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Vamos com as notícias da Metrópole. A população de Campinas tem poucos dias, viu, para participar da definição das prioridades do orçamento da cidade para 2027. As sugestões podem ser enviadas até 31 de julho e vão ajudar a orientar os investimentos da prefeitura em áreas como saúde, educação, pavimentação, transporte. Está na reta final o prazo para os moradores de Campinas enviarem sugestões para a Lei Orçamentária anual de 2027. As contribuições podem ser feitas até o dia 31 de julho pelo site da prefeitura e ajudam a definir as prioridades de investimento do município. Não, nós temos eh o orçamento cidadão, que é uma participação popular presencial e efetiva, onde tem representantes de todos os bairros que se reúnem várias vezes ao ano e que a Secretaria de Finanças também participa indo lá e ouvindo a a as sugestões que eles dão. E além disso, nós queremos mais esse canal de participação e a Câmara de Vereadores, que é o grande canal de participação da população também, né? Depois a gente faz uma audiência pública na própria Câmara de Vereadores para também ouvir a população. Desde o início da consulta, a Secretaria de Finanças recebeu aproximadamente 8.000 1 sugestões. As áreas mais citadas são pavimentação, saúde, esporte, lazer, habitação e limpeza pública. As propostas podem ser enviadas para diferentes áreas. Ainda segundo a Secretaria de Finanças, a participação da população é essencial para aproximar o planejamento das necessidades de cada região da cidade. E temos muita participação popular de várias regiões distintas, né? As principais são o gargantilha, tá com muita participação esse ano, coisa que não tinha os anos anteriores. O Jardim do Lago Continuação tem muita participação também, o padre Anchieta, então tem o Recanto dos Dourados, então vários bairros t se esmerado para participar. Parece que a a algumas lideranças têm mobilizado mais. Então nesses bairros onde há uma maior mobilização, a população tem entrado mais no sistema e tem participado mais. Depois do encerramento da consulta, as sugestões serão analisadas e poderão integrar o projeto de lei orçamentária anual, que será encaminhado à Câmara Municipal até o fim de setembro. Na verdade, assim, como é tudo online, a todos os secretários, todas as secretarias já tem acesso imediato a todas as sugestões, como a população também tem acesso, né? Você pode entrar no site da consulta, no site da lua e ver a consulta online, o que tá acontecendo, quem tá sugerindo, como que é, tem um dashboard. que mostra todas as estatísticas, mas quando acabar no dia 30 de de julho, quando acabar o o o 31 de julho, quando acabar o levantamento, a gente repassa isso, essa síntese inteira, toda a a organização de tudo que foi sugerido, a gente repassa para cada secretaria para que ela estude a possibilidade de incluir na lua, ver se é se é se é viável, se não é viável, se tem recurso, se não tem recurso, se já está na prioridade, se já está sendo feito ou não. Então ela vai priorizar, cada secretaria vai colocar na sua parte da lua específica aquela proposta. Todo último domingo do mês, o centro da Unicamp abre as portas para receber quem quer doar sangue. Uma chance de se programar, ir com calma e ajudar a manter os estoques em dia, já que muitas pessoas precisam. Então, ó, o endereço, rua Carlos Chagas, número 480, na cidade universitária. Você que está em boa condição, faça essa doação e ajude ao salvar vidas neste domingo, dia 26 de julho. Olha só, o engasgo é uma das principais causas de acidentes domésticos envolvendo crianças e exige uma resposta rápida. Conhecer as manobras corretas pode evitar complicações e até salvar vidas. Confira como agir na reportagem. Engasgos estão entre os acidentes domésticos mais comuns na infância e exigem uma resposta rápida. Saber como agire nos primeiros minutos pode fazer toda a diferença até a chegada do atendimento de emergência. Existem dois tipos de engasgo, o engasgo parcial e o engasgo total. Quando a gente fala do engasgo parcial, não é uma emergência, por existe a passagem do ar. Então, quando é que a gente percebe? Acho que todo mundo já viveu aquela situação, né, em casa e que às vezes você vai tomar uma água e a gente fala, né, que foi pro lado errado. Então, qual que é a sintomatologia do engasgo parcial? Tosse, né? A pessoa começa a tir, às vezes você fala: "Nossa, acho que foi pro lado errado". Então tem tosse, mas ela consegue tscir, ela consegue falar. No caso da criança, ela consegue chorar. Então isso dá uma informação importante pra gente. Ali tá passando o ar. No engasgo total, o alimento ou o corpo estranho, ele obstrui a via aérea, ele fecha a via aérea completamente e ali não passa ar. Como não passa ar, não, a gente não consegue ouvir som. Então, a criança a gente vai perceber através do comportamento dela. Então, um sinal muito clássico, né, uma criança vai demonstrar, ela vai começar a ficar angustiada, inquieta, vai levar a mão no pescoço porque ela não consegue respirar, ela vai ficar agitada. O procedimento muda de acordo com a idade da criança. Nos bebês com menos de um ano, a técnica utiliza cinco tapas nas costas e cinco compressões no peito, sempre mantendo a cabeça mais baixa que o restante do corpo. Diferença é que o bebê ele só toma líquido, leite, água, então ele vai engasgar com líquido. muda porque o bebê é bem menor e você vai posicionar ele no seu braço, segurando, é, alinhando a cabeça deixando sempre mais abaixo, é, inclinada para baixo. Como é com líquido, a própria gravidade vai te ajudar no no desengasgo. Então você vai segurar o bebê no seu braço, vai dar cinco golpes nas costas. Se não engasgou, você vai posicionar ele do outro braço, virar e fazer cinco competições no tórax até esse bebê desengasgar, até ele começar a chorar. Aí você vai estar desengasgado. Em uma situação de engasgo, cada segundo faz a diferença. Saber identificar o problema e aplicar a técnica correta pode salvar a vida de uma criança. Já para crianças acima de um ano, a recomendação é realizar a manobra de Heimlish. O socorrista deve ficar atrás da criança, posicionar o punho entre o umbigo e o final das costelas e fazer movimentos firmes para dentro e para cima até que o objeto seja expelido. A partir do momento que você determinou que que é um engasgo parcial, você vai estimular essa criança a tossir, torce, torce que o próprio organismo já vai jogar para fora aquele objeto que tá tá ali incomodando na via aérea. Se for um engasgo total, você vai avisar essa criança que você vai fazer. Você vai posicionar atrás dela, vai dar cinco golpes nas costas entre os as escápulas. Se não desengasgou nos golpes, você vai se posicionar atrás da criança, ajoelhar para ficar na altura dela, vai localizar o umbigo e e fechando a mão em cima do umbigo e vai virar a mão para cima. você vai tá na região ideal, que é abaixo do desse osso externo, que é como a gente chama de boca de estômago. E nesse nesse local você vai fazer cinco compressões. E essas compressões que vai causar uma uma pressão positiva, jogando esse objeto que tá na via aérea para fora e essa criança voltar a respirar normalmente. Além de conhecer as manobras corretas, é importante evitar atitudes que podem agravar a situação. Quando você sabe como agir, você evita um erro principal, que é o nervosismo, que é o pai ficar nervoso, ele ficar eh preocupado e ao invés de fazer a técnica que vai ajudar no desengasgo, eles começam a chacoalhar a criança, às vezes enfiar o dedo na boca tentando buscar algum corpo estranho, mesmo que ele não esteja vendo. Qual que é o problema de você introduzir o dedo na boca da criança? é empurrar esse alimento ou esse corpo estranho até para mais para baixo. Então, a questão dos erros mais comuns, não acionar o serviço de emergência, chacoalhar a criança, colocar, buscar esse alimento de forma cega, né, sem enxergar o objeto. Então, esses são os principais erros que as pessoas cometem e que, infelizmente, não ajudam no desengasgo e vão atrasando o tempo da gente conseguir fazer a manobra que realmente vai solucionar o problema. Neste domingo, das 9 horas da manhã à 1 hora da tarde, acontece na Praça Araltos da Paz manhã dedicada à saúde, ao movimento e à convivência em família. do nós em movimento, mude um hábito. Uma iniciativa que incentiva a adoção de hábitos saudáveis de forma leve, divertida e acessível para toda a comunidade. Vão ser 12 estações temáticas que promovem experiências voltadas ao bem-estar físico, mental e emocional. Portanto, neste domingo na Praça Araltos da Paz. Olha só, uma exposição em Campinas reúne arte, memória e representatividade. Bordados produzidos por mulheres atendidas pelo Cras Dandara dos Palmares, homenageiam personalidades negras que marcaram a história e ajudam a valorizar trajetórias muitas vezes invisibilizadas. Amostra está aberta ao público. O Crasandara dos Palmares, que fica no Jardim Santa Clara em Campinas, inaugurou uma exposição com 16 retratos bordados de mulheres negras que marcaram a história do Brasil e do mundo. Na realidade, isso é o resultado de um trabalho que já vem sendo feito eh nos dois últimos anos no coletivo de mulheres que são atendidas aqui no CRAS. Então, como resultado, a gente criou essa exposição, né, através do bordado de várias personalidades de mulheres negras que contam um pouco da história dessas mulheres que no dia a dia e na história, né, do nosso país não são valorizadas. O Cras tem como uma das suas funções que nós entendemos é a valorização da cultura negra, o combate ao racismo e ao machismo. Trazer essas mulheres e dar visibilidade a essas mulheres é uma expressão da luta de combate ao racismo. E a gente acredita e faz disso o cotidiano do nosso trabalho. valorizar as meninas que que estão aqui com a gente diariamente, que fizeram esses trabalhos, que bordaram, que conheceram a história dessas mulheres que ao longo do tempo não são apresentadas para nós, né, as mulheres negras. o a Dandara, por exemplo, que era companheira de zumbi. Pouco a gente ouve falar muito mais dele e ela teve um papel muito importante na luta. Então a gente tem tentado dar voz, dar visibilidade a essas mulheres. A exposição também se volta para a história do território, porque a gente tem as que as mulheres que fizeram parte, temos as que estão na história, mas ao longo assim, uma história nacional, vamos dizer, mas nós temos as mulheres que são daqui do território, né? A gente tem a Marquesa que viveu aqui, que foi teve muita importância para essa cidade, pra luta das domésticas. A gente tem a Jaque, que eh também é uma trabalhadora da prefeitura e que veio para cá, que no início quando a gente trocou o nome do CRAS e começou com esse processo de de ter um protocolo antiracista, de lutar contra isso, a a Jaque veio até aqui, nos ajudou, né, fez fez várias grupos com a gente de conversa para poder nos orientar como seria melhor esse processo. e a Débora, que é uma funcionária que tá aqui há muito tempo com a gente e que atende diariamente a população de uma maneira assim muito receptiva, né, fazendo diferença na vida das pessoas como elas chegam aqui, como elas são acolhidas. Bom, a exposição deve ficar até o final deste ano, horário de funcionamento normal aqui do Cras, das 8 da manhã até às 5: da tarde. Como vocês podem ver, tem muita coisa legal para observar, conhecer, inclusive uma homenagem aqui a Débora Tavares. Como foi isso, essa homenagem? Como você recebeu, ter eh o seu rosto, não é? A exposição aqui foi muito bacana. Não esperava que elas iam fazer, né? com meu rosto bordado e eu gostei muito. Foi. Você foi homenageada por que que você pode contar pra gente? Trabalho aqui no CRAS, né? No Cadastro único já estou há 8 anos e faço o atendimento da população negra e eu acho que é por isso que eu fui homenageada. Ficou feliz? Muito feliz. Parabéns. Obrigada. Entre as homenageadas, a exposição também destaca a anunciação marquesa dos Santos de Almeida, que foi moradora do Jardim Parque Itajaí. O marido dela tá todo orgulhoso. Ah, eu achei maravilhoso, né? Eu achei muito bom. E o mais importante também que é uma mulher que fez o trabalho dela todo aqui na periferia. Eu acho que foi um reconhecimento, né? E fiquei muito feliz também que o trabalho, né, foi feito por uma pessoa que era, quer dizer, que foi amiga dela até o final, que é a Margarita. que fez esse trabalho. Então, bora conversar com a Margarita que faz parte da mostra, que é resultado do projeto Bordando a história que nos negaram, desenvolvido por 20 participantes do grupo Dandara Somos Bordadeiras. A gente é um grupo de mulheres que bordamos, aprendemos a bordar aqui, aprendemos vários pontos, convivemos aqui. E essa tarefa da de abordar as mulheres negras destacadas mundialmente nasceu aqui. Nós tivemos vídeos que nos presentaram as mulheres que seriam bordadas e aprendemos muito. nos sentivou muito abordado por causa da índole dessas mulheres, fortes, corajosas, lutadoras, vitoriosas. Então a gente bordou com muito prazer. Escolhemos linhas, color, cores e foi uma tarefa muito linda. Gostamos demais. Valeu a pena muito. Conhecemos tantas mulheres brasileiras como do externo dos outros países que tem lutado pela dignidade, dignidade de mulher negra.