A comissão processante que apura infrações político-administrativas do vereador Vini Oliveira realizou oitivas nas quais nenhuma das testemunhas de acusação compareceu. Algumas testemunhas justificaram a ausência invocando o direito de não produzirem provas contra si mesmas. A matéria explica os ritos e procedimentos da comissão processante, que não possui poder coercitivo para compelir o comparecimento de testemunhas.
Seis testemunhas convocadas pela comissão processante contra o vereador Vini Oliveira faltaram às oitivas desta segunda-feira: três ligadas ao consórcio vencedor do leilão não compareceram pela manhã, e à tarde outras três testemunhas de acusação também faltaram, duas alegando, por advogados, o direito de não produzir provas contra si mesmas, citando investigação em segredo de justiça na Polícia Civil. A comissão, formada por Paulo Hadad (presidente), Oto Alejandro (relator) e Dr. Ianco, esperou 15 minutos mas não tem poder de convocação coercitiva: as testemunhas arroladas pela denunciante, vereadora Mariana Conte, comparecem por convite voluntário.
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