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Faça Você Mesmo | Arte Sustentável: Brincos e Quadro
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Faça Você Mesmo | Arte Sustentável: Brincos e Quadro

23 views Publicado 10/08/2026 HD · 44:40
Resumo editorial

Demonstração de técnicas de upcycling para criar brincos com cápsulas de café de alumínio reutilizadas e quadros com madeiras de reuso. Designer de ecojoias Dani Aguiar guia o passo a passo dos projetos e discute sua experiência profissional com reaproveitamento de materiais. Enfatiza como utilizar materiais simples disponíveis em casa para práticas criativas de arte sustentável.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

A designer de ecojoias Dani Aguiar, há mais de 15 anos no segmento, ensina a transformar quatro cápsulas de café de alumínio higienizadas em um par de brincos, com contas de bijuteria, alfinetes e alicates. Ela explica o upcycling: reaproveitar material que seria descartado sem passar pelos processos industriais de reciclagem, economizando água e energia. O quadro também mostra como montar um painel decorativo com madeira de reuso de palete ou caixa de fruta, tinta acrílica e pincéis, no quadro de utilidade pública da TV Câmara.

Transcrição completa do vídeo

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Olá, está começando mais um Faço a você mesmo. No programa de hoje você vai aprender a transformar cápsulas de café de alumínio, assim como essa, em lindos brincos, unindo criatividade, economia e, principalmente sustentabilidade. E quem vai ensinar pra gente o passo a passo é a Dani Aguiar, designer de Ecojoias. Dani, seja muito bem-vinda. Faça você mesmo. Obrigada. Para começar, eu queria que você contasse um pouquinho sobre sua trajetória com o artesanato. Já foi iniciando com Ecojoias? Na verdade, eu comecei a fazer acessórios, que na minha época os acessórios eram muito pesados. Aham. E aí eu comecei a fazer algumas peças, porque esses acessórios com eh embalagens, com materiais reaproveitados são bastante leves. Então, foi aí que tudo começou. Mas na verdade começaram com as bolsas. Ah, é. Comecei a fazer bolsas com embalagem longa vida na época. E já foi com essa ideia de upycling? Já já comecei porque assim, na minha família meus pais já separavam o material, o lixo orgânico do reciclável, então eu pude ver o valor desse material que normalmente era descartado como matériapra. Então foi aí que tudo começou. Sim. E para quem tá em casa e entender, o upcycling, ele é basicamente é dar vida e para uma coisa que seria descartado. É isso? Isso mesmo. É o que as pessoas às vezes pensam que é lixo. Uhum. Então, a gente pode desenvolver um novo olhar e ver que aquele material eh pode ser ressignificado em uma nova peça. E é muito interessante a falar porque esse processo do cycle não passa pelos processos industriais da reciclagem. Então, a gente vai ter uma economia de energia, de água e vai dar uma nova vida realmente algo que iria ser jogado com lixo, criando novos, no meu, no meu caso, novos acessórios. Bacana. E há quanto tempo você tá nesse segmento? Mais de 15 anos já. Mais de 15 anos. bastante tempo e hoje em dia ele é sua principal fonte de renda? Sim, é minha principal fonte de renda, né? Só trabalho com isso. Eu tenho uma marca e eu também faço oficinas pras pessoas que querem também aprender. Então eu consigo também eh ensinar um pouco de como criar ecojoias, que é o que a gente vai fazer hoje, ensinar a fazer um brinco utilizando aqui as cápsulas de café. Isso mesmo. Para você que tá em casa, então confira aí os materiais necessários para fazer os brincos com cápsula de café. Você vai precisar dos seguintes materiais: quatro cápsulas de café de alumínio higienizadas, um par de base de brincos da sua preferência, contas de bijuteria no tamanho médio e uma tesoura pequena, um kit de alicates, um palito e alfinetes. Dani, para começar, qual o primeiro passo pra gente confeccionar os brincos? Primeiro a gente tem que ter as cápsulas, né? Claro, essas cápsulas são, é de café da maquininha, tá? E elas são de alumínio porque tem algumas cápsulas que são de plástico. A de plástico eu não desenvolvo por enquanto nenhuma ecojoia, mas essas de alumínio é a que eu reutilizo bastante. Tem umas maiores inclusive. Uhum. Que também dá para fazer com outras peças. Ah, dá para fazer com diferentes tipos, mais especificamente as de alumínio. As de alumínium. Uhum. E então a gente vai precisar a princípio quatro. Esse modelo que eu vou fazer, que é esse aqui. Uhum. Eh, vamos precisar de quatro cápsulas, tá? Então, a gente vai precisar de quatro cápsulas, eh, higienizadas, certo? Então, no caso, eh, a gente tá vendo aqui que esse daqui tem um uma decoraçãozinha, né? É conforme a cápsula que a gente foi escolher. Isso. Tem algumas cápsulas inclusive que elas são bem limitadas. Uhum. Então, as marcas lançam essas cápsulas e depois não coloca mais no mercado. E aí é legal porque a pessoa vai ter um brinco super exclusivo. É mais temático, digamos assim, né? Isso é. Então vai ter um um brinco super exclusivo. Ah, legal. Então, pra gente começar, como que a pessoa pode higienizar a primeiramente a cápsula? Normalmente eu recebo as cápsulas com pzinho dentro. Então a gente retira o pó. Esse pó é um material orgânico, então dá pra gente colocar nas plantas, serve de adubo. Legal. Então a gente retira, né? Repara que esse esse material é orgânico. Uhum. E depois a gente vai higienizar, lavar mesmo com água, sabão. Uhum. Deixa bem o máximo que a gente puder aproveitar de água. Teve uma época que eu usava muito água da chuva. Ah, é. Recolhi água da chuva e usava para lavar as cápsulas, porque aí já também tinha essa pegada pra economia de água. E depois você lava normal com água e sabão e elas vão ficar assim todas bem limpinhas. Importante estar bem limpinha, higieniz pozinho. Então elas estão bem bem limpas. Perfeito. Como que começa? Vamos lá, então. Vamos lá. É, aqui tá a cápsula, né, inteira. Então, a gente vai fazer um cortezinho aqui no meio. Uhum. Para tirar, fazer esse, tirar essa parte de cima. Tirar essa parte de cima para facilitar o corte da cápsula. Então, a gente retira aqui. Ela é de alumínio, mas ela é bem maleável, né? Bem facinho de cortar. Sim, ela é bem flexível. Inclusive, eh, essas pontinhas que sobr, a gente tem que destinar o lixo correto, né? Uhum. Para quem não for aproveitar para outras finalidades. Então, a gente vai cortar agora aqui, ó, nesse meiozinho, pode ser de qualquer lado, tá? Tá? E a gente vai contornar aqui para tirar essa partezinha daqui, que é como se fosse a base, digamos, né? Isso. A gente vai contornar aqui, ó, pra retirar. Uhum. Inclusive esse essa esfera que vai ficar aqui, dá para fazer outros trabalhos, Camila. Hum. Normalmente dá para fazer o que assim com Eu faço crochê também. Então aqui serve de contorno. Uhum. Para você fazer um um brinco de croch para alguma coisa, né? Já dá pr fazer uma outra peça bem legal. Que legal. Então aqui eu retirei, né, toda a bordinha. Uhum. E é bom que, tipo assim, tudo dá para reaproveitar. Tudo dá para reaproveitar. Esse essa parte é bem interessante. Então a gente vai fazer isso nas quatro, nas quatro partes, nas quatro cápsulas, né? As quatro cápsulas. A gente vai fazer a mesma processo. Uhum. Vamos tirar aqui. E você falou que começou fazendo as bolsas. As bolsas você fazia e com que tipo de material? Normalmente antes eu fazia com material convencional, que era uma espécie de papelão, porque eu fazia bolsas carteiras que era bolsa de mão. Ah, eu já vi. Tava bem alta na época. Ah, sim. E aí eu comprava esse material, né, para fazer. Mas aí depois que eu descobri a flexibilidade das embalagens longavidas, caixinha de leite, Uhum. Eu fiz a substituição. Então, ficou bem legal. Começou a fazer com a caixa de leite. Isso. E aí, ficou bem legal. Ficou melhor do que o material anterior que eu usava. Então aqui a gente vai aparar, né, tirar as rebarbas. Então é muito importante a gente também ter um acabamento bem cuidadoso, porque o feito à mão, ele tem que ter esse acabamento, né? Mas é cuidadoso mesmo com a peça para ficar uma peça bonita. Uhum. Aqui eu já fiz, ó, essa já de uma cortada, né? Essa rebar a gente já tirou. Vou fazer aqui na outra agora. Você falou que sempre teve esse olhar pra sustentabilidade. Isso veio dos seus pais? Sim, veio da minha família, porque meus pais ele isso lá 1900 e bolinha. Meus pais já destinava o o lixo, né, pro local correto. Eu nem gosto de chamar de lixo. Geralmente a gente fala que é resíduo, porque o lixo ele nunca vai ser jogado fora, ele sempre vai para algum local, né? Sim. Então eu nunca gosto de falar muito essa palavra lixo porque não existe jogar fora, ele sempre vai parar em algum lugar. Uhum. Então aqui a gente já tirou, né, dessas duas. Vamos fazer com as outras agora, tá? OK. É, no caso, utiliza duas para um um par de brinco. É esse modelo, sim. Mas a gente pode fazer também só com uma partezinha dessa e aí vai muito da criatividade de cada pessoa, né? Leg. Ah, legal. E além do brinco, é, você também tava comentando comigo que dá para fazer outras joias com a cápsula, né? Dá para fazer colar. Eu tô usando um colar aqui. Ah, lindo. Inclusive, esse daqui é feito com duas cápsulas, colar, brinco, maior. A maior e a menor. Eu fiz uma sobreposição. Tô com os brincos também. E você falou que trabalha com coleção também. Você faz, pensa em coleção. Esse brinco, por exemplo, tem um nome? tem um nome e é muito legal assim porque esse brinco surgiu como eu sou de Salvador e eu sempre trago os temas, né, da minha cidade. E esse brinco, ele surgiu aqui em Campinas. Eh, eu caminhando na cidade entrei na igreja do Carmen. Ah, sim. E eu não nunca tinha entrado na igreja do Carmen. E aí eu fiquei olhando a arquitetura que ela é maravilhosa aquela igreja. E aí é ela é inspirada nas colunas que tem na parte interna da igreja. Olha só, então, tirou uma inspiração, tirou uma inspiração lá da arquitetura da igreja. Eu sou apaixonada pela arquitetura e das igrejas, né? Acho muito lindo. Então, dá para tirar a inspiração de suas caminhadas, eh, olhando a arquitetura da cidade, eu me inspiro muito na natureza também. Aham. Então eu gosto de fazer peças no formato de flores, de folhas. Então, normalmente você faz e coleções de parzinhos, é brincos combinando com colar, pulseira também. É sim. Eu trago um tema, né? E aí em cima desse tema eu consigo trabalhar de diversas formas. Uhum. Faço várias peças, colar, brinco, pulseira. Tem várias possibilidades aí. Tem várias possibilidades, né? Legal. Por isso, a moda ela é muito ampla, né? Então, dá pra gente fazer bastante coisa. Inclusive, eu tenho também falado muito da sustentabilidade aliada as tendências das cores agora o inverno. Inclusive essa cor é uma cor que tá em alta agora no inverno. Alta. Então, dá para também a gente usar uma peça ligada, né, fazer essa união da sustentabilidade com a moda, o que tá rolando na moda atual. Sim, isso é bem interessante do upycling, porque você pode pegar uma tendência do mercado e utilizar produtos recicláveis que seriam jogados jogado fora, né? Isso mesmo. Então, dá pra gente fazer bastante coisa com esses materiais, né, que normalmente as pessoas acabam descartando. Isso e muitas vezes também não consegue eh nem saber o local correto para descartar, né? Inclusive eu recebo muitas cápsulas, muitas cápsulas. Pessoal te procura para poder para me dar, porque sabe que eu consigo de alguma forma usá-las. Uhum. Dar uma vida nova para Isso. Então, Camila, eh, aqui a gente já cortou, né, todas as partes que a gente vai usar. Aqui eu vou guardar para futuramente desenvolver um outro trabalho. Vai dar um novo destino para eles. Isso. E aqui o que que eu faço? Eu vou dar uma esticadinha com o palitinho. Uhum. Aqui a gente tá usando um palito de de churrasco, né? Mas pode utilizar um palito que se tiver em casa, a gente dar um uma esticadinha nela para ficar bem é abertinha, né? Pra gente dar uma o formato que a gente vai fazer agora. Então a gente faz em todas as peças. Igual a gente falou, ela é bem maleável, né? Podemos deixar ela mais esticadinha, bem maleável, bem leve também. Uhum. Dá para fazer muitas peças interessantes com esse material. Qual peça assim você já fez de mais diferente? Ah, eu gosto muito de um de um colar que eu tenho que é são várias cápsulas. Legal. E aí eu misturei com outros elementos, com outras contas, ficou muito bonito. Então, dá pr dá para ousar, digamos, né? Dá sim. Então aqui a gente já tá com as quatro partes já cortada, eh, esticadinhas. E aí eu vou pegar agora o palitinho, né, para fazer a parte da modelagem. Então eu vou iniciar aqui, ó, pela pontinha. E o que que a gente vai fazendo? A gente vai encaixando, como você falou, né? Ela é bem flexível, então a gente vai encaixando, enrolando essa cápsula. A gente vai até o final. enrolando. O interessante também é que se você quiser que essa abertura aqui fique menor, a gente vai apertar mais. Ah, tá. Então, vou fazer novamente pra gente ver ela mais fechadinha. Uhum. A gente vai apertando mais porque aí ela vai ficar, vai ficar mais fininha. Esse buraquinho vai ficar mais fininha e aqui vai ficar menorzinho a abertura. Uhum. Já fiz um. Então a pessoa pode fazer da forma que preferir de ela pode fazer um pouquinho mais mais fina, um pouquinho mais pode cortar também aqui pela metade se quiser fazer laminosinha. Uhum. Então aí vai dar criatividade de cada um. No meu curso eu eh explico passo a passo sobre todos esses processos, né? inclusive precificação, como a pessoa se posicionar no mercado das ecojoias, que é um mercado relativamente novo. Sim, é verdade. Então, meu curso é bem completo, dá pra pessoa entender todo esse processo. Além de aprender a fazer o material, também aprende a como empreender na área. Exatamente. Consegue vender pel um preço justo, né? Uhum. Então aqui a gente já tá E você falou que é uma área relativamente nova, mas ela tá em ascensão. Tá em ascensão. Inclusive as pessoas têm buscado bastante, né? Porque são peças autorais. Sim. São peças que representam eh as pessoas, né? Porque hoje muita gente tem o orgulho de falar que tá usando um acessório feito com com cápsula, com materiais que são comum descartados. Uhum. E eu perguntei isso exatamente porque eu já vi e em passarela até mesmo pessoal utilizando essas peças. Então é uma coisa que realmente tá em alta, tá sim. É uma tendência que veio para ficar, né? Porque que bom, né? Porque as pessoas elas estão muito engajadas, preocupadas, lá também tão ligadas com essa conexão com o meio ambiente. Exatamente. Então a gente tá tem um mercado bem promissor. Então já tá tudo enroladinho. Qual o próximo passo? Aí o próximo passo a gente vai pegar o alfinete, que é um alfinete específico pra bijuteria. Ah, legal. Então aqui nós temos esse daqui que já tem a o elozinho já pronto. Uhum. E eu vou pegar a o cristalzinho aqui. Escolhi um cristal, mas a pessoa pode, de repente até desmanchar uma acessória que ela tem que não tá usando mais e aproveitar. Então a gente vai encaixar aqui. Aqui é uma técnica de bijuteria também que eu ensino lá no meu curso. Uhum. Então a gente vai colocar a continha aqui. E esse alfinete você falou que ele é próprio pra bijuteria. que normalmente o pessoal consegue encontrar é onde assim para comprar lojas de artesanato. Ljas lojas de artesanato, lojas específicas mesmo prum pr bijuteria. Pr bijuteria. E o que que eu fiz agora, Camila? Eu peguei aquela aquele tubinho que nós fizemos, né, e vou encaixar aqui. Então vai ficar assim, tá? Aí se quiser também pode dar um acabamento com a outra peça aqui em cima, mas aí é opcional, né? Então vai muito da criatividade de cada um. Então vai ficar assim, ó. Um, um em cada ponta. Um em cada ponta. Aí eu vou pegar aqui. Tem temos três tipos de alicates, que é o que faz a modelagem, o de corte e o outro que é para você ter mais precisão quando tiver segurando. Então eu vou virar aqui, ó, para fazer uma espécie de elo. Eu viro aqui e já deixo aqui prontinho. Ah, dá uma viradinha, né? Dá uma viradinha. E aqui, ó, a gente já pode já encaixar aqui no na base do brilho. Aqui tem dois furinhos. Eu vou encaixar já aqui para prender. E essa base de brinco pode ser, igual você falou, dá para reutilizar as pedrinhas, dá para reutilizar uma base de brinco também que a pessoa tem em casa. Sim. Dá para a gente às vezes enjoa das bijuterias que a gente tem, né? Então, ao invés de doá-las, você pode desmontar, sim. Costumizar dessa forma. Costumizar. Então, vai ficar assim. Aí a gente vai fazer em todas as as peças. Uhum. Aqui novamente a gente vai faz mais um, né? Que ele vai um de cada lado. Esse tem dois furinhos, então vou colocar um de cada lado, tá? Mas é, geralmente tem bases que é só um furinho, então a pessoa pode fazer de outra forma também. O legal do feito à mão é isso, né? Que cada um faz isso. Dá de uma forma fazer do seu jeito, com a sua personalidade. Mesma coisa. A gente já, ó, a vai fazer o torcidinho aqui. Uhum. Aí faz o mesmo passo. Mesmo passo. E aí já vai quem já encaixa, né? Fica bem bem bonitinho. Rapidinho. Aqui. E aí, o feito à mão ele é delicado, né? Você tem que ter paciência, tem que gostar de fazer. É verdade. Peças menores é um momento também para você cansar a mente, desacelerar do dia a dia, acaba sendo uma terapia, né, também. Aí eu dei uma um acabamentozinho aqui embaixo e só fiz virar o alfinete para ficar mais bonitinho. Então, ela fica assim, ó. Então, esse é é o já tá pronto. Esse já tá pronto. A gente a gente vai fazer o outro. Vamos lá. mesma coisa. Uhum. E aí aqui a pessoa pode fazer um contraste de cores também, né? Eh, pode usar a cápsula, de repente verde, misturar com roxo que fica super bonito também. Sim. Pode fazer a combinação ali que ela achar melhor. A mesma bac aí. Você citou no começo que tem cápsulas que são mais especiais assim, digamos, edição limitada. Tem essa aqui que é bem diferente. Essa daqui mesmo. É. É, achei linda. Ela é bem legal. Preto e branca. Tem uma que tem uma estampa de Portugal, dos azulejos de Portugal. Ah, é. Nossa, dá pr fazer um brinco bem bonito. Dá sim. Mesma coisa. Virou? Uhum. Encaixou aqui. Aí tem que ter aquela paciência, aquele cuidado, como eu falei, né? Os acabamentos. É, exatamente, que aí vai dar ficar uma peça mais bonita. Sim. E para quem tá assistindo e quer começar a investir nessa área, nesse segmento, eh, tem alguma dica que você passaria ou alguma dificuldade que você passou ali no começo que você poderia dar uma dica pra pessoa falar: "Ó, no meu começo tive esse problema, mas você não precisa ter?" Eu acho que assim, o a matéria-pra às vezes é mais difícil da gente achar, por exemplo, essas peças de acabamento. Então a gente sempre busca os fornecedores, né? Sim. Para então a gente às vezes tem dificuldade com fornecedor. Uhum. Apesar da gente usar o material reciclável, mas tem algumas peças de acabamento. Então eu tive essa dificuldade. É. Então pesquisa na internet agora tá mais fácil, né? É, tem ecce muitos sites da e se especializar também, né? Fazer os cursos. Eu acho que é super importante. Uhum. Aqui a mesma coisa. Vou dar um acabamento na tesoura aqui embaixo para ficar bonitinho. E aí, isso tá pronto. Prontinho. Vê como fica super levinho o cará. Nossa, realmente é muito leve e lindo. A combinação ficou linda desse pedrinha com a cápsula roxa. Brinco leve, sofisticado, rápido de fazer também, né? Quem olhar de longe não vai nem imaginar que foi feito com uma cápsula de café. Perfeito. Dani, eh, queria que você passasse pro pessoal que tá de casa é suas redes sociais, seu contato, pro pessoal te encontrar. Eu tenho um Instagram que é Dania Aguiar @daniar 2ny aguiar e @ Não, desculpe, pera aí. Dani Aguiar Acessórios. Dani 2 Y Acessórios e no Instagram e lá tem o meu contato, meus contatos de WhatsApp, minhas outras redes sociais. Uhum. E aqui em Campinas é quem tem interesse em te procurar para conseguir eh comprar uma peça, você faz feiras também? Eu faço a feira do centro de convivência sábado e domingo e eu vendo muito online também. É, também tem fazendo online, sim. E os cursos também é só me chamar lá nas redes sociais que eu falo os detalhes, quem tiver interesse também. E as peças também. Eh, você citou um pouquinho sobre as coleções, dá pra gente mostrar pro pessoal também que tem aqui do lado algumas opções, né? Tem essa daqui. Sim, esse brinco que é super leve também. Esse aqui é feito de componente eletrônico também. Hum, bacana. É fio de computador. Nossa, que legal. Não dá nem para perceber. Eh, na verdade é fio de carregador. Tem. E aqui no na na base a cápsula. A cápsula de outra forma. E também a gente pode mostrar pro pessoal ali tem uma opção de colar também, né? Sim. Esse colar é um colar mais curto também, que é super bonito. É, fica mais uma gargantilha. Fica mais uma gargantilha. Aham. E aqui a gente também tem opção com esse aqui. É fio de malha. fio de mala. Esse é resíduo o textil. Uhum. Então, tipo, tem várias opções, várias possibilidades. Várias opções. É infinito. Eu agradeço sua participação aqui conosco por mostrar pra gente como fazer esses brincos tão sofisticados, utilizando o material tão simples ali, reaproveitável, sustentável também. Agradeço. Eu que agradeço, gente. Foi um prazer estar aqui com vocês. Então, depois de aprender a transformar cápsulas de café em brincos lindos, a gente continua falando sobre criatividade e sustentabilidade, mas agora com a multiartista Carolina Guimarães, mais conhecida como Nila a cor, que vai ensinar pra gente como fazer um quadro decorativo a partir de madeira de reuso. Nila, seja muito bem-vinda. Faça você mesmo. Muito obrigada. Tô muito feliz de estar aqui, de mostrar e mostrar uma possibilidade da pintura, porque a gente pensa em pintura, a gente pensa a matela. Uhum. Não, você pode pintar qualquer coisa. Então aqui a gente tem madeira. Essa madeira era um estrado de cama que tinha quebrado. E aí aproveitei para criar esses suportes e a que bacana. A gente tá fazendo um programa específico aqui falando sobre sustentabilidade, formas de você reaproveitar algo que seria descartado e transformar em arte, transformar em um novo objeto que pode ser usado no dia a dia. E você falou que utilizando a madeira de reuso, esse aí é um estrago de cama, mas podemos utilizar outros tipos de madeira que seriam descartadas? Pode. Já usei fundo de guarda-roupa, gaveta, palet antigo. Qual é a coisa que assim é um um suporte? Claro que às vezes você tem que dar uma trabalhada, você tem que lixar. Esse daqui eu colei duas partes e coloquei o ganchinho. Uhum. Mas qualquer superfície que você acha interessante. Bacana. Pode fazer arte em qualquer lugar. Sim. E você é multiartista? Com que você trabalha? Quais segmentos você atua? Uhum. Então, atualmente eu tô mais na pintura, desenho e na cerâmica. Mas eu gosto muito de testar arte, explorar, então buscar coisas novas. Já trabalhei muito com papel reciclado, já trabalhei com recorte de papel, já fiz arte digital, assim, sempre explorando, mas atualmente mais desenho, pintura e cereca. Ah, que bacana. E quando você começou nesse nessa área? Então, fazer arte desde pequenininha. Sim. a minha maior felicidade, meu pai trazia papel reutilizado do trabalho para eu desenhar atrás e eu desenhava muito. Uhum. Mas quando eu entrei na faculdade, eu fiz faculdade de artes visuais e quando eu entrei na faculdade que eu comecei a focar mesmo e ter um estudo, uma bagagem como artista. Legal. E também eh para você, você trabalha muito com esse eh segmento de sustentabilidade, eh itens reutilizados para você, qual que é a importância de ter esse olhar? artístico para esse tema também. Olha, eu acho que esse tema tinha que ser pensado em todos os âmbitos da nossa vida. Você for parar para pensar assim que a gente descarta pensando no lixo que a gente joga fora, mas a gente não joga fora, né? Vai para onde? Uhum. E por causa disso, assim, essa vontade de pensar com o que fazer com todo esse material ou diminuir a quantidade de lixo produzido, se você reutiliza, você não tem lixo, você tem uma nova matéria, né? que eu comecei a trabalhar com isso. O meu meu início estudo de sustentabilidade foi no meu TCC, que eu trabalhei com papel reciclado. E aí eu fiz a pesquisa do meu TCC, da iniciação científica, tudo em papel reciclado. E aí foram longos anos, eu dei uma cansada do assunto e daí depois eu passei a usar outras coisas diversas assim que eu tinha e sempre reutilizando assim, não só o material, mas pensando em toda a produção da arte. Então, tinta, tentar não desperdiçar na paleta, reutilizar, é o pincel, que às vezes também ele já tá ruinzinho, mas tentar achar um novo uso para ele. Pano velho, eu falo que ele é promovido a pano de tinta. Ah, sim. Não descarta, ele vira pano de tinta. Então, sempre tentar dar o uso assim pras coisas. Perfeito. Então, você que tá em casa, já separa os materiais e confira aí o que será necessário para fazer esse quadro decorativo para fazer a arte. sustentável. Você vai precisar dos seguintes materiais: um pedaço de madeira de reuso, tintas acrílicas com as cores da sua preferência, pincéis de diferentes tamanhos e um recipiente para colocar e misturar as tintas. Vamos lá para começar, qual o primeiro passo que a gente vai desenhar pro pessoal de casa aprender? Então, eu tô na no momento dos insetos. Gosto muito de insetos. Você quiser mostrar os outros. Tem duas opções aqui, né? Já estão prontas. Esse daqui tá na metade que eu comecei parei. E esse daqui eu fiz até na feira cult, que é uma feira de arte aqui de Campinas. Eu fiz na pintura ao vivo. E aí, hoje vamos fazer um besouro. Ah, legal. Você tá numa vibe de desenhar insetos. É isso? Sim, estou nesse momento. Na verdade, Pesouro eu já desenhei bastante, então eu tô acostumada assim a fazer o formato. Para começar, uma coisa amarela ainda, a gente tá utilizando tinta acrílica, né? Para esse tipo de material, o ideal é tinta acrílica. Pode usar algum outro tipo de tinta? Pode usar essa daqui. Essa daqui tá fechada. É, pode usar tinta guash, pode ser tinta acrílica, pode ser tinta de parede, tinta PVA. Eu gosto da acrílica por causa do acabamento dela. Dá um acabamento plástico assim bonito. Uhum. O que não funciona é aquarela. Aquarela é muito feinha pra madeira. Ah, pra madeira vai acabar absorvendo, né? É, não, não funciona. Eu gosto de pôr assim um pouquinho na paleta e eu trabalho com bastante água. Tem uma questão de gosto também, porque assim, a arte ela é muito livre, multiversa, então tem gente vai gostar da tinta mais durinha, tem gente que vai gostar da tinta mais aguada. Uhum. Uma coisa legal da tinta acrílica é que a gente vai riscar, por exemplo, começar aqui fazendo um coração, mas eu não vou desenhar um coração, mas tudo bem, você pode rabiscar e depois você pode rabiscar por cima, entendeu? Você não precisa ficar preso em desenhar uma coisa muito certinha. Uhum. Então eu só vou começar aqui um um esquema do nosso bisourinho. O visourinho ele tem mais ou menos aqui uma cabeça. V fazer como se fosse um esboço. Isso. Isso. Isso. Tá vendo que o meu esboço coração tá embaixo, mas tudo bem. A tinta depois vai cobrir o esboço não precisa estar perfeito. Uhum. É só para ter uma ideia de onde seguir. Isso. Um corpinho. Uma partezinha aqui de cima. A antena vai vir mais aqui. Aí ele tem uma patinha que vem para cá. É uma demarcação. Uma patinha que vem para cá e uma que vem para cá. Uhum. E você que estava comentando comigo que normalmente você não gosta de fazer coisas e seu trabalho em série, você gosta de colocar ali um sentimento nos seus trabalhos para eles serem únicos. É, é que eu acho que tudo que a gente faz em série vai perdendo sentido em alguma hora, sabe? reprodução em massa. Uhum. Então eu acho que a gente tem que ter um interesse de est fazendo. Claro que seu interesse em série. Tem um artista que eu gosto que ele desenha cadeiras e e ele vai se transformando isso e fazendo muitas cadeiras. Legal. Ele tá com interesse nisso. Mas às vezes a pessoa continua fazendo algo em série, não porque ela gosta, sabe? Mas porque não sei, achou bonito. Uhum. Até mesmo por medo de ousar ali em alguma coisa diferente. É, exatamente. Tô com medo de mudar. Uhum. Eh, aí fiz a demarcação do nosso desenho principal, que poderia ser qualquer coisa. Aí eu venho fazendo o fundo. Então, eu vou usar o roxo para contrastar com o amarelo, que é uma cor oposta. E aí a gente vem passando aqui no fundo. Pode ser com mais tinta. Uhum. E para quem eh nunca pintou assim em uma tela diferente, igual a gente tá utilizando aqui, madeira de reuso, quais dicas você passaria para pintar, é, né, num lugar que não é uma tela tradicional? Olha o que eu acho interessante assim, aproveitar a madeira. Então, naquela ali tem um pedacinho que tá lascado. Uhum. Aqui né? Esse daqui tem um pedaço que tá lascado. Deixa lascado, sabe? Aproveita o material. A graça de usar algo de ruso são as imperfeições dele. Uhum. Então, deixa lascado, deixa os buracos, às vezes quando tem um buraco aqui, você vai ter que pôr mais tinta pra tinta entrar no espaço. Uhum. E é claro que o suporte, que é o sobre o que que você tá pintando, vai ter resultados diferentes. Se for papel, se for tela, se se for madeira. Então, aceitar mesmo esse esse novo suporte, sabe? Essa diferença, né? Essa diferença. Por exemplo, nunca vai ficar igual uma tela, porque isso não é uma tela, sabe? Então, não ficar brigando com material. Acho que a arte tem muito sobre aceitação ali. Uhum. Aceitar, que é uma superfície que tem desnível, imperfeições também, né? Que ela é irregular. Ó, fiz um fundo. Uhum. E o formatinho tá aqui. Tá um pouco apagado, mas depois a gente já já faz mais nele. O fundo, você vê que eu passei bastante tinta porque agora eu venho com uma outra cor e aí eu vou dar meio que uma misturada, tá vendo? Vai pegar azul escuro, né? É. Enquanto a tinta ainda não secou, você vem com outra cor dando uma misturada. Uhum. E você vê que eu não lavo muito o pincel, eu vou molhando ele na tinta. Na outra tinta. É. Daí as cores já vão se misturando automaticamente. Isso. Às vezes eu gosto de pegar da tampa que vem um pouquinho menos. E aí enquanto você vai passando as cores vão se misturando. Não precisa lavar o pincel, sabe? V deixar lá, ó, já temos um fundo legal aqui. Aí agora que eu vou pra cena principal, agora sim, eu preciso lavar o pincel. Ah, porque se eu passar aqui, vai manchar, vai misturar com com a outra parte. Daí agora sim a gente lava, dá uma secadinha. E você falou que faz e tá agora mais focada em pintura, eh, na cerâmica também. Nesse segmento, o que você mais gosta de fazer? Ai, eu gosto eu gosto de não, não dá para escolher um. Eu gosto de desenhar, eu gosto de pintar. Eu acho que depende da semana, sabe? Uhum. Porque eu vou muito pela ideia. Se eu tiver com uma ideia na cabeça, tipo, vi uma flor na rua que me interessou e aí quero pintar ela e daí eu vou pintar. Ah, se eu tava com vontade de fazer um pote, sei lá, para tomar soco, eu vou fazer cerâmica. Então vai muito do que tá te inspirando naquela semana também, né? do que tá. Ó, depois que você passou o amarelo, você pode ver, eu vim com o vermelho, com uma cor um pouco mais forte para tipo fazer um contorninho, tá vendo? Sim. E você vai definindo a forma. Acho que eu vou pegar um pincel mais fininho para fazer os detalhes. E aí aquela coisa sem medo de dar errado, porque se deu errado, se deu errado, você pode passar o azul por cima de novo e começar de novo, sabe? Dá para arrumar isso. Mais amarelo. E e às vezes, por exemplo, você passa uma cor que você combinou, mas você eh não achou que ficou tão interessante. Não tem problema, passa outra cor por cima. Tá sem. E aí, ó, essa perninha que tá esterrada, ela é para baixo. Ela é aqui, ó. Tem possibilidade de se errou, tem a possibilidade de voltar e arrumar. Isso a gente não pode ter muito medo de errar, sabe? De de fazer, de ficar bom. Essa daqui mesmo eu vou apagar ela depois. É só passar o azul por cima. Isso. O importante, só que lembra que pra fazer o fundo, a gente passou com a tinta molhada. Uhum. Agora isso daqui eu tenho que esperar secar para passar o azul por cima, porque se eu passar agora vai misturar, ela tá molhada. Então esperar ela secar. Não mexe nela ali por enquanto. Uhum. Esperar ela secar. Aí a gente passa o azul por cima. Ah, entendi. Entendeu? Porque quando ela tá molhada, ela sempre vai misturar. Uhum. E aí, se você quer cobrir, tem que esperar ela secar. Vai dar certo. Isso. Ó. Aqui para fazer acabamento, eu venho com pincel mais fininho ainda. Fininho, fininho. Uhum. E de novo com a cor forte, meio que fazendo contorno. E na hora de desenhar assim, você vai mais livre mesmo, sem muita regra. Eu gosto de mais livre, sabe? Porque acho que quando as pessoas querem desenhar, mas ainda não tem tanta prática, não tá no desenho. Parece que o desenho vem muito com medo de fazer e ficar ruim. Uhum. Então a pessoa se prende num num rascunho e faz rascunho atrás de rascunho ou na cópia ou tenta fazer aquela linha perfeitinha, sabe? Aquela linha que vai ficar reta, tenta sempre ali com um molde, né? com molde e não precisa disso. Você pode ir riscando alguns lugares aqui, ó. Eu já venho com fundo para apagar, ó. Tá vendo aqui que saiu? Eu não gostei. Aqui não saiu também, eu não gostei. Aqui já venho com roxo para apagar essa parte aqui, ó. Uhum. Aqui também. e deixando esse traço com com mais liberdade de movimento mesmo, sem ser um traço muito preso, sabe? Uhum. É, é tentar fazer isso assim. E se e se como fala a pessoa tem medo, por exemplo, tô fazendo um besouro que eu gosto. Pode começar com um formato mais simples, pode ser uma flor cinco pétalas. Não precisa ser um formato complexo, considerado mais difícil, né? E é o que você falou, quando a pessoa tá iniciando, eh, o certo é ela não se julgar ali logo de início, né? Não, é ir tentando. Ir tentando. Faz um sol. Pintar sol é gostoso, saber? Sim. Porque é um círculo e os tracinhos em volta. Nuvens, até esses formatos orgânicos que não tem uma forma correta, tipo nuvem. Qual que é o formato da nuvem? formato dela, então não tem um formato certo aonde você precisa seguir. Exatamente. E se alguma coisa aqui saiu do que você quer, você vem com fundo e já faz o ajuste aqui, arrumando aonde você não gostou. Uhum. E para essa peça durar mais ali pra pessoa colocar na parede, normalmente você passa alguma coisa por cima. Passa o verniz. Tem verniz de artesanato. É, essas eu ainda não passei. Uhum. O verniz de artesanato, ele sempre com de artesanato mesmo. Ele funciona. Mas para quem não tem verniz de artesanato, funciona também cola branca. Ah, é. Espera secar certinho. Espera secar. Passa um camadão de cola branca. Funciona. Claro que o acabamento do verniz fica mais bonito. Uhum. Fica mais brilhante. Fica mais brilhante. Fica mais bonito. O acabamento da cola parece um plastiquinho assim por cima. Uhum. Fica um acabamento plastificado. Mas é uma coisa. E para durar mais, infelizmente pintura não aguenta sol. Sim. Deixar boa dica. de deixar quadros longe do sol. Qualquer quadro que você deixar no sol, com o tempo, ele vai perdendo a cor. É, interessante. Ele vai perdendo e vai se desfazendo. Uhum. Principalmente aquarela. Aquarela no sol some assim, deixa uns anos lá, desaparece. Aí locais aonde não bata o sol, assim, num ambiente que fale só só com a luz ambiente mesmo, né? É exatamente longe da claridade. Essa parede daqui mesmo. Os quadros estão para cá. tendem a assumir mais dos que estão para lá, porque os de cá pega a claridade da janela. Ah, já bate o sol. É. E ou talvez ir mudando, sabe? Coloca um quadro e depois vai mudando para não ter tanto esse contato, né? É, pode ser. Mas o verniz ajuda a segurar. Uhum. Sabe outro verniz também? O outro não vai funcionar tanto pra madeira, não é tão bom pra madeira, que a madeira é mais rústica. Mas por um tempo em papel eu usei laquê de cabelo. Nossa. E funciona? Funciona laquê de cabelo porque tem alguns materiais que eles são, como fala? Mais porosos assim, tipo giz que ele ele mancha, ele sai do papel. Você toca já mancha, né? Já sai. E aí tem o verniz em spray para papel. Uhum. E às vezes o verniz em spray, material de arte é mais caro. E aí o verniz em spray vai ser um preço mais alto. Uhum. E tem os laqueê de cabelo que são muito baratinhos. E o laquê de cabelo ele cola também, ele gruda. Uhum. E e deixa a arte ali intacta. Deixa, deixa ali. Ele ele aguenta. Ele aguenta bem. Isso a gente falou sobre você tem que se olhar pro material de reuso, mas também outra é coisa que você também prioriza é utilizar, fazer arte com o que você tem em casa. Sim, sim, com certeza. Eu acho que, como eu falei, muitas vezes o material de arte é caro. Uhum. E eu acho que não precisa a pessoa gastar muito para começar, sim. Sabe? Então, às vezes, se ela começa com uma coisa mais simples, ah, ela tem uma madeira velha lá em casa. Ou tava falando pras minhas alunas ontem, tábua de carne antiga, não tá usando mais. Super legal de pintar uma tábua de carne, porque lógico, você não vai mais usar pra alimentação, pra comida, mas ela tá ali antiga, pega ela, usa de suporte, vai pintar. Já viram item de decoração da própria cozinha mesmo? Exatamente. Pinta umas frutas. Uhum. Dá, dá para usar, sabe? Você não precisa de muito para você começar a fazer a arte. Verdade. É uma coisa que você pode ter vontade, né? Vontade inovar. É. Esse daqui eu acho que tá pronto. Tá, tá quase, né? carinha de pronto e pro pessoal te encontrar com as suas redes sociais, onde o pessoal consegue te acompanhar. Eh, eu posto mais no Instagram, mas eu também tenho o TikTok e o Facebook e todos estão como Nila Cor, todos. E além disso também faz é Espanha em feiras, em Campinos. Sim, sim. Principalmente na feira cult. Uhum. A feira cult acho que é uma feira muito legal com artistas muito diversos e é uma feira interessante de ir e algumas feiras assim em bares, em café, mas são menos. Eu vou mais na cult mais na feira cult. Perfeito. Então para quem tá em casa, já separa os materiais, faz também o seu quadrinho, é em mamadeira de uso, em qualquer superfície, como a Nila falou, é possível fazer a sua arte. Espero que você tenha gostado do programa com a temática de reuso e sustentabilidade. Até o próximo. Faça você mesmo. Oh.
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