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CÂMARA TOTAL - BIOGRAFIA DA PRINCESA ISABEL
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CÂMARA TOTAL - BIOGRAFIA DA PRINCESA ISABEL

193 views Publicado 19/11/2020 HD · 43:31

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A princesa que não assumiu o trono: as alegrias e tristezas de D. Isabel do Brasil Historiadores analisam textos autobiográficos da Princesa Isabel e reúnem 20 anos de pesquisa em maior obra já publicada sobre a personagem Alegrias e Tristezas, título da obra dos historiadores Bruno da Silva Antunes de Cerqueira e Maria de Fátima Moraes Argon, é a tradução de como D. Isabel descreveu sua vida em uma pequena autobiografia em 1908. O lançamento é a maior obra já publicada sobre a personagem e tem 888 páginas + 70 página de ilustração, quase páginas. Bruno e Fátima desfazem mitos, explicam e esmiúçam muitas informações erradas e contraditórias sobre a Princesa Isabel com base em mais de 20 anos de pesquisas. Com mais de 70 ilustrações, a produção apresenta a força da personagem histórica e aborda o golpe militar que implantou a República e impediu D. Isabel de assumir o Terceiro Reinado. Outro destaque da produção é a análise sobre a própria expressão “Princesa Isabel”: os autores revelam que contém uma armadilha teórica que minimiza a participação dela no processo da Abolição da Escravatura no Brasil. “Se é procedente o postulado de que a expressão Princesa Isabel é absurdamente popular e enraizada no Brasil, é de outro lado forçoso reconhecer que essa “popularidade” é acompanhada de um desconhecimento abissal e impressionante sobre sua vida e obra. Em outras palavras, D. Isabel é a Princesa Isabel justamente porque quase nada se sabe sobre ela, salvo que tenha assinado a Lei Áurea.” (Alegrias e Tristezas, pág. 128) O livro apresenta ainda a cronologia da vida da princesa e tabelas com todos os homens e mulheres a quem D. Isabel conferiu títulos de nobreza. Alegrias e Tristezas: estudos sobre a autobiografia de D. Isabel do Brasil é indicação fundamental para historiadores, cientistas sociais, jornalistas e para todos os amantes da História do Brasil. O livro traz, ainda, cadernos de imagens inéditas e mais de mil notas de rodapé, genealogias dos ancestrais e descendentes de D. Isabel, manuscritos originais dos seus textos e análise de todas as biografias já produzidas sobre ela. Ficha Técnica: Título: Alegrias e Tristezas Subtítulo:estudos sobre a autobiografia de D. Isabel do Brasil Autores: Bruno da Silva Antunes de Cerqueira e Maria de Fátima Moraes Argon Editora: Linotipo Digital e Instituto Cultural D. Isabel a Redentora ISBN: 978-85-65854-25-2 Páginas: 888 Formato: 23 x 16,5 Acabamento: capa dura, guardas ilustradas e coloridas, cadernos de imagens em papel couché com fotos e ilustrações coloridas. Preço: R$199,00 Link de venda: https://www.linodigi.com.br/produto/alegrias-e-tristezas-29 Sobre Bruno: Nascido em Niterói (RJ), Bruno Antunes de Cerqueira graduou-se em História na PUC-RJ e cursou a pós-graduação em Relações Internacionais no Iuperj-Ucam. Graduou-se em Direito na PUC-Rio e no UniCEUB, em Brasília. É membro das Comissões de Direitos Humanos e Memória e Verdade da OAB-DF e da Comissão Nacional de Defesa dos Direitos Indígenas da OAB Federal. Sobre Fátima: Natural de Paraíba do Sul (RJ), Maria de Fátima Moraes Argon é graduada em História pela Universidade Católica de Petrópolis e Arquivologia pela Unirio, além de contar com uma pós-graduação em História do Brasil pela Universidade Cândido Mendes. É pesquisadora aposentada do Museu Imperial, em Petrópolis, onde atuou por 38 anos.

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E aí [Música] a e agora é hora da gente mergulhar na história conhecer o nosso país os nossos antepassados o que aconteceu no Brasil há 150 anos será que explica o presente que nós vivemos as lutas injustiças fim da monarquia Lei Áurea que aboliu a escravatura eu converso agora com o Bruno Antunes de Cerqueira autor do livro A princesa que não assumiu o trono as alegrias e tristezas de Isabel do Brasil obra escrita juntamente com a Maria de Fátima argon e quantos anos de pesquisa para chegar a um produto tão rico com tantas histórias já que o livro possui 958 páginas seja bem-vindo e bom dia Bruna Oi bom dia Gabriel Bom dia a todos aí dia da TV de Campinas é um Brasil uma alegria tá aqui com vocês já respondendo alegrias e tristezas estudos sobre a autobiografia de nome Isabel do Brasil é um livro grande vou até mostrar para os telespectadores que quiserem é um livro muito bonito para tem uma amiga que brincou dizendo Dona Isabel gostava um de Bíblia né então você tiver uma Bíblia para ela né então é fruto de muitos anos de pesquisa na verdade é a maior pesquisa já publicadas sobre a personagem na história da historiografia brasileira agora a produção insistir foi de dois anos e meio né de produção Ah tá nem de fato Oi pode falar Diga lá Oi pode falar pode me pergunta como que surgiu a ideia de estudar a essa princesa que foi importante para nossa história com fatos que às vezes parecem conflitantes quando a gente estuda na escola como que surgiu essa ideia e olha em mim é muito antiga porque exatamente por isso eu estudei em colégio católico em Niterói Eu sou de lá e eu sempre li muito a história do Brasil a história mundial por isso depois fui cortar a história na boca janeiro mas sempre fui enfronhado digamos assim né com conhecimento histórico e aí eu sempre entende eu sempre percebi que havia um pouco de Justiça histórica para o pai de Dona Isabel Dom Pedro Segundo mas não havia Justiça histórica para ela e aí eu sempre entendi que havia um problema nisso né eu eu pensava porque disso né ao porque isso e o principal ritual resposta é que o gênero como a gente já hoje em dia o fato de ela ser mulher é que dava praticamente Atico nas pessoas né no não multidão do povo não de coco lado que tinham muito carinho amor por ela e tal mas e as classes dirigentes masculinas 99,9 por cento e também às vezes na até nas classes médias né você tinha uma antipatia a ideia de uma mulher Soberana que mandaria em tudo mandar em todo mundo que era muito grande então esse você misturava não é mais na personagem histórica que foi efetivo Foi Real com o catolicismo dela como a pele depois mas sou a coisa que mais dava repouso nas pessoas era a condição feminina dela e com isso ela nunca ganhou Justiça ela era considerada uma linha nada uma quase uma idiota na e coreografia por por homens claro né homem escreveram a história O que é o que é impressionante é hoje em dia existirem Historiador as mulheres e dão Asus né que se dão continuidade a uma versão antes da Belina e fala no livro A gente discutir tudo isso que que é Isabele no dela mesmo e o que que a Isabelle lista que é dos cultores dela né dos partidários dela e que dão azo a isso então fala o mesmo que não entender que ela era burra não entender que ela era parva e é impressionante né porque é uma herança maligna de mistura o grafia machista misógina né Acho que ficou me passa a gente a entender também nessa herança machista nos dias atuais já já a gente vai falar porque acho que tem muito a ver o Bruno na escola em geral Nós aprendemos que ela era filha de Dom Pedro Segundo assinou a Lei que aboliu a escravatura aqui no Brasil que a lei Áurea era muito estudiosa chegou a mediar conflitos entre católicos e maçons o longo estudo que você fez muito mais completo do que nós estudamos né poucos anos na escola vai também por este caminho as coisas aconteceram de outra forma já gente fala sobre a Lei Áurea que é um capítulo à parte que é muito interessante mas ela era realmente estudiosos a ela realmente mediava conflitos você pode dizer da Princesa Isabel para quem está nos assistindo e até ficar curioso para poder comprar o livro sim com certeza sim ela era ela era estudiosos até porque o que ela EA irmã foram obrigados a em matéria de instrução Educacional é o mesmo que o pai delas Dom Pedro Segundo que é tido a uma curiosidade Dona Isabel foi aluna de professores do pai né havia ainda professores de Dom Pedro quando ele tinha ele era criança que eram velhos muito velhos quadro mas que foram professores da princeza Imperial Dona Isabel e da princesa Dona Leopoldina Teresa Então dona Isabel foi a lua por exemplo do Marquês de Sapucaí ti para nós ir lá no Rio é o nome de uma rua ou Avenida onde tem os A pobre Onde tem um espetáculo do Samba esse nome de rua o Marquês de Sapucaí Cândido José de Araújo ele foi um grande político do império um estadista e ele foi Conselheiro de estado ele foi professor do pai da filha agora tem um pormenor o maior o show de Dona Isabel além de todos que ela teve no livro A gente mostra um quadro sinótico né E todos os professores dela o a biografia de cada um a nessa sessão aqui no o que que ocorre é uma coisa muito interessante o principal professor de Dona Isabel de Dona Leopoldina Teresa foi o Imperador Dom Pedro Segundo então ele foi pai e mestre das princesas é assim que ele era descrito ele era o coordenador da obra Educacional e o que é fantástico é quando ele diz Dom Pedro e para ele instruir as filhas dele ele tinha que se instruir então ele diz quanto mais eu estudo mais eu faço vocês aprenderem Então na verdade a educação e saber Lina foi uma educação altíssima né É É provável que nenhuma princesa herdeira europeia do tempo dela tivesse tido essa educação é provável que nenhuma porque ela a menina mulher né ela tinha que tem uma educação igual a de um homem príncipe Imperial homem e ela era mulher mais ela Princesa Imperial então a educação dela foi superior agora nunca parou um parou ali com a condessa de Barral e da Pedra Branca que foi uma grande aparecer Soraia né da dela e da irmã não parou ela se instituiu a vida toda as viagens dela para o exterior eram de instrução ela ela é igual ao pai apaixonada por tecnologia e inovação agora ela era diferente do pai de ver essas férias das férias do seu íntimo da sua subjetividade ela diferia do pai não porque ela fosse burra não que ela não tinha nada de burra né também nem ela nem o pai foram e teóricos da ciência e a outra coisa eles foram ele Dom Pedro Segundo foi até o intelectual e publicou uma coisa ou outra e tal fez traduções etc Isso é óbvio ele é um intelectual do século 19 também a Isabel não chegou a isso porque ela não tinha por exemplo ela não foi uma escritora ela tinha muito sofrimento de escrever ela de uma artrose grande Tá Ela escrevia muito trabalhava com a escrita mas não foi escritora poderia ter sido mas não foi ela o quis da personagem o que mais chama atenção é a obra católica né a obra que ela ela e de Alison Brasil é muito mais católico que a gente era a gente era católico nominalmente mas ela queria um Brasil de justiça social de caridade social no Brasil era o Brasil que Ela sonhava né e se ela não conheceu de forma humana a Princesa Isabel chegou a ter dois irmãos que faleceram por isso quem era a herdeira do Trono e você falou que não era bem visto já com esse machismo que existia na época como é que eles viam essa possível a até assumir o trono e olha ela foi regente do império durante três vezes de fato ela se tornou Princesa Imperial muito criancinha com 4 anos de idade foi reconhecida pelo Senado do império e aí dali em diante só tinha ela e a irmã só tinha duas duas vezes para Dom Pedro Segundo na linha sucessória seguiriam os sobrinhos estão Pedro Segundo Então dona Isabel era herdeira de tudo não tinha dúvida sobre isso politicamente constitucionalmente não haveria nunca dissenso sobre isso então Pedro Segundo ele quando arrumou um genro nenhum marido para a filha dele ele te esqueci gerenciar mudasse a pessoa dele para ficar parecido com ele para que então casamento fosse perfeito de fato o casamento Dona Isabel com dom Gastão Conde dele foi muito produtivo para o fio ele se amar mais passaram a chamar né E então agora Dom Pedro Segundo tinha um pouco de implicância né forte hoje é aquela relação que o genro tem quais sogras às vezes os fogos é aquela relação complexa né então o Dom Pedro tinha uma competição forte com gelo eu já era muito mais muito era efetivamente Militar Dom Pedro não era militar Então tinha ali muita rústica muita hoodia e ela ficava no meio dos dois e nesse sentido até te perguntou de mediação de conflito ela mediava conflito sempre entre o pai e o marido dela né tá E e depois ela mediava ela tentava mediato debaixo dos panos o conflito terrível terrível que houve entre o episcopado brasileiro EA maçonaria porque ela era Ultra católica né então um tempo ela era chamada de ultra Montana que era uma uma terminologia já e Dourada né do século 19 e ela era uma outra católica Então ela tentava ajudar nessa questão sinuosa terrível que foi a hibisco com Maçônica né No ano 1861 1804 no o Visconde do Rio Branco que era chefe da Maçonaria e com quem ela se dava muito também né ela não era a questão era aqui havia Bispo jovens ela mesma vai dizer Bispo jovens e inexperientes e você tinha ali os grão-mestre da Maçonaria o chefe maçônicos que não admitiram que eles falassem nada os viam como meros empregados do estado aí foi uma né Por uma situação insustentável e riscos foram presos enfim é uma história é E aí nesse sentido ela mediava assim ela tem tentou é assim como depois vai ser no fim do Império que não seria fim do Império nenhum é isso que a gente explica no livro né e isso é uma teleologia né a gente acredita que aí amor aqui acabar em 1889 porque nós fomos treinados acreditar nisso sem né a historiografia quando ela é positivista ela ela é evolucionista e teleológica e diz que tudo vai ter um um acontecimento vai pedir o outro que vai ser o outro que vai seguir o outro mas não é nada disso a monarquia teria pendurado ali seus bons anos talvez tivesse acabado na década de 1920 30 40 porque coincide um pouco aí com a república velha que cai porque haveria algum tipo de arranjo das oligarquias ou não ou na verdade a monarquia teria pendurado muito mais status lá o mundo outro disseram a monarquia existe no Brasil até hoje Se ela se adaptasse né até deixado de ser uma monarquia com base escravista e passasse a ser uma monarquia com base econômica né escravista e passa a ser tecido uma monarquia absolutamente democrática né com educação universalizante que eram os projetos pagam com reforma agrária e fundiária né que eram os projetos para o terceiro reinado e é justamente o rei a dona Isabel que não veio né Muito interessante e quando você citou o Conde D'Eu eu me lembrei estudando né ontem sobre o assunto aqui em Campinas na Rua próximo ao estádio do Guarani a gente tem o Conde D'Eu Então essa homenagem aí ao Gastão de Orleans que eu confesso que eu não sabia a origem estudando então eu aprendi que há uma homenagem aí ao marido da Princesa Isabel O Conde D'Eu é ainda sobre esse assunto de política ou Bruno a Princesa Isabel ela nunca teve apreço por política não tinha aspirações ela não sonhava com esse Trono bom então é a gente explica no livro alegrias tristezas tanto Maria de Fátima argon que foi a chefe o arquivo histórico do Museu Imperial por 30 anos né quando eu que tenho Instituto Cultural Dona Isabel com ela e vários outros amigos o que que a gente explicar política o mesinha essa política por exemplo que nós vivemos hoje em dia do toma-lá-dá-cá do troca a peça essa política de rachadinhos essa política desse tipo de coisas isso Dona Isabel tinha até acho né ela não gostei ela nem sabia ela nem queria saber nesse tipo de coisa ela ela ela só a política para ela só tinha um sentido que é o sentido de fazer o bem estando no Alto quanto perguntavam exílio para lavar diziam que a senhora não era chegar na política Então ela mesma Responde ela dizia eu tinha muita consciência do que quem é o era naquela quando eu fui Regente eu te amo que acontece de tudo fazer um bem Supremo é o que a política pode propiciar agora e fica partidária Essa ela tinha ou então ela não queria saber ela não tinha essa coisa que a gente tem hoje em dia esse binarismo direito de queda ela não tinha isso ela não acreditava nisso ela só tinha uma coisa na cabeça que a política como a igreja ensina é a mais alta forma de caridade a política é uma forma de você viver em sociedade e diz produzir o bem comum se não for para isso se fosse a política não for para o bem comum então é isso não é política e aí ela não entendia isso como política ela entendia isso como pecado abuso uma vez elas no tempo do império ela ela cresceu vendo a fraude eleitoral nas campanhas eleitorais na votação bom então ela tava no interior de Minas está batendo uma votação lá evitada uma fraude generalizada ela tirou Ela escrevia né meu Deus quando isso vai acabar esse é um escândalo isso mancha a imagem do império isso é uma coisa então assim a noção que não Isabel tinha da política é uma noção que quem pra quem é raposa velha digamos assim na polícia é uma noção infantil é uma noção poderia dizer a ela era uma Poliana tudo bem Pode falar que ela era uma Poliana que em parte é isso e outro lado não do outro lado ela pensava na recapitalização dos brasileiros ela pensava que um dia os brasileiros iriam até por causa do fim da escravidão que era maior mancha do império ela pensava que a partir daquilo ali a gente ia viver uma nova era E eu mesmo e empregar a gente ia pedir uma nova era só que essa é coincidir com o reinado dela tudo que foi feito pelo pai dela tá o sentido E aí foi abortado essa era quando você falou de Campinas você sabe o casal Herdeiro do Trono visitou muito São Paulo Rio Grande do Sul Santa Catarina Paraná lá eles inauguraram as estradas de ferro que vocês devem ter até hoje vários pedaços então um castanho foi a Campinas Dona Isabel foi a Campinas Eles foram Mogi Mirim Eles foram Piracicaba Eles foram a Guaratinguetá Eles foram a tudo aí tudo no interior eles conheceram tudo isso visitaram ficaram os Palácios Claro da nobreza Paulista né hospedados visitaram A chácara de Dona Veridiana Prado e era uma senhora considerada separado do marido de dona Isabel nem ligou foi lá assim mesmo era uma espécie um Chalé francês muito rico é deles se davam com toda a aristocracia Paulista o que que eu provo no livro Eu provo no livro Uma coisa que a a historiografia e não contou que são os titulares as pessoas que dona Isabel nome ou não é Barão Visconde Conde Marques inclusive que não aderiram à República elas podem ter se conformado podem ter se resignado mas elas eram pessoas muito mais de fiéis a ela né a dona Isabel EA dinastia Imperial da República uma invenção de um pingo de Cadetes do Exército lá no Rio de Janeiro né não tinha nenhum então esse não foi estudado isso é uma coisa que te fato a historiografia não contou que foi a própria aristocracia Imperial não aderindo a república e sim depois Faro se conformando não é porque também não ia deixar ninguém é de tirar miserável por causa disso a gente tem a figura do Eduardo Prado né filho de Dona Veridiana que nunca aceitou E que eram os maiores batalhadores né da Restauração da monarquia mas ele morreu e quando você citou a presença né de Dom Pedro Segundo da dona Isabel aqui em Campinas Instituto agronômico de Campinas foi fundado pelo Imperador pelo Dom Pedro Segundo em 1887 e é bastante valorizado até hoje aqui na nossa cidade é voltando nesse assunto ainda seria diferente para as mulheres hoje se a princesa tivesse assumido trona digo em muitos preconceitos que nós temos esse machismo que já foi estado aqui no programa poucas mulheres em cargos da política a história seria diferente tem como a gente fazer esse exercício eu pego o seguinte exercício pode ser feito no livro A gente também explica isso a contrafactualidade na historiografia ela não pode ser processada por que você não pode dizer aquilo que ocorreu não existindo O que você pode fazer ela que eu explico no livro é investigar factualidade submersa ou seja aquilo que de fato ocorreu mas foi absolutamente submerso absolutamente legado enterrado enfim sufocado e o que que têm nessa história Dona Isabel ela ia reinar na transição do século 19 20 e ela ela não era feminista em uma pós que já já tava nascendo o feminismo agora ela era suffragist poder ir para lá era a favor do direito das mulheres votarem no Brasil as mulheres puderam votar em na frente 34 O que que a gente pensa num terceiro reinado feminino elas vão poder Neto elas poderiam ter voltado muito antes disso E aí para 1910 talvez ela já ganhaste o direito a voto porque a campanha tem mensa e a campanha dele ué a Imperatriz EA mulher e as mulheres não podem votar então teria uma relação então é óbvio que as mulheres numa transição de reinado feminino e abolicionista tanto mulheres quanto negros não com toda probabilidade do mundo não para de ser ir O que padeceram porque veja as pessoas tinham governar o Brasil na transição século 19 com 20 junto com a Imperatriz Dona Isabel primeira seriam os abolicionista mesmo que eles não fossem logo de pronto ali 1890 né quando Dom Pedro Segundo ia fazer 50 anos de reinado sobre Leu aí ele ia dedicar E aí e iniciaria um terceiro reinado efetivo e aí não ia ser na boca ia virar o primeiro-ministro ali logo ali não toda a jogabilidade não mas daí a cinco dez anos Joaquim Nabu o primeiro-ministro com toda a probabilidade então é Rebouças teria aproveitado no Concelho do império talvez não conselho de estado o Visconde torneira jovem ainda também forte Afonso Celso Júnior Rodolfo Dantas todos esses homens que não governaram o Brasil porque a monarquia acabou eles eram o que a gente chama de Isabelle listas e uns fossem mais mais fiéis a ela outros menos mas todos eles defenderam o terceiro reinado a continuidade Afonso Celso Júnior por exemplo é um que ele era pro e Pública mas como o garoto e tal e tal não vamos ver o pai dele era o primeiro-ministro Russo primeiro mistério Visconde de Ouro Preto e ele vai que o exílio é banido junto né com a família ele não esperava que aquilo fosse acontecer E aí ele vai mudando toda a cabeça dele ele vai vendo de tudo que ele pensava de Dom Pedro Segundo era pela propaganda de republicanismos mas que no fundo ele não acreditava em nada daquilo no E aí tendo consciência de que ele está defronte ao monarca que ele chamava de violentado né E foi violentado de tanto que governou o Brasil de tanto que foi explorado tão Dom Pedro Segundo também nunca falar dele aqui agora mas é uma outra história agora Dona Isabel nessa história toda sofreu uma campanha de difamação na imprensa do tempo uma das maiores que já existiu na história do Brasil senão a maior que as pessoas achavam que e quem ela era é sobre a Lei Áurea Então agora que acho que é um assunto que na escola a gente estuda bastante quando você fala da Princesa Isabel pelo que eu me lembro ela foi bastante exaltado como uma figura Central nesse processo da abolição da escravatura assinando o decreto mais tarde eu lhe também sobre o movimento popular que existia na época e que talvez o clima político tivesse forçado a ela a tomar esta decisão quem leu o livro a encontrar qual viés daquele papel fundamental ou mais ou menos entrou na onda O que que você pode contar para a gente Bruna a dona Isabel ela tem papel fundamental na abolição da escravidão no Brasil tal como ela se deu em Treze de Maio de 1888 ela com tudo aí o que a viação que você quiser o livro vai te mostrar todas as versões não é a gente aborda todas as versões a gente diz Dona Isabel por ela mesma não achava até porque tem a direção dela aviação Isabelle na ela chamou ela ela ela disse que a lei áurea foi um golpe de estado entre acreditado ela não usou mas era isso e que foi ela que deu esse Ball então ela sabe muito bem o que ela tava fazendo ela também era uma vitória dela e as damas dela chamavam de Vitória você ganhou Vossa Alteza é a subir negócio alcança passou a perna em todo mundo beleza tudo isso aconteceu ela De fato deu um golpe de estado mesmo que ela tirou o primeiro-ministro e colocou um que queria que mesmo sendo conservador queria Lei Áurea sem indenização naquela naquele momento Então ela diriam ao programa agenda do partido a polícia eu estava informação por enquanto era só a Confederação abolicionista mas era o partido abolicionista Então ela tomou parte coisa que a coroa não pode pela constituição então sim ela tem um golpe de estado A lei áurea foi um golpe de estado do ponto de vista dos escravocratas intransigente que estavam partido conservador e até ela liberar o tinha escravocrata em 13 gente também então ela teve participação agora qual é a questão ela era a figura more do movimento abolicionista Dona Isabel era a peça chato Não claro que não ela nem podia ela não podia ser ativista abolicionista porque ela não é uma pessoa comum ela não era do povo e mesmo se ela fosse uma Nobre porque teve Nobre fácil para o movimento abolicionista o próprio Nabuco era Nobre você curioso próprio André Rebouças era a família aristocrática também mesmo que fosse dentro não tinha diferença as famílias aristocráticas do império eram todas as mestiças mesmo não havia problema em o deputado Senador médico advogado e se agulha agora você não podia ser príncipe reinante da casa Imperial e cê só que ela a partir de 88 até então ela era de modo privado tá a partir de Janeiro de 88 ela passou a ser publicamente abolicionista os filhos dela tinha um jornalzinho abolicionista quer dizer mudou tudo mudou tudo ela escancarou uma coisa que era privada e aí quando se diz hoje no livro A gente coloca isso também há um movimento negro para valorizar os escravizadas que foram efetivamente Condutores com os abolicionista de um processo abolicionista eles ficam esquecidos Porque existe esse saber mesmo não mas aí não é assim que se darão os apelidos foi apagado da história do Brasil se você começará com grandes historiadores atuais e perguntar sobre o isabelismo Eles não sabem que uma palavra e o que que é o isabelismo o saber e já existe o movimento negro favorável ao terceiro reinado o isabelismo é a guarda negra da Redentora o isabelismo é o apoiamento que eles deram com a vida deles os negros morreram os Dona Isabel as pessoas não sabem disso que as pessoas pensam e não perdi sangue na proclamação da república o sangue que teve foi o negro que era o sangue saber lista então isso tudo se perdeu né no livro A gente tenta resgatar o máximo possível mas muita coisa ainda tem parece falar então o Saber livro é conhecido não é só uma coisa dela é uma coisa que ela aceitava mas que ela não isso Flávia por exemplo a guarda Negra eram de capoeiras né Pedro no Brasil inteiro não era ela que isso Flávia dizendo façam isso e tal Dona Isabel se você quiser ter uma figura você já passei muito tempo aí não pode continuar que tá ótima nós conversa Branco Ah tá Dona Isabel Se você olhar no século 21 personagem que teria um pouco assim que e muitas proporções e também é talvez a diferença de personalidade mas que são Ultra cristãs elas parecem muito com a Rainha Elizabeth atual do Reino Unido só que elas têm o mesmo nome é Isabel é esse nome é recorrente nas famílias reais restante católicas ou protestantes que é o nome da moça que é consagrada a Deus o nome significa isso em hebraico arcaico nas línguas semitas né então elas têm muito pelo que eu vida dessas personagens todas muitas foram canonizados né Depois de mortas foram rainhas e princesas e dona Isabel descendia dessas mulheres e essas mulheres elas não eram assim é pacata e não sei que como elas têm muita muita personalidade elas são muito então apresentando Isabel era muito autoritária milho ela era muito autoritária ela falava de um jeito que os homens tinham raiva O que é dispensável é Oi Dante na fala ela é ela é Ela provoca ativa e ela tinha isso agora ao mesmo tempo ela era acordada também muito gentil muito aristocrática né o povo adorava e tu era também muito introspectiva às vezes né não queria ter tão assim explorada ela tinha medo de como seria viver o que o pai viveu né uma exploração infinita e se ela tinha insegurança medo o de resto ela era bastante corajosa nisso ela saiu avô porque o que Dom Pedro Segundo não fez nos últimos 20 anos do seu reinado que foi justamente provocar uma crise né mas que uma clipe seria com Tornada o que ele não faz a filha faz na canetada e pondo impondo uma visão porque ela não admite a indenização para os senhores de escravizadas né e os senhores queriam a indenização Então ela e o o João Pedro e todos que fizeram ali no final né o gabinete do império pensavam já teve muita indenização o que falta agora é reorganizar a sociedade claro que eles também pensava que haveria é micos que a gente chamou estendia de microcrédito né abriria crédito para as pessoas já seria uma forma de indenização na República Velha o que mais tempo foi indenização aos senhores de escravos porque a socialização da perda do café de São Paulo do Rio de Janeiro era imensa ah ah o ministério da fazenda indenizável todo mundo né o Bruno sobre essa canetada que você tava citando da Lei Áurea libertando né todos os escravos último país do ocidente abolir e aí no ano seguinte ela foi obrigada a fugir do Brasil às vezes lá na França queria que você se taça um pouquinho também é deste período esse no livro o nome que tá escrito aí tristeza e as tristezas dela ou não e foi a maior tristeza da vida dela ela escreve Ela diz que o Quinze de Novembro era uma coisa que ela não esperava o marido dela era outra muito Mega pessimista ela era otimista o marido era pessimista e ela dia e ele também não esperava Dom Pedro no esperar ninguém esperar na verdade eles ouviram falar em Republicano republicanismo de lavar movimento mas eles não tinham nada de concreto não tinha não tinha deputados e senadores republicanos não tinha nada de concreto não tinha que é vereador de câmera tinha presente câmera mas era uma coisa pequena eles achavam o seguinte a se um dia os brasileiros forem botando nos República maciçamente vai ter uma câmera totalmente República mista ou assim noventa porcento né E aí nós vamos ter convidados da no retirar mas aí eles pensavam eles vão deixar de reinar mas vou poder ficar no Brasil hoje não aconteceu nada disso veio o golpe militar o centro de Cadetes sem comando né porque até o eles decidirem fazer uma região Deodoro assumir demorou um tempão cá deixa eu vou tá dizendo que é um programar República claro que o que que acontecer ia ser imediata as tropas Leais ao império e um começar a fugir lá aquelas outras estavam milhares em férias é uma guerra ali e talvez inclusive devem descem guerra civil porque os nervos Muito provavelmente ia botar também e a ser um banho de sangue no Rio de Janeiro aí Dom Pedro Segundo que já estava muito velho deve o decreto né ele na verdade não entende ele fica no meio que um estado de choque não entende e diz que a presença dele vai vai contornar tudo aí ele deve Petrópolis vai incluir então no livro tem essa história detalhada ninguém a gente Inclusive tem até as horas das coisas que vão acontecendo hora tal aconteceu hora tal e aí Dom Pedro Segundo 30 meio de quase em catatonic branco não quer deixar aff e eu eo conselho de estado aí a filha manda o conselho de estado se reúne em nome dela porque o pai ficou achando que não precisava e por fim nada funcionou porque aí eu estou dadinhos disseram que eles eram presos domiciliares no palácio no centro do Rio ninguém podia entrar e sair e aí ele e aí foi uma coisa impressionante e lhe viraram as carabinas todas as metralhadoras para eles tanto a família quanto as damas do Paço tanto que as damas eu passo só chorava não fazer uma olhada chorava chorava chorava e aí e os soldados desceram que se eles usassem reagir não querer ir embora quer dizer eu me atrasar todo mundo mesmo que os soldados não tivessem coragem de fazer isso e pode ser e fizesse por exemplo não matasse ninguém da família mas matassem as damas né claro aí essa grande a obrigar embora então o que que aconteceu nesse momento de alta tensão Dom Pedro Segundo falou não a gente vai vai partir agora e aí foi horrível porque aí o povo começou a saber e aí o povo começou a se amotinar para ir para lá e aí o que que a gente Leno gelados kit salva estilos eram dadas toda hora para afastar o povo e isso era de madrugada sendo enxergava nada então se envolveu Gente o que eu digo o livro traz morreu por exemplo de imperiais marinheiros desembarcaram eles trocaram tiro para caramba eles eram neles né noventa porcento de imperiais marinheiros não eram pretos e aí o que que eu falo no livro a ninguém morreu ninguém morreu crise porque cada um desse que morreu ninguém contou de morte ninguém disse que morreu sem vai claro que morreu gente se não o relato não iam dizer que teve tiro para o lado tira o outro tava o tempo todo lá na e depois e eles foram embarcados de madrugada no navio continuou ter porque aí desembarcaram tropas de Niterói vinda de Niterói de manhã com certeza sempre sempre troca de tiro aí um soldado que era negro lá dentro da Fortaleza de Santa Cruz soube estava acontecendo aí reclamou aí o comandante deu um tiro nele há outro deu um tiro ou seja essas histórias não foram contadas porque o que quem morreu não era branco então isso é muito louco e hoje em dia o movimento nego parte do movimento negro né tá estudando isso analisando a gente tem agora um professor aí da Unicamp que já é amigo o Mateus de Jesus que tenham acabou de mudar um livro exatamente sobre isso sobre o massacre dos negros em São Luís do Maranhão porque ele se revoltam contra a proclamação da república então isso está no livro alegrias e tristezas e está muito mais pesquisado e detalhado um livro do professor Matheus então assim é e não foi contada a história dos negros que morreram pela proclamação da república não foi contada é uma história aqui Visa muito conhecimento né É fundamental Então as a leitura para a gente ter um relato mais fiel do que aconteceu naquele período o Bruno Quais foram as dificuldades que você encontrou para escrever esse livro Os perrengues aí ao longo desses 20 anos porque Imagino que é procurar material daquela época coisas conflitantes você deve ter passado por muita coisa nesse período é é muita coisa o Museu Imperial em Petrópolis é o arquivo brasileiro que mais possui material para a gente pesquisar contudo para você pesquisar lá hoje em dia a gente vai ter essa facilidade com a digitalização de tudo mas ainda não disse uma coisa que está seguindo né mas sempre teve que ir lá presencialmente então é a primeira dificuldade porque para Fátima não Ela morou lá e trabalhava lá o dia inteiro a nós que somos pesquisadores de fora mesmo do Rio você tem que ficar subindo né Então essa é a primeira tá outra é É que na verdade a as fontes não são só não estão só no arquivo histórico do Museu Imperial tão em jornais e revistas de época e Antigamente você não tinha a Biblioteca Nacional digital como você tem hoje isso é um tesouro isso faz as pesquisas aumentarem muito né Então esse é o que a gente pode se aproveitar agora né de dois anos e meio e quando a gente fez o dia pede 2017/2019 antes não tinha isso então você tinha que ir na Biblioteca Nacional pesquisar tudo e aí é muito difícil agora o livro por outro lado ele é um acúmulo de informações é de conhecimento desses anos todos de pesquisa pesquisa Claro que não foi ininterrupta nela era uma pesquisa é que tinha algumas interrupções porque eu mesmo leque de sair de um lugar para o outro eu sou do Rio mas moro em Brasília e o Instituto Cultural que a gente fundou no Rio de Janeiro né o abolicionista né Isabele lista esse Instituto ele que se transferir do Rio para Brasília então esse Demorou anos a gente tem uma opção delivery mais aqui dentro né da minha casa onde está o Instituto você tem coisa que eu nunca nunca lhe porque não está catalogado não tá é higienizada Cataguá digitalizado então eu mesmo não sei dizer o que haja aqui e que ampliam o que está no livro né agora é o também faz melhor a gente diz mais do que isso aqui é a gente não podia fazer não é o que a gente pode atualmente ele dá conta de toda a biografia política embora ele seja um livro de teoria e história da historiografia e um livro tá escrita disse que são assuntos exclusivamente não entre os amigos mas eminentemente historiográfico então é legal agora ele não dá conta por exemplo a biografia religiosa dela é uma coisa que a Igreja Católica tem todo interesse porque muitos clérigos querem a beatificação de Dona Isabel então é a biografia religiosa dela não está aqui não tem como é imensa imensa né e o local onde ela cresceu tinha sido transformado né no Museu Nacional aí no Rio de Janeiro só que foi destruído por um incêndio 2018 se perdeu muita coisa é muita coisa ele é o local onde ela nasceu lá nasceu ali como todos a maioria nasceu aí o pai dela nasceu ela nasceu ali e falar ser Vinte e Nove de Julho em 1846 e o museu a ironia técnica é que a avó dela Dona Maria Leopoldina a imperatriz do Brasil no dia dois de setembro de 1822 assentou né presidiu o conselho de Estado então houve uma alta em que ficou resolvida a independência do Brasil Somente Na expectativa do Dom Pedro da lá o grito dele que deu a em São Paulo viu deu mais perto de você e aí foi dois de Dezembro de 22 quando chego em perdão é o perdão Dois de Setembro de 1822 né E aí Dom Pedro alguém Sete de Setembro de 22 quando foi Dois de Setembro agora de 2018 o museu pegou fogo Caramba minha verdade é uma coisa impressionante é uma coisa assim quase que que sabe assim diabólica sabe que é uma coisa assim como que o Brasil ele ele ele não cuida desse ele não se conhece ele não se dá valor ele não como que a gente é um problema né de autoestima de falta de consciência histórica cidadã né como que a gente é nesse nível né E aí Claro os governantes não são diferentes né dos brasileiros fato a gente tentou a gente chorou mas existe uma responsabilidade coletiva naquele né não são só sucessivos governantes né que são empedernidos que não ligam para a história não ligam para ciência não liga para tradição é somos nós também é nós também claro e para a gente poder encerrar Bruno neste livro vocês conseguiram resgatar imagem tem muitas ilustrações e muitas ilustrações a maioria inédita Inclusive a a foto que as pessoas nunca tinham visto ninguém né dela morta né no castelo de na Normandia então tem a foto dela é poder mostrar para vocês aqui a tem a foto ela no leito de morte né e e com muitas imagens inéditas e que a gente trabalha e que são conhecidas né algumas já são o tem a foto do da volta dos restos mortais dela ao Brasil aqui essa imagem não sei se vai dar para ver dá dá sim e isso é ela no leito de morte e em Quatorze de novembro de 1920 e um fantasma no castelo de rir na França na Normandia isso aqui já é o funeral dela que a página ao lado tá até o funeral então o livro é muito grande né Gabi tem tem quase mil páginas é uma loucura mas ele ele vale a pena para quem queira é trabalhar essa transição do século 19 por 20 e tudo que ficou lá muito escondido muito apagado muito te conhecido e que a gente tenta trazer à luz ali no livro Bruno Antunes de Cerqueira autor do livro coautor né a princesa que não assumiu o trono as alegrias e tristezas de Dona Isabel do Brasil muito obrigado por essa aula de história por todas as suas explicações sucesso com o livro por conta da pandemia não pode fazer aí né a noite de autógrafos como a gente diz Mas passando a pandemia fica o convite aí escreve para Campinas porque é um livro Fantástico sobre essa história e agradeço novamente a sua participação e disponibilidade aqui com programa câmera total e Eu que agradeço a você e a todos que contataram e que eu ia disposição de vocês também com certeza a gente ainda vai organizar o lançamento aí para o interior de São Paulo tem ganhar Aparecida Guaratinguetá Campinas Pindamonhangaba né com certeza a gente vai tá aí mas pode é riquíssimo é que tem que ser divulgado então muito obrigado ao Bruno Antunes de Cerqueira e E aí [Música] E aí E aí
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