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CÂMARA TOTAL

13 views Publicado 06/05/2021 HD · 1:30:46

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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo. Terça-feira, 4 de maio de 2021, começa agora o Câmara Total ao vivo, meio-dia. E eu quero a sua participação através do número do nosso WhatsApp, que já está aqui embaixo na sua tela. 19 é o nosso DDD, 978293776. Lembrando que você tem a opção do QR Code. Pega o seu celular, aponta para o QR Code e ela vai estar na tela do seu celular. O WhatsApp TV Câmara Campinas e a gente conversa ao vivo. E atenção, hein? O cursinho Malunga Tereza Santos está com aulas gratuitas a estudantes do nono ano do ensino fundamental de escolas públicas, que pretendem se apresentar aí aos vestibulinhos das escolas técnicas. Por isso, eu aciono o nosso repórter André Aranha ao vivo, que está ao lado da diretora de projetos da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura da Unicamp e tem todas as informações sobre inscrição, quem pode participar. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Pois é, boa tarde para você, Gabriel Castro. Boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Total. Como você disse, é um cursinho bem bacana e, olha só, oferece aulas de graça de matérias como Geografia, História, Química, Física, Português, Matemática. O cursinho, inclusive, teve as atividades interrompidas por conta da pandemia, mas retomou já no segundo semestre do ano passado. Bom, para a gente falar um pouco mais a respeito disso, você falou que eu estou aqui com a Gislaine, vai bater um papo conosco e passar todas as informações a respeito do cursinho. Tudo bem? Boa tarde. Boa tarde, André. Tudo bem? Como está? Beleza. Então, fala um pouquinho para a gente, para o pessoal que está em casa, Gislaine, que não conhece o cursinho, de repente tem interesse, alunos do nono ano das escolas públicas. Fala um pouquinho para a gente como funciona o cursinho. Tá certo. Então, o cursinho Malunga, ele é um cursinho popular destinado a alunos da rede pública de ensino. O cursinho, ele atende o pessoal do nono ano do Ensino Fundamental 2, com a proposta de preencher lacunas existentes na educação. Então, atualmente, nós estamos com as inscrições abertas para que possamos atender esses alunos da escola pública. Temos muita... gostaríamos que todos se inscrevessem no nosso cursinho. Vocês vão gostar bastante. Bom, são quantas vagas, Gislaine? Conta para a gente. Nós temos disponível 100 vagas, disponíveis 100 vagas, mas dependendo da demanda podemos ajustar isso até umas 130, 140 vagas. E quais os critérios aí para que essas vagas sejam preenchidas? É necessário que o aluno esteja cursando o nono ano de ensino fundamental 2, é necessário que o aluno pode ser da região de Campinas, pode ser de Campinas e região, na verdade, E estar com intenção, que esse é o nosso maior objetivo, de acesso aos colégios técnicos de Campinas e região, que são Cotuca, Cotil, Etecs, Instituto Federal. Temos vários cursinhos com formação técnica em Campinas e região, então acho importante que os alunos das regiões periféricas tenham acesso a esses cursinhos. A gente, inclusive, né, Gislaine, estava batendo um papo antes do início da entrevista e até falei para você, nossa, o Cotuca eu lembro do meu tempo, ouvia falar, eu nunca cheguei a fazer colégio técnico, tudo, mas, quer dizer, é bem tradicional. E você me disse, André, pois é, pertence a um braço da Unicamp, né? Exatamente, André. O Cotuca é um braço da universidade. Tanto o Cotuca quanto o Cotiu. O Cotiu é o colégio técnico de Limeira. O Cotuca é o colégio técnico aqui de Campinas, que atende a maioria da população de Campinas. A busca pelo processo seletivo de ambos é muito grande. O ano passado, eles fizeram uma forma diferenciada devido à pandemia. foi feito através de histórico escolar, mas em anos anteriores sempre é feito o pré-vestibulinho, o que dá em média de inscrições de quase 7 mil alunos e são no máximo, dividido por várias áreas, no máximo 400, 500 vagas. Então, a procura é bem grande. Bom, este ano com a volta dos vestibulinhos, né, Gislaine, que tipo de preparação o aluno deve ter? Muda alguma coisa? Então, a proposta com o cursinho é que os alunos consigam preencher aquela lacuna da educação que nós sabemos que existe. Então, muitas vezes o aluno da escola pública, ele não chega com nenhum conhecimento de física, química, principalmente essas matérias para ele são as mais difíceis. Então, com o cursinho, os professores conseguem fazer com que eles aprendam para poder dar acesso ao Cotuco e Cotiu, que são os colégios técnicos mais concorridos da região. Perfeito, bom, a gente está aqui no local onde as aulas são realizadas Evidentemente que por conta da pandemia as aulas precisam ser à distância, não mais presenciais Um dia a gente espera que tudo volte ao normal, que o pessoal possa frequentar Mas por enquanto deve ser assim Bom, e aqui a gente está vendo as carteiras, cadeira, enfim, tem também a lousa aqui, pedir para o repórter Cristiano Ribas, o repórter cinematográfico, mostrar para a gente também, não é? Tudo isso é doação? Conta para a gente como que é essa situação, por favor, Gislaine. Então, André, esses são materiais provenientes de doação. Perfeito. Há uma parceria da Unicamp com a igreja que fica em frente ao cursinho aqui na Praça do Coco, da igreja presbiteriana, e alguns outros parceiros que nós temos. Por exemplo, o Precoltec também é nosso parceiro. Então, ele fez a doação das lousas, a Unicamp das mesas e carteiras, E toda a parte de alunos, também a Unicamp nos ajuda, quando temos bolsistas do serviço de apoio ao estudante que concorrem e a Unicamp subsidia essas bolsas para que os alunos, os professores possam dar aula. Então, há toda uma parceria, todo um atendimento social por parte da Unicamp e de mais outros parceiros que temos. Quem estudou em escola pública, mas está fora da escola, pode se inscrever? Então, nós, no momento, nós preferimos, damos prioridade para quem está em estudo, não para quem parou. Então, assim, nós estamos pensando em fazer um novo cursinho que atenda esse pessoal que precisou parar ou que já está até no primeiro ano do ensino médio, porque também há essa busca. Mas, hoje, atualmente, nós ainda não temos professores para isso. Então, hoje, nós só atendemos os alunos que estão regularmente matriculados no ano do ensino médio. Perfeito. As inscrições, então, vão até quando, Gislaine? As inscrições terminam agora dia 7 de maio, podem ser feitas através do site www.cescom.unicamp.br. Desculpe, corrigindo, é www.cescom.proec.unicamp.br. Repita. www.cescom.proec.unicamp.br Bom, daqui eu vou dar um pulo lá para o estúdio da TV Câmara Campinas, onde está o meu grande amigo Gabriel Castro, para fazer certamente uma pergunta para a Gislene, que gentilmente atende nossa reportagem ao vivo aqui no Câmara Total. Pois não, Gabriel? Sem sombra de dúvidas, farei a pergunta e o nosso repórter André Aranha vai repassar então a Gislene, que eu já agradeço desde já pela disponibilidade que está tendo aqui com o Câmara Total, com o nosso programa aqui da TV Câmara Campinas. Gislene, eu acredito que uma grande parte dos alunos que estão apenas com as aulas virtuais devem estar com um cansaço mental muito grande, né? A pandemia, infelizmente, tem atingido também o nosso comportamento. Estas aulas que estão sendo oferecidas, português, matemática, química, tem uma dinâmica diferente? O conteúdo, ele chega de uma outra maneira a este aluno? Seja bem-vinda ao Câmara Total e boa tarde. Bom, o Gabriel disse que com as aulas virtuais, muitos alunos estão com um cansaço mental muito grande, o que é absolutamente normal. Então, ele pergunta exatamente o seguinte para você, Gislaine, se as aulas de português, química, física, enfim, das matérias vão ter uma dinâmica diferente, até para incentivar ainda mais os alunos e tudo mais, ele também agradece a sua participação aqui no Câmara Total. Eu que agradeço, Gabriel. Respondendo a sua pergunta, sim. Esse, na verdade, é um dos nossos pontos fortes. Nós procuramos trabalhar com esses alunos de uma maneira diferenciada, justamente levando em conta essa situação do EAD, que, de fato, fica muito cansativo para eles. Então, assim, além de... nós reduzimos um pouco o horário para que esses alunos não fiquem tanto tempo em frente ao computador, mas as aulas procuram ser interativas. Então, não é aquela coisa pesada de só a questão teórica. Então, eles fazem uma questão, um relacionamento ali com os alunos, fazendo algumas atividades práticas. Ah, que bacana. Então, fazendo com que o aluno não fique tão engessado, não fique tão preso e não fique tão maçante esse processo de aprendizagem. Inclusive, a gente estava conversando antes também que os alunos têm apoio psicológico aqui, apoio emocional, não só as aulas, que são certamente muito importantes, como eu disse, de Química, de Física, de Português, de Matemática, de História, de Geografia, de Redação. Mas também há esse apoio emocional por parte de quem? Gostaria que você pudesse falar um pouco mais sobre isso, por favor Então, em virtude da nossa parceria com a igreja presbiteriana Em virtude do espaço Então quando nós percebemos que um dos nossos alunos está um pouco mais fatigado Um pouco mais cansado Nós procuramos a igreja presbiteriana E eles nos auxiliam nesse processo Esse já é um tratamento, uma forma de acolher esses alunos e fazer com que eles tenham algum tipo de suporte Porque às vezes o aluno não consegue conversar em casa com a família Então nós entramos nesse processo juntamente com a igreja presbiteriana, os professores aqui e o pessoal da igreja presbiteriana para fazer com que esse aluno consiga passar por essa fase um pouco mais estressante, um pouco mais cansativa, de uma maneira mais leve. Então, eles fazem todo esse trabalho de acompanhamento junto conosco. Um trabalho muito bonito, por sinal. O cursinho é bacana também para os alunos da Unicamp, porque são eles que dão aula, que dão as aulas aqui, dessas matérias que eu citei. Então, é importante também na formação desses estudantes, né? Exatamente, André. Você tocou no ponto principal. Então, assim, é uma troca, né? Então, o nosso projeto é um projeto de extensão, né? Então, o projeto de extensão da universidade é justamente isso, é devolver para a comunidade um pouco daquilo que a comunidade dá para a gente. Então, quando os alunos estão lá na Unicamp estudando gratuitamente, então eles gostam de entrar no projeto para dar esse retorno. E em dando esse retorno, é crescimento para eles também. Então, assim, eles já não chegam, a partir do momento que se formarem, já não chegam no campo de trabalho totalmente sem conhecimento nenhum. Então, ele já entrou numa sala de aula, ele já teve contato com o aluno. Então, para eles é muito importante. Então, é um retorno muito bom. Acontece um crescimento profissional e os alunos gostam bastante. Inclusive, vocês ainda estão procurando um professor de português, é isso? Isso. Nós fizemos uma divulgação que estávamos precisando de professor de português. Já temos recebido vários currículos, mas quem quiser pode ainda mandar, que nós estamos no processo de escolha desse professor. Então, por gentileza, podem mandar. Bom, então, confirmando, as inscrições vão até sexta-feira, importante demais esse cursinho, não é, Gislaine? Até porque a gente sabe que existe uma distância muito grande entre o ensino particular e o ensino público, e nessa pandemia parece que essa distância fica ainda maior, não sei se você tem essa impressão também. Sim, exatamente, André. O que nós temos são alguns dos pontos que nós realmente temos percebido e que as famílias têm trazido para nós. Que os alunos estão desestimulados e que os alunos não têm aulas, tem dias que não têm aulas ou que têm e não compreendem. Então, o trabalho do cursinho também é auxiliar esses alunos nesse momento. Então, é ajudar os alunos a ter o entendimento daquilo que eles não estão conseguindo absorver. E isso faz com que o aluno se interesse, comece a gostar da disciplina, da matéria. E no nosso cursinho também, nós temos dois psicopedagogos que vão dar todo o suporte para os alunos. Então, além da igreja, além do trabalho que nós fazemos de acompanhamento dos alunos, nós temos também os pedagogos, que são também alunos da Unicamp, que vão trabalhar com esses alunos que vão ingressar no cursinho duas vezes por semana. Para dirimir as dúvidas, ver como eles estão se sentindo Dar todo o suporte que eles precisam realmente ter Muito bom, muito bacana Mais alguma coisa que você queira falar para a gente encerrar essa entrevista? Algum recado importante? Eu gostaria também de agradecer a professora Débora Maza Porque a professora Débora da Faculdade de Educação da Unicamp Ela também está conosco nesse projeto Então, o auxílio dela é muito importante para nós Eu quero agradecer a professora Débora, a PROEC, a Proreitoria de Extensão e Cultura Pela possibilidade de estar à frente enquanto coordenadora desse projeto Estou vendo que você está com vestido verde, preto, colar verde, máscara preta, algum motivo especial? Ah, mãe, é débil, né André? Daí você me contou que você tem alunos bulgrinos, pontipretanos, né? Exatamente. Então, agrada a todo mundo. Agrada a todos. Muito obrigado pela participação aqui com a gente. Eu que agradeço a disponibilidade. Valeu, eu volto com você, Gabriel Castro. Já entrou no clima de dérbia aí, muito bacana. Então, agradeço a participação do nosso repórter André Aranha e, claro, da Gislane Elias Alípio Silveira, ela que é diretora, então, de projetos da Pró-Reitoria de Extensão e Cultura. Vou reforçar o site aqui, hein? Atenção, você estudante do nono ano de escola pública que está pensando em fazer o curso técnico. Atenção, a gente vai mostrar aí para vocês, sescom, olha aí, está na tela, sescom.proec.unicamp.br. O site está aqui para dar tempo de você anotar estudante do nono ano de escola pública que está pensando em um curso técnico. Olha só que oportunidade muito bacana, gratuita. sescom.proec.unicamp.br Hora de ação e solidariedade aqui no Câmara Total. A TV Câmara Campinas abraçou as empresas e pessoas que estão ajudando aqueles que estão em situação de vulnerabilidade social. E a Casa Paralítica de Campinas está com uma campanha solidária para famílias carentes atendidas pela instituição. Confira só. A Casa da Criança Paralítica de Campinas está recebendo doações de alimentos não perecíveis. Cestas básicas para ajudar cerca de 200 famílias de pacientes atendidos pela instituição que se encontram em situação de vulnerabilidade social agravada pela pandemia da Covid-19. Eu acho que a pandemia, o impacto é muito, muito profundo no que se refere à questão da perda da renda, né? Então a casa, como uma entidade que atende 360 famílias por mês aqui, nós temos que buscar alternativas junto à sociedade no sentido de minimizar os seus problemas. E hoje nós estamos com essa campanha de arrecadação de alimentos, essas básicas, nesse sentido. A instituição oferece atendimento gratuito, especializado, a crianças, adolescentes e jovens com deficiência física e comprometimento neurológico em várias áreas. Para aqueles que tiverem condições financeiras, por favor, faça sua doação. Não precisa ser a cesta, pode ser alimentos separados, arroz, feijão. Então é nesse sentido que a gente faz esse apelo para a sociedade. E quem quiser ajudar é muito fácil. A Casa da Criança Paralítica está localizada na rua Pedro Domingos Vitale, número 160, Parque Itália, em Campinas. Quem preferir, pode doar um valor equivalente em dinheiro para que a casa adquira os produtos e entregue as cestas. A campanha não tem data para acabar. Através da doação de cestas básicas, ou alimentos soltos, como eu falei, ou ainda através de depósitos em conta bancária específicas. E as nossas redes sociais, através do Facebook, Instagram e tal, tem lá o número da conta bancária, tem o Pix. Então fica a critério do doador fazer a escolha, mas é a forma que nós encontramos no sentido de ajudar essas famílias. Caso a pessoa queira doar, mas não tem condições de trazer, nós podemos fazer a retirada. A casa faz a retirada também, é só entrar em contato através das nossas mídias sociais que a gente agenda e faz a retirada. O filho da dona Maria faz tratamento na casa da criança paralítica. Ela contou pra gente que a situação dentro de casa ficou complicada por causa da pandemia. O esposo já é de idade, né? Ele tem 58 anos e ele não tem um serviço fixo. Ele tá, por enquanto, fazendo bico e não é fácil, né? Arranjar o bico da idade dele. Eu fico muito feliz quando eu recebo uma cesta, principalmente que é daqui, né? A gente é beneficiado, é muito bom. Faz diferença, eu acho que é o papel de todo cidadão, aquele que tiver condições de ajudar, ele já vai fazer a sua diferença, que doe um quilo de alimento, a gente está obviamente minimizando a questão da fome dessas famílias. As inscrições para o Prêmio Zayed de Sustentabilidade dos Emirados Árabes Unidos terminam nesta quinta-feira, 6 de maio. É um prêmio internacional pioneiro em recompensar impacto, inovação, inspiração e lança uma chamada final para empresas de pequeno e de médio portes, organizações não governamentais e escolas secundárias de todo o mundo a enviarem as candidaturas para esta edição de 2022. Confira este recado. Desde 2008, este prémio, criado pelos Emiratos Árabes Unidos, reconhece projetos na área da sustentabilidade. Se você faz parte de uma pequena ou média empresa, de uma ONG ou é estudante do ensino médio e tem um projeto inovador nesta área, pode e deve candidatar-se a um prémio de até 600 mil dólares. Nos últimos anos, pelo menos três projetos brasileiros foram selecionados como finalistas do Prémio Zahed. As inscrições para este ano podem ser feitas no site oficial do Prémio Zahed de sustentabilidade até ao próximo dia 6 de maio. No ano que vem, espero ver o seu projeto como finalista. Muito boa sorte e muito obrigada. Meio dia e 23, vamos fazer o seguinte? Primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta tem as notícias da Metrópole de Campinas com a Mina Abreu ao vivo, as notícias do Legislativo que acontece aqui na Câmara de Campinas E amanhã é dia de derby de número 199 entre Ponte Preta e Guarani. Tem reportagem sobre o assunto, não sai daí que o intervalo é rapidinho. Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira. Já enviou a sua mensagem, o seu elogio e uma crítica construtiva? O que você quer assistir aqui no Câmara Total? Olha só, 19 é o nosso DDD, 978293776. Lembrando sempre que você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code. Pega o seu celular, abre a câmera como se você fosse tirar uma foto. Só que você vai apontar para este QR Code aqui. E aí na tela do seu celular vai estar escrito lá. WhatsApp TV Câmara Campinas. Você aperta e a gente conversa ao vivo nesta terça-feira, agora meio-dia e 28, como combinado, a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios com as notícias da metrópole de Campinas. Seja bem-vinda, boa tarde. A gente começa atualizando os casos da Covid-19 no nosso país, estado de São Paulo, região metropolitana e depois na cidade. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você de casa. Olha, de acordo com o Ministério da Saúde, até esta segunda-feira o país registrava 14.779.529 casos da Covid-19, com 408.622 óbitos. No estado de São Paulo, são 2.926.516 casos, com 97.172 óbitos. Ficam aqui as condolências da TV Câmara Campinas. Agora nós vamos falar da região metropolitana de Campinas, que até esta segunda-feira somava 242.610 casos confirmados. A gente faz aqui uma observação que Santa Bárbara do Oeste fez a última atualização no dia 30 de abril. Campinas somava 93.227 casos até esta segunda-feira. Sumaré, 19.783. Indaiatuba, 19.171. Aí depois a gente tem Americana com 16.232. Santa Bárbara do Oeste, 14.594. Hortolândia, 12.321, Paulínia, 11.259, Valinhos, 11.115. Na sequência, municípios com menos de 10 mil casos da Covid-19, Itatiba, Vinhedo, depois aparecem Cosmópolis, Jaguariúna, Montemor, Nova Odessa, Arthur Nogueira, Pedreira, Engenheiro, Coelho, Santo Antônio de Posse, Olambra e Morungaba. Só lembrando, então, de acordo com esta última atualização, 536 novos casos de Covid-19 na cidade de Campinas, o que prova que a doença continua circulando por todas as regiões. Cuidado, precisa continuar a utilização da máscara, higienizar sempre muito bem as mãos e, se possível, aquele distanciamento pessoal. Isso mesmo, quando a gente fala dos óbitos na RMC, são 7.403 mortes confirmadas pela Covid-19 e aí a gente tem Campinas até essa segunda-feira, 3.034 óbitos. Sumaré, 693, Indaiatuba, 508, Americana, 496, aí nós temos Santa Bárbara do Oeste com 483, Hortolândia, 478, Valinhas, 414, aí depois a gente tem uma queda bem importante, Itatiba, 194, Paulínia, 190, Nova Odessa, 146, depois aparecem Montemor, Vinhedo, Jaguariúna, Cosmópolis, municípios agora com menos de 100 óbitos são Arthur Nogueira, Pedreira, Engenheiro Coelho, Santo Antônio de Poço, Morungaba e Olambra. 21 óbitos na cidade de Campinas, 11 mulheres e 10 homens. E o que chama atenção, 7 pessoas entre 44 e 57 anos. Então, continua aquela faixa etária abaixo dos 60 anos, o que preocupa bastante, por exemplo, uma mulher de 44 anos, uma outra mulher de 48, que não tinha comorbidades. É verdade, quando a gente fala aí desses números, né, são números que ainda nos assustam e, com certeza, a vacinação é a grande saída e agora a gente vai falar como está essa situação aqui em Campinas. Olha, de acordo com a Prefeitura Municipal, até essa segunda-feira foram 325.080 doses aplicadas, sendo 200.706 que tomaram a primeira dose e 124.374 pessoas já tomaram, inclusive, a segunda dose. Vamos dar uma olhada no site, Gabriel? Olha, a gente lembra que temos duas campanhas, tá, gente? Exatamente, vacina.campinas.sp.gov.br, eu voltei aqui na tela, então assim que você abre o site aí na sua casa, vacina.campinas.sp.gov.br, é nesta tela que você vai se deparar. Do seu lado esquerdo, campanha nacional de vacinação contra a Covid-19, do lado direito, campanha nacional de vacinação contra o vírus influenza, que é a gripe. Isso, a gente está na fase, vamos entrar na Covid? A gente está na fase da vacinação com pessoas a partir de 63 anos, olha, profissionais de saúde com 45 anos ou mais e também os profissionais da educação com 47 anos ou mais. A gente lembra que esta semana a gente aguarda aí a chegada de novas doses para Campinas para abrir aí para um público. Inclusive, Gabriel, a gente já tem a confirmação, por exemplo, Itatiba já vai abrir para quem tem 60, 61 ou 62 anos na quinta e na sexta-feira. Também temos a informação de outros municípios, aqui inclusive a Americana, que deve estar recebendo hoje mais 9.590 doses da AstraZeneca e vai abrir também para este público. Então, a gente aguarda aqui quem tem 60, 61 e 62, a gente aguarda, sempre vai entrando no site novacina.campinas.sp.gov.br porque assim que Campinas receber novas doses, com certeza nós teremos aí a abertura do agendamento para este público. Reforçando que o agendamento é aqui, na parte de cima da sua tela, você clica e vai fazer o agendamento por este site. Vamos falar um pouquinho sobre taxa de ocupação de leitos, a notícia é positiva. Positiva, olha só, de acordo com os últimos números, Campinas registrava 78,84% de ocupação, números bem importantes porque até a última semana nós mantínhamos uma taxa de mais de 80%. De acordo com a rede pública, olha, são 161 leitos, dos quais 159 ocupados, nós tínhamos só dois leitos livres no SUS municipal. Na rede particular, 217 leitos, dos quais 139 ocupados. Então, a gente percebe que a rede particular é essa que tem a notícia positiva e que está, inclusive, levando esses números aí, essa taxa de ocupação de leitos dá uma reduzida. Quando a gente fala de pacientes que estão esperando por um leito público, A gente lembra que pelo SUS, que é a Rede Mário Gat de Urgência e Emergência, a gente tinha 19 pacientes nessa segunda-feira, dos quais 5 estavam esperando por um leito de UTI. E de acordo ainda com o site do governo estadual, que administra os leitos da Unicamp e da AME, que tem aqui em Campinas, nós tínhamos aí 36 pacientes na UTI e 14 também lá na AME. A gente, então, tem aí um cenário de como é o atendimento. Lembrando que a Prefeitura, além do Hospital Mário Gatti e também do Hospital Ouro Verde, ela tem ainda leitos em hospitais particulares conveniados que, neste momento, abriram leitos Covid para o SUS. Por isso que é importante nós cobrarmos mais vacinas. Quanto mais vacinas, menos ocupação de leitos de UTI e de enfermaria nos nossos hospitais. Mina Abreu, Prefeitura de Campinas lançou um site de combate à exploração sexual infantil. É, porque nós estamos no março laranja. Dia 18 de maio é o dia nacional, mas desde agora, então, a gente está com essa pauta. pauta, olha, um hot site dedicado a orientar o combate de abuso e exploração sexual de crianças e adolescentes, uma iniciativa que marca esse mês que é dedicado à conscientização sobre o tema. O material foi produzido em parceria com o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente, que vai realizar uma série de lives entre os dias 17 e 21 de maio e ainda de acordo com a Secretaria Municipal de Assistência Social, que cuida dessa pasta, entre janeiro de 2020 e fevereiro deste ano, o município registrou 305 ocorrências de violência sexual referente a crianças e adolescentes aqui na nossa cidade. Portanto, um tema importante que é preciso que todos nós saibamos como estar em alerta para esses casos de abuso e violência sexual. Você pode entrar ali no site da prefeitura, que é o campinas.sp.gov.br e lá tem o banner da campanha Maio Laranja, que aí você entra nesse hot site e tem todas as informações a respeito. Viu alguma atitude suspeita, como sociedade, faça a denúncia, tá? Não deixe passar, faça a denúncia. Atenção, você motorista, na próxima quinta-feira tem via importante da cidade de Campinas, no centro, que vai estar bloqueada. Isso, e esse bloqueio começa às oito e meia da manhã e vai até às quatro da tarde, ali na rua Álvaro Miller, entre a rua Sacramento e a avenida Francisco Glicério. Ali vai acontecer a extração de duas árvores pelo departamento de parques e jardins, por isso que a via estará bloqueada. Agentes de mobilidade urbana estarão ali para orientar os motoristas ou qualquer informação. Você também pode ligar no 118, que é o fale conosco da INDEC. E também na quinta-feira tem bairros aqui na cidade de Campinas que vão ficar sem água por uma obra dessa NASA. Por isso, nesta quarta-feira, é hora de fazer a reserva de água para quem mora no núcleo residencial Jardim Líria e também parte do Jardim Conceição e do Jardim Boa Esperança. Porque na quinta-feira, das 8 da manhã às 5 da tarde, haverá a interrupção do fornecimento de água, porque a Sanasa vai fazer o serviço de interligação de redes e a instalação de uma válvula de bloqueio ali na região. Por isso, esses bairros ficarão sem água na quinta-feira. Reserve a sua água amanhã. Tá certo, Mena Abreu. Muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas. Quero aproveitar a sua presença aqui nos nossos estúdios para nós falarmos das notícias do Legislativo, do que acontece aqui na Câmara de Campinas e a gente começa repercutindo as audiências públicas. É, ontem nós tivemos três audiências públicas consecutivas no período da tarde, elas que foram presididas pela Comissão de Constituição e Legalidade, que tem como presidente o vereador Carmo Luiz, que discutiu três projetos de autoria da Prefeitura. Um que trata de dispositivos da legislação sobre parcelamento, ocupação e uso do solo. Outro que altera itens do plano diretor estratégico do município. E ainda um que define procedimentos, critérios e normas para fiscalização ambiental aqui na cidade. Vamos acompanhar. Através de um novo sistema, que tivemos que nos adaptar, estamos reaprendendo, através do sistema de deliberação remota deste Poder Legislativo, com o intuito de debater o PLC 4 de 2021, o processo 233-237, de autoria do Prefeito Municipal, que altera dispositivos da Lei Complementar 208, de 20 de dezembro de 2018, que dispõe sobre o parcelamento, ocupação e uso de solo do município de Campinas e das outras providências. Além do vereador Carmo Luiz, participaram da reunião também das audiências públicas os vereadores Cecílio Santos, Paulo Búfalo, Paulo Gaspar, Luiz Cirilo e Débora Palermo. Representantes do Poder Executivo também participaram para detalhar as matérias que estavam em discussão. Entre eles, o secretário municipal de Duverde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, Rogério Menezes, que debateram e detalharam as propostas. A participação do público também foi ressaltada pelo vereador Carmo Luiz. Um agradecimento especial ao secretário Rogério Menezes Pelas informações, pelos esclarecimentos A toda a população Que como secretário do Verde e Meio Ambiente Desenvolvimento Sustentável Vem fazendo um belíssimo trabalho Para a sociedade campineira Que eu tenho certeza que refletirá No futuro da nossa cidade e da nossa nação Um agradecimento especial também a Luísa Fagundes Muito boa coordenadora da fiscalização ambiental parabéns pela sua elucidação um agradecimento especial Leandro Prado Martins obrigado Leandro por estar junto conosco e o Rafael Otaviano que representa o nosso secretário de justiça, obrigado por estar conosco aqui e também junto conosco Eduardo Santoro representando o nobre vereador Luiz Cirilo agradecer a todo meu gabinete minha equipe que está aqui comigo aqui agradecer a todos os técnicos da TV Câmara, técnicos legislativos todos, e você, que mais uma vez nos assistiu, nos acompanhou através da TV Câmara, que como eu já disse, sinal de grande prestígio para nós vereadores, secretários, trabalhadores do serviço público, para que você possa conhecer o trabalho que vem sendo desenvolvido pela Câmara Municipal de Campinas e a Prefeitura Municipal de Campinas. Após as audiências públicas, os projetos devem receber pareceres da Comissão de Constituição e legalidade, se esse parecer for favorável, a matéria, então, está apta, ou seja, as três matérias estarão aptas a serem votadas no plenário. A íntegra das três audiências públicas você encontra no youtube.com.br, TV Câmara Campinas. Olha, e também aconteceu ainda nesta segunda-feira a reunião da comissão que analisa os impactos econômicos e sociais da pandemia da Covid-19 aqui em Campinas. Ela é presidida pelo vereador Luiz Rossini e ontem discutiu aí quais são os impactos no setor de esportes aqui da nossa cidade. Os vereadores, desde março do ano passado, quando iniciou essa pandemia, têm sido procurados por representantes dos diversos setores, trazendo sugestões, críticas, apontamentos, com relação às medidas que vêm sendo adotadas. Então, como a Câmara não pode se omitir e ficar fora dessa discussão, nós decidimos constituir essa comissão de estudos no sentido de canalizar todas essas informações para que depois a gente possa fazer um relatório e talvez apontar sugestões de medidas, ações, não só para superar as dificuldades existentes hoje, ajudar todos os segmentos a retomarem as suas atividades e talvez pensar como que vai ser esse novo normal na nossa cidade. Os vereadores Eduardo Magoga, Marrom Cunha e Paulo Haddad também participaram da reunião que contou ainda com o secretário municipal de esportes, Fernando Vanin, com o presidente da APEZEC, a Associação das Entidades Socioesportivas de Campinas, Eduardo Roberto Antonelli de Moraes e também com o presidente da Liga Paulista de Futebol, Sal Jefferson Novaes. Todos puderam expor as suas visões a respeito do desenvolvimento no esporte na cidade neste cenário de pandemia da Covid-19. Para o presidente da comissão, a participação do poder público é fundamental na retomada das atividades. Ficou claro e evidente a importância do FIEC, mesmo nos momentos de pandemia, para ajudar as entidades que desenvolvem o esporte a sobreviverem, a atravessarem esse maremoto todo. Ao final, a comissão aprovou a prorrogação dos trabalhos por mais 90 dias para que possa ser realizado e feito aí um relatório mais detalhado. Nós temos programados já, e pode participar, acompanhar também pela TV Câmara, nós devemos estar recebendo na próxima reunião, dependendo de confirmação, a secretária de assistência social, porque as consequências sociais da pandemia se fizeram sentir também no âmbito não só da secretaria, o número de pessoas que demandou mais serviços de assistência da secretaria, nos programas que a secretaria desenvolve e também nas entidades assistenciais, na rede de entidades assistenciais que ajudam a prefeitura nesse trabalho complementar de cuidar das famílias e pessoas em vulnerabilidade, seja na área da infância e da juventude, das pessoas com deficiência, dos idosos, né, então, e também nós estamos aguardando a definição do secretário de educação, que vai também falar como a pandemia impactou, está impactando esse setor que é muito importante. Só lembrando, né, Mirna Abreu, que todas as reuniões estão disponíveis na íntegra no youtube.com.br tvcâmaracampinas. Quer rever algum trecho, quer assistir na íntegra, você vai lá youtube.com.br tvcâmaracampinas e você digita. Ou você vai em vídeos e vê um por um, ou você vai na busca e digita exatamente o que você está procurando. Vamos falar um pouquinho sobre a ação parlamentar, porque tem um questionamento aqui de um vereador em relação à vacinação contra a Covid-19. É, foi o que motivou um parlamentar aqui da Câmara para que questionasse a Prefeitura sobre o baixo índice de vacinação contra a Covid-19 na cidade. Acompanhe. O vereador Carmo Luiz protocolou um requerimento solicitando à Prefeitura de Campinas informações sobre a vacinação contra a Covid-19 E quero saber como está o planejamento da campanha de vacinação na nossa cidade Eu acho que a Câmara tem importância nisso Também perguntei quantas doses de vacinas foram enviadas pelo governo do estado de São Paulo e com a previsão de liberação destas doses para as próximas fases. Campinas já ultrapassou a marca de 90 mil pessoas infectadas pelo coronavírus. Aqui na cidade, mais de 300 mil doses da vacina já foram aplicadas. E se você faz parte do grupo que pode se imunizar, olha só e tem dúvidas, é só entrar no site da Prefeitura, vacina.campinas.sp.gov.br. A vacinação é fundamental para enfrentarmos esta pandemia e a população precisa entender que só conseguiremos voltar ao nosso normal com a vacina. Campinas atingiu um pouco mais de 14% de vacinação do público-alvo. Entre os municípios com mais de 500 mil habitantes, a cidade apareceu em terceiro lugar no ranking, ficando atrás apenas de Santo André e a capital. Quanto antes a população for vacinada, mais rápido enfrentaremos esta doença que resulta nas mortes de tantas pessoas. E olha só, desde 2019, Campinas tem uma lei que proíbe o uso de canudos, sendo permitido apenas o uso de canudos biodegradáveis em bares e restaurantes. Recentemente, a Prefeitura publicou um decreto com todas as regras dessa lei. Entenda na reportagem de André Aranha. Com o decreto publicado no dia 16 de abril no Diário Oficial, todos os restaurantes serão obrigados a usar canudos biodegradáveis. Para a gente entender melhor tudo isso, em 2018, o vereador Rubens Gás protocolou um projeto de lei que incentiva o uso de canudos biodegradáveis em Campinas. É um passo que daremos no intuito de coibir muitos outros objetos de plástico que possam vir a prejudicar o nosso planeta. A justificativa é que o plástico leva mais de 400 anos para se decompor. O problema se agrava porque o produto é muitas vezes descartado nos mares e nos rios. O dono desta hamburgueria em Campinas já faz um tempinho que fez a troca do canudinho de plástico para o canudo biodegradável. Já faz um ano mais ou menos que nós já estamos na transição da troca para o canudo biodegradável. E uma das nossas opções foi porque a gente viu que já estava correndo essa situação da nova lei e tudo mais. mas também por questões ambientais, que a gente tem um pouco dessa volta, a nossa própria estrutura é feita em container, então tem toda essa vertente ambiental. E em relação a custo também, foi uma transição até que boa, porque a gente evita com que as pessoas tomem no canudinho e peçam, mas se pedir, a gente tem o biodegradável para oferecer. De acordo com o diretor da Brasel, da região de Campinas, o momento é de adaptação para os donos de bares e restaurantes. Eu entendo a questão social, ambiental, do ponto de mudar o consumo, mudar a percepção de como a gente tem que atuar como consumidores e cidadãos do mundo, porém, neste momento, ela é muito ruim. A essência do projeto é em busca de um planeta mais saudável, E isso nós temos que buscar todos os instantes, seja em qualquer instância que for. Estamos ao vivo nesta terça-feira, meio-dia e 56. A Mina Abreu continua aqui nos nossos estúdios com as notícias do Legislativo. Então a gente vai retomar a Mina Abreu sobre a 15ª reunião extraordinária. Eu estava explicando para você aí de casa. Amanhã é dia de reunião extraordinária. Já já a Mina vai falar quantos projetos serão discutidos e votados. Mas se você quiser saber quais são as pautas, site campinas.sp.leg.br, você vai aqui em atividade legislativa, sessões plenárias e aí quando você clica em sessões plenárias, ele vai aparecer as reuniões extraordinárias que já aconteceram e a que vai acontecer amanhã. Olha só, 5 de maio, próxima quarta-feira, entra nesta tela e a Mina Abreu vai detalhar para a gente, então, a pauta de amanhã. São 36 itens amanhã, ou seja, 36 matérias a serem discutidas e já começa com seis projetos. E a gente vai destacar aqui o item 5 e o item 6. O item 5 é uma proposta do vereador Carlinhos Camelô, que trata da suspensão do cumprimento de medidas judiciais extrajudiciais ou administrativas em Campinas que resultem em despejos, desocupações ou remoções forçadas. Isso por conta, gente, esse despejo é em ações que dizem respeito à Prefeitura, no sentido de não pedir o despejo, por exemplo, a gente tem algumas ações de falta de pagamento de prestação de casa popular, até a questão de ocupação de terrenos, Então, é nesse sentido, essa questão não pega imóveis particulares, que é um outro âmbito, ok? Esse é para o Enquanto Pendurar, este impacto da pandemia 19. Isso, primeira discussão. Outro projeto em primeira discussão é de autoria do vereador Nelson Osser, que também tem a ver com a pandemia. Ele trata de enquadrar, digamos assim, as academias, a prática de atividade física, o exercício físico em academias e em outros estabelecimentos como serviços essenciais. A gente está nessa discussão do que é, do que não é essencial e essa é a proposta do vereador Nelson Ossery. Nós temos ainda, Gabriel, seis moções e 24 requerimentos. Lembrando que as moções, se forem aprovadas, representam a opinião do Legislativo acerca de um tema. E esses requerimentos são de acordo com o regimento interno da Câmara e com a lei orgânica do município que devem passar pelo plenário do Legislativo. Então amanhã, a partir das 9 horas, você acompanha ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas a 15ª reunião extraordinária. extraordinária. Lembrando que das nove às dez, nós temos o período chamado comunicado de vereadores, em que os parlamentares fazem a inscrição pela tribuna virtual e podem discorrer sobre um tema por até cinco minutos. Por conta da pandemia, a gente lembra também que nós estamos ainda com a Câmara Municipal de Campinas fechada ao público, ou seja, as reuniões de comissões, as audiências públicas e até as reuniões extraordinárias acontecem pelo sistema virtual, apenas com os funcionários que precisam atuar diretamente, vem ao plenário, o presidente da Câmara, por exemplo, também vem aqui presidir os trabalhos e os demais parlamentares participam conectados. E às 10 horas começa, então, a discussão e votação dos projetos. Tá certo, Mirna. Em abril, amanhã, a gente acompanha, então, a 15ª Reunião Extraordinária, a partir das 9 horas da manhã. E na quinta-feira, todas as informações do que aconteceu. Combinado, quinta-feira eu trago as informações. Até lá. Até. É, está chegando a hora. É amanhã, hein? Derby de número 199 entre Ponte Preta e Guarani e as equipes chegam para este duelo em momentos opostos. Confira a situação dos clubes no Campeonato Paulista e o histórico de resultados. O derby de número 199 da história vai ser disputado amanhã, 9 horas da noite, no estádio Moisés Lucarelli. A Ponte Preta chega para o duelo contra o Guarani em crise. Recentemente foi eliminada da Copa do Brasil ainda na segunda fase pelo Criciúma E no Campeonato Paulista está praticamente eliminada Já que a Ferroviária está cinco pontos à frente, restando apenas duas rodadas para o término da primeira fase A Macaca vem de três derrotas consecutivas E para o Derby não pode contar com o lateral esquerdo Yuri expulso na última rodada O técnico Fábio Moreno também foi expulso e não pode ficar no banco de reservas. Muitos problemas para serem resolvidos. Do outro lado, a fase é completamente diferente. O Guarani vem de duas vitórias consecutivas. É o segundo colocado do grupo D, com 14 pontos, quatro a mais que o Santos. E se vencer a Ponte Preta, consegue a classificação às quartas de final diante do Mirasol. O técnico Alain Al também tem os seus problemas. Não pode contar com o lateral esquerdo Bidu e o meia Rodrigo Andrade, por conta da confusão após o término da última partida, onde ambos foram expulsos por brigarem no meio do gramado. Mas Andrigo, que marcou nas últimas quatro partidas, está confirmado e vive grande fase. O histórico mostra que o Guarani venceu 67 partidas na história. A Ponte Preta, 65. E 65 empates aconteceram. Só que o Guarani não vence a ponte no estádio Moisés Lucarelli desde 2009. O Guarani já marcou 265 gols. A Ponte Preta, 264. Equilíbrio que será colocado à prova amanhã. Muito equilíbrio, né? Como a gente vê aqui nesta tela. Então, 67 vitórias para o Guarani, 65 para a Ponte Preta. Um resultado desconhecido, que foi justamente a primeira partida entre as equipes. Então, amanhã, 9 horas da noite, tem este grande duelo. E claro que na quinta-feira a gente conta toda a história de Ponte Preta e Guarani, cercado de muito mistério, principalmente na formação titular das duas equipes. Hoje à tarde tem treinamento da Ponte Preta, tem treinamento do Guarani, mas claro que ninguém vai revelar com antecedência quem entra em campo. Vamos falar de saúde agora? Porque hoje, em 4 de maio, é o Dia Mundial da Asma. E no Brasil, o número de adolescentes com asma chega em 20% e apenas 12,3% dos asmáticos estão com a doença bem controlada. E nesta pandemia de Covid-19, com a explosão de casos, estas pessoas estão no grupo de risco. Então, sobre principalmente os cuidados, confira agora no Saúde é Vida. Olá, Saúde é Vida começando para falar sobre uma doença que afeta desde as crianças até as pessoas mais velhas, a asma. Olha só, segundo a Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia do Brasil, aqui existem cerca de 20 milhões de asmáticos. Em período de pandemia, a situação a preocupa ainda mais. Por isso, a gente convidou o Dr. Pedro Giavina Bianchi, ele que também é coordenador do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia, para falar sobre esse tema. Doutor, antes de começar, eu queria te agradecer por disponibilizar esse tempo e bater esse papo aqui com a gente. Oi Viviane, eu que agradeço pela oportunidade, né? É um prazer estar aqui falando com você e com todo o seu público e com a TV Câmara sobre esse tema tão importante que é a asma bronquia. Doutor, para a gente começar então o nosso bate-papo, o que é a asma? Quais são as principais características? Então, a asma é uma doença, como você salientou muito bem, muito frequente, né? A gente, a estatística é realmente que ela cometa 10% da população e muitas vezes ela vem junto com a rinite, que é a cometa de 30%, ou seja, 30% da população tem essas alergias respiratórias, a asma e a rinite. E a asma, então, é uma doença que ocorre uma inflamação da via aérea e, por causa dessa inflamação, os broncos, as diaséritas ficam mais restritas, mais fechadas e, com isso, dificulta a respiração. Então, a gente tem quatro sintomas principais. A asma, ela geralmente vem em crises, períodos de exacerbações e os quatro sintomas principais o paciente refere tosse, falta de ar, chiado e um aperto no tórax. O senhor falou aí inflamação, o que causa essa inflamação, o que causa a asma? Então, isso é um conceito muito importante, hoje em dia a gente não considera a asma uma doença única, a gente teria várias causas, mas a mais caracterizada, a que a gente conhece mais realmente é um processo alérgico. Então a pessoa tem uma tendência genética, hereditária e dependendo do meio ambiente onde ela vive, ela vai fazer essa inflamação quando entra em contato com o ácaro, ela faz uma alergia ao ácaro, é o principal fator do meio ambiente que causa essa inflamação, mas também, dependendo da região, o pólen é outro fator importante, os animais domésticos, proteínas de cão, gato e o fungo também, o mofo. Então, a pessoa já nasce com a asma? Ela nasce com a tendência, né? Ela não necessariamente vai desenvolver, ela nasce com essa tendência, isso é uma transmissão hereditária, então tem maior chance, por exemplo, se você tem teu pai e tua mãe, ambos têm rinite ou asma, você vai ter uma maior chance. Aí, dependendo de onde você vive, da quantidade de acro, daquele ambiente, de outros fatores, se você teve muita infecção na infância, etc., se a sua família fumou ou não enquanto você era criança, esses diversos fatores vão contribuir para, no futuro, você desenvolver ou não a doença. O senhor tinha citado aí na resposta anterior algumas substâncias, né? Como pólen, pelo de cachorro, o que causa mais a asma, doutor? O mais prevalente, o mais frequente são os ácaros, né? Então a gente tem dois ácaros, principalmente nas casas do Brasil, um chamado Dermatofagodes pteronissimus, outro chamado Blomia tropicalis, esses nomes bem complexos, mas são os ácaros a principal causa. Dependendo da região do país, isso ocorre mais no sul do país, a gente tem também o pólen como um fator importante. Mas proteína de animais domésticos são muito importantes, a gente tem muitos cãos e gatos nos domicílios do Brasil, também são fatores importantes, assim como o mofo, que é o fungo, são os principais fatores, agentes do meio ambiente. Alimentação também pode causar, doutor Asma? É difícil só alimentação causar, na verdade, o paciente que tem asma, a gente comentou que tem uma tendência maior a ter rinite, tem também uma doença de pele chamada dermatite atópica. Quem tem essa forma dermatite atópica, que é também uma inflamação da pele, que vem junto com as doenças respiratórias, tem uma chance maior de ter alergia alimentar. Mas normalmente a alergia alimentar dificilmente vai se manifestar só com o quadro respiratório. Muitas vezes o paciente vai referir pior a dermatite atópica, ou pode até referir quadros mais graves de urticária, até aquelas reações graves alérgicas chamadas anafilaxias. mas o quadro puro respiratório normalmente não é causado por alimentos. E doutor, tem vários tipos de asma ou apenas uma que é a que sente falta de ar? Como que é? Não, isso é comum delas, os sintomas são vários tipos no sentido que você pode dividir, por exemplo, tem as duas grandes formas que a gente fala de asma, o subtipo seria a asma alérgica e a asma não alérgica. A asma alérgica desencadeada, essa inflamação das vias aéreas, é desencadeada pelo contato com esses agentes do meio ambiente que a gente comentou. Já na não alérgica, a gente não conhece muito bem o que causa, mas a manifestação da doença é a mesma, é semelhante. São crises de falta de ar, do chiado, que a gente chama de similância, daquele aperto no tórax e tosse. Então, a pessoa tem uma dificuldade para respirar quando está em crise, porque as vias aéreas estão fechadas. Doutor, é o contato com essas substâncias que desencadeia essa crise? Então, uma flor ou um pelo de cachorra e a pessoa já começa a se sentir mal? Excelente pergunta, Viviane. São duas principais causas que levam o paciente com asma a ter crise. Uma é justamente quando é o formato alérgico, o contato com aquilo que causa a doença, com aquele alérgico, com o acro, com a proteína do cão, do gato, etc. Mas outra causa muito importante de desencadeamento de crise de asma são as infecções respiratórias virais. Então, os resfriados que a gente tem, principalmente na época agora do inverno. Então, isso é uma outra causa importante de exacerbação. E a gente fala que a gente tem agentes do meio ambiente que causam a doença e também desencadeiam crise, agora tem agentes que só desencadeiam a crise. Por exemplo, um dia mais poluído, uma fumaça de cigarro, um cheiro forte, por exemplo, um perfume, um cheiro de detergente, mudança de temperatura brusca, o estresse. Então, esses outros fatores também podem desencadear a crise. Eles não causam a doença por si. A doença realmente é o contato com aqueles agentes do meio ambiente a qual a pessoa é alérgica e que também podem dar crise. Agora, esses fatores que a gente chama de irritantes também são causadores de asma. Por exemplo, quem tem asma que não está bem controlada, bem tratada, o próprio exercício físico pode ser um desencadeador de asma. E, doutor, como que a gente identifica que a pessoa está tendo uma crise de asma? A gente vê muito em filme, né? A pessoa está ali com falta de ar, não consegue respirar. É assim mesmo, igual a gente vê na televisão? É semelhante, sim. Então, tem o quadro clínico, né? Que é justamente esses sintomas respiratórios, falta de ar, chiado, tosse. A pessoa pode ter todos eles ou um deles. Às vezes, uma tosse crônica pode ser devido à asma, né? E a pessoa não percebe, não tem o diagnóstico feito. Mas então é justamente pela história da paciente, é tirado pelo médico e a gente fecha esse diagnóstico, confirma esse diagnóstico, associado a alguns exames que a gente faz nos laboratórios. Por exemplo, tem o chamado espirometria, o teste de função pulmonar, que a gente vai justamente medir esse fluxo aéreo do paciente para confirmar que ele está obstruído. O senhor falou aí do diagnóstico em consultório. Como que é feito mais ou menos esse diagnóstico? Para a gente detalhar mais, doutor. A pessoa se sentiu mal, normalmente já suspeita que seja asma ou não? Vai muito pela história, né? Nos quadros típicos, a gente, pela história clínica, rapidamente a gente faz a suspeita e depois pede os exames, essa espirometria, esse teste de função pulmonar que vai confirmar. Agora, muito asmático, durante a primeira crise é importante, né? Que muitos desses diagnósticos podem ser feitos em pontos socorros, né? Então, ela é a importância da capacitação dos médicos para saber fazer esse diagnóstico. Como a gente comentou, uma doença tão frequente, 10% da população, não é uma doença que deve ser tratada apenas pelo especialista. As formas mais leves da doença devem ser tratadas pelo médico generalista, o pediatra geral, quando for uma criança, o clínico geral, o emergencista no ponto de socorro. E depois, claro, nos casos mais graves, aí sim vai ser tratada por alguém que estuda mais a asma, que conhece mais a doença e daí sim o imunoalergologista ou pneumologista, que são as duas principais especialidades que atendem os pacientes. Mas o primeiro contato, muitas vezes, é no próprio ponto de socorro. A pessoa, por exemplo, pega um resfriado e já tem aquela tendência e daí começa a ter uma crise de asma. Dali em diante, ela tende a repetir essas crises de falta de ar, de obstrução das vias aéreas. A gente falou em tratamento, a asma tem cura, doutor? A gente costuma falar e ter muito cuidado e falar que não, pelo sentido que é uma doença crônica, que a pessoa tem essa tendência e depois desenvolve essa inflamação, então a gente não fala em cura, embora as pessoas, o paciente possa ficar anos sem ter sintomas e muitas vezes até não necessariamente tendo que usar um remédio para o resto da vida, mas a gente tem o cuidado para não falar em cura porque aquela tendência existe e a doença pode retornar depois de uma época de remissão, mas a gente tem que ter muito cuidado porque quando a gente fala para o paciente, às vezes, não tem cura, muitas vezes esse paciente acaba desleixando, acaba não dando importância, já que não tem cura, não vou fazer nada, daí que está o perigo, porque se a pessoa não tratar, a doença tende a ficar cada vez mais grave, essa via aérea cada vez mais inflamada e dificultar o tratamento, inclusive pôr em risco a vida do paciente. É outro dado importante de dizer que a gente evoluiu muito no tratamento de asma. Para você ter uma ideia, no SUS, que a gente sabe que atende a 80, 85% da nossa população, em 20 anos a gente diminuiu o número de internações por asma de 400 mil por ano para menos de 100 mil por ano. Então, teve uma redução de 75% no tratamento da asma, justamente porque a gente está tratando melhor o paciente. Só que ainda sete pessoas, mais ou menos, é a estimativa, morrem todos os dias por asma no país. Então, mortes totalmente preveníveis que não deveriam ocorrer, deveria ser zero essa taxa. que a gente sabe que sete pessoas, infelizmente, perdem a vida todo dia por crise de asma. Então, a gente tem que ter muito cuidado quando fala crônica, não quer dizer que o paciente não possa ficar anos sem sintoma nenhum e mesmo sem tratamento e não quer dizer que ele não tenha que tratar. Doutor, como que é feito, então, o tratamento? Então, o tratamento vai depender muito da gravidade, da frequência de crises e começa justamente quando a asma é alérgica, com todo aquele cuidado, o ambiente em casa, em termos de ter uma casa sem carpete, sem móveis com tecidos que retenham a poeira, onde vai estar o ácaro, a gente pode encapar colchões, encapar travesseiros, então tem todo um cuidado que a gente chama de controle ambiental, depois disso passa por medicamentos, e para esses medicamentos serem eficazes e também ter um menor risco de trazer efeitos colaterais, eles são dados para o paciente, administrados para o paciente por vias inalatórias, Então, tem diversos dispositivos que as pessoas usam até um nome meio equivocado de bombinha, porque bombinha dá uma ideia de que são remédios que fazem mal, né? E não é isso a ideia, são remédios apropriados, porque a ideia desses dispositivos inalatórios é justamente que o paciente receba a medicação onde ele precisa que ela haja, ou seja, na via respiratória e com menos efeitos colaterais. Então, tem asmas mais graves, crises mais graves, você até tem que dar remédios viorais, por exemplo, os corticoides viorais. numa crise mais forte, mas a gente tenta evitar isso ao máximo, porque quando você dá por via oral, ele vai lá na via aérea, onde a gente precisa que esse remédio chegue, mas também age no corpo todo com muitos efeitos corporais. Então, a tendência, o principal medicamento para asma, para a grande maioria dos pacientes, para os casos mais graves, a gente vai ter outros medicamentos, até alguns que foram lançados recentemente, desenvolvidos recentemente, mas para a grande maioria, o corticoide inalado, justamente para ele agir só na via aérea, onde ele precisa chegar, é a base do tratamento do paciente com arraso nisso e tratamento medicamentoso, então a gente tem o controle mental que a gente evita, o que causa a doença, tem o tratamento medicamentoso e um outro tratamento que a gente tem na nossa especialidade, a gente chama de imunoterapia, então a gente identifica, por exemplo, o que causa a doença do paciente, então é o Acre, então a ideia é dar esse Acre num procedimento que se chama imunoterapia em doses crescentes, isso pode ser injetável por via subcutânea, mas pode ser sublingual, e a ideia é ver se o organismo se acostuma com aquilo que causa a doença, por exemplo, com a acne, para de ter a inflamação, a reação alérgica e a asma. Então é possível o organismo se acostumar, doutor, com aquela substância que causa? É, esse procedimento chamado imunoterapia é baseado nesse conceito, é essa a ideia, você dá em doses crescentes, com todo o cuidado, porque você pode, inclusive, nesse procedimento, ter reações graves, se você não tomar todos os cuidados, então tem que ser feito por especialistas. E com isso a ideia é que o organismo acabe tolerando aquilo que causa a doença, um macro, um pólen, uma proteína de um cão, de um gato, etc. Com isso dá para a pessoa ter uma vida normal? Com esse procedimento de antropia, ou mesmo sem ele, sim, a vida de um paciente com asma bem tratada, um dos objetivos é justamente que ele tenha qualidade de vida e tem diversos estudos mostrando que o paciente não trata asma, a qualidade de vida cai muito e quando você trata a asma, você consegue diminuir o número de exacerbações, de crises de asma, ou seja, o risco de vida, você consegue ao mesmo tempo melhorar a qualidade de vida do paciente, diminuir todos os sintomas de asma também. Vou pedir para o senhor dar um minutinho, porque a gente precisa chamar o intervalo e você de casa não saia daí, porque o Saúde e a Vida volta já já para falar sobre asma. Saúde é vida de volta e a gente está falando sobre uma doença que atinge mais ou menos 20 milhões de brasileiros, a asma. Para falar sobre esse tema, a gente convidou o doutor Pedro Giavina Bianchi. E ele também é coordenador do Departamento Científico de Asma da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia. Ele que está aí tirando todas as dúvidas para a gente. Doutor, tenho muita pergunta ainda para o senhor. Eu queria saber, a asma começa desde criança mesmo? A criança já pode apresentar ali os sintomas? Sim, a gente estava comentando que tem vários tipos de asma, essa forma alérgica da doença, asma alérgica, essa tende a começar bem precoce, quando a pessoa é criança ou adolescência. Tem uma outra forma de asma, que a gente não entende muito bem o que desencadeia a doença, mas também tem uma inflamação da via aérea, o mais típico, na verdade, é um início mais tardio, lá pelos 40 anos de idade, é mais comum na mulher, E o comum, a história típica é essa paciente tem um quadro respiratório, uma infecção viral, resfriado, e daí em diante ela começa a ter as crises de asma, as crises de bronquiospasmo. Então depende muito do tipo de asma, mas a forma alérgica da asma tende sim a começar bem precocemente na infância. E doutor, algumas doenças podem aí gerar a asma? O senhor tinha falado da rimite. A gente chama de comorbidades, doenças que vêm junto, na verdade, não é que gera. Hoje em dia, a gente acredita que a via aérea, a gente considera ela uma via aérea única, unida. Então, vai desde o nariz até os alvéolos lá no pulmão. Então, é muito raro uma pessoa ter asma e não ter rinite. 90% ou mais das pessoas que têm asma têm rinite também. E isso é muito importante, porque se o médico não identifica isso e não trata, fica mais difícil tratar asma também. Então, é importantíssimo identificar e tratar rinite para também ajudar no tratamento da asma. Então, são doenças que costumam vir juntas, sim, e que podem interferir no tratamento da asma. Assim como obesidade, refluxo, também podem aí desencadear? Sim, sim, são outras causas, né? O refluxo, a obesidade, bem lembrado, são outras causas que não só... na verdade, elas dificultam o tratamento da asma. Se você não identificar e tratar adequadamente essas outras comorbidades que a gente chama, vai ficar mais difícil você conseguir o tratamento adequado do seu paciente. Então, eles têm que identificar e tratar, sim, essas outras doenças. Doutor, e grávida? Costuma ter asma ou aquela falta de ar que normalmente algumas grávidas sentem, principalmente no final da gestação, não tem nada a ver com asma? Na gravidez ocorrem várias modificações, mesmo com o crescimento do neném, a gente acaba tendo uma compressão do diafragma e pode atrapalhar um pouco a respiração, mas, interessantemente, a asma pode ter diversos cursos na gravidez. Ela pode tanto ficar igual, mas pode piorar, mas pode até melhorar. A gente não tem uma... vai depender muito de paciente, para paciente não há uma regra. A gente chama que um terço melhora, um terço fica igual, um terço piora. O mais importante é que o tratamento da asma praticamente não muda durante a gravidez. Então, o mais importante é a gente continuar o tratamento, continuar vendo esse paciente, principalmente nos casos de asma mais grave, vendo frequentemente e adequando o tratamento. Mas o tratamento não vai mudar e não necessariamente a pessoa vai ter piora da asma durante a gravidez. Doutor, o senhor tinha dito no primeiro bloco sobre atividade física. Como que é a atividade física para quem tem asma? Dependendo da situação, do grau, a pessoa não pode fazer ou pode piorar? Exatamente. Na verdade, a gente advolve que o paciente deva fazer exercícios físicos, atividade física, isso é importantíssimo, isso vai melhorar a asma. Só que essa asma tem que estar compensada, a doença tem que estar tratada para que o paciente consiga fazer o exercício físico. Senão ele pode até desencadear uma crise durante o exercício físico. Então, o certo é primeiro tratar adequadamente a doença, controlar o paciente, e daí sim propor para ele um esquema de exercícios, que isso vai ser muito benéfico para a saúde. A gente sabe que o nariz teria basicamente três funções. O ar entra pelo nariz, a gente deve respirar pelo nariz, porque ele filtra, umedece e aquece o ar. Quando você faz exercício, esse ar acaba entrando pela boca, a gente respira pela boca, e é um ar mais seco e frio. Esse ar seco e frio, se encontrar uma via aérea que já está inflamada, uma asma não tratada, não controlada, ele vai desencadear uma crise de asma. Então é importantíssimo a gente tratar primeiro a doença e daí sim o paciente deve fazer exercício. A gente tem até um estudo mostrando que com o tempo o exercício até por si só diminui o processo inflamatório das dias aéreas, ele é benéfico também. Eu queria que o senhor desse uma orientação. De repente eu estou em um shopping e vejo uma pessoa tendo uma crise. O que faz? O que a gente deve fazer para não piorar a situação, não deixa aquela pessoa mais nervosa, enfim, o que a gente deve fazer? Qual é a orientação que vocês dão? Na verdade, ela tem que ficar calma, o estresse pode piorar a situação, pode até desencadear a crise, mas ela tem que acalmar, tentar pôr ela sentada ali em algum lugar mais tranquilo e ver se ela tem algum medicamento com ela. A gente comentou que o principal tratamento para asma são os corticóides inalados que vão desinflamar a via aérea. Mas existem tratamentos também que são bronquios dilatadores que são para crise. Então, ver nesse momento se a paciente tem algum dispositivo desses consigo carregando e daí utilizar esses medicamentos, porque eles na crise são os fundamentais para aliviar essa limitação que existe do fluxo aéreo, porque a via aérea com a crise está estreita. Então, ver se o paciente tem algum remédio ou não e depois, assim que puder levar algum ambulatório para avaliar, uma avaliação melhor, mais detalhada para o profissional, Então, além desses bromodilatadores que a gente chama, esses remédios de alívio, o oxigênio vai ser fundamental para esse paciente também. E, doutor, então, para quem tem asma, é fundamental sempre andar com o medicamento? É um item ali necessário? Sim, é principalmente uma asa mais moderada, grave, isso com certeza, porque é esse medicamento que vai aliviar a crise na de vegetalmente. Mesmo que ela tenha uma doença compensada, se ela é alérgica, vamos supor, para ácaro e entra no ambiente, ou numa casa de praia que está fechada há um tempão, ou vai no escritório, enfim, alguém liga um ar-condicionado que não está sendo bem feito a manutenção desse, então com isso ela pode ter, mesmo que esteja compensada, pode vir a ter uma crise e daí esse medicamento vai ser fundamental para aliviar os sintomas e para dilatar os broncos. Doutora, a gente falou aí que substâncias acabam levando à crise de asma. Alguma situação psicológica, o nervoso, uma ansiedade também pode provocar uma crise? Também. Então, além da... assim, a gente tem o contato com os alérgenos, que a gente chama, né? Que é o ácaro, o pólen, etc. Você tem substâncias irritantes, o exercício físico, a gente comentou, se a pessoa estiver descompensada. E também o estresse é outro fator que desencadeia a crise de asma. Doutor, a gente tá... pandemia, coronavírus aí. E para quem tem asma, como que fica a situação nesse momento que a gente está vivendo? Então, isso foi uma observação muito interessante, mas ao mesmo tempo foi muito animadora. Quando começou a pandemia, a gente pensou, a gente comentou que duas principais fatores que levam à crise de asma é o contato com os alérgicos, mas também infecções respiratórias virais. E o coronavírus, uma infecção respiratória viral, a gente pensou, não vai dar certo coronavírus e asma. Mas aí começaram a sair os diversos estudos, as diversas casuísticas, e a gente observou que desde a China não tinha muitos asmáticos internados. E o que a gente observou é que o paciente com a asma controlada, bem tratada, ele não é um grupo de risco para ter mais coronavírus, mais covid-19, e nem para ter formas mais graves da doença, desde que ela esteja bem tratada. E mais do que isso, o que foi muito interessante, ao mesmo tempo animador, foi que se descobriu que quando é o tipo alérgico da asma, Essa alergia que faz, esse processo alérgico da via respiratória, acaba diminuindo os receptores por vírus. E daí, de um ponto onde a gente estava muito preocupado, achando que o paciente asmático fosse sofrer muito durante a pandemia, a gente viu que a asma poderia ser até protetora para o paciente em termos de ter menos chances de pegar coronavírus e ter formas mais brandas. Mas aqui é importante a gente se alentar, né? Isso não quer dizer que o paciente com asma não pega COVID-19 e não tem formas graves. Então, isso é uma constatação que a gente observou, mas que o paciente tem que estar bem tratado e isso também não é válido para as formas mais graves da doença. Daí sim, ele pode vir a ter formas mais graves de COVID. Mas o paciente com asma pode ficar tranquilo tratando só doença, porque ele não tende a ter mais COVID ou a ter formas mais graves. Em relação à vacina, o asmático também deve tomar? Sim, com certeza. A gente, a não ser com pessoas que têm reação prévia à vacina, por exemplo, tomou a primeira dose e não existe contraindicação. Então, o paciente deve sim se vacinar porque isso vai ajudar ele a se proteger contra o vírus. É uma indicação absoluta que o paciente se vacine. Doutor, então para a gente encerrar, quem tem asma consegue ter uma vida normal, só se cuidar? Eu acho que essa é a principal mensagem, né? Se cuidar e cuidar direito, né? Eu acho que o principal problema é o subdiagnóstico, o paciente que tem formas mais leves vai deixando ou trata apenas com esses dispositivos de alívio e não faz um tratamento mais a longo prazo justamente para alterar aquela inflamação, aquele processo de base da doença, né? Então, acho que a grande mensagem é que é uma doença muito frequente, mas uma vez que bem tratada, o paciente vai ter uma vida normal. Doutor Pedro, muito obrigada por aceitar o nosso convite, viu? Viviane, eu que agradeço pela oportunidade, espero que todos fiquem bem, continuem se cuidando, saúde para todos nós. Muito obrigada. Então, com esse recado do doutor Pedro, a gente encerra o Saúde é Vida. Saúde para todo mundo, se cuida, tchau. Tchau, tchau. Estável, com o sol aparecendo durante todo o dia, sem a presença de muitas nuvens e não chove. Aquele dia típico de outono, porque o vento gelado, ele continua, principalmente no início da manhã. Para você que acorda cedo, então, 5, 6 horas da manhã, temperatura mínima e também no início da noite volta aquele vento gelado. Vamos às temperaturas, então, elas já estão aqui na minha tela, olha só. Quarta-feira, 5 de maio, o dia do derby, então mínima de 14 graus e a máxima podendo chegar aos 29 ao longo do dia. Vai ficando mais quente, então aquela história de tira casaco, põe casaco, porque o vento gelado aparece no início da manhã e também no início da noite. Hoje o El Bicho vai falar sobre catfitter. Nunca ouviu falar? como se fosse uma babá de gato sobre este serviço personalizado, você confere agora, já está aqui na minha tela é o bicho Raquel fala oi pra sua mamãe, fala, fala assim eu tô toda ronronando Mãe, a tia chegou, eu vou papar agora Agora eu vou papar, papar verdadeiro Uma profissão que tem ganhado espaço a cada dia Catseater, em português, babar de gato Já me apelidaram de a louca dos gatos Porque eu amo gato, sempre gostei Então quando eu falo do catseater Muita gente olha e pergunta, mas o que é isso? Aí eu explico, falo, não, é babar de gato É isso mesmo, eu vou lá e eu cuido do seu gato para você. As pessoas ficam curiosas, né? Mas muita gente acha bacana, acha diferente. E é um serviço que os gateiros principalmente valorizam muito. Uma paixão que virou profissão para a Heloísa. Oi, passou a mamãe, fala assim. Ai, mãe, eu estava com fome, minha tia foi papar, papar, papar. Agora tem gelinho na minha água, está muito gostoso, viu mãe? A Heloísa vai até a casa onde mora o animal e lá dá comida, limpa, brinca, faz carinho. Tudo é registrado e enviado para o dono por meio de fotos e vídeos. Eu ofereço realmente ir na casa da pessoa e eu dou a comida, troco a água, limpo a bandeja, brinco, dou carinho enquanto o bichinho dorme. O que o pessoal gosta muito é dos vídeos que eu mando para falar que está tudo bem. E numa situação de emergência, que nunca aconteceu, mas a gente sempre tem que explicar isso para os clientes, numa situação de emergência, eu também levo para o pronto-socorro veterinário, ou eu ligo para o veterinário. Acho que o importante, o mais importante é a gente conhecer o gato, o comportamento dele e saber lidar. Então tem gato que gosta mais de brincar, tem gato que gosta mais de dormir. E a gente tem que ir entendendo cada um a sua personalidade. Mas por que contratar uma babá de gatos? Eles são territorialistas, eles se sentem à vontade no ambiente deles. E tirar eles do ambiente pode estressar o animal, pode deixar eles inclusive doentes. Então eu já tive essa experiência até com os meus gatos, de deixar em outro lugar, porque não tinha com quem deixar, a pessoa não tinha ninguém para vir na minha casa. e depois da minha viagem eu voltar e a minha gatinha está doente. E a veterinária falava que foi estresse, por ela ter ficado fora do ambiente dela. O Onix é um gatinho de 16 anos que precisa de cuidados especiais. Por isso, quando a família fica muito tempo fora de casa, a Cat Seater é acionada. O Onix é um gatinho de 16 anos, um gatinho idoso, então a gente precisa ter sempre alguém com ele. Às vezes ele precisa tomar remédio todos os dias, às vezes ele precisa de ajuda pra ir pra caixa de areia, depende do dia. Um senhor idoso mesmo, tem dia que ele acorda bem, tem dia que ele não acorda tão bem assim. Então ele precisa de alguém com ele o tempo todo, a gente precisa de supervisão pra ele. Supervisão que deixa o dono mais tranquilo. Fala oi pra sua mãe, Sofia. Fala. Fala pra sua mãe que você vai brincar com a tia agora, fala assim, a gente vai brincar de ratinho. O Onix a gente percebe que um dia inteiro, mesmo as vezes a gente estando aqui em casa, mas ninguém tem um tempinho pra pegá-lo no colo, no final do dia ele já tá mais amulado. Então a gente percebe essa diferença, ele é um gatinho que precisa de atenção. Então quando ela vem, além da medicação, comida, atenção, você já percebe essa melhora nele? Sim, percebo. O Onix não é um gato que brinca mais, então não tem necessidade dessa interação, mas um colinho, um carinho faz diferença pra ele no fim do dia. Eu gosto de conhecer o animal antes de ficar, ver se tem alguma necessidade especial, que nem o Onix. Ele é um gatinho que precisa de vários cuidados especiais, é um senhorzinho. Mas tem alguns gatinhos que são muito novinhos, que a pessoa adotou de rua e que não tem a mãe, que precisa dar às vezes leitinho na seringa. Então tem essas coisas assim que, se você deixar em qualquer lugar, às vezes você vai viajar, mas não descansa. Às vezes você sai de férias, mas você não aproveita, porque você fica preocupado. Então, o que meus clientes mais comentam é isso, do sossego que eles sentem, da tranquilidade que eles sentem quando eles deixam com alguém que está na casa cuidando do bichinho e alguém que gosta de gás. Aprendi mais uma, então, hein? Cat-seater, então, babá de gato, muito bacana, ou é o bicho desta semana, que retorna na próxima terça-feira, sempre no Mundo Animal. O Câmara Total fica por aqui, quero agradecer a sua companhia e a sua audiência, lembrando, hein, daqui a pouquinho, colado aí com o Câmara Total, às duas horas da tarde, tem a reunião da Comissão Especial de Estudo sobre desburocratização na administração pública municipal. Ela acontece de forma por sistema de deliberação remota. Quem comanda esta reunião é o vereador Paulo Gaspar. Então, coladinho aqui com a Câmara Total. Em duas horas da tarde, você acompanha esta reunião ao vivo. Amanhã, nove horas da manhã, 15ª reunião extraordinária, com todas as discussões e votações dos projetos. Lembrando, você acessa o site da Câmara, campinas.sp.legio.br, você confere todos os itens que serão discutidos e votados e também no site você acompanha todas as notícias, fica muito bem informado sobre o que acontece aqui na Câmara de Campinas. E o Câmara Total retorna na quinta-feira, às 11 horas da manhã, contando tudo sobre o Derby de amanhã, sobre reunião extraordinária, as notícias da Metrópole de Campinas. Tem muitos assuntos. Continue na nossa programação. Até mais. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto
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