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A entrega do título de cidadão campineiro alquímico Fernando Antônio Santos Coelho foi realizada na sala do Conselho Universitário da Unicamp. A honraria entregue a pessoas que tenham reconhecidamente prestado relevantes serviços à Campinas, é uma iniciativa do vereador Wagner Romão, que na leitura da biografia do pesquisador enfatizou a atuação do atual coordenador da universidade. Chegou a Campinas com a família vindo de Maceió em 26 de junho de 1995 para assumir o desafio de trabalhar na Unicamp, retomando em julho a carreira acadêmica na Universidade Estadual de Campinas. reconhecida pela sua excelência acadêmica, acolhido no Instituto de Química, ali permaneceu, permanece ao longo de 30 anos desenvolvendo seu potencial profissional e humano. Ocupa o cargo de professor titular desde janeiro de 2011. Na carreira acadêmica já publicou mais de 130 artigos científicos, orientou 52 teses e dissertações, 27 estágios de pós-doutorado, vários trabalhos de iniciação científica em âmbito nacional e internacional e recebeu em 2012 o prêmio de reconhecimento acadêmico Zeferino Vais, indicado pelo Instituto de Química. Na administração da universidade, foi chefe do departamento de química orgânica no Instituto de Química em diversas ocasiões, assessor da Pró-Reitoria de Pesquisa da Unicamp 2013 e 2017, pró-reitor de extensão, esporte e cultura da Unicamp e 2025 e atualmente ocupo o cargo de coordenador geral da Universidade Estadual de Campinas. O homenageado lembrou quando ainda na adolescência, pela primeira vez ouviu falar da Unicamp. A primeira vez que eu pensei em Campinas, eu estava realmente refletindo, foi um comentário que eu inclusive fez, que eu fiz na cerimônia de posse. Eu, quando era jovem, eu tinha hábito de ler todos os domingos o Jornal do Brasil. Para aqueles que são da minha época, o Jornal do Brasil era um dos dos eh jornais mais importantes do Rio de Janeiro. Era uma época que eu tinha uma imprensa não comprometida que realmente fazia crítica e fazia elogios, então dava posições neutras para que você pudesse tomar a sua posição. Então o Jornal do Brasil tinha um caderno que era o caderno D do Jornal do Brasil. E nesse caderno, eu me lembro perfeitamente de uma reportagem falando sobre a nova universidade brasileira. E a nova universidade brasileira era a Universidade de Campinas, né? Eu me lembro perfeitamente, eu tinha até na faixa de uns 14, 15 anos que eu devorei aquele texto. Falava obviamente do Zferino, falava da ideia do Zferino, de como que ele pensou a constituição de uma universidade como Campinas. E obviamente a gente que coisa interessante, que projeto legal. E ficou esse primeiro registro em Campinas. Coelho, que é do Rio de Janeiro, falou da importância do reconhecimento como cidadão campineiro. Então, eu fico muito contente e particularmente orgulhoso de poder receber esse título. Eu recebo esse título com muito orgulho, é algo que vai ficar guardado no meu coração. Alguém comentou mais você é carioca, mas agora também eu sou campineiro. E obviamente eh esse esse esse diploma vai estar num lugar muito bem caracterizado dentro da minha sala e vai estar comigo eh até o final dos me dois dias. Yes.