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Está sendo realizada aqui no Centro de Convivência no Cambuim, Campinas a exposição Bancos Indígenas do Brasil Rituais. Vale a pena conferir. Circuito do Chapadão 2026 revive a história do automobilismo em Campinas. Frente Parlamentar de acompanhamento da licitação do transporte público da Câmara de Campinas faz balanço dos trabalhos realizados no primeiro semestre de 2026. Olá, boa tarde. Semana começando. Segunda-feira, 27 de julho de 2026. Inicia agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais 2 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. E olha só, última semana do mês de julho e o Museu Exploratório de Ciências da Unicamp está com uma programação especial. Então, sobre o que o visitante vai encontrar lá, horários, se precisa de inscrição, eu aciono o repórter André Aranha com todas as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Pois é, Gabriel Castro, começou hoje. Boa tarde para você, boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Notícia. Hoje, portanto, começou aí essa semana super especial aqui na Unicamp. É, e as mesmas atividades que são realizadas no período da manhã. também serão realizadas agora à tarde depois do almoço. Portanto, aí uma bela oportunidade para crianças, jovens, tem também programação para toda a família. Isso que é bem legal, isso que é bem interessante. Tô aqui com o Guilherme conosco, vai conversar, bater um papo. O Guilherme é o coordenador. Tudo bem, Guilherme? Tudo bem. Bom dia. Tá, boa tarde para você. Tá bem animado aqui. Bastante gente, né? Ah, com certeza, né? Esse é o prime, a primeira vez que a gente tá fazendo esse evento nesse formato. Ele é um evento mais aberto, né, com possibilidade de atividades nesse período de férias aí escolar, tanto para crianças quanto para adolescentes, até mesmo para adultos, né, que possam estar vindo aqui pro Museu Exploratório de Ciências da Unicamp, né, e da Pró-Reitoria de Extensão Esporte e Cultura para est desenvolvendo essas múltiplas oficinas que a gente tá vai est fazendo ao longo dessa semana, né? A proposta é que eles venham e eles experienciem práticas, momentos da ciência. Então, toda essa essa ideia do explora férias é para que eles possam explorar todos esses múltiplos processos que a ciência tem na sua construção, no seu desenvolvimento, né? Então, ao longo dessa semana eles vão estar desenvolvendo diferentes oficinas, né? Uma oficina por dia de manhã e à tarde para que eles possam então est vivenciando essas essas múltiplas áreas da ciência. Bom, vamos lá. Hoje então, qual que é a programação? Amanhã, quarta, quinta e sexta. Tem de cor isso ou não, Guilherme? Ah, com certeza. pass a gente passou mais de dois meses organizando esse evento, né? Então a gente começa hoje, segunda-feira, né, com uma atividade, né, que são as atividades voltadas paraa meteorologia. Então aqui estão construindo equipamentos meteorológicos. Então eles vão desenvolver uma série de oficinas, são quatro estações, né, que vão estar funcionando tanto de manhã quanto à tarde. E essas estações elas buscam desenvolver equipamentos meteorológicos que são utilizados, né, muito aqui no nosso caso aqui pelo Cepagre, né, que tá aqui junto com a gente aqui, não só no Museu Exploratório CES como dentro da Unicamp para pensar essa dimensão, né, de clima, tempo, né, como que isso se encaixa no dia a dia das pessoas, né, especialmente como que a gente constrói um equipamento que vai ajudar a gente a prever quanto de chuva vai ter, qual que é a velocidade do vento, né, como que a gente consegue medir a temperatura do dos locais. Então, essas são as atividades da segunda-feira. Amanhã, terça-feira, a gente tá com uma atividade que a gente chama de ecoesfera. São a construção de pequenos minibiomas que a gente faz dentro de potinhos, né, de de vidro, potinhos de maionese, onde a gente faz essa construção desse minibioma e eles podem estar ao longo, né, do tempo acompanhando a dinâmica de funcionamento desse bioma, né? Então, pra gente começar a pensar mais nessa dimensão ecológica, natureza, né, nessa estrutura do ecossistema que a gente tem no planeta Terra, já na quarta a gente resolve ir pro espaço. Na quarta a gente trabalha, a gente trabalha com uma oficina que a gente chama de aterrizagem interplanetária. Ela é uma oficina onde eles têm que construir um protótipo de um equipamento que vai ajudar um astronauta, uma astronauta, a pousar em um planeta distante. Nossa. Eh, então a ideia é que eles desenvolvam todo esse trabalho envolvendo engenharia, física, eh, ciência de base na construção desse protótipo. Aí eles vão subir numa plataforma, ficar quase 3 m de altura e soltar esse protótipo para ver então se ele vai conseguir chegar no chão e o astronauta, né? E o astronauta tá vivo no final da aterriçagem. Já na quinta, a gente volta pra área de ciências biológicas novamente. A gente vai trabalhar com duas oficinas que a gente chama de investigando limites da vida e a extração de DNA. Então, nessas duas oficinas, a gente busca trabalhar, né, essa dimensão do que que é vida. E é como que a ciência pensa essa dimensão de vida, como que a gente estuda, né, quais são os limites da vida, em que condições a gente consegue ter vida da forma como a gente entende vida, né, a aqui na aqui no planeta Terra. Então esse é todo um trabalho. Na sexta-feira, que é o nosso último dia, é o nosso grande carro chefe, que é o lançamento de foguetes. Eles vão vir aqui pro museu construir, né, foguetes que eles vão poder lançar esses foguetes. Foguetes chegam a 30, 40 m de distância. E a ideia então é que eles passem a semana inteira desenvolvendo essas múltiplas atividades e quinta e sexta à noite, a partir das 5:30 da tarde, a gente vai ter uma atividade com o planetário. Então, a gente tem o planetário aqui no museu, a gente vai instalar o planetário onde eles vão poder fazer uma oficina envolvendo não só esse pensamento como que a o os antigos cientistas, né, principalmente pré-renascimento, pensavam toda essa dimensão de por que era o sol, porque que eles entendiam que era o sol que girava em torno da terra e não a terra girava em torno do sol. E também uma oficina voltada para pensar a o que a gente chama de cosmologia merindica, né? como que seram, como são vistas as constelações do ponto de vista, né, de algumas etnias aqui do Brasil. Valeu, valeu. Bom, gente, vamos dar uma volta aqui, conversar com as pessoas para saber o que estão achando aqui que tá tá bem legal. Entender sobre meteorologia tem que ser importante para todos nós, né? Porque só veio a previsão do tempo não é a mesma coisa que você saber o que tá acontecendo. Achando algo muito interessante por a gente obter mais conhecimento de diversas áreas, diversos cursos, diversas áreas. Então acho que é muito importante a gente extrair cada vez mais conhecimento de diversas formas. O que mais você tá gostando aqui no Explora Férias da Unicamp? Ah, eu gostei bastante do paracinoscópio, não sei. Gostei do relógio de sol, que é bem legal. É bem divertido aqui. Gostei do binóculo que dá para ver a cidade de longe. Gostei bastante daqui. Valeu a pena acompanhar, se divertir um pouco e aprender. Sim, bastante. Valeu muito a pena. Bom, pra gente concluir aqui com o Guilherme, como funciona? É só chegar chegando, tem que agendar, paga alguma coisa? Que horas? Perfeito. Olha, essa semana todas as atividades do museu, elas são gratuitas. Ela é gratuito para todos os públicos. Então, quem quiser vir pro museu fazer as oficinas, está totalmente convidado. As oficinas acontecem no período da manhã das 9 até meio-dia, no período da tarde das 2 às 5. Como eu comentei, na quinta e na sexta nós vamos ter oficinas noturnas. começa das 5:30 até às 9 horas da noite, que são as oficinas voltadas pro planetário. E já aproveitando, se você é astrônomo, astrônomo amador, tem telescópio, quer trazer seu telescópio na quinta e na sexta noite para colocar aqui, porque o Museu Exploratório de Ciências, ele tá no ponto mais alto da região de Barão Geraldo, então a gente consegue ter um céu extremamente limpo, né, com pouca a luminosidade, isso ajuda muito na observação dos. Então, se você quiser trazer seu telescópio para cá e fazer a atividade junto com a gente, vai ser ótimo. Tá bom, gente? Valeu, Guilherme, muito obrigado pelas informações. É isso aí, Gabriel, tá dado recado. Uma ótima oportunidade aí para todo mundo curtir as férias, o finalzinho das férias, né? Eu volto com você, Gabriel Castro. Sem sombra de dúvidas, última semana, mas muito animada e com muita informação. Quero agradecer ao nosso repórter André Aranha e claro, né, ao Guilherme Marcon, que é o coordenador aí do museu por todas as informações. Bom, olha só, segundo dados do Ministério do Trabalho e Emprego, divulgados pela Secretaria de Inspeção do Trabalho, o Brasil registrou um recorde em 2025, 806.01 1011 acidentes de trabalho com 364 mortes. Números que chamam a atenção. Então, como hoje é o Dia Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho, além dos aspectos técnicos da segurança no trabalho, é importante falar também sobre o fator humano, comportamento, saúde mental, cultura organizacional, prevenção. Por isso eu converso agora com o Lucas Freire que é psicólogo, professor, empreendedor, escritor, palestrante. Lucas, primeiramente muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso telejornal do Câmara Notícia. E é difícil convencer empresas e trabalhadores de que saúde mental também é uma questão de segurança. Seja bem-vindo e uma boa tarde. Obrigado pela oportunidade. É um tema tão importante. A gente sabe e a gente vê todos os dias que saúde mental é cultura, cultura é comportamento. A gente precisa se dar conta que se a gente olhar mais para isso, a gente vai salvar muitas vidas. Sem dúvida. Agora, Lucas, existe uma relação entre o estress, a ansiedade, burnout e o aumento do risco de acidentes? Muitas vezes quando a gente fala de risco de acidente, a gente pensa, né? Ah, tá sem o IPI, aquele item de segurança, a gente olha alguma cena ali, já pensa no risco de acidente físico. Mas o que eu citei, a questão do burnout, do stress, da ansiedade, também causa esse risco de acidente, aumenta, sem dúvida. Imaginem que a gente tem um um efeito fisiológico que nos ajuda a nos protege das ameaças. Se eu tô num ambiente que é um ambiente muito coercitivo, um ambiente de medo o tempo inteiro, eu fico com esse radarzinho que a gente chama de efeito luta e fuga, que nada mais é do que o stress, sempre conectado. Do ponto de vista comportamental, lutar ou fugir vai fazer com que a gente se esquive, evite. Imagine que eu tô numa relação que o líder que eu tenho é muito coercitivo e eu cometo uma pequena falha. Eu vou omitir essa falha. E a gente sabe hoje em investigação de acidentes que todo acidente ele começa com pequenos incidentes que vão acontecendo de forma recorrente. Então, ambientes que têm riscos psicossociais são ambientes muito vulneráveis a acidentes que vão começando às vezes aos pouquinhos, com aquilo que uma pessoa omite, com aquilo que a gente tolera de comportamentos desviantes e, infelizmente pode terminar aí com um acidente grave. Ô Lucas, existem sinais que mostram que um trabalhador pode estar mais vulnerável a sofrer um acidente? Olha, é muito importante, como você bem disse, né, a gente tem aí uma relação de segurança do trabalho, é cultura, cultura é comportamento. E comportamento é algo que a gente pode observar. Então, se a gente tá ali mais próximo do trabalhador, se a gente consegue realmente medir esses fatores que fazem com que aquele clima emocional da equipe, do indivíduo possam estar oscilantes, a gente conseguiria mitigar alguns desses incidentes. Então, é muito importante a gente ter uma consideração individual e também cuidar da cultura coletiva, do ambiente, da emoção coletiva. Então as pessoas vão dando pequenos sinais de sobrecarga, uma desatenção aqui, cuidados que ela não tinha antes, coisas que ela antes comete falhas bobas, podem ser alguns sinaizinhos comportamentais que podem sugerir que essa pessoa tá sobrecarregada ou com alto nível de estresse. A gente tem que tomar uma atenção especial. Ô Lucas, e talvez aquele outro lado, o excesso de confiança ou repetição de tarefas podem fazer esse trabalhador baixar a guarda? Então, sem dúvida, aí que a gente tem um outro lado da investigação e dos acidentes de trabalho, que é outro aspecto do comportamento, que é o excesso de confiança, eventualmente o hábito. Eu já fiz aquilo tantas vezes e aí a gente sabe que comportamentos ou atividades que envolvem riscos, elas não podem ter esse descuido. A gente tem que ter uma atenção redobrada. Então, é muito comum a gente ter certos tipos de acidente que são frutos desse excesso de confiança ou de ambientes em que há uma vaidade excessiva ou a gente tem ali que defender uma imagem perante as pessoas. A gente chama muito isso de gestão da imagem. Isso é muito comum, infelizmente gera muitos acidentes. Quando a gente trabalha aí a saúde ambiental através da segurança psicológica, a gente tende a perceber essas nuances que são muito comuns, infelizmente. Ô Lucas, e como que as empresas podem criar ambientes mais seguros física e emocionalmente e muda de grandes empresas para pequenas empresas? Na verdade, a gente pode eh pensar muito no mapeamento de riscos como uma primeira etapa, né? A gente tem que ajudar as organizações hoje a entender que os riscos psicossociais realmente eles vão ali ser uma porta de entrada muito grande, não só pro adoecimento mental, mas também para um volume grande de acidentes. Então isso salva vidas. Depois a gente tem que preparar maior melhor a média liderança, aquelas pessoas que estão ali lidando no dia a dia com as outras pessoas. A gente precisa fazer as pessoas terem um letramento emocional, entender o que são as emoções. Não é para que esses líderes se tornem eh psicólogos ou terapeutas, nada disso. É para que eles tenham uma sensibilidade de entender como o ser humano funciona e saber que horas ele pode ali chamar atenção de uma forma ou de outra para ajudar as pessoas a criar um ambiente, um ambiente que eu possa me sentir mais seguro, muitas vezes para falar o que eu não sei, para falar o que eu vejo de errado. E isso vai criando uma atmosfera em que todos vão se sentir mais seguros e a gente vai mitigar bastante os acidentes. Então, seja uma grande ou uma pequena empresa, mapear riscos eh eh treinar os líderes é fundamental para que a gente tenha um ambiente melhor e mais saudável. com a sua experiência, existem profissões ou áreas que você acredita que hoje enfrentam um maior desgaste psicológico e aí consequentemente maior risco de acidentes? Olha, a gente tá compartilhando socialmente um momento muito difícil, porque o a gente tem visto aí as pessoas exaustas em todas as áreas, mas sem dúvidas existem atividades que a vulnerabilidade ela é maior, principalmente atividades em que as pessoas têm que estar sobre alta pressão, alta atenção por um período longo de tempo. Paralelo a isso, a gente tem atividades muito voltadas à escuta do outro. Então, a gente tem uma vulnerabilidade também em profissões que lidam com o cuidar. Então, a gente vai entrar aí professores, médicos, enfermeiros, que são aquelas pessoas que recebem uma carga emocional muito grande. E aí a gente tem os pormenores, todas relação que a gente vai ter com o desafio de complexo, como lidar com problemas ou uma atenção muito focada. São áreas especialmente que a gente tem que ter um cuidado. Ô Lucas, a gente falou muito sobre essa questão, né, que precisa ter uma uma cultura organizacional dentro das empresas, prestar atenção neste comportamento do profissional, mas a prevenção ainda segue sendo aquele primeiro fator. Tem dificuldade das empresas implementarem isso no dia a dia e muitas vezes dos trabalhadores também assimilarem essa questão? a gente tem evoluído muito, né, com os debates de atualização que nós tivemos aí na NR1, a gente acelerou muito os debates acerca de saúde mental, vulnerabilidade psicológica no trabalho, mas a gente precisa entrar em várias frentes ao mesmo tempo. a gente precisa discutir sobre modelos de gestão que muitas vezes na história estavam muito ligadas a olhar o erro sempre de forma punitiva, o que muitas vezes vai fazer com que a gente crie um ambiente averso a falar o erro, a trazer o erro à tona. A gente precisa trabalhar do do ponto de vista individual também para ajudar as pessoas a ser eh mais digamos assim tranquilas em falar sobre aquilo que sentem. E a gente ainda vê, principalmente no universo masculino, um preconceito muito grande ao ao falar de si mesmo, ao se cuidar do ponto de vista emocional, a se colocar nessa posição de, olha, eu também posso estar numa num momento mais sensível, a gente ainda tem uma dificuldade muito grande e a gente precisa trabalhar coletivamente a cultura, porque como você bem disse, a gente já discutiu, a cultura é aquilo que as pessoas fazem quando ninguém tá olhando. Então, a gente precisa fazer com que isso se torne um hábito coletivo e não apenas iniciativas particulares. Mas isso é um movimento, a gente já tem crescido bastante, o que a gente precisa é tracionar mais, trazer mais pra consciência de que saúde mental salva vidas e tá diretamente ligado aos acidentes de trabalho também. N1 que o Lucas citou no início da resposta dele, foi um assunto que nós abordamos aqui no jornal Câmara Notícia na semana passada. As multas estão suspensas por 90 dias, mas ela está em vigor e as empresas têm este período aí para poderem se adaptarem. Lucas Freire, professor, psicólogo, palestrante, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Tenho certeza que as informações que foram trazidas aqui de grande valia pro nosso telespectador. Já faço um novo convite pro senhor retornar ao nosso telejornal para falar sobre esse, mas também sobre outros assuntos. e fica aberto à suas considerações finais. Eu agradeço a oportunidade nesse dia em que a gente tá aqui falando sobre acidente de trabalho, é muito importante que todos voltem para casa seguros. Lembrem-se, todo mundo é o amor da vida de alguém e o fundamental é a gente sair para produzir, para trazer a riqueza e a prosperidade que a gente deseja, mas principalmente para voltar para casa íntegro, saudável, para que a gente possa ter uma vida plena. Obrigado pela oportunidade que a gente construa aí ambientes mais saudáveis. É isso. Objetivo de todos nós. Muito obrigado, Lucas Freire, participando ao vivo aqui do jornal Câmara Notícia nesta segunda-feira. E nós vamos agora com as notícias da Metrópole, porque riqueza da arte e da cultura dos povos indígenas brasileiros ganha destaque aqui em Campinas. A cidade está com a exposição que reúne mais de 130 bancos ritualísticos produzidos por artistas de 49 etnias, além de máscaras e outros artefatos. E esta amostra é gratuita. Em Campinas é realizada a exposição Bancos Indígenas do Brasil rituais no Centro de Convivência no Cambuí. Uma exposição que reúne 133 bancos de 49 etnias brasileiras. A gente tá aqui fazendo uma exposição e colocando vários aste indígena da região. Eu sou curador e artista indígena que eu tô aqui colocando minha arte também e tem vários arte de vários dos povos indígena. A proposta é aproximar o público da arte indígena, valorizando assim a diversidade cultural e preservando as tradições. Temos predominantemente bancos indígenas e alguns outros elementos que compõem os rituais. Bom, os bancos são peças de madeira usadas em em rituais. Como que é isso? Explica um pouquinho pra gente. Sim, são bancos de madeiras fabricados de um único tronco. Isso caracteriza muito os bancos indígenas. E temos alguns elementos também que constituem os rituais, né? É uma exposição que trata sobre rituais, mas aqui há a presença de quatro rituais em especial. Aqui você vai aqui o pessoal que vai vir visitar vai encontrar vários arte e todos as aqui que tá eh tá aqui exposto e tem todo esse significado, tantos os bancos, tanto o grafismo, tanto os colares que tá que tá aqui tem todo significado para cada povos indígena. É, por exemplo, essas coisas que tem aqui, o que são? Bom, aqui tem aqui tem vários eh igual ali tem o arco, tem remo e esse daqui são um ache do povo do Xingu. Então tem significado como tanto e essa parte aqui também tem todo assim para cada povo tem significado. Amostra reúne bancos e artefatos produzidos por artistas de 49 povos indígenas brasileiros. A entrada é gratuita e a visitação segue até o dia 17 de outubro. Tô convidando a todos vocês para que venham conhecer, visitar a Exposição Bancos Indígenas do Brasil, né, para que se conecte à cultura brasileira. O acervo reúne peças coletadas ao longo de duas décadas. A coleção B, ela é constituída de mais de 100 bancos indígenas provenientes de 55 etnias. Puxa vida. E como foi fazer tudo isso aí? Bom, é uma coleção que já se constitui há mais de 20 anos, né? uma coleção formada por Thomas Alvim, Marisa Moreira Sales, em que reúne esses objetos como um modo de valorizar a arte indígena brasileira e divulgara ela acima de tudo. Além da exposição, o projeto inclui atividades educativas para estudantes, mediações com artistas indígenas e registros audiovisuais sobre os processos de criação das aldeias. é uma exposição que também eh prevê e executa ações educativas, né, em que o estudante visita a exposição, ele que se conecta às obras e fazem fabricam seu próprio banco indígena. Quais os horários de funcionamento? Os horários de funcionamento são de terça a sábado, de terça a sexta das 10 da manhã às 6 da tarde e sábado das 10 da manhã às 7 da noite. Não paga nada, é gratuito. Extremamente gratuito. Vale a pena. muitoições 2026. Nós estamos no período de defeso eleitoral que engloba restrições a servidoras e servidores públicos, estatutários ou não, bem como a órgãos e entidades da administração pública direta e indireta. Aqui na Câmara, um ato da presidência trata de algumas delas. Confira quais são. O período em que há restrições destinadas a agentes públicos é chamado defeso eleitoral e vai até o dia 25 de outubro, data do primeiro turno das eleições gerais de 2026. Isso tem a intenção de garantir a equidade na participação do pleito. Eh, por exemplo, é vedado que a sejam eh emprestados, cedidos de alguma forma imóveis ou móveis do poder público a esses candidatos. Eh, também é vedado a a propaganda institucional a menos em em casos de urgência. eh contratações de eh pessoal a menos que esteja um concurso homologado. Eh, são diversas vedações previstas no artigo 73 da Lei de Eleições e que tem a intenção realmente de resguardar a o equilíbrio da participação do pleito entre os candidatos. A transferência voluntária de verbas programadas também é uma das vedações, né, para evitar que a máquina pública seja utilizada indevidamente em proveito dessas pessoas que já estão, né, na no exercício do de algum cargo público. Na Câmara Municipal de Campinas, o ato da mesa número 10, publicado no Diário Oficial do Legislativo de 2023 de julho, traz as normas proibindo a veiculação de propaganda eleitoral nas suas dependências, exceto no interior dos gabinetes, e disciplina o acesso de veículos particulares adesivados com propagandas de candidatos. A legislação federal também cita restrições para o uso das redes sociais. por agentes públicos que são candidatos, eles devem se adequar à legislação eleitoral. Eh, é válido lembrar que os candidatos a as eleições de 2026, eles também não podem eh quando eles já são, né, gestores públicos, eles não podem se manifestar por intermédio não só da prefeitura ou da Câmara, né, das assembleias. Nesse período, eh, os candidatos às eleições de 2026, eles não podem fazer nenhum tipo de pronunciamento público se valendo da posição que atualmente ocupam, inclusive por intermédio das redes sociais. Então, só nos horários reservados pela justiça eleitoral é que é dado a esses candidatos fazerem qualquer tipo de pronunciamento público a Doravante. Todas essas vedações visam que essas pessoas que estão na gestão pública fiquem numa situação de proeminência, né? e já saiam à frente dos outros candidatos que não ocupam essa posição atualmente. Poderá haver sanções no caso de desrespeito às regras. O desrespeito a essas regras pode acarretar eh diversas consequências, tanto na seara administrativa, cívil e até criminal, né? Pode ser enquadrado como ato de improbidade, pode ser caçada a o registro de candidatura desse candidato. Eh, tudo depende da conduta executada, né? e o enquadramento que vai ser eh dado pelo Ministério Público, se ele eventualmente entrar com uma ação ou os outros candidatos ou partidos políticos que também são legitimados a propor ações, eh, visando coibir a prática dessas condutas irregulares. Hora das notícias do legislativo. A Câmara Municipal de Campinas informa que foi protocolado no final da tarde da última sexta-feira, dia 24, um pedido de instauração de comissão processante subscrito pela vereadora Guida Calisto para apurar suposta quebra de decoro parlamentar, desvio de finalidade e abuso de influência política por parte do vereador Arnaldo Salvete. O texto da denúncia relata conflitos na relação particular entre o parlamentar e uma militante do MDB e ex-funcionária da INDEC. A procuradoria jurídica da casa vai analisar o pedido para verificar primeiro a legitimidade e se a solicitação atende os requisitos do decreto lei número 2011 de 67. De acordo com a legislação, se o processo estiver corretamente instruído, a admissibilidade da proposta tem obrigatoriamente que ser lida e apreciada em plenário pelos vereadores na primeira reunião ordinária, subsequente a apresentação do protocolo, que seria, portanto, na segunda-feira, dia 3 de agosto. Para a denúncia ser aceita, é necessária a concordância, por maioria simples, dos parlamentares presentes no plenário. Se for recebida, a comissão processante vai ser constituída por três vereadores definidos por sorteio, caso contrário, será arquivada. Bom, e olha só, ontem, no domingo pela manhã, moradores do Jardim Morumbi passaram a contar com uma nova quadra poliesportiva, além de um espaço para lazer e convivência entre os moradores. Após quase três décadas de espera, os moradores do Jardim Morumbi receberam a urbanização da Praça Alfredo da Inaire e da quadra poliesportiva Assênio de Souza. Uma iniciativa que contou com R$ 100.000 de emendas impositivas do vereador Oto Alejandro. E quando eu assumi a vereador em janeiro de 2021, aqui existia o canteiro de obras do BRT. Então, nada poderia ser feito aqui enquanto esse canteiro de obra estava aqui. Então, de lá para cá, nós acompanhamos, nós esperamos o BRT ser entregue e logo no início desse ano, quando o BR, o ano passado, quando o BRT foi entregue 100% no trecho do Ouro Verde, o canteiro de obra permaneceu. Então, aí começou uma nova luta, né? Uma luta e junto ao vice-prefeito Vandão com o secretário Barreiro, cobrando para que a empresa que foi responsável pelo lote do BRT tirasse esse canteiro de obras. Depois que eles tiraram esse canteiro de obra, veio uma nova luta para que eles fizessem a contrapartida e fizessem o calçamento de toda essa praça. Então, 90% foi obra da construtora que estava com o lote aqui. O restante foi e uma luta do vice-prefeito com o prefeito Dário e também teve a participação das nossas emendas em positiva. Construção de quadra poliesportiva, campo de grama, de areia, espaço para caminhada. O objetivo é que este espaço seja permanente de esporte, inclusão, desenvolvimento social, marcando um novo capítulo para os moradores do Jardim Morumbi. 14.000 m², portanto 1 ha5, né? É uma praça de grande porte onde existia apenas o campo de futebol. Então, atendendo aqui uma indicação do vereador Oto Alejandro e dos moradores aqui do Jardim Aires da Costa e Morumbi. A prefeitura providenciou então a urbanização dessa área que contempla playground, academia para a terceira idade, iluminação de LED em toda a praça, inclusive o campo de futebol, construção de um campo societ, construção de uma quadra poliesportiva, passeios para a caminhada. Tem uma área inclusive destinada a feirinhas para eventos culturais e paisagismo, onde foram plantadas aqui cerca de 500 mudas de árvores e palmeiras e cerca de 3.000 mudas de plantas ornamentais. Ah, mudou muita coisa, né? Essa praça aqui era uma praça abandonada, tinha ponto de é moleque usário de droga. É. É muito mato. População tinha medo de passar do trecho caminho que pegava o ônibus lá. Não tinha, não passava a noite medio de roubo, estrupo. E hoje a praça mudou muita coisa, né? Graças ao nosso vereador Oto Alejandro. Eh, desde o primeiro dia que ele pisou nessa praça que fez o comprometimento com a população do Jardim Morumbi, Ariz da Costa, falando que ia trazer vida, revitalização essa praça. Hoje estamos aí no dia 26/07/2026 com essa praça linda. A quadra poliesportiva foi inaugurada com o nome do Assênio de Souza, um morador que ajudou a construir no passado o campo de futebol e lutou muito por melhorias no bairro. Já falecido, a filha Fabiana de Souza falou sobre a emoção de ver um sonho sendo realizado. Nós viemos do Paraná 30 e tantos anos atrás, né? Lá meu pai também já gostava de de futebol, de esporte. A gente tinha time da família mesmo. Então ele sempre teve envolvido no nessa parte de esporte. Aí quando nós mudamos aqui para Campinas, nesse bairro, né, que a gente já tinha família aqui, e aí ele viu que aqui todo mundo gostava de esporte também, muita criança, que criança adora brincar, jogar futebol, né? E aí a gente construiu aquele, ele correu atrás pra gente fazer esse campinho aqui. Tenho certeza que de onde ele está, ele tá muito feliz com tudo isso que o vereador Oto proporcionou aqui pro nosso bairro. Uma manhã também em que foram entregues 18 escrituras para moradores do núcleo residencial Monte Sião. A população anos aguardando, a gente poôde eh graças ao programa de regularização fundiária de Campinas, que é referência pro Brasil, e hoje chegou o dia do Montecião, a gente pode entregar a matrícula registrada no cartório. Espaço todo revitalizado para a convivência da comunidade. Que muda a realidade é alegria. você tá vendo aí no olhar das crianças, dos idosos, é uma luta de quase 30 anos dos moradores que uma luta nossa aí também que se e hoje se torna realidade a todos nós. E ontem também Campinas pôde reviver a era de ouro do automobilismo com o circuito Chapadão 2026 no balão do castelo. Para quem gosta de velocidade, os Opalas de primeira geração da Stock Car fizeram o motor roncar alto. O evento reuniu maquinários raros fabricados até a década de 60. O balão do castelo virou uma verdadeira máquina do tempo. A tradicional volta do Chapadão retornou em 2026 para resgatar a era de ouro do automobilismo nacional. O evento faz parte das comemorações dos 252 anos da cidade de Campinas. Hoje a gente, mais do que relembrar a história, a gente vai reviver um pouco dessa emoção. Vamos ter aqui uma pequena corrida, né, com largada, chegada aqui na João Herbolo, com esses carros aqui, ó, tudo da década, são Ford 28, 29, 31, então são de colecionadores. Eles mostram um pouco da história do automobilismo, né, e da história de Campinas. A Câmara, inclusive com indicação de emenda para ajudar na estrutura, apoia esse tipo de iniciativa, né? Porque é muito bom a gente relembrar e conhecer um pouco da história da nossa cidade. Isso dá um um sentimento de orgulho, né? Como é bom viver em Campinas, né? Campinas é marcou em várias áreas e também na área do automobilismo. E é isso que a gente quer relembrar hoje aqui. Pouca gente sabe, mas Campinas foi pioneira nas corridas de rua. A primeira prova que aconteceu aqui foi em 1935, antes da inauguração do autódromo de Interlagos. A escolha da Torre do Castelo como sede tem um propósito simbólico, já que as corridas aconteciam bem aqui neste local. Nós temos dois carts de 1960, da década de 60, quer dizer, o começo do CAT no Brasil. E ao lado você tem um kart 2026, que é um kart 0 km. Então lá eu tenho o piloto que correu em nos anos 60 com esses carts e tem o piloto que começou agora. Então é muito bacana isso. Desperta e trazer o automobilismo para pro campineiro. E esses carros você só iria ver dentro do autódromo. Muita gente não tem acesso, é muito complicado. Então o evento proporciona isso. Na verdade, o que a gente tá fazendo aqui se assemelha muito ao que foi feito há quase 100 anos atrás. Trazer automóvel, fazer uma simulação de largada. É mais ou menos isso, né? A gente a gente bebe um pouquinho dessa fonte do passado. O evento é muito bacana porque ele conta uma história, um evento que tá embasado numa história do protagonismo do automobilismo campineiro no mundo, não só em Campinas. Pilotos, muitos famosos correram aqui, pilotos internacionais vieram correr aqui. E aí com esse evento, eh, a gente tenta retratar um pouco dessa época, trazendo carros de corrida antigos, trazendo carros de de antigos ou clássicos. Realmente nos anos 30, 40, 50 são carros que não tm lugar mais para ir, são carros que já estão muito idosos, muito velhos. Então eles precisam de alguns eventos específicos e aí o nosso evento abre espaço para eles. É trazendo o novo com Mustang de carro madrinha, abrindo a corrida e na simulação cinco carros Ford e também de 1930. São relíquias, né, que o público acaba se encantando até crianças, né, vendo essa exposição aqui, algo inovador para eles, né, que estão chegando agora. Com certeza. E é muito família. Eu trouxe o meu filho com 5 anos, ele adora estar no meio de carros, né? E e é muito legal isso daí, poder pegar o antigo e juntar com o novo, né? É, poder manter essa essa paixão viva, né? É sensacional. Mais do que reunir os apaixonados por essas relíquias, a volta do Chapadão conta também histórias de gerações. O João é corredor e a paixão começou com o seu avô. Tudo isso eu devo meu vô, né? Que desde que eu nasci ele já colecionava, restaurava carro. E aí conforme eu fui crescendo, tive a a primeira chance de dirigir, eu falei: "Nossa, é isso mesmo que eu quero pra minha vida". Aí desde então, eu e ele estamos junto aí, fazendo todas as coisas e seguindo, né, com os carroos clássico, poder estar todo mundo junto dirigindo, tá com meu vô, meu pai, meu pai tá com o branco, meu vô com o verde, eu com azul. Então vai ser um negócio de três gerações ali. Olha que legal. É bem divertido. O ponto alto foi a simulação de uma largada histórica com o ronco dos motores. Eu conheci por causa do meu gerro que ele corre. Eu tô achando bastante interessante. É bem legal para vir com a família, passar um domingo legal. responsável por acompanhar uma das licitações mais importantes para a mobilidade urbana de Campinas, a Frente Parlamentar de acompanhamento da licitação intensificou os trabalhos no primeiro semestre e promoveu reuniões para discutir o andamento do processo. Formada pelos vereadores Rodrigo Farmadique, Paulo Hadad, Nelson Oscere, Luís Rossine e Mariana Conte, a Frente Parlamentar de acompanhamento da licitação do transporte público realizou duas reuniões no primeiro semestre para acompanhar o andamento da licitação e esclarecer dúvidas sobre as etapas do processo. Frente Parlamentar, ela foi criada para acompanhar o principal licitação hoje que envolve o poder público de Campinas, que é a licitação do transporte público, que é a concessão eh para 15 anos prorrogável por mais cinco. Então nós teremos 20 anos de uma concessão com um novo vencedor. Então, nós queremos essa frente parlamentar desde o início, antes inclusive do pregão para que a gente pudesse acompanhar o edital, as audiências públicas e nós também acompanhamos o próprio pregão da B3 com a transmissão que foi ao vivo e as reuniões aqui em plenário, que tivemos a presença, além dos vereadores, nós tivemos o presidente da INDEC, o secretário de transporte prestando esclarecimento de todos os trâmides e nós temos acompanhado agora o desenrolado do envolvimento do Poder Judiciário para o presid Presidente da Frente, a atuação do legislativo é importante para acompanhar o processo que terá impacto direto na mobilidade urbana da cidade. Nós temos uma licitação e que é muito importante pro município, mas que hoje, neste momento, ela tá impedida o avanço de homologação por duas decisões judiciárias, uma do Tribunal de Contas do Estado e o outro do Tribunal eh de Justiça que impede a homologação. Por isso é a importância da comissão tá acompanhando, tá fazendo a prestação de contas e convocando e chamando também os responsáveis dessa licitação que é do poder executivo para vir aqui na Câmara explicar ponto a ponto eh todo esse processo. Rodrigo Farmadique avalia positivamente o trabalho realizado no primeiro semestre e fala sobre os próximos passos do acompanhamento da licitação. fazendo um balanço assim de pelo menos desse primeiro semestre, eu acho que foi positivo e produtivo o nosso trabalho, mas nós temos dado continuidade. Fizemos requerimento de informação cobrando a Secretaria de Transporte, Administração e também a INDEC sobre as informações que o Tribunal de Contas e o Tribunal de Justiça tem questionado. E logo depois que nós fizemos esse questionamento, veio novos questionamentos e muito parecido inclusive com os que nós questionamos. Então, a comissão aqui fez um requerimento e logo em seguida o Tribunal de Contas fez um requerimento cobrando as mesmas informações. Então eu acho que a gente tá no caminho certo para dar total transparência e fiscalização e a comissão, a frente parlamentar, ela vai dar continuidade até que a gente consiga ter um desfecho final, que é a finalização e homologação dessa licitação para que uma empresa nova possa estar operando o transporte público na nossa cidade. No primeiro jogo da final da Liga de Basquete Feminino, o Sampaio Correa saiu na frente das campineiras. O começo de jogo foi todo das donas da casa com um ritmo forte e pontaria afiada. O Sampaio Basquete terminou o primeiro quarto à frente por 19 a 13. No segundo quarto, Campinas parou, errou muito e aí foi fatal. 21 a 7 na parcial para o Sampaio. No terceiro quarto, a reação não veio. As maranhenses foram abrindo 19 a 13 e a diferença chegou a ficar em 26 pontos. No último quarto, as campineiras jogaram melhor. Sampaio também diminuiu o ritmo, mas não teve jeito. No fim da primeira partida, Sampaio Basquete 65, Campinas 54. Bom, derrota no primeiro jogo, mas não tem tempo para lamentar, viu? Porque hoje 9 horas da noite acontece o jogo dois. novamente no ginásio Costa Rodriguez em São Luís do Maranhão. Reação tem que acontecer e amanhã a gente conta a história desta partida. E hoje tem Guarani em campo às 8 horas da noite, o Bugre recebe a Inter de Limeira no brinco de ouro e é confronto direto, hein? A Inter é a terceira colocada com 25 pontos. O Bugre caiu pra sexta colocação, mas tem 23, apenas dois pontos atrás. Então o Guarani não pode nem pensar em tropeço porque está caindo na tabela, mas por outro lado, uma vitória coloca a equipe na segunda colocação. O técnico Hélio Cenando não pode contar com o volante William Farias, que foi evitado pelo departamento médico. O Luís Otávio, que chegou recentemente, pode estrear no meio-campo. Na lateral esquerda, o Emerson deve retomar a posição e no ataque, o Luca deve ganhar uma nova oportunidade na vaga do Maranhão. Provável Guarani para logo mais. Tem o Cai França no gol e Naian na lateral direita, Maurício Antônio e Rafael Rodriguez a dupla de zaga com o Emerson Barbosa na esquerda. O meio-coampo tem Luís Otávio, Natã Melo, Isaac, João Paulo e na frente Guilherme Cachoeira e Luca. Jogo complicado. Claro que amanhã a gente conta a história desta partida. Bom, olha só, o dia dos Pais está chegando. Muita gente já começou a procurar aí o presente ideal. Mas será que é possível demonstrar carinho sem comprometer o orçamento? É o que nós vamos conferir a partir de agora no nosso quadro Na Ponta do Lápis. Olá, começa agora mais um na ponta do lápis E olha só, o dia dos Pais está aí e você consegue dar um presente para o seu pai sem gastar muito e enrolar a sua vida financeira. Com planejamento e estratégia, você consegue dar um bom presente para o seu pai. E quem está aqui comigo vai trazer todos os detalhes sobre esse assunto para você aí de casa conseguir dar um bom presente para o seu pai. É ela, Rosiele Pegado. Ela que é planejadora financeira. Rosiele, seja muito bem-vindo. Muito obrigado por aceitar o convite de Na Ponta do Lápis. É um prazer, Felipe, estar aqui novamente, né, sempre para falar do tema de educação financeira, planejamento financeiro e principalmente esse momento festivo, né, que é a data do dia dos pais, sempre mexe com as nossas emoções. Quando falamos emoções, temos que tomar cuidado na decisão financeira que vamos tomar. Rosiele, a primeira pergunta que eu vou fazer para você e pedir para você explicar pro pessoal de casa é quanto do orçamento é saudável para separar para dar um presente para o meu pai. Eu eu costumo falar que presente, né, ele deve fazer parte do planejamento financeiro. Por quê? Porque todos os anos temos essas datas comemorativas, temos aniversários. Então, dentro do seu orçamento, né, e para os meus clientes, eu oriento ali uma média de 3 a 5%. Por quê? Porque você não pode deixar um um valor muito uma porcentagem significativa que isso vai e pode impedir você de investir ou até mesmo de quitar aquelas dívidas. Então você deixar ali todo mês uma reserva ali de 3 a 5% para um presente, uma data festiva, é o ideal para que você sempre esteja planejado e protegido. Ô Rosiele, quando a gente fala de presentear, como você mesmo falou na sua resposta, isso mexe com a emoção da gente. A gente quer sempre dar o melhor pra pessoa que a gente gosta. E aí vale a pena eu comprar a vista ou parcelar? Eu acho que a gente pode voltar um uma par, um pedaço antes aí, né? Um momento antes dessa situação. Por quê? Porque o que que eu oriento? Você dá um valor que você pode comprar, né? Porque muitas vezes, se você olhar, ah, eu quero dar esse presente, muitas vezes esse presente é acima do seu orçamento. Então você olha o seu orçamento, ah, olhei, ah, eu só posso comprar um presente de R$ 50. Então, o presente você vai direcionar a R$ 50, né? Então, quando você escolhe o produto, ah, por exemplo, eu quero eu quero comprar uma televisão, porque estávamos no período da Copa, isso é um valor significativo e talvez dentro do seu orçamento isso não cabe. Então, sempre antes de pensar e parcelar e comprar vista, você faz o seu orçamento ali, o controle financeiro e identifica quanto eu posso comprar, qual o valor do presente que eu posso comprar. A partir daí, aí a gente vem para essa decisão, comprar a vista ou parcelar. Como é uma data comemorativa que se repete e logo vem Black Friday, vem Dia das Crianças, vem Natal, o ideal seria você comprar à vista. Por quê? Porque em seguida tem outras datas comemorativas e muitas vezes pode vir um aniversário do seu pai ou da sua mãe. E se você parcelar, isso pode comprometer, né? Possa ser que no no próximo evento você ainda esteja com a parcela da data do dia dos pais. Então o ideal é comprar à vista. Entendi. Ô Rosiele, aproveitando um pouco o gancho da sua resposta que você falou da da questão de definir um valor, então a partir do momento que eu tenho esse valor definido, fica mais fácil então entrar nos sites que hoje em dia tem aquele filtro e colocar a questão o valor que eu consigo gastar. Isso quando por isso que o planejamento ele é importante, porque ele vai te proteger, ele vai mapear e ele vai te direcionar para um objetivo que é comprar um presente sem se endividar, que é esse o nosso objetivo aqui, orientar você a comemorar esse momento sem, né, gastar ou gastar muito ou se endividar. Então, quando você planeja, você tem a capacidade de pesquisar, de colocar filtro, né, e de ir buscando. E muitas vezes você vai perceber que por questão do momento, aquele produto que você vinha pesquisando, ele vai aumentando, por chegando a data festiva do dia dos pais. Então, como tem uma alta demanda, aí você vai, né, identificando. Opa, eu posso esperar. esse momento e comprar esse presente aqui, porque ele está aumentando e ele vai voltar ao valor original. Então você pesquisar, fazer filtro é fundamental do que você chegar no dia ou na véspera, ir na loja e chegar lá, ver que o valor tá superior àquele que você tinha planejado. E aproveitando um pouco o gancho da sua resposta, quem compra antes economiza, porque como você mesmo falou, a questão da estratégia do marketing é falar que o presente perfeito para o seu pai está em promoção. E muitas vezes quando você coloca o produto no carrinho e vai fazer efetuar o pagamento, aquele produto ele pode estar no mesmo valor ou até mais caro do que ele estava antigamente. Então quem compra antes economiza, porque as ofertas, né, elas elas acontecem em períodos comuns, em dias comuns, né, elas não acontecem, gente, muito difícil uma oferta acontecer no período de pico, de compra, né, de evento. Então é é só um chamariz ali. Ai tá em promoção, venha. Mas se você for em momentos que é tranquilo, que não tem festividade nenhuma, você vai ver que você vai encontrar a promoção de verdade. Por quê? Porque eles precisam fazer a rotatividade desses produtos na loja. Então eles de fato vão fazer uma promoção em um período de baixa venda, né? Nunca em um período festivo vai ter uma promoção. É muito difícil. E você vai ver que se você tivesse comprado, antecipado, até mesmo depois do evento, você consegue um desconto real. Ô, Rosiele, e quais são os erros financeiros mais comuns que a população comete nessa época do ano? O primeiro é não fazer a organização financeira, né? Então, não tem um controle, não, não tem uma organização, não sabe ali qual a sua capacidade de pagamento. Esse é o primeiro. O segundo é não identificar ali o valor que eu posso comprar o presente. Então, ah, eu quero, a minha mãe quer uma panela de pressão eletrônica, elétrica, né? Vamos voltar pros pais. meu meu pai quer um kit de barbear de uma tal de uma tal empresa e é muito acima da sua capacidade de pagar. Então, se você tivesse se planejado, você meses iria economizando, né, e conseguiria comprar esse produto. Então, por você não planejar, não economizar antes, não poupar dinheiro antes, você vai lá, passa o cartão de crédito e não sabe como vai pagar. E aí, lembra aquela aquela parte daquela informação? Ah, comprar parcelado à vista? Você pode comprar parcelado desde que o valor caiba no seu orçamento. Então, não adianta, eu vou parcelar e depois eu vou ver como eu posso fazer, né? não tem que caber dentro do seu orçamento. Então, um dos erros é esse, comprar no cartão de crédito sem saber como vai pagar, parcelar, sem se planejar e mesmo assim parcelando, inessar o orçamento, porque essa parcela não cabe dentro do seu orçamento. E o erro mais comum que eu vejo é a decisão no momento. Então, você não se planejou, você não sabe o que você vai comprar, você só vai a à loja, ao shopping, disse: "Ai, lá eu vou procurar o que eu vou dar pro meu pai". Isso é o, eu acho que é o erro pior que você pode fazer, porque você lá você sempre vai ter uma pessoa te influenciando e muitas vezes você pode tomar a decisão de comprar um produto muito mais caro, um presente muito mais caro do que sua capacidade de pagamento. E isso pode te levar ao endividamento. Ô, Rosiele, e quando a gente fala no dia dos pais, nessas datas comemorativas, dia dos pais, dia das mães, o que vem na nossa cabeça muitas vezes é levar o nosso pai para almoçar fora, para comer uma pizza, levar no restaurante. Quais cuidados devem se tomar nessa decisão? Porque a gente sabe que muitas vezes o dia tem muita demanda, os restaurantes ficam muito lotados para não cair em pegadinho também de acabar pagando mais caro do que se eu tivesse feito um almoço em casa. É. a gente tem que entender que o melhor presente é a nossa presença, né? E o sistema capitalismo capitalista, ele induz a gente que você precisa dar um produto, dar um presente físico para alguém. E isso mexe com a nossa emoção, porque você é induzido pelas propagandas, né, nas redes sociais, na TV, até no dia a dia dessa, ah, vamos ali, ah, todo mundo vai pro restaurante, tal. Então, se a gente pensar que se você quer curtir a presença do seu pai, você tem que ir para um lugar mais tranquilo. E geralmente isso não vai acontecer no restaurante, né? Por quê? Porque vai estar mais lotado. Muitas vezes é aquela correria de garçom, né? Você vai esperar mais, vai, às vezes não vai comer aquilo que você gostaria, né? Porque tá lotado e vai pagar mais caro. Por quê? Porque tudo ali tá eh organizado para o momento festivo. E nesse momento festivo, nessa emoção, você vai gastar mais. Então é muito mais barato você fazer um almoço em casa com seus pais, né, com a sua família e planejar. você vai aproveitar muito mais a presença do seu pai e também vai comer, né, aquilo de fato que você gostaria, com a qualidade que você gostaria e pagando muito menos. E agora encaminhando para o final da nossa entrevista. Se eu acabei me empolgando nesse momento, tudo bem, eu não segui as dicas, já fiz a compra, extrapolei o meu limite do meu orçamento, como que eu faço agora para lidar com essa bola de neve que acabou chegando junto com o dia dos pais? É isso é muito comum, né? Muitas vezes isso pode estar vindo aí do dia das mães, né, da Copa e aí junta com o dia dos pais são e é uma explosão de dívidas. E aí a gente tem que ter esse controle, esse entendimento. A primeira coisa é reconhecer em que momento, né, você estava, que você tomou aquela decisão. Você tava feliz, você tava triste, você tava muito atarefado e deixou a sua vida financeira de lado. Isso é importante você identificar. Por quê? Porque a gente precisa identificar esse padrão para que a gente não se repita, porque vem o Natal, aí vem a Black Friday, você pode repetir o mesmo padrão. Então, identifica. Eu deixei de fazer o meu controle financeiro, eu não identifiquei quanto eu tinha de folga e eu tomei uma decisão no meu emocional, uma decisão precipitada. Isso é o ponto chave. Agora eu identifiquei quanto eu estou devendo e a hora de você criar uma estratégia, vender produtos, criar uma renda extra para sair do endividamento, né? Então isso é uma forma de você agir rápido dentro do do problema, porque na maioria das vezes o que as pessoas fazem: "Não, eu vou resolver, vai deixando". E se essa dívida for no cartão de crédito, ela é preocupante, porque ela tem uma taxa de juros bem elevada e ela vai se multiplicando rapidamente e quando você vê todo o seu dinheiro tá indo para pagar o mínimo da fatura do cartão de crédito. Entendi, Ros? Então, o momento que era para ser festivo, é verdade. Vira uma preocupação durante todo o ano, porque você não se planejou, não se organizou e não aprendeu a tomar decisões assertivas. Um dia vira uma preocupação pro resto do ano. Sim. Se esse se esse presente, se essa decisão for, o uso do cartão de crédito vira. Certo. Então, Rosele, muito obrigado e obrigado por nos receber aqui para mais uma ponta do lápis. É um prazer. Eu desejo a todos aí que festejem, né? Comemore o dia dos pais com sabedoria e com inteligência financeira. Se você quiser aprender mais sobre a educação financeira, me segue nas redes sociais. Fosiele pegado. Tá certo? Então, na ponta do lápis de hoje, você descobriu como presentear o seu pai sem pesar no orçamento. Eu vou ficando por aqui, mas eu na ponta do lápis volta semana que vem. Até mais. A semana começou com o tempo aberto, sol, céu azul e temperaturas em elevação. E segue essa tendência para amanhã, terça-feira. Com o tempo ensolarado, ele começa com aquele friozinho característico do inverno, mas daí ao longo do dia, principalmente à tarde, com a presença do sol, a temperatura sobe. Então, olha só, para esta terça-feira as temperaturas estão aqui na minha tela. Mínima de 16º ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 29 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira ao meio-dia ao vivo. Te espero até lá. Ciao. Ciao. เฮ