TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
CÂMARA TOTAL
Em destaque · HD Vídeo · CÂMARA TOTAL

CÂMARA TOTAL

61 views Publicado 25/01/2021 HD · 2:43:46

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

Transcrição completa do vídeo

129 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo. Semana começando, segunda-feira, dia 25 de janeiro de 2021. Começa agora o Câmara Total ao vivo, 11 horas da manhã. E participe através do número do nosso WhatsApp, que está aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD, 978293776. Ou você tem a opção de enviar uma mensagem para a gente através do nosso QR Code, que está aqui na sua tela. Você pega o seu celular, abre a câmera como se fosse tirar uma foto. E aí você mira para este QR Code e aí você aperta para enviar uma mensagem que a gente conversa ao vivo. E o que teremos nesta segunda-feira? Tem uma reportagem sobre um projeto social que ajuda estudantes que vão prestar o vestibular. Nós vamos conversar também com uma brasileira que está nos Estados Unidos para falar como é que está a vacinação lá no país. Tem ainda os gols do Campeonato Brasileiro da Série B. O Guarani foi derrotado pelo Havaí lá em Florianópolis E a Ponte Preta venceu o CRB no estádio Moisés Lucarelli. Tem ainda as notícias da metrópole aqui de Campinas, do Legislativo. Muitos assuntos, nós vamos juntos até às duas horas da tarde. E olha só, as novas medidas de restrições anunciadas pelo governo do Estado de São Paulo para enfrentar o avanço da pandemia, como fechamento do comércio às oito horas da noite nos dias da semana, Fase vermelha aos fins de semana Trouxe um impacto, principalmente aos bares e aos restaurantes Por isso que eu vou sonar agora o nosso repórter, o Rubens Morelli Que está ao lado do presidente da Abrazel, da região metropolitana aqui de Campinas E tem mais informações, seja bem-vindo, bom dia Rubens Olá Gabriel, bom dia para você, bom dia a todos que nos acompanham aqui no Câmara Total, na TV Câmara Campinas É isso, como você disse, o governo do estado de São Paulo decidiu na última sexta-feira e valendo a partir desta segunda-feira A fase laranja para a cidade de Campinas, para a região de Campinas Mas a partir das oito da noite entra na fase vermelha É uma tentativa para evitar aglomerações, evitar a disseminação do novo coronavírus. Mas isso acaba impactando e muito o setor de bares e restaurantes de todo o estado de São Paulo. Afinal de contas, a partir das 8 horas da noite, todos os estabelecimentos considerados não essenciais terão que manter as portas fechadas. E isso, claro, traz um impacto diretamente para os restaurantes, para os bares, que têm no período noturno a maior parte do seu faturamento. E a gente lembra que já em 2020, durante os primeiros meses da pandemia, com a determinação pelo fechamento desses estabelecimentos, Muitos empregos foram perdidos, muitas empresas acabaram quebrando e agora novamente essa opção do governo do estado por fechar os bares e restaurantes além do comércio a partir das 8 da noite e lembrando que no sábado e no domingo dos dias 30 e 31 de janeiro e 6 e 7 de fevereiro também esses comércios também deverão estar fechados por conta da fase vermelha. Para a gente conversar a respeito de tudo isso, eu estou aqui ao lado do Matheus Mazon, ele que é o presidente da Abrazel, aqui da região metropolitana de Campinas, a Abrazel, Associação Brasileira de Bares e Restaurantes da região metropolitana de Campinas. Seja muito bem-vindo, muito obrigado por nos atender. Como é que essa decisão do governo do estado impacta o setor de bares e restaurantes? Bom dia a todos, bom dia aos telespectadores da TV Câmara, Rubens, Gabriel. É muito ruim essa decisão, porque essa fase vermelha misturada com a fase laranja, na realidade ela é um lockdown para o setor. A gente até estava comentando antes, você pega uma pizzaria, uma pizzaria que está na fase laranja, com restrição das 8 horas da noite e do final de semana, ela não vende nada, ela não vai conseguir vender pizza na segunda-feira, na hora do almoço, na terça-feira. Então essa decisão é drasticamente uma mudança para a fase vermelha, ao invés de sair da fase amarela para a laranja. Isso impacta muito. E a gente pode pensar, mas são só dois finais de semana. Mas a grande maioria do faturamento do nosso setor, ele vem dos finais de semana, 60% do setor fatura no final de semana. E o fluxo de caixa de um restaurante é muito curto, ele é em aproximadamente 12 a 14 dias. Então, se a gente ficar 14 dias sem faturar, não consegue pagar as contas da próxima semana. E a gente está indo com salários agora no mês de março, sem auxílio do governo, daquela MP que ajudava a gente a pagar os salários dos funcionários para manter o emprego. Então, é uma situação de calamidade. Acho que foi um erro conceitual em fazer essa fase vermelha noturna, até por uma questão de controle da pandemia. A população está querendo se socializar, está querendo sair e o único lugar que tem essa receptividade com segurança são os estabelecimentos que seguem as regras, os protocolos de higienização, de distanciamento, de uso de máscara e agora com isso fechado a população vai fazer as suas socializações, as suas festas aonde? Em festas particulares e em festas clandestinas que aí sim aumenta o contágio pelo coronavírus. É, e a gente está aqui no bairro Cambuí, que é uma região da cidade que concentra muitos bares e restaurantes, inclusive nós estamos na frente de um que, por exemplo, nessa particularidade, ele já não funciona normalmente de segunda-feira, ele abre do meio da semana para frente, a partir de quarta-feira até domingo, e isso mostra um pouco da particularidade que cada estabelecimento tem. E aí, ao se generalizar uma regra, isso também acaba sendo injusto com determinados estabelecimentos, na sua opinião? Super, é super injusto. Você pega esse restaurante, o restaurante cabe de quarta a domingo. 70% do faturamento deste restaurante vem do final de semana. Você pega um bar, vamos falar, o Boteco, mais de 30% do nosso setor é de Boteco. O Boteco não abre, ele abre a partir das 5, 6 horas da tarde. Pra ele abrir às 5, trabalhar até às 8, tirar todo mundo de dentro da sua casa Ele tem que tirar todo mundo de dentro da casa Ele vai pagar o Vale Transporte, vai pagar todo funcionário Não vai conseguir fazer volume de vendas Além de, na hora que esse cliente ir embora, esse cliente ainda quer fazer alguma coisa Ele ainda vai passar no supermercado, comprar bebida, tomar na praça Que é o que a gente tem visto quando as restrições são maiores Então você pega uma pizzaria, tem restaurantes que tem o viés noturno Tem restaurantes que, por exemplo, você vai para a Souza, Joaquim e Egídio, tem restaurantes que só abrem de final de semana. Então, aquele estabelecimento funciona nesse perfil. Nessa regra, a gente acaba penalizando a grande maioria do setor e só o estabelecimento que trabalha com almoço, por exemplo, almoço executivo, ele ainda tem uma capacidade de se autossustentar. Mas, mesmo assim, essa situação deixa o público um pouco mais amedrontado. e aí esse público acaba não saindo. A gente já está num momento que está tendo menos movimento nas casas e ainda com essa situação acaba tendo muito menos movimento. Então é como se fosse um lockdown ou um tiro de misericórdia para o setor. Nessa pandemia, muito se falou a respeito do delivery que cresceu por conta da entrega dos alimentos, mesmo das compras do mercado. Mas a opção de delivery, ela é suficiente para os restaurantes ou nem sempre é assim? O delivery, antes da pandemia, ele representava aproximadamente 8% do volume de comida, do volume de transações que a gente faz no Brasil inteiro. A gente está falando que hoje está em torno de 15%, 16%, em alguns casos a 20%, mas não passa disso. Então, quando a gente estava naquele primeiro período de lockdown, que aqui em Campinas foi de 141 dias, esse movimento aumentou, saiu de 20%, chegou até 30%, 35%. Com todas as reduções, a gente conseguiu fazer negociações de IPTU, de aluguel, a gente conseguiu fazer as negociações de salário com as MPs, a gente conseguiu apoio dos sindicatos para conseguir organizar parcelamento de rescisões de funcionários, enfim. Naquele momento que as contas também diminuíram, o delivery fez com que a gente não afundasse tão rápido no buraco. Mas as contas foram aumentando, tanto que o nível de endividamento do setor aumentou drasticamente, foi multiplicado mesmo. Então, naquele momento, a gente conseguia manter de portas abertas. Agora, o delivery somente, principalmente nesses momentos de fase vermelha, que é onde a gente teria o maior movimento, a gente vai ter equipe inteira para pagar, não tem apoio de salário, tem dívidas para pagar. E no dia 8, a decisão de todos os comerciantes vai ser, ou eu pago o salário, ou eu vou pagar o banco que está me cobrando, ou eu vou vender meu carro para aqueles que ainda tem, mas está todo mundo no limite já. Então, o delivery, ele apoia, mas ele não é suficiente para fazer com que, nem minimamente, fazer as contas se equalizarem. É, e é uma questão que entra naquela fase, né? São tantas nuances que acaba sendo complicado de se generalizar, porque cada estabelecimento tem o seu padrão, a sua necessidade. e fica complicado, né? Agora, o Gabriel Castro, ele está lá no estúdio, ele também tem uma pergunta a fazer sobre o posicionamento da Abrazel em toda essa questão envolvendo a determinação do governo estadual. Gabriel, o Matheus está aqui ouvindo você. Tá certo, Rubens Morelli. O meu questionamento para o Matheus é o seguinte. A gente sabe que durante esta pandemia a área da saúde é de suma importância, os profissionais que estão na linha de frente, e o comércio também para garantia deste emprego e de sustento de milhares de famílias. Este novo fechamento de comércio, de bares, de restaurantes, de acordo com o governo, foi por conta do aumento de ocupação de leitos de UTI aqui em Campinas, na rede municipal, chegou a 100%. Em reuniões que vocês tiveram, vocês deram alguma alternativa, sugestões para que não precisasse fechar, chegar nesse ponto de zona vermelha e ao mesmo tempo evitar aglomeração neste ambiente fechado que as pessoas precisam ficar sem a máscara para se alimentar. Seja bem-vindo, bom dia e obrigado pela disponibilidade do seu tempo, Matheus. Ô Gabriel, bom dia, é um prazer estar aqui na TV Câmara e poder explicar um pouquinho a nossa percepção a percepção e o trabalho que a gente tem feito para tentar ajudar os comerciantes. E a tua pergunta é muito interessante, porque ela traz uma percepção que na realidade é diferente. O que a gente tem tentado mostrar para as autoridades em todas essas reuniões, a gente já se encontrou com o prefeito durante esse ano, com o secretariado, já fomos para o governo do estado conversar com secretários de governo, é que a percepção dos estabelecimentos que acabam aumentando a contaminação por coronavírus, ela está errada. Esse é o grande ponto. Para você ter uma ideia, o primeiro protocolo de atendimento ao público, Rubens, foi feito aqui em Campinas. Aqui em Campinas a gente criou o primeiro protocolo, que hoje é o protocolo do governo do estado e que hoje é o protocolo da federação. Então, distanciamento de um metro e meio, se for levantar, colocar máscara, toda a parte de higienização pré, entre chegar nos restaurantes, self-service, para atender no buffet. Então, a gente começou a entender que não é o estabelecimento que segue as regras que faz o aumento da contaminação. O problema são as aglomerações. E quando a gente fecha o estabelecimento, ele aumenta a aglomeração clandestina. Então, a hora que você pega as curvas epidemiológicas, a gente até estava fazendo um estudo agora de manhã da curva de internações da DCR de Campinas, que hoje a DCR de Campinas, agora 10 horas da manhã, a gente está com 70% de ocupação de leitos. Campinas acaba absorvendo muito aqui a nossa região, apoia a nossa região em atender o público, né, do ponto de vista de leitos. Então, Campinas está com uma situação um pouco mais complicada, porém, na nossa DCR que faz a atualização dos planos, a gente está com 70%, que é quase uma fase amarela, 70% é o limite da fase amarela. Então, na hora que a gente tira o pessoal do ambiente seguro, com o distanciamento, esse cara vai fazer uma festa em casa, vai chamar os amigos, comprar cerveja, churrasco, ou pior, vai descer para a praia, que foi o que aconteceu nas festas de final de ano. Então, 25 de dezembro e dia 1º, você viu todas aquelas aglomerações, festas clandestinas no Nordeste, na hora que voltou no começo do ano, aumentou o pico de contaminação e o pico de internações. Então, no período que a gente voltou a abrir e atender o público, começou em agosto, até novembro, quando começou as campanhas eleitorais, todos os indicadores estavam melhorando e a gente estava atendendo o público, porque a gente consegue trabalhar com o público sentado, com o público respeitando. Porém, o público também está um pouco cansado, acho que todo mundo está cansado de ficar em casa, quer sair, quer namorar, quer tomar um vinho, tomar uma cervejinha. Então o público também está começando a perder um pouco desse sentimento de, cara, eu preciso me resguardar, eu preciso ser um pouco mais cuidadoso. E isso acaba tendo alguns comerciantes que não respeitam a regra e acaba gerando aglomerações. Isso é muito ruim, mancha muito o setor. Então o setor acaba sendo penalizado por a conduta de alguns que acabam atrapalhando mesmo. E aí o que a gente tem batido forte é vamos fiscalizar, vamos pegar esse estabelecimento que não está adequado e não está dando um ambiente de segurança para a população e vamos colocar ele na regra. Ou você respeita a regra ou infelizmente você não vai poder abrir. A gente tem dado apoio nisso para a prefeitura, tivemos na primeira semana do ano também, junto com a Anvisa, com a Cevisa aqui de Campinas, para falar que eles estavam preocupados se a gente apoiaria maiores fiscalizações. A gente não, por favor, a gente quer que fiscalize. Então a gente tem trabalhado nisso e tentado de alguma maneira, se for preciso, no último caso com que a gente esteja fechado, que o comércio esteja fechado, a gente tem brigado por auxílios para conseguir pagar essa conta. Então a gente tem tanto no governo federal, trabalhado muito forte para vir outra medida como aquela medida da 936, que aquela medida da 936 foi muito a Brasel, o nosso presidente nacional, Paulo Somut, foi um dos coautores, ele conseguiu apresentar para o governo a necessidade de ajudar os pequenos empresários, não só do setor de bares e restaurantes, mas de todos os setores que precisavam manter os salários e pagar seus funcionários, e a gente está batalhando para que venha uma de novo, porque se essa restrição de trabalhar continue por mais tempo, a gente não vai ter nem bar, nem restaurante, e o pior, a gente vai ter muito mais gente clandestina, porque o pessoal vai começar a infringir a lei, e isso é um perigo muito grande. E você citou aí uma coisa importante, a fiscalização, que a própria Abrazel tem ajudado o poder público, mas eu queria saber se os comerciantes, de uma maneira geral, eles têm percebido essa fiscalização nos estabelecimentos ao longo dessa pandemia, está havendo essa fiscalização, ou depende apenas, exclusivamente, do engajamento do garçom, do próprio proprietário do estabelecimento de manter a pessoa de máscara ali? Rubens, é o que eu estava falando para você um pouquinho antes aqui da entrevista. A gente tem, se eu fosse tentar quantificar, a gente tem 80%, 90% dos estabelecimentos que seguem a regra. Então o pessoal chega na hora que o cliente vem tentar entrar e fala meu amigo, você tem que esperar marcação na fila para você poder entrar. E tem, provavelmente, uns 10% que não está respeitando. A fiscalização é uma situação muito complicada, porque ela vai num período noturno com muita gente, aí tem que levar efetivo policial para dar segurança para o fiscal. Não é uma situação mais simples e tem muito pouco fiscal na cidade. Então, o que a gente tem feito também? Campanhas de conscientização, já que se você for sair, vá num estabelecimento que respeite as regras. Então, sabe, a hora que você for num estabelecimento que ele está lotado, não vá nesse estabelecimento. Você vê que está com aglomeração, não vá. E aí tem os canais da prefeitura, os 5,6, para você fazer a denúncia e a fiscalização vir e tomar as medidas corretivas que precisam. Então a gente apoia, não dá para a gente colocar na conta de 90% do setor esta conta. Mas, de novo, lembrando, a hora que a gente está com o cliente dentro da nossa casa, alimentando corretamente, seguindo os protocolos, o setor não é o propagador do coronavírus. Eu quero fazer um paralelo aqui em relação à mudança do comportamento, à mudança do hábito, porque ela é possível. E eu vou citar o exemplo do cigarro. Há uns 10, 12 anos atrás, era permitido que as pessoas fumassem nos estabelecimentos. E aí houve uma campanha maciça, depois de uma lei estadual, em que foi impossibilitado ao cliente fumar dentro do estabelecimento. E houve muito engajamento dos garçons em relação a essa fiscalização, até para não ser multado. O senhor acredita que é possível ter esse engajamento também aqui com relação à máscara, especialmente a mudança do comportamento do cliente, para que se haja o respeito ao estabelecimento? Com certeza, com certeza. A gente tem visto isso. A hora que você vai no estabelecimento que está respeitando as regras, é bem legal de ver a mudança de comportamento, porque, por exemplo, a gente vê isso bastante, o cliente sentado na mesa, ele automaticamente levanta para ir ao banheiro, porque na hora do vamos ver você acaba esquecendo. Já vem o garçom, a máscara, nossa, obrigado, desculpa e volta, pega a máscara, coloca a máscara e vai ao banheiro e volta. Então, a população, ela está querendo ter um ambiente seguro, mas ela não quer mais ficar em casa. Então, eu acho que é um caminho sem volta esse, essa educação que você falou do garçom, que a gente chama brigada, que a nossa equipe de frente pode ajudar a população a conscientizar, é muito importante. E a gente é um... eu falo, né? A televisão luta para estar na casa do cliente. O cliente, cara, vem sete dias por semana na nossa casa, três vezes por dia. Então a gente é um fator propagador, é um setor propagador de comunicação, propagador de novas regras. Então a gente deveria estar sendo usado pela administração pública como um caminho de conscientização, que é o que a gente tem tentado fazer aqui em Campinas. material, na hora que a gente começou os protocolos, a gente foi a primeira associação da Brasel a colocar os protocolos a gente entregou protocolos pra todos os restaurantes associados, a gente fez campanhas na internet pros clientes usarem máscara pros clientes usarem álcool gel então eu acho que esse deveria ser o caminho porque se a gente achar que vai fechar, vai suprimir a liberdade do brasileiro no verão de não sair de casa e não ir pra praia porque a gente vai fechar o bar, não vai acontecer esse é o grande problema, então por isso que eu falei que a decisão de fazer essa fase vermelha foi uma decisão errada, porque ela não vai dar o resultado e ela vai ser o pior que ela vai gerar o oposto, que é a maior contaminação então era melhor fiscalizar os bares fazer com que os protocolos de segurança sejam respeitados e que a população tivesse um ambiente pra conseguir se socializar com segurança pra gente encerrar, Matheus com relação Então, ao futuro, o que se esperar a partir daqui a duas semanas, já que esse decreto vale para o próximo fim de semana e o outro, até os 6 e 7 de fevereiro, qual vai ser o papel da Abrazel nessa negociação com o governo do estado e a expectativa com relação à manutenção dos empregos do pessoal que atua diretamente nesses estabelecimentos? Temos dois cenários. Temos o primeiro cenário que a gente não consiga fazer com que o governo volte atrás dessa decisão da fase vermelha 8 e fase vermelha até os finais de semana. Se a gente não conseguir reverter essa decisão, o começo do mês que vem vai ser catastrófico. No Brasil, a gente emprega aproximadamente 6 milhões de pessoas, é o setor que mais emprega no país. E não é só no estado de São Paulo que a gente tem esse problema Os salários do mês de março, eles vão ser pagos 100% integral pelos estabelecimentos E ninguém está com caixa para pagar Então o pessoal está dependendo dessa geração de caixa Que já estava contando com a geração de caixa do final do ano, das festas de final de ano Que não teve e agora a gente não vai ter também Então vai ser calamidade mesmo, vai ter todo mundo sendo dispensado Todo mundo sendo dispensado sem rescisão Estabelecimentos quebrando, entrando em recuperação judicial, enfim Vai ser uma situação extremamente complicada Se a gente, agora outro cenário, se a gente conseguir sensibilizar as autoridades A dar o tamanho da grandeza dessa situação para os nossos vereadores Eles entenderem a importância do setor, eventualmente fazer algum tipo de apoio e, por exemplo, colocar aqui na cidade de Campinas os bares e restaurantes é uma atividade essencial pelo tanto de emprego que gera, pelo tanto de saúde mental que dá para a população. A gente conseguiria apoiar a cidade a mostrar para o Estado que a gente precisa voltar para a fase laranja normal ou, eu acredito que logo mais os indicadores já vão voltar a gente para a fase amarela. A gente conseguiria continuar remando nesses 11 meses que a gente está apoiando os governos no trabalho deles de estruturar a parte da saúde E enfim chegar na praia e usar o ano de 2021 para começar a recuperar, para começar a estabilizar Então a gente está num momento muito crítico, se a gente continuar nessa fase vermelha vai ser catastrófico Se a gente sair, a gente ainda continua remando e vamos batalhando junto com a saúde, junto com os governos para tentar sair dessa crise. Legal. Esse é o Matheus Mazon, presidente da Abrazel, da região metropolitana de Campinas. Muito obrigado por essa entrevista, Matheus. Obrigado por poder falar com vocês e contem sempre com a Abrazel para poder trazer um pouco mais de informação do nosso setor. É isso, e olha, só para a gente completar essa pauta, os números são da própria Abrazel, no período desde março de 2020, ou seja, do início da pandemia até agora, 4.200 bares e restaurantes foram fechados aqui na região metropolitana de Campinas por causa das dificuldades financeiras enfrentadas durante a pandemia, cerca de 80% desses estabelecimentos eram de pequenos empresários. E a consequência disso tudo, 15 mil pessoas foram demitidas nesse período em que os bares e restaurantes não puderam manter aí toda a sua totalidade de funcionamento. O prejuízo total, quer saber quanto, Gabriel? 2 bilhões 374 milhões de reais em faturamento acumulado que deixou de entrar para esse setor. Mas voltamos aí aos estúdios. Situação bastante delicada, né, Robens Morelli? Quero agradecer a presença do Matheus aqui no Câmara Total e a gente espera uma rápida solução para que o comércio não precise fechar as portas e ter as demissões em massa. E isso vai para a parte jurídica e também que é parte da saúde. A gente consiga desafogar, já que no fim de semana a gente chegou em 100% de ocupação dos leitos aqui na rede municipal, na cidade de Campinas, então a pandemia é quase no seu auge e a gente precisa o quanto antes diminuir a questão da incidência da Covid-19 na nossa cidade e, claro, em todo o nosso país. 11 horas e 26 minutos, olha só que iniciativa muito bacana e importante. Projeto social que oferece um cursinho chamado Trio aos estudantes formados em escolas públicas que estão se preparando para o vestibular e eles estão com as inscrições abertas. Letícia fez parte de um projeto social que ajuda jovens de baixa renda a estudarem para o vestibular e para o Enem. Só que justo na vez dela, o ano foi atípico. Em 2020, a estudante teve que se adequar por causa da pandemia. É que o cursinho não foi presencial, e sim pela internet. Primeiro foi um ano realmente muito complicado, não é fácil você estudar em casa. Aqui em casa eu tenho uma filha, trabalho e ainda ter que estudar, então realmente foi muito difícil. Estudar em casa exige uma disciplina muito grande, né? E pessoas queridas falecendo, amigos também com a saúde mental prejudicada, né, debilitada, por conta da circunstância da pandemia, então foi muito difícil, exigiu um esforço muito, muito grande por parte, acho que de todos os estudantes, né, inclusive dos populares. Quais as principais dificuldades que você enfrentou nesse período? Muitas vezes a aula travava, não conseguia entrar Então a dificuldade com a internet Que isso hoje é um privilégio, nem todo mundo tem acesso Então isso dificulta muito, distancia o aluno Da entrada e de fazer um vestibular bem sucedido Então isso atrapalhou Não ter um cronograma também Foi bem difícil conseguir colocar, ter uma rotina diante do cenário que a gente estava vivendo. Então, precisei me organizar melhor para conseguir até o fim no cursinho. Conversamos com o coordenador do projeto, que falou sobre as mudanças que ocorreram no ano passado por causa do coronavírus. Nós iniciamos o ano de 2020 presencialmente e aí a pandemia pegou todo mundo de surpresa. e exigiu que a gente se readaptasse ao ensino remoto. E essa quebra, digamos assim, prejudicou bastante por N fatores, tanto a questão socioeconômica e a dificuldade de recursos que as pessoas em geral tiveram, de internet, de equipamentos para estudar, como a própria questão educacional, a dificuldade de manter os estudos em casa, isolado, e toda a questão que a pandemia trouxe, os impactos dela na saúde em geral. Ele contou qual a principal finalidade do cursinho TRIU. O cursinho popular TRIU é um projeto sem fins lucrativos, preparatório para o Enem e os principais vestibulares, como o UNICAMP, USP, UNESP. Nós funcionamos desde 2004 na escola Barão Geraldo de Resende Os professores e professoras são voluntários Funcionamos das 19h às 22h30 todos os dias Segunda a sexta com plantões aos sábados Então é um cursinho pré-vestibular Com a diferença de atender um público de escola pública Oriundos de escola pública que estão no terceiro ano ou já concluintes do ensino médio público, pessoas de baixa renda, temos cotas para autodeclarados pretos, pardos e indígenas e também temos uma proposta pedagógica mais apropriada e específica para esse público. Se você aí tiver interesse em se inscrever, se liga então nessas dicas. Agora nós vamos iniciar o processo EAD, assim que possível, que for seguro, a intenção é retomar o ensino presencial e quem tiver interesse em participar do cursinho TRIU precisa entrar no site cursinhotriu.com.br e lá constam todas as informações, o formulário de inscrição, os critérios de seleção, as datas importantes, vai até dia 3 de março as inscrições. Então, no site tem tudo. 11 horas e 31 minutos. Vamos fazer o seguinte? Primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta nós vamos falar com uma brasileira que está nos Estados Unidos sobre a vacinação contra a Covid-19 e tem também as notícias da metrópole de Campinas com a Mina Abreu ao vivo aqui nos nossos estúdios. E nós vamos balançar as redes do Campeonato Brasileiro da Série B, derrota do Guarani e a vitória da Ponte Preta. Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira Muito obrigado pela sua companhia e audiência Olha só, a vacinação contra a Covid-19 começou nos Estados Unidos em dezembro E nós conversamos com uma brasileira que já recebeu as duas doses necessárias para a imunização. A brasileira Laís Berro mora nos Estados Unidos desde 2017, na cidade de Jackson, estado do Mississippi. Ela é pesquisadora no Instituto do Sono e por ser profissional de saúde, a biomédica faz parte do grupo prioritário para a imunização. Ela já recebeu as doses da vacina contra o novo coronavírus. Quatro horas depois da vacina, eu comecei a sentir um pouco de dor no local da injeção, que, aliás, para mim é bem comum. Aqui eu tomo a vacina da gripe todos os anos e eu sempre fico com dor no braço depois dessas vacinas. Mas foi só isso. Naquele dia eu senti dor no braço, até a noite foi doendo o braço, mas no dia seguinte a dor no braço já passou. E na segunda dose, que foi dia 13 de janeiro, acho, semana passada, também a mesma coisa. Algumas horas depois da vacinação eu senti um pouco de dor no braço. No dia seguinte eu senti um pouco de calafrio, assim, quando eu acordei, como se eu tivesse com uma gripe bem fraquinha. Mas até o final da noite do dia seguinte já tinha também sumido tudo isso. E agora já faz mais de uma semana que eu tomei a segunda dose e não tenho nenhum efeito adverso, nenhum efeito colateral. A vacina que a professora recebeu é baseada em RNA mensageiro, desenvolvida pela Pfizer em parceria com a BioNTech. O meu irmão mais novo pegou o vírus, ele tem 27 anos, mas ele pegou a versão mais leve dos sintomas possíveis. E por sorte ele mora com os meus pais e não passou para os meus pais porque ele fez o isolamento, a partir do momento que começou a ter sintomas, ficou isolado no quarto e por sorte deu tudo bem. Eu tive amigas que pegaram o vírus também, mas também por toda a série da minha faixa etária, em torno de 30 anos, só tiveram a versão leve do vírus. Eu tenho um primo, primo da minha mãe, na verdade, que hoje está no Brasil no hospital, já faz oito dias, com oxigênio, porque também teve comprometimento pulmonar. A família da minha cunhada também, eles pegaram o vírus, eu sei que algumas pessoas da família também acabaram tendo que ir para o hospital. Em Campinas, a vacinação já começou para os profissionais da saúde. A cidade recebeu quase 25 mil doses da Coronavac. Eu também tinha receios, porque afinal de contas é uma vacina muito nova, foi desenvolvida muito rápido e eu comecei inclusive a compartilhar com pessoas no meu Instagram, as pessoas próximas que me seguem, a respeito das vacinas e muitas tinham muitas dúvidas, questões, receios com relação à vacina, Mas o que eu sempre falei para as pessoas é que se as vacinas passaram por estudos pré-clínicos, passaram por estudos clínicos de fase 1, fase 2, fase 3 e foram aprovadas pelo órgão de regulamentação que no Brasil é a Anvisa, você pode ter certeza que essas vacinas são seguras e são eficazes. porque nunca a Anvisa iria aprovar uma vacina para administração na população, mesmo em uso emergencial, se a vacina não fosse segura e se a vacina não tivesse uma eficácia adequada para proteger a população. Então, acho que essa é a principal, saber que, eu sei que a gente fica com receio, a gente tem dúvidas, mas todos os estudos foram feitos da maneira apropriada, todos incluíram o número suficiente e necessário de voluntários para garantir a eficácia e segurança da vacina E se essas vacinas foram aprovadas, pode ter certeza que elas são seguras e eficazes. E a gente aguarda aqui no nosso país também nesta evolução e aprovação da Anvisa para mais doses da vacina. 11 horas e 38 minutos, a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios. Seja bem-vinda, bom dia, com as notícias da Metrópole e a gente começa atualizando os casos da Covid-19. Bom dia, Gabriel. Bom dia a você aí de casa. Olha, de acordo com o Ministério da Saúde, até este domingo, o Brasil somava 8.844.577 casos da doença. Nós temos 217.037 mortos devido à Covid-19. Nas últimas 24 horas, ou seja, de sábado para domingo, foram registrados no país 28.323 novos casos. Agora nós vamos falar do estado de São Paulo. Olha, aqui em São Paulo, 1.694.355 casos confirmados. Esta atualização é do dia 23, ou seja, do último sábado. Não tivemos atualizações no site do Governo do Estado de São Paulo neste domingo. Óbitos, 51.423. Agora nós vamos falar aqui da região metropolitana de Campinas. Em nossa região, 140.912 casos da Covid-19, sendo que em Campinas nós temos 57.870 casos. Não tivemos atualização ainda hoje, a gente aguarda essa atualização, lembrando que, de acordo com a Prefeitura, a nova regra é atualização diária do número de casos e do número de óbitos. Os outros dados, como perfil e internações, isso daí vai ser dados semanais. Em Dayatuba aparece na sequência com 12.968 casos da Covid-19, Americana 9.868, Sumaré 9.346, Santa Bárbara do Oeste 9.233, depois Hortolândia 7.108, Paulínia 5.773, Valinhos 5.497. Agora, cidades com menos de 5 mil casos. Itatiba está na faixa dos 4 mil, Vinhedo na faixa dos 3 mil, com 3.524 casos. Na sequência, na faixa dos 2 mil, nós temos Cosmópolis, Jaguariúna, Nova Odessa, Monte Mor. Na faixa dos mil, nós temos Artur Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Poce e Engenheiro Coelho. e as duas únicas cidades que têm menos de mil casos da Covid-19 são Olambra, com 698, e Morungaba, com 337. E aí a gente vai falar das mortes na RMC. 3.672 mortes confirmadas pela Covid-19 e Campinas, com 1.595 óbitos até a última atualização. Em Dayatuba, 316, Sumaré, 311, aí nós temos Santa Bárbara do Oeste com 256, Americana com 242 e Valinhos, 218 óbitos. Hortolândia com 197 e as cidades com menos de 100 óbitos. Paulínia, Nova Odessa, Itatiba, na sequência Cosmópolis, Vinhedo, Montemor, Jaguariúna, Arthur, Nogueira, Engenheiro, Coelho, Pedreira E as cidades com menos de 20 óbitos são Santo Antônio de Poce com 14 Morungaba com 5 E Olambra que estava até com 4 na última semana Agora também tem 5 óbitos Antes de nós falarmos sobre ocupação dos leitos de Campinas Que nós já adiantamos um pouco aqui né Na entrevista com o presidente da Brasel Quando a gente citou aqui 100% dos leitos na rede municipal Vamos falar um pouquinho de uma notícia positiva, que foi a chegada da vacina no Hospital da PUC Campinas na última sexta-feira. É, na verdade, o que a gente vai mostrar agora são como os hospitais conveniados, eles também estão aí imunizando os seus funcionários. Olha, o Hospital da PUC Campinas recebeu na sexta-feira 600 doses da vacina e já vacinou no mesmo dia os profissionais. E a primeira profissional vacinada lá no hospital da PUC Campinas é a técnica de enfermagem Janaína Mara Santana, do pronto atendimento Covid-19. Vocês estão vendo imagens da Janaína aí, ela tem 49 anos e trabalha há 15 lá no hospital. Então, um momento muito emocionante para vários profissionais. Um outro hospital que também vacinou seus funcionários, e esse início foi na sexta-feira, foi o Hospital Beneficência Portuguesa, com 700 doses da vacina. Ela, no primeiro dia, já vacinou 386 profissionais e em 24 horas o objetivo era vacinar a todos. A primeira profissional vacinada lá na Beneficência foi a enfermeira gerente do hospital, a Claudete Nogueira, que já foi infectada pela Covid, sofreu uma reinfecção, então esse momento foi muito importante para ela também, que já passou aí por maus bocados devido à doença também. E nós temos ainda o Hospital Vera Cruz, que também na sexta-feira iniciou a vacinação contra a Covid-19. Olha, o Vera Cruz lá, quem foi o primeiro profissional a receber a vacina foi o médico intensivista Mauro Gustavo Moura Santos. Lembrando que o Vera Cruz, ele tem também o espaço exclusivo para atendimento às vítimas da Covid-19 E em 10 meses, mais de 18 mil pessoas foram atendidas e dos que precisaram de internação, mais de 700 já receberam altas ali no Veracruz. Portanto, a imunização dos profissionais de saúde, assim como foi passado pela vigilância em saúde, aqueles que atuam nos hospitais aqui da cidade, eles estão sendo imunizados no próprio local de trabalho. Então é esse planejamento, por isso que os hospitais estão comemorando esse período de imunização, Gabriel. Um momento importantíssimo, lembrando que ainda a primeira dose, todos eles vão passar pela segunda dose 20 dias depois, mas já é um grande alento e uma boa notícia os profissionais da linha de frente já recebendo a vacina. Agora sim, Mirabreu, aquela notícia preocupante que nós falamos, porque no fim de semana chegamos a 100% de ocupação dos leitos na rede municipal. Sim, a Prefeitura tem monitorado toda a rede de atendimento e na madrugada, de sábado para domingo, nós tivemos ali no Hospital Ouro Verde, que tem 40 leitos disponíveis para atendimento exclusivo para a Covid-19, tivemos 100% de ocupação, o que gerou muita apreensão da Prefeitura. Infelizmente, durante essa noite de ontem para hoje Nós chegamos a passar algumas horas sem leitos de UTI Quer dizer, com o número de leitos de UTI disponível zerado Por isso que nós estamos acompanhando 24 horas por dia A evolução da ocupação de leitos Não só os leitos de UTI, mas também os leitos de enfermaria Por isso que a gente tem falado e pedido para que a população tome cuidado. Preocupa a falta de vagas disponíveis num aumento frequente. Nós estamos correndo atrás das vagas, estamos providenciando mais 15 vagas para abrir de UTI Covid aqui no Ouro Verde. E contamos com a boa vontade, ou pelo menos a disposição do Estado, para que nos ajude, ajude Campinas nesse momento, forçando a abertura de leite da UTI na Unicamp. Porque só para o povo entender, na primeira fase, em agosto, em julho, nós contamos com mais de 90 leitos da UTI na Unicamp e hoje contamos apenas com 17 e isso está sobrecarregando o nosso sistema. Então, a nossa parte nós estamos monitorando 24 horas por dia e temos que aguardar agora e contamos com a colaboração da população. Em relação ao fechamento de vários setores que foi anunciado na última sexta-feira Devido a fase vermelha que todos os municípios paulistas vão passar a partir das 8 horas da noite E nos próximos dois finais de semana, o prefeito também salientou que é um momento de preocupação Mas que é preciso que nós tenhamos paciência E a gente entende também essa situação do setor do comércio, do setor de bares e restaurantes Que estão sofrendo bastante com essa pandemia Mas a gente tem que pensar na vida Não adianta a gente também ter falta de UTI E se alguém precisar de uma vaga de UTI, a gente não ter a possibilidade de interná-lo A gente também tem a fala da coordenadora do Hospital do Ouro Verde que fala justamente sobre esses números e como essa internação acontece lá na unidade. Todos os PAs, todas as pessoas do município vêm para cá, então assim, a gente vê de todas as idades. Está chegando paciente mais novo, está chegando paciente doze, então assim, a gente precisa que tenha essa consciência para que a gente consiga fazer o nosso melhor. Nós, enquanto todos os profissionais de saúde, estamos sim empenhados, todos em lidar com essa situação, mas a gente também tem que ter o olhar para os pacientes que não são Covid e que também a gente tem a obrigação de atendê-los. Olha só, e neste domingo nós tivemos uma ocupação em 83,91%. E, Gabriel, nesta segunda-feira, inclusive, a Prefeitura espera conseguir abrir mais 15 leitos de TI no próprio Hospital Ouro Verde, que é inclusive, como a doutora disse aí, todos os pronto-atendimentos, unidades básicas de saúde que tem um paciente Covid que precisa de internação, a central de regulação já obrigatoriamente leva para um hospital e o Ouro Verde é o que tem, como tem maior número de leitos, é o que tem recebido também maior número de pacientes. 40 leitos exclusivos de UTI, 40 ocupados Aí depois, no domingo de manhã, nós tivemos alta de 3 pacientes Ou seja, tínhamos 3 vagas, mas também tínhamos pessoas na enfermagem Na verdade, na ala, que é não leito de UTI, mas que precisa de internação Aguardando também para ser atendido Olha, e a Prefeitura acompanha o processo de abertura de mais 13 leitos da Covid-19 no HC, que é uma promessa do Governo do Estado. Como o doutor Sérgio disse, nós tínhamos no pico da doença cerca de 90 leitos de UTI na Unicamp, nós temos 17. Então, aguardamos esses 13 leitos e nesse domingo o total era 230 leitos exclusivos nas redes públicas e particular com 193 ocupados. Porque o que acontece? A rede particular tem essa mobilidade maior de abrir mais leitos ou não. No entanto, a gente sabe que não é todo mundo que tem convênio e acaba precisando sim de um leito de Covid com atendimento público. Situação muito delicada na cidade de Campinas, chegando a 100% de ocupação de leitos e a gente espera o quanto antes esta abertura destas vagas, destes 15 leitos e se necessário voltar com o hospital de campanha que nós tivemos no início e se for preciso a gente vai ter que reativar isso. A estrutura está pronta, o que acontece toda vez que você vai atender novamente, você tem que contratar os profissionais, todos os recursos humanos, então a estrutura está feita, mas a gente espera que não seja necessário, mas é uma medida a ser analisada pelas autoridades de saúde. A gente espera uma melhora o quanto antes. Vamos falar um pouquinho sobre as obras que serão realizadas no Distrito do Ouro Verde. Isso mesmo, olha, você que mora ali no Jardim Ouro Verde e na Vila Aeroporto, nesta terça-feira, das 8 da manhã às 5 horas da tarde, a Sanasa fará o interrompimento do fornecimento da água, justamente porque vai ter uma interligação de redes nesses dois bairros. Portanto, hoje, segunda-feira, faça sua reserva, lembrando que 500 litros de água, que é uma caixa d'água padrão, ela consegue aí abastecer uma família de até 4 pessoas por 24 horas. Quem tem interesse na Bolsa Educação na cidade de Paulínia ainda consegue fazer inscrição? Isso mesmo, o prazo já tinha terminado, mas agora, olha, a Prefeitura de Paulínia resolveu prorrogar o prazo para a pré-inscrição da Bolsa Educação até o dia 3 de fevereiro. Portanto, se você é morador de Paulínia, pode então entrar direto no site da prefeitura daquela cidade, que é paulínia.sp.gov.br barra bolsa educacão, tudo junto. E aí você consegue então fazer a inscrição para esses critérios. São 750 bolsas para os cursos superiores e técnicos. Os benefícios podem ser de 35%, 65% e 100% de Bolsa, de acordo com a avaliação socioeconômica do interessado. Além disso, 5% das Bolsas são destinadas às pessoas com deficiência. E lembrando que quem já tem a Bolsa Educação, começa hoje o período para a atualização, a renovação e vai também até o dia 7 de fevereiro. Então, de acordo com a Secretaria de Educação de Paulínia, esse vai ser o último prazo para quem está perdendo esse primeiro prazo de inscrição ou mesmo de renovação. Lembrando que, então, acesse o site paulínia.sp.gov.br, você que é morador da cidade e pretende ou renovar ou fazer a sua inscrição para esta bolsa. Certíssimo, Mina Abreu. Muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas. volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo. Sim, a gente vai falar das comissões, afinal de contas nós temos mais comissões para falar durante a semana que definiram a composição e a presidência e também de projetos e iniciativas aqui dos parlamentares. Até daqui a pouco. Até. Hora da gente balançar As redes do Campeonato Brasileiro da Série B, pela ordem cronológica, o Guarani entrou em campo primeiro lá em Florianópolis, diante do Havaí. Então vamos ver aí os gols da partida do Bugri. O Havaí saiu na frente após cobrança de escanteio. Alemão antecipou o goleiro Gabriel Mesquita, saiu do gol, não achou absolutamente nada. 1 a 0 o Havaí. No segundo tempo, o Júnior Toddinho chutou a bola, desviou na zaga, enganou o goleiro. Verão, gol de empate do Bugri, tá aí o gol do Júnior Toddinho, 1x1, e olha só, 51 do segundo tempo, no último lance o Jô marcou o gol que garante aí o Havaí ainda na briga pelo acesso, então 2x1 Havaí pra cima do Bugri, o Havaí sexto colocado com 55 pontos, neste momento o Juventude ao quarto colocado com 58, Então o Havaí ainda está na briga por esta quarta vaga Juventude, CSA e Havaí são as equipes que brigam pelo G4 São as equipes que vão disputar o Campeonato Brasileiro da Série A Neste ano de 2021 O Bugri neste momento, 13º colocado Voltou a cair na tabela de classificação Permanece com 48 pontos Lembrando que essa foi a penúltima rodada da Série B E ontem a Ponte Preta recebeu a equipe do CRB, também sem chances de conquistar o acesso, mas conseguiu a vitória. Vamos balançar as redes novamente, um grande primeiro tempo, olha que bate e rebate danado e praticamente em cima da linha, o Bruno Rodrigues conseguiu marcar o primeiro gol da Macaca, estava numa noite iluminada, cruzamento do Apodi, E quem desviou de cabeça? Novamente ele, Bruno Rodrigues, artilheiro da noite, 2x0 na caca. No segundo tempo, a Ponte ainda fez o terceiro gol com o Guilherme Pato e o CRB descontou com o Luiz Paulo no finalzinho da partida. Ponte Preta 3, CRB 1, os gols do Campeonato Brasileiro da Série B. A Ponte, neste momento, oitava colocada com 54 pontos a 4 do G4. Como só tem uma rodada, a Ponte não tem mais possibilidade de conquistar o acesso. Na última rodada, sexta-feira, nove e meia da noite, a Macaca entra em campo. Mas ao longo da semana, a gente vai falando sobre esta última semana de Campeonato Brasileiro da Série B. E também sobre as renovações de contrato, porque agora começa, né? A Ponte já vendeu o Vinícius Anocello, o Cruzeiro perdeu o seu treinador, o Felipão. E o Felipe Conceição aqui do Guarani é um nome especulado na raposa, então o Guarani já está tentando segurar o seu treinador. A gente vai atualizando tudo aqui do nosso mundo, da Ponte Preta e do Guarani. 11 horas e 56 minutos, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta tem uma entrevista ao vivo para falar sobre relacionamento. Não saia daí. Meio dia e um, Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. Hora da gente falar sobre relacionamento. Já que vivemos em sociedade, no coletivo, nos relacionamos com o vizinho, com o colega de trabalho, com aquele familiar que tem opiniões que você não concorda e até com quem vive com você aí na sua casa. E principalmente nesta pandemia, a convivência ficou muito intensa. Manter o isolamento social não tem sido fácil. Ainda nós temos um longo caminho a percorrer agora em 2021. Então, para falar sobre estes assuntos, eu converso agora com a Sônia Eustáquia, ela que é psicóloga e psicanalista. Muito obrigado, Sônia, por ter aceito o convite para participar aqui do Câmara Total. E antes da pandemia, a gente sabia como conviver com o diferente ou já enfrentávamos problemas? Seja bem-vindo e boa tarde. Boa tarde, Cleo. Boa tarde ao nosso público. E antes da pandemia, a gente já sabia como viver ou a gente já está enfrentando o problema e a pandemia só revelou? Relacionamentos sempre trazem problemas, todos eles, né? Mas o relacionamento amoroso, por ser muito junto, por estar muito próximo, por sair de famílias diferentes, por exemplo, relacionamento dentro de um casamento, dentro de um namoro, ele pode se complicar mais um pouco, porque geralmente as pessoas têm vínculo, elas estão bastante ligadas a outra pessoa. Os relacionamentos mais superficiais, com os amigos, os colegas ou outros, tanto tipo o nosso aqui e agora, é mais fácil administrar as divergências, as diferenças. E muitas vezes, quando eu tenho uma pessoa, um companheiro, seja lá de namoro, seja lá de casamento, existe um nível de expectativa. Então, o excesso que aconteceu na pandemia foi que quase todo mundo ficou muito próximo com os trabalhos online, home office, etc. E parece que emergiram mais os defeitos, as dificuldades ou as diferenças que cada um tinha. Por isso, um pouco mais de conflito, um pouco mais de aflito, né? Ô, Sônia, para o ser... Um pouco mais de aflito também, né? Exato. Exatamente. Para o ser humano, o relacionamento, ele é fundamental, né? Mesmo para quem está nos assistindo e diz, não, eu vivo muito bem sozinho, eu não preciso de ninguém. Essa troca de informações, de mensagens, palavras, às vezes até gestos, nós precisamos disso. Precisamos, puxa, o ser humano é um ser de relações, ele não consegue viver, né? Olha pra você ver na história do mundo, a história do cristianismo, né? Mas na história do mundo, houve a criação do homem, né? E lá tá bem bonitinho, e Deus e o Crom eram como criou a mulher, né? machista e a partir do homem mas tudo bem ou seja, é impossível viver sozinha eu não fico acompanhado de pessoas acompanhado de um amor acompanhado de uma pessoa que eu estou vinculada que eu amo e que posso compartilhar que eu possa aprofundar a amizade é maravilhoso relacionar é do ser humano É, na minha abertura, eu falei aqui sobre algumas relações, né? E eu acredito que principalmente quem mora em prédio já precisou exercitar a paciência porque você acaba escutando e conhecendo a rotina do outro, né? Então, quem acorda cedo, às vezes você escuta o despertador, você escuta uma criança chorando, barulho da televisão, se tem obra no apartamento, é pior ainda. eu acredito que é um teste enorme, principalmente nesta época, conviver desta maneira, porque às vezes você tem problema em casa e o externo também acaba te irritando, te prejudicando. Então, essa época de pandemia, mesmo nós já estando há 10 meses, eu acho que ainda é um teste muito interessante que a gente faz agora em 2021. Quem fica em casa, ainda mais agora com zona vermelha, não podendo sair fim de semana, depois das 8 horas da noite, eu acho que exercitar essa paciência é um teste muito interessante para quem vive em família e às vezes num ambiente pequeno, né? É muito difícil, Gabriel, muito mesmo. E essa dificuldade, a mudança do jeito de se lidar com o outro, se lidar com os mentos, e com o próprio relacionamento no todo, Tem emergido muitas doenças, então precipitam as ansiedades, precipitam as depressões, precipitam as fobias, uma série de outras doenças somáticas também. Então, as pessoas têm adoecido em três coisas, elas não estão de Covid, mas elas começam a ter um bronquite, ter infecção urinária, ter dores, não sei onde. E isso tudo é muito complicado. Por quê? As pessoas estão muito mais ansiosas agora, na expectativa da vacina, graças a Deus, né? Mas foram nove meses de muito tormento, não é? Há bombardeio de armas, de notícias, e notícias muito ruins, ou notícias que estão distorcidas. A gente tinha que estar fazendo seleção do tipo de noticiário Você iria ter, iria não se estar vendo, né, até hoje, até o momento, porque estamos em pandemia, né, eu acho que agora a luz do futuro apareceu com essas vacinas, com a compra de tantas outras, com a nossa própria fabricação e tudo, mas que é muito difícil, né, você sabe, do paradigma, você não foi treinado do outro, né, e tem que se ter. Então a gente está vivenciando as experiências muito novas, todo mundo está vivendo experiências muito novas. Eu estou com uma pena das crianças, elas têm vivido coisas, sintomas, que outro dia eu não trabalho com criança mais, mas assim, eu não as recuso. Eu tinha uma especialidade, uma clínica grande ali, que eu coordenava, orientava no trabalho das crianças, diagnóstico de tratamento. Eu falei, gente, não tem como se definir hoje um diagnóstico para uma criança e começar a tratar isso aqui, se é que não está toda a vida eterna. O lugar em que ela fica, a escola que está vindo até ela, através de um... E eu percebo porque eu tenho uma sobrinha de 3 anos e a carência de brincar com outras crianças é algo muito grande, né? desse outro rosto, dessa relação com outra pessoa. Eu tenho uma meta de sete meses. Eu falo que ela renasceu cheirando álcool, então ninguém sabe se ela se dirigia, e depois me acertando. Então, vai ser tanta característica diferente das crianças que nasceram nessa época, de que essas pequenininhas que tiveram que ver mãe, pai com a máscara, agora que ela começou a entender, então ela acha que está brincando com ela. Sumiu, achou, sumiu. Pelo menos ela não entende, né? Então, assim, eu acho que todo mundo, ninguém passou em medo do sofrimento, do sofrimento e ao convite à adequação, adaptação, à resiliência, Todo mundo, do bebezinho ao muito velhinho, que fica muito preso em casa, e filhos tomando conta. Não pode sair, não pode sair, não pode fazer a sua compra. E ele que já costumava ir na esquina, bater um papo, fazer uma comprinha aqui, às vezes até comprava um parcelado, porque ele queria sair mais vezes de casa para bater um papinho. Pronto, então eu acho que isso tudo é muito complicado. Foi muito difícil, mas eu estou mandando. Muito interessante. Sim. Agora, na pandemia, muitos casais relataram dificuldades para você, porque manter um isolamento do mundo, mas ter alguém em casa 24 horas por dia, na maioria das vezes em um ambiente pequeno, em que você está com a pessoa o tempo inteiro, acredito que seja um grande desafio. Muitos pacientes relataram para você dificuldades, mesmo que já esteja um casamento estável e de 10, 15 anos, mas ficar tanto tempo junto está gerando atritos? Claro que sim, né? Gera porque essa situação, né? Quando você falou isso, de ir para casa com o miósofo, as professoras, por exemplo, a casa, até o ambiente da própria casa, às vezes um apartamento de dois quartos, de três quartos, onde tem um escritório, né? então quem é que vai estar com ele, qual que é o horário essas coisas todas já é muito complicada se chegar no denominador comum mas tem surgido muito mais com a questão do excesso de exposição o excesso de estar junto tudo é muito bom mas tem que manter um certo segredo uma certa distância o desejo de ver, né, como namorados, né? Então, assim, o casamento em si já trava um pouco esse desligar, agora o casamento de minuto a minuto, junto, tem sido bastante complicado. Eu acho que os casais também estão nessa luta de adaptação, de arrumação desse casamento. Ô Sônia, qualquer decisão no meio desta pandemia é precipitada? Tanto para quem diz, eu não aguento mais, eu vou me separar, tanto para aquele que começou recente e fala, é a pessoa da minha vida, eu vou me casar quando eu tomar a vacina. Ou essas decisões podem ser tomadas agora? Eu acho que pode, mas não deve. Como eu falo para o pessoal que trabalha ali, e agora eu te dei o exemplo da criança, de duas crianças exatamente, que eu falei, olha, vamos aguardar, vamos trazer no consultório fazer um tratamento sobre esse sintoma, E não representa ainda um quadro, um distúrbio, uma disfunção, me parece que é dentro do contexto do tempo. Tem mais que orientar os pais, e se puder orientar as pessoas também, mas principalmente os pais que acompanham isso, do que a própria criança. Ela faz mais o serviço de medicina de lá, de seroterapêutica, e tem que falar que é o seguinte, a gente trabalha com o material múltiplo, então ela representa no concreto aquilo que ela está vivendo. Mas por volta de oito, nove anos, as pessoas não querem isso mais, né? Ficar ali mexendo, colorindo, deixando uma bonequinha na familhinha e tal. Então, é com a fala, tudo que está pela fala também, então, ela está com essa dificuldade de expressão, porque ela não tem vocabulário para entender, e isso é enorme, né? A gente não sabe como que ele está se sentindo. A pessoa fala, ah, você está com um seio, uma boa comparação, um afeto. Então, eu acho que essas coisas todas não é uma opção, uma proteção. E nada de fazer diagnóstico. E nada de fazer separações evolutivas, né? Os casamentos podem esperar um dia, acredito, até que você feche o batom, para todo mundo ver. Agora, você vai ver a espada, mas vamos ver, a vida é cheia disso mesmo, mas agora você vê uma, é como se balançasse, chacoalhasse a sociedade, não é só para o redor do mundo, então, é bastante complicado isso, Ninguém tem a receita. Nós, que estamos lá de cá, observando, sentindo, percebendo, a gente não pode precipitar, né? Então, é uma coisa muito complicada para o profissional, não é bem? Sem dúvida, né? Algo novo. O profissional, tarde, saúde mental, né? Complicado. Com certeza. Sônia, para os casais que estão vivenciando esse desgaste, O amor, este sentimento, o amor, ele segura um relacionamento? Mesmo que a pessoa diga, olha, eu gosto dela, eu amo, mas não está dando certo. O amor, este sentimento, durante a pandemia, como é que você vê? Pode parecer que ele abalou, não é? Por causa dessas questões todas. Mas sempre, porque segura muito o relacionamento. para o tempo não acabar, para não existir divórcio, todo mundo que não vai divorciar, sabe disso. É uma unidade profunda que vai se oferecendo entre eles, homem e mulher, ou se for mulher também, o casal, ou o homem com a mulher, vai se oferecendo para ele alguma coisa que transcende só esse amor, que eu diria, de paixão, esse amor apaixonado, essa coisa mais levada à sensualidade. Existe, dentro disso tudo, há uma construção de intimidade, de uma unidade muito profunda, e que é junto a essa unidade muito profunda que se ela ocupava um espaço mais baixo, passou a ocupar um espaço mais... Ela tem segurado mais do que o amor apaixonado, né? E aquilo tudo que pode levar, os vínculos sexuais, as pessoas têm reclamado muito, nunca se teve um instinto alto de honra, de pornografia, como a gente tem visto agora, por causa dessa quase solidão mesmo que as pessoas estão tendo então a paciência nesse momento, a busca de qualidades no parceiro ou na parceira a busca de contagem com os outros um pouco que pode chegar até você e de qualidade e fazer ali um jogo empático tentar compreender melhor o futuro para todo mundo, que não é só o mundo que está vivendo, não. Então, tem toda uma comunidade que está vivendo e o mundo inteiro. Mas existem relações muito especiais que foram baseadas em saídas de casa, em restaurantes, em baladas, em presentes, em viagens. Essa parte foi eliminada. Então, agora, eu não sei, né? Quando a gente romantizava, se formou dois, fazia um jornal de diálogo de metro, tudo isso. Ou se adapta. Ou foi, como é mais, se a gente fez, né? É, eu acho que principalmente nesta época que nós estamos vivendo, de doença, de mortes, de isolamento, eu acredito que seja comum pensarmos no passado quando isso não existia já que o futuro ele é sempre incerto, muitas pessoas pessimistas em relação ao futuro, então em um momento tão delicado, eu acredito que seja plausível relembrar bons momentos que nós vivemos buscar o passado também pode ser um problema, Sônia? Lá no passado pode ter grandes mágoas que eu já trabalhei lá e restaurei, elas podem virar, às vezes existe uma cicatriz, mas normalmente não, os casais, por exemplo, vão vivendo esse desejo de estar junto, esse desejo sexual, é uma das recuperações, é isso, revisitar o passado, revisitar o passado junto, indo, né, a gente não tem tempo de viajar, as pessoas estão viajando, mas não é aconselhado com a desoperação, mas não tem dinheiro, tem que estar em alguns lugares, sabe, um pouco de carro, ir revendo, sabe, lembrar de coisas outras, pegar um álbum de retrato, e que as situações foram legais. Claro, teve uma ideia brilhante aí, revisão que foi boa no passado, e aquilo já até se determinou Por favor, não mexa. As coisas são muito fáceis. Nesta pandemia foi muito comum as pessoas repensarem o estilo de vida, né? O casal, se cada um quiser uma coisa, tem como manter esse relacionamento? A distância é uma possibilidade, um relacionamento moderno? Olha, cada um na sua casa, a gente continua como casal. Existe essa possibilidade? A pandemia abriu esses horizontes? Olha, a gente ficou muito tempo junto, não deu certo, mas a distância dá certo. Existe essa possibilidade para os relacionamentos? Eu não vou surgir com solução agora, não. A solução vai vir junto. Eu acho que o que fez com a ciência e a capacidade de imerso cresceu demais, cresceu muito. A gente não estava falando, se nós não crescemos com isso, eu vou ser sozinho. Agora, eu sei que as áreas se dividem muito bem entre os paróquios, tá? Por quê? Já eu entendi que não quer compartilhar tudo, né? Todos os movimentos da sua vida. Já teve gente que me disse até assim, e o almaneiro, o outro perguntinho que foi o almaneiro, sabe? Eu gosto de ir para o banheiro espelhado, fico lá não sei quanto tempo. Eu gosto de tomar banho duradouro. Então, tem gente que não abre mão disso. E tem gente que senta mesmo, Gabi, até uma fobia. Fobia pelo casamento, fobia de... E as pessoas não vão casar, já estavam vivendo nesse ritmo de casa separada. vivendo sexualmente bem, etc, mas não foram lá assinar nada, não são cargados em papel, não são cargados em risco. Mas para ele, se ele entende um pouco, é outra coisa, né? É que tem que se resolver, a gente está enjoendo essa casa, enjoendo aqui, nós temos um apartamento ali, eu vou para lá. eu acho que se o casal sente que é uma solução e se não vão ficar lembrados muito acho que é legal todos nós também inovando tudo nós estamos mexendo em tudo eu vou saber se não tiver ponto daqui seis meses, seis anos eu vou saber se isso também por mais garantia, até que a gente não tinha a extensão de que deu certo para muita gente ou que deu muito errado para muita gente, né? Mas, é isso que nós abordamos agora, foi o que aconteceu. Essas bobeias foram encravadas, né? Grandes bobeias, que chamam, sendo gregas, né? Mesmo de encravamento, Que é uma outra questão aí. E que quem tem esse medo, né, Gabriel, vai aproveitar e falar assim, qual que é a gente vai casar agora com a gente? O dia que a última pessoa tomar vacina, a gente gasta. E no mundo, né? Nem no Brasil. É a última vacina do mundo aí. E a gente gasta. Eu faço o meu emprego. Não a mim, não a machina, não a um senhor, mas a gente está ali, é uma questão, né? Claro, claro. A gente tem que pensar, porque não, assim, que existem pessoas assim, pessoas com deficiência de mágoa, para que isso corresse em um tempo, para não ter aquele mesmo muito grande. Isso realmente não tem a ver com esse estresse pós-traumático que estamos vivendo aí, com a dúvida do Covid. Tem a ver com o problema de dentro da ordem, da educação, da ordem, do que ela viveu, na linguagem psicanalítica, que ela viveu e construiu a personalidade no sentido edífico, para as identificações que eram lá com o pai, com a mãe, com o histórico familiar. Então, pode ser desenvolvido. É uma coisa esquisita, ruim, mas ela não sabe nem colocar isso em letras, em papel, ela não sabe definir isso de uma forma, como é que eu diria, que fizesse uma compreensão que as outras pessoas pudessem compreender. Ela simplesmente não quer cesar. Então, ela já namorou em 10 anos, 15 anos e está aí. E a geradora, que foi com toda a paciência, e quer ficar assim também. Contra o velho, não. Mas aí, se ela não quer, eu falo, então, a filha ama. Existe um pedido biológico nas mulheres, que é de procriação, que é de ter filho. Então, com o volume dos 30 anos, é muito comum que tenha muita bondade de ter filho. e impedir o exigente dentro. Então, eu sigo lá, ele falou que vai trabalhar, eu vou ter que manjar, que não vai, e vou buscar outro, que termina. Agora, como nós estamos pedindo para terminar a matemática da pandemia, será passado. Exatamente, o importante é buscar a felicidade. Isso, eu posso dizer isso, Mas o caso existe, eu acho que nós podemos fazer um bom levantamento, eu estou falando ela, porque geralmente a homofobia, existe mais no homem do que na mulher, né? Eu acho até que na mulher, eu já vi pouquíssimas mulheres que falam que eram, e que eram material contínuo, como se fosse um meio de se aproximar de alguém e fechar um compromisso dentro do casamento. Mas o homem eu vejo muito, vejo muito isso, né? E que é só viver sozinho, ser vivo, né? O que eu peço aqui no consultório é que não enrola em mulher nenhuma, né? Deixe isso claro, porque depois de dois anos, três anos, quando você for na morgue, tem idade para se unir, para se casar, sem nada que impede se ela não quer, se ela não tem nada que impede, tá entendendo? isso é normal gosta da outra pessoa gosta do sexo com a outra pessoa nem está tudo certo ali o que não vai ter a ver com ela mesmo por causa dessas coisas que ela vivenciou tem um registro e que a fada não está na hora que ela sente esse medo medo esquisito, medo a gente tem que ter em cabeça, mas não... Sônia Eustáquia, psicóloga, psiquiatra, muito obrigado por todas as suas informações, de grande valia para todos que estão nos assistindo, e já fico convite aqui para uma próxima oportunidade para a gente poder voltar a conversar sobre esse e outros assuntos também. Eu só vou corrigir, você disse que eu não sou psiquiatra, eu não sou, eu sou psicóloga, Psicóloga, tá. Eu tenho que estar junto com a sociedade humana e com o profissional. Tá certo, então. Muito obrigado, viu? Até a próxima. Até a próxima. Tá certo, então. Sônia Eustáquia, psicóloga, conversando aqui com a gente sobre relacionamento, principalmente agora, em época de pandemia. Meio dia e 28, vamos fazer o seguinte? Hoje, no quadro de educação, você vai conhecer um trabalho realizado na Unicamp e que é pioneiro no Brasil. É isso aí, pessoal. Olá para você que está de olho na educação. Olha só essa notícia, porque a Unicamp é referência em capacitação para atuar no setor de energia solar. Então, a gente vai bater um papo com o Marcelo, que está aqui com a gente. Tudo bem? Boa tarde, Marcelo. Tudo bem, boa tarde Bom, gostaria que você falasse a respeito disso Porque a Unicamp é referência aí no Brasil inteiro Marcelo que é professor da Unicamp Legal, agradeço a oportunidade de divulgar o trabalho que a gente faz na Unicamp Deixa eu contextualizar um pouquinho Nós estamos falando aqui de uma tecnologia Para geração de energia elétrica a partir da luz solar São sistemas chamados fotovoltaicos Até pouco tempo atrás, cinco anos, vamos dizer, era uma tecnologia desconhecida aqui no Brasil E agora ela vem se expandindo com bastante rapidez E a gente tem participado bastante dessa expansão Bom, em 2015 vocês criaram um projeto muito interessante Gostaria que você explicasse para o pessoal de Carlos o que é esse projeto, na verdade Sim, em 2015 nós percebemos uma lacuna no mercado de capacitação O mercado de energia solar vinha apresentando sinais de que seria um estrondo aqui no país E nós identificamos uma ausência de cursos, de treinamentos nessa área para profissionais Então nós começamos em 2015 na Unicamp um programa de cursos de extensão na área de energia solar e fotovoltaica. O programa é distribuído em três níveis, então atende um público amplo. Nós temos desde o curso de introdução aos sistemas fotovoltaicos até o curso avançado de projetos E também um curso de instalação, um curso 100% prático, que é um curso profissionalizante, também nós oferecemos. Bom, esse trabalho da Unicamp, ele é pioneiro, né? É, inclusive, bastante conhecido em todo o Brasil. Mas não é todo mundo ainda que tomou conhecimento a respeito deste projeto. Por isso, então, a importância também da divulgação, né, Marcelo? Sim, é muito importante que as pessoas saibam que existe esse mercado O mercado de energia solar fotovoltaica oferece infinitas oportunidades de atuação Muitas vagas de trabalho, realmente é um mercado que vem empregando muito Faltam profissionais, de vez em quando eu recebo pedidos de indicação de profissionais Porque as empresas estão procurando profissionais nessa área Então é importante que as pessoas conheçam esse mercado E é importante que as pessoas saibam que aqui na Unicamp existe informação de qualidade Existe um programa de treinamento confiável Então é importante essa disseminação Bom, para o pessoal de casa entender direitinho a respeito do programa Como ele foi desenvolvido, o que exatamente ele aborda E a expectativa, evidentemente, é sempre focar num público amplo, né, Marcelo? Sim, o nosso programa foi desenvolvido em três níveis. O nosso primeiro nível, que é o curso de introdução aos sistemas fotovoltaicos, é um curso que visa proporcionar a qualquer pessoa uma imersão no assunto. Então, nós planejamos esse curso para pessoas que não tinham ainda conhecimento nenhum, mas para nossa surpresa, mesmo pessoas que já atuam no mercado participam do nosso curso também para fazer reciclagem e aperfeiçoamento. Então nós temos esse primeiro nível, que é um nível preparado para um público mais amplo. Então qualquer pessoa interessada num assunto, não somente técnicos ou engenheiros, pode participar desse treinamento. Depois nós temos um segundo nível, que é um curso avançado de projeto, um curso voltado para engenheiros e técnicos da área. Nós ensinamos a projetar sistemas fotovoltaicos, empregando software especializado. E temos o terceiro nível, que é o nível prático. Nós temos um curso que é 100% prático e com caráter bastante profissionalizante. Muitos instaladores que atuam hoje no setor já foram treinados com a gente começaram nesse setor a partir desse curso da Unicamp. O sistema de energia solar fotovoltaica ganha muita força no Brasil nos últimos anos, gerando uma grande demanda de profissionais em todos os níveis, desde projeto até instalação de sistemas. Na sua opinião, o porquê desse crescimento? Por que vem ganhando cada vez mais força no país, Marcelo? A energia solar surgiu em 2012, a gente pode dizer que o marco inicial da energia solar no Brasil ocorreu com a resolução número 482 da ANEL, Agência Nacional de Energia Elétrica, mas começou de forma muito tímida, naquela época a tecnologia já era viável, já era permitida no país, mas a viabilidade econômica ainda não era tão grande. Aí o que aconteceu? De uns anos para cá, nós tivemos muitos aumentos nas tarifas de energia elétrica, aumentos acima da inflação, então o custo da energia elétrica para todo mundo, para a população toda, ele aumentou muito. Então a energia solar fotovoltaica se tornou uma alternativa viável, economicamente interessante, para as pessoas gerarem a sua própria energia elétrica. Então, onde você tem milhares de residências, empresas, propriedades rurais, produzindo a sua própria energia elétrica e praticamente zerando a sua conta de energia elétrica. Então, esse crescimento acelerado que a gente observou da energia solar no Brasil, nos últimos cinco anos, eu diria, ocorreu esse crescimento, É muito em função disso, em função do aumento do custo da energia elétrica E também a gente tem a questão da agenda ambiental, que está sempre em pauta Tem se falado muito que 2020 mudou a mentalidade das pessoas, dos governos A gente passou a olhar mais para fontes renováveis Então esse é o momento, a energia solar já estava crescendo e as pessoas começaram a olhar mais para ela, então a gente tem um cenário muito positivo aí, nos próximos anos, com muitos empregos, muitas vagas, e para isso é necessário capacitação, e é isso que a gente está oferecendo aqui na Unicamp. Que bom, que bom, e é importante demais essa capacitação, né, professor Marcelo, inclusive gostaria que você falasse a respeito deste assunto aqui, porque existem também um grande número de sistemas mal projetados. E isso acaba gerando incêndio, queda de telhado, esse tipo de coisa. Então, é sempre importante ter esse tipo de capacitação para evitar esses transtornos. Sim, isso é um problema bastante antigo no Brasil, bastante combatido pelas sociedades técnicas. Apesar de nós termos normas técnicas, temos escolas técnicas, faculdades Nós temos conhecimento para fazer muitas coisas aqui Mas a gente vê muitas coisas, muitos mercados, ocorrência de muita informalidade Então aquele telhado que é projetado por um serralheiro Uma pessoa que não tem conhecimento de cálculo estrutural uma instalação elétrica que é feita lá pelo seu Zezinho, que fez um curso de dois dias. Então, isso tem gerado muitos problemas também na área de energia solar. Muitas pessoas estão achando que podem instalar sistemas fotovoltaicos, mesmo sem terem passado por treinamentos mínimos, que seja um curso de um dia. Então, tem muitas pessoas não capacitadas se lançando nesse mercado. Então, isso é um perigo. E a gente tem observado, a gente recebe sempre notícias de telhados que caem, módulos, sistemas, equipamentos que pegam fogo. Por quê? Porque houve mau projeto, má instalação. Então, realmente, nessas horas a gente vê como que a capacitação realmente é importante. É, não, é extremamente importante, até porque, como disse o professor Marcelo, né, e as pessoas elas precisam ficar atentas a esse tipo de situação, porque acaba sendo muito perigoso, né, imagina proporcionar um incêndio por conta de um sistema mal instalado, esse tipo de coisa, então tem esse detalhe também, né, professor Marcelo, quer dizer, às vezes as pessoas acham que estão apenas prejudicando a elas mesmas, mas não, é perigoso, Você pode colocar fogo no telhado e tudo mais, né? Sim, é perigoso, né? Isso, infelizmente, acaba sujando a imagem da energia solar. É uma fonte maravilhosa, gratuita, né? Quem não gostaria de produzir sua própria energia elétrica com a do sol, né? Que é gratuita, abundante, não vai acabar nunca, né? Mas por conta disso, né? por conta desses erros, dessas falhas ainda existentes no mercado profissional, isso acaba prejudicando a disseminação da tecnologia. Bom, eu estou conversando com o professor Marcelo para falar também a respeito de um livro que você escreveu, que foi o primeiro livro sobre esse assunto aqui no Brasil, é isso? Sim, sim. Em 2012 eu publiquei o livro Energia Solar Fotovoltaica. Legal. Uma introdução ao assunto, um livro técnico. E foi a primeira publicação aqui do Brasil sobre esse assunto. Houve até uma história curiosa, nunca vou me esquecer dessa história. Eu já tinha esse livro pronto, porque eu já trabalhava com esse assunto, já tinha algum tempo, já tinha experiência. E eu procurei várias editoras na época para publicar esse livro e eu recebi uma negativa de todas. Aliás, eu não tive resposta de praticamente nenhuma editora E uma me respondeu, dizendo que não se interessava pelo assunto E eu sabia que esse era um assunto que ia crescer muito no Brasil Um assunto desconhecido na época, mas que iria explodir a qualquer momento Então, convenci a editora a fazer esse projeto E é um livro bastante procurado no mercado pelos profissionais Pessoas de todos os níveis É um livro que vai estar hoje na segunda edição e vai ser lançado no ano que vem, uma terceira edição. Puxa vida, já está na terceira edição então. Vai ser lançada a terceira edição. Então beleza, né? Isso aí, depois a quarta e enfim. A energia solar é infinita, né? E aí vai o pessoal. Marcelo, para o pessoal que está em casa e ficou curioso a respeito das aulas na Unicamp e tudo, Como que foram durante a pandemia as aulas? A gente teve que se adaptar. Muitas pessoas, todo mundo, teve que se adaptar a uma realidade nova. A gente está aqui, por exemplo, fazendo uma entrevista ao vivo, a distância. Era uma coisa... Esse tipo de coisa não era tão normal antigamente. Nem um pouco normal. Então a gente se adaptou. A gente transformou os nossos cursos, que eram presenciais, em cursos online, mas a gente preservou durante as aulas a mesma dinâmica que a gente teria numa sala de aula. Então, o curso é apresentado por mim, juntamente com outros professores, nós respondemos dúvidas, os alunos têm espaço para falar, é uma dinâmica muito interessante e se provou bastante eficaz. Eu pessoalmente tinha um preconceito Antigamente com ensino à distância Eu achava que isso não funcionava Hoje eu mudei um pouco A minha visão Eu vejo que os cursos de energia solar Estão funcionando normalmente E está dando certo É uma experiência interessante Bacana Mais alguma coisa Professor Marcelo Vilalva Que você queira colocar Aqui no quadro Bom, pois não, no quadro de olho na educação, alguma coisa que você queira falar para a gente concluir a entrevista, professor? Sim, eu queria deixar aqui o contato para quem quiser procurar os nossos cursos. Nós temos um site que é cursosolar.com.br, bem fácil de lembrar, cursosolar.com.br, tudo junto. Lá as pessoas encontram todas as informações, os conteúdos dos cursos, datas São cursos oficiais da Unicamp, as pessoas às vezes perguntam É bom lembrar, são cursos oficiais da Unicamp, você recebe um certificado Gera essa dúvida, então é bom deixar claro mesmo que é oficial da Unicamp mesmo sim, sim então é isso espero que a gente está à disposição de quem se interessar pelo assunto proporcionando aprendizado bacana professor, muito obrigado pela entrevista bem bacana aqui a sua participação no quadro de olho na educação aqui na tela da TV Câmara Campinas valeu? obrigado, eu te agradeço é isso aí pessoal, então Até uma próxima oportunidade, sempre com um assunto interessante, claro, aqui no quadro De Olho na Educação. Tchau. Que retorna na próxima segunda-feira, sempre com um tema interessante. Meio dia e 44, vamos fazer o seguinte, terceiro intervalo aqui no nosso programa. E na volta, as notícias do Legislativo, tudo o que acontece aqui na Câmara de Campinas com a Mina Abreu ao vivo, previsão do tempo para esta terça-feira e nós vamos também no mundo animal com o El Bicho, então não saia daí. Meio dia e 48, Câmara Total de Volta ao vivo nesta segunda-feira Muito obrigado pela sua companhia e audiência Continue participando através do número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD 978293776 Continue participando que a gente conversa ao vivo nesta segunda-feira Como combinado, a Mina Abreu está de volta Retorna aqui aos nossos estúdios Primeiro com as notícias da Metrópole E agora com as notícias do Legislativo Seja bem-vinda, Mina Boa tarde agora Porque tem vereador pedindo a isenção de impostos para os camelôs Sim, boa tarde, Gabriel. Justamente por conta da pandemia da Covid-19, o vereador Carlinhos Camelô protocolou um projeto de lei complementar que autoriza o Poder Executivo a suspender ou isentar o pagamento de preço público pelos autorizatários, permissionários ou concessionários que realizam ocupação de solo em área pública, bem como reconhecer o exercício da atividade econômica durante o período de calamidade como essencial para instituir aos camelôs o programa de regularização fiscal da CETEC. Acompanhe. Na época da pandemia, calamidade, que é a questão, isenta todo o pagamento durante esse período. Porque muitas dessas pessoas me procuraram Pessoas que é ligada a mim Que chega até mim e fala Carlinhos, nós temos que fazer a renovação E a renovação é feita apenas se não tiver diva pendentes Então, gente, vou falar aqui para vocês As pessoas, mesmo ela fazendo o parcelamento Ela vai ter que pagar o parcelamento E mais a taxa mensal Elas não conseguirão Então, estou mandando um projeto para o Executivo, para o Prefeito rever a situação e que anistir essa dívida dessas pessoas que elas começam a pagar daqui para frente só o mensal delas aqui, que a gente sabemos a dificuldade que essas pessoas ficaram quando suas barracas ficaram fechadas, quando o seu comércio ficou fechado na época da pandemia e agora também nessa questão de falar aqui que o movimento, a economia deu uma caída essas pessoas não conseguirão arcar e se cancelar. Esse aqui eu tenho certeza que vão cancelar vários permissionários por uma questão e mais pessoas ficarão desempregadas. Então está aí, protocolei, espero que essa casa que os vereadores aprovem, que o prefeito também sancione e a CETEC também, a autarquia, olhe para essas pessoas de uma forma humana. E o vereador Paulo Búfalo quer a revitalização do Parque Yacer Arafá, no Jardim Madalena, em Campinas. A área é uma antiga área de lazer, mas hoje está tomada por mato alto e infestada de carrapatos. Acompanhe no Câmara nas Ruas. Quem vê as fotos da inauguração do Parque Yasser Arafat em 2010, não consegue reconhecer que esse mesmo local, hoje, está desse jeito. Tomada por mato alto e cercada, a antiga área de lazer no Jardim Madalena, em Campinas, praticamente deixou de existir. Nem mesmo a pedra esculpida em homenagem ao líder palestino escapou da deterioração dos dias atuais. Depois de tudo feito, inaugurado, início de uso, teríamos até alguns outros espaços para eventos da cultura árabe, da cultura árabe brasileira, como música, cinema, dança. Lamentavelmente isso foi tudo perdido e ficou como está agora, totalmente abandonado, cheio de carrapatos e o próprio memorial Yasser Arafat, que é a rocha esculpida, totalmente abandonada e deteriorando. Ele lembra que o local foi palco de grandes acontecimentos da cidade. Estiveram aqui o embaixador da Palestina, esteve aqui o prefeito de Jericó, que é a cidade mais antiga do mundo, habitada continuamente, e que é a cidade irmã de Campinas. Teve aqui o encontro de autoridades da Federação Árabe Palestina do Brasil, o encontro foi aqui na praça. Hoje nós não podemos nem entrar. Essa moradora da região diz já ter feito inúmeros pedidos para a revitalização da área, mas até agora não obteve resposta. É muito mato, tem pessoas andando ali dentro dessa mata, não sei com que intuito, e está perigoso. E a gente pediu já junto à prefeitura, com ofícios, ofícios da secretaria, tudo, e até agora não foi feito nada. Procurado por ex-frequentadores, o vereador Paulo Búfalo fez uma visita ao parque, ou o que restou dele, e não gostou do que viu. Um espaço de vida para a comunidade aqui da região leste. Então também fomos procurados por moradores dessa região para poder retomar esse projeto que a administração em 2010 havia proposto para a área e inclusive inaugurado o Parque Yasser Arafat. Aquela estrutura que está ali atrás do poste era onde estava colocado o letreiro do Parque Yasser Arafat. Era o portal de entrada desse espaço público. Hoje, além de cercado e com mato alto, a gente nem consegue entrar também por causa da infestação de carrapatos. Nós estivemos aqui com a equipe do Instituto de Jerusalém do Brasil e com o pessoal que trabalha comigo. Nós entramos na área para poder localizar o memorial que está aí dentro, inclusive ele encontra-se pichado, mas ele está aí. Nessa nossa entrada, e o mato estava abaixo inclusive, nós saímos todos, inclusive eu, infestado de carrapatos. Tivemos que fazer um tratamento aí para poder retirar esses carrapatos. O parlamentar já tomou medidas dentro do legislativo para que a administração municipal resolva a situação. Primeiro, protocolou uma indicação para que a área passe por limpeza imediatamente. E também assinou um requerimento no qual pede garantias da reconstrução. Então nós fizemos esse requerimento até para que nós saibamos o quanto que a administração municipal está envolvida nessa retomada E também para saber se há um instrumento legal fazendo a criação do parque e do memorial. Um memorial muito bonito, como as fotos vão demonstrar, que leva o nome do prêmio Nobel da Paz Yasser Arafat. A CIDADE NO BRASIL sobre os presidentes, sobre os membros, e nesta semana nós vamos continuar. Isso, porque são 22 comissões, 21 permanentes e uma especial de honraria. A gente começa hoje falando da composição da Comissão de Defesa do Consumidor, em que o vereador Eduardo Magoga, que é comerciante, estará à frente dos trabalhos e fala da atenção às relações de consumo. A Comissão de Economia e Defesa dos Direitos do Consumidor será composta pelos vereadores Eduardo Magoga, Carlinhos Camelô, Edson Ribeiro, Luiz Cirilo e Gustavo Peta. Cabe a esta comissão opinar ou emitir parecer sobre as proposições relativas a macro e microeconomia urbana e rural, além de receber, analisar, avaliar as reclamações, consultas, denúncias e sugestões apresentadas por consumidores ou entidades representativas e também encaminhar aos órgãos competentes para apuração denúncias de irregularidades, crimes e contravenções que violarem os interesses coletivos ou individuais dos consumidores. O vereador Eduardo Magoga, do Podemos, foi eleito presidente da comissão e diz que o grupo tem a missão de estar atento às relações de consumo. Eu também sou comerciante na nossa cidade há 27 anos, então eu também me preocupo com a economia e com a garantia dos direitos também das lojas do nosso comércio, mas é fundamental a fiscalização para que o consumidor da nossa cidade esteja garantido no código de defesa. É muito importante esse papel da comissão, espero que os nobres colegas que estão fazendo parte da comissão possam estar atuando firme na nossa cidade para poder garantir esses direitos. Magoga salienta que neste momento chama a atenção os problemas que os consumidores têm com as compras pela internet. Esse aumento da venda pela internet, você sabe que traz bastante coisas delicadas. São mercadorias que são extraviadas, mercadorias que não chegam, compra muito com cartão de crédito e acaba tendo problemas de devolução, de estorno financeiro. Então são temas importantes para fazer com que o Código de Defesa do Consumidor da nossa cidade garanta que as compras continuem sendo efetuadas para gerar a nossa economia. Na Comissão de Educação e Esporte, o vereador Gustavo Peta foi reconduzido à presidência do grupo. A Comissão de Educação e Esporte da Câmara de Campinas tem como presidente para o Bienio 2021-2022 o vereador Gustavo Peta, juntamente com Guida Calisto, Paulo Búfalo, Permínio Monteiro e Otto Alejandro o trabalho da comissão tem como missão opinar ou emitir parecer sobre proposições e matérias relacionadas com a denominação de próprios, vias e logradouros públicos e também relacionadas ao esporte, recriação e lazer, além das diretrizes e bases da educação e reformas do Magistério Municipal que envolvam o sistema de concessão de bolsas de estudo com finalidade de assistência à pesquisa tecnológica e científica para o aperfeiçoamento do ensino, entre outras relacionadas ao tema. Peta, que já era presidente desta comissão na legislatura passada, fala do foco do trabalho. Ela tem um trabalho dela burocrático, protocolar, de analisar projetos, de dar a parecer, mas ela tem que servir como um instrumento de participação política, de participação social. Os professores, os trabalhadores da educação, os alunos, os interessados na educação, os esportistas, precisam ter na comissão um instrumento de voz, de discussão e de debate. e eu acho que é isso que a gente vai querer reforçar bastante nos próximos dois anos. O presidente lembra que em função da Covid-19, a educação no município tem sido muito afetada. Nós já temos agora um tema muito polêmico e muito importante, que é o retorno das aulas presenciais. É muito importante ouvir todas as partes, todos os pontos de vista. A comissão funcionar, além de ser uma comissão que discute os projetos de lei sobre os temas, ser uma comissão que faz o debate público sobre temas relevantes em relação a esses assuntos. Então vai ser uma satisfação muito grande, tenho certeza que ela funcionará como um espaço de debate, de reflexão e também de aprovação de projetos na área da educação e do esporte nos próximos dois anos. Já a Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara de Campinas terá pela primeira vez uma mulher à frente, a vereadora Paola Miguel. A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara de Campinas terá a vereadora Paola Miguel na presidência. Compete a esta comissão promover no município estudos, pesquisas e palestras sobre a significação das normas asseguradoras dos direitos humanos e cidadania inscritas na Constituição Federal, na Declaração Universal dos Direitos do Homem, nas declarações de direito mundial de saúde, além de receber representações que contenham denúncias de violação dos direitos humanos nos limites territoriais do município e apurar a procedência e responsabilidade junto às autoridades. Compete a esta comissão também recomendar às autoridades a responsabilidade de servidores que pratiquem atos de violação dos direitos humanos, tomar providências destinadas a promover a valorização e defesa dos direitos humanos, entre outras atribuições relacionadas ao tema. A parlamentar fala do trabalho que terá pela frente reunindo autoridades e a sociedade civil. Acho que no primeiro momento, fazer com os órgãos públicos, para a gente entender e aprimorar os instrumentos que a gente já tem na cidade. Depois disso, a gente conseguir ampliar também para todas as entidades e instituições privadas que têm essa defesa, que têm a vontade de estar nessa defesa dos direitos humanos. E para todo mundo que quiser construir conosco, vem com a gente, porque a gente quer fazer a diferença aqui na cidade de Campinas. Além da parlamentar, o grupo é formado por Débora Palermo, Gustavo Peta, Major Jaime e Mariana Conte. A vereadora salienta a missão desta comissão em vários segmentos. Eu imagino que toda a população que se sente não representada, que ela se sente oprimida, até mesmo algumas coisas que aconteceram já essa semana, como o ataque à Fazenda Roseira, que a gente consiga combater isso, que a gente consiga construir políticas públicas que sejam em defesa da população para que a gente consiga ter uma cidade diversa, inclusiva, Uma cidade onde acolhe todas as pessoas, todas as opressões, todas as minorias Que seja contrária ao racismo, machismo, LGBTQIA+, fobia Contra qualquer tipo de intolerância religiosa e até geracional Então a Comissão de Direitos Humanos vai estar à disposição da população Para que a gente consiga combater todas essas opressões Já na segurança pública, o vereador novato, Major Jaime, traz a sua experiência na área para comandar a comissão. A comissão de assuntos de segurança pública é formada pelos vereadores Juscelino da Barbarense, Edson Ribeiro, Rubens Gás, Eduardo Magoga e Major Jaime escolhido como presidente Cabe a ela opinar ou emitir parecer sobre as proposições e matérias relativas às questões da segurança pública no município que atinjam a estrutura, o funcionamento ou a atuação da Guarda Municipal de Campinas, bem como a criação e extinção de cargos. Também pode atuar na normatização e fiscalização dos serviços de segurança privada e ainda aqueles que estabeleçam convênios ou acordos de qualquer natureza com órgãos de segurança pública de outros níveis de governo. O vereador Major Jaime fala da sua experiência como militar que será levado para o trabalho da comissão. Justamente por essa experiência, pelo conhecimento da área, por conhecer pessoas e as demandas, eu acredito que eu possa trazer para essa comissão bastante elementos para a gente ajudar em resoluções de vários problemas da segurança pública. Obviamente que o executivo tem um papel importante, o governo do estado também tem esse papel. Eu espero que eu possa ajudar a trazer todos esses entes, inclusive a federação, através da Senasp, para que a gente possa discutir a segurança não somente da cidade de Campinas, mas da região. O presidente da comissão afirma que o grupo buscará soluções conjuntas para a segurança pública. Sim, segurança pública é um dever do Estado, mas uma responsabilidade de todos. Isso diz e preconiza a nossa Constituição. E na minha caminhada na segurança pública, nos lugares por onde eu passei, aqui na cidade de Campinas e em outros, eu sempre trouxe outros elementos e outras pessoas para discutir. E é exatamente isso que a gente vai fazer. A gente vai trazer todos para a discussão e para as soluções. E nesta terça-feira a gente continua apresentando a composição das comissões permanentes da Câmara Municipal de Campinas. Lembrando que todas as informações estão no site www.campinas.sp.led.br Combinado, Mina Abreu, muito obrigado por todas as informações. O site da Câmara também estava ali para quem quiser acessar e conferir as notícias. Até amanhã, então. Até amanhã. E a semana começou com um tempo parecido com a última semana. O sol aparecendo entre muitas nuvens, com possibilidade de chuva para a tarde. Amanhã, terça-feira, segue esta previsão e com bastante calor. Olha só aqui na minha tela. Então, amanhã, terça-feira, 26 de janeiro, o sol aparecendo entre nuvens, continua a possibilidade de chuva para a tarde. E olha só a temperatura, hein? Mínima de 21 e a máxima pode chegar aos 32 graus. Hora da gente entrar no mundo animal e olha só que bacana hoje, porque eu tenho um, eu amo, cuido e agora você aí de casa vai aprender a montar um aquário. É o bicho na sua tela. O que a gente precisa primeiro na hora de escolher, na hora de montar um aquário numa residência, é escolher o local. Se vai ficar perto de uma janela, se vai pegar muita iluminação, porque se ficar perto de uma janela pode entrar iluminação, água verde, pode complicar um pouquinho. O que a gente precisa para montar um aquário? Substrato, ornamentação, alguns testes e alguns condicionadores de água. Nesse caso, a gente tem aqui separado um aquário de aproximadamente 20 litros. Para a gente saber a quantidade de substrato que a gente vai usar em um aquário desse, independente do tamanho, se for de 1 metro, 1 metro e 20, Você vai pegar o tamanho de frente, a medida de profundidade e a altura de substrato. Você vai somar esses três números, vai dar o resultado da quantidade de substrato que você vai colocar dentro dele. Substrato já está previamente lavado. Normalmente, não vem lavado da loja. Você tem que lavar, retirar o excesso de poeira, de sujeira, que sempre vem sujo. Esse já está bem lavado. A gente coloca o substrato simplesmente no aquário. E você vai fazer com que ele fique plano, que ele não fique ondulado. Você pode usar uma régua, você pode usar qualquer coisa que você consiga fazer com que ele fique plano, sem nenhuma onda, que fica mais bonito. Tanto que na hora de você colocar a água, ele vai dar uma assentada, vai melhorar o aspecto. Colocou o substrato? A gente vai para a ornamentação, que é bem simples. Rocha. Não colocar muito, não exagerar na parte de ornamentação. Justamente, aumentando a ornamentação, diminui a quantidade de peixe, espaço físico dentro de um aquário para os peixes, tá? O peixe vai depender muito, hoje a gente tem uma opção gigantesca gigantesca de espécies de peixe de água doce hoje a gente tem importados, tem peixes criados dentro do Brasil e vai depender muito do gosto o importante é saber o pH de cada um hoje o mais conhecido no mundo do aquarismo O kingio, que é o peixe dourado, que é aqueles bolinhas bem engraçadinhos na hora de nadar. Aí nós temos os neons, temos os acarabandeiras. Lembrando que neon, acarabandeira, mato grosso são peixes de água ácida, de pH de 6,5 até 6,8. A gente tem que procurar não misturar esses peixes de pH ácido, alcalino e neutro. Até a gente consegue, por exemplo, pegar um peixe de água ácida e colocar num pH neutro, 7. Ele até vai viver um pouco melhor. Nunca alcalina. A partir de 7.1, 7.2, 8.3, já é pH alcalina. A gente não deve misturar. Deixar mais harmonioso o aquário com a casa. Aí a gente precisa de uma iluminação. De repente, você desligar a luz da casa e ficar só a luz do aquário ligada. É bem interessante. Aí sim, a gente precisa de uma luz específica. Não precisa ser uma luz muito forte, que pode estar incomodando o peixe, tá? Uma luz mais fraquinha, essa é uma iluminação. Aqui já estaria pronto para receber água. Basicamente, seria colocar água, colocar o anticloro, esperar aí. É interessante a gente não montar o aquário e já colocar os peixes. Legal a gente montar, esperar aí uma semana com o anticloro, o aquário rodando já para depois adicionar os peixes. Uma hora e 11 minutos, vamos fazer o seguinte, mais uma pausa aqui no Câmara Total e na volta nós vamos falar sobre vacinação contra a Covid-19, o impacto que isso traz para o hemocentro e também tem saúde e vida, então não saia daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira. Com o início da campanha de vacinação, muitas pessoas estão ansiosas aí pela imunização. Mas com as comorbidades, como pacientes de câncer, quem já tem a saúde debilitada, precisam tomar alguns cuidados antes de receber a vacina. Desde 2016, a Ana Paula tem de lutar contra um câncer de mama. E após uma certa melhora, ela teve a notícia da volta da doença, justamente no início da pandemia do novo coronavírus. Foi bem difícil porque você ser um paciente oncológico já tem um peso, o peso da doença, e aí você ter que abrir mão de um monte de coisa, de pessoas que você gosta, de pessoas que você ama. A gente teve que ficar totalmente confinado, até por sermos pacientes de risco. Quando você está em tratamento com quimioterapia, a imunidade abaixa muito. Ainda em tratamento, mas com o câncer controlado, ela espera ansiosamente pela vacinação contra a Covid-19. Eu já perguntei para o meu médico e ele já liberou. E eu quero, assim, na hora que liberar, eu quero ser a primeira a estar tomando a vacina, com certeza, para ficar um pouco mais tranquila, né? Trazer um pouco mais de tranquilidade e leveza também. Muito bom, já está com o bracinho pronto para ir. Prontíssimo! Mas é preciso avaliar caso a caso. Pelo menos, é o que defende o diretor clínico do Centro de Oncologia de Campinas, Fernando Medina. Para o médico, nenhum dos estudos feitos com as vacinas disponíveis até agora contou com grupos relevantes de pacientes imunossuprimidos. Nesse grupo de pacientes que foram testadas as duas vacinas, não tinha um grupo específico de imunossuprimido. Nós sabemos que os pacientes com câncer e que fazem quimioterapia, eles têm uma imunossupressão acentuada. Então a gente não sabe se esses pacientes vão ter imunogenicidade contra o coronavírus. No entanto, o médico é categórico ao afirmar que o benefício gerado pela vacina pode ser maior que o risco de o paciente contrair a Covid. São pacientes que têm maior suscetibilidade à complicação do coronavírus. Portanto, a mortalidade é maior nesse grupo de pacientes. O que leva a nós pensarmos que a vacina vai ser benéfica para esses pacientes. Por isso, antes de buscar a vacina, o paciente deve consultar o seu médico. O médico deve ser consultado e assim então decidir junto com o paciente, avaliando o risco e benefício, a indicação do tratamento. De acordo com o Plano Nacional de Imunização, as pessoas com comorbidades, como os pacientes de câncer, por exemplo, vão participar da terceira fase da vacinação contra o coronavírus. Mas para quem luta diariamente pela vida, o fim dessa espera pode representar a esperança de dias melhores. Quem trata um câncer, ele precisa ser forte, porque senão a doença toma conta. Eu sempre pensei assim, desde quando eu descobri, eu já descobri há cinco anos, e eu falei, bom, a minha, a opção que eu tenho é de lutar. Então eu luto já há cinco anos, né? E quando veio o coronavírus, eu falei, não vai ser esse vírus que vai me derrotar. E com o início da vacinação contra a Covid-19, o Hemocentro da Unicamp ligou o sinal de alerta para o possível desabastecimento. É que a pessoa vacinada terá algumas restrições para doar sangue. Sempre que pode, o engenheiro Pedro Santos vai ao Hemocentro da Unicamp para doar sangue. Eu acho que quando a gente está saudável, se a gente doa sangue, a gente também tem uma responsabilidade de levar a vida às outras pessoas. A responsabilidade de garantir a vida é a mesma com a família e ele não vê a hora de poder receber a vacina contra o novo coronavírus. Tenho pessoas idosas em casa, me preocupo, tomo os meus cuidados com a Covid para não levar essa doença para os meus familiares e para as outras pessoas e vou ser um dos primeiros a ir tomar a vacina quando ela for disponível para a minha faixa etária. Mas quando a vacina for disponibilizada para o Pedro, ele não poderá manter o hábito de doar sangue, pelo menos por um período de tempo. Toda vacina tem um tempo de inaptidão. No caso dessa vacina que a gente tem usado atualmente, o tempo de inaptidão é por 48 horas, depois que o indivíduo faz a vacina. E a outra vacina que vai estar disponível no breve futuro, que é a da AstraZeneca, O tempo de inaptidão por ser de vírus atenuado é maior, então em torno de 30 dias após a vacinação. O período de restrição do doador evita possíveis efeitos colaterais ao receptor do sangue. É importante no caso da vacina de vírus atenuado, a pessoa respeite esse intervalo em torno de 30 dias depois da vacinação, porque esse vírus atenuado não causa nada para o indivíduo que tem a imunidade em ordem. Mas se, por exemplo, essa bolsa for utilizada para um paciente que fez quimioterapia ou que tem um problema sério de imunidade, esse indivíduo pode desenvolver uma doença relacionada ao vírus que não seria apropriada. O sangue doado passa por tratamento no laboratório de imunologia plaquetária do Hemocentro. Todo o material coletado passa por essas máquinas e é devidamente acondicionado antes de ser levado para abastecer os hospitais. Esse processo leva alguns dias para ser concluído. Por isso, o pedido do Hemocentro é pela antecipação da doação. Aqui funciona como uma linha de produção do sangue. Quando a matéria-prima chega até aqui, o pessoal pode separar os componentes entre glóbulos vermelhos, plaquetas e plasma. Mas para que esse pessoal possa cuidar disso, é preciso que você aí de casa faça também a sua doação de sangue. Essa medida que a gente vai estar tomando com a vacina agora é para evitar que haja uma queda e a gente possa ter de novo um desabastecimento por conta da vacina. Vamos falar agora sobre uma doença inflamatória, crônica e que acomete igualmente homens e mulheres. Cerca de 3% da população mundial apresenta a pissoríase. São lesões cutâneas, geralmente placas avermelhadas, espessas, bem delimitadas e com descamação, que podem surgir em qualquer local do corpo. Então, acompanhe agora. Saúde é vida! Olá, tudo bem? Estou na área para a gente fazer aquele bate-papo gostoso sobre saúde. O tema de hoje é psoríase. Muita gente sofre com essa doença e muita gente nem conhece. Por isso, a gente vai conversar agora com o doutor Marcelo, que está comigo aqui na tela. Tudo bem, doutor? Seja muito bem-vindo. Tudo bem, André? Olá a todos os espectadores da TV Câmara Campinas. É um prazer poder participar, passar um pouquinho de informação em saúde. E hoje a gente vai abordar o assunto psoríase. Olha, a gente que agradece para poder contar com seus esclarecimentos aqui com a gente. Doutor, vamos começar então. O que é psoríase? Muita gente nem sabe o que é isso. Então, a psoríase é uma doença da pele, uma doença inflamatória da pele. E essa inflamação, ela se manifesta com manchas na pele que são vermelhas e descamam. Então, essa é a forma dela se apresentar na pele. É uma doença, a gente não tem, no entorno do mundo todo, se fala em torno de mais ou menos 1 a 2% da população teriam psoríase. No Brasil, a gente tem uma estimativa de que próximo de 1,5% da população tem psoríase. Agora, doutor, o que acontece com o corpo da gente que desencadeia essa doença? Então, a doença não tem uma causa muito bem conhecida, mas o que se sabe é que é um distúrbio, é uma alteração, uma desregulação do sistema imunológico da pele. E essa desregulação favorece o aparecimento dessas manchas na pele. Seria uma reação do nosso organismo a alguma coisa? É, assim, a gente sabe que algumas coisas, alguns fatores externos, fatores ambientais, ou desencadeiam ou agravam a psoríase. Então, a gente sabe, por exemplo, que o estresse emocional, o estresse físico, eventualmente você passar por uma cirurgia, por exemplo, isso pode tanto desencadear quanto agravar a psoríase. Alguns medicamentos também estão relacionados a isso. Então, uma coisa importante da gente dizer é os anti-inflamatórios, que no Brasil são vendidos sem prescrição médica, eles são medicamentos que podem desencadear ou agravar a psoríase. E o pior de todos nesse cenário são os corticoides. Os corticoides, eles são anti-inflamatórios do grupo que eles chamam de anti-inflamatórios hormonais. E são remédios que têm uma série de efeitos colaterais e um deles é esse, ou desencadear ou agravar a psoríase. No caso do corticoide, o que acontece, o paciente usa o corticoide para qualquer outra coisa, para uma lombalgia, uma dor nas costas. Às vezes nem é indicado, né? Às vezes nem é para a psoríase, mas quando o remédio baixa o nível no organismo, pode aparecer a psoríase ou agravar uma psoríase que o indivíduo já tem. Então o senhor até fez, de certa forma, um alerta importante, que é sobre a automedicação. O senhor falou de remédios aí vendidos sem prescrição médica, às vezes a população tem acesso, acaba tomando algo para consertar alguma coisa e estragar outra. Então tem que tomar cuidado com isso também. Exatamente, exatamente. É um bom ponto para a gente abordar. Doutor, a psoríase, geralmente o que eu vejo é que pega mais a região do braço, mas ela também afeta outras partes do corpo? A psoríase, a forma mais comum da psoríase é a que a gente chama de psoríase em placas. Essa no passado a gente chamava de psoríase vulgar, que essa é a forma mais comum que a gente tem da psoríase. ela tem uma predileção pelas áreas de extensão dos membros, então é cotovelo e joelho, essa é a localização mais frequente. E predomina na população, 80% mais ou menos dos pacientes, tem a forma localizada da doença, que vai estar localizada nessas áreas preferenciais, cotovelos, joelhos e couro cabeludo, que seria a segunda área mais frequente da gente ter psoríase. E 20% dos pacientes vão ter formas mais graves da doença, que vão ter lesões espalhadas pelo corpo. E existe ainda o extremo dessa gravidade que o paciente pode ter a pele do corpo todo comprometido pela psoríase. Ele vai ter vermelhidão e descamação no corpo todo. Essa variante se chama psoríase eritrodérmica. Por sorte, ela é mais rara do que as outras formas. Então, é importante a gente saber que, para nós dermatologistas, o diagnóstico é relativamente fácil. A gente consegue, pela morfologia, pela característica das lesões, fazer esse diagnóstico. Para o indivíduo que não tem essa capacitação, às vezes é difícil. Pode ser a vermelhidão e a descamação na pele, pode ser uma micose, pode ser uma alergia, que a gente chama de dermatite. Então, é importante que se a pessoa tem lesão nessas áreas, tem lesões nessas áreas, nós citamos aqui, com esse padrão de vermelhidão, de descamação, que ela procure um dermatologista que é o médico mais habilitado, mais capacitado em fazer um diagnóstico preciso. André, na maioria das vezes, a gente não faz nem biópsia, a gente examina, só pelo exame clínico, pela história, já chega à conclusão que é psoríase. São raros os casos que você precisa lançar a mão de um exame a mais, de um exame complementar, que a gente chama, né? E aí, se a gente fica na dúvida, o exame que a gente faz é a biópsia. Agora, doutor, quem já teve na família, o senhor falou sobre o histórico, que é bastante importante, e me trouxe essa questão. Quem tem na família algum caso ou teve, a probabilidade desse paciente vir a ter também um outro membro da família, um parente, aumenta? É ótima pergunta. Então, assim, existe uma predisposição genética do indivíduo ter psoriasis, né? E isso é herdado, não é aquela herança que a gente consegue estabelecer se o pai tem, a chance do filho ter é tantos por cento, não tem como você estabelecer isso muito bem. Mas a gente sabe que se você tem parentes de primeiro grau com psorias, pais, primos, você tem uma chance maior de ter psorias. Essa predisposição tem uma transmissão genética Então a gente encontra, para você ter uma ideia Mais ou menos um terço das pessoas que tem psoríase Tem algum parente com psoríase Então é maior do que se você pegar a população em geral Então existe uma predisposição genética sim Uma outra coisa importante da gente falar, André Que além da pele, a psoríase pode afetar outros órgãos Então, é importante que a gente lembre que mais ou menos um terço dos pacientes, 30, 40% dos pacientes, podem ter a manifestação da psoríase nas articulações. Artrite. Que a gente chama de artrite psoriásica, exatamente. E isso não tem uma correlação direta com a doença grave na pele. Então, o paciente pode ter doença localizada na pele, mas pode ter artrite psoriásica, que essa deve merecer uma atenção especial, porque a artrite psoriásica, se você não trata, se você deixa evoluir, além do paciente sofrer com dor, com limitação de movimentação, ela pode deixar sequela. Nesse caso, são dores bastante agudas, bastante intensas. Exatamente. E tem um padrão que a gente chama na artrite psoriásica, que é um padrão de dor inflamatória, de artrite inflamatória. Então, geralmente, o paciente acorda com dor, aquela articulação que está comprometida, que pode ser uma pequena articulação, como a articulação dos dedos, ou uma grande articulação, como a articulação dos cotovelos, por exemplo, ela acorda mais rígida, demora um tempo para o paciente ganhar movimentação. É como se o paciente estivesse um pouquinho enferrujado, doutor. Exatamente, com essa dor e com essa rigidez, né? E aí ele tem dificuldade nos movimentos, doutor, no caso dessa artrite? Exatamente. O paciente que tem artrite psoriásica, ele tem dor ao acordar e ele tem dificuldade em fazer a movimentação daquela articulação. E quando ele vai movimentando, a dor vai melhorando e a articulação vai ficando mais solta, mais livre. Mas como que a gente diferenciar os dois casos, por exemplo, da artrite relacionada à psoríase? É, na verdade a gente fala assim, se o paciente já tem lesões na pele, né, então, e ele começa a ter dor nas articulações, ele tem um motivo a mais para procurar o médico, tá? Lógico que essa dor nas articulações também tem que ser diferenciada de outras doenças que comprometem as articulações. Por exemplo, artrose, né, artrose é super comum, né, às vezes é o reumatologista, que é o médico especialista em articulação, O que vai separar? O que é artrose, o que é fibromialgia e o que é artrite psoriásica, né? Mas é importante o paciente saber que ela pode causar manifestação articular. Então, doutor, tem vários estágios aí, vários níveis dessa doença, da psoríase. A doença, geralmente, ela se comporta da seguinte forma. Começa a primeira manifestação na pele. Vale a pena lembrar também que pode aparecer nas unhas, né? uma coisa que a gente não falou, que é interessante. Ah, então atinge também, vamos até falar disso, doutor, atinge também a unha. Exatamente, então só para a gente contar um pouquinho do histórico da doença, geralmente ela começa na pele, podendo comprometer as unhas também, e anos depois, 5 a 10 anos depois, é que ela compromete a articulação. Então, geralmente, o paciente que tem o problema na articulação, já tem o problema na pele. Então, como eu estava contando para você, Andréa, e para os nossos espectadores, além dela comprometer a pele, ela pode atingir a unha. Aí na unha pode ter várias manifestações. Pode ter o descolamento da porção distal da unha, da ponta da unha, que a gente chama de onicólise. Mas a alteração mais comum na unha são pequenos furinhos na superfície da unha, que a gente chama de depressões cupuliformes, que também recebe o nome em inglês de pits ungueais. Então, se o paciente tem alterações na superfície da unha, da lâmina ungeal, ele tem que saber que isso merece atenção, tem que ir ao médico, e uma das causas disso é a psoríase. A psoríase não é a causa mais comum de alteração das unhas, né? Muitas pessoas até confundem com alguma micose, né? A gente sabe a importância das unhas, que elas são alertas, servem de alerta para algumas doenças, né? As unhas, elas são os fiscais dos nossos corpos. Se a unha não vai bem, está fraquinha, está descamando, é sinal que alguma coisa está acontecendo aí com o nosso organismo, né? É, como a Andréia lembrou muito bem, um das causas mais comuns de alteração nas unhas são as micoses da unha, que a gente chama de onicomicose, né? Então, se a unha não está saudável, é indicado que a pessoa vá ao dermatologista para saber a causa disso, né? Agora, doutor, muitas pessoas que não conhecem a psoríase e têm contato com algum paciente, ficam até um pouco preocupadas, às vezes até com algum tipo de preconceito. É uma doença contagiosa que passa de um para o outro? É, excelente esse ponto, né? A gente precisa esclarecer que psoríase não pega. Psoríase é uma doença inflamatória, não é uma doença infecciosa. Se eu der um abraço, um aperto de mão em quem tem psoríase, a pessoa não vai ter problema nenhum, não vai pegar nada, tá? Lógico que agora a gente tem que tomar cuidado com o isolamento. Agora nem abraçar pode, né, doutor? Exatamente. Mas, teoricamente, se é um familiar meu que tem psoríase, eu posso tocar nessas lesões que eu não vou pegar nada, tá? E isso é uma queixa frequente dos pacientes. Os pacientes sofrem esse preconceito. As pessoas veem alguém com uma mancha na pele vermelha descamando, falam, opa, será que isso é sarna? Será que isso é contagioso? Os pacientes reclamam bastante disso. Isso aumenta o sofrimento do indivíduo que tem psoríase. E a gente está até, o senhor até citou um pouquinho por conta do coronavírus, a questão do isolamento social, né? Mas essas pessoas que sofrem com psoríase, pode até deixar de fazer atividades do dia a dia, ficar mais reclusas por conta do preconceito. É bem interessante isso que você observou, André, porque o que acontece, o indivíduo tem manchas na pele em áreas aparentes, por exemplo, nos braços, nas mãos, eventualmente no rosto, e como ele sai na rua e vê que as pessoas ficam olhando para ele, ele não se sente confortável com isso, ele começa a fazer atividades prazerosas, ele deixa de fazer atividade esportiva ao ar livre, ele deixa de sair a um parque, a uma piscina, ele vai tendendo a ficar mais recluso. E o que traz mais prejuízo, porque se a gente deixa de fazer coisas que nos trazem prazer, a gente aumenta o estresse e esse é um agravante para a doença. então acaba sendo um círculo vicioso. O senhor até mencionou o estresse, a gente levar uma vida mais tranquila, com mais qualidade, a gente também consegue prevenir essa doença, porque a gente vai estar trabalhando o estresse. É um ótimo ponto esse, e a gente sabe que o estresse piora uma série de doenças. Então, se você tem gastrite, você vai piorar com o estresse. Úlcera no estômago, você vai piorar com o estresse. Várias doenças que cursam com cefaleia, enxaqueca, pioram com o estresse. Na pele, a gente tem várias doenças em que isso é nítido. O estresse agrava a doença, né? Então, vitíligo é uma delas, psorias é a outra doença, bem clássica disso, né? Às vezes, o paciente conta isso pra gente, mas ele fala, ó, eu tive a... rompi um relacionamento, né? Eu tinha um relacionamento com uma pessoa, rompi esse relacionamento, a psorias piorou muito. Então, é nítido isso que o estresse é o agravante da doença. Então, é possível prevenir, em certos casos, essa doença, né, doutor? É, se não prevenir, pelo menos abrandar, né? Tornar mais branda, mais fácil de tratar, talvez, né? Agora, o senhor até falou do tratamento. Quanto antes, melhor? É, na verdade, é assim. A gente tem, hoje, diversas opções de tratamento. Aquele paciente que tem a doença localizada, ele vai tratar com medicações locais. Então, são cremes, pomadas, shampoos. É muito importante no indivíduo que tem psoriasis que ele use hidratante. Fica muito ressecado, doutor? Exatamente. O indivíduo que tem psoriasis, ele tem... A gente, todos nós, todo ser humano tem um manto, tem uma camada que ela é de gordura e de proteína, ela envolve a nossa pele. Os indivíduos que têm psoriasis têm essa camada mais fraca, mais escassa. Então, muitas vezes ele refere para você que a pele está mais seca. Então, é um outro ponto do tratamento é esse, a gente devolver a hidratação da pele com uso de hidratante e orientar medidas que evitem que a pele resseque mais. Então, o fator externo mais importante para ressecamento da pele é o banho quente e demorado. Então, para nós que temos o hábito tropical de tomar um banho por dia, O ideal é que esse banho seja rápido, que a gente use sabonete nas áreas de maior transpiração, evite usar bucha, esponja. Para o nosso hábito de um banho por dia, isso é desnecessário e acaba sendo um agressor da pele. Acaba tirando a proteção, né? Que a gordura ajuda a proteger a pele também, né? A gente acaba fazendo aí, dando efeito contrário. Embora a doença seja crônica, psoríase é uma doença crônica, e isso às vezes faz com que o paciente perca a motivação de se tratar. Mas ele tem que encarar como se a gente encara pressão alta, como a gente encara diabetes. Talvez eu não consiga curar a doença, fazer com que o paciente nunca mais tenha lesão. Mas dá para melhorar, e dá para melhorar bastante. Muitos pacientes a gente consegue melhorar tanto que ele fica sem lesões aparentes. E esses pacientes que a gente não consegue controlar com creme, com loção, a gente tem diversos medicamentos por via oral, a gente tem medicamentos injetáveis, que são os mais novos no tratamento da psoríase. Então, sempre vai ter um jeito de ou amenizar a doença, ou controlar também a ponto do paciente ficar sem nada, sem nenhuma lesão na pele. Dá para levar a vida tranquilamente com essa doença, né, doutor? Não pode abandonar o tratamento, né? Exatamente, a ideia é você controlar a doença para fazer com que esse paciente retome todas as atividades que ele deixou de fazer por causa da psoríase. E qualquer manchinha, a gente está entrando até no dezembro laranja, que é o mês de alerta contra o câncer de pele, então qualquer manchinha que aparecer tem que procurar uma ajuda médica, né, doutor? Exatamente, pode ser que você tenha alguma coisa na pele e que o médico fala para você, isso é benigno, é relacionado ao envelhecimento, não precisa se preocupar. Mas pode ser, num paciente com mais idade, 60 anos para cima, é época que aparece câncer de pele. Então pode ser um câncer de pele, pode ser uma doença infecciosa como uma micose, pode ser uma doença inflamatória como eczema, como psoríase. O dermatologista é o médico que consegue separar uma da outra e orientar o melhor tratamento. Tá certo, doutor. Muito obrigada de estar aqui comigo com nossos telespectadores, viu? Eu que agradeço a oportunidade de poder participar e deixo um abraço aí a todos. Muito obrigada. Obrigada a você também que esteve comigo até agora. Faça igual o doutor falou, cuide-se, cuide muito bem da sua saúde, que tudo dá certo no final. Até nosso próximo encontro. Fique bem. Tchau. 42 minutos e pra gente encerrar o Câmara Total, já que tá todo mundo com fome aqui, que ninguém almoçou, a gente vai conferir um delicioso hambúrguer caseiro. Então chega mais Michel Amorim no Cozinha Fácil. Estamos no ar Cozinha Fácil e hoje, é claro, nós vamos ensinar uma receita deliciosa e super fácil de fazer. Quem vai ensinar pra gente é o Kaique, que já está aqui do meu lado. Kaique, tudo bem? Tudo bom, sim. Tudo jóia. Kaique, que receita que é essa? Hoje a gente vai fazer uma receita de um lanche muito gostoso e ele é o tradicional da nossa rede, a Rede Lanchão. Ele é um lanche com dois hambúrgueres, a gente fez ele com um hambúrguer artesanal, de 120 gramas cada hambúrguer. Os ingredientes dele vão ser dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial e cebola. Ele é um lanche bem bacana e bem servido mesmo, um lanche bem grande. Não, eu vi aqui, olha só, na mesa, né? A gente já tem aqui ele preparado. E são dois hambúrgueres? Sim, dois hambúrgueres. De quantas? 120 gramas. É muita coisa. Fica um super lanchão, né? Sim, muito grande mesmo. E aí, a gente demora? É um processo demorado? É simples? Como é que é? Esse lanche, ele foi feito num hambúrguer artesanal. A pessoa que ela quiser fazer em casa, ela vai fazer o preparo do hambúrguer. A gente vai mostrar as receitas certinho, como a gente vai preparar ele. Ele é um lanche fácil de fazer, depende da pessoa, se ela prefere um lanche mal passado, bem passado, ao ponto. A demora vai depender desse estilo que a pessoa gosta do hambúrguer. No caso esse, a gente fez um lanche ao ponto. Ele foi um lanche rápido de se fazer. O preparo foi bem rápido e fica muito bacana, muito bacana mesmo, muito gostoso. Bom, o Kaique já adiantou aqui pra gente, né, alguns ingredientes, já já, então já se prepare aí, vai pegando o caderninho, né, enquanto eu vou adiantando aqui algumas coisas, alguns detalhes dos ingredientes. E olha só, a gente tá usando aqui o pão brioche. Sim, o pão de brioche. Mas pode usar o tipo de pão que eu tiver em casa, o tradicional. Um pão tradicional de hambúrguer mesmo. Esse pão de brioche, ele fica bem bacana com esse lanche, mas o pão tradicional também é excelente. A receita, ela fica boa independente do lanche. Pão australiano, aquele mais... Bacana também. Combina? Se a pessoa tiver o gosto pelo pão australiano, fica bacana. Ah, não gosto de alface, posso colocar rúcula? Sim, claro, rúcula picadinha, certinho. Ou outro tipo de alface também, aqui a gente usou o alface crespa, mas pode ser o alface liso, o alface americano, outro tipo de alface que também vai ficar bem bacana. O americano é bom, traz aquela crocância também, né? E aí, a gente está usando a cebola branca? Sim, a cebola branca, mas pode também ser a cebola roxa. No caso, aqui a gente picou ela e fez ela picadinha. No caso, pode ser ou em rodelas, aí vai do gosto da pessoa. A gente aqui preferiu ela picadinha, mas a cebola roxa também em rodelas fica bem bacana. Olha só que legal. Dá para fazer também, inclusive já fica aqui uma terceira pauta, né? Por que terceira? Porque a gente já gravou uma outra receita aqui, né? Não vou adiantar muito, mas já fica uma terceira pauta aí, uma sugestão da gente voltar para poder aprender a fazer uma cebola caramelizada, né? Sim, cebola caramelizada na chapa. E esse lanche também ficaria muito bacana. Fica bom, né? Combinaria, por um hambúrguer ser artesanal, ela combinaria bastante com o lanche. Uma cebola caramelizada na chapa ou na frigideira, caso a pessoa esteja em casa, seria bem bacana também, combinaria bem. A gente está usando aqui o queijo. O queijo prato. Prato. Sim, mas se a pessoa preferir o queijo parmesão, gorgonzola, algo do tipo também, não tem problema. Fica gostoso de qualquer jeito. Nesse caso aqui, é o queijo prato que é o tradicional da nossa rede. Mas se a pessoa preferir o queijo mozzarella ou o gorgonzola, algo do tipo, não tem problema também. Fica bem bacana. Na nossa receita, a gente tá usando ali dois tipos de carnes, né? Sim. Pra poder chegar no blend do nosso hambúrguer. A gente tá usando... A gente, pra uma receita completa, pra poder fazer alguns hambúrgueres, a gente utiliza meio quilo de ponta de peito e meio quilo de acém. O acém sempre bem limpinho, moído, certinho, bem moído. Faz a mistura e faz o tempero tudo junto. Fica bem bacana o hambúrguer. E aí, é uma receita que rende, né? Vão render quantos hambúrgueres? Um quilo, mais ou menos, vai render mais ou menos uns oito a nove hambúrgueres. Depende do tamanho que a pessoa queira fazer também. Se quiser fazer de 200... Sim, a véia de 200, 120 gramas, ou mais fininho, se a pessoa preferir ele mais passado, não prefere uma suculência maior no hambúrguer, ela faz um pouquinho mais fininho, ela consegue deixar ele mais passado. Não mais do que isso, né? Porque aqui nós temos dois hambúrgueres, e se você fizer de 200, já são 400 gramas de carne. É bastante, né? É uma porção bem generosa. Aí vai dar fome na pessoa mesmo. Vai dar fome. E aí, então, é uma receita cara para o pessoal fazer em casa? Então, justamente, a gente faz essa mistura também da carne, por ser uma carne mais em conta, ou assim, ela fica bem bacana moída e a ponta de peito também não é uma carne cara. Então, qualquer um pode fazer em casa e fica bem bacana. É uma carne bem acessível. Gente, olha só, com essa apresentação, a gente já conseguiu convencer vocês aí de casa que precisam fazer essa receita. Então, eu já tinha adiantado, né? Já pegou o caderninho? Pegou. Agora, confira tudo que vai na nossa receita. Anote aí os ingredientes para o hambúrguer. 500 gramas de acém moído, duas vezes. 500 gramas de ponta de peito também moído, duas vezes. 5 gramas daquele tablete de caldo sabor picanha. Sal a gosto. 40 gramas de creme de cebola. E para montar o seu lanche, você vai precisar de um pão de hambúrguer brioche, ou pode ser o tradicional também. Dois hambúrgueres de 200 gramas, 30 gramas de queijo prato, 25 gramas de alface, 60 gramas de algum tipo de molho, pode ser mostarda, maionese ou até mesmo ketchup. e 15 gramas de cebola picada. Anotou tudo? Agora, antes de eu mostrar como é que se faz, na verdade, eu não vou mostrar nada. Quem vai mostrar é o Kaique, né? E aí ele vai explicar pra gente. Tem um segredinho do ponto, né? Que você até já deu uma adiantada. O ponto da carne. Como é que eu vou chegar no ponto ideal? Então, no caso, as pessoas irão fazer em casa, a frigideira sempre em fogo mais baixo. A hora de colocar o hambúrguer, o hambúrguer vai ser bem artesanal, então a hora que ela coloca o hambúrguer, sempre, se for mal passado, sempre virar bem, ficar virando bastante. Por quê? Para não criar aquela crosta em cima do hambúrguer, não fica bacana de comer depois, fica muito duro. Sempre virar bem e sempre partir o hambúrguer e levantar para poder conferir se a carne está no ponto certo da pessoa. Se ela prefere bem passado, mal passado ou ponto. Bom, se for então um hambúrguer de 100 gramas, 120, eu vou virar uma vez de cada lado. Sim, vira uma vez a cada lado, espera um pouquinho, vira uma vez a cada lado e ela fica ao ponto. Agora, se for 200 gramas, né, ou acima disso, ou chegar nesse tamanho, a gente tem uma técnica que você explicou pra gente, né? Que tem que cortar pra poder ver como é que é. É bacana virar mais, o hambúrguer vai estar inteiro na panela. É bacana você ir virando sempre, para não criar aquela crosta em cima, porque ele é muito grosso. Se a pessoa não gosta dele muito mal passado, ela vai ter que tirar logo para não criar aquela crosta. Então dentro vai ficar muito mal passado. Então é só para a pessoa não gostar, não é bacana. É bacana sempre ficar virando bastante e partir no meio, dar uma levantadinha e você confere o rosado de dentro do hambúrguer. Você consegue saber se o hambúrguer está bem passado, ao ponto ou mal passado. É bacana conferir assim. Outra dica que o Kaique estava dando para a gente durante a gravação do modo de preparo, que a gente já vai mostrar para vocês aí de casa, é a respeito da quantidade de o que fazer para não grudar. Ali você falou da questão do óleo. Sim. Ou a pessoa passa um fio de óleo na fritadeira, gira bem, mexe bem, espalha bem o óleo pela fritadeira. Não deixa muito fogo alto, porque senão o óleo começa a queimar. Como é pouco óleo, o óleo vai começar a queimar, então não vai ficar muito bacana. Então já passa um fio de óleo, espalha tudo pela panela e já coloca o hambúrguer. Aí vai fazendo aquele processo com a espátula ou com a espumadeira mesmo, de virada do hambúrguer, depende da gramatura dele. Kaique, quantas dicas, né? Então agora o pessoal de casa vai ver o modo de preparo, olha aí. E esse hambúrguer é muito fácil de fazer. Para começar, misture as carnes. Aí você vai acrescentar um tablete de caldo de carne, dissolvido em 15 ml de água morna. Coloque as carnes e todos os ingredientes em uma bacia. Mexa até obter um blend homogêneo. Você pode pesar para fazer os hambúrgueres iguais e colocar em uma forma ou deixar em bolinhas. E aí você vai apertar com um peso ou a palma da mão mesmo e manter uma espessura de mais ou menos um dedo no mínimo. Isso é para deixar o nosso hambúrguer bem suculento. Aí é só fritar e montar o seu lanche. E assim ficou pronto. Caíque, olha só, eu adorei a dica que você trouxe. ensinou o lanche pra gente um lanche super diferente e olha só eu acho que eu vou fazer o seguinte, eu vou cortar pro pessoal de casa, ver como é que ficou a nossa receita pessoal de casa tem que fazer, né? com certeza não é difícil o Cris, nosso cinegrafista, já tá focado aqui, olha só Cris, eu vou abrir ó, como é que ficou aqui o meio acho que eu vou ter que cortar mais mais um pouco Ó, agora foi. Olha, olha como é que ficou o meio do nosso lanche. Sensacional. E aí, eu que não sou bobo nem nada, né? Vou pegar aqui um guardanapo, já aproveitei, né? Fica à vontade, tenho certeza que você vai gostar bastante. Pessoal de casa gostou da receita, né? Se não fizer e quiser vir até aqui, como é que faz? Então, eu convido todos vocês para conhecer a nossa loja, Vinas Amoreiras, 2227. Vocês vão sentar na mesa, ser bem atendido, um lanche fresquinho, de qualidade para vocês, tenho certeza que vocês vão adorar. Venham nos conhecer, tá bom? Nesse momento, eu fui obrigado a tirar a máscara. A nossa gravação, ela respeitou todos os protocolos de segurança, a gente em todo momento usa máscara, Máscara e usamos álcool em gel, distanciamento, mas para experimentar, para dar o veredito, precisa tirar a máscara, né, Kaique? E olha só, o pessoal tem redes sociais, né, para acompanhar as novidades? A gente tem o Facebook, Instagram, Lanchonas Amoreiras, se quiserem acompanhar, a gente posta muitos vídeos, vídeos de produção de lanches também, que a gente faz, a produção nossa no dia a dia, como a gente faz, É bem bacana. O pessoal gosta bastante. Muito bom. Eu estava comentando, eu acho que o pessoal de casa faz isso. Normalmente, quando a gente faz um hambúrguer, a gente coloca o ovo para dar liga. E nesse caso, não precisa. No caso, a gente pode colocar ou o ovo ou, como a gente gostou dos ingredientes, a nossa pasta de cebola. Ela também dá liga. Sempre tem que ter alguma coisa, ou uma farinha, ou alguma coisa para dar liga. No caso, pra gente não deixar ela muito maçosa, a gente sempre coloca só o farinha de cebola mesmo. Ele dá a liga certinho, não precisa nem do ovo e nem da farinha. Kaique, eu quero agradecer a participação de trazer essa receita pra gente. Tenho certeza que o pessoal de casa adorou. E eu, né, não preciso nem falar, a gente vai encerrar o programa agora, que eu ainda tenho todo esse lanche pra degustar. Bastante carne aí. Valeu, até o próximo programa. Esperamos vocês aqui, hein? Tchau, tchau. Transcrição e Legendas Pedro Ribeiro Carvalho Encerrar o Câmara Total. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. Nos vemos amanhã às 11 horas da manhã. Até lá. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do CÂMARA TOTAL

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
2:25:16

CÂMARA TOTAL

2:11:54

CÂMARA TOTAL

2:00:01

CÂMARA TOTAL

1:19:03

CÂMARA TOTAL

2:00:30

CÂMARA TOTAL

2:38:23

CÂMARA TOTAL

2:01:44

CÂMARA TOTAL

2:24:11

CÂMARA TOTAL

2:30:52

CÂMARA TOTAL

1:58:11

CÂMARA TOTAL

2:40:15

CÂMARA TOTAL

2:16:53

CÂMARA TOTAL

2:22:57

CÂMARA TOTAL

2:13:59

CÂMARA TOTAL

1:52:13

CÂMARA TOTAL

2:21:29

CÂMARA TOTAL

2:21:07

CÂMARA TOTAL

1:43:35

CÂMARA TOTAL

2:10:16

CÂMARA TOTAL

1:44:01

CÂMARA TOTAL

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
5:22

Câmara Notícia | Diplomação Parlamento Jovem 2026

18:49

Giro Ambiental | Sanasa vence prêmio de enfrentamento da escassez hídrica

8:48

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo

4:13

Adote Um Bichinho | Semana 15 a 20 de Junho de 2026

58:30

Jornal Câmara Notícia

58:30

Estúdio Câmara

1:52

Câmara Notícia | PL Rota da Fé Campinas

20:21

Notícias do Legislativo