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Cada criança um universo diferente, a neurodiversidade e a beleza de aprender com cada diferença. Esse foi o tema central da quinta reunião ordinária da Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida presidida pela vereadora Débora Palermo. Vivemos um momento em que diagnósticos de TE e TDH cresceram significamente nos últimos anos. E no Brasil, a lei 14.254 254 de 2022 trouxe avanços importantes para a inclusão de pessoas com TEA nas escolas, mas ainda há desafios para garantir políticas públicas específicas ao TDH. Que esta manhã seja de aprendizado, troca e acolhimento. Que possamos juntos fortalecer valores de inclusão, respeito e solidariedade, reconhecendo que cada criança, cada pessoa é um universo único e precioso. A reunião contou com a palestra do biomédico Nelson Costa e durante a apresentação foram abordados temas como os desafios do século XX, o impacto do uso excessivo de telas, a influência das emoções no ambiente familiar, a neuroplasticidade, os efeitos da contaminação ambiental e o papel de minerais no desenvolvimento de pessoas com transtorno do espectro autista e transtorno do déficit de atenção. com hiperatividade. Minerais que ajudam muito para a síndrome de T e TDH. São todos esses caras aqui, ó. fósforo, cálcio, magnésio, sódio, potássio, ferro, manganês, zinco, seleno, cicá lítico, cobalto. Todos eles têm uma parte de regulação para neurotransmissão. Então, todos aqueles que eu sinalizei ali com vermelho estão diretamente ligados a essa síndrome, principais minerais que não podem ficar em baixos níveis. Então, se você quer função boa imunológica, tá aqui, ó, selêniozin magnésio, cálcio, melhora da nossa resistência e potássio, magnésio, cálcio, ferro e assim por diante. Para presidente da comissão, destacar a função desses minerais é essencial para levar informação e orientação a pais e mães de crianças e adolescentes com TA ou TDH. Por isso que eu quis trazer esse debate, a importância da da alimentação saudável, de não eh não ter acesso a a metais pesados, seja na alimentação, seja em cosméticos, em produtos ou até numa simples panela, né, como a gente discutiu aqui hoje. Então, todas essas informações é para trazer também eh aos pais, as pessoas com T ou com TDH eh para que eles para que eles tenham uma qualidade de vida melhor. E nós vimos que a importância da da do exercício físico, de rir, de fazer o que gosta, que eu também não só essas coisas, mas também o estado emocional influencia muito nessas doenças e também não só nas pessoas neurodivergentes, mas também na nossa vida, né? Pessoas que, vamos dizer normais. Ainda segundo a vereadora, o encontro buscou ampliar a conscientização sobre a neurodiversidade, valorizando as diferentes formas de funcionamento do cérebro. A proposta é compreender essas características não como doenças ou limitações, mas como maneiras legítimas de existir e aprender. Como presidente da comissão da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida, a gente tem que sempre trazer esse debate por conta do respeito às diferenças, né? Todos somos diferentes, né? Algumas deficiências não podem ser tratadas como como exclusão ou como um problema, mas sim vê a beleza que há em tudo. Todo todo mundo tem uma parte linda e deve ser admirada e deve ser principalmente respeitada. M.