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[Música] [Música] Olá, começa agora o jornal Câmara Notícia nesta quinta-feira, 12 de junho de 2025. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Lembrando que você pode participar, enviar a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto no 97829377 ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRcode que aparece aqui embaixo da sua tela. A gente abre a edição de hoje com a nossa série especial sobre os 50 anos do Museu da Imagem e do Sominas. Hoje é o terceiro episódio e nós vamos mostrar a importância do acervo imagético da cidade. Um dos maiores voltados para a pesquisa com coleções únicas, verdadeiros retratos de tempos remotos e da transformação social da nossa cidade. [Música] [Música] Se tirar uma foto hoje está literalmente ao alcance da mão, na era do analógico era tudo diferente. já que você dependia do tamanho do rolo do filme e revelar um filme não era barato e nem fácil. Por isso, um acevo de fotos históricas, únicas, com contextualização e datação, é fundamental pra formação da memória da nossa sociedade. E o Museu de Imagens e Somai acervos da região. Museu tem três grandes acervos. acero musical com a, né, especialista na que é produzido aqui em Campinas pelos campineiros. Um acervo de audiovisual de cinema, filmes e produções do museu de audiovisual e o acervo fotográfico. Esse aí é o que eu trabalho, sou que eu conheço um pouquinho mais. A maior parte desse acevo é digitalizado, algumas coleções novas que vão chegando, a gente vai trabalhando nessa digitalização, né? Então, dá para fazer boas pesquisas com o que já tem digitalizado e a gente vai incorporando com o tempo que vai aparecendo. Tem vários tipos de acúmulo do acero, né? Então, tem, por exemplo, essas fotografias oficiais da da comunicação da secretaria que vem para cá e aí eles transferem os arquivos deles e a gente montou a selva aqui. Essa é uma foto. Tem doação privada, então as pessoas que colecionam as fotos, acham importante e depositam. Aqui tem, por exemplo, produções do museu também. A gente faz algumas pesquisas fotográficas e incorpora aqui. Tem tem vários vários tipos, né? A primeira coleção fotográfica do museu eh do Acevo é uma coleção que São Henrique de Oliveira ele fez quando era trabalhou pra prefeitura como fotógrafo, né? Então esse acúmulo dele virou o primeiro aco e aí depois com o tempo outras coleções foram sendo incorporadas ao aceiro. A última incorporação que a gente fez foi a da Secretaria de Comunicação. A gente calcula, é difícil, é difícil essa conta porque tem muito arquivo digital, tem muito negativo, mas tá na casa de 1.200.000 imagens. Não é pouca coisa. As fotografias a gente tem mais antigas. No final do século XIX a gente consegue ter produções fotográficas já incorporadas. O audiovisual ele é um pouco mais tardio, né? já vem lá para metade do século XX, uma produção mais eh mais encopada que a gente começa a produzir, né? Então, mas tem bastante coisa legal, assim, coisas interessantes. Todo curioso é um pesquisador, mas os pesquisadores são curiosos profissionais e para eles o acervo tem uma relevância ainda maior. sem dúvida, é um dos acervos fotográficos mais importantes de Campinas, que tem atendido vários pesquisadores e pesquisadores de diversas a atividades, né, desde pessoas que estão na academia, pesquisadores eh individuais, documentaristas eh para produção de audiovisuais, eh para produção de livros, projetos culturais também, muitos professores, estudantes, eh secundaristas. Então, o museu ele tem ao longo desses 50 anos atendido essa necessidade de pesquisar a história da cidade através da fotografia, né, e também a pesquisa própria da história da fotografia em Campinas, né? Eh, eu acho importante mostrar essa essa imagem que é um dos primeiros estúdios fotográficos que existiram em Campinas. no final do século eh XIX. E essa foto que foi feita por esse fotógrafo, o Nichelsen, eh e que é uma foto feita para celebrar a cidade no auge do café também no final do século XIX, né? Então, o o museu, eh, na relação dele com os pesquisadores, eu acho que ele atende principalmente eh uma necessidade da cidade, que é divulgar a história cultural de Campinas e divulgar a história da fotografia em Campinas de uma forma bem abrangente. Essa imagem especial, ela ela é do Gilberto de Biaz e é uma das primeiras fotos aéreas do que documentou o Centro de Campinas na década de 50. Então, é importante pensar que o museu ele pode ser acessado desde para entender a evolução urbana de Campinas em em suas contradições, eh, em suas várias etapas e também na produção cultural de Campinas, porque o acervo também documenta muito dos grupos culturais da periferia, assim também como os grupos diversos que atuam na cidade, principalmente desde 1950 até hoje. [Música] [Música] [Música] E olha só, a Campinas conta agora com mais um reforço na proteção às mulheres. Foi implantada na cidade a cabine lilás. É um serviço exclusivo de atendimento a vítimas de violência doméstica que funciona dentro do COPOM, o Centro de Operações da Polícia Militar. [Música] O atendimento pela cabine lilás é feito somente por policiais mulheres treinadas para oferecer um suporte humanizado às vítimas de violência doméstica. Quem liga para 190 e pede para falar com uma policial tem o direito garantido de conversar em sigilo, recebendo orientações sobre como procurar ajuda. O atendimento da cabine lilás é um atendimento mais humanizado, voltado a esse grupo vulnerável, né? A mulher ela é melhor assistida, ela recebe orientações de como proceder para que ela possa ter aí todo o auxílio, todo o amparo necessário para que ela quebre todo o ciclo de violência. Além de orientar a vítima, a policial da cabine Lilás também informa sobre a rede de apoio disponível, como o auxílio aluguel, atendimento jurídico gratuito e serviços de saúde. Tudo é explicado de forma clara, com foco na proteção e na quebra do ciclo de violência. Ela recebe também orientações para quê? Muitas vezes ela ela quer sair dessa situação, mas ela é dependente financeiramente ou qualquer outro tipo de dependência. Então ela também recebe esse apoio. Nós encaminhamos para que ela possa ser recolocada no mercado de trabalho, para que ela consiga independência financeira. nós conseguimos cursos profissionalizantes para que ela possa se manter. Se for uma ocorrência eh em que naquele momento ela precisa registrar e não tem condições de est se deslocando, eh tá sendo implantado um sistema de eh deslocamento. Então existe os carros de aluguéis, a gente aciona aqui da nossa central para que ela possa fazer esse deslocamento para uma delegacia ou para um pronto de socorro ou para qualquer outro lugar que ela precise. As policiais que atendem na cabine passam por uma formação específica. Elas recebem aulas sobre psicologia, direito das mulheres e medidas protetivas. Em breve, o atendimento também vai contar com o apoio de civis treinados que ajudarão na integração entre a polícia e outros órgãos de apoio. Nós recebemos um curso, né, de um curso de formação que foi eh foi dado pelo Cupom São Paulo. Nós ficamos lá então em treinamento, recebendo todas essas orientações, todas essas informações. Visitamos o projeto, né, da sala lilás na DDM, a sala lilás no IML, em todos os órgãos que essa mulher possa chegar para que ela seja melhor acolhida, para que ela não fique ali exposta e de repente desista de registrar e volte pro ciclo de violência. [Música] เฮ [Música] [Música]