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Faça Você Mesmo | Colar Cachinho com Miçangas
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Faça Você Mesmo | Colar Cachinho com Miçangas

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Resumo editorial

Aula prática de confecção de colar de crochê com miçangas, com passo a passo demonstrado pela artesã Luciana Santos. A apresentação inclui a trajetória profissional de Luciana, que aprendeu crochê durante a pandemia e transformou o artesanato em fonte de renda. Utiliza materiais simples como fio cordonê, miçangas e agulha de crochê.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

A artesã Luciana Santos ensina a fazer um colar de crochê com miçangas, técnica que descobriu após anos de tricô e, na pandemia, de crochê tradicional em tapetes, bolsas e amigurumis. Com fio Cordonê da Círculo, 56 miçangas e agulha de crochê n°1,25, ela mostra o passo a passo de peças leves e hipoalergênicas, hoje sua fonte de renda em feiras de shopping, já que ao ar livre elas chegam a voar. O conteúdo educativo de utilidade pública integra a grade da TV Câmara Campinas.

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Rá, [música] [música] [música] está começando Mais um faça você mesmo. [música] No programa de hoje, a gente vai aprender a fazer um colar de crochê com miçangas, [música] uma bijuteria delicada, leve e cheia de personalidade. Quem vai ensinar o passo a passo é a artesã [música] Luciana Santos. Luciana, seja muito bem-vinda. Faça você mesmo também. Obrigada por ter aceitado o nosso convite. Obada. Eu que agradeço a oportunidade. Luciana, pra gente começar, a gente sempre gosta de saber um pouquinho da [música] história da artesã que está aqui no programa. Conta um pouquinho pra gente como que você começou no artesanato. [música] Já foi fazendo os colares? Não, eu fiz tricô [música] a minha vida toda. Uhum. Aí entrou a pandemia, né? A pandemia [música] tirou alguns dons da gaveta e aí ficamos trancado dentro de casa. [música] Aí eu fui aprender o crochê. Aí comecei a fazer o crochê, mas eu comecei [música] com peças maiores. Comecei fazendo tapete, bolsa, amigurumi. Uhum. Mas não era o que eu queria naquilo. Não, [música] não me agradava. Aí eu descobri que eu podia fazer joias em crochê. Uhum. Aí eu comecei a desenvolver [música] a técnica, comecei a experimentar materiais, linhas diferentes, pedras, miçangas, [música] pérolas, porque é um mundo muito grande de materiais e que dá para variar muito, dá para criar muito. Então eu comecei a fazer, comecei a descobrir [música] esse mundo. Então foi me encantando. Faz 4 anos que eu trabalho com artesanato. Nossa, que bacana. No começo eu [música] fazia e dava de presente. Uhum. Então tem várias amigas minas que [música] ganharam um monte de coisa porque eu ia fazendo, ia distribuindo, fazendo distribuindo. Aí chegou um ponto que eu não tinha mais como distribuir. Então começou como hobby, depois virou uma fonte de renda. Depois [música] virou uma fonte de renda porque eu falei: "Não, não tem mais o que fazer com tanto colar em casa". E eu comecei só [música] com colar. Uhum. Aí você faz o colar. A pessoa pergunta: "Não tenho brinco?" Aí você faz o brinco. Aí você faz o brinco, ela pergunta: "Não tem a pulseira?" [música] Aí você vai e faz a pulseira. Então aí você vai desenvolvendo as outras peças, as outras habilidades, vai descobrindo ponto novo, mistura [música] de pedras, o que agrada ao público, o que sai, o que não sai. E aí eu fiquei um tempo [música] eh testando, fazendo, vendendo. Depois é que eu comecei a frequentar mais as feiras. Eu [música] faço feira em shopping, eu não faço feira de rua. Uhum. Feira de rua para mim não dá resultado. Não vende, não vende feira de rua. O pessoal gosta de comprar [música] tapete, pastel, pano de prato, semijoióia, bijuteria. Não. Sim. E as minhas peças em espaço [música] aberto, como elas são muito leves, elas saem voando. Hum. Sim. Então não é legal. Então eu [música] tenho feito feiras dentro de shopping. Entendi. Que algumas feiras de artesanato mesmo. [música] Uhum. E eu comentei no começo, né? Você também acabou de falar que ess as bijuterias feitas [música] com o crochê, elas são mais leves, elas trazem essa leveza por conta do material. Por conta do material dá uma aparência [música] de ser mais eh leve, uma coisa mais delicada. Então é sempre uma aparência de [música] uma coisa mais fina, mais clássica. Uhum. E não só ela é uma leve, como ela não dá alergia. Ela é hipoalergênica, [música] ela é de linha. Uhum. Então tem algumas peças que tem metal. Agora eu tô partindo para todas as peças de metal com banho de ouro. Então para não dar alergia mesmo. Uhum. Mas eu gosto [música] mesmo é de fazer os colares inteiros que passa pelo pescoço. Mas tem gente que gosta de colar curto, então vou fazer que agrade, [música] certo? Esse é um dos primeiros. Ah, que você fez? Que eu fiz. Esse é um dos primeiros. E você já começou é incluindo a miçanga no material junto? Eu comecei [música] com cristal. Primeiro foi o cristal. Usei muito cristal, muitos [música] tons de cristal. Daí eu comecei partir para miçanga, mini miçanga, que é bem miudinho, é o menorzinho que [música] eu faço. E a minha especialidade é o fio fino, que é esse bem fininho aqui. Então eu pego uma linha mais grossa, eu [música] acabo desfiando a linha. Ah, porque eu gosto de trabalhar com a linha fina. Uhum. E na linha fina não rende bem, porque a mão já é para isso, né? [música] Sim. E é um trabalho bem delicado também, né? Como você falou, tem a linha mais fina, totalmente feito à mão. É um trabalho trabalhoso, assim, você tem, dedica bastante tempo para ele. [música] Sim, eu dedico bastante tempo primeiro porque eu tenho que selecionar material que combina. Uhum. É uma preocupação que tem que ter, né? É, o material tem que casar pra joia ficar bonita, né? Então você [música] tem que fazer uma combinação que dê certo, linha que dê certo, que funcione com a peça, porque tem linha que não dá certo. [música] Às vezes você faz, você não gosta do resultado. Então é um trabalho assim demorado, tanto no planejamento como para fazer. Entendi. Porque primeiro eu tenho que planejar [música] o que eu vou fazer para depois eu montar. Uhum. E você também faz eh você falou que faz combinando, [música] né? Tem coleções que você faz, ah, vou fazer um conjuntinho de brinco, colar, pulseira. Tem, eu faço os conjuntos [música] que nem esse aqui é um conjunto, ó. Uhum. Esse tem o colar e a pulseira [música] junto. O brinco já foi. Aham. Acabou vendendo separado. É, porque eu vendo o conjunto, mas eu vendo separado também. Aham. E aí acaba combinando com outro brinco que também tem crochê [música] e tem pedras. Eu gosto de misturar as pedras junto. Pedra natural. Uhum. E agora [música] eu estou preparando uma coleção nova. que eu vou fazer o lançamento em outubro dessa coleção. Uhum. [música] Então daí eu tô preparando agora vai ter um evento, coleção especial, coleção especial para lançar a marca também no mercado. Ah, que legal. [música] E você também dá aulas? Como que entrou isso também? Eu faço workshop, faço curso, o pessoal tá sempre procurando. Uhum. Aí você [música] pega pessoas que conseguem fazer, pessoas que brinca com agulha e sai feliz porque fez alguma coisa, pessoas que sabe, vai pegar ali totalmente do zero, tem um pouquinho de experiência. Isso. Aí eu pego, não, eu pego geralmente a pessoa que não sabe fazer nada. Uhum. A gente começa do zero e com peças mais simples, porque uma peça mais elaborada, como essa [música] aqui, que eu tenho que fazer o crochê torcido, ele vai torcendo. Aham. Eu não tenho como explicar isso aqui para uma pessoa que não sabe fazer crochê. Uhum. né? [música] Então aí fica mais complicado essa linha fina, essa daqui que a gente mostrou inicialmente, né? Essa linha fina também é uma linha que não é difícil de você explicar pra pessoa, porque tem que ter habilidade com a mão, você tem que saber [música] segurar para ela não dar nó. Quando eu comecei a fazer com essa linha, ele enrolava, não dava certo. [música] Aí você faz, desmancha, faz de novo e vai testando o jeito de não enrolar, né, não enroscar, porque apesar da linha ser [música] uma linha fina e delicada, ela é uma linha resistente, então ela não arrebenta fácil, é uma linha que [música] tem uma resistência, uma durabilidade grande. Tanto que esse aqui eu já tenho mais de 4 anos, ele está aqui. Uhum. Só que é aquela história, [música] é linha, então você não pode tomar banho, não pode entrar na piscina, não pode ir para mar. [música] E eu coloco no no verso da minha tag todas essas orientações. [música] E assim mesmo tem gente que insiste e depois fala: "Ai, mas estragou". Gente, ela é um é linha, é um cuidado. Você compra uma joia e vai entrar na na piscina, no cloro. É exato. É, você precisa ter cuidado com o que tá usando, como tá usando, né? Aham. E a partir das aulas também, como que é para você ensinar, ver ali a aluna [música] conseguindo aprender um pouquinho do que você sabe, você repassando os seus eh aprendizados, [música] ensinamentos. Ah, é muito legal, sabe, você ver a pessoa que não fez nada, que não sabe fazer nada, conseguir [música] produzir alguma coisa, porque tem, principalmente as pessoas mais novas, é uma coisa assim que a gente vem notando. Uhum. [música] Elas não têm habilidade manual. Aham. Então, a tela do celular tá atrapalhando essa habilidade manual. Sim. [música] Então, é segurar a linha, passar de um dedo pro outro, ter essa coordenação. É difícil pras pessoas mais novas. As pessoas que têm uma certa idade aprendem [música] mais fácil. Uhum. Porque já tem essa habilidade desenvolvida. [música] Mas é legal. E assim, o curso que eu fiz foi em maio que eu fiz. Tinha duas mulheres que são de um projeto social. [música] Elas entraram para fazer o os colares [música] para prender e estão fazendo para doar. Olha só, elas doam pras mulheres com câncer lá do caísmo. Então assim, é muito legal você ver uma coisa que você ensinou [música] tendo um fundo social, ajudando as pessoas que precisam levantar autoestima, [música] porque elas ganham os colares para ajudar na recuperação, na autoestima. Então é uma coisa legal, sabe? Você vê ali que o o seu trabalho foi [música] usado pro bem, vamos falar assim, não só para render lucro, dar dinheiro, mas tem um fundo social, né? Mesm é muito legal. Sim. [música] E a gente vai ensinar o pessoal de casa a fazer um colar caixinho. É isso? Isso. É um caixinho que nós vamos fazer com a miçanga. Uhum. E esse colar pode ser [música] feito com miçanga, pode ser feito com cristal, pode ser feito com pérola, aí a pessoa escolhe o material que ela quiser, tá? Eu peguei a miçanga, porque a miçanga vermelha é uma miçanga bem atrativa, né? Ela fica bonita, chama [música] atenção, né? O fio dourado também faz essa combinação. É o que você falou antes, tem que [música] pensar nos materiais que vai usar para ter essa combinação, né? É. Então, o fio é esse aqui, né? Nós temos 5 m [música] de fio. Aqui nós temos as miçangas. Eu não quero que elas caiam, mas elas costumam sair rolando pequeninhas, né? Elas costumam fugir da gente. [música] Aham. E uma coisa que eu não coloquei aí no material que nós vamos aprender agora. [música] Uhum. Que é o fio de nylon. Ah, também vai o [música] fio de nylon. Esse pedacinho de fio aqui é um fio de pesca, ó. Tá vendo? É um um fio de pesca de [música] 50. Então isso aqui vai servir de agulha. Ah, legal. Então a gente usa esse fio para passar as miçangas no na linha. Hum. Tá. Então, porque se você se você for ficar passando uma por uma na ponta da linha aqui, você vai ficar louca. Ah, é, vai dar um trabalho [música] porque são bem pequenininhas, né? Fica doida e a agulha da a [música] o fio começa a desfiar, começa a estragar. Então, a gente começa assim. Então, antes da gente colocar a mão na massa, pessoal que tá de casa, [música] confira aí os materiais necessários pra gente fazer esse colar. Para fazer o colar caixinho com [música] miçangas, você vai precisar dos seguintes materiais. Fio cordonê da Círculo com a cor da [música] sua preferência. 56 miçangas também com a cor da sua preferência. Uma agulha de crochê número 1,25. Uma tesoura [música] e um isqueiro. Luciana, então qual o primeiro passo pra gente fazer esse colar de caixinha? Bom, aqui como a linha tá cortada, nós vamos ter que [música] fazer um nozinho na ponta, que é pras miçangas não escaparem. [música] Mas se você colocar direto no fio, não precisa, é só passar dentro e deixar porque ele não vai escapar. Uhum. Então nós vamos dar um nozinho aqui só pra miçanga não fugir. Então dá um nozinho, dois. Eu gosto de dar vários aqui que é pr elas não fugirem da gente aqui, tá? E a gente tá usando a linha a cordonê, né? [música] E essa linha tem vários tons, várias cores, mas não [música] é necessário fazer com ela. Ah, pode, eu ia perguntar isso. Pode utilizar outro tipo de linha. Se a pessoa quiser usar a linha Cléa, a linha Anne, [música] a linha que ela tiver na casa dela lá, dá para fazer desde que seja o tamanho da miçanga passe na linha. Se ela tiver uma pérola maior, quiser usar [música] uma linha mais grossa, ela pode, sem problema. Pode também. Uhum. E também dependendo da linha muda também a agulha do crochê. Muda a agulha. Essa linha aqui e dá para usar agulha 1,25 até o número dois. É 1,25, 1,5, [música] 1,75 do que ela vai tem a o tamanho das agulhas. Aí se você pegar uma linha mais grossa, você [música] tem que pegar uma agulha 2,5, 3. Aí depende da linha. Uhum. Sim. Como depende do tamanho [música] das pedras, que nem essa aqui, essa miçanga miudinha passa. Agora [música] se eu pegar uma linha é mais grossa, a miçanga não vai passar, tá? Então tem que, [música] depende do tamanho, você vai adequando. Perfeito. O fio de nylon a gente corta [música] um pedaço aqui, mais ou menos, dobra ele no meio e faz um vinho, que é [música] para ele ficar um um vezinho assim na ponta, ó, da, né? É uma marcaçãozinha. Aí a gente pega [música] a linha, passa a linha aqui dentro do fio, ó. Abre o fio, passa a linha por dentro. [música] Ó, eu passei aqui dentro e fiz um [música] uma dobra grande, que eu tenho que fazer uma dobra grande para não escapar, tá? Então eu vou deixar [música] essa linha aqui. Uhum. Na mesa. Não vai falar da Ló. Ó, é que ela tem, [música] ela é tão delicada e fininha que ela acaba desembolando nela mesmo, né? É. Aí nós vamos passar aqui todas as 56 [música] miçangas. Então, vai passando. Uhum. E vai segurando aqui a miçanga. O que a gente tem que tomar cuidado de passar os dois fios juntos para não ficar solto. Uhum. E não deixar a miçanga escorregar, né? Senão ela vai parar no chão. Aí vai acabar perdendo. Se você não tiver um gato para catar, você fica [música] sem a miçanga, né? O gatinho é o é o ajudante. É o ajudante para catar miçanga no chão. Então nós vamos passar todas elas aqui dentro. Uhum. Uma por uma. E por que 56? Porque eu vou fazer caixinhos [música] com três miçangas e depois no próximo eu vou colocar uma miçanga só. Então [música] ela, você faz a contagem conforme o número de desenho que você vai fazer. Uhum. Conforme [música] o tanto de pedras que você quer pôr, o tamanho do colar, [música] porque esse colar é um colar de 80 cm dobrado, ele fica com 40 e passa pela cabeça. Hum. Certo. [música] Então é aquele que você pode passar duas vezes. Não, não. Esse é uma vez só. Duas vezes. Aí o colar tem que ter 1,20 m. tem a [música] metragem certa deles. Aí se você for fazer um mais curto, você faz com [música] 45, 50. Então depende do que você tá fazendo. Cada um tem uma [música] um tamanho diferente. Então nós vamos passando, conversando e passando miçanga aqui. Sim. E para [música] quem tem interesse em começar também a fazer e essas bijuterias, tem alguma dica que você passaria [música] assim? Você teve uma dificuldade também no começo? Olha, dificuldade todo mundo tem, né? Principalmente quando você tá aprendendo. É, você tá aprendendo. Então assim, eu comprei um monte de linha que tá lá em casa. Uhum. [risadas] Comprei várias linhas, não serviu para nada. Não deu para usar. [música] Então assim, se for fazer joia, se for fazer colar, é o cordonê. Uhum. Que é o fio mais fácil de trabalhar. Cléia, Anne são bons pro trabalho, mas eles são cordões de algodão puro, então eles não têm brilho. Uhum. Fica bonito, mas não tem brilho. [música] Esse aqui é um exemplo da da Cléia, ó, que é um fio mais fino um pouco. Esse daqui [música] já é um fio de amigurumi, então ele é mais grosso. Sim. Então [música] tem essa diferença. Aquele brinquinho de pedra também é da Cléia. É a linha [música] Cléia. Então a gente vê a diferença. Ele não brilha. Não tem brilho. Ele não tem brilho. Dá para fazer, fica bonito, fica, [música] mas sem brilho. Uhum. Fio dourado ou você compra o cordonê. Esse aqui é um fio importado. Esse aí é um fio [música] importado. Ele já é um fio diferente, chato de trabalhar. Uhum. Eu tava até comentando com você [música] a gente começar que ele realmente parece que é de metal. Ele parece, ele imita o metal. Ele imita bem o metal, mas ele é chato de [música] trabalhar. Se você não souber trabalhar com ele, ele acaba desfiando. Então ele tem as manhas dele para trabalhar. É um pouquinho mais difícil. pedraria. Você vai escolher a pedraria que você gosta mais, ou pérola, ou cristal, ou miçanga, porque quando eu comecei, eu fazia muito cristal. Uhum. Então aí você descobre que o pessoal adora, né? Brilhou, pronto, a mulherada tá verdade. Brilhou aqui, brilha os olhos também. [risadas] E mas assim, peças de cristal, quais são as favoritas das mulheres? Azul e rosa. [música] Ah, é. Peça de cristal vermelha não vende? Nossa, não sabia. É incrível, sabe? Eu amo vermelho, mas o pessoal não gosta de vermelho. Compra. [música] Então é, é difícil assim, você vai descobrindo aí qual é o gosto do povo, o que que o povo gosta, é como que funciona. E a dificuldade maior é assim, é até você se adaptar com o material, [música] que material que você tem mais facilidade, que material você gosta de trabalhar? Entendi. É uma coisa também pessoal, né, pessoal? Porque tem também [música] uma linha da da Círculo, chama Encanto. Ela é muito brilhante. Uhum. Então tem dourada, tem prata, tem azul [música] com brilho, verde com brilho, amarelo. Ela é linda, mas é uma linha grossa. Então assim, eu já não gosto muito de trabalhar [música] com ela. Uhum. Porque ela é muito grossa. Ela dá uns colares de cristal, de crochê, daqueles bem volumosos que enche o pescoço já não é o que eu gosto gosta também. [música] É, não é o que eu gosto de fazer também. Então eu prefiro essa linha mais fina, no máximo [música] essa daqui que é o cordonê. Uhum. Porque eu acho que dá um caimento melhor, ele fica mais [música] bonito a pra gente olhar. Sim. Então olhando assim dá uma [música] impressão de joia mesmo. Isso. Isso mesmo. Até se o fio dourado, né? por trás essa [música] aparência de joia. Isso. E assim, eh, o pessoal que vê a primeira vez acha que não é crochê. Uhum. Então, muitas vezes a pessoa fala para você assim: "Crochê não, não é crochê". Eu falo: "É, sim, fui eu que fiz. Eu sei que é crochê, mas por quê? Porque olhando de longe, se você não olhar perto, você não vai ver que é um crochê." Vai ver. Sim. [música] Principalmente se tiver na linha dourada. Uhum. Então, na linha dourada é diferente. [música] É verdade. Parece mesmo. E assim, outra coisa também, eh, esse fio fininho. Uhum. No dourado ele tem saída, no prata não. Olha, você [música] pode ver que não tem peça prateada. Por quê? Porque o pessoal não liga. Tem pr é uma ou outra pessoa que gosta da peça prateada. [música] É muito difícil. Então, aí quando a pessoa quer a prateada, aí eu faço sob encomenda. Encomenda, porque eu trabalho também sob encomenda. Então a pessoa [música] inventa lá uma [limpando a garganta] uma peça que ela quer, eu faço a peça para ela. Tem uma roupa determinada, eu vou num casamento, eu preciso de um [música] colar assim, assim na assim que combine com a roupa, eu faço o colar do jeito que ela quer. Então as [música] minhas peças, além delas serem artesanais, elas são exclusivas. Uhum. E eu procuro sempre fazer uma de cada. Olha só. Então, raramente vai ter duas iguais, né? A não ser que seja assim, eh, um cristal, vamos supor, o cristal é mais comum. Uhum. Mas outras peças não, porque eu vou fazer sempre ela [música] exclusiva mesmo. Como essa daqui, ó, essa daqui [música] tinha o colar dela, tinha o brinco, ficou só a pulseira. Então, acontece. É, então esse aqui também tinha o brinco. Então acontece você ir vendendo [música] uma peça e a outra ficar, mas daí ela vai ficar desparcerada porque eu não vou fazer outra igual. É sim que a pessoa já comprou e ela já [música] tem a peça exclusiva dela. Uhum. E tem alguma coisa assim que sai mais algum colar pulseira? O que que vende [música] mais assim na sua percepção? Olha, vende mais é colar mesmo. Polar mesmo. E é o que eu mais gosto de fazer. Sim, eu faço [música] os brincos para combinar as pulseiras, mas eu gosto mesmo é de fazer com o colar. Eu acho [música] assim mais, sei lá, mais divertido, fica mais bonito. Então, ó, tá vendo que tá passando aqui, ó? Sim. Tá entrando tudo no fio e ele tá aqui dobrado para não escapar, ó. Medida de segurança, onde a gente segura ali para não cair. É. Então vamos colocando aqui para ela não escapar do [música] outro lado. E aí outra coisa, essa miçanga é de vidro, viu, gente? Não é bolinha plástica. Então tem gente que olha, fala assim: "Ai, nossa, é bolinha de plástico". Não é? Elas são de vidro. O cristal também [música] é de vidro. As pedras são naturais, que nem essa aqui é uma calcita amarela, [música] é pedra natural. Ali é madre pérola branca, então elas são pedras naturais [música] porque fazer com bolinha plástica fica feio. Uhum. É até para valorizar, né? Mesmo [música] o trabalho não fica uma coisa legal. Parece coisa de criança, né? Aham. Fez com o plástico. Então aqui nós vamos passar todas as pedrinhas, ó. Uhum. E ele vai ficar bem, o fio vai ficar bem cheio aqui. E para [música] fazer assim, normalmente você falou que faz bem rápido por questão de prática mesmo. Você demora mais ou menos quanto tempo para fazer uma peça? Olha, um colar desse aqui eu faço uns 10 minutos. Olha só, muito rápido. É bem rápido. [música] Agora que nem um desse aqui já demora mais. Demora mais porque ele você tem que ir fazendo, ele vai virando. Então é um crochê mais elaborável, demora [música] mais tempo para fazer. Um pouquinho mais. Esse aqui já é mais rápido. Uhum. Esse [música] também demora mais que ele tem o a folhinha, né? Aqui tem folhinhazinho aqui de folha, [música] né? É que você faz junto com o cristal pequenininho. Então aqui, [música] ó, passei o última, passou todas as bolinhas, a última miçanga aqui. Agora nós vamos tirar o fio de [música] nylon daqui, ó. Tirei a agulha. Agora a gente segura aqui para não escapar nada e puxa o fio menor para dentro, ó. Ó, saiu todo mundo lá do outro lado. Aham. Saiu todo mundo aqui sem risco de escapar nada, sem ninguém fugir, porque elas são boas para fugir. Então, uma beleza. Colocar aqui para não me atrapalhar. E vamos arrumar o fio aqui. Nós vamos fazer o seguinte, deixar o fio aqui do lado para ele não dar nó, tá? que senão depois você vai puxando, tem um nome, fica todo embolado. É, inclusive o pessoal [música] aqui do café, é o dono aqui do café, é que me cede [música] sempre o espaço para fazer workshop, para fazer curso. Então ele sempre cede [música] o espaço aqui. Bom, a gente citar café, arte, cultura, né, bosque, ar cultura ou campos elisos. Tem outra unidade lá no campus elizos. Então ele sempre cede [música] o espaço. Você você também eh apresenta seu material aqui, deixa aqui pro pessoal comprar. Vou deixar agora a partir do lançamento da coleção. Ah, que você falou [música] que vai lançar. É. E como o café trabalha com arte e cultura, então ele tem as artistas [música] que trabalham com ele no café. Sim. Então eu ele ele valoriza muito o que é feito à mão, o trabalho da gente, sabe? [música] Ele incentiva muito. Dá essa oportunidade também, né? Bacana. Porque daí você tem um espaço [música] para conseguir trazer suas alunas. Isso. E o pessoal conhecer o que a gente faz, né? Então é um lugar assim bom, gostoso e o pessoal [música] vem e conhece o que você tá fazendo. Agora nós vamos usar a agulha para começar a fazer aqui. Tem que deixar [música] um pedaço no início pra gente poder fechar a peça depois. Então nós vamos dar o ponto inicial. Como que é o ponto inicial? [música] Eu coloco a linha em cima da agulha e passo ela pra trás. Agora [roncando] eu vou fazer a mágica no meu [música] dedo. Aham. [risadas] Eu vou enrolar e vou começar a fazer aqui, ó. Esse é o primeiro ponto, é o inicial. Ponto inicial. Agora, a partir desse ponto, eu vou fazer cinco correntinhas. [música] A correntinha é o ponto básico do crochê, né? Então eu vou fazer 1 2 3 [música] 4 c tem cinco correntinhas aqui. Agora nós vamos começar correr com as pedrinhas pra frente para fazer o caixinho. Então a primeira [música] são três pedrinhas, três miçangas. Eu vou juntar essas três miçangas aqui na minha agulha e vou fechar uma correntinha. Eu fiz aqui um caixinho, o primeiro deles, tá? Então, fechei o caixinho. Eu vou fazer mais 10 [música] correntinhas. Então, vai uma 3 [música] 4 5 6 7 8 9 e [música] 10. Aí eu vou fazer o quê? Uma miçanga, uma só. Vai intercalando. [música] Vou intercalando. Então, daí eu prendo essa miçanga com uma correntinha. Então é sempre uma correntinha, é uma repetição. Aí eu vou fazer de novo mais 10 correntinhas. Então aí eu vou fazer de novo aqui. Quem sabe fazer correntinha faz. Uhum. Não é difícil também a correntinha, né? O ponto básico do crochê. É o básico. É o primeiro que a gente aprende, né? É isso mesmo. Porque depois tem peça que você precisa da correntinha, você precisa do ponto baixo, ponto alto, do anel mágico. Aí complica um pouco mais. Então, quando eu vou fazer eh workshop ou curso, [música] eu começo sempre com a correntinha. Sim. Peças que usam mais a correntinha. Simples. É. Daí depois se a pessoa tiver habilidade para fazer outras [música] peças, aí a gente evolui, né? Agora essa repetição, ó. Eu vou voltar de novo a pegar três pedrinhas. Eu seguro aqui, ó, para ela não escapar. E [música] prendo na correntinha. Ó, fiz o caixinho. Mais um. Mais [música] um caixinho. Agora, mais 10 correntinhas. Uhum. E sempre que eu faço eh programa sobre crochê, sempre falo sobre a [música] tensão do ponto. Tem que prestar atenção nisso também, né? Sim. Tem gente que tem o ponto mais largo, tem gente que tem o ponto mais apertado. [música] Essa linha aqui, por exemplo, você pode usar a agulha número dois. Se eu usar a agulha número dois, ele vai ficar muito largo. Por quê? [música] Porque o meu ponto é apertado. Então eu tenho que pegar sempre uma agulha mais fina. Uhum. Porque o meu, o meu ponto é bem engomadinho mesmo, só que ele é engomado, [música] tão durinho que ele fica. É. Aí mais uma miçanga. Sempre na sequência. [música] Prendeu mais 10 correntinhas. Mas para esse trabalho [música] recomendado é fazer um ponto mais apertado mesmo. Sim. Tem que ser uma constância, né? Porque se você não tiver uma constância no ponto, o trabalho fica [música] feio, que aí fica um ponto largo, um ponto apertado, não dá uma aparência legal. Então tem que ter uma constância. Ver aqui que eu me perdi. [música] Sábado mesmo eu tava fazendo o workshop. Uhum. E aí eu ofereci o mesmo material. Uma das alunas fez o colar com o mesmo tamanho de fio. Ele ficou aqui em cima, curtinho. Aham. A outra fez, ele dava duas voltas no pescoço porque o ponto é extremamente largo, então a mesma linha, a mesma medida ficou totalmente diferente. Então é uma coisa assim muito louca, sabe? Porque depende do ponto da pessoa. Exato. Por isso que eu sempre quando a gente faz program [música] de sempre comento sobre essa tensão do ponto que acaba mudando, né? O trabalho final é fica diferente. [música] Aí no fim até elas começaram a comparar porque tava tão diferente um colar do outro. Nossa, mas a receita [música] é a mesma. Então, mas essa é uma das vantagens do artesanal. Você nunca vai ter dois trabalhos iguais, porque cada um [música] faz de um jeito. Eu mesma fazendo vai dar diferença de um trabalho pro outro. Então, às vezes a [música] pessoa fala assim: "Ah, você faz um igual para mim?" Eu falo: "Ah, eu vou tentar, porque eu não sei se ele vai sair igual". Ele pode sair diferente. Sim. [música] É, é feito à mão, né? Então, nunca vai ser exatamente igual ao outro, não. Não sai [música] mesmo. Uhum. É o que a gente comentou também sobre a exclusividade, né, de ter uma peça exclusiva. Sim. O pessoal gosta, gosta porque aí acaba comprando e não vai encontrar outro igual. E quando você vai dar de presente também [música] a pessoa fala: "Ai, olha, esse aqui é um trabalho manual, ele ele é exclusivo." Sim. A pessoa já fica toda cheia porque ela [risadas] igual dela. E é uma coisa completamente [música] diferente, né? Você não você não vai em qualquer loja encontra um trabalho assim, não mesmo. Porque a combinação, né, da gente faz a combinação das cores, das linhas, das pedras, olha, errado, a gente [música] acaba fazendo, ó, os dois repetidos. Mostrar o erro. Olha só. Agora dá para desmanchar e refazer. Desmanchar. [música] Quando a gente vê o erro, a gente desmancha e faz. Bem que você tá fazendo um trabalho, você não quer erro. Você vai desmanchar quantas vezes forem necessárias. [música] Essa é uma das características do artesanal. Você pode desmanchar e fazer de novo. E se isso te [música] estressar, é melhor você não fazer mais, porque acontece, faz parte do trabalho. Faz parte do trabalho. E eu também sempre [música] quando eu falo sobre trabalho artesanal com as pessoas que participam do programa, elas sempre falam que além de ser fonte de renda, hobby, também é uma forma de terapia [música] ali para você descansar a mente, tirar o estresse do dia a dia. É, a gente tira o estresse [música] do dia a dia, mas a hora de descansarmente tá difícil. né? Porque quando você começa a fazer, você vicia. [música] Uhum. Sabe, o crochê principalmente vira um vício. Você quer fazer crochê o tempo todo. E quando ainda [música] você tá criando joia, muitas vezes eu levanto de manhã e falo assim: "Nossa, eu pensei num [música] colar, mas você tava dormindo ou você tava pensando em fazer alguma coisa?" Então, mais ou menos, né? Ela tava fazendo os dois. [risadas] Nem nem tudo tava dormindo. Aham. Já levanta com uma ideia nova para colocar em [música] prática. E aí se você levanta com uma ideia nova para colocar em prática, você quer colocar logo em prática antes que você [música] esqueça o que você ia fazer ou antes que venha outra ideia na cabeça, porque aí eu tô fazendo uma coisa, a cabeça já tá rodando pra próxima. Você fala: [música] "Pera aí, calma um pouquinho que já vem a próxima". Vai ter tempo que a mão é mais lenta do que a cabeça, né? Então o pensamento sempre é mais rápido, sempre mais acelerado. É. Então nós vamos sempre repetindo, ó. Então vai fazendo a sequência. Olha como ele vai ficar. Ah, já fica lindo. Então é uma sequência. Você tem [música] que calcular o que você tá fazendo para ver a sequência de pontos que você vai pôr. Esse intervalo aqui eu tô pondo 10 [música] correntinhas no meio, mas se você quiser fazer mais próximo, você coloca mais pedrinhas e faz menos pontos aqui no meio. Então pode ser [música] com cinco, pode ser com três. Aí ele vai ficar bem fechadinho. Ou então ele vai ficar mais espaçado. Aí cada um [música] faz o jeito que acha melhor. Vai da preferência do gosto. Tá quase pronto, ó. Ele dá uma um uma aparência bonita, né? Ele fica vistoso quando você olha de longe. A combinação de cores também traz isso, [música] né? O dourado, o vermelho. E você falou que o vermelho não sai muito não, mas na miçanga sai. [música] É, na miçanguinha sai. O pessoal gosta. Eu não sei se é porque ele fica parecendo um caixinho de cereja. Parece, parece umas cerejinhas no cacho. Inclusive, se quiser colocar junto aqui um verdinho, um verdinho pro outro lado, pode. Legal, fica bonito. E e cereja também tá é uma coisa que tá em alta hoje em dia. Eu já [música] tenho percebido isso. O pessoal tá tá gostando bastante de estampa de cereja, coisas de cereja. Então já fica uma ideia aí de uma combinação. É. E o daí no caso, se você for colocar o verdinho aqui, aí [música] tá vendo? Fiz errado aqui. Voltar. repetiu, se você for colocar o verdinho, aí você tem que voltar colocando ele. Então, já é outro um colar um pouquinho mais demorado, mais elaborado, porque se eu for colocar o verdinho junto aqui, ele vai ficar ele vai ficar aqui quatro, não vai dar a [música] a folhinha aqui do outro lado. Hum. Sim. Então daí você tem que voltar e colocar lá, você volta com o crochê mesmo e coloca ali, coloca atrás. Aqui, ó. Vamos [música] de novo. Vamos ver três. [música] Mais 10 correntinhas, né? Mais 10, ó. Quase no finzinho [música] aqui, ó. Uhum. Mais um aqui. [música] Um sozinho. Um sozinho. E sempre assim. Prendeu aqui a pedrinha e conta 10. Não pode contar esse ponto junto, senão ele fica com intervalo menor. Ah, entendi. [música] Prendeu a partir depois que você prendeu, conta 10 correntinhas. [música] É, senão fica nove. Sim. Aí [música] vai ficar diferente já que nem aqui no começo, ó. Por que que eu comecei aqui com cinco? Uhum. Porque eu vou acabar com cinco para dar o intervalo de 10. Para [música] fechar 10. Você vai fazendo já planejando para que ele tenha Uhum. O tamanho igual até no fechamento. Sim. Porque quando você começa a fazer o fechamento fica meio [música] feio. Uhum. Você enxerga. Depois chega uma hora que nem você acha onde você fechou. Olha só. Porque você tá vai aperfeiçoando, né? Aham. E normalmente você fecha com o próprio crochê, assim, com a própria linha de crochê, ou você coloca algum acabamento [música] também, dependendo da peça? Se o colar passar pela cabeça, é só o crochê, tá? Agora se ele tiver for curto aí eu preciso do fecho. Colocar um fecho. Esse aqui [música] é com próprio, Esse é o próprio crochê. Tem esse aqui que tem um exemplo. Esse é com fecho. Esse aqui é com fecho. Fechozinho. Aí tem vários tipos de fecho, né? Uhum. Esse aí é o fecho mais comum que usa mais. Mas também, [música] ó, esse aqui tá no fecho prata, ó. A pulseirinha tá no feche prateado. Ah, aí você vai fazendo. E daí aqui não não colocou [música] correntinha, colocou só o fecho mesmo. Só o fecho e as argolinhas. Tá no meio do crochê. Uhum. Pra pessoa conseguir [música] prender, né? Se precisar ficar um pouquinho mais apertado. Isso. Vai variando [música] que dá para várias pessoas, né? Uhum. Perfeito. Esse aqui, ó, nós já estamos acabando. Uhum. Ó, vou prender a última pedrinha. Contei uma [música] mais aqui. Essa aqui vai ficar aqui, não vai usar ela. Então agora eu prendi a última pedrinha. Agora eu vou fazer cinco correntinhas. 2 [música] 3 4 e cco. Ó, ele tá praticamente acabado. Então agora o que que nós vamos fazer? Nós vamos pegar a tesoura, cortar essa ponta fora. Aí como que a gente fecha? Puxa essa parte aqui para dentro, ó. Ele [música] não vai desmanchar mais. Ó, já prendeu, tá preso. Então, ficaram as duas pontas aqui [música] com a linha, ó. Vamos juntar aqui as duas pontas, ó. Aí eu vou passar a agulha dentro da primeira correntinha [música] de um lado e da primeira correntinha do outro. Ó, passei a agulha dentro. Sim. Pego os dois fios juntos e puxo aqui dentro. Eu tenho que passar [música] os dois de uma vez, que é para poder fazer o fechamento. Ó, saiu os dois fios aqui, ó. Aqui tem um e dois, ó. Dá para ver aqui os dois. Aí eu puxo esses dois fios [música] e passo por dentro aqui para dar um nó. Pego ele aqui de novo. É outra correntinha, na verdade, né? Ó. Aí eu vou dar um nó aqui, ó. Ó, o colar tá fechado, ó. Aqui tá o fechamento dele, ó. Uhum. [música] Aí, o que que a gente faz? A gente pega essa linha que ficou aqui e vai esconder ele no meio do colar. Então, a [música] gente vai pegar aqui uma das correntinhas seguintes aqui, a próxima no caso, né, que é [música] melhor. Passa aqui e puxa de novo, ó. Toda a linha. Toda a linha. Dou outra correntinha, ó. Dei outro nó, ó. Ele não vai abrir mais, já ficou bem presinho, ó. Ficou bem preso. [música] Aí, o que que eu faço? Eu vou cortar esse fio excedente, deixando um pedacinho só aqui. [música] Uhum. Por que que eu vou deixar um pedacinho? Porque nesse pedacinho [música] aqui eu vou queimar para dar o acabamento. Então eu vou pôr aqui, ó. Eu passo o isqueiro. [música] Uhum. Ó, ele queimou. Pronto, tá fechado. Tá pronto. Não vai mais desmanchar, não vai mais arrebentar. Uhum. [música] E ele passa pela cabeça. Olha só, fica lindo. Coisa mais [música] linda, delicada. Levinho. Levinho. Exatamente. [música] Como a gente fez no dourado, ele parece mesmo de metal, uma beijuteria. Coisa mais linda. Combina com um monte de roupa. Uma roupa preta, uma roupa vermelha, uma roupa branca. [música] Aí qualquer roupa dá pr fazer um brinco combinando também. Já fica um conjuntinho. Você comentou, Luciana, do seu Instagram, divulga pra gente, para quem quiser te [música] conhecer um pouquinho mais do seu trabalho. Então o meu Instagram é o Lubiju Crochê. Ele tá aqui, né? É o Lubiju Crochê. você encontra todas as peças que eu faço estão lá fotografadas, [música] as que ainda estão à venda e as que já foram vendidas também. Uhum. Os lançamentos, as novidades. Eu tenho também o grupo exclusivo. Olha só que legal. [música] Para quem quiser entrar pelo Instagram, tem lá o link, a pessoa entra no grupo exclusivo do meu WhatsApp [música] e lá os lançamentos saem primeiro. Olha, a pessoa já pode aproveitar. As pessoas podem escolher primeiro no grupo do WhatsApp. Uhum. [música] E lá também a gente divulga os cursos, os workshops, as feiras onde eu estou fazendo, porque eu ponho o calendário lá do mês, [música] agenda de tudo que eu vou fazer naquele mês. Aí o pessoal pode acompanhar, pode ver onde tem feira mais que [música] precisa às vezes comprar alguma coisa, porque é um é um meio mais fácil [música] de acesso, né, da pessoa chegar e ver onde tá. Uhum. Já fica ali por dentro, além de conhecer o trabalho, já sabe onde você tá para poder acompanhar, [música] comprar uma peça também. Isso. Fazer uma encomenda. Exatamente. Preciso de um presente. Já sabe onde achar. É isso aí. [música] Luciana, muito obrigada pela participação aqui no Faça Você mesmo. Algo mais que você queira acrescentar também? Não, queria só agradecer, agradecer [música] o o Vinícius aqui do café que permitiu a gente gravar aqui, né? E agradecer vocês pela oportunidade. Muito obrigada mais [música] uma vez. Você aí que tá em casa, separa os materiais, pega todas as dicas que a Luciana [música] passou aqui pra gente e faça também o seu colar caixinho. Espero que você tenha gostado do programa e até o próximo. Faça você mesma. เฮ [música] [música] [música] [música]
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