Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Criada para acompanhar temas internacionais com reflexos diretos no município, a Comissão Permanente de Relações Internacionais da Câmara de Campinas realizou três reuniões no primeiro semestre deste ano. Presidido pela vereadora Paula Miguel, o colegiado é formado pelos vereadores Vini Oliveira, Luiz Bico, Gustavo Peta e Paulo Hadad. Acho que é importante ressaltar, né, que é a primeira vez que a gente tá eh pelo segundo ano, né, consecutivo, mas anteriormente presidia a Comissão de Direitos Humanos. Então a gente tá tendo inúmeros desafios para acompanhar esse debate internacional que aqueceu nesse momento. Na primeira reunião ordinária do ano, realizada em fevereiro, o colegiado apresentou o planejamento de trabalho para 2026 entre os assuntos definidos para acompanhamento, conflitos geopolíticos internacionais, guerras em andamento, políticas migratórias e os reflexos desses cenários para a economia e o desenvolvimento de Campinas. Então, a gente realizou uma primeira reunião, onde foi conversado com membros aqui da cidade que fazem mensalmente reuniões eh coletivos de solidariedade à Cuba. Mas a gente teve, né, no mês de maio, se não tô enganado, a presença do embaixador de Cuba, que trouxe, né, como que a população sobrevive diariamente, como que a população lida, inclusive com as quedas de energia que estão tendo no país nesse momento. Um dos destaques do semestre foi a discussão sobre a situação de Cuba e os efeitos do embargo econômico imposto pelos Estados Unidos ao país. O assunto mobilizou dois encontros da comissão e reuniu especialistas, representantes de movimentos sociais e autoridades diplomáticas para debater os reflexos da medida sobre a população cubana. Então, a gente teve eh o debate que a gente falou sobre Cuba, né, principalmente, como esse cerco que acontece hoje a partir dos Estados Unidos, que também atingiu o Brasil com o tarifaço, mas como lá são 60 anos de embargo e de impedimentos de compra de itens de outros países e como nesse momento há também uma crise energética. Com embaixador, a gente conseguiu inclusive fazer esse debate mais profundamente de alguém que tá vivendo diariamente no país. Para o segundo semestre, a comissão pretende ampliar os debates sobre os efeitos das transformações econômicas globais e seus reflexos no mercado de trabalho e na economia local. Falar sobre eh economia, desenvolvimento, esporte, cultura, né? O que que isso impacta aqui na região de Campinas, como a gente já fez, e como que isso pode fazer com que a nossa economia aqueça ou gere desemprego. M.