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[Música] [Música] Campinas ganhou um grande presente, a reabertura tão aguardada do Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes. Depois da inauguração da área interna passada, no último sábado, foi a vez do Teatro de Arena Teresa Aguiar, que fica na parte externa do complexo. O espetáculo Viva la vida, apresentado pela Orquestra Sinfônica de Campinas, relembrou clássicos nacionais e internacionais, como a Ópera o Guarani, Beatriz, Evita, Wiked, Cats e Frozen. Os portões foram abertos às 3 horas da tarde e o público rapidamente ocupou o espaço. [Música] [Aplausos] São 251 anos de existência de Campinas. e 14, aguardando pela reforma do complexo do Centro de Convivência Cultural Carlos Gomes. Ao todo, foram 60 milhões de reais empenhados nas obras de todo o complexo. Esse complexo cultural que a gente chama de centro de convivência, ele completaria o ano que vem, completa o ano que vem 50 anos e precisava dessa restauração, dessa reforma e esse show de inauguração aqui no Teatro de Arena. com a nossa orquestra sinfônica. Tá sendo fantástico, emocionante. Olha, esse aniversário tem sido muito especial pra gente, porque devolver esse coração cultural de Campinas, né? Eh, primeiro a gente fez a abertura, entrega dessa obra. É lógico que a gente tem vários passos até ela tá plenamente em funcionamento, mas a gente achou que era muito importante já o concerto de aniversário ser no Teatro de Arena, eh, vendo, né, esse público pela primeira vez depois de 14 anos. Então, é muito emocionante e eu acho que todo mundo aqui vai gostar do que a gente preparou, né? Uma sinfônica pras pessoas. Os vereadores Carmo Luiz, Dr. Ianco e Vine Oliveira prestigiaram o evento, assim como o presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini. Olha, a Câmara acompanhou todo o processo de reforma. Nós construímos uma comissão de estudo para acompanhar desde o processo de análise das fundações, das estruturas e a finalização. Hoje a gente está fazendo uma homenagem a Teresa Arguiar, que recebe o nome desse espaço. Ela que contribuiu muito pra arte, pro teatro na nossa cidade. Foi o movimento artístico, cultural, os artistas sugerimos e a eu, Gustavo Peta, apresentamos o projeto denominando esse espaço, o Teatro de Arena, uma homenagem singela para Teresa Aguiar. Mas é muito bom ver a população de novo lotando esse espaço para assistir essa que é a melhor orquestra do Brasil. Tia Teresa, nos anos 70, inaugurou o Teatro de Arena de Campinas com um espetáculo Hipólito, uma tragédia grega, trouxe 10 caminhões de areia do mar, iluminou tudo isso com tochas vivas e a Teresa, quem conheceu sabe, pouquinho mais de 1,5 m, né? Mas uma pessoa de uma competência, de uma bravura, de uma dignidade e de um coração imenso. Teresa fez muito e continua fazendo com o seu legado porque ela formou muitas pessoas. Então eu tô numa alegria só. Tô muito feliz, tô muito emocionada e muito agradecida de estar poder presenciando esse momento. O maestro Carlos Prazeres comemora a nova casa da orquestra, que agora tem um lugar oficial para chamar de seu. Isso é tão importante pra gente, sabe? Uma orquestra como sinfônica de Campinas, que é uma das orquestras mais importantes e tradicionais do Brasil, merecia uma casa revigorada, uma casa que tivesse sua acústica pensada pra música sinfônica. Porque a música popular ela se adapta a qualquer acústica, mas a música sinfônica não. A música sinfônica às vezes pode ser plugada para um concerto grande, mas na maioria das vezes a música sinfônica ela é acústica, então ela precisa realmente ter as condições apropriadas. E o centro de convivência tá com uma acústica incrível, a gente tá muito feliz, já fomos lá testar. E aí agora essa arena que eu não fiz parte desse tempo que o Benito Ruarez tava aqui fazendo concertos históricos e me sinto muito honrado em poder continuar esse legado do Benito Ruarez à frente dessa orquestra tão especial e tão maravilhosa que é sinfônica de Campinas. O repertório de Viva La Vida foi escolhido especialmente para reabertura e para marcar o aniversário da cidade com a participação de cantores convidados. É uma linguagem universal. A gente quis justamente mostrar Campinas pro mundo, sabe? Então assim, a gente tá aqui fazendo Beatriz do Edu Lobo Chic Boark, do Musical Grande Circo Místico, um dos mais lindos. Tem um monte de gente jovem aí hoje que vai chegar no Spotify e vai colocar a Beatriz no grande circo místico, vai ter acesso a todo aquele disco que é um dos mais lindos da música brasileira. E aí a gente faz Rei Leão, faz Frozen, faz fantasma da Ópera, que todos conhecem, porque a música de musicais e a música de cinema, ela une a todos. E essa é a primeira apresentação com o teatro já com o nome de Teresa Aguiar, que foi uma proposta da Câmara, aprovada por unanimidade, aclamada pelo público e a gente vê aqui o resultado. [Aplausos] [Música] Os portões foram abertos às 3 horas da tarde e o público foi chegando e se acomodando. Teve criança, casais, amigos e até cachorro. Uma noite que vai ficar na memória dos 7.000 munícipes que preencheram dentro e fora da arena. A gente passava aqui na na no CCC, né, no Centro de Convivência, que é um ícone em Campinas, e dava dó. Era um prédio, né? Era um um local cultural tão bonito, tão gostoso, tão importante paraa Pujança, que é Campinas, né? Então, dava dó. Então, lógico, estamos ansiosos. Eh, e foi assim uma satisfação enorme pro povo campineiro, que sou campineiro da gema, criado, nascido e provavelmente morrido. Campinas, a despeito dos prefeitos, de más administração, não, ela anda sozinha. Uma cidade que tem 12 universidades, né? Uma pujança, uma cidade maravilhosa que ainda a gente se encontra com aquele ranço caipira. é uma cidade melhor. Eu acho que das melhores cidades para se viver. Nossa, expectativa muito alta e chegando aqui acho que até superou um pouco a expectativa porque a emoção, né? Eu sou de Campinas e vi o teatro aberto, vi o teatro fechando e tava muito triste, né? Porque é um lugar a menos de cultura para Campinas, né? Então eu fiquei muito feliz com a abertura. Eu dancei aqui, já fiz balé, então é um lugar que me traz uma uma emoção muito forte, assim, tô bem feliz com abertura, tô achando lindo. Eu não sou campineiro, mas vi esse teatro funcionando também, vi fechado e é emocionante vê-lo aberto de novo. E acho que Campinas tem essa tendência cultural e acho que o centro de convivência resgata essa cultura na comunidade de forma emocionante. 251 anos, ela merecia esse presente? Merecia. Chegou tarde. Parabéns à gestão atual que teve coragem e determinação para fazer isso acontecer, que tava numa expectativa muito grande da comunidade e Campinas merece muito. Vim com a família. Eh, na minha adolescência eu passei bastante tempo frequentando o centro de convivência e agora finalmente aberto, muito bonito, evento muito bonito, muito legal, tudo muito bacana. Família tá gostando bastante. E a mensagem do Gabriel para Campinas acho que é o desejo de todos os campineiros. Ah, para continuar prosperando e sendo uma das maiores cidades desse país, como ela sempre foi e sempre vai ser uma cidade linda, que precisa de algumas, claro, como todas as outras, umas melhorias, mas que vai seguir sempre sendo a linda Campinas que é. [Música] [Música] Linda festa, realmente. E o fim de semana foi de mais comemorações. Ontem a Praça Carlos Gomes recebeu o evento gastronômico Chefes Campinas. No clima das comemorações pelos 251 anos de Campinas, a cidade recebe mais uma edição dos Chefes Campinas, um festival gastronômico que celebra cultura, sabores e sustentabilidade no coração da metrópole. Desde o início ele se tornou um evento em que a gente queria ocupar o espaço público com essa união de pessoas em prol eh da gastronomia local, que é um fator que a gente sempre tem que eh destacar e prestigiar, mas sempre atrelando com a cultura, ou seja, sempre com atrações e ocupar de forma qualificada as pessoas se sentirem parte dessa cidade. E eu acho que a gente foi e construindo isso, essa confiança das pessoas. Eu sempre falo que o que mais me encanta é sentir que as pessoas sentem que a praça é delas, elas sentam no chão, elas põem toalha, tem idosos, crianças, cachorro, família, juventude. Então eu acho que é isso, né? essa cidade que é acolhedora, que é cultural, que é pujante, mas que também tem um espaço como esse para nós. Com entrada gratuita, o evento reúne 21 restaurantes, 10 cervejarias artesanais e uma programação cultural diversa. Tudo isso com valores acessíveis, valorizando a produção local e promovendo a convivência no espaço público. Sim, junta tudo o de bom que a gente precisa em um evento só. Um espaço que a gente consegue ficar com as crianças sem se preocupar. É um ambiente acolhedor, familiar e tem uma comida ótima, bebida ótima. Então faz super sentido a gente ver. Eu já vim outras vezes, né? E como eu moro perto, assim que eu vejo o que tem, eu me programo para vir. Eu gosto bastante. E aí traz toda a família para celebrar o domingo. Exatamente. É, faz parte, né? É um momento tranquilo. Tomar uma cervejinha, né? Ver as pessoas, deixar a criança brincar um pouquinho. É bem gostoso. Além de fomentar a gastronomia e a cultura, os Chefes Campinas também promove turismo e economia local. E neste evento nós estamos unindo os nossos produtos, a charcutaria com os queijos de ovelha e preparando um rigatone aqui na praça. Agora tem uma coisa, né? O macarrão, pelo que eu soube, ele está unindo vários produtores e não tem como a gente passar um domingo sem um macarrão, no caso Rigatone, né? É Rigatone que tá sendo preparado pelos nossos chefes aqui, né? o aldimenta, ele leva a nossa nosso guante, né, produzido pela Maros. Aí nós preparamos um molhinho também bem especial para vocês, uma massa de rigatone e o nosso queijo pecorino que é de ovelha. Os chefes Campinas movimenta a economia, celebra a cultura e convida a população a ocupar as praças com alegria, sabor e consciência. Uma cidade que comemora seu aniversário de braços abertos para o mundo. A cultura da cidade de Campinas, ela tá muito atrelado também ao turismo, né? Então, eventos como esse, trazendo chefes renomados, né? Atrai também o turismo de negócio. Então aqui também tá tendo uma troca de experiência, além do que é uma ação que traz a comunidade pras praças, para ocupar as praças, que também está ligada à recuperação, né, do centro. E é legal ver as famílias retomando as praças do centro da cidade, do município de Campinas e girando o comércio em torno. Aqui também temos aqui o polo cervejeiro, ou seja, são cervejas artesanais que são fabricadas no município de Campinas, que tá ligado ao desenvolvimento econômico local também na praça, ou seja, os chefes Campinas prestigiando a culinária campineira, né, os mestres cervejeiros também e um ambiente familiar, um ambiente agradável para comemorar os 251 anos de Campinas, a nossa amada Campinas, né, que a gente gosta tanto e nada mais prazeroso e mais edificante do que ter esse esse povo reunido nesse ambiente maravilhoso. Então, realmente, parabéns Campinas, parabéns ao prefeito de Campinas, Dário Saad, ao vice-prefeito Vandi de Almeida e a nossa amada Alexandra Capriol, a nossa secretária de cultura, que fez essa festa maravilhosa e que vai dar sequência a ela por muitos e muitos anos, se Deus assim quiser. Que assim seja, porque toda festa boa tem comida, tem diversão, tem música e, claro, eu também aproveitei. Olha, e diz a lenda que no domingo não pode faltar o macarrão. Então hoje nós vamos deigatone ao Matritiana. Vamos ver se tá bom, porque assim, o cheiro tá delicioso. E o sabor também. Será que eu posso encerrar minha matéria por aqui? Eu acho que eu vou encerrar, viu? servidos. Hoje começamos uma série de reportagens especiais sobre os 251 anos da nossa cidade. O primeiro episódio é Esperança e Resistência à vida dos migrantes em Campinas. Quem conta o capítulo de hoje é o repórter André Aranha. Por aqui só delícias de Minas Gerais. Queijos, vinhos, doce de leite. Quanta coisa, hein? Pois é, mineiro de Santa Rita de Caldas, no sul de Minas, o Tacílio, dono desse box do Mercadão, se mudou para Campinas para iniciar uma vida nova. Eu vim dia 14 de abril de 1990, eu saí lá da roça e vim para Campinas com uma vida melhor, né? E aí entrei numa empresa, eh, trabalhei um tempo de ajudante, depois virei motorista. Aí, passar do tempo, aí virei motorista de ônibus também, depois fui paraa carreta, trabalhei 11 anos na última empresa e nesse intervalo que eu tava na transportadora da carreta, sábado e domingo eu trabalhava vendendo queijo, bolacha, de porta em porta na rua. foi quando eu desliguei da empresa e compri um boque aqui no mercadão que dia 18 de janeiro fez 8 anos que eu tô aqui no mercadão. Bom, como eh vários migrantes, né, que que vem para Campinas, o senhor também colabora aí com o crescimento da é da cultura da cidade, o crescimento econômico, né, Tacin? Ah, sim, com certeza, né? A gente é aqui, é um crescimento, né? Na verdade, graças a Deus, Campina é muito bom. Embora a adaptação nem sempre seja fácil, a presença dos migrantes tem trazido uma série de contribuições culturais e econômicas para Campinas. Bom, muitos abriram pequenos negócios, trouxeram novas tradições e enriqueceram o ambiente cultural da cidade. É justamente o caso dele. Que representa Campinas para você que veio de fora? O povo, né? aqui no mercado. Para mim o que representa hoje é os clientes no dia a dia. É uma cidade que hoje mora no seu coração. Sim, exatamente. Tem família hoje, os netinho. É uma cidade, é o coração do Brasil para mim. O número de migrantes vindos de outros estados para Campinas chegou a 30.000, Segundo dados do censo 2022 divulgados pelo IBGE, mineiros e baianos são a maioria entre os nascidos fora de São Paulo que moram na metrópole. Os mineiros são 19,6%, os baianos 12,8. Os que vieram do Rio de Janeiro 8,8%, do Maranhão, 7,6 e do Paraná 5,9. Campinas é uma das maiores cidades do interior de São Paulo e se destaca não apenas pela sua economia e polo tecnológico, mas também pelo papel crescente que tem desempenhado na recepção de migrantes. É o que destaca doutor em história da educação. Não é só o estrangeiro que vem para Campinas, né? Você tem a população que que migra para cá de tu, né? De tu vem o Álvares Machado, né? que vai eh a mulher dele casa, é a primeira mulher do Hércules Florense. Você tem o pessoal que vem de Cutia, de Jundiaí, de Paranaíba, Parnaíba, né, do que que aqui pertinho. Então, eh eh Mojimirim é uma é uma população que tá chegando aqui em Campinas. Por que Antônio Cesarino sai de Paracatu com suas filhas e vem para Campinas? Provavelmente porque aqui primeiro que o ouro acaba, né? Então ele chega aqui e e eu tô falando de 1850, então já exauriu totalmente os veios lá. Aqui não, aqui começa uma punjança. Então a economia que traz a educação, que traz a emancipação primeiro dos negros e depois das mulheres e das mulheres negras. Para muitos, essa cidade se tornou uma nova chance de recomeço. A diretora da organização etnocidade acredita que as instituições da política tradicional podem contribuir com a causa indígena se realmente estiverem interessadas em entender e respeitar a cultura dos povos originários. Olha, na verdade Campinas ela tá, aliás, ela é é um arco, né? Pelo acolhimento dos indígenas na Unicamp. ela tem uma casa de acolhimento indígena, que é a nossa casa. Então, assim, é necessário políticas públicas aqui, como em qualquer outro lugar. Então, é importante essa manter nossos direitos dentro do contexto urbano, porque afinal de contas nós viemos de contexto eh de território indígena, mas não deixamos de ser quem somos. Então, uma política pública, principalmente voltada pro indígena, é muito importante. É algo que a gente tá vem debatendo aí na medida do tempo. Como é a casa que você citou de acolhimento ao indígena aqui em Campinas? Essa casa chama-se Etnocidade. Ela foi fundada em 2016 para educação e acabou em 2018 se tornando uma organização da sociedade civil que acolhe o indígena no contexto urbano. Então, ela faz todo o trabalho do acolhimento, eh, de entender que nós estamos no nós estamos somente longe do nosso território, mas nosso corpo é corpo território, então somos indígenas onde nós estivermos, né? Então o indígena quando vem ele tem essa passagem e todo esse apoio por nós, por essa casa do Étino Cidade. A jornada de esperança não é simples. A chegada a Campinas envolve desafios imediatos: Encontrar trabalho, garantir moradia e muitas vezes superar as barreiras do idioma e da cultura. Inclusive para quem vai estudar a Unicamp, por exemplo, tem os vestibulares indígenas. Eles trazem muito, é assim, nós temos hoje muito acadêmicos e aí eles vêm com seus familiares, mas entendendo que Campinas em 2010 já tinha 1043 indígena. Então hoje acadêmicos nós temos entre família e acadêmico 1000, mas lembrando que Campinas e região tem mais de 3.500 indígenas. Então não é só a Unicamp que acolheu esses indígenas, mas a cidade vem acolhendo indígenas há mais de 10 anos. É uma quantidade muito grande de indígena que nós temos hoje. São 50 etnias, 42 línguas diferentes. 42 línguas diferentes. 42 línguas diferentes de vários cantos dessa nação que a gente chama ainda dentro do nosso da nossa ancestralidade de Pindorama. É isso aí. Tem muita coisa para melhorar, mas Campinas tem sim recebido os migrantes de braços abertos. Com certeza recebe muito bem. Eu acho que sempre a gente pode melhorar, mas não é somente a cidade em si, como o ser humano. Então a gente sempre melhora na medida que passa, mas até hoje a gente tem um bom acolhimento. [Música] Meio-dia, mais 32 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo neste jornal Câmera Notícia especial, aniversário, 251 anos da cidade de Campinas. E olha só, há quem diga que futebol e religião não se discute, mas para quem torce para Ponte ou para o Guarani, não é bem assim, viu? Se tem derby, tem debate, tem resenha. E é assim desde sempre, viu? Baseado nisso, o Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas reconheceu o derby campineiro como patrimônio imaterial de Campinas. O Conselho de Defesa do Patrimônio Cultural de Campinas, o CONDEPAC, reconheceu no último dia 26 o tradicional, o polêmico, o acirrado derby campineiro como patrimônio imaterial de Campinas. São 209 jogos, 71 vitórias para o Guarani, 68 para Ponte Preta e 69 empates. O equilíbrio persiste até mesmo no número de gols. O Bugre contabiliza 274 e a macaca 272. Eu acho que todo esse processo que a gente vem vivendo de reconhecimento das manifestações, nesse caso ele vai estar registrado no livro das celebrações, porque ele é de fato algo que identifica a nossa nosso ser campineiro, né? Não dá para desvincular. Então o patrimônio cultural e material ele reconhece essas manifestações que identificam a nossa sociedade. É algo muito muito importante, fundamental paraa cidade, né? que veja bem, Campinas é uma cidade muito rica, uma cidade reconhecida nacionalmente pela o a grandeza econômica, a potência econômica, tecnológica na cultura, nas artes, né? E Campinas também toda vez que se fala da cidade não há como dissociar o derby, os dois times da cidade. E o derby, na verdade, na prática, ele já é uma data assim importante, fundamental, que a cidade para, mobiliza pessoas, famílias, paixões, sentimentos, né? Então, a criação do do dessa data com patrimônio imaterial da cidade é fantástica, muito importante, né? A gente só tem a parabenizar a cidade de Campinas por essa por essa escolha, né? Importância muito grande, né? Isso é um marco para pra cidade de Campinas, né? O derby, né? Através do Condepac, né? Ser um patrimônio, né? E material de Campinas, né? Porque o derby, na verdade, a gente só foi oficializado, né? Mas o derby ele mexe com a cidade, mexe, né, no o ambiente antes do do jogo, né? Para embasar o reconhecimento oficial, existe todo um processo que é registrado nos autos e conduzido por uma especialista em cultura. Foi feito todo uma um estudo de como é que isso te como é que isso intervia na vida das pessoas, né? Então, como que esse esse movimento, essa celebração do derby é uma identidade dos campineiros? Para especialista, o levantamento de dados perpassou a própria história da cidade. Foi muito interessante. É um processo muito rico, assim, ele passa por todas as histórias da cidade de Campinas. ele ele meio que acompanha esse movimento da cidade. E é muito interessante que cada torcida, cada grupo que você conversa, você pega elementos que são um fala do jogo tal porque foi no no campo adversário e o outro fala que não, o melhor jogo foi aquele do outro campo. Então assim, é um duelo muito viseral mesmo das torcidas. O patrimônio imaterial é uma oficialização do que naturalmente já acontece desde o início dos tempos de vida dos dois times. O futebol realmente ele é um elemento da cultura brasileira muito forte. O derby ele é a história de Campinas. Então as os pessoas acham que só o ah é só o jogador de futebol, só é envolvido com torcidas. Sim, a torcida é um grande ator social, mas a cidade se movimenta, né? a escola, os bares, o as ruas, né? Você vê as camisas. É muito, muito bonito assim o entretenimento que gera e a forma como se dá. México eh tem a parte de a família, né? A a cidade. Hoje o o derby, né, ele é um dos mais maiores, né, eh, no âmbito nacional, né, de de da confronto, né? Então isso assim foi bem visto por todos esse essa oficialização. O derby ele aproxima pessoas, ele afasta pessoas também, né? É algo eh muito importante. O o calor é é muito grande, né? A paixão envolve paixão. Famílias que às vezes você tem torcedores, dois times, nessa semana eles ficam meio que rompidos, entendeu? Então é é muito mais futebol, né? muito mais que futebol. Para macaca, o derby tem um gostinho mais que especial. Nós aqui temos um importante que é um derby que foi título. Nós ganhamos um título num derby. Na época o campeonato paulista tinha uma importância muito grande. 1981 esse derbi a Ponte Preta ganhou 3 a 2 e naquela época você tinha o campeão do primeiro e segundo turno. A Ponte Preta ganhou o título não derby, né? Então isso é histórico, né? Isso fica pra eternidade, para todas as gerações, né? Mas o Bugre também tem aquele derby que entrou para história. Ah, tem vários, viu? Se fosse, se fosse citar aqui, eh, mais um, um derby que assim me marcou foi o derby da semifinal, né, de 2012, né, eh, contra eles, que foi aqui no brinco 3 a 1, né, esse que a gente passou pra final contra o Santos. O importante é que o derby se tornando patrimônio imaterial de Campinas faz com que os dois times sejam essenciais para que o outro tenha um derby para chamar de seu. E eu escolhi gravar exatamente na metade do caminho entre os dois estádios. Com o reconhecimento, uma série de ações devem acontecer para perpetuar o derby no imaginário campineiro. Logo depois do reconhecimento, do registro e material que a gente fala, a gente tem que se preocupar com o que a gente chama de salvaguarda. E essa salvaguarda tem que ser feito pelos movimentos e pela secretaria de cultura junto. Então, que que pode ser salvaguarda? que criar um dia celebrativo, criar eh exposições, a gente fazer as escolas visitarem os memoriais dos times, a gente levar isso para um lugar público para que as pessoas vejam o que que tem de histórias envolvendo o derby, né? Que a gente tá falando de uma coisa de 1912, né? Então, realmente, os dois times de Campinas são muito antigos e a rivalidade é tão antiga quanto a a essa fundação dos times. Isso vai ser uma coisa bem bacana, né? A gente já tava conversando sobre isso, né? De a gente agora, né, fazer esse alinhamento, né, com a prefeitura, né, e criar ações, né, criar exposições, né, eh, trazer a a as a a criança, principalmente, que é o futuro, né? os futuros torcedores, né, para para conhecer, né, o clube, para conhecer a história do derby. E a dúvida é, será que a rivalidade vai aumentar? Melhor assim, que é um reconhecimento oficial por parte da prefeitura do município, né? E com certeza assirra mais que a partir de agora, toda vez que nós tivermos um derby, a própria prefeitura estará mobilizada em em torno dessa data, né, desse desse evento que é o derby, com certeza vai acirrar muito mais, né? A gente espera que de uma forma positiva, né? Vida longa ao derby que isso daí seja imortal. [Música] Hora das notícias do legislativo, porque neste último sábado, por iniciativa do vereador Gustavo Peta, a Câmara homenageou a mestra da comunidade dito Jongo Ribeiro. O vereador Gustavo Peta entregou neste sábado o título de cidadã emérita a Maria Alice Ribeiro. A honraria é destinada à aqueles que nasceram no município e que tenham reconhecidamente prestado relevantes serviços a Campinas. A Maria Alice Ribeiro é uma referência, um exemplo, acho que para muitas mães, para muitas professoras, para muitas pessoas ligadas à cultura, a cultura também afro presente na nossa cidade. Então ela é uma grande referência e um grande exemplo. E eu acho que quando você faz uma homenagem para quem é um exemplo, você acaba arrastando muitas pessoas, inspirando muitas pessoas a partir da sua daquela história. E a Maria Alice Ribeiro realmente é merecedora dessa homenagem. Nós concedemos o principal eh título, vamos dizer assim, da cidade para quem nasceu em Campinas. A Maria Alice Ribeiro é campineira e o título de cidadão emérita foi dado de forma unânime pelos vereadores já desde o ano passado. A entrega foi feita de forma informal durante o 23º Arrael Afrojulino do João Gudito Ribeiro, realizado na Casa de Cultura Fazenda Rozeira, instalada na sede de uma antiga fazenda que fica no residencial Parque da Fazenda. Nascida em Campinas em 18 de março de 1943, Maria Alice Ribeiro, mestra da comunidade João Ribeiro, é a filha mais nova de Benedito Ribeiro. A Griô, responsável pela transmissão de saberes e orientação aos mais jovens a partir da memória do seu pai e vivências de sua vida. Fala da emoção de ser homenageada. Um prazer de eu ter feito tanta coisa por Campinas. Eu sou a mais nova do dito Ribeiro. É uma honra, né, eu ter dado essa essa importância para ele. É um prazer, uma emoção muito grande, porque poder vivenciar essa festa do Jongo hoje aqui na fazenda Rezeira é lembrar da primeira festa no ano de 2002 no quintal da casa dela e que desde o início tinha como princípio o encontro, a fraternidade e o desejo de poder compartilhar com mais pessoas. Então, estando aqui hoje nesse quintal alastrado da casa dela, que minha mãe mora aqui perto, né? Imaginar que aqui uma partezinha do quintal dela, agora compartilhada em grande extensão, é muita felicidade. A comunidade Jongito Ribeiro existe há mais de 20 anos em Campinas com objetivo de reconstituir o Jongo por memória de Benedito Ribeiro com a roda, o canto e a dança, assim, mantendo essa tradição ancestral na cidade. Dona Maria ainda hoje acompanha ativamente o desenvolvimento dessas atividades. Tem uma mulher negra nascida nessa cidade que fez uma família de mulheres fortes, que eu me sinto muito honrada em ser filha dela. É uma alegria, né, lembrar de todas as mulheres que construíram essa cidade, de todas as mulheres negras que alimentaram e cuidaram de tantas famílias. E ela está hoje nesse lugar de emérita da cidade de Campinas. é uma oportunidade de levar essa representação não só na perspectiva do cuidado, mas do reconhecimento e da identidade e fortalecimento dessa identidade negra que construiu essa cidade tão maravilhosa que a gente ama. Quando a gente homenageia a Maria Alice Ribeiro, a gente tá homenageando todo esse movimento cultural que resistiu e que preserva hoje um dos patrimônios públicos tão importantes na nossa cidade, patrimônio histórico, que é a Fazenda Rozeira. ao mesmo tempo tá homenageando muitas mulheres que se dedicaram décadas e anos à educação pública, como ela dedicou. Então, é realmente uma forma de homenagear um coletivo e dar um exemplo paraas novas gerações. Meiodia, mais 48 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira e olha só, neste momento acontece na prefeitura de Campinas uma celebração com diversas atividades culturais de shows, de música e quem está acompanhando tudo é a repórter Mirna Abreu, que vai nos contar agora. Seja bem-vinda e boa tarde, Mirna. Mas o dia de hoje é de aniversário da nossa cidade. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a vocês de casa 251 anos de Campinas. E como você disse, olha, uma grande festa que acontece aqui no Palácio dos Jack Tibas, no Passo Municipal. Nós já tivemos aqui manifestações culturais, apresentações artísticas. Neste momento nós estamos aqui com a palavra das autoridades fazendo os seus pronunciamentos. A primeira a falar foi a secretária Adriana Flos, que é a secretária de desenvolvimento econômico, que trata justamente de um agradecimento do executivo as emendas impositivas da Câmara Municipal para a realização dessa grande festa. da festa que começou desde a última semana com alguns acontecimentos aqui na cidade. Ao meu fundo, o bolo dos 251 anos. Fora isso, a gente tá tendo também uma estrutura que mostra aqui uma pequena praça de alimentação improvisada, em que as pessoas que passam por aqui possam aí saborear os alimentos de vários países aqui que construíram essa cidade. Nós temos de Portugal, nós temos também da Angola, temos a China e temos também comida de outras partes do nosso país, inclusive comida baiana, mostrando que essa cidade foi construída com os imigrantes e com os migrantes também. Então, as pessoas que passam por aqui, os trabalhadores da prefeitura também aproveitam para fazer esse almoço diferente, esse almoço de aniversário. Eu vou tentar conversar com uma família pra gente ver, né, como que é participar desse dia aqui. Vamos ver se é possível, né? Vou ver se alguém conversa comigo. Dá licença. Tudo bem? Como que é participar desse almoço diferente no aniversário da cidade nessa área de refeição aqui improvisada? Tá sendo muito legal. Que que você experimentou hoje? Eu comi espetinho de carne. Espetinho de carne. Isto. Olha, tem também aqui espetinho de carne, que é algo que o brasileiro gosta muito, né? Então, as pessoas estão aqui daqui a pouco, Gabriel, vai ter o parabéns. Tem um bolo aqui bem legal também para essa grande festividade que hoje marca os 251 anos de Campinas. Inclusive, nós estamos preparando uma reportagem especial para esta terça-feira com vários parlamentares que enfatizaram, né, aquela Campinas de 1774, a partir daquela missa de Frei Antônio de Pádua, que é bem o Marco Zero de Campinas, perto da prefeitura que fica ali na praça onde tem o monumento ao maestro Carlos Gomes. Foi ali que nós tivemos aí o início da freguesia de Nossa Senhora das da Conceição das Campinas do Mato Grosso, já que aqui era justamente o caminho para quem ia para o Mato Grosso, quem ia lá para Goiás, né? Então a gente tem bastante essa história e hoje esses 251 anos que foi enfatizado. Hoje Campinas é a cidade da inovação e da tecnologia. Eu continuo nessa festa. A gente vai aguardar o pronunciamento oficial aqui de todas as autoridades e a gente volta daqui a pouquinho justamente falando dessa característica da nossa cidade de Campinas do ano de 2025. É com você aí no estúdio, Gabriel. Até já. Canal aberto então pra nossa repórter Mirna Abreu. Prioridade lá da Prefeitura de Campinas. celebração acontecendo neste momento. Quero agradecer então a nossa repórter Mirna Abreu com toda a nossa equipe para trazer, né, as festividades, o que está acontecendo aqui na nossa cidade. As melhores oportunidades surgiram, né, no fim da partida e os atacantes não conseguiram aproveitar. Empate decepcionante. O Guarani segue fora do G8, né? Está na 10ª colocação com 16 pontos a um do G8. A gente lembra, o G8 são as oito equipes que conseguem a classificação à próxima fase. Depois são dois grupos de quatro equipes e as duas primeiras então conquistam o acesso ao Campeonato Brasileiro da Série B. O Guarani vem num poder de reação. As sete partidas ele não é derrotado, mas este empate foi decepcionante porque uma vitória colocaria o Guarani neste grupo dos oito melhores. E aí o Guarani ainda fica de olho no confronto de hoje entre Maringá e Brusk, porque quem vencer ultrapassa o Bugre na tabela de classificação. Bom, sobre a tabela, o Guarani volta a campo na segunda-feira que vem, 7:30 da noite, contra o Anápolis fora de casa. Bom, neste momento tem um chamado Minabreu. Vamos com a celebração diretamente da Prefeitura de Campinas. gente participando, autoridades, os parlamentares. No momento, os vereadores, a Câmara também participa desse momento. Muita gente aqui no Passo Municipal nesses 251 anos, todos os protocolos foram quebrados para essa festa que une a população e as autoridades aqui no Passo Municipal, nesse momento que marca o aniversário da cidade. [Música] Nós estamos aqui, olha, nessa grande festa, todo mundo muito feliz nessa comemoração aos 251 anos da cidade. Gabriel, a gente percebe aqui que, olha, ainda vai ter muita música, muita comida por aqui, muita festa e daqui a pouquinho eu vou chamá-lo para que a gente possa conversar com o prefeito sobre essa grande festa. É com você aí no estúdio, Gabriel. Combinado. Então, Mina Abreu, canal segue aberto paraa nossa repórter diretamente da Prefeitura de Campinas. Celebração acontecendo neste momento e conseguimos pegar então o parabéns pra cidade de Campinas. Interrompemos o nosso quadro na ponta do lápis porque nós temos um chamado ao vivo da Prefeitura de Campinas. Mina Abreu tem convidado, prioridade a dela, ao lado do prefeito Dário Saad. Boa tarde, Mina. Cadêov [Música] ela já tá quase virando [Música] de negócio. Oi, Gabriel, boa tarde. A gente volta aqui nesse momento com o prefeito Dio Saad. Eu já tava conversando aqui com ele nos bastidores sobre essa grande festa, sobre essa comemoração. Prefeito, a gente começou, na verdade, na última semana e hoje essa participação aqui no Passo. Qual é o sentimento desses 251 anos e dessa evolução? Olha, é uma emoção muito forte, é um sentimento muito bom e de viver uma fase da cidade, uma fase muito especial. É claro que a cidade tem problemas, é claro que a cidade tem desafios, a gente não nega isso, mas a hora que você vê, põe na balança o que a cidade tem avançado nos últimos anos, dá uma sensação de gratidão. Primeiro, gratidão a Deus por poder ser hoje prefeito dessa cidade, que eu tenho uma honra muito grande e agradeço todos os dias a confiança da população. a Deus e segundo porque a cidade merece viver o que tá vivendo. Prefeito, a gente quando fala de viver o que tá vivendo, a gente teve aí no sábado a orquestra de volta. Tivemos ontem o chefe de Campinas também com milhares de pessoas. As pessoas que não nasceram aqui, mas que amam essa cidade, qual é o tipo de recado que a gente pode dar a elas? Eu falo que Campinas é a melhor cidade do mundo. Campinas tem na sua agência, no seu povo, seu maior presente, seu maior valor, seu maior joia. E ela abraça e acolhe todos que vieram de fora também. é uma cidade acolhedora e uma cidade referência tecnologia, inovação, em cultura, como nós tivemos esses dias a entrega do novo complexo do Centro de Convivência, a Orquestra Sinfônica tocando lá no Teatro de Arena com 7.000 pessoas, é emoção muito grande. Parabéns Campinas pelos 251 anos. A festa aqui continua até à tarde. Continua à tarde. Aí depois vai diminuir o som pro pessoal trabalhar, mas continua à tarde. Tá certo? Então, parabéns, prefeito. Muito obrigado. Um abraço a todos. Obrigado. É isso aí, gente. Quem quer curtir ainda a festa aqui no Passo Municipal, pode vir ao centro da cidade porque, como o prefeito mencionou, daqui a pouco vai terminar o show, mas inclusive essa feira de alimentação continua por aqui. É com você aí no estúdio, Gabriel. 1 hora mais 15 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta segunda-feira, Minabru, ao lado do presidente da Câmara, o vereador Luís Rossini. Vamos diretamente para a Prefeitura de Campinas. E a Câmara também participa dessa festa dos 251 anos da nossa cidade. Estou aqui ao lado com o presidente, vereador Rossini. Presidente, a honra de participar mais um ano aqui dessa importante festa num momento de que a cidade evolui cada dia mais. Nossa, é uma alegria muito grande, uma honra maior ainda, né? Imaginar que há 251 anos atrás, talvez nessa hora, Frei Antônio de Pádoa estava celebrando uma missa de fundação da cidade de Campinas por solicitação de Barreto Leme. Nós temos uma história muito rica, passamos por muitas dificuldades, já tivemos no auge da potência econômica, na economia do café, depois da cana de açúcar, sofremos com a epidemia da febre amarela no final do século XIX, renascemos e construímos essa cidade que talvez seja a melhor cidade do Brasil e do mundo para se viver. E é importante que a nossa cidade, a riqueza dela é a diversidade. Nós somos formados por diversas raças. que somaram e criam uma identidade que é própria da nossa cidade. Então, parabéns a todo campineiro que aqui vive, que nasceu aqui ou que escolheu Campinas para viver e que ajudam no seu dia a dia, na sua atividade, cada um na sua área de atuação a construir a nossa cidade. é uma cidade hospitaleira, uma hospit, uma cidade e que tem um sentimento de solidariedade muito forte, apesar dos contrastes. Eu constituí minha família aqui, minha carreira profissional e política. Sou muito feliz de viver em Campinas e dizer que sou cidadão campineiro. Tá certo? Então, presidente, muito obrigado e parabéns. Viva Campinas. Deus abençoe nossa cidade. É isso mesmo, Gabriel. Viva Campinas. Parabéns pelos 251 anos. é com você aí no estúdio. [Música] [Música]