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[Música] [Música] E a gente abre a edição de hoje com a nossa série especial pelos 50 anos do Miss. Hoje é o dia do segundo capítulo e nós vamos contar sobre os fundadores, a importância do cinema na criação e na própria estrutura do Museu de Imagem e Som. [Música] [Música] No segundo episódio da série especial dos 50 anos do Museu da Imagem e do Som de Campinas, é hora de voltar no tempo e conhecer como tudo começou. Henrique de Oliveira Júnior e Daí Peixoto Fonseca, ambos funcionários da Prefeitura Municipal de Campinas, se uniram e formaram a pedra fundamental do Museu da Imagem e do Som. a exemplos do Miss São Paulo e do Miss do Rio de Janeiro. Essa fotografia eu acho que sugere muito eh a a alma do que vai ser depois o mês, porque eh o seu Henrique se sentiu muito inspirado nos no cinema de arte, na realização do do cinema, né, do filme e que ele voltou inclusive a a fazer filmes e foi várias vezes premiado com os novos filmes dele, né? aquele filme dos pés, ele recebeu um prêmio no Rio de Janeiro, né, no festival, eu acho que no festival Mesblé. A própria Daí, depois de ser lotada da educação paraa cultura, para trabalhar aqui no Miss, encabeçou uma pesquisa sobre o cinema campineiro, a partir de uma reportagem que ela tinha feito pro Diário do Povo em 1964. Esse painel mostra uma mistura de da de épocas. de do cinema campineiro, né? Tem desde as épocas, desde a época antiga, né? Dos anos eh 20, 50, né? Até esse é dos anos 50, o ele é autor do filme Fernão Dias, né? É o Dr. Alfredo Roberto Alves. Eh, essa moça se chama Bet Godói e ela fez o papel, um papel, um dos jingles do filme 10 jingles para Osal de Andrade. Bet fez a propaganda do livro do Osvaldo Andrade numa cozinha entre panelas e e é uma cena muito interessante, muito muito boa. Esse rouvo de Luna Fonseca é meu marido. Daqui é meu meu sobrenome Fonseca. Eh, seu Henrique de Oliveira Júnior, né, que é o nosso nosso mito, né, vamos dizer assim. Esse pessoal eu eu conheço também desde o começo, que é o Wilson Wall, né, e o Maurício, né, aqui essa essa Santíssima Trindade. Eh, eu, né, tão jovem, eh, que bonita, né? Toda toda jovem linda, mas a o Luiz Carlos Ribeiro Borges e o seu Henrique fazendo a montagem ou a sonorização, eu acho que foi a sonorização do filme Um Pedreiro. Quem construiu Tebas a de 100 portas? Nos livros ficam os nomes dos reis. Os reis arrastaram os blocos de pedra. Babilônia, muitas vezes destruída. Quem a reconstruiu? Tantas vezes. Em que casas de Lima aure radiosa moravam os obreiros? Para onde foram os pedreiros na noite em que ficou pronta a muralha da China? Esse filme e muitos outros produzidos em Campinas você encontra aqui no Miss mediante agendamento de pesquisa no acervo de audiovisual. E amanhã a gente volta com mais história do Museu de Imagem e Som. [Música] [Música] [Música] เ