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[música] [música] Vamos com as notícias da Metrópole, porque o Museu de Arte Contemporânea de Campinas recebe uma nova exposição que revisita a própria história da instituição sob um novo olhar. mostra, destaca a produção de mais de 30 artistas mulheres que ajudaram a construir o acervo do museu e convida o público, você que está nos acompanhando, a refletir sobre o papel feminino na arte brasileira. O Museu de Arte Contemporânea de Campinas inaugurou a exposição Ser em vez de estar, que mostra o acervo da instituição a partir da produção de artistas mulheres que ajudaram a construir a história do museu desde a década de 1960. Ser em vez de estar é uma exposição é que eu assino a curadoria junto com o Evandro Santos, que é o diretor aqui do do MAC e que a gente buscou destacar as mulheres artistas desse acervo, né? né? O acervo do MAC foi constituído o museu em 1965. E então a gente tem aí alguns anos, né, algumas décadas de de história e de acervo que foi se formando a partir de salões, de eventos que foram acontecendo. E a gente quis fazer esse recorte, então só mulheres, artistas e com isso a gente conseguiu reunir grandes nomes da arte brasileira, inclusive artistas estrangeiros, mas que atuaram fortemente aqui no Brasil também. A amostra reúne mais de 30 nomes importantes da arte brasileira. A maior parte dos trabalhos que a gente tem aqui são trabalhos bidimensionais, né? Então quer dizer que são trabalhos de parede, pinturas, gravuras, eh estilogravas, tem as eh assamblagens também, né? Então tem, enfim, tem uma série de de obras aí de diferentes plataformas e suportes. E uma escultura também que é da Amélia Toledo, que é uma artista muito importante, né, pr pra arte brasileira. é uma escultura da carreira dela um pouco diferente. Ela depois acabou eh se voltando um pouco mais para materiais naturais, para pedras e tudo. E aí que a gente tem aqui é acrílico, espelho. Então é uma obra um pouco rara, né? Tem outras artistas muito importantes também. A gente tem aqui a Jandira Walters, que foi uma precursora eh do obstorcionismo geométrico brasileiro. Nem todos os museus têm obras dela. A gente tem a Charlotta, que também é super importante. Tem Tomiotque, que é uma das artistas mais importantes aí, né, da história da arte brasileira. Embora ela não seja brasileira, mas viveu toda a vida aqui. A gente encontrou essa obra da Teresa Nazar também, que é uma artista argentina. Bom, gente, olha só que legal. Não é de hoje que o MAC tem uma forte ligação com as mulheres, inclusive motivo de inspiração pra exposição. A Luís vai contar pra gente um pouco mais sobre isso. É isso mesmo. O MAC quando foi fundado em 1965 foi fundado por um grupo de artistas chamado Grupo Vanguarda. E desse grupo fazia parte uma das artistas que tá aqui na exposição, que é a Maria Helena Mota Paz. Eh, e eu acho que mais ainda interessante até que uma mulher fazendo parte desse grupo é o fato de que a primeira diretora do museu foi uma mulher, né? Isso é muito raro. A gente não vê isso, isso não era comum na época. Então a gente vê que o MAC já tinha essa essa ligação, já olhava eh para o papel da mulher de uma outra forma eh a ponto de deixar a diretoria nas mãos da mulher. Então isso foi mais um ponto que fez a gente olhar aqui eh para esse acervo e dizer: "Eu acho que as mulheres merecem e ganhar uma exposição só delas". A exposição convida o público a olhar para a história do museu por uma nova perspectiva, destacando a contribuição das mulheres na formação do acervo e da identidade do MAC. A nossa ideia é destacar essa esse acervo do MAC, que é um acervo incrível, formado em 1965, que tem obras fantásticas, importantíssimas da história da arte brasileira, eh só que a partir da perspectiva feminina. Então, quem são essas mulheres que fazem parte da história da arte brasileira, que contam a nossa história da arte contemporânea, né? Porque a partir dessa dessas 35 mulheres, passando por eh mais de quatro décadas de arte, a gente consegue contar muito do que aconteceu, né, no durante o século XX. Então, a ideia é exatamente essa, contar a história da arte brasileira do século passado a partir de uma perspectiva feminina, graças a esse acervo muito rico que o MAC Campinas tem. A exposição, que também conta com uma série de obras e artistas campineiras está aberta ao público. Ma abre de terça a sexta, das 10 às 18 e aos sábados das 10 às 16. E a exposição fica até o dia 30 de setembro. Vale a pena conferir? Com certeza. [música] A Comissão Permanente para os vestibulares da Unicamp, a Conveste, está divulgando a lista de estudantes contemplados com a isenção do pagamento da taxa de inscrição para o vestibular Unicamp 202, que vale também para a modalidade Enem Unicamp 2027. No total, 8.810 1810 candidatos solicitaram o benefício e 7915 candidatos foram contemplados após a análise da documentação. A relação está no site convest.unicamp.br. O site aparece aqui embaixo da sua tela. Bom, olha só, a Escola Estadual Culto a Ciência aqui em Campinas integra o grupo de 13 instituições paulistas selecionadas para o primeiro intercâmbio reverso da rede estadual. A iniciativa visa promover o aprendizado de novos idiomas e a troca de experiências na rede pública de ensino. A Escola Estadual Culto à Ciência foi uma das selecionadas para receber estudantes estrangeiros no primeiro intercâmbio reverso da rede estadual de São Paulo. A tradicional instituição de Campinas faz parte do grupo de 13 escolas de tempo integral, distribuídas por sete regiões paulistas, escolhidas para o programa Prontos pro Mundo. Ao todo, 31 jovens, de 14 a 17 anos chegaram ao Brasil para viver uma imersão cultural de um mês nas salas de aula do interior. A escola Caociência é é muito aberta a receber projetos e parcerias e receber uma proposta, um projeto com essa relevância que pode trazer uma integração cultural pros nossos alunos e pros alunos intercambistas, é assim, é muito válida. Eh, hoje é o primeiro dia, só o acolhimento inicial e a gente já vê as interações super ricas eh entre os estudantes. Então, a gente fica muito feliz com isso. Além, né, de receber alunos intercambistas agora pro início desse segundo semestre, nós temos outros alunos estrangeiros na escola, né, alunos eh que migraram para morar no Brasil, vindos do Peru, da Colômbia, da Venezuela. Então, como os meninos eh dominam as línguas estrangeiras, inglês e espanhol, então, além da prática, né, eh, verbal, da troca, né, da língua, a interculturalidade vai ser muito rica durante esse período. O Prontos Pro Mundo é um programa público de intercâmbio do estado de São Paulo que oferece bolsas de estudo em países de língua inglesa para estudantes da rede estadual de ensino. para nós é um programa muito interessante para os alunos, até mais, né? Porque o que que é nós sempre tivemos o programa chama Prontos pro Mundo, né? A gente sempre mandou aluno, né? Des ano passado manda o aluno pro outros países. Os alunos nossos ficam uma média de 90 dias em outros países, França, Canadá, Itália. E aqui Campinas está recebendo agora a partir de hoje, já estão aqui a semana passada, a partir de hoje na unidade escolar os alunos que vem, o Marco que veio da Itália e nós temos a Sara que veio do Canadá. Eles estão aqui sendo recepcionados. é um programa eh de suma importância pra gente, porque eh essa interação dos nossos alunos com outros universos e deles também conhecendo as nossas escolas quais estão muito encantados é muito importante. O currículo é o currículo nosso mesmo, normal. Nós temos na na grade curricular o inglês, né? língua inglesa, língua espanhola, eles também trabalham aqui com as crian com os alunos e a gente eh vai dar continuidade normal dentro de uma normalidade. E se eles precisarem, precisarem perguntar de de algum apoio em termos de língua, eles estão bem, eles falam espanhol, eles falam inglês e os nossos alunos também. Depois do período, os estudantes recebem uma certificação oficial de participação. Essa validação, eh, a gente manda para o país deles todas as notas, tudo, porque vai ocorrer com avaliações diagnósticas, com tudo pra gente poder trabalhar com essas crianças. O Marco é italiano e está adorando a estadia no Brasil. Ele disse que para ele foi uma escolha simples, fácil, porque eh o Brasil é um país eh que ele gostaria de ter, de conhecer. E quando ele teve uma experi a primeira experiência dele fora, né, da Europa, do país que ele veio, que é da que é Itália, né, e que ele teve uma semana também de experiência na Espanha, que ele gostou e quando os professores dele comentaram com ele sobre a ideia de vir pro Brasil, ele não teve dúvidas e ele disse: "Sim, visionar A expectativa dela é que ela aprenda, né, nesse mês de vivência aqui um pouco mais o português. Obviamente não falar com a excelência, o português é uma língua difícil, né? Mas que ela possa, quando voltar pro país dela, poder conversar com brasileiros que visitem o país. Durante o período de 30 dias, os intercambistas vão morar com famílias locais. Os estudantes abriram as portas de forma voluntária. Uma oportunidade de imersão cultural, tanto para o aluno que vem de outro país quanto para o estudante que o recepciona. Tá sendo muito divertido, uma experiência completamente nova. Então, receber alguém na minha casa que é de outro país é algo completamente diferente. Eu nunca tinha vivido isso. Eu tô tô aprendendo algumas palavras em italiano também, então tá sendo bem legal e tô conseguindo aprimorar o meu inglês. Eu já falava um pouco, mas agora tô tendo que viver no cotidiano inglês. Eu fiquei bem ansiosa porque quando a minha mãe era mais nova, ela recebia os intercambiários também na casa dela. Então, ela ficou mais ansiosa que eu e eu fiquei bem feliz. Eu achei que ia ser uma boa experiência. tanto para conhecer alguém novo de outro país, de outras culturas. E tá sendo bem legal até agora. Eu tô gostando bastante. Quando ela chegou, ela me mostrou bastante de como era a vida dela lá no Canadá. Então, ela me mostrou as fotos, a escola, os amigos. E a gente tem falado bastante inglês, o que é bom, mas a partir de agora eu pretendo falar mais em português, porque ela precisa aprender a nossa língua também, né? Mas tá sendo uma ótima experiência para treinar o inglês e para conhecer outra cultura. A gente faz todo um trabalho de conhecer a família, conhecer a casa, conhecer o ambiente que eles vão viver, né? Porque eles têm que ser bem recepcionados. Eh, nós temos um grupo de supervisores de ensino que também acompanham isso, esse programa. E é eh para nós é muito importante porque é um prazer receber alunos de outros países e entender que a educação paulista também tem qualidade. [música]