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Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você que nos assiste. Na noite desta segunda-feira, 16 projetos estavam na pauta. 14 deles foram aprovados pela Câmara. Um, de autoria do vereador Herbert Ganém, foi aprovado em segunda discussão e trata da sinalização de silêncio em instituições e locais públicos ou privados que atendam pessoas que têm o transtorno do espectro autista, o teia com os dizeres: ambiente silencioso, respeite as pessoas com teia. O parlamentar conta como surgiu a ideia. Os familiares sempre nos procuram, nos trazendo informações, ideias, sugestões. E uma das ideias foi essa, uma sugestão, né, pedindo que a gente crie uma conscientização, né, que hoje nós temos muitas crianças atípicas, né, e com mais diagnósticos, hoje a informação também chega, né, então foi um pedido dos pais que nos trouxeram. A pessoa, hoje a gente sabe que tem que ter silêncio no hospital, né? No posto de saúde, tem até uma plaquinha lá, faça silêncio. Mas no mundo que nós vivemos hoje há muito ruído, né? As pessoas falam alto, celulares ligados e não só no hospital, né? Não só no posto saúde. A gente também quer que lá no Cras, né? Também que que atenda também famílias atípicas também tenha silêncio. Eu acho que hoje o mundo está eh muito barulhento, né? existe muito ruído. Então, a gente tá propondo essa ideia, né, de colocar essas placas sinalizando. Eh, não não gera multa nada, mas é uma informação que aquele ambiente também tá atendendo pessoas ali com terra e tem que ter o devido respeito com eles também. Pelo texto, a sinalização poderá ser instalada em escolas públicas e privadas, centros de educação especial, clínicas de atendimento e reabilitação, unidades básicas de saúde, espaços públicos culturais, esportivos e de lazer que desenvolvam atividades inclusivas. Antigamente você ia em algum local, você não era difícil ver alguém com fone de ouvido, né? Ele não está ouvindo música, ele está evitando ouvir o som que vem de fora, né, para que ele ali não não entre em crise, então que ele fique calmo. Antes não tinha isso, pouco tempo atrás, hoje já tem as pessoas andam com fonees, seja uma criança, seja um adulto, um adolescente, e essas pessoas precisam estar inseridas na na comunidade, na sociedade, né? Eh, vai ter que ficar andando com forne ouvido, não tem que ser respeitado também. Se eu vou num hospital, eu quero ser atendido, né? e quero que tenha um respeito comigo. Se eu vou até UNCRAS, quero ser atendido, quero que tenha um respeito comigo. O setor que eu for, eu quero que eu que eu tenha o meu direito garantido. Cria-se uma conscientização, poxa, eu tenho que ficar quieto aqui, né? Ou fazer o menos barulho possível. Então, essa é uma ideia que a gente quer que avance. Então, que que a população que vá um setor público ser atendido ali, fal assim: "Poxa, ali eu tenho que o tempo que eu estiver ali eu vou para ser atendido, né? não para ficar conversa, mexendo no celular, ouvindo música. Então, a gente acredita que vai avançar com essa conscientização. O projeto segue agora para a sanção do prefeito para se tornar lei em Campinas. A reunião completa pode ser conferida no canal da TV Câmara Campinas no YouTube e no portal tvcamaracampinas.com.br. A pauta com todos os detalhes no campinas.sp.lege. É com você aí no estúdio, Gabriel. Yeah.