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20 views Publicado 17/07/2025 HD · 19:05

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[Música] [Música] Bom, e a gente segue falando sobre emprego, porque a NAVA, que é uma empresa especializada em soluções tecnológicas, com abrangência nacional, está com 40 vagas abertas para desenvolvimento de software, infraestrutura e cloud, suporte e operações, segurança da informação, administrativo e financeiro e gestão e produto. O site para mais informações e inscrição está aqui embaixo da sua tela, então para você poder conferir aí e se inscrever. Bom, hoje é dia da quarta reportagem especial sobre os 251 anos de Campinas. Uma homenagem a quem ajudou a construir a cidade com suor, força e cultura. O povo negro, a fazenda Rozeira, o João Gudito Ribeiro e políticas de igualdade racial mantém viva a história de quem nunca deixou de resistir. Antes dos prédios, das avenidas, dos shoppings, aqui existia gente negra plantando, colhendo e sonhando liberdade. Escravizados por séculos por um alicerce invisível de Campinas. Um detalhe histórico que escancar a dor e que a abolição foi uma das últimas a acontecer no Brasil. Dentro da cidade de Campinas, a gente tem diversas referências que nos rememoram a presença negra nessa cidade. Podemos começar com Carlos Gomes, que foi uma referência musical, Avenida Francisco Glicério, que foi um grande político republicano. Podemos falar daquela região ali da igreja de São Benedito, que foi o primeiro cemitério dos cativos. Podemos falar do cemitério da saudade, aonde tem o escravizado Toninho, que é que deu origem à lenda do boi falou. E podemos falar também da contemporaneidade da Casa de Cultura Fazenda Rozeira, Sindicato das Trabalhadoras Domésticas com Laudelina de Campos e a própria Casa de Cultura Fazenda Rozeira. A cidade de Campinas, ela é pgente com a presença negra e ela se move a partir dessas referências culturais, que aqui a gente tinha uma grande concentração de poder, fazendeiros que inclusive construíram uma companhia mogiana para tirar o café. Então, quando a gente tem um poder centralizado, a gente sabe que as hierarquias de ordem podem ser diferenciadas. A escravidão em 1888, né, teve abolição no país inteiro. Mas mesmo Campinas seja uma sendo uma cidade central dentro do estado de São Paulo, muitos fazendeiros praticaram a escravidão até 1920 em suas fazendas. Muitos descendentes dessas pessoas escravizadas ainda estão aqui. Famílias negras tradicionais guardam memórias, objetos, tambores, histórias e resistências que não cabem nos livros. Cada sobrenome carrega uma luta, cada rosto uma memória viva da cidade. Comunicação com a nossa ancestralidade, né? Entendendo que o tambor foi o primeiro meio de comunicação nesse momento de tecnologia, eu acho que a gente poder voltar pros toques dos tambores e se conectar com esse pulsar do tambor é uma forma da gente pisar na tradição, salvaguardar a nossa ancestralidade e com certeza eh consecutivamente a gente conseguir dar continuidade nessa tradição tradição através da percussão, através do canto, através da dança. E isso nos ajuda a pensar a intergeracionalidade, né, com os nossos mais velhos e com as nossas crianças. Aqui entre rituais, reencontros e oficinas, a cultura negra é semeada como um direito. Com raízes profundas, a comunidade João Godito Ribeiro é muito mais do que dança. É grito de liberdade e memória. O casarão, que um dia abrigou a exploração, hoje abraça cultura na fazenda Rosezeira. A comunidade negra organiza rodas de jongo, aulas de capoeira, plantios sagrados, história da África. é um lugar de encontro, ensino e esperança conduzida pela comunidade Jongo Dito Ribeiro. Então, a salvaguarda do Jongo, a transmissão dos saberes do Jongo, ela é central em tudo o que a gente faz aqui. Mas a gente também atua na área de educação com formação de professores, empresas, escolas na luta antiracista. Temos um olhar para as questões climáticas a partir do nosso projeto de cosmovisão ambiental e o cuidado com a nossa PP frente essa grande especulação imobiliária que a gente sofre, né? A gente tem o único coração verde dessa região agora e as atividades culturais tendo como ts e foco a matriz africana, seja ela praticada no Brasil, seja ela praticada na na América Latina ou continentes africanos. é um espaço aonde todas as atividades culturais estão voltadas para o fortalecimento, identidade e conhecimento dessa presença negra no nosso município. Além da cultura, há uma luta diária por políticas públicas e respeito. A Coordenadoria Departamental de Políticas para a Promoção da Igualdade Racial foi criada em 2001 para fortalecer essa identidade e enfrentar o racismo de forma estrutural. mexe com algo que é ancestral. Então eu fico pensando no Tito, mestre Tito, que em 18 eh 18 ele nasce em África, chega em 1829 no nosso território, vem para Campinas e e quando você olha a história desse escravizado, mas que tinha um dom muito eh eh eh divino, que era de curar pessoas e E aí, num momento aonde havia uma mortalidade muito grande no município de Campinas, ele ele faz um trato e ele diz o seguinte ah pro eterno, né, pras forças ancestrais, se ele fosse protegido daquela doença, daquela morte, ele eh criaria no município algumas coisas. E entre elas a Igreja de São Benedito. Ele começa todo um projeto para e emancipação religiosa eh do povo negro. Eh, ele faz um movimento interessante porque ele vai para dentro da Câmara Municipal. Em 1867 ele enfrenta os vereadores e e ele faz essa proposta. Depois ele enfrenta a cúria da Igreja Católica Apostólica Romana e ele transforma a a pequena capela de Bequior numa igreja, a igreja aonde nós, né, os meus bisas, a minha ancestralidade eh eh frequentavam. Eu penso também na primeira mulher negra que se torna vereadora no município de Campinas. em 2002, a Maria José da Cunha, ela ela quebra esse paradigma estrutural, institucional e e ela se torna uma vereadora nesse nesse município tão preconceituoso. Na educação superior, a universidade também avança. O Centro de Estudos Africanos e Afrobrasileiros, Dr. Iia Quintino da PUC Campinas reúne docentes, alunos e o movimento negro para desenvolver pesquisas, ações afirmativas e projetos de educação étnico-racial. Inaugurado em 2023, o centro surgiu do esforço de grupos que desde 2018 constrói um protocolo permanente de igualdade racial na cidade. Então, quando nós trouxemos intelectuais negros para falarem sobre nós, que eu sempre digo nada sobre nós sem nós, porque nós é que sabemos contar nossa história. Tom Teófilo Reis que fez doutorado em Harvard, Lucy Crispin, Ângela Soligo e assim o time é composto de negros e brancos e todo mundo com compromisso nessa pauta. Campinas caminha para o futuro, mas não pode esquecer quem abriu a estrada com os pés descalços. O povo negro construiu essa cidade com mãos, achés e histórias. Que os próximos 251 anos sejam de reparação, memória e respeito. Qual que é a nossa missão? eh é carregar essa história, mas a cada dia fazer com que eh um pedacinho eh daquilo que foi plantado ou lançado por pelos nossos ancestrais como mestre Tito, né, eh se torne uma realidade para quem está vivendo hoje. Então, numa sociedade repleta de discriminações e preconceitos, a nossa própria materialidade, a nossa própria presença e a nossa forma de atuação fortalece cada criança e cada jovem que chega aqui, porque eles se reconhecem em nossos corpos, se reconhecem em nossas cores e se reconhecem também em nossas práticas quanto protagonistas de nossa história, de nosso trabalho, de nosso desejo, de podermos sermos o que quisermos. Então, além do do espaço formativo de entender que o racismo foi construído numa sociedade escravocrata e que é um compromisso de brancos, negros, indígenas e de toda a população ser antiracista, entender as esférias do racismo, a gente tem a plena certeza e convicção que a representação, o estar, o falar por nós, os termos oportunidade em todos os espaços contribui pro fortalecimento dessa identidade negra. Deus com Deus com Deus. Vem com Deus. Deus com Deus. Bom, olha só, férias são o paraíso das crianças, né? Aquele momento de descansar da rotina, dormir um pouco mais, ver desenho e até passear, viu? Para os pais o desafio é dobrado, né? criar ambiente, momentos e eventos para entreter os pequenos com qualidade. Pensando nisso e nas comemorações do aniversário da cidade de Campinas, a Sanas está promovendo até o dia 27 de julho no Parque das Águas uma série de atividades para divertir e até ensinar a criançada, viu? E parece que os pais aprovaram a iniciativa. A Sanasa Campinas está promovendo uma série de ações lúdicas e educativas no Parque das Águas, localizado no Parque Jambeiro até o dia 27 de julho. A programação é diversa e tem atividades para todas as idades. Nós temos uma programação repleta de atividades de lazer, de cultura, de de educação, né? Então, educação pro trânsito, educação ambiental, né, visitas ao Museu Interativo da Água, então nós ginástica, né, para pro pessoal, aulas de Zumba aos domingos. Então nós recheamos a programação para para atender a todas as idades. A iniciativa integra a comemoração dos 251 anos da cidade. Um presente dessa NASA para as pessoas nesse parque tão bonito, né? Eh, para integrar as famílias, para aproveitar o período de férias das crianças. Então sim, faz parte dessa comemoração toda. Todas as atividades são gratuitas e a única que precisa de agendamento é a visita ao Museu Interativo da Água. E daí essa visita ela ocorre em dois horários, né, às 9 da manhã e às 2 da tarde. O agendamento ele pode ser feito através do site da SAN NASA. Clicando lá na página principal vai abrir a programação e ali encontra o QR code pro agendamento. Agora as demais atividades aqui no parque elas ocorrem das 9 da manhã até às 4 horas da tarde todos os dias, exceto as segundas-feiras. As férias escolares nasceram da necessidade de conciliar o calendário escolar com a colheita agrícola, quando as crianças eram necessárias para as atividades das famílias rurais. Hoje em dia, com a sociedade mais urbana, as férias ganharam outra conotação de descanso, de atividades com a família, de lazer e também de aprender, porque o conhecimento não tira férias. E é divertido porque você pode conhecer novas pessoas, novos amigos e você pode aprender coisas que você não aprenderia na sala de aula. Eu já tinha assistido uma entrevista com o pessoal da INDEC lá na escola e eu tive novamente e aprendi mais coisas. Conhecimento adquirido, é hora de compartilhar. Eu tenho uma amiga que a gente sempre tá junto assim, esses dias a gente estava andando na rua e aí ela não viu o carro, falou assim: "Ô, afasta, cuidado". E a gente sabe que criança tem muita energia para gastar e ficar em casa nem sempre é a melhor opção. Olha, eu acho muito importante, ainda mais nesse momento de férias, né? As crianças muitas vezes em casa, o espaço talvez não é tão apropriado, espaço pequeno aqui na num parque como esse, né? Natureza, grama, junto com outras crianças. Então, acho que é muito bom para eles. Essa pausa. É muito importante, tanto para nós professores, né? É. e os todos os educadores, assim como as crianças. Então eu como mãe e professora, eu tenho a oportunidade de participar com eles, né? Eu acredito que, infelizmente, não são todas as famílias, porque muitas vezes as crianças estão de férias, mas os pais estão trabalhando. Então, para mim é um privilégio. E aqui eu tô fazendo vários amigos ficam e ali lá do lado tá tendo uma contação de histórias com um contador. Aí eu fico andando de bicicleta também, mas eu fui ali, voltei, eu tava andando com a minha irmã, a gente foi na descina postando uma corrida e aí eu ganhei. Mas aí a gente a gente aí a minha irmã mostrou uma família de capivara ali atrás junto com as outras crianças aqui com a família, é num espaço tão agradável como esse. Memórias e criança. É isso, criança tem que brincar, aproveitar mesmo junto com com a natureza, com os amigos, com a família e aproveitar muito. Está sendo muito legal. É quando, como que tá um pouco calor, o chafar tá ligado, então por isso que a gente veio aqui. E você viu as flores? Que que você achou assim da beleza natural? Gostou? Eu gostei bastante. Você viu até um pavão, né? Passeando por aí. Levar os pequenos para passear faz bem para as crianças de todas as idades. Sou aposentada pela prefeitura, né? E tô aqui hoje com a minha bisnetinha Maria Helena. E qual que a importância de ter essas atividades aqui recreativas nesse parque que é tão lindo, né? Ah, eu acho muito importante pr as crianças, né? Tem que ter sempre isso daí, não é só hoje, né? Que eles pegam assim a turma e vem só uma vez, né? Eu acho que tem que ter várias vezes para eles ter contato com a natureza também, né? Que isso é muito importante. E a avó gosta também pelo jeito de vir? Quase que eu eu não pulei porque eu sou criança, mas eu gostaria de de est. Quem ainda não foi, se programa porque ainda dá tempo. Nós vamos encerrar a a programação no dia 27 com uma caminhada na trilha. Então, convido a todos já para participarem com a gente dessa caminhada e vai ser bem interessante. [Música] É uma época que realmente tem que aproveitar bastante. Bom, olha só, quem tem carro sabe que uma questão muito comum quando tem shows, eventos com grande fluxo de pessoas é onde vou parar o veículo? Por isso, no quadro de hoje, a comandante da Guarda Municipal de Campinas explica quais são os principais cuidados a serem tomados pelos motoristas quando estacionam em uma via pública. A partir de agora é o Fica a Dica. [Música] Procure sempre deixar o seu veículo em locais também em que haja mais movimento. Evite ruas desertas. Claro que se você puder deixar no estacionamento é é mais seguro, mas evite esses lugares. Eh, evite também essas ações de flanelinhas. Você pode inclusive acionar as operadoras de segurança pública, Guarda Municipal, Polícia Militar, informando às vezes eh alguma conduta suspeita numa rua que você for deixar o seu veículo. E o que é muito importante, independente de ser um evento e em que você vai participar ou qualquer outra situação em que você deixe o seu veículo, não deixe nada dentro do veículo que possa chamar a atenção daqueles que buscam praticar furtos e roubos de veículos. Então, uma mochila no banco do veículo, eh, uma bolsa, por menos que ali dentro tenha objetos de valor. Quem está interessado em praticar o furto nesses veículos não sabe o que tem dentro. Então, às vezes deixa-se e notebook, tablet. Então, não deixe absolutamente nada no seu veículo que possa ser alvo aí de interesse de alguém. Então, ou leve com você ou guarde no porta-malas, guarde em outro local que não possa ser visualizado e facilitar essa ação. เฮ [Música] [Música]
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