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Agosto o Dourado é o mês dedicado à conscientização, proteção e incentivo ao aleitamento materno. E para reforçar essa importância, começou a campanha na maternidade, que preparou uma semana especial com foco na sustentabilidade e na conscientização. Amamentação para um começo de vida sustentável, fortalecer o que funciona. Esse é o tema do agosto dourado deste ano. No Hospital e Maternidade de Campinas, as atividades especiais vão até o dia 8 de agosto. São 34 anos consecutivos que todas as maternidades e hospitais que trabalham com esse público deixam um tempinho reservado para que a gente fortaleça as ações do aleitamento materno, fortaleça os pacientes, os profissionais, ofereça treinamento, protocolos atualizados. É um mês que a gente dedica um pouquinho a mais. né, como tantos meses que a gente tem aí no ano, um pouquinho a mais a gente faz nesse agosto dourado para fortalecer o aleitamento materno. O tema esse ano vem muito falando do que fortalecer o que já funciona, né? Então a gente tá 34 anos trabalhando. Se trazer temas diferentes a cada 34 anos fica um pouquinho difícil. Então esse ano a gente vai fortalecer o básico que todo mundo já sabe que é o aleitamento materno, o apoio da família, né? Não falo família apenas, a família tradicional, a família estendida na qual essa paciente tá envolvida com amigos, apoio, os profissionais de saúde que também precisam se atualizar das boas práticas de aleitamento materno. E esse ano a gente sai um pouquinho do banco, né? Antigamente era muito focado aqui no banco, então esse ano a gente vai paraas unidades. Então é o banco em movimento, o banco de leite sai dessa estrutura e vai atender dentro das unidades para treinar o colaborador que tá lá na ponta numa unidade que às vezes não tem tanto manejo quale alitamento, mas como a gente tá no hospital maternidade, a gente tem que todo mundo falar a mesma linguagem. Desta vez a maternidade aposta em um formato diferente. Equipes de saúde realizam ações educativas práticas. O objetivo é tirar dúvidas sobre o aleitamento e reforçar a importância das doações para o banco de leite humano. A gente começa com quiz interativo, então vai pra unidade com algumas perguntas, respostas, quebras de mito. Pode até envolver a família que vai est ali passando no corredor com bomonzinho, com mimo, fazendo um agrado para toda a equipe. Então a gente vai sair com esse quiz para todas as as unidades e pros funcionários. E aí, nos últimos dois dias a gente vai fazer o processo ao contrário. Então o banco de leite vai estar aberto para que os colaboradores da maternidade venham conhecer, né? a gente acha que é só doar o leite, mas tem todo um processo de qualidade de tches imunobiológicos que passam aqui dentro processo de pasteuização. Então a gente vai ter a abertura de portas do banco, né, com todo o cuidado de segurança necessário, mas que os profissionais que também queiram conhecer e talvez plantar uma sementinha para vir trabalhar no banco de leite começa aí um grande fruto. O principal desafio do banco de leite da maternidade de Campinas é manter os estoques acima de 200 L mensais para atender 30 leitos neonatais. A gente vê quando, olha os os dados, né, do banco de leite, depois de todas essen movimento da mídia, trazendo para perto pra maternidade, levando pra população a informação, nossos estoques de leite aumentam absurdamente, né? Hoje a gente tá trabalhando num cenário muito crítico de que eu preciso de leite, eu tenho estoque para atender poucos dias de internação. E quando a gente passa passar essa informação pra população, a população entende que vai fazer a diferença e acaba também nos procurando para fazer essa doação. Então, aquela mãe que tá em casa, que tem uma produção excedente, a maternidade vai poder ir até a casa dela, oferecer todo o material, ela doar o seu leite que tá sendo perdido e essa esse leite vai ser pasteurizado e encaminhado pros bebês e que vão salvar muitas vidas. O banco de leite funciona de segunda a sexta, das 8 da manhã às 5 da tarde e aos sábados, domingos e feriados, o atendimento é das 8 às 11 da manhã. Faltam poucos dias para o Dia dos Pais e o comércio já se prepara para um dos períodos mais importantes do ano. A expectativa é de aumento no movimento das lojas, especialmente na reta final agora, né, com muitos consumidores deixando a compra do presente para a última hora. Faltando poucos dias para o Dia dos Pais, muita gente já começou a pesquisar preços em busca do presente ideal. Para o comércio, a expectativa é de mais movimento nos próximos dias, principalmente na reta final da campanha. A gente tá muito animado com o Dia dos Pais, né? A gente vem numa crescente muito grande ao longo desse ano e a nossa expectativa é a gente atingir um patamar de 8% em crescimento de venda em 7% de crescimento de fluxo de visitantes aqui no Bandeiras. E a gente tá projetando esse crescimento muito voltado também pro que o pais agora eles estão buscando, que é perfumaria, calçado, esporte. Então isso tudo ajuda nesse impulsionamento. O otimismo também é percebido dentro das lojas. Entre os presentes mais procurados estão as peças de moda masculina, que continuam entre as principais escolhas de quem anda em busca do presente ideal. Pro Dia dos Pais, a gente costuma vender os produtos mais tradicionais, camiseta polo, uma bermuda mais social, uma camiseta básica, não foge muito disso. E vocês estão fazendo alguma condição especial durante esse período? Sim, a gente tem várias promoções agora direcionado pro Dia dos Pais, né? Um kit de camisetas polo, né? com valor promocional, umas bermudas também, camisetas básicas. Então, a gente tem um leque aí bem grande com valor promocional para essa data. O pessoal costuma manter o tradicional mesmo para não errar muito no presente, né? Não não fugir muito daquele daquele presente que vai agradar o pai. Outro segmento que deve ganhar destaque nesta data é o de perfumaria. Kits e produtos voltados ao autocuidado masculino estão entre as apostas do setor para impulsionar as vendas. A parte de perfumaria tem saído mais, as pessoas vêm procurando bastante perfume, a gente tem desconto nas lojas e aí os kits acabam saindo mais para presente. Então os kits prontos são os que mais estão saindo, são, é uma opção mais prática, né? As pessoas já vêm procurando a praticidade. Tá saindo bastante um ticket ali por volta de R$ 150. Tem alguns que já procuram mais, né? que sai mais ou menos uns 220 os kits. Tem muita gente que deixa para vir em cima da hora, mas a gente aconselha a vir antes, justamente pelo estoque que a gente tem dos produtos, né? Às vezes a pessoa vem com uma emente já e acaba tendo esgotado já por est em cima ali da hora do dia mesmo. Depois do dia das mães, o dia dos pais é uma das principais datas para o comércio. Para os lojistas é um momento importante para aumentar as vendas. Já para os consumidores, o desafio é encontrar o presente ideal sem comprometer o orçamento. Mesmo em um cenário de juros elevados e orçamento mais apertado, a expectativa do comércio é que o movimento aumente na reta final antes do Dia dos Pais, com muitos consumidores deixando a compra para a última hora. A tradição segue a mesma. Eu acho que essas datas acaba sempre seguindo assim as mesmas tradições ao longo desses anos todos, né, que a gente já tá acostumado com varejo. Então entendo que não tem nada de muita novidade. O esporte tá vindo um pouco mais forte, mas é uma coisa também que já vem ao longo dos últimos dois anos. Daqui pra frente é só data boa, como a gente fala, né? Vem aí é o Black Friday, vem Dia das Crianças, desculpa, Black Friday, depois o Natal. Então, daqui pra frente é só a expectativa que vai ser daí para maior. E olha só, a cidade de Campinas chega as eleições deste ano, viu, de 2026, com 870.672 672 eleitores aptos a votar. Segundo dados do TSE, Tribunal Superior Eleitoral, o retrato do Eleitorado revela uma cidade formada, em sua maioria por mulheres, adultos na faixa dos 40 anos e que concluíram o ensino médio. Nos últimos 4 anos, a região metropolitana de Campinas ganhou quase 147.000 novos eleitores, um salto de mais de 6%. Agora são quase 2.hõ400.000 cidadãos aptos a votar por aqui. Um peso importante nas urnas. Mas quando a gente olha de perto para a maior cidade da região, o caminho foi o inverso. Campinas encolheu. A metrópole perdeu quase 8.000 eleitores em comparação com a última eleição geral. Uma queda discreta de menos de 1%, mas que quebra uma sequência de alta dos últimos anos. Hoje a cidade tem pouco mais de 870.000 cadastrados. Eh, você teve uma diminuição do eletrado na cidade, né? Cresceu um pouco na região metropolitana como um todo, né? Mas teve uma diminuição. Eh, e a diminuição se concentrou na no grupo mais jovem do eleitorado, né? do pessoal ali a partir dos 16 anos de idade, a faixa mais o eleitor mais jovem, então você teve uma redução ali maior. No primeiro momento, o que que isso quer dizer pra gente? A princípio parece uma redução demográfica. A princípio parece simplesmente uma questão de eh de redução da da população mesmo, né? A gente tem uma tendência da população brasileira de envelhecimento e diminuição dos nascimentos. Então a gente espera enxergar nos próximos anos cada vez mais esse processo de você ter diminuição do leitorado jovem, porque você tá tá nascendo menos, né? E aumento do leitorado de mais idade, né? Então a gente verificou isso em Campinas, isso aconteceu aqui na na cidade especificamente. A gente não é evidente que esse processo não vai ser igual em todos os lugares. Então por isso que você vai ter essas diferenças, né? mais mas mais ah mas é possível que essa alteração de perfil que a gente teve agora tenha reconexão mais direta com relação a uma questão que é o processo das da da nossa sociedade hoje em dia, né, em que os casais têm número menor de filhos, né, então eh isso dá um impacto, né, a gente vai começar a ver isso não só no leitorado, mas em outros lugares também, né? Então assim, a princípio, nos números brutos ali olhando, né? eh, parece muito mais um resultado desse tipo de de realidade, né? Muito mais do que algum impacto eh de de qualquer tipo de movimento, né? Mesmo com a retração, Campinas representa 7% de todo o eleitorado do estado. A maioria das pessoas aptas a votar é mulher e tem entre 40 e 44 anos. É, a gente tem um público maior feminino de eleitoras e mas também nós temos uma a população feminina também é maior no Brasil, então até demograficamente casa do mesmo modo, né? com relação a a aos jovens, a questão, né, do processo de educação, eh, educação política mesmo, né, para participação na vida política, a gente teve uma uma fase em que isso foi eh foi um campo de disputas, né, de se você poderia fazer isso ou não, fazer essa formação ou não. Ah, isso caminhou assim por algum tempo e mesmo quando você tinha esse campo de disputa acontecendo, os eleitores jovens você teve até um crescimento de de alistamento eleitoral dessa faixa hectária dos 16 e 17, né? Então, agora nesse momento ainda temos um pouco do reflexo dessa disputa, mas ela deu um diminuiu um pouco a temperatura, vamos dizer, né? e vários grupos, na verdade, atuam incentivando a participação do jovem. Então, assim, isso não tá localizado apenas em uma em um universo ideológico, tá espalhado para todas as tendências políticas. Então, é, é isso, é para que venha, tá, trazendo melhoria para o país, né? Isso e investigar sempre tá investigando como é que tá o a ficha dele, se não tá envolvido com corrupção, se não tava envolvido com nenhuma licitação indevida e saber quais são as propostas, se ele cumpriu a proposta a qual você votou no ano, se ele cumpriu ou não. E é isso. Assim, o Brasil, né, no caso, vai trazer melhoria não só para o país, mas para o estado de São Paulo e para as cidades de Campinas. E um dado chama a atenção no raio X do eleitorado de Campinas, o sumo dos jovens das urnas. Em 2022, mais de 8.000 adolescentes com menos de 18 anos estavam aptos a votar por aqui. Agora esse número despencou para menos da metade, 3.400. É um tombo impressionante, de quase 60% no interesse dos mais novos em escolher os seus representantes. O jovem ele tem essa, vamos dizer, ele tá ali, né, não é obrigado ainda votar, né, 16, 17 anos, mas existem vários movimentos que incentivam essa participação e incentivam inclusive a pessoa tirar o título. Você tem campanhas que são feitas, né? Então, como você vê que você tem esse movimento de incentivo e isso não tá acompanhado numericamente, possivelmente é porque de fato a gente tem menos jovens, né, aptos a votar mesmo, né? Nem votei, nem voto, nem fiz a inscrição, nada desses bagulho aí, não. Nem voto em ninguém. Na Metrópole, a população 60 mais mantém forte participação nas urnas. É o caso do aposentado Antônio Carlos, que continua exercendo a cidadania. para tentar escolher alguém que ajude nós, pelo amor de Deus, né? Votando porque tentar achar a pessoa certa para governar nesse país do nosso Deus aqui. É cada vez mais importante que a gente continue incentivando a participação política, né, dessas pessoas que também não precisariam mais eh participarem obrigatoriamente, porque você tem uma série de decisões políticas que também afetam a qualidade de vida dessas pessoas, né? Então você percebe que tem pessoas nessa faixa etária que participam porque t esse tipo de de reflexão, de conscientização e que por conta disso continua a exercer esse direito, né? E eu acredito que a gente precisa na verdade incentivar cada vez mais, porque é um setor aqui, né? É uma parte da população, como eu falei, a tendência é crescer, né? ficar mais numerosa e aí vai ter as suas próprias demandas, suas próprias necessidades e essas demandas e necessidades tem que ter uma tem que ter uma uma influência política, né, para serem atendidas, né? A maior edição dos jogos escolares municipais de Campinas está em andamento. Neste ano, cerca de 5.000 alunos de 35 escolas da rede municipal participam das competições que reúnem esporte, integração e aprendizado. Os gritos de torcida, a emoção das partidas e o espírito de equipe tomaram conta da Faculdade de Educação Física da Unicamp. O local recebeu mais uma etapa dos jogos escolares municipais de Campinas com as disputas de queimada. Jogos Escolares é uma ação da Secretaria de Educação e é um faz parte do conteúdo da educação física escolar. A gente trabalha esporte na escola, mas não com essa perspectiva da do esporte formalizado, da competição, trazer as crianças para um ambiente esportivo, eh, numa situação formal, com arbitragem, com adversário, com eh o seu adversário, todo mundo uniformizado, você representando a sua escola, é uma vivência que poucos deles têm oportunidade durante a vida. Nem todo mundo consegue participar de um esporte assim. Então é uma coisa muito marcante. A nossa ideia é democratizar esse acesso. Então para quanto mais criança a gente conseguir fazer isso e criar neles essa memória, essa vivência, isso é muito rico para todo mundo. A edição deste ano é a maior da história do evento. São cerca de 5.000 alunos de 35 escolas municipais participando das competições. Pela primeira vez, estudantes entre 9 e 11 anos também foram incluídos nos jogos. Ah, eu tô achando legal, bem divertido. Eu queria que tivesse mais vezes. Você é, você já jogou hoje? Conta pra gente. Seu time ganhou ou perdeu? É, na primeira vez ele perdeu e na segunda empatou. Eu treinava com o meu irmão, fiquei muito alegre. Meu pai falou: "Não, você vai, eu vou assinar para você ir. Você vai, você vai ter que ganhar." E eu tô achando muito importante pra gente. Seu time ganhou ou perdeu? Conta pra gente. A gente ganhou uma e empatou outra. E quando você ficou sabendo que você ia participar, como você se preparou? Eh, eu pedi pro professor treinar eu. Até novembro os estudantes vão disputar 11 modalidades esportivas, entre elas futsal, basquete, handball, vôlei, atletismo, xadrez e badminton. Cada aluno pode participar de mais de uma competição. Tá achando legal? Quando te falaram lá na escola que você ia poder participar, como que você se preparou? Eu me preparei alegre, fiquei feliz, fiquei treinando em casa. E o seu você já já jogou, seu time já ganhou? Já. E ag e agora quais são os próximos passos agora? Ganhar, né? Tentar ganhar, tentar não tentar perder, ficar mais atentos no jogo. É. E se tiver mais oportunidades como essa, você vai participar? Vou. Eu vii muito animado. Eu acontei muito cedo hoje e já comecei a me arrumar. E o seu time ganhou ou perdeu hoje? É, na primeira jogada eles veteiam. Aí na segunda, na terceira eles empataiam. O que que você vai falar pros seus pais quando você chegar em casa hoje e contar para eles que você participou aqui? Eu vou contar que eu participei. Aí eu acho que eles vão ficar muito, muito legal, muito feliz comigo. Mais do que disputas por medalhas, os jogos escolares buscam transformar o esporte em uma ferramenta de aprendizagem. Dentro e fora das quadras, os alunos aprendem valores como respeito, cooperação e cidadania. É muito pequeno a gente pensar que o esporte ele só movimenta o nosso corpo, né? Ele é muito além disso, ele movimenta muitos saberes. Então, a gente tem aqui a superação, o trabalho em equipe, eh a responsabilidade, o entendimento dos seus limites, do limite do outro. Eh, é tanta coisa. a gente tem muitos projetos transdisciplinares que vem junto com o que tá acontecendo aqui. Então, a gente tem a comunicação, tem crianças fazendo jornal, eh, reportagem, a gente tem o trabalho da matemática, da lógica, na análise dos jogos, né, de de pensar quais são as estatísticas de ataque de defesa. Então, a gente tem muito saber acoplado aqui e isso é o que você falou, é uma estratégia de ensino, é uma estratégia educativa, não é uma coisa de lazer apenas, ainda que seja muito prazeroso, ela é uma estratégia educacional. É isso. Os nossos jogos escolares.