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preparar agentes públicos para comunicação com o cidadão. Com esse tema, a Elecamp, a Escola do Legislativo de Campinas, realizou a palestra mídias sociais para vereadores, estratégia, conteúdo e conexão com a população. Para o encontro, um especialista no tema falou no plenário da Câmara que reuniu participantes inclusive de outras cidades da região. Então, aproveitem demais a palestra dele que é um privilégio ouvir o Marcelo, é um grande parceiro das escolas do legislativo. Eu sou a diretora da Escola do Legislativo aqui de Campinas, presidente da APEL. Vou falar para vocês um pouquinho o que é a Pel, porque é a Pel que nos permite estar realizando esse evento hoje. AP, Associação Paulista de Escolas do Legislativo. Tô até com a camiseta aqui, vestindo a camisa mesmo da Apel. E a gente congrega as escolas do legislativo pelo estado de São Paulo Toto. Nós somos 645 municípios, cerca de 140 escolas. E a gente faz esse esse intercâmbio entre os profissionais das escolas do legislativo. A rede social é só um alargamento para as pessoas te encontrarem. é um meio. E pra gente ser encontrado, a gente precisa ter essa rede social muito bem pensada e a comunicação elaborada de trás para frente. Por isso que a gente olha os bastidores para poder pensar o quê? Como que eu vou fazer essa publicação? O que eu vou postar? Não, a gente não, a gente não pode ser essa máquina automática de acabou o evento, publica foto, acabou o evento, grava o vídeo, já sobe. Em algum momento vai ter que ser dessa forma, porque cobra alguma coisa, cobra a velocidade. E se cobra a velocidade, aí eu vou brincar que eu falar com os estagiários, qual é a ação que vai ter hoje? Audiência pública. Bacana. Você tá com o lead pronto da notícia? Não, vou fazer amanhã. Vou fazer na hora. Por que que você vai fazer na hora algo que você pode antecipar? Vai acontecer a audiência pública na Câmara X, tal horário, a pauta é isso e as pessoas podem acesso livre ao público e as pessoas a qualquer momento podem o quê? Interagir. Tá pronto o texto ali. Se acontecer algo extraordinário, eu só vou complementar. Na palestra que está disponível no canal da TV Câmara Campinas, no YouTube e no portal tvcamaracampinas.com.br. br. O jornalista diz que é preciso pensar no público para estabelecer a comunicação. No município tem pessoas que protege os animais, combate a violência contra a criança adolescente, violência contra a mulher, defende a educação. Que que eu não posso convidar essas pessoas para agir, né? é de pensar tudo isso. E quando a gente olha, pá, vamos lá que dá tempo a gente fazer atividade. Dimensão, eu vou pensar no público, tema, formato, local, frequência, resultado. Qual é o público? Pode ser jovens, idosos, professores, tem diferentes públicos. Tem: mobilidade, saúde e cultura. Formato, oficina, podcast, visita legislativa, argatom. Eu posso puxar audiência pública, projeto de lei, diferentes formas de projetos. Frequência semanal, mensal, trimestral, permanente. Eu que vou definir ali de acordo com a equipe que eu tenho para trabalhar. Resultado esperado, projeto de lei, relatório, banco de ideias, fiscalização, capacitação e rede de voluntários. Tudo pra gente ir pensando. Exemplo, eu posso pensar comerciantes, mais aplicativo, mais mobilidade permanente, jovens, escola, jogos, educação, campeonato, simulação legislativa. Olha para quem tem escola do legislativo. Que bacana. Olha lá, o primeiro, plataforma colaborativa para mapear problemas urbanos. Imagina uma plataforma dessa no seu gabinete. Hoje é difícil, é caro, inteligência artificial, dá para quebrar o galho com muita coisa. na ausência de recursos para poder contratar um profissional ou comprar um serviço. Idosos, oficina saúde e câmara, parlamento, longevidade, câmara sênor, câmara 60 mais, diferentes formas para se trabalhar. O presidente da Câmara participou do encontro e lembrou que hoje as redes sociais são parte importante para quem quer fazer política. Hoje saber se comunicar é tudo e para quem exerce uma função política ainda mais, né? E aí e a comunicação evolui, os meios sociais, as mídias sociais vieram. Eu sou analógico ainda, eu sou, tenho dificuldade para trabalhar com esse negocinho aqui, mas não tem jeito mais de fazer política hoje se não for com as redes sociais, né? existe uma nova mentalidade, a população toda tá ligada aqui e se você não souber se conectar também a partir daqui, você vai ficar eh para trás no processo. O doutor em comunicação respondeu perguntas dos participantes para o uso das ferramentas que podem interagir com o cidadão. Para colocar a caixinha, você vai precisar da autorização deles para colocar a caixinha. Aí talvez essa caixinha para fazer uma questão de fiscalização. Sim, mesmo centro para fiscalização. Aí talvez um cartaz fixado no morural de aviso da UBS com QR code seja menos invasivo que a caixinha. A caixinha, bom vocês falarem também tem um outro ponto, vai ter informações sensíveis. A pessoa foi lá, preencheu LGPD, telefone, tudo e colocou. Outra pessoa pode abrir e pegar aquelas informações e passar por vocês respondendo. é com QR code, talvez a informação vá direta para você e você fuja e da possibilidade da pessoa abrir a caixinha, pegar as informações, possivelmente, espero que isso não ocorra, alguém se passar por você respondendo de uma forma mais ríspida ou passando alguma desinformação. M.