolando e olhando pro outro lado Tem que ir olhando se você tá bem no meio Isso, e vai Pode pôr um pouquinho Não precisa nem apertar tanto Senão ele vai ficar muito grudado Se não põe, não sai A gente gostaria que saísse Senão não sai colar Vai ficar só uma vareta cheia de pecinha Que também é bonito É um justinho, só que nem tanto Não precisa também Tá certinho Pegou o jeito, não é tão difícil Acho que temos uma nova artesã aqui Olha, uma concorrente humanas biju bom, tá quase quase na finalização tá cuidando pra ele ficar centralizado a pontinha se não for, ajusta puxa enquanto a cola não secou a gente precisa de mais cola? sim, na pontinha tem que ter a cola não esquece de pôr na pontinha é que essa é a parte mais importante senão ele abriu ótimo olha, parabéns olha que chique Eu nem acredito que eu consegui fazer um. Tá bonito? Tá lindo? Não tá. Mas a gente vai melhorar. Tá perfeito. Agora, será que sai? Será que sai do palito? Não, mas ele sai. Dá pra sair. Não tá tão ruim assim, né? De 0 a 10, qual que ficou a minha nota? 9.8. Já tá ótimo. Tô feliz. Eu vou pôr tudo nas varetinhas, na mesma vareta, porque agora a gente vai impermeabilizar. Há necessidade? Não exatamente, mas o ideal é porque a gente vai pôr no corpo, sua, se pegar chuva, ninguém vai pôr um colar na piscina ou para ir nadar no mar e tal. Então o que nós vamos fazer? Nós vamos usar termolina, que ele seca rápido e impermeabiliza. Deixo secar uns 5 minutinhos, no máximo. É rápido, né? É rapidinho. Eu normalmente deixo encostado numa janela pra secar rapidinho, né? E daqui a pouco já dá pra montar o colar. Então agora nós vamos cortar o fio que vai ser pra gente colocar as pecinhas dentro. Então, normalmente, eu corto o fio até a cintura, assim, né, pra ele ficar comprido. E a gente pode regular, que eu vou ensinar o nozinho de como regular. Ó, então, eu uso o fio, cortei o fio. Aí, agora, eu passo uma colinha na ponta do fio, que é pra ele ficar durinho na hora de passar as pecinhas. Ele não fica abrindo a ponta, ele não entorta. você passa um pouquinho de cola e deixa secar. E pra essa montagem, nós vamos precisar de uma ajudinha extra. Agora a Nana se juntou a nós, se sentou aqui à mesa, porque cada uma vai fazendo uma coisa pra agilizar. É isso mesmo, Mara? Como é que funciona agora esse passo a passo? Isso, senão ia demorar um pouquinho até fazer a montagem. Certo. É, então é uma pecinha de papel, uma miçanguinha, se você quiser, se não quiser, não precisa, porque Por exemplo, esse aqui a gente não colocou a miçanga nenhuma, é só as bolinhas. E aí, enquanto isso, a gente vai fazendo o que aqui? Então, eu vou mostrar os outros tipos de material que nós temos, que quando ela acabar eu vou ensinar a fazer o nozinho regulável. Bem lembrado, porque quando a gente chegou aqui, a gente viu em cima da mesa um potinho com várias outras opções de montagem, né? De papéis mais gordinhos, é isso? Isso, então, a gente usa papel de parede, que é, sabe aqueles mostruários que saem de linha, as lojas de decoração colocam no lixo? A gente compra num bazar também, porque eles ganham dessas lojas, a gente vai lá, espalha as folhas e paga baratinho. A gente compra lá no Bazar do BVH, que a gente ajuda como voluntária também. Então, daí tem várias texturas diferentes. E esse colar que você está usando é desse tipo de montagem. É, esse tipo de papel de parede. Dá para ver que ele é mais redondinho mesmo, mais firminho. Ele fica mais espesso. A Nona também está usando o mais gordinho. Que legal. Então, esse aqui são vários tipos de papel de parede. Muito bonito. Já colocamos todas as bolinhas, todas as miçangas. Aliás, ficou a inspiração pra quem tiver aquele colar que tá parado em casa, tá sem uso, tá destruído. Vai tirando tudo, que tudo pode virar colar. Agora é hora de finalizar, é isso? Isso. Então agora eu vou explicar pra vocês como eu faço aquele nozinho regulável, certo? Eu dou um nozinho aqui pra não ter perigo de cair o fio e derrubar tudo. Eu dou um nozinho perto da pecinha lá, pra ele ficar quieto aqui. Aí, mais um nozinho aqui. Eu dou duas voltinhas pra ficar um nozinho grande. Então, eu seguro a pecinha aqui pra eu poder mexer nela e já dá uma finalização, né? Então, não tem perigo que se cair não vai dar nada. Então, agora, deixa eu ver se tá mesmo o tamanho. a entrega solene uma entrega solene então vamos lá fui coroada, é meu esse? ai eu tô tão feliz porque eu tenho uma mãozinha aqui um deles foi eu que fiz muito obrigada você pode falar que eu fiz verdade, posso falar que eu ajudei a fazer Sabe o que é mais legal de tudo isso? Já caminhando pro fim do nosso quadro Infelizmente, porque a gente queria ficar aqui O tempo todo falando sobre essas coisas É a sustentabilidade, né? A gente tá falando de materiais que estariam em casa Revista aquele tipo de coisa que a gente lê uma vez E depois ela não tem uma utilização prática, né? Vai ganhar utilização prática Restos de papel Tudo pode virar arte E a gente criar também um planeta mais sustentável, né? Até bijuterias antigas que você desmancha, como você falou, e mistura com as bolinhas. É pra usar, pra vender, quem sabe, né? Pessoal que tá em casa ganhar um dinheirinho com isso. Por que não? Eu adorei. Eu tô muito feliz com o meu colar e agradeço muito vocês duas pela participação. Adorei conhecer o trabalho de vocês, muito sucesso. Obrigada. E a gente vai esperar agora o pessoal de casa fazer pra mostrar que aprendeu a fazer. Queremos ver. Mara, obrigada. Nana, obrigada também Ótimo trabalho terapêutico Popular Feito de papéis de revista Tô me sentindo maravilhosa Ficou muito bem Ok? Vingão, tem cabelinho erguido aqui? Tem toda hora pra erguitar, né? Tem? 3, 2, 1 Gravando Já olhou pra alguém e pensou O que passa na cabeça dela? É uma artista de mão cheia, mas medo do que se passa na cabeça da Mariana Meira, mas muito bacana, viu? Este colar aí de papel com todos os ensinamentos. E além deste colar, você já sabe o que vai fazer neste fim de semana? O Cultura Total traz hoje uma entrevista sobre os espetáculos. O musical Segredos Sussurrados ao Silêncio da Chuva e Refúgio. E ainda tem toda a programação para o seu fim de semana com ele que volta aqui para o nosso Câmara Total. É o Michel Amorim e a partir de agora tem cultura na sua tela. Olá, estou de volta com mais um Cultura Total E hoje, campanha de popularização do Teatro de Campinas Vamos falar sobre dois espetáculos E quem vai falar comigo já está conectado É o Emerson Emerson, seja bem-vindo ao Cultura Total E aí? Obrigado Vamos falar então sobre Refúgio e também o musical Isso, isso, a gente vai falar sobre o Refúgio e sobre o Segredos Sussurrados ao Silêncio da Chuva Então são dois finais de semana, este final de semana e o próximo Então qual é o primeiro final de semana? Qual é o espetáculo? O primeiro final de semana é o musical Segredos Sussurrados ao Silêncio da Chuva E aí no próximo a gente fala sobre o Refúgio Ok, então vamos falar sobre esse musical aí. Conta pra gente um pouquinho da sinopse. Ah, é uma sinopse um pouco complexa, eu diria. O texto foi baseado, na verdade, num caso que foi visto numa notícia no ano passado, no ano retrasado, aliás. Era uma notícia de incesto, de uma mãe que descobria que o pai tinha um caso de incesto e aí esse pai e esse filho, eles assassinam a mãe. Então, assim, os autores viram essa notícia e eles quiseram contar essa história de uma maneira diferente para dar um pouco mais de protagonismo para a mãe e falar um pouco de... Nesse momento que a gente se defende tanto, a família tradicional brasileira e tal, a ideia é mostrar que tudo não passa de um grande teatro. Existem muitas coisas que estão obscuras acontecendo por trás das aparências que são apresentadas para a sociedade. E aí o texto foi baseado nessa notícia, mas no universo de Terence Williams, de Nelson Rodrigues, então tem aquilo que o pessoal já conhece, de ser algo complexo, que vai trazer algum desconforto, talvez, que vai levar o pessoal a uma reflexão e a entender o que se passa dentro da mente humana, que não é tão simples assim. Olha, se você não tivesse falado que foi uma notícia baseada numa história verdadeira, Eu já ia falar Nelson Rodrigues, né? Ou até Plínio, né? Ou até Plínio. Exato, exato. Mas no Nelson Rodrigues o pessoal já entende bem coisa pesada por aí, né? Vai mexer um pouco com a mente das pessoas. Mas na hora de montagem do texto, da peça mesmo, do musical, vocês tiveram essa proximidade mesmo de trazer essa essência do Nelson Rodrigues? Ou foi uma coisa, não, vamos por esse caminho mais autoral, mais nosso? Não, foi uma preocupação sim, porque o elenco precisou estudar os textos de Nelson Rodrigues, inclusive, para entender como funcionava esse universo. Então, não foi algo que depois foi associado. Acho que desde o momento da construção, a gente tinha a notícia base ali, mas não se contou a história original, até para não copiar a notícia. Ela foi realmente aberta como base. E aí, com base nesses textos, foi construindo o enredo mesmo, e os diálogos, e as intenções do espetáculo. Agora, é o musical, né? A música, toda a melodia, entra pra dar uma suavizada? Como é que tá nesse contexto, né, o musical? Eu acho que ela entra pra dar uma suavizada, acho que pra tirar um pouco do alívio das cenas um pouco mais tensas, só que a gente não pode esquecer que a música, ela está para contar a história também, né? É um musical e a música, ela faz parte do texto, então as músicas trazem mensagens e às vezes, embora assim, ela estaria ali para dar uma suavizada, não, ela vai trazer alguma informação importante e às vezes vai, opa, é isso que eu precisava pegar aqui para entender essa história. E como é que foi ali pegar essa história, trazer para o teatro, familiares assistiram, vocês tiveram contato. Como é que foi esse trabalho de pesquisa de vocês? Bom, o tempo de construção do espetáculo foi um tanto quanto curto. Então, a pesquisa mesmo foi realmente entender o texto, entender a mensagem que a gente queria passar, entender esses textos de base e o impacto que estava sendo procurado ali e levar para o palco. Então, não houve muito tempo de entender qual seria o impacto antes de levar para o palco mesmo, para o espetáculo, para o teatro. Isso veio depois, lógico, quando o pessoal já estava lá em cena, já estava expondo a história. E para expor a história, construir marcações de cena, iluminação, Pensar em figurino Mudou muito a dinâmica de vocês Neste período de pandemia? A gente pegou um momento Que a gente estava um pouco mais à vontade Para fazer as coisas Lógico, tomando todos os cuidados Os ensaios todos com máscara Mas é muito difícil Fazer teatro Sem o contato, sem a proximidade Lógico, então assim A gente confiou muito um no outro E todo mundo com muita responsabilidade Tanto fora dos momentos de ensaio Pra que quando a gente estivesse junto A gente pudesse realmente Se entregar ali Mas algumas coisas precisaram ser Modificadas nos ensaios Pra gente conseguir chegar com saúde No momento do espetáculo E entregar tudo que precisava ser entregue E aí gente, nós temos um outro espetáculo Que é o Refúgio E já é mais leve Como é que é? Qual é a temática do Refúgio? O Refúgio, a gente trata como uma comédia romântica O assunto principal é LGBT Traz a história de um rapaz que se descobre homossexual E aí tem todo um plano de fundo É uma família da periferia de São Paulo Que não aceita muito bem E aí ele conhece um rapaz de uma família rica Que é o irmão do melhor amigo dele então existe um conflito familiar, só que ele é tratado de uma maneira mais leve, porque tem algumas cenas de comédia, né, então o pessoal, o público consegue acho que relaxar um pouco mais mas a gente costuma dizer que o refúgio é um é um morde-a-sopra, assim, né, porque você tá numa cena de risada e de repente vem uma cena tensa que te emociona aí vem uma cena de comédia então fica brincando um pouco acho que com o espectador nesse sentido o que é bem gostoso pra gente pra fazer E aí, esse também foi baseado em uma história real ou é ficção total? Ele tem várias inspirações de outras obras, tem muito de história real, mas não é nenhuma notícia. Mas Refúgio, embora tenha essa temática principal, que é essa descoberta do jovem, enquanto eu sou gay e me interessei aqui por uma outra pessoa que eu já conheço, um cara mais velho e tal, ele traz outros temas, ele fala com todo mundo. A gente costuma dizer que nervujo não é possível que uma pessoa saia da plateia sem se conectar pelo menos com um assunto da peça. Porque fala de feminismo, fala de problema familiar, fala de alcoolismo, fala da questão da homossexualidade, de aceitação familiar. Então assim, a pessoa vai se conectar em algum momento quando ela não se conecta com o todo. E é um espetáculo que, como você enxerga, é um espetáculo que tem a aceitação do público, num período que a gente vive. Eu acho que é um espetáculo que, quando a gente começou a fazer divulgação, a gente estreou ele aqui em Campinas em 2020, na campanha de 2020, no passado não teve, e a gente fez muita divulgação. Tinha uma pessoa ou outra que, quando pegava o nosso panfleto, e o panfleto são os dois personagens principais, muito próximos, e aí tinha uma pessoa ou outra que rejeitava. A gente conseguiu lotar a sessão aqui em 2020, acho que teve quase 600 pessoas e a aceitação foi muito legal foi muito bom, a gente viu muita gente emocionada na plateia muitas famílias juntas conversa com as famílias claro, a gente tem pessoas que são muito tradicionais muito resistentes ao assunto, mas é uma maneira da gente introduzir o tema pra discussão na sociedade, dentro das famílias de uma maneira leve, de uma maneira natural e que conecte todo mundo então acho que existe uma aceitação muito boa apesar da resistência que também existe nesse momento Vocês estão ansiosos para se apresentar novamente, casa cheia? A gente está ansioso sim, porque é um momento muito diferente. Tudo bem que nós já estamos num momento mais tranquilo em relação à pandemia, existe a vacina, mas a gente não sabe como as pessoas vão se comportar em relação ao teatro. Ao mesmo tempo que a gente quer que o teatro lote, que as pessoas estejam lá para prestigiar esses dois trabalhos, a gente está crescendo, será que a gente deve torcer para o teatro lotar mesmo? Então fica um misto de sentimentos, mas o que a gente quer mesmo é levar essa mensagem para o pessoal, para todo mundo voltar para casa refletindo, pensando sobre os assuntos, para se conectar com a gente, conhecer o nosso trabalho, a gente está bem ansioso. Infelizmente a pandemia ainda não acabou, vários momentos do dia, A gente escuta aí notícias de casos que aumentam, diminuem, variantes, mas o importante é, se for, né, ir de máscara, acompanhar um espetáculo totalmente de máscara, né, e precisa levar a carteirinha. Ah, é importante apresentar a carteirinha, né, é importante apresentar a carteirinha pra todo mundo ficar tranquilo, ficar seguro, que tá num espaço que as pessoas, elas estão protegidas, estão se preocupando com a saúde uns dos outros, então, devem a carteirinha. Então, como é que faz para o público acompanhar? Bom, vocês podem seguir a gente no Instagram, né? Para acompanhar, realmente ver o que a gente está levando para vocês. O Instagram nosso, eu vou copiar aqui, eu vou ler, tá bom, gente? É o SSSDCOMUSICAL, tá bom? Então, podem seguir a gente lá nesse arroba. E vocês vão poder comprar o ingresso para o Simpla. E o Refúgio é Refúgio A Peça, que é aqui no próximo final de semana. E os ingressos também estão no Simpla. Pessoal de casa não pode perder. Pelo amor de Deus, gente, não perde, vai lá, leva todo mundo, convida todo mundo, vamos lotar aquele teatro, todo mundo muito seguro, mas vamos lá prestigiar esse trabalho. Tá certo, Emerson, muito obrigado pela participação aqui no Cultura Total, e olha, quando tiver outros espetáculos, vem aqui compartilhar com a gente. Pode deixar, eu que agradeço essa oportunidade de poder falar um pouquinho do trabalho pra vocês, gente, muito obrigado mesmo. E olha só, o Emerson vai continuar aqui comigo porque nós dois juntos e vocês aí de casa, a gente vai ver tudo de cinema, shows e eventos aqui da cidade e na região. Olha aí. De que nada sabíamos. O espetáculo trata justamente dessa violência que infelizmente ainda é bastante comum entre LGBTs aqui no Brasil. Sujeito egoísta, sempre preocupado em defender o próprio umbigo. E hoje na campanha de popularização do Teatro de Campinas, que acontece no Castro Mendes, vai ter uma história para a Elize. Vai ser às 9 da noite. No sábado tem, por todos os cantos, os contos. Vai ser às 3 da tarde. Ainda no sábado, só que à noite, Santas Sociedade Anônima, a partir das nove. No domingo, às sete da noite, vai ter Ordem Secreta dos Elefantes Brancos. Oi, pessoal, tudo bem? Eu sou a Mônica Letícia, atriz do espetáculo Gato Andorinha. Eu faço a Dona Coruja e eu estou aqui para convidar todos vocês para assistir esse espetáculo baseado na obra de Jorge Amado, que vai acontecer no dia 16 de janeiro, aqui em Campinas, no Teatro Castro Mendes. Estamos contando com você. Vem! No SESC Campinas vai ter Cadê Meu Nariz? Vai ser no domingo às 4 da tarde. E crianças com até 12 anos não pagam ingressos, somente os acompanhantes. A história traz um palhaço que após vários atrasos é demitido do circo e se vê obrigado a dormir em um banco de praça. Na manhã seguinte, ele percebe que algo está faltando, o seu nariz vermelho. Uma menina aparece e diz ter visto quem o roubou, um cachorro. Fala, galera, beleza? Eu sou o André Sante, comediante, e estou aqui para convidar vocês para o meu show de stand-up comedy que vai rolar neste sábado, dia 15 de janeiro, no Interiorano Comedy Club. Já vai atrás do seu ingresso, reserva a sua mesa, e eu vejo vocês todos, sabadão, dia 15. Valeu! Já nas telonas vai ter juntos e enrolados, Diana vai se casar com Júlio, finalmente quando chega o grande dia e a sonhada cerimônia está pra acontecer, o noivo recebe uma mensagem inesperada que pode atrapalhar o sonho dos noivos. Uma coisa parece certa, essa festa vai acontecer de qualquer maneira. Vamos brincar de eu nunca, eu nunca usei uma roupa íntima da minha namorada. Que lá anda, a vida é curta e o Tinder tá aí bombando. Você é a mulher da minha vida, minha anjinha. Você é no tudo. Olha nos meus olhos, amor. O cruel serial killer Ghostface volta a atacar. Três sobreviventes do passado precisam criar coragem para retornar ao lugar e ajudar as possíveis vítimas do criminoso. Chegou a hora do acerto de contas definitivo com aquele que tem prazer em fazer sentir medo. Está rolando em Campinas a Exposição Cultural Relíquias do Mundo. São mais de 200 peças históricas, originais e documentadas. Universo dos Heróis, set de filmagens de filmes, itens musicais, espaciais, do esporte e muito mais. Sábados, domingos e feriados, a partir das duas da tarde. No parque que fica no Pico das Cabras, em Campinas. Olá pessoal, meu nome é Vitor Polo, sou violonista e compositor, estou aqui para convidar todos e todas para o próximo show de lançamento do meu álbum intitulado Violão de Afetos, que vai acontecer em Campinas, no Sesc Campinas, no dia 15 de 1 sábado, próximo sábado, às 16 horas. Então fica o convite a todos, um grande abraço. É dia de chope em dobro, sei lá se eu vou aguentar Fica sem beber, fica sem ligar, fica sem chorar Lembrei daquela sexta-feira, pé descalço e poeira Menino que se achava dono da quebrada inteira De bicando pipa, saudade dessa idade Nunca tive nada, mas tinha minha vaidade Tem a dupla Mayara e Maraíza e o rapper Hungria Hip Hop Se apresentam em Sumaré, a partir das nove da noite, no Chapéu Brasil Olá galera de Campinas, eu sou a cantora Milene Tô passando aqui pra fazer um convite irrecusável pra vocês No dia 15 de janeiro, às 21 horas, estaremos no shopping Iguatevi no Teatro Oficina do Estudante para apresentar Uma Saudação às Divas. É isso mesmo, meus amores. Nesse dia, vocês terão dois shows em um. Além de me ver apresentando e homenageando Whitney Houston, terá também Li Martins apresentando e homenageando Celine Dion. Então, pra você que não quer perder esse espetáculo, já entre no site ingressosdigital.com.br e eu vejo vocês lá. Não vale perder, hein? Um beijo. Até lá. E para fechar a programação, Denis DJ traz seu show, o Baile do Denis, para Valinhos. Vai ser sábado, a partir das 5 da tarde. Espero que vocês tenham gostado das dicas de hoje. E até a próxima semana. Tchau! Soma a atualização, o espetáculo Vitor Polo, Violão de Afetos, programado para este sábado, amanhã, dia 15, às 4 horas, no Teatro do Sesc Campinas, está cancelado por motivos de saúde, tá certo? Então, a atualização acontecendo. Vamos falar sobre saúde agora? O Janeiro Branco é uma campanha para chamar a atenção de todas as questões e necessidades relacionadas à saúde mental e emocional. Então, sobre esse assunto, acompanhe agora o Saúde. Olá, mais um Saúde Agora no ar e hoje nós vamos falar sobre janeiro branco. Você sabia que este mês aí é considerado quando a gente tem que falar sobre a nossa saúde mental? Pois é um tema bastante importante e que muito tem se discutido nos dias de hoje. Por isso a gente trouxe esse assunto no quadro Saúde Agora. Mas quem vai detalhar mais este tema é ele que já está aqui na tela comigo. Ele é o coordenador do Departamento Científico de Psiquiatria da Sociedade de Medicina e Cirurgia aqui de Campinas. É o doutor Osmar Henrique Della Torre. Doutor, antes de começar o nosso bate-papo, muito obrigada por falar com a gente aqui do Saúde Agora sobre esse tema tão importante, né? Esse, Viviane, é o convite, né? E sim, é um tema bastante importante. Doutor, pra gente começar, eu tava vendo um pouquinho sobre esse assunto. Uma em cada dez pessoas apresenta algum tipo de transtorno mental. Uma em cada dez. Como o senhor analisa isso? Esse número é muito alto? Na verdade, isso são dados oficiais, mas a gente acredita que até seja subnotificado. Porque muitas pessoas acabam não procurando ajuda em alguns momentos. E os principais quadros que temos aí, dando esse volume, são os quadros da ansiedade e da depressão. Os dias atuais aí que são bastante comuns. E doutor, eu até ia falar sobre isso, né? Depressão e ansiedade, é o que mais se vê hoje em dia? Ah, sim. Os transtornos que se destacam aí na vida do adulto, a ansiedade e a depressão são os que mais acabam contribuindo para essas altas taxas, levando tanto a problemas sociais, econômicos, familiares, desenvolvimento, risco de suicídio, entre tantos outros que acometem. E doutor, muito se fala, como você acabou de dizer, de ansiedade e depressão. Tem uma explicação do que está acontecendo? Por que hoje a nossa saúde mental está tão, pode-se dizer, frágil ou tão afetada? Tem uma explicação para isso? Qual a palavra certa seria? O que está acontecendo com a nossa mente? A saúde mental, ela depende de diversos fatores, né, um bom sono, alimentação, questões associadas a exercício físico, momentos de lazer, então nessa sociedade, por exemplo, vivendo aí muito estresse, dificuldades de dormir, privação de sono, pressão do trabalho, estudos, desempenho, as mais diversas atividades podem, sim, levar a quadros de angústia, preocupação excessiva e, em algumas pessoas, a quadros mais graves, que acometem, sendo a depressão e a ansiedade os principais. Mas temos também a insônia, alterações da alimentação, entre outras. E, doutor, não tem como não deixar de falar, a gente está ainda nesse momento de pandemia, dois anos nesses anos, deu pra perceber que piorou? As pessoas estão mais ansiosas mais depressivas, até quem nunca tinha apresentado quadros assim, de repente começaram a ter? A gente percebe certa variação entre grupos, então por exemplo grupos que cuidam da área da saúde, que estão mais focados no cuidado mais expostos ao coronavírus eles acabam tendo um adoecimento maior Teve alguns grupos, as crianças, principalmente, o isolamento, deixar de ir para a escola, o contato social, um outro grupo que apresentou bastante risco para desenvolver transtornos mentais. Temos grupos que até melhoraram um pouco, com a questão do home office, que tinha uma pressão muito grande do trabalho, trânsito excessivo, acabaram ficando mais em casa, o home office ajudou. Então, é um pouco heterogêneo, dependendo do grupo. Mas, no geral, o que a gente percebeu é que houve, sim, mais ansiedade e alteração do padrão do sono, que é um dos principais encontrados nessa população. Doutor, quando a gente fala desse tipo de transtorno, é algo que pode afetar das crianças até os idosos? Como que funciona? Assim, quando a gente pensa em transtorno mental, a gente tem uma gama enorme ao longo do neurodesenvolvimento e ao longo do desenvolvimento etário. Então, as crianças, temos os quadros da hiperatividade, da desatenção, o autismo, mas também temos depressão, diversos tipos de ansiedades nas crianças, como a ansiedade de separação com relação aos pais e cuidadores, ansiedade de exposição social, quando ela vai, por exemplo, ter que apresentar um trabalho. O adolescente pode ter bastante quadro ansioso, depressivo, uso de substâncias psicoativas, drogas. O suicídio é uma coisa que acontece bastante nessa população. A população adulta, a gama enorme de quadros como depressão, ansiedade, alteração de sono, questões como a esquizofrenia, o transtorno bipolar, são alguns dos quadros que acometem bastante essa população. E na terceira idade a gente acaba encontrando depressão, ansiedade, alteração do sono com bastante e os quadros demenciais, os prejuízos cognitivos que são mais característicos do perfil da terceira idade. Doutor, quais são os principais sintomas? A gente consegue falar assim, de forma geral, que a pessoa deve prestar atenção, olha, se eu estiver sentindo isso ou aquilo, eu já devo ficar atenta? Ou até a família, o amigo deve prestar atenção e falar para aquela pessoa, olha, vamos ver o que está acontecendo? Tem assim um sintoma que acaba sendo geral para todo mundo? Quando a gente pensa em transtorno mental, a gente junta aí sintomas, características que o indivíduo apresenta, que duram um certo tempo. Então, um exemplo, na questão depressiva, tristeza, um dia, até alguns dias, não caracteriza uma doença em si, mas se isso persiste por mais de duas semanas, um mês, e gera um prejuízo funcional no trabalho, nos estudos, na qualidade de cuidado com a família, aí sim, ele gera problema. Então, no geral, para a gente pensar em um transtorno, eu tenho que ter diversos sintomas por um certo tempo e que gerem prejuízo na minha vida funcional. Então, vamos usar um exemplo não tão específico de doença, mas se a pessoa tem dificuldades para dormir, tem alteração do padrão da alimentação, tem uma perda do prazer nas coisas que antes gostava, prefere ficar mais isolada do que antigamente, tem prejuízo de memória, da concentração, e isso dura por mais de duas semanas, Nós estamos frente aí, provavelmente, a uma questão mais depressiva. Se a gente for pensar no outro quadro mais ansioso, preocupação excessiva, um medo sem grandes motivos, que comece a gerar uma dificuldade da pessoa sair de casa, tem um atraso nas atividades de trabalho, preferir também o isolamento, a gente pode estar em frente a quadros ansiosos, tanto o pânico quanto a ansiedade generalizada, que são os dois mais frequentes. Doutor, a gente está aí... Pode continuar, desculpa. A dica maior é prestar atenção em prejuízo funcional, seja na escola, seja nas atividades familiares, seja no trabalho, e que tenha uma duração um pouco acentuada, geralmente duas semanas a um mês, aí sim a gente recomenda que procure ajuda especializada. Doutor, a gente está aí no início de 2022 e ainda tem gente que se sente acuada, se sente envergonhada em falar que, olha, eu estou depressiva, eu estou com ansiedade, eu estou com algum transtorno mental. Porque a gente fala, problema físico, todo mundo chega, fala, eu estou com isso, estou com aquilo. Mas quando a nossa mente, ainda existe esse sentimento de vergonha, de receio de procurar ajuda? Tem muita gente que ainda acha que vai ser julgada? Ah, sim. Temos ainda muito preconceito, né? tanto em relação a quem sofre procurar ajuda, quanto até mesmo profissionais da área da saúde, médicos, enfermeiros, às vezes a gente acaba vendo certo preconceito, quando o paciente acaba procurando ajuda, porque tanto o suicídio, ou que está muito angustiado, tendo alguma crise, tipo pânico, ele chega a um serviço de saúde e acaba sendo visto como, ah, isso é frescura, se eu estivesse nessa mesma situação, eu também estaria assim, falta de Deus, a gente acaba vendo questões religiosas somadas. Felizmente, está havendo uma melhora nesse sentido. Com mais campanhas de promoção à saúde mental, de cuidados na mídia, isso é excelente, as pessoas perderam um pouco desse preconceito. Doutor, primeiro mês do ano, janeiro, considerado janeiro branco. Por que falar desse assunto em janeiro? e uma curiosidade, por que essa cor, a branca? O janeiro branco é uma atividade desenvolvida, começou no próprio Brasil mesmo, pessoal lá de Minas Gerais, com a ideia do branco simbolizando o início do ano, uma página em branco, aquela coisa de promessas de começo de ano, de mudança. Então, se atentar às questões de qualidade de vida, de saúde mental, Já desde o começo do ano, essa é a ideia principal. Então, esse branco seria assim, essa página em branco, uma virada de página, no início do ano, com uma nova perspectiva de cuidado. É importante essa realização de campanhas, falar sobre esse assunto? Sim, com certeza. Está dentro da questão de combater o preconceito, de facilitar a busca e a procura das pessoas por locais de atendimento especializado. Faz também parte mostrar que o paciente não é só físico, mas também as questões mentais. Ele pode se abrir com relação ao médico, pode buscar psicoterapia e colocar em outras atividades, além da questão só puramente física. Ele pode ter essa possibilidade de falar sobre suas questões psíquicas. Doutor, a sociedade até fez um vídeo falando sobre esse tema. Sim, a Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas tem esse objetivo, tanto de agregar a questão médica e de saúde, mas também de divulgação para a população em geral. Trabalhamos não só na campanha do janeiro branco, mas por exemplo, a do setembro amarelo, relacionada à prevenção ao suicídio, essas campanhas estão acontecendo ao longo do ano. Então, janeiro, setembro, são marcos principais, mas ao longo de todo o ano, a ideia da sociedade é trabalhar com a população, divulgando a informação e orientação. E quanto mais cedo a pessoa procurar ajuda, melhor, né? Com certeza. A gente sabe que o tempo é importante, por quê? uma depressão, uma ansiedade, a própria esquizofrenia é um padrão mais grave, quanto mais tempo para ser tratado, mais dificultoso vai ser para melhorar e também o prejuízo que vai causar no indivíduo ao longo desses meses ou até anos. Pessoas que demoram vários anos para buscar ajuda. A gente sabe que isso causa uma mudança do ponto de vista neurológico. Conexão dos neurônios, isso modifica dentro do nosso cérebro. Não é só uma questão do humor, mas também uma modificação dos neurônios. Doutor, quando a gente fala em tratamento, acaba sendo uma junção, muitas vezes, medicamento com uma terapia? Quando a gente pensa em tratar a doença mental, em restabelecer essa saúde, qualidade de vida mental, a gente pode lançar mão tanto de medicamentos, psicofármacos, que podem agir, especificamente em algumas regiões cerebrais que estão com certo prejuízo. A psicoterapia, nas suas diversas formas, é bastante interessante trabalhar as questões de angústia, dificuldades, crenças, limitações, que muitas vezes as pessoas acabam tendo. E é uma junção também de atividade física regular, padrão de sono regular, com certo momento de despertar e de dormir, tem que ter essa certa regularidade. A questão associada a lazer, ter momentos de descontração, seja individual ou em família, a gente sempre acaba recomendando, são medidas muitas vezes simples que ajudam demais nesse restabelecimento. Pode-se dizer que a saúde mental e a saúde física andam juntas? A mente e o corpo andam bastante juntos. Mente sã, corpo sã, é o famoso ditado. Então eles andam e caminham juntos. Um exemplo na questão da atividade física, a gente sabe que a atividade física regular, ela consegue modular a neurônio, ela consegue aumentar a produção de certas substâncias que ajudam na conexão desses neurônios. Então, o exercício físico é sempre recomendado. Doutor, para quem está assistindo a gente nesse momento, qual que é o recado que o senhor deixa nesse mês de janeiro, janeiro branco? O recado principal, as pessoas, é aproveitar esse início de ano, colocar as promessas que estavam engavetadas, colocar na prática, projetos de cuidado em saúde, atividade física, dieta, que a gente sempre começa no final do ano, tentar seguir um pouco nesse sentido. E aqueles que estão com sofrimento, angústias, sintomas que incomodam, Ou eles, ou pessoas que percebem, procurar ajuda. Os dispositivos que existem, tanto em redes como SUS, particular, redes conveniadas, a gente tem uma gama enorme para buscar esse cuidado em saúde. E fazendo tratamento, buscando ajuda, é possível ter uma vida normal, né? Começar 2022 aí com tudo. Com certeza. O objetivo principal é ter saúde mental. e a saúde mental, para viver esse ano, enfrentar as dificuldades e conseguir entender metas, objetivos, colocar na prática essas mudanças tão importantes nesse ano de 2022. Doutor Osmar Henrique Della Torre, ele que é coordenador do Departamento Científico de Psiquiatria da Sociedade de Medicina e Cirurgia aqui de Campinas. Doutor, infelizmente o nosso tempo é curto, fica aqui o convite para o senhor participar do Saúde Agora e também dos demais programas aqui que a gente tem sobre saúde. Muito obrigada. Muito obrigado, Diana, e um bom 2022 a todos. Para o senhor também, muito obrigada pela sua participação e assim a gente encerra o quadro de hoje, Saúde Agora. Se cuida da sua mente e do seu corpo também. Tchau. Notícia importante agora em Davi Chavante, é o garoto indígena de 8 anos que faz tratamento de saúde em São Paulo. É a primeira criança vacinada do Brasil contra a Covid-19. Nós estamos acompanhando algumas imagens aqui do governo do estado de São Paulo. O garoto recebeu a primeira dose agora há pouco, hoje cedo. Lembrando que a campanha de vacinação infantil em São Paulo começou após a entrega do lote inicial de 234 mil vacinas pediátricas da Pfizer à Secretaria de Estado da Saúde. As equipes da pasta receberam o imunizante no final da manhã desta sexta-feira e a distribuição para todas as regiões do estado será iniciada até o fim da tarde. Aqui em Campinas, a gente aguarda um posicionamento da Prefeitura sobre o início da vacinação. Tom Garoto, de 8 anos, que faz um tratamento na cidade de São Paulo, recebeu a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Ótima notícia. Bom, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo, o último aqui no nosso Câmara Total e na volta, olha só, já está aqui na minha tela, hein? Tem cozinha fácil, o que será que o Michel Amorim vai fazer para a gente, hein? Depois do intervalo a gente descobre. Último bloco do nosso Câmara Total E o Cozinha Fácil convidou mais uma vez a mixóloga Dulce Parmesani Para ensinar a fazer dois coquetéis Você gosta de café, maracujá e suco de limão com hibisco? Bom, vamos acompanhar atentamente e anotar o passo a passo dessa receita. Coffee Time and, olha só o nome, Lime Tea. Será que é isso mesmo? Bom, vou deixar para o nosso Michel Morim e para a nossa mixóloga a partir de agora. Olá, mais uma edição do Cozinha Fácil no ar. E olha só, estamos de volta e hoje com drinks. E olha quem está de volta aqui no programa, a Dulce. Tudo bem, Dulce? Tudo bem, Michel. Como é que você está? Estava com saudades já, né? Pois é. A Dulce que fez sucesso aqui no último programa. Ela ensinou coquetéis. Foi sucesso? Foi sim. Que bom, que bom. Pessoal nas redes sociais da TV Câmara adoraram os drinks que ela ensinou. Principalmente um que você ensinou com algodão doce. Foi sucesso. Algodão doce é sucesso em todos os lugares, né? Chama atenção, não é? Muito, muito. Fica bonito e eu posso falar que fica muito gostoso. Aliás, se você aí de casa perdeu esse programa, é só entrar lá no YouTube da TV Câmara Campinas. tem a playlist do Cozinha Fácil e aí você consegue encontrar esses dois programas com a Dulce. Bom, mas aí ela trouxe hoje novidade então o que a gente vai ensinar pro pessoal de casa? Olha, Michel trouxemos novidades aqui de formas mais rápidas ainda, porém envolve uma preparação antes, que eu vou ensinar também como fazer essa preparação antes mas a gente tem aqui um drink de café e um drink que é base praticamente uma caipirinha de suco de limão com xarope de açúcar Bom, a gente vai ensinar, então, coquetéis sem álcool. É sem álcool. Hoje em dia é chamado de moquetéis. Tá muito em alta hoje os moquetéis. Até por questões de conscientização, né? De beber enquanto você não está dirigindo. Então, pra você tomar um drink bonito, a gente tem a opção sem álcool dos coquetéis. Agora, se você ficar até o final do programa, né? Pra aprender a fazer esses drinks maravilhosos, lindos, porque ficaram... Ficou lindo, né? E aí eu vou pedir para a Dulce ensinar a vocês com que bebida alcoólica, né, olha só a moderação, com qual bebida alcoólica que harmoniza com esses drinks. Então fique até o final. Enquanto isso, a gente vai ensinando aqui, vamos falar sobre os ingredientes desses coquetéis e são ingredientes de fácil acesso. Com certeza, são ingredientes de fácil acesso. Vamos por qual você prefere começar? Vamos começar por esse daqui, ó, que tá maravilhoso. Ele tá lindo, né? Três cores, né? Eles são três cores. O que acontece nesse coquetel? Ele é uma base, como se fosse uma caipirinha. Eu acho que no outro programa eu não ensinei a fazer xarope de açúcar, né? Não. Isso é novidade pra essa edição, hein? Pessoal, ó, a gente fez um coquetel aqui. Ele tem um coquetel alcoólico que ele chama Banzeiro, que é de um bartender super conhecido de São Paulo. Reproduzi ele aqui pra gente fazer ele sem álcool. Ele é base de suco de limão, xarope de açúcar. Como que é feito xarope de açúcar? Sabe aquele caldo, tipo, antes de chegar num ponto de caramelo que faz o pudim? Exatamente. É fazer uma calda super concentrada do xarope de açúcar. A gente fala que é sempre duas partes de água pra quatro de açúcar. Então sempre o açúcar é maior que a parte de água, pra ele ficar super concentrado. E a gente vai usar as dosagens que o pessoal vai ter também pra anotar, né? Exatamente. Eles estão acostumados, já estão lá preparados, pegando o carderninho, né? E pegando o celular pra anotar. Exato. Que perfeito, perfeito isso. O xarope de açúcar já ajuda super rápido a diluição pra adoçar o suco de limão. A gente deixou frisante com tônica. A gente completou tônica pra dar um sabor também e trazer as notas do amargor da tônica. A brincadeira de deixar esse cordão vermelho, você viu que ele não mistura, né? Ele fica com uma densidade totalmente diferente. aqui eu fiz uma infusão de hibisco em uma vodka, adicionei água pra dar uma diluída e não ficar alcoólico então o porcentagem de água ficou bem maior e diluiu total o álcool o hibisco quando ele é infusionado, se você fizer chá ele dilui, aí ele fica totalmente denso a gente diluiu em frio então água fria e somente no destilado ele vai, quando você coloca com super cuidado, ele faz esse cordãozinho vermelho em cima, e também vai fazer parte da, na hora de você experimentar que você vai sentir, e tem esse detalhe da espuma, né? O segredo, então, do hibisco é colocar com delicadeza. Colocar com super delicadeza. Vocês vão ver que é colocar com super cuidado, pode colocar nas costas de uma colher, que ele vai escorrer bem devagar, que ele não vai diluir, já sobe e fica um cordãozinho super em cima da taça. Ok. E aí, a nossa espuma? Então, o pessoal gosta muito da espuma, né? Chama atenção a espuma, né? A espuminha, a tradicional é tipo do muscomule, que o pessoal conhece, que é de limão com gengibre. E também vai xarope de açúcar. E é colocado naquele sifão. Aqui eu fiz uma brincadeira de trazer com um pouquinho de chá de camomila. Aí eu fiz um chá, trouxe um toque de camomila aqui pra trazer um diferencial. E aí a espuma vai ficar dando um conjunto aqui de sabores. Você vai sentir primeiro a espuma, o hibisco e depois vem pro suco de limão, que é a base dele adoçado com a tônica. Mas e se eu não tenho todo esse equipamento, sifão, dá pra fazer ou eu retiro da receita? Dá pra fazer. Hoje em dia tem facilidades que tem algumas espuminhas prontas, próprias pra drinks, que tem no estilo sifão de chantilly que você compra no mercado. Não exatamente chantilly, tá? Tem várias marcas no mercado que vende a espuminha pronta de gengibre, de limão siciliano, própria pra drinks. Aí você pode substituir a do sifão por essa espuminha que é a mesma coisa. Não é desculpa, então, de... Ah, não vou fazer porque não tenho esse ingrediente. É, a espuminha, o pessoal acha um pouco mais complicado, né? Não, não, é fácil também de fazer adaptações pra fazer em casa. Lucy, vamos fazer o seguinte? Vamos, então, mostrar pro pessoal de casa os ingredientes das duas receitas, aí a gente volta e fala sobre a segunda? Perfeito, vamos lá. Então, olha aí. Anote aí, 40 ml de café expresso, 40 ml de suco de maracujá, 30 ml de xarope de açúcar E marshmallow para decorar 40 ml de suco de limão cravo 40 ml de xarope de açúcar Uma latinha de tônica Hibisco infusionado E espuma de limão, gengibre e camomila E para decorar, você vai usar flores comestíveis Anotou tudo que vai nos nossos dois drinks? Bom, agora, conforme prometido, a gente segue aqui explicando o segundo drink Faltou então falar sobre o segundo Exato, o segundo drink Que tá lindo também, com esse marshmallow aí de coração Você imaginava que dava pra fazer um drink de café gelado? Não. Pessoal, dá pra fazer drinks assim, tão exóticos, assim, dá pra explorar tantos sabores. E a gente fez uma combinação aqui super bacana de um drink de café com café expresso. Você pode fazer tanto café coado também, pode servir. Tem que ser café forte. Tem que ser bem concentrado e sem adoçante, sem adoçado. Açúcar, nada. Só em puro mesmo, super concentrado. Aqui a gente usou o café A dose com uma xícara pequena de café Suco de maracujá concentrado Você pode fazer tanto da fruta Ou pode usar sucos prontos convencionais de mercado Que você já encontra concentrado E a gente adoçou ele um pouquinho Também pra quebrar um pouco a acidez Mas adoçamos na hora de bater na cocteleira Ele é um drink bem bacana Que quando você coloca o café quente Em contato com o gelo Quando você bate em cocteleira Ele faz uma espuminha própria do café Parecendo um espresso gelado Hum, verdade. Então ele fica super bacana, então ele é legal batir na coteleira, mas você pode fazer mexido também que ele vai dar o mesmo potencial de sabor. Dulce, chegou então aquele momento do pessoal acompanhar como é que faz as nossas receitas. Vamos lá então? Vamos lá. Olha aí. Em uma taça, você vai adicionar o gelo, o suco de limão, o xarope de açúcar e complete com a tônica. Por último, você vai fazer um colarinho de hibisco e finalizar com a espuma. E aí é só decorar com a flor comestível. Está pronto o nosso drink. Em uma coqueteleira, adicione o gelo, o café e o xarope de açúcar. O suco de maracujá E aí é só agitar bem E está pronto o nosso drink. Agora que você já viu como é que faz os nossos coquetéis Chegou o momento de eu experimentar Tô sem máscara, mas olha só Nossa equipe, ela seguiu todos os protocolos Pra ter uma gravação segura Ok? Pandemia não acabou ainda Então, vacine E aí a gente segue aqui, né, com o programa Enquanto eu vou fazer esse trabalho difícil aqui Você sempre fica com a parte mais difícil, né, Alexandre? Ah, eu fico, né? Eu vou pegar primeiro o nosso drink aqui com a espuma De gengibre, camomila e limão Enquanto eu tô aqui, ó, degustando Pessoal de casa, que gostou, né, dos drinks? Ah, não quero fazer Quero experimentar o que a Dulce faz E aí, tem como? Então, é a forma mais fácil também Você me levar até a sua casa pra fazer pra você Eu tenho uma empresa de serviço de bar E a gente tem atendimentos a domicílio Com privê eventos Qualquer tipo de comemorações A gente faz Então, pode entrar em contrato comigo nas redes sociais No Instagram É arroba duci.parmesani E da minha empresa chama Drink Experience Também contato no Instagram Lá tem bastante coisa diferente pra ver também Sabe o que a gente pode fazer? Já vou te dar uma ideia para a próxima, hein? Você sabe que a gente dá para personalizar seu drink, né? Eu acho que só joguei uma ideia para a próxima. Olha só, diferente. Bom, posso falar sobre esse daqui, então? Por favor, o que você achou desse drink? Olha, gente, é uma combinação perfeita. E aí, não é só o sabor, né? Tem o olfato, né? Exato, tem todo o aroma, né? Eu gosto muito de flores decorativas e comestíveis. Que também é uma experiência O pessoal às vezes não gosta de comer a florzinha Mas também a florzinha faz todo sentido Essa florzinha que a gente tá usando aqui Ela é amor perfeito E ela é comestível Então você pode comer ela mesmo Que também tem uma experiência Tem algumas florzinhas que são mais docinhas, mais azedinhas Amarguinhas Então faz todo o trabalho do conjunto do coquetel ali também E aí a gente consegue sentir então o hibisco, o limão Você gosta de cítrico ou doce? Eu gosto de doce De doce? Doce, mas também gosto de cítrico. Esse ficou equilibrado, então. Ficou equilibrado. Agora vamos ver esse daqui de café? E fala mais um pouco desse drink personalizado. Então, o café, por ser mais potente, eu gosto de trabalhar ele também com uma quantidade um pouco menor do café, né? Pra se não ficar muito enjoativo a gente fazer uma taça muito grande. Então, a potência dele de sabor, com a acidez do café, mais o suco de maracujá, traz, assim, umas notas bem bacanas, assim, pra uma experiência diferente do drink. E combina com o friozinho, com todo esse clima que nós estamos vivendo agora. Olha, parece que o café foi adoçado com maracujá. Não parece? E assim, tem o mínimo de açúcar. Eu tento trabalhar o mínimo de açúcar nos drinks, até mesmo no gin tônica. A própria tônica já tem açúcar, então eu tento o mínimo possível trazer açúcar, que também não faz muito bem para a saúde, né? A gente pode usar tanto os açúcares da própria fruta, do próprio maracujá, então isso ajuda bastante. Gente, super combinou. Super. No primeiro momento... E o marshmallow também é pra comer, tá? No primeiro momento, você fala assim, poxa, maracujá com café, isso não vai dar certo, né? Mas o nosso paladar, quando experimenta coisas diferentes, o primeiro momento é rejeição. Quando você começa a forçar, você vai sentindo os sabores, você vai associando com várias coisas, aí você acaba gostando e experimentando coisas diferentes. Adorei. Pessoal de casa, tem que fazer. Tem que fazer. Bom, antes de encerrar o programa, vou deixar aqui, ó, a Dulce falar pra vocês, né, o que que harmoniza, então, de bebida alcoólica nesses dois drinks pra gente encerrar. Gosto muito de fazer também, surpreender nos drinks, nos moctéis, né, que a gente chama hoje de drinks sem álcool. Mas também, os alcoólicos também ficam muito bacanas. O primeiro drink que nós experimentamos, o gin combina super bacana com ele. O de café, rum ou vodka, ele combina super com o café. Então, pelas notas do rum, da cachaça, fica muito bom. Combina, dá pra fazer com gin também. Tem que dar as adaptações. Bom, conforme prometido, passamos aí então essas dicas. Ducy, quero agradecer a participação aqui no programa. Eu que agradeço mais uma vez por estar aqui. Imagina, e olha só, ela volta pra ensinar mais dois drinks. Combinado? Combinado, tô aqui. Sem spoiler, vai ter que acompanhar então a programação da TV Câmara Campinas. E aí, em algum momento, vocês vão descobrir que drinks são esses. Fechou? Perfeito, vamos embora, vamos fazer mais drinks, hein? Tchau, tchau, até mais. Tchau, tchau. E assim ficou pronto. E o Câmara Total fica por aqui, muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência, continue aqui na TV Câmara Campinas, ótimo fim de semana e nos vemos na segunda-feira, às 11 horas da manhã, ao vivo e com muitas informações, hein? Até lá, tchau, tchau. Música Legenda Adriana Zanotto
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do CÂMARA TOTAL

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
2:25:16

CÂMARA TOTAL

2:11:54

CÂMARA TOTAL

2:00:01

CÂMARA TOTAL

1:19:03

CÂMARA TOTAL

2:00:30

CÂMARA TOTAL

2:38:23

CÂMARA TOTAL

2:01:44

CÂMARA TOTAL

2:24:11

CÂMARA TOTAL

2:30:52

CÂMARA TOTAL

1:58:11

CÂMARA TOTAL

2:40:15

CÂMARA TOTAL

2:16:53

CÂMARA TOTAL

2:22:57

CÂMARA TOTAL

2:13:59

CÂMARA TOTAL

1:52:13

CÂMARA TOTAL

2:21:29

CÂMARA TOTAL

2:21:07

CÂMARA TOTAL

1:43:35

CÂMARA TOTAL

2:10:16

CÂMARA TOTAL

1:44:01

CÂMARA TOTAL

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
37:53

Ser Empreendedor | Confecção e Venda de Uniformes

35:01

Genius 3.0 | IA e Avatares Copa 2026

31:50

Em Pauta | Luis Yabiku

31:28

Saúde é Vida | Tumores Cerebrais - Tipos /diagnósticos e Tratamento

1:06:47

Questão de Ordem | Junho Verde

47:54

Faça Você Mesmo | Boneca de Pano

38:39

Ponto de Vista | Futebol e Identidade Brasileira

16:39

Na Tribuna | Transporte Público Campinas