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[música] O município de Campinas passa a contar com o novo marco em seu calendário oficial de eventos. Foi sancionada a lei número 16.860 860, de autoria do vereador Paulo Hadad, que institui a Semana Municipal da Dança. A iniciativa, que será realizada anualmente na quarta semana de agosto, tem como objetivo principal transformar a cidade em um polo de referência artística, promovendo a profissionalização de coletivos, academias e companhias, além de incentivar a ocupação de espaços públicos por toda a cidade. É importante que a gente vai dar visibilidade a esses profissionais. criar todo um ambiente, não só de formação, de atualização, né, para as pessoas que queiram se aprimorar, as oficinas de danças, enfim, as academias de danças que se envolvam nesse projeto, artistas, né, que eventualmente tem aí carreira solo, mas queiram também participar, parcerias com entidades privadas. Então acho que isso traz pra cidade de Campinas e pro artista em si uma visualização, uma oportunidade que até então ele não tinha, né, eh, a especificidade. A proposta prevê uma estrutura de apoio que contempla o aprimoramento da gestão administrativa e financeira dos profissionais do setor. A própria formação, o aprimoramento, né, essas oficinas vão ajudar nesse sentido. E é legal porque você traz e eh alguns professores que poderão fazer um trabalho diferenciado com alguns artistas, né, que se tornarão ali naquele momento alunos, né, para que eles possam aprimorar a sua técnica, aprimorar a sua capacidade de entrega pra população, que com certeza a população eh irá abraçar esse projeto, irá abraçar essa semana e interagir com todos os atores nesse é momento tão especial da nossa cultura, da nossa arte na cidade de Campinas. A lei determina que todas as atividades promovam a inclusão e a acessibilidade, assegurando o envolvimento de toda a população. A gente tem que ter a acessibilidade, mais do que isso, a inclusão. Então, hoje nós temos eh eh uma leitura, um olhar todo especial para aquelas pessoas que até então no no passado não muito distante, elas eram, né, ela elas não tinham a a a preocupação e e o o a atenção que hoje não só o poder público, mas eh as famílias hoje têm, né, uma preocupação especial. Vamos colocar aqui um algo que é tá tá muito em pauta, o transtorno do espectro altíssimo. Então você tem crianças ou adultos hoje que são diagnosticados tardiamente com esse transtorno que, né, de alguma forma passaram anos, né, sem uma uma atenção, sem um olhar mais carinhoso, um olhar mais crítico e e inclusivo que a gente tem que ter nos dias de hoje. [música]