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Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da reunião ordinária de número 59. Os vereadores se reuniram para discutir e votar os seis projetos que estavam na pauta. O repórter André Aranha acompanhou tudo e traz agora as informações. Então, seja bem-vindo e boa tarde, André. Bom, é isso aí, Gabriel. Boa tarde para você, boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia. Como você disse, ontem foi realizada a reunião ordinária de número 59. Conosco no intervalo regimental conversou o Paulo Hadad sobre o projeto de lei complementar que é de autoria do prefeito que afeta bem público municipal para implantação de unidade de saúde. Ele falou a respeito disso como líder de governo na Câmara. acompanhe para que essa área seja destinado paraa secretaria de saúde, para que a Secretaria de Saúde possa fazer ali uso desse desse terreno. É um terreno de 2.000 m², pouco mais de 2.000 m², que a Secretaria de Saúde ela tem a intenção de construir ali o Distrito Norte, toda a parte, né, administrativa do Distrito Norte. Essa área inicialmente era até era uma área que tava sendo cotada ou poderia ser utilizada para uma unidade básica de saúde, o posto de saúde do Jardim Chapadão. Mas nós tivemos a felicidade de conseguir uma área próxima ali o a ao colégio Marechal Malé, uma área de mais de 2.000 m², quase 3.000 m², né, que essa área foi desafetada e destinada ao posto de saúde. Então essa nova área, né, que hoje estaremos votando, é provavelmente vai ser uma unidade administrativa da Secretaria de Saúde. Se o terreno já pertence à prefeitura? Sim, o terreno hoje ele faz parte, né, eh, de um condomínio, é uma área eh que é apartada do condomínio, mas fazia parte de um de um de um uma gleba de terra. E essa gleba de terra, ela foi destinada à Prefeitura Municipal de Campinas. Então é uma área pública, essa área pública agora está sendo desafetada e sendo destinada à Secretaria Municipal de Saúde paraa realização, né, de uma unidade que será uma unidade administrativa para que a prefeitura possa fazer uso desse espaço, construir, né, um um um espaço para que a administração pública, especificamente a secretaria de saúde, possa fazer uso. Bom, e atender principalmente as pessoas que precisam, né, da da saúde, né, vereador. Exatamente. Então, nós teremos toda estrutura e infraestrutura e um espaço condizente e necessário, né, que que eh hoje nós temos uma saúde na cidade de Campinas, uma saúde que atende não só a nossa região, né, a nossa cidade, mas a região metropolitana. Então, nós necessitamos de espaços que sejam adequados e dimensionados paraa população de Campinas. Bom, lembrando que amanhã também aqui no plenário José Maria Matozinho vai ser realizada a reunião ordinária de número 60. Gabriel, tá certo? Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque como a tecnologia pode contribuir para a educação pública. Esse foi o tema do quinto encontro da Comissão Especial de Estudos sobre o Plano Municipal de Educação da Câmara de Campinas. A reunião discutiu os desafios da inclusão digital e o uso de novas ferramentas no processo de aprendizagem. A Comissão Especial de Estudos sobre o Plano Municipal de Educação da Câmara de Campinas realizou o quinto encontro para discutir o uso da tecnologia nas escolas. O debate abordou os desafios e as possibilidades da educação digital na rede pública de ensino. Que a gente possa eh eh relacionar aquilo que a gente oferece nas escolas também, aquilo que a Base Nacional Curricular eh propõe em termos de educação digital, que tem a ver justamente com essa dimensão da da visão computacional, como é que a gente pensa, né, essa novidade, essa algo que não é tão novo assim, né? Eu mesmo mencionei na na nossa sessão, eh, que a gente tá tratando aqui de elementos que estão relacionados à estatística, a matemática básica, um pouco a matemática avançada, a resolução de problemas. Então, esse é um campo, um eixo. O outro eixo é do outro eixo é do mundo digital. Então, a gente poder aproximar as crianças do conhecimento sobre como que nós estamos lidando com esse mundo novo que tá, né, quer dizer, que na verdade tá nascendo há algumas décadas. Participaram da reunião Arnaldo Valentim Silva, diretor da rede municipal de ensino, e Letícia Ferreira Rocha, professora da rede municipal. Entre os temas discutidos estão a inclusão digital, o uso de plataformas educacionais e a integração de novas tecnologias no cotidiano escolar. O que eu tenho medo hoje, né, é de quais concepções políticas, né, que têm fundamentado a implantação de determinadas tecnologias digitais na escola. Me preocupa as parcerias, né, público-privadas. Eh, e até teve um comentário, né, sobre o projeto pedagógico da escola, de que forma, né, ele fica. Eh, eu sinto que atravessado por concepções, muitas vezes concepções que não são a da escola. a gente se debruça, né, na elaboração de um projeto pedagógico, a gente se fundamenta, eh, tem é o trabalho da comunidade escolar, né, e isso vai ser atravessado. Vejo o quanto que essa rede é potente, quantos profissionais capacitados ela tem, é, professores, CP, supervisores. essa rede está pronta para construir um plano municipal de educação, eh, que traga tecnologia, que traga tecnologia para emancipar professores e alunos para construir uma rede competente tecnicamente, eh, pedagogicamente alegre e solidária. A comissão tem como objetivo acompanhar, debater e propor ações para o plano municipal de educação de Campinas, que vai estabelecer diretrizes e metas para as políticas públicas e educacionais no município na próxima década. Agora nós temos uma tarefa que é primeiro eh verificar os dados sobre como é que eh essa infraestrutura tá funcionando nas escolas, né? eh ir atrás desses dados, fazer visitas em loco, dialogar com as crianças, com os adolescentes, com os profissionais da educação. Em segundo lugar, é um pouco pensar como é que esses três elementos que eu tava apontando aqui, a questão do pensamento computacional da do mundo digital e da cultura digital que tão que estão estabelecidas pela base nacional curricular, como é que isso tá entrando no projeto no nos projetos eh político-pedagógicos das escolas, né? Ou seja, como é que isso se torna algo que realmente é lev eh eh comunidade escolar se apropria dessas pautas e trabalha isso pedagogicamente. A Câmara Municipal de Campinas analisa uma nova ferramenta no combate à violência de gênero. O projeto de lei de autoria do vereador Aílton da Farmácia quer criar o programa Autodefesa Pessoal para Mulheres. A proposta foca em oficinas práticas para adolescentes e moradoras da cidade como medida de prevenção primária. Os crimes de violência contra as mulheres têm mobilizado o poder público na busca por novas soluções de acolhimento e segurança. O projeto de lei de autoria do vereador Aílton da Farmácia propõe utilizar técnicas de defesa pessoal e consciência corporal para ampliar a capacidade de reação e o empoderamento feminino desde a adolescência. Esse projeto institui prevenção, tá? Quando a gente tem esse projeto para poder dar aulas práticas para mulheres e adolescentes, seja em escolas públicas, seja ali nas praças públicas que nós temos na nossa cidade de Campinas, é muito importante esses esse projeto, porque traz ali uma palestra, uns exercícios de defesa pessoal que hoje acontece muito no dia a dia. a mulher tá, adolescente tá andando e acontece que ela tem aquele tipo de assédio que ela não quer, tá? e às vezes pode até partir para pra parte física. E essa mulher tem como pelo menos uma aula prática que vai ensinar ela, né, como se defender, como fugir, como fazer sinais que ela alguém está perturbando ela na nossa cidade. Então é um projeto que defende a mulher. A mulher não merece ser agredida, seja por qualquer pessoa. Então, a mulher é a preferência desse vereador e esse vereador vai continuar trabalhando na causa da violência contra a violência na cidade de Campinas contra a mulher campineira. A iniciativa também prevê integração com as campanhas do Agosto Lilás, integrando as oficinas práticas a palestras de conscientização sobre os canais de denúncia e os diferentes tipos de abusos. A meta é criar uma rede municipal de proteção contínua. Eu quero que através da prefeitura, eh, se ela não contratar a gente para poder estar fazendo essas aulas práticas e também eh teóricas, que ela faça eh acordos com com empresas, com com academias, com alguém possa estar ajudando essa mulher a tá fazendo essa prática de defesa no nosso município. E a gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque projeto de lei protocolado aqui na Câmara Municipal pelos vereadores Mineiro do Espetinho e Paulo Hadad propõe a criação de uma política municipal de atenção e cuidado às pessoas com linfoma. A proposta prevê medidas para facilitar o diagnóstico precoce, ampliar o acesso ao tratamento e promover a conscientização sobre a doença. Garantir acesso ao diagnóstico precoce e ao tratamento adequado de pessoas com linfoma. Esse é o objetivo de um projeto de lei protocolado na Câmara Municipal de autoria dos vereadores Mineiro do Espetinho e Paulo Hadad. A doença é um tipo de câncer que se origina no sistema linfático, responsável por importantes funções de defesa do organismo. E a proposta prevê a criação de uma política municipal de atenção e cuidados a esses pacientes em Campinas. A gente visa primeiro e que as pessoas conheçam um pouco sobre essa doença, né? Uma doença que a cada ano são 14.000 novos casos no Brasil de pessoas acometidas. São dois tipos de linfoma, o linfoma rodic e o linfoma não rodic, que o linfoma não rod tem mais de 20 subtipos. Então, que a as pessoas, a população, os profissionais da área de saúde, médicos, enfermeiros, né, pessoas que fazem parte desse eh rallão suporte às pessoas com câncer, que eles possam primeiro ter um entendimento e o conhecimento técnico sobre a doença, a população e as pessoas saber que o diagnóstico precoce vezes tratamento clínico, o acompanhamento clínico, na verdade o tratamento ele pode ser muitas vezes cirúrgico ou com radioterapia, quimioterapia e terapia hormonal, são várias as eh as ferramentas que nós temos para tratar e também, né, que as pessoas tenham a a a visão, a leitura de que os linfomas eles podem ser curados, mas necessita de um diagnó precoce de um acompanhamento, muitas vezes de um suporte para essa pessoa, um suporte nutricional, um suporte psicológico, não só da do paciente, mas também da família. Ainda segundo o vereador Paulo Hadad, que é médico, a proposta também prevê campanhas de conscientização e medidas para organizar os atendimentos, além de um acompanhamento integrado pela rede pública de saúde. Nós temos aqui, né, várias unidades básicas de saúde, profissionais qualificados, mas que provavelmente eh não tem uma formação específica para esse tipo, né, de câncer, que é um câncer do sistema linfático, sistema de defesa do organismo. Então, para que as pessoas tenham ideia, às vezes uma íngua no pescoço, né, um caroço no pescoço, que é uma íngua, uma íngua embaixo do braço, né, na axila ou mesmo na região eh da virilha, né, um caroço na virilha, pode ser um indício do linfoma, pode ser outras patologias, mas pode ser um linfoma e quando diagnosticado precocemente, ele tem aí o índice de cura de até 95%. Então, quanto mais precoce o diagnóstico, quanto mais rápido a pessoa for eh é direcionada pro tratamento, melhor a chance dela ser curada. เฮ