Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
O item sete foi aprovado pelos vereadores presentes. É o projeto de lei de autoria do vereador Benê Lima, sobre a reserva de vagas em atividades de artes marciais promovidas ou subsidiadas pelo poder público em Campinas para alunos matriculados na rede pública municipal de ensino. O parlamentar explicou a proposta. Hoje nós não temos essa regra aqui na cidade de Campinas. Eh, todo o convênio que a prefeitura faz com eh empresas privadas ou ou ela banca ou ela financia, ela não tem essa regra de ser aluno da rede municipal. Então eu crie esse projeto de lei para que eh siga esse parâmetro, para que 30% das vagas desse custeio que seja desse evento custado pela prefeitura eh seja reservado para alunos da rede municipal e para pessoas carentes. Então que ele comprove aí que ele que ele tem essa que ele é aluno da rede municipal e também necessita aí eh desse aparto aí da por parte da prefeitura. Primeiro, eu tenho quase absoluta certeza que seria a questão financeira e também a questão das vagas, eh, acesso, né? Tem muitas crianças que mesmo que tenha um esporte lá no Taquar, ela não tem como sair lá do Campo Belo, do Dique, das áreas mais afastadas assim para praticar esse esporte. Então, tem esses vários fatores aí, mas esse projeto de lei aí ele ele bem divulgado, ele vai sanar um pouco dessa desigualdade aí na cidade de Campinas. Ainda na reunião ordinária de número 50, os parlamentares também aprovaram o item 14.1. Em primeira análise de autoria do vereador Herbert Ganém, o projeto de lei que era a instalação de placas de sinalização de silêncio em instituições e locais, públicos ou privados, que atendam pessoas com o transtorno do espectro autista. todo o projeto que a gente faz no gabinete, que a gente propõe que vire uma lei, né, primeiro vem um projeto de lei para que depois vire uma lei, é em conversa com a população. Então, eh, os familiares sempre nos procuram, nos trazendo informações, ideias, sugestões. E uma das ideias foi essa, uma sugestão, né, pedindo que a gente crie uma conscientização, né, que hoje nós temos muitas crianças atípicas, né, e com mais diagnósticos. Hoje a informação também chega, né? Então, e foi um pedido dos pais que nos trouxeram. A pessoa hoje a gente sabe que tem que ter silêncio no hospital, né? No posto de saúde, tem até uma plaquinha lá, faça silêncio. Mas no mundo que nós vivemos hoje, há muito ruído, né? As pessoas falam alto, celulares ligados e não só no hospital, né? Não só no posto de saúde, a gente também quer que lá no Cras, né? também que atenda também famílias atípicas também tenha silêncio. Eu acho que hoje o mundo está eh muito barulhento, né? Existe muito ruído. Então a gente tá propondo essa ideia, né, de colocar essas placas sinalizando. Eh não não gera multa nada, mas é uma informação. Primeira conscientização, né, para que todos entendam. Se você vê uma placa ali sinalizando para você, você tem que parar o seu carro, você vai parar o carro. Você tem uma placa ali, ó, você tem que fazer silêncio nesse ambiente. Então já cria-se uma conscientização, poxa, eu tenho que ficar quieto aqui, né? Ou fazer o menos barulho possível. Então essa é uma ideia que a gente quer que avance. Então que que a população que vá um setor público ser atendido ali, fal assim: "Poxa, ali eu tenho que o tempo que eu estiver ali eu vou para ser atendido, né? Não para ficar conversa, mexendo no celular, ouvindo música". Então a gente acredita que vai avançar com essa conscientização.