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A Comissão Permanente das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida da Câmara Municipal de Campinas, presidida pela vereadora Débora Palermo, realizou a quarta reunião de 2026 para discutir a violência sexual contra pessoas com deficiência. É um assunto, nós estamos no mês de maio, né, que é o de de enfrentamento e combate à violência sexual contra crianças e adolescentes, mas também estendemos paraa pessoa adulta também, idosas, né, na comissão, porque ainda eh, André, as pessoas com deficiência são muito vulneráveis a abusos sexuais, exploração sexual. Então, é importante falar e informar, trazer maior número de informação paraa sociedade, para todos que atendem, para as pessoas com deficiência também. O encontro também destacou Maio Laranja, campanha nacional de combate ao abuso e a exploração sexual de crianças e adolescentes. O Maio Laranja, né, que é a o dia nacional do 18 de maio, é o dia nacional do enfrentamento ao combate a abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes. Lembrando que foi devido a Aracele Crespo, uma criança de 8 anos que foi abusada, violentada, estuprada e morta. e sem que até hoje, em 1978, nunca houve punição aos agressores. Então, eh, foi por isso que ficou dia 18 de maio, que foi a data que essa criança sofreu esses abusos. Então, o mês de maio é um mês de reflexão, de enfrentamento a essa violência absurda. Bom, inclusive também eh durante a reunião foi dito algo muito interessante que antigamente falava assim integração, né? Hoje mudou bastante, como vai mudando. É importante também rever os conceitos, né, vereadora? Sim. Hoje a eh vai, graças a Deus, a gente tem avançado, principalmente na questão da pessoa com deficiência. Antigamente nem a escola eles frequentavam, né? Eh, normalmente ficavam em casa e hoje é obrigatório a frequência escolar de todas as crianças. Então isso trouxe inclusão. Eh, antigamente era integração, hoje eles têm direito a a ter uma vida digna, participar de tudo, qualidade de vida. Então, a e o trabalho nosso é esse, trabalhar para que cada dia mude e que eles tenham mais os direitos garantidos, tenham qualidade de vida, convivência com toda a comunidade para que eles possam exercer uma cidadania plena. A reunião contou com especialistas, representantes do poder público, entidades de proteção e organizadores da sociedade civil para discutir formas de prevenção, acolhimento e enfrentamento da violência. Os dados sem ação não vai mudar a realidade de quem vive ou sofre violência. Então, toda vez que eu venho aqui, né, que a vereadora me chama, eu acho que é muito importante a gente enquanto política pública, enquanto vigilância em saúde, tá sabendo dos números e tá podendo dialogar com todos os presentes aqui, né? Uma temática muito séria, muito difícil e a gente não pode pensar só em rampa, elevador acessível, né? A gente tem que pensar em muito mais. S.