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Bom, notícias sobre o trânsito da cidade de Campinas, hein? Atenção você, motorista. Trecho da Lix da Cunha está interditado de hoje até sexta-feira, dia 18. Bloqueio acontece entre o acesso pela rua Dr. Davi Vicente e o início do viadulto ali sobre a Avenida Andrade Neves, sentido bairro Centro. vai ficar interditado das 9 horas da manhã às 5 horas da tarde para execução de serviços de fresagem e também recapeamento asfáltico. A INDEC definiu desvio alternativa alternativo de tráfego pela rua Doutor Dav Vicente, Avenida Barão de Tapura. Retorno para a Rua Dr. Davi Vicente, Rua Dr. Pereira Lima, Rua Dr. Sales de Oliveira e Avenida João Jorge. Mas tenha paciência, motorista, você que costuma ir aí pela Liqu da Cunha. Bom, hoje é dia do segundo capítulo da nossa série de reportagens especiais sobre os 251 anos de Campinas. A imigração na cidade teve início no século XIX, impulsionado pela expansão do cultivo do café. O governo de São Paulo incentivou a vinda de imigrantes europeus, principalmente italianos, para trabalharem nas lavouras. A chegada de imigrantes japoneses também foi significativa com grupos que se dedicaram à agricultura e ao comércio. Em comemoração aos 251 anos de Campinas, a reportagem especial traz pessoas e locais de referência que contam o legado dos imigrantes para a história, a cultura e o desenvolvimento de Campinas. A história da imigração em Campinas é marcada por ondas de diferentes grupos que chegaram à cidade em busca de novas oportunidades, especialmente durante o ciclo do café e no período da industrialização. A cidade recebeu imigrantes italianos, portugueses, espanhóis, árabes, alemães e também de outras nacionalidades que contribuíram para o desenvolvimento econômico e cultural da região. Centro de Referência do Imigrante, Refugiado e A Pátrida. Vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento e Assistência Social, surgiu em 2015, diante da crescente demanda de atendimento para essa população. Esse centro de referência que fica aqui situado na Avenida Glicério, ele faz um tem uma atuação muito importante porque possui uma equipe multidisciplinar que faz o atendimento tanto de imigrante como de apátrida eh que vem aqui pro município de Campinas e também de refugiados. As demandas elas são variadas, mas o que a gente percebe em todo em todos eles é a necessidade de acesso e aprendizado ao idioma português, né? e também a regularização dos documentos aqui no Brasil. Só no primeiro semestre deste ano, o Centro de Referência do Imigrante realizou aproximadamente 1000 atendimentos. Em 2024, foram 859 no total. Ainda segundo o Clébia, o centro funciona como uma espécie de ponte entre o imigrante e o acesso ao município e seus serviços. A nossa equipe, ela trabalha na interlocução com outras secretarias, com outras políticas públicas, para que essas pessoas elas sejam direcionadas conforme a necessidade que elas possuem. Então, muitos precisam acessar o mercado de trabalho. Então, a gente faz essa interlocução com a equipe de trabalho e renda, que é o CEPAT. Muitos também precisam de acesso à saúde, a vacinas. A gente tem recebido bastante migrantes, é, principalmente venezuelanos, os cubanos também. Araós. Então esse é o maior público hoje que a cidade de Campinas recebe e que passa pelo centro de referência. Dados do Centro de Memória da Unicamp 910.000 imigrantes europeus entraram no estado de São Paulo entre os anos de 1887 e 1900. Só em Campinas, entre os anos de 1882 e 1900, mais de 10.000 imigrantes foram introduzidos na cidade. Estima-se que 70% da população do município, em torno de 800.000 pessoas, tenham alguma descendência italiana. A presença dos imigrantes na cidade começou com a chegada do navio La Sofia e se intensificou a partir da década de 1880. A imigração está registrada na arquitetura da cidade, o edifício da sociedade italiana Lavoro e Progresso, no distrito de Souzas, por exemplo. Foi fundado em 21 de agosto de 1894. e vai ganhar as páginas de um livro. O local preserva a identidade dos imigrantes, com trabalhos que buscam fortalecer a cultura e as tradições da Itália. A construção do prédio se deve a um grupo de italianos que já estavam morando aqui. Alguns moravam na cidade, como é o caso do Lourenço Porto, que foi o primeiro presidente da societá. Ele foi um dos fundadores, ele era avô do meu marido e ele era industrial. Ele veio de Luca para da Itália para cá, bem jovem. Os imigrantes eles eram assim visto com certo receio pelos moradores. Existiam já alguns portugueses, né, que foram os primeiros moradores do lugar. E os italianos não eram assim tão bem vistos. Eles se sentiam marginalizados. Não existia hospital público, nada dessas coisas. E a societá foi construída para ajudar esses imigrantes. A gente procura manter festas, as festas principais, como é a festa da Befana, a gente faz todo ano com as crianças alguns jantares, eventos comemorativos e é muita alegria, muita festa, como é típico italiano. O livro ele surgiu eh da necessidade de eh deixar uma memória de uma instituição que hoje tem 130 anos já. É a instituição mais longeva, né, da cidade, é um símbolo aqui pra comunidade eh de Souzas. E ele tá no processo de produção. Desses 251 anos, pelo menos 150 anos, eh, eles foram construídos junto aos imigrantes italianos e aos descendentes de imigrantes italianos. A chegada de imigrantes japoneses também foi significativa com grupos que se dedicaram à agricultura e ao comércio. O Instituto Cultural NIPO Brasileiro de Campinas completa 74 anos em 2025. Localizado no Jardim Guanabara, ele é referência e símbolo da cultura japonesa, com atividades que integram o calendário oficial de turismo e cultura da cidade. São cerca de 15.000 1000 eh descendentes japoneses que representam pouco mais de 1,3% da população de Campinas. A imigração japonesa, ela foi mais tardia em relação às outras imigrações, no caso europeias. Eh, no Brasil foi em 1908 que iniciou. Em Campinas foi 10 anos depois, em 1918, que na época vieram 56 imigrantes japoneses. Existe outros institutos também importantes aqui, né? Existe a Associação Okinaua, que é uma província do Japão no Jardim Olina. Existem duas comunidades rurais, que é o Instituto Nipo Brasileiro de Pedra Branca e Associação da Colônia Tosan. De acordo com o portal da imigração do governo federal, cerca de 1300 estrangeiros chegaram a Campinas em 2024. A maioria colombianos e venezuelanos. Hoje são as venezuelanas Maria Eugênia e Elizabeth, que buscam no município a chance de uma vida melhor, atuando como empreendedoras nos ramos de padaria e confeitaria. Já tenho aqui no Brasil 6 anos, pertinho dos 6 anos e tenho 5 anos e meio morando aqui no Campinas. E Campinas cidade maravilhosa, é bem cultural, é aberta a a pessoas de outras latitudes. Vocês têm muita migração, tanto interna como externa. Tem muita migração de gente que vem de outras partes do Brasil e gente que vem de fora. E isso eh me gusta muito aqui. Meus produtos han sido muito bem acolhidos porque aqui valoram essa diversidade eh os produtos japoneses, chineses e hindu e agora bom os produtos venezuelanos e os as empreendedoras venezuelanas estamos tendo muito destaque aqui na cidade. Eu família saímos de Venezuela por situação país. Sim, tudo é político. E então nós chegamos a Brasil desde 2023 e hemos trabalado em função de de crescer, de melhorar e Campina é uma boa ajudar para para uma oportunidade. Você se sentiu acolhida aqui? Muito, muito. O brasileiro é são muito bacana. A guerra é sempre um fator determinante pra migração. A gente vê um volume baixo ainda, mas eh estamos prontos para receber. Acho que independente assim da origem, a equipe sempre acolhe muito bem e aí identifica eh qual é a necessidade, quais são as maiores dificuldades e aí faz esse acolhimento para que eles consigam construir a vida aqui no Brasil com toda a estrutura que for necessário e que o poder público consegue ofertar. De aqui para frente, pretendo no curto tempo me nacionalizar porque já já estou e me sento brasileira. Meu futuro aqui no Campinas é seguir crescendo e gerar emprego. Go! Meio-dia, mais 43 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta terça-feira, julho, mês de férias escolares e a livraria Candeeiro aqui em Campinas promove contação de histórias e oficinas durante todo este mês. Localizada no Cambuí, a livraria Candeeiro pelo terceiro ano consecutivo, realiza durante o mês de julho uma programação especial de férias totalmente gratuita, sessões especiais de contação de histórias. oficinas, música e brincadeiras voltadas para o público infantil. A gente vai ter autores autografando, né? Então ele mesmo contando a sua, o seu próprio livro, a sua própria história, né? A gente tem contadores de história. Então, cada a gente tem programação diferente a cada dia e durante esse mês todo. Esse ano eu foquei muito na arte, sabe, Rafa? A gente e eu queria muito trabalhar a arte, queria muito trabalhar o artesanato, aquela coisa que a gente tem em casa, né? Então vamos pegar lá tubo de papel que sobrou, copinho de sorvete, copinho de iogurte. A gente vai transformar, fazer brinquedos, fazer bonecos, porque a ideia é tirar um pouquinho a criança da frente da tela, né? Da frente tanto da tela do computador quanto da tela do celular, da tela da televisão e fazer com que ela mexa a mão. Então esse ano a nosso foco é todo em cima da arte, as nossas oficinas. Essa iniciativa da livraria busca estimular a leitura entre os pequenos, promovendo momentos de conexão entre pais e filhos. e também reforçar o valor da imaginação e da fantasia no desenvolvimento infantil. A nossa programação é sempre muito em cima do livro, né? Então a gente trabalha muito com o livro para justamente isso, incentivar a criança a ler, mostrar essa magia. A criança já gosta naturalmente de livro, né? Eh, e a nossa ideia é essa, é despertar mais essa vontade ainda. A literatura infantil, eh, eu não gosto muito do termo paradidático que as escolas usam, mas é isso, tá? Eh, é literatura, literatura de qualidade. A gente sempre trabalha muito com a excelência da literatura. Então, a gente tem grandes autores, grandes ilustradores, né? Eh, eh, pessoas premiadíssimas pelo Brasil afora, pelo mundo afora. Então, são esses livros que a gente trabalha aqui na nossa programação de férias. Não vire a página, por favor. É sério. Tá pedindo para não virar. Vamos virar. Vira. Sei de quem que ela é filha? Sua? Você autoriza ela virar? Vai. Mas toma. Ó, eu não me responsabilizo. Eu não sei. Eu não li esse livro, hein. Não sei o que vai acontecer. Você já passou dos limites. Falou. Como eu faço você parar de ler? Eu trago a minha filha desde que ela é muito bebezinha, tem atividades assim para todas as idades. E eu acho muito importante essa programação nas férias, justamente que é quando a gente tá com as crianças em casa, né? Então e precisa ter alguma coisa para distrair e nada melhor do que esse ambiente maravilhoso da livraria com contação de história, com a parte também de que tem vários livros infantis. Então, acho muito importante. A livraria Candeiro proporciona esse momento de das crianças colocarem mais em prática a imaginação, porque a partir do momento que elas escutam as histórias que vêm das forma com que elas são eh expostas, as crianças conseguem imaginar eh mundos diferentes, situações diferentes e uma nova forma de mudar o mundo, né, de criar umas soluções, soluções novas para problemas já do dia a dia. Eu gosto de vir porque eu gosto de ler livros e eu gosto da contação de história porque eu gosto de ouvir história. Todas as quintas, sextas e sábados, tá? Quintas e sextas no período da tarde a partir das 16 horas, depois do soninho das crianças e sábado às 10:30 da manhã, tudo de graça. É só chegar, é só chegar, é só entrar. A loja é linda, a gente tem um quintal maravilhoso, super gostoso. É só trazer a criança e e ficar um pouquinho junto, né? divertir muito. Levar mochilas ou bolsas exageradamente grandes em eventos e shows pode ser um risco. No quadro de hoje, a comandante da Guarda Municipal de Campinas explica como isso pode facilitar a ação de criminosos e orienta sobre a melhor forma de levar os objetos pessoais sem ter aquela dor de cabeça. É o Fica a Dica. Não, não é seguro. Eh, bolsas e mochilas invariavelmente a gente joga para trás. Por mais que você diga: "Não, eu vou vou deixar na frente do corpo, vou pôr a mochila aqui na frente, vou trançar a bolsa aqui em algum momento, você vai jogar para trás e isso facilita muito a ação daqueles que, infelizmente, vão a esses locais na intenção de subtrair itens. E se você leva uma bolsa, uma mochila, também você vai colocar mais coisas dentro dessa bolsa ou dessa mochila e material que muitas vezes você não vai precisar no evento. Então, evite, leve de fato somente o que for necessário e evite, inclusive e fora de momentos que não são esses de grande multidão, mas eh quando alguns, por exemplo, e vão fazer compras em lugares abertos e tem bolsa, joga a bolsa para trás para olhar ali e os itens que são de interesse. Isso facilita muito a ação. Então, evite ao máximo levar qualquer tipo de bolsa ou eh de mochila que possa facilitar a ação de ladrões.