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A secretária municipal de cultura, Alexandra Caprioli, na sexta reunião da comissão de cultura, abordou os impactos da semana da música, que é lei, está no calendário oficial de eventos do município. A gente tinha em 2024 cerca de 1900 eventos. Em 25 a gente sobe para 3.200 eventos, né? Sobre o 91%. Todos esses esses citados aí estão relacionados à música. Além disso, o primeiro semestre desse ano já mostra que a gente já teve um aumento maior ainda. E como a partir deste ano é uma política permanente, a iniciativa promete dar mais espaços aos artistas da periferia. A gente pode trabalhar formação, a gente pode trabalhar mentorias, a gente pode trabalhar uma qualificação eh eh vereador que o senhor também tem um olhar paraa periferia, que é será que a a essa esse público da periferia que tem produzido músicas autorais, será que eles estão conseguindo gravar as músicas, fazer lançar em alguma plataforma? Isso é um assunto que até o que a gente tá estudando, né, de colocar um equipamento eh de podcast, que também pode ser um estúdio na periferia, isso vai ampliar a o acesso, né, a uma forma mais qualificada pros artistas. Caianasca, conselheiro de cultura, aprovou o projeto por se pensar no macro. que eu acho mais interessante desse projeto de lei e o e o que ele fomenta no processo todo de construção das políticas culturais aqui em Campinas é um processo de pensar política cultural no seu macro, né, e na sua complementariedade. Eu acho que isso que é muito interessante. Eu tava conversando com a secretária na semana passada também no projeto Filma Campinas, que é um outro acerto da da secretaria e do processo com a prefeitura, falando sobre isso e falando sobre a importância da gente tá conseguindo avançar a política cultural aqui em Campinas para além do do fomento, para além desse processo de de só de de um foco eh no processo do fomento direto ou indireto mesmo, mas a gente tá conseguindo fazer processos e acho que a gente tá avançando a construção da político aqui no município para pensar numa complementariedade e eu eu quero mais. Outro assunto abordado foi o aumento das inscrições para o UFIC, o Fundo de Investimentos Culturais de Campinas, que registrou 896 projetos inscritos, um aumento de 25% em relação à edição de 2025. O edital destina a R$ 3,33 milhões deais para contemplar cerca de 90 iniciativas artísticas. Nós tivemos 896 projetos inscritos. É um aumento em relação ao último ano. Parece algo positivo, mas pela fala da Alexandra Capriola, da secretária, também dos outros membros aí da mesa, apenas 10% dos projetos são contemplados porque não tem um aumento do orçamento. Isso é um problema? Isso é preocupante, né? Então, nós temos uma uma iniciativa e um indicativo positivo, que é o quê? A nossa provocação para que mais projetos fossem apresentados, ela foi atendida por parte da comunidade. Então, a comunidade está mais participativa, porque era um grande desafio, Gabriel. poucas pessoas que têm o dom cultural, ela também consegue apresentar um documento para fazer a captação. Agora, a grande desafio é aumentar a questão do recurso. Então, nós temos algumas eh algumas eh indicativos para trabalhar. A primeira, lutar junto aqui ao projeto orçamentário da Câmara no final do ano para que a gente traga e debate e lute para isso. A segunda, recursos extras, que são emendas parlamentares, deputados federais, deputados estaduais, que tenha esse compromisso com a cidade de Campinas e também os recursos das empresas através da lei, né, do Leão Solidário, que pode doar pra cultura, pra assistência. Então, a gente tem que também conscientizar as empresas, principalmente aquelas que são de Campinas, que já fazem esse aporte, deixar o dinheiro aqui na cidade de Campinas.