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E olha só, hoje pela manhã aconteceu aqui em Campinas o lançamento da campanha Agosto lilás com diversas palestras de conscientização e combate à violência contra a mulher. A repórter Mina Abreu acompanhou tudo e traz agora as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Mina. Boa tarde, Gabriel. E esse lançamento aconteceu aqui no auditório do CPQD em Campinas. E eu converso agora com a secretária de políticas públicas para as mulheres, Alessandra Herman, secretária. Boa tarde. A senhora falou inclusive sobre os números em relação às medidas protetivas, um aumento de 31%. Isso nos traz um alerta, nos traz um conforto pra senhora. O que representa? Na verdade, isso nos traz eh duas informações, né? A primeira é que realmente são números alarmantes e a gente precisa lutar e brigar muito. Por isso que essa secretaria criação, essa secretaria veio numa hora fantástica, porque a gente precisa unir forças para que esses números baixem o mais rápido possível. uma questão urgente, mas também podemos interpretar como uma um encorajamento das mulheres de fazer essas denúncias, né? E e que isso também muito nos estimula a cada vez mais eh expandir a nossa rede de apoio e divulgar. O que é mais importante é divulgar tudo que essas mulheres têm em mãos disponível. para que elas possam fazer as suas denúncias e a gente consiga finalmente eh baixar essa porcentagem. Quando a gente pensa, claro, agosto, lilás é um mês dedicado, mas no combate à violência contra a mulher, o que que a gente pode esperar agora, principalmente nesse mês em agosto, quando a gente fala dessa difusão de informações, difusão de direitos e de trabalho aqui para as mulheres que vivem em Campinas? Então, eh, as, já existem várias políticas públicas, né, eh, de todas, não só da Secretaria da Mulher, mas de todas as outras secretarias. Eh, e eu pretendo buscar as melhores práticas, não só aqui em Campinas, mas secretarias dos outros estados, secretarias de outras regiões, para que a gente possa juntas transversalmente e traçar esse plano de apoio para para todas as mulheres e escalonar todas essas melhores práticas aqui dentro de Campinas, tá certo? Então, muito obrigada, secretário. Uma boa tarde. Muito obrigada. Obrigada ao a todos que estão nos assistindo e conto com o apoio, gente, não só de mulheres, mas também de homens e vamos juntos eh lutar pela redução desses números alarmantes, tá certo? Então, olha, e a gente lembra que hoje todas essas atividades, além da abertura, nós tivemos painéis que tratam das informações, dos números e vamos ter várias atividades durante o mês. E para falar sobre essas atividades, nós vamos conversar agora com a secretária adjunta de políticas para as mulheres de Campinas, Graziele Coutinho. Graziele, que não é nova aqui na TV Câmara Campinas, que já falou várias vezes sobre a Casa da Mulher, né, campineira, já falou sobre a Feira da Mulher empreendedora. Graze, boa tarde. Quando a gente pensa em tudo que tá previsto para acontecer nesse agosto lilás, eu queria que você falasse um pouquinho desse esforço de Campinas para, claro, eh atender as mulheres vítimas de violência e também trabalhar de forma transversal para que elas tenham um empoderamento no sentido de que possam criar coragem e ter ferramentas para sair de situações de violência. Mina, boa tarde. Obrigada por você estar aqui hoje prestigiando o nosso evento, um tema bastante importante e necessário. Eh, neste mês de agosto, nós toda a equipe da Secretaria da Mulher, eh, junto à secretária, nós preparamos uma atividades de extrema importância, eh, para levar a conscientização à mulheres e para que elas também entendam que elas não estão sozinha nesse processo. Nós teremos e atividades. Nessa semana nós estaremos dentro de empresas privadas, levando todo o nosso trabalho, conscientização. Eh, vamos ter aulas de defesa pessoal. Na próxima semana nós, de 11 a 15, nós trabalhamos, vamos trabalhar com a juventude, porque também é importante eles que estão iniciando seus relacionamentos, né? A gente sabe que muit das vezes a violência ela vem eh de casa onde o jovem ele ele reproduz aquilo que ele tá vendo. Então nós vamos ter um trabalho especialmente com a Coordenadoria da Juventude, com esses jovens da conscientização. Posto de saúde também vai ter alguma atividade? Sim, de 19 a 22 nós trabalharemos dentro dos territórios junto ao centro de saúde, CRAS, Creias, onde nós vamos estar indo dentro desses bairros e vamos estar também levando eh o ônibus eh São Paulo para todas. Dentro deste ônibus, nós vamos ter eh atendimento psicológico, eh orientação jurídica. Então nós vamos estar indo onde as mulheres não conseguem nos acessar. Então nós vamos estar levando eh isso paraas mulheres para que uma forma quem tiver entende que tá passando por esse ciclo de violência já seja ali a porta de entrada para esse início desse rompimento dessa violência. Na última semana nós vamos trabalhar com geração de renda. Nós vamos ter vários cursos para ofertar para essa mulher, porque também é um caminho para essa mulher sair eh de de de desse desse ciclo. E vamos encerrar no dia 31 com uma caminhada com todo mundo, com todos que que apoiam essa causa tão importante na Lagoa do Taquaral. Agora, secretária adjunta, a gente fala aqui e sabe que o programa Feira Mulher Empreendedora é um case de sucesso, né, que começou, claro, com aquele objetivo de trabalhar as mulheres vítimas de violência e hoje expande, trazendo o empoderamento feminino para vários grupos de mulheres. Como que tá isso? Vamos crescer. Já Campinas já chegou ao seu máximo. Dá pra gente pensar isso pra mulher que tá assistindo, pro marido também que tá assistindo e como na sua visão os homens também podem atuar nesse combate à violência contra a mulher. Sim, em relação ao empreendedorismo, nós vamos agora avançar cada vez mais, porque agora nós temos uma secretaria específica que vai trabalhar no tema e na pauta da mulher. Então, a gente tem muitas eh programas e projetos para ser implementados nessa gestão e que vai intensificar cada vez mais, principalmente os projetos já existentes, como o programa Feira da Mulher Empreendedora, que é um sucesso, vamos potencializar cada vez mais em relação ao homem, que é sempre importante, né, eles apoiarem essa causa, então estarem junto, apoiando, participando de encontros, mobilizações e e lógico e não reproduzindo a violência que é já é Um grande fator. Agora, um serviço para quem tá em casa e ainda passa por essa situação, não sabe onde recorrer, ela pode procurar direto a casa da mulher campineira, ela primeiro precisa ir à delegacia. Quais são os caminhos aqui em Campinas? Graz. Sim, eu eu sempre oriento a mulher que não tá em risco de morte no momento da que acontece a violência, eu sempre oriento essa mulher buscar o primeiro passo à casa da mulher campineira. A gente fica na área central de Campinas, onde nós vamos ser toda uma equipe preparada e qualificada para receber essa mulher e orientar quais são os seus caminhos, os seus direitos, né? E e aí nós temos também não só a Casa da Mulher, mas nós temos um programa muito importante que é o Gama, que é o guarda amiga da Mulher, que também faz diariamente a Honda eh na casa dessas mulheres que estão sob medida protetiva. Temos aqui a casa Saraem, a casa abrigo. Então nós temos uma rede protetiva muito importante onde atua efetivamente na proteção e direito das mulheres. No início, inclusive dessa manhã, nós tivemos um curto apresentado sobre o trabalho do Seamo. hoje, como funciona? Ainda é seamo, teve alguma reestruturação e como a mulher de Campinas pode acessar esse serviço? Então, nós continuamos com o SEAMO, não vai ter nem, né, e essa mulher para acessar o serviço, ela pode ir até a casa da mulher campineira, aonde fica hoje o serviço, ou entrar em contato pelo telefone ou WhatsApp, que é o mesmo número de telefone de atendimento, tá certo? Então, olha, o endereço do SEAM é rua 11 de Agosto 412 e o nosso telefone de contato é o 32363619. Então, repetindo, 32363619. Agora é o agosto lilás, cada um de nós fazendo a sua parte aí no combate à violência contra a mulher. É com você, Gabriel, aí no estúdio. Uma boa tarde. Boa tarde, secretada. Muito obrigada. Boa tarde. Boa tarde. É com você, Gabriel. Muito obrigado, Minabriu, pelas informações e a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque a Secretaria da Mulher de Campinas é uma das nove campineiras a ter uma mulher na linha de frente. A engenheira Alessandra Herman é quem vai conduzir a pasta, responsável por elaborar, executar e acompanhar as políticas públicas voltadas às mulheres aqui da cidade. A recém-criada Secretaria de Políticas para as Mulheres empolsou na tarde de ontem, no salão azul da prefeitura a nova secretária que comandará a pasta. A engenheira Alessandra Herman assumiu o cargo juntamente com a servidora e secretária adjunta Graziele Coutinho. O legislativo de Campinas marcou presença com os vereadores Nick Schneider, Benê Lima, Débora Palermo e o presidente da casa, Luís Rossini. Entre os setores que passam a integrar a nova secretaria estão o Centro de Referência e Apoio às mulheres, o SEAMO e o Serave, serviço que atua no atendimento e acompanhamento de autores de violência doméstica. A nova secretaria trabalhará em quatro principais frentes. Basicamente serão quatro temas principais. Então, o primeiro é o enfrentamento à violência, sem dúvida. O segundo é autonomia financeira. a gente pretende fazer muito projeto voltado a empreendedorismo e capacitação das mulheres. Eh, o terceiro é a saúde e como eu disse também, não só a saúde física, mas a saúde mental, ã, menopausa, saúde reprodutiva e o quarto, inclusão social, né, pra gente conseguir buscar em uma equidade de gêneros. A secretária tem 47 anos e mais de 20 anos de experiência em cargos de liderança em grandes empresas do setor privado. Unir toda essa bagagem que eu trago da iniciativa privada, que é uma gestão mais sistêmica, que é uma gestão de planejamento, que é uma gestão que une e pessoas multitarefas com esse outro lado meu, que aí eu não preciso de experiência. Eu sou mulher, sou mãe, como eu sempre disse, que é mais sensível, que tem escutativa, que é mais acolhedor, que eu acho que isso que é o importante no trato com as mulheres. Com a Secretaria da Mulher empoada, são nove as secretarias lideradas por mulheres nessa gestão municipal. Antes da entrada da secretária Alessandra, a prefeitura já bateu recordes de mulheres no primeiro escalão e recordes também no segundo escalão, contando secretárias adjuntas, diretoras e mulheres em cargos de chefia do serviço público, restrito a serviço público. Então, Campinas já vem nesse movimento de valorizar as mulheres nos cargos do primeiro escalão. A pasta, apesar de exclusiva, deverá dialogar com as demais. Secretaria da Mulher não vai tratar só a Secretaria da Mulher tratar a questão da mulher. A secretaria da Mulher, as políticas para as mulheres são políticas transversais. Todas as secretarias e autarquias devem ter políticas públicas voltadas pra mulher. A Secretaria da Mulher foi criada graças à união de esforços, uma indicação do legislativo de Campinas, a aprovação do executivo e a aprovação por unanimidade dos vereadores da cidade. A vereadora Débora Palermo foi quem levou a indicação da criação da Secretaria da Mulher para o executivo. pauta da mulher, ela está cada dia mais evidência a necessidade de políticas públicas efetivas, quanto a feminicídio, eh empregabilidade, empoderamento. Então, nós precisamos de uma secretaria que pense especificamente essas pautas, né? As mães que também são sozinhas com os filhos, a questão da violência doméstica. Então, todas essas coisas precisam ter um olhar específico e serem tratadas especificamente para políticas efetivas para nossas mulheres. Com certeza será uma grande, está sendo uma grande conquista e eu tô muito feliz com essa secretaria. Fizemos uma audiência pública, né? Esse projeto foi bastante discutido e houve sim o entendimento geral da Câmara de que criar uma secretaria própria para cuidar dos temas relacionados à mulher é fortalecer as políticas públicas de proteção, de cuidado, de amparo à mulher. A mulher tem as suas especificidades, ainda que seja uma secretária específica, mas ela pode ser indutora de propostas para aprimorar as políticas de todas as áreas, da educação, da saúde, da assistência, da habitação. Eu acho que isso coloca Campinas num patamar em que o governo mostra que a mulher tem um olhar e que ela merece e necessário, né, para você fazer um ajuste fino nas políticas públicas de interesse das mulheres eh da nossa cidade, não só na garantia de direitos, mas de proteção à mulher de Campinas. Vamos falar sobre emprego agora, porque nesta terça-feira aqui em Campinas, mais de 500 vagas estão disponíveis no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas. Então, a partir de agora, confira algumas delas. A vagas para ajudante de açogueiro, ajudante de carga e descarga de mercadoria, ajudante de cozinha, ajudante de obras, ajudante de padeiro, atendente de lanchonete, atendente de lojas. Esta vaga é exclusiva para pessoas com deficiência. A atendente no setor de frios e laticínios. Auxiliar de limpeza, auxiliar de manutenção predial, conferente de logística, controlador de pragas, eletricista, estoquista, fabricante de embutidos, instalador reparador de linhas de comunicação de dados, monitor infantil, pintor de obras e vendedor porta a porta. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadãos.campinas.sp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. a unidade do Ouro Verde no Ortoshopping Ouro Verde, no segundo andar, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no Jardim Cristina, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde.