Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Violência, discriminação e adoecimento relacionados ao trabalho estão entre os desafios enfrentados diariamente por muitos trabalhadores. Para ampliar o debate e incentivar políticas públicas de enfrentamento, a Câmara de Campinas mantém a Frente Parlamentar de enfrentamento às violências relacionadas ao trabalho. Neste primeiro semestre, o grupo promoveu uma reunião para discutir o racismo no ambiente de trabalho. De acordo com a presidente da Frente Parlamentar, a vereadora Mariana Conte, outro destaque foi o avanço da proposta que consolida o serviço 156 como um canal oficial para denúncias de violência e adoecimento relacionados ao trabalho em Campinas. A gente tá tendo muitas dificuldades implementação de fato desse canal. A verdade é que a gente tá em visto que a prefeitura da SAD não tem atuado no sentido com apesar da boa vontade dos servidores, a prefeitura Dário Sag tem desmontado o serviço, que são serviços que fazem a fiscalização das relações, das condições de trabalho que atendem os trabalhadores. O Sereste é um serviço que cumpre um papel muito importante e a verdade é que a gente tem tem visto é que a o prefeitário SAD ele abandona a proteção dos trabalhadores e acaba incentivando, dando proteção para as empresas que estão adoecendo os trabalhadores. A gente sabe qual é a realidade da vida dos trabalhadores no Brasil, né? a gente precisa, enfim, se o o trabalhador se mata de trabalhar, muitas vezes se se expõe ao risco, não tem tempo, escala-se por um adoece, a gente tem o adoecimento psíquico, então tudo isso faz parte e a gente tem, por isso a gente tem defendido a ampliação dos serviços, né? E essa é o papel da Frente Parlamentar de Combate às violências contra eh de combate às violências relacionadas ao trabalho. E nós temos também atuado, a gente atuou muito no questão da denúncia de racismo, que a gente teve denúncias de racismo, nós atuamos porque a gente sabe que os preconceitos que tem na sociedade também afeta a vida do trabalhador, como a misogenia, o próprio racismo. Então essa foi a atuação da Frente Parlamentar. Nos próximos meses, a expectativa é aprofundar o diagnóstico sobre as condições de saúde dos trabalhadores, acompanhar instituições e movimentos que atuam na área e ampliar o debate sobre as medidas de prevenção e enfrentamento às diversas formas de violência no ambiente de trabalho. Olha, uma coisa muito importante que a Frente Parlamentar atua foi a criação do SINAS, que é uma demanda nacional. Nós intermediamos uma audiência pública junto com a deputada federal Samia Bonfim para a constituição do SINAST, que é um sistema nacional de saúde do trabalhador. A ideia é que toda que seja interministerial, que todos os ministérios considerem a saúde do trabalhador como elemento ponto zero de qualquer política. A gente, o nosso lema é: ninguém tem que morrer de trabalhar. Trabalho deve servir para pra gente conseguir levar nossa vida. o trabalho, porque todo mundo quer fazer um trabalho que realize, quer criar o trabalhador, ele quer ter satisfação com o seu trabalho. A gente não pode admitir que os trabalhadores morram de de tanto trabalhar e acabam adoecendo. Então esse vai ser a grande atuação, Sinach, defesa do trabalhador e também o fim da escala 6 por1, porque é um pontapé, é um ponto necessário pra gente avançar na saúde do trabalhador. Yeah.