Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
A reunião da comissão de estudos sobre neurodivergências debateu a importância de ampliar o acesso à informação, ao acolhimento e aos direitos das pessoas neurodivergentes e suas famílias. é algo que a gente tá sempre num processo de de aprender mais, de conhecer mais e de assim, sabendo que a gente não tem talvez assim poucas certezas, né, e muitas dúvidas, sobretudo sobre como o poder público pode eh eh garantir direitos, né, das pessoas com neurodivergências. Acho que esse é o principal aspecto. a nossa comissão de estudos até, né, já conversando com a Marina, conversando com a Gabriela, né, ela tem muito esse caráter de pensar no que a gente chama de política integral, né, entendendo que as neurodivergências elas não tão eh relacionadas apenas à área da saúde, elas não são particulares à área da educação, elas compõem todo um um, um, né, um um um um um cardápio de ações do poder público que envolvem justamente a garantia de direitos a todas as pessoas, né? Eh, isso isso envolve geração de trabalho e renda, isso envolve cultura, isso envolve eh esporte, né? E são os temas que a gente eh tá buscando eh tratar daqui hoje. A inclusão de pessoas com TEA no mercado de trabalho também esteve entre os temas discutidos. A procuradora do trabalho pontuou que a invisibilidade ainda é um dos maiores desafios enfrentados por esse público. A verdadeira barreira que enfrentamos no mercado de trabalho ainda é uma barreira de invisibilidade. essas pessoas elas não são vistas e é um conceito que foi sendo ampliado recentemente, né, para eh garantir direitos a essas pessoas que antes nem mesmo eram consideradas pessoas com deficiência. Então, hoje em dia, nós temos ainda muito desconhecimento no mercado de trabalho para verdadeira inclusão e retirada de barreiras dessas pessoas. Eh, além disso, a gente também pensa muito no mercado de trabalho hoje, que é o o que a gente vê mais nas maternidades atípicas, vamos chamar assim, né? que são aquelas pessoas, mães e pais, mas principalmente mães e principalmente mãe solo, que tem os filhos ou dependentes com deficiência, com uma neurodivergência e precisam de adaptações no trabalho, não por conta de uma neurodivergência dela, mas de alguém que ela cuida. Professora de educação física, Gabriela Andreta, trouxe as barreiras pedagógicas e a importância da formação dos profissionais de educação. Então, para que pessoas com autismo, né, dependente do nível um, dois ou três, eu preciso de estratégias de mediação. E para que eu tenha estratégias de mediação, eu preciso com que esse professor esteja, né, seja formado nessas estratégias. Não adianta eu só garantir 20% das minhas vagas, né, e não garantir que esse professor tenha essas estratégias de mediação dentro da sua prática. Conhecer, construir, incluir e transformar foram algumas das reflexões reforçadas durante a reunião, dentro da perspectiva de que todos somos pessoas, né, e que a educação tá olhando para as pessoas enquanto pessoas e que todas as pessoas são diversas, né, e tem as suas aptidões, os seus talentos, as suas os seus os seus modos, né, de de conviver e as suas deficiências, enfim. Não tô querendo aqui generalizar, viu, Wagner, mas um pouco dentro dessa percepção de que numa sala com 30 alunos, tendo 25, eh, tendo cinco com deficiências ou com tendo, ou tendo neurodivergências, importante que todos estejam agregados numa numa sala de 30 alunos para que a gente possa tratar coletivamente, né, e que e a gente vai percebendo que coletivamente a gente dá conta, né, de uma maneira muito mais democrática, plural, diversa. né? Eh, de sermos todos, né?