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CÂMARA TOTAL

9 views Publicado 11/02/2021 HD · 1:33:39

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, quinta-feira, 11 de fevereiro de 2021, começa agora o Câmara Total, ao vivo, meio dia e 26. Quero agradecer desde já a sua companhia e a sua audiência. Você que estava acompanhando há pouco a reunião da Comissão Extraordinária da Mulher, continue aqui na TV Câmara Campinas, porque nós temos muitas informações aqui no Câmara Total. E eu quero a sua participação, hein? Através do número do nosso WhatsApp, olha só, eu tô apontando, tá aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD 978293776, ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code. Pegue o seu celular, abre a câmera, como se fosse tirar uma foto, aí você mira aqui para este QR Code e aí você aperta para enviar uma mensagem que já cai automaticamente no WhatsApp da TV Câmara Campinas. Sem perder tempo, já vou começar acionando o nosso repórter Rubens Morelli, porque as As inscrições para a 6ª Mostra Nacional de Teatro na Lona já estão abertas. E para nos contar quais são as categorias, como é que funciona essa mostra e de forma online, seja bem-vindo, Rubens Morelli. Olá, obrigado, Gabriel Castro. Um abraço para você, para todos que nos acompanham aqui na TV Câmara Campinas. É isso mesmo, a Mostra Nacional de Teatro na Lona chega à sua sexta edição e dessa vez com uma proposta diferente, por causa da pandemia, muitas adaptações, a gente sabe que o público do teatro não pode ainda estar em sua plenitude, nas apresentações, as apresentações, quando possíveis, são realizadas com capacidade reduzida. Então, para ter um festival de teatro, vai ser nessa mesma toada também. A gente está aqui em Hortolândia para contar um pouco a respeito desta sexta edição da Mostra, que é nacional, mas também já tem companhias internacionais tentando uma vaga. São 24 vagas nessa mostra, mas já são mais de 250 inscritos e ainda dá tempo do pessoal ainda se inscrever para poder participar dessa mostra nacional. Para a gente conversar a respeito dela, eu estou aqui com a Rita Oliveira, que é curadora da mostra na Luna e vai poder explicar justamente quais são as categorias que estão disponíveis para essa mostra. Obrigado pela presença. Olá, olá pessoal. Bom, a gente tem as categorias teatro de rua, a gente tem a categoria teatro infantil e também a categoria adulto. A ideia inicial é que esses espetáculos sejam todos apresentados online, mas o grupo que preferir e se inscrever como apresentação presencial, Ele vai trazer o seu espetáculo até aqui A cidade de Hortolândia, até aqui nesse espaço E vai se apresentar aqui Então vai depender muito de como vai estar a questão da pandemia Se tiver liberado, a gente vai ter um público de 30% Se não estiver liberado, os atores vão se apresentar Sem plateia e o espetáculo será transmitido ao vivo, online. As apresentações estão marcadas para o mês de março, mas ainda é possível se inscrever até esse fim de semana, é isso mesmo? Isso, as inscrições são até o dia 14 de fevereiro, é muito simples para se inscrever, é só procurar no nosso site www.nalona.com.br, lá está o edital, mas é bem tranquilo, é bem simples, a pessoa se inscreve, manda uma gravação que ela tenha do espetáculo, e isso está sendo analisado por uma banca, da qual eu faço parte, o César Póvero faz parte, a Lika Floridia faz parte, e a gente está selecionando e dando nota por categorias. Agora já são 250 grupos inscritos, então vocês estão com um bom trabalho aí, né? Bastante, até ontem a gente estava já passando de 250, inclusive é uma mostra que a gente chama de mostra nacional, mas a gente já teve em outras festivais, a gente já teve grupos de fora, como o da Argentina, por exemplo, agora esse ano a gente está com inscrição aí do Uruguai, inscrição da Itália, então está virando uma mostra internacional, na verdade, de teatro. E eu que mostro o crescimento e a evolução, né? Porque você me dizia, essa amostra tem o nome Nalona, porque a primeira edição foi uma coisa mais improvisada. E agora vocês já estão indo para o lado online. Isso mesmo. Como é que tem sido essa trajetória? Então, na primeira edição foi, na verdade, um encontro, assim, dos amigos o Ayrton Silva, o Jura, o Silvio, o Leme e o Aleixo, quatro amigos que são daqui da cidade, né? e que faziam parte do grupo de teatro do interior paulista, que se reuniram e decidiram, conversaram com outros amigos de grupos de teatro de outras cidades e perguntaram se a gente fizer um festival, um evento, vocês topam vir sem cachê? Só com uma ajuda de alimentação? E muitos grupos toparam e a gente realizou o evento assim. Então, é na lona no sentido de sem condições financeiras mesmo. E a gente teve vários grupos parceiros que toparam de várias cidades do estado e vieram se apresentar aqui. Aí, deu muito certo. Aí, no ano seguinte, a gente conseguiu já dar à prefeitura o recurso para custear os cachês. E o trabalho de logística sempre foi voluntário, que são dos atores da Companhia de Teatro São Genésio. E agora, este ano, especificamente, a gente conseguiu uma verba através do PROAC, da Lei Aldir Blanc. Então, esse ano, a gente está custeando os cachês com essa verba do PROAC, através da Aldir Blanc. E estamos contando com o suporte da Prefeitura na questão da logística mesmo, questão do espaço e logística para receber os grupos que vão vir até Hortolândia. E essa é uma forma também de dar uma sobrevida a esses grupos artísticos que tanto sofreram na pandemia, justamente por causa dessa indisponibilidade de ter arrecadação com o público, com bilheteria. Como é que foi esse ano de 2020 com a pandemia? É bom sempre a gente ouvir o lado do artista para ver mesmo a dificuldade que a pessoa sofreu. É uma questão muito séria, porque claro que tem artistas que fazem o trabalho artístico de uma forma como um hobby, como um azer, como uma outra opção de descontração e tem o seu emprego, mas o artista profissional vive da sua arte, ele vive do seu trabalho. E com a pandemia, a primeira coisa que parou foram os eventos. Então, os artistas foram os primeiros que pararam a trabalhar e a viver do seu ofício. E seremos os últimos a poder voltar a trabalhar de forma plena, com o público total, na sua totalidade, dentro dos teatros, cinemas e casas musicais e tudo mais. Vamos ser os últimos também a voltar. E durante esse período está sendo muito complicado porque é a forma de vida das pessoas, do artista profissional, ele vive da sua arte. Então, todos esses eventos, essas maneiras, o Festival na Luna não é o único evento que está tentando de alguma forma contemplar o trabalho artístico de forma remunerada. Mas isso é muito importante, porque é um alento para a vida do artista profissional no meio de tantas dificuldades que a gente está enfrentando. É, até a questão da sobrevida, você ter um recurso adicional, graças à lei Aldir Blanc, ter essa possibilidade de manter o trabalho. Porque em todos os setores, todo mundo teve que se reinventar. reinventar no setor da cultura, o pessoal também teve que se reinventar, inclusive com novas, com adaptações, inclusive para quem é do teatro, por exemplo, utilizar recursos audiovisuais para transmitir isso para o público pela internet. E aqui na mostra, na lona, essa possibilidade também será realizada? Sim, então, todos os espetáculos, mesmo que for ser apresentado aqui ao vivo, todos serão transmitidos online, terá o horário certinho, a programação certinha onde todos esses espetáculos serão transmitidos online, todos então você percebe que não é só uma forma também de ajudar o artista profissional, é uma forma de também levar lazer, levar descontração de forma gratuita para o público que está em casa e é muito interessante essa questão do audiovisual, essa questão de adaptar os espetáculos para vídeo a gente tem grupos como por exemplo em São Paulo o Grupo Sátiros que fez uma montagem para especificamente uma plataforma para o Zoom para o Meet, essas plataformas e deu tão certo isso porque eles conseguiram atingir um público que se fosse num espaço único, eles jamais teriam atingido então eles falaram, gente, nós vamos continuar fazendo, descobrimos em meio a pandemia, descobrimos mais uma ferramenta de trabalho mais uma possibilidade também montei com os meus alunos espetáculo de formatura também dessa forma, adaptando o espetáculo para o vídeo porque virou uma outra linguagem, que a gente não sabe, a gente chama de teatro virtual, teatro online, que nome que a gente dá mas a gente sabe que é mais uma linguagem, é mais uma ferramenta E é muito interessante porque, por exemplo, os outros anos o Nalona acontecia aqui presencialmente, só podia assistir quem estava aqui no entorno. Esse ano o Nalona vai poder ser assistido no país inteiro e no mundo inteiro, porque vai estar lá online para quem quiser ver. Então, em meio a tanto sofrimento, a tantas coisas difíceis, a gente acaba também descobrindo algumas coisas que podem ser interessantes. Tem o lado positivo também na questão da pandemia. A gente tenta buscar, é o papel do artista também, é buscar um pouco de cor em meio a algo meio cinzento, é o nosso papel. Agora, a gente falou do ponto de vista do artista, dessa dificuldade durante a pandemia, queria ver do ponto de vista da plateia, qual é a dificuldade de não ter espetáculos em um ano tão difícil como esse, que foi o da pandemia, de não ter esse contato mais direto com a arte? Como que isso afeta as pessoas? Então, eu acho que é bastante complicado, porque para quem tem realmente o hábito de ir, de prestigiar, de se contaminar, de se alegrar com esse tipo de evento, infelizmente é mais um motivo de tristeza talvez a gente percebe não só no teatro a gente percebe que na TV a programação muitas vezes são coisas repetidas reprisadas, não tem coisas novas eu acho que tudo isso contribui para que a gente fique nesse estado de tristeza mesmo assim no geral mas é isso o que a gente está tentando é reverter aí essa maré, lutar contra, que é o papel do artista mesmo, é lutar contra e tentar de alguma forma levar espetáculos e deixar a galera mais feliz é isso, o pessoal sente falta mesmo de ter esse ambiente cultural, esse contato com os artistas não é fácil, mas aos poucos a gente vai superando. Então fica aí a dica pra todo mundo as inscrições ainda estão abertas pra essa mostra na lona de teatro até o dia 14 de fevereiro que é domingo. Isso, e as apresentações serão do dia 12 até o dia 27 e lembrando de março, do dia 12 ao 27 de março e lembrando que não vão ser só espetáculos teatrais. A gente também vai ter oficina de dança, a gente vai ter workshop, roda de conversa, muita coisa gratuita durante esse período aí, do dia 12 ao dia 27. E pro pessoal ficar ligado, o site é o nalona.com.br, é isso? Isso, facinho de achar. Muito bem. Então, muito obrigado pra Rita, que nos atendeu aqui no Câmara Total. É isso, Gabriel, muitas informações e muita coisa bacana acontecendo nessa mostra de teatro Nalona, que a gente mostrou aqui no Câmara Total. A gente volta aos estúdios da TV Câmara. Nalona.com.br. Muito obrigado, então, Rubens Morelli. Parabéns aí pelo trabalho da Rita Oliveira, ela que é a curadora aí desta mostra Nalona, essa iniciativa muito bacana. Olha só agora, dados de uma pesquisa divulgada recentemente pelo Ibope mostra que cada vez mais os idosos estão utilizando a tecnologia e a pandemia do coronavírus colaborou. Entenda na reportagem de André Aranha. Em 2020, por causa da pandemia, a Luciana, que é nutricionista, precisou se adaptar à tecnologia. É que os atendimentos passaram a ser online. Ela conta que foi muito difícil quebrar essa barreira com a tecnologia no início, Mas, aos poucos, tudo foi dando certo. E você chegou a fazer curso durante esse período para se aprimorar no que diz respeito à tecnologia? Ah, não. Então, não. Eu fui sofrendo mesmo, pedindo para as filhas que dominam, para os gêmeos. E, na verdade, é assim. Quando você se disponibiliza a trabalhar numa coisa nova e você quer abrir, você está aberto para essa novidade, as ajudas aparecem. Então, eu tenho paciente que fala, faz isso, compra isso, e o mercado também foi trazendo. Então, eu tenho suporte para celular, de tudo quanto é jeito, suporte para iPad, eu hoje atendo paciente pelo WhatsApp, pelo Google Meet e atendo pelo Skype. Então, assim, enquanto eu estou atendendo o paciente em um aparelho, eu estou escrevendo em outro e ainda com papel, com a caneta, que isso eu não dispenso nunca, né? Olha, a pandemia realmente mudou muita coisa, mexeu com o emocional de várias pessoas e muita gente veio parar aqui, ó, no Odivan. Os idosos, por exemplo, as pessoas que têm mais de 60 anos tiveram que se adaptar, buscar entender um pouco mais a tecnologia. É aí que entra a figura de um especialista. Um especialista em psicologia, que muitas vezes é o profissional que consegue mostrar para os idosos que eles são capazes sim. O que a tecnologia pode ajudar é o fato de ele ser descartado, entre aspas, ele perde o sentido de acolhimento, de integrado, conectado com a família e com a sociedade. Com o quadro da pandemia que nós estamos vivendo hoje e o rigor que nós temos que ter com o idoso, esse contexto para ele fica mais intenso, porque ele vai ter que ficar isolado. Então, se ele tinha uma carga de ter sido descartado, colocado de lado. Com a pandemia, ele se isola de vez. O psicólogo lembra que no Brasil o idoso é pouco valorizado. A biologia traz nessa hora uma ferramenta, uma ponte, uma conexão dele com o mundo externo. Meio dia e 43 agora, a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios para falar das notícias da Metrópole, atualizando os casos da Covid-19. Boa tarde, Mina. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você aí de casa. E olha só, de acordo com o Ministério da Saúde, são 9.659.167 casos da Covid-19 no país, com 234.850 óbitos. Ficam aqui as condolências da TV Câmara Campinas. No estado de São Paulo, 1.878.802 casos da doença e 55.419 mortes. Agora nós vamos falar da região metropolitana de Campinas, que compreende 20 cidades aqui da nossa região. Nós estamos falando aqui, olha, 157.829 casos aqui na RMC e a nossa cidade até esta quarta-feira tinha 64.379 casos da doença. Lembrando que nós temos Indaiatuba com 14.090 casos, Sumaré 11.989, Americana 10.275 e na sequência nós temos Sumaré com 11.989 casos, depois nós temos Santa Bárbara do Oeste, Hortolândia, Paulínia, Valinhos e Itatiba. São cidades todas com mais de 5 mil casos e depois Vinhedo, 3.985, na sequência Cosmópolis, Jaguariúna, Nova Odessa, Montemor, Arthur, Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Engenheiro Coelho, Olambra e Morungaba. Quando a gente fala dos óbitos na RMC, são 3.978 óbitos aqui na região metropolitana de Campinas e Campinas somou ontem 1.734 mortes. Lembrando que nós tivemos aí, quando eu falo das mortes, Gabriel, 22 delas confirmadas nas últimas duas semanas pela Covid-19. Isso que eu ia falar. Tem alguma explicação? Porque a gente sempre estava na casa de 8, 10 óbitos, que é muito grande. E esse número saltou, então, para 22 mortes. A explicação é que tem morte do mês de janeiro e das últimas semanas? Sim, a gente tem um óbito de um homem de 88 anos, de dia 17 de janeiro e a partir, então, do dia 2 de fevereiro. Então, desta semana, a partir do dia 8, nós temos 5 óbitos, o restante são óbitos de semanas anteriores. Então, são pessoas que faleceram, realizaram o exame para saber o motivo e saiu agora, portanto, que o motivo é a Covid-19, por isso que entra nessa conta de 22 mortes, então, neste período um pouquinho maior do que 24 horas. Sim, correto. E Sumaré aparece na sequência com 334 óbitos, Indaiatuba 332, Santa Bárbara do Oeste 266, Americana 261, Valinhos 240, Hortolândia 221, Paulínia 102 óbitos. Na sequência, cidades com menos de 100 óbitos. Por ordem de mortes, olha, Itatiba, Nova Odessa, depois aparece Cosmópolis, Montemor, Vinhedo, Jaguariúna, Artur, Nogueira, Pedreira, Engenheiro Coelho, Santo Antônio de Posse, Morungaba e Olambra. Em relação à vacinação, que é um dado sempre muito importante, 42.874 pessoas já se vacinaram aqui na cidade de Campinas, o que é uma ótima notícia. A gente tem até aqui na tela, olha só, as doses aplicadas, atualizada no dia de ontem, às 7 horas e 14 minutos. Lembrando que começou hoje então a vacinação dos idosos com idade entre 85 e 89 anos, o agendamento já está aberto no vacina.campinas.sp.gov.br, lembrando que as pessoas devem levar aí o comprovante de endereço e também um documento com foto. E hoje pela manhã chegou na redação uma reclamação de que havia fila no CAIC da Vila União, que é um dos locais de vacinação. E de acordo com a Secretaria de Saúde, o problema da fila aconteceu porque muitas pessoas estão chegando uma hora antes do horário marcado. O idoso deve chegar cinco minutos antes. Não há necessidade de ir com tanta antecedência para que não haja aglomeração. Falar agora sobre a ocupação de leitos, que é uma preocupação muito grande que nós temos também, permanece acima dos 80%, Mirna? Sim, Campinas registrou 82,42% nesta quarta-feira, dos quais 211 leitos ocupados, nós temos 256 leitos no total aqui na nossa cidade. Como está o enfrentamento da Covid-19 aqui no estado de São Paulo, Mirna? O anúncio foi feito nesta quarta-feira em coletiva pelo governador João Dória, que disse, inclusive, que está antecipando a vacinação das pessoas com 80 e até 84 anos, que vai acontecer no dia 1º de março. A vacinação para os idosos com mais de 80 anos vai começar no dia 1º de março aqui em São Paulo. Repetindo, a vacinação para os idosos com mais de 80 anos começará no dia 1º de março em São Paulo. Com a chegada de mais insumos para a produção da vacina do Butantan, o Estado de São Paulo começa no dia 1º de março a vacinar todos os idosos acima de 80 anos de idade. E da Covid-19, vamos falar um pouquinho de dengue também, Minabreu, que é uma preocupação que nós temos, um combate, principalmente agora no verão, a gente sabe que é época de chuvas e esse combate precisa acontecer. É, e ele continua aqui na região metropolitana de Campinas, inclusive na nossa cidade foi aí publicado o boletim epidemiológico. E de acordo com a Secretaria de Saúde, entre 1º de janeiro e o último dia 8 foram registrados 29 casos da doença. Região sudoeste com 14 casos, na leste 6, região norte 5 confirmações, a sul e a noroeste com cada uma delas. E também foi um alerta, a gente tem aí uma tabela dos bairros que tem o maior índice de transmissão, olha, áreas de risco, Barão Geraldo, Jardim São Gonçalo, Parque das Universidades, Satélite Irizum, Jardim Boa Esperança, Jardim Novo Flamboyant, Jardim São Cristóvão, Jardim São Pedro, Viracopos, Jardim Profilube B, Jardim Melina e Jardim Ouro Verde. Ou seja, Barão Geraldo, Distrito do Campo Grande e do Ouro Verde, esses bairros aí estão aí com risco e deve ter aí as pessoas de maior atenção quem mora nessas regiões. Doze bairros, muitas regiões, cidade de Campinas em alerta então com a dengue. Minabri, eu quero aproveitar a sua presença aqui, o programa um pouquinho mais curto, né, mas cheio de informações para a gente falar das notícias do Legislativo e começando com uma ótima notícia. É uma boa notícia ainda sobre a Covid-19. A vereadora Guida Caliço teve alta ontem do hospital onde se encontrava internada. A parlamentar continua a recuperação em casa, está se sentindo bem melhor de acordo com a assessoria, ainda que sinta leve fraqueza em algumas atividades, como na caminhada. Porém, continua sentindo melhoras dia a dia. Boa recuperação, vereadora. E o quanto antes estará de volta aqui no Legislativo Campineiro. Ontem nós tivemos a segunda reunião extraordinária e foram instaladas várias comissões de representação? Sim, comissões de representação e de estudos. Foram seis aprovadas ontem. E olha só, o presidente Zé Carlos definiu a partir das indicações das lideranças os componentes de cada grupo. A comissão de representação que vai estudar uma solução para a reabertura da unidade do Poupa Tempo no centro de Campinas, terá como presidente o vereador Luiz Cirilo. Além dele, farão parte os vereadores Jorge Schneider, Débora Palermo e Paulo Haddad. Hoje, o grupo já inicia o trabalho com uma reunião com a diretoria da Prodesp, a companhia de processamento de dados do estado de São Paulo, que é a responsável pelo Poupa Tempo. Também foi instalada a Comissão Especial de Estudos, que vai fazer um levantamento de diferentes segmentos econômicos e profissionais para elaborar as propostas para diminuir a burocratização nos serviços municipais. Ela foi indicada pelo vereador Paulo Gaspar, que será o presidente, e o grupo terá ainda a participação de Felipe Marquesi, Igor Diego, Major Jaime e Rodrigo da Farmadique. Acompanhe. Eu considero que esse é o maior mal que impede o nosso país de se desenvolver, porque sabemos que a burocratização acompanha junto à corrupção, criar dificuldades para vender facilidade. Então é muito importante a gente facilitar a vida do cidadão, desburocratizar a máquina em todos os sentidos. Então, essa comissão é muito importante e eu agradeço a todos que estão se inscrevendo para a gente, de fato, trabalhar para unir tanto a administração pública quanto o cidadão por um país melhor. E também foi instalada uma comissão especial de estudos para analisar os impactos econômicos e sociais da pandemia. O vereador Luiz Rocine do PV, que é o proponente da comissão, será o presidente, que terá ainda os vereadores Paulo Haddad, Eduardo Magoga, Marrom Cunha e Cecílio Santos. Acompanhe. Eu vou propor depois uma reunião virtual para a gente estabelecer um cronograma de trabalhos e de audiências. para a gente, dentro do escopo do que a gente pretende na comissão, a gente chamar a sociedade para que ela possa se manifestar. Eu acho que muito do que está sendo discutido e debatido no dia a dia, com relação a como nós vamos sair dessa, desse momento de pandemia, da crise do coronavírus, das ações de saúde, que é mais divulgado, como é que a gente enfrenta os problemas nos outros setores. Também foi instalada uma comissão de estudos que vai acompanhar e fiscalizar a conclusão das obras do BRT em Campinas Ela foi proposta pelo vereador Rodrigo da Farmadique e terá ainda os parlamentares Igor Diego, Cecílio Santos, Eduardo Magoga e Carlinhos Camelô Uma outra comissão de estudos que também foi instalada é que vai discutir a normatização, atualização e a legislação em relação aos permissionários de concessão de solo aqui na cidade. Ela será presidida pelo vereador Arnaldo Salvetti. Estarão ainda no grupo os vereadores Carlinhos Camelô, Paulo Búfalo, Luiz Rocine e Débora Palermo. Acompanhe. Os permissionários da CETEC hoje sofrem muito com essa situação E também pedindo que na renovação agora Congelasse as dívidas dos permissionários na ordem do Covid Para poder fazer a sua nova permissão de uso solo Pedindo isso, o presidente que estava inclusive na CETEC Ele fez uma resolução onde os permissionários da CETEC podem, sim, fazer a sua renovação, sem multas e sem juros, porque está congelado. Isso, sim, dando, sim, a preferência para o pessoal que está com problema de dívida, questão do Covid, renovar a permissão do uso do solo. Então, essa comissão vai ser muito importante, inclusive, para orientar as permissões que são dadas, a gente estudar, porque tem muitas permissões que a gente tem um problema com o Ministério Público, vamos envolver o Ministério Público nisso, porque o Ministério Público quer fazer concessão, licitação. Como você vai fazer licitação de um carrinho de pipoca? É uma questão social, não é nem a questão de fazer a licitação. E tem coisas que eu também acho que tem que ser feita a licitação. Por isso que é importante essa situação no solo público, essa comissão vai ser muito importante. E a gente teve ainda a comissão de representação que vai acompanhar falhas, possíveis falhas e omissões no caso da tortura da criança de 11 anos aqui em Campinas. Ela foi proposta pelo vereador Paulo Haddad e terá como integrantes Paola Miguel, Débora Palermo, Gustavo Peta e Paulo Búfalo. Portanto, as seis comissões que foram instaladas nesta quarta-feira aqui na Câmara, Gabriel. E todas essas decisões aconteceram na reunião extraordinária. quem quiser conferir no YouTube da TV Câmara Campinas, né? Isso, youtube.com.br tvcameracampinas, onde também você encontra as discussões dos 45 projetos e matérias, que incluem requerimentos e moções, que foram aprovados, então, tudo lá no campinas.sp.leg.br. Falando um pouquinho sobre a ação parlamentar, tem um projeto do vereador Luiz Cirilo, né? É, ele protocolou um projeto que permite que 15 serviços sejam considerados essenciais. Acompanhe. O projeto de lei que o vereador Luiz Cirilo protocolou propõe que diferentes atividades sejam classificadas como essenciais. Academias, comércio varejista, bares e restaurantes, salões de beleza, cabeleireiro, barbearias e manicures, shopping centers e praça de alimentação, escritórios e empresas nos ramos de advocacia, contábil, imobiliário, corretagem de seguros e tecnológicos, esporte de alto rendimento, que disputa em campeonatos estaduais, nacionais e internacionais e poder legislativo. A cidade, o Estado não pode parar e compete ao município de Campinas, dentre algumas atribuições, administrar esse problema relacionado à Covid. São setores essenciais. Ainda de acordo com o parlamentar, incluir o legislativo como serviço essencial poderia trazer a população de volta à Câmara Municipal de Campinas. Estou com muita tranquilidade para dizer que estou no meu quarto mandato e eu tenho notado que a população comparece presencialmente, fisicamente na Câmara Municipal fazendo seus questionamentos. É indiscutível que hoje nós disponibilizamos inúmeras ferramentas para que o munícipe possa fazer as suas solicitações, reclamações. O telefone, o e-mail, o próprio WhatsApp, são ferramentas hoje que os políticos, que os vereadores de Campinas interagem com a população. Mas nós temos notado que fisicamente o prédio precisa reabrir. Claro, seguindo as regras da vigilância sanitária, seguindo as regras dos próprios órgãos de saúde, mas precisamos voltar a trabalhar. O vereador Luiz Cirilo também protocolou indicação à prefeitura para que os professores de Campinas sejam incluídos como prioritários no calendário de vacinação do Covid. É fundamental. Nós temos que pensar que os professores estão interagindo num espaço relativamente determinado, que é uma sala de aula, com alunos das mais diversas faixas etárias. que precisam ter realmente esse compromisso, essa preocupação do poder público de dar condições de saúde para que todos possam interagir nessas atividades da educação. Então, eu coloco como prioridade também, no elenco dos profissionais, os professores e todos aqueles que trabalham no corpo da educação da cidade de Campinas. Agora é hora de câmara nas ruas. O vereador Carlinhos Camelô protocolou uma indicação que diz respeito a linhas de ônibus ali de um bairro da região do distrito do Ouro Verde. Confira na reportagem de Michel Amorim. Todos os dias, quem mora no bairro Residencial Rosário e precisa pegar um ônibus, tem que enfrentar uma caminhada longa de pelo menos um quilômetro e meio até o bairro vizinho. Por este motivo, o vereador Carlinhos Camelô fez duas indicações para a Prefeitura e a INDEC. Uma pede um estudo para que sejam colocadas as linhas do transporte coletivo e a outra que viabilize a implantação. O pessoal aqui sempre tem essa questão do sofrimento deles aqui, uma, que antigamente não poderia colocar as linhas por causa que não tinha regularização das redes, hoje tem. A dificuldade deles é andar quase um quilômetro e meio para chegar até um ponto de ônibus e aqui teve problema já de assaltos, entendeu? Teve o problema que hoje, numa lua dessa, a pessoa subir um quilômetro e meio para pegar um ônibus e ficar lá esperando o ônibus mais uns 20 minutos, entendeu? É uma dificuldade muito grande, então nós queremos solucionar e sanar esse problema deles aqui, que fique mais prático para eles, né? O vereador detalhou o pedido que fez ao executivo. A implantação de uma linha no Jardim Rosário e essa linha no Jardim Rosário também que passe também no São José. O São José é um bairro aqui próximo e também, além de ter a benfeitoria aqui para o Rosário, também vai ter para o São José. Um representante da INDEC esteve no local durante a gravação desta matéria e comentou sobre as solicitações do vereador. O vereador Carlinhos solicitou uma vistoria, o secretário Vinícius pediu para a gente vir aqui avaliar. Nós vamos avaliar a condição do trajeto, do pavimento, as possíveis paradas que irão existir. E a ideia é estender uma ou duas linhas para poder reduzir a distância que hoje os moradores do Jardim Rosária percorrem para poder acessar o serviço. Então, até o final do fevereiro a gente deve ter o parecer e iniciar possivelmente no começo de março a operação. Com o contato que nós fizemos com a INDEC, já vai fazer um estudo e provavelmente daqui uns 20 ou 25 dias, que foi o prazo que ele falou aí, as linhas já vão estar descendo aqui para a população. Este morador do bairro Rosário contou a situação que eles passam para pegar um ônibus. A dificuldade é que primeiro que os ônibus que passam lá em cima do São José, o horário dele é muito longo, de hora em hora, é muita coisa. E do outro lado existe a distância, daqui lá em cima na avenida onde está o ponto, dá aproximadamente quilômetro e meio, se não mais. Então a gente está solicitando que a linha venha até aqui embaixo e aí vai melhorar para todo mundo Nós tivemos aqui entre 2015 e 2016, toda a rede elétrica estava em uma altura muito baixa que não permitia os veículos que têm mais de 3 metros de altura circularem Então isso inviabilizava a circulação do transporte Esse problema foi resolvido, então agora abriu essa possibilidade O parlamentar vai acompanhar a solução deste problema. Vou estar junto aqui, acompanhando que as linhas cheias, que sejam os pontos de ônibus aqui para as pessoas, vou estar acompanhando. Tá certo, menina Abreu, a gente continua acompanhando aí as atividades parlamentares. Combinado, então. E amanhã eu volto com mais notícias e mais ações. Até amanhã. Até. Semana terminando com bastante nebulosidade. Hoje o sol apareceu pela manhã, só que rapidamente já tomou conta e tem previsão de chuva para esta tarde. Amanhã, a tendência é de tempo nublado e com chuva. Então, sexta-feira, saia de casa com o guarda-chuva se protegendo. A temperatura, ela sofre uma pequena queda em relação a hoje. Então, olha só aqui na minha tela. Amanhã, 12 de fevereiro, nós temos mínima de 20 graus e a máxima podendo chegar aos 27 graus. Nada daquele calorão de verão aqui na cidade de Campinas. Uma hora e cinco minutos, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta tem entrevista ao vivo com a Fernanda Venturini, eleita uma das melhores jogadores do mundo, tem inúmeros títulos e mesmo depois da aposentadoria continua se cuidando. Então, tem um papo muito bom, não saia daí. Tem alguma pergunta para a Fernanda Venturini? Já pode fazer, olha o número do nosso WhatsApp na tela. 19 é o nosso DDD, 978293776. Uma hora e sete minutos, Câmara Total de Volta ao vivo nesta quinta-feira Você já percebeu, já estou sentado com o meu banquinho Porque o Mais Esportes entrevista agora uma atleta multicampeã 12 vezes campeã brasileira de vôlei, bicampeã mundial de clubes, campeã espanhola, bicampeão mundial sub-20 pela seleção brasileira, disputou quatro Jogos Olímpicos, medalhista de bronze, de acordo com a Federação Internacional de Vôlei, está entre as quatro melhores jogadoras do século XX, um currículo de peso. Fernando Aventurini, muito obrigado por ter aceito o convite para participar do Mais Esportes aqui dentro do Câmara Total. E depois de ter deixado as quadras, você precisou se adaptar a essa nova rotina? Como é que tem sido isso? Seja bem-vindo e boa tarde. Obrigada, Gabriel. É um prazer estar aí com vocês. Eu que sou de Ribeirão Preto, saí de Ribeirão para o mundo e hoje eu moro no Rio de Janeiro. Realmente tive uma carreira no vôlei bem legal Muitas vitórias, algumas derrotas Mas fui muito feliz jogando vôlei E hoje minha vida, meu outro propósito de vida É ajudar as pessoas a terem saúde A largarem os remédios, a ficarem magras A dormirem bem E acho que isso que é o mais importante hoje Que eu faço e faço com o maior prazer É, depois da sua aposentadoria das quadras, você precisou cuidadamente, foi algo que você planejou, como é que foi abandonar as quadras, chegar no dia seguinte e agora, o que eu vou fazer? Preciso de um novo propósito, preciso descansar, como é que foi esse seu planejamento? Então, quando eu parei a minha última temporada no Rexona, que foi há 11 anos atrás, 10 anos atrás mais ou menos, quando eu parei de jogar, na última temporada já foi triste, porque eu já estava com meus joelhos contra uma laça nível 4. E eu que sempre fui esportista, sempre gostei de jogar, sempre gostei de treinar, de fazer esportes, para mim foi a morte. E nesse meio, lógico, acaba o campeonato, você, ai, que delícia, não tem mais o que treinar, não tem o que acordar cedo, você passa um tempo, uns seis meses, que você fala, opa, que delícia, e depois chega uma hora que você fala, e agora, o que eu vou fazer? E aí, nesse meio tempo, eu comecei a seguir alguns médicos, eu usava um implante chamado Chico da Beleza, que a mulherada usa, que é essa mulherada forte, toda definida, que me fez mal, porque no Chico da Beleza existe um hormônio que não é bioidente, que o corpo não produz, que chama gestrinona, e a gestrinona me fez quebrar o dente uma vez, duas vezes, três vezes e nesse meio tempo uma amiga minha que é dentista falou Fernanda, vai ter um curso em São Paulo que esse médico é contra esse implante que você usa, que ele desenvolveu a testosterona nano, que é nanopartículas que é só de passar, é um cremezinho e eu falei, vou lá pra São Paulo ver qual é e foi aí que eu me encantei com o mundo, né, esse mundo médico que é aí eu fiz o primeiro curso dele do doutor Marco Botelho, que é cearense, eu descobri porque os cearenses são cabeçudos, que é muita inteligência, e aí aconteceu isso, depois que eu fiz quatro cursos dele, mudei a minha alimentação, porque o que faz você envelhecer, o que faz você ficar doente? É o carboidrato e o açúcar, se você tira isso da sua dieta, você vai emagrecer naturalmente, você vai viver melhor, você vai ter mais disposição, você vai dormir melhor, então eu fui aprendendo, o que fazia bem fui testando em mim, e tudo foi dando certo, e hoje estou com 50 anos agora em outubro, e tenho um corpo de 30, e tenho disposição de 20, então alguma coisa tem nesse negócio que eu faço, então hoje eu tenho ajudado muita gente, isso, a largar remédios, a indústria farmacêutica, lógico que é contra esse médico, é contra esses médicos que fazem isso, porque imagina você não ir mais numa farmácia, imagina você não ficar mais doente, você não tomar mais remédio. Então, assim, é um trabalho de formiguinha, porque a gente não vai querer brigar com a indústria farmacêutica que movimenta bilhões, né? Enfim. Então, assim, hoje eu tô ajudando muita gente, é um trabalho de formiguinha mesmo. Você vai ajudando com todas as doenças, Alzheimer, demência, Parkinson, enfim, inúmeras doenças que podem ser evitadas através da alimentação, da reposição hormonal, e é incrível. E com este corpo de 30 anos que você está neste momento, você chega a pensar, você disputa algum torneio de Master, você continua competindo ou na área esportiva só praticando outras modalidades? Menino, se eu te contar Que sábado passado eu fui lá Na rede ali em Copacabana Dos meninos que jogam Eu fiz um torneio recentemente O primeiro torneio aqui Fernanda Venturini 4x4 na areia E lá eu só fiquei olhando Dei uns toquezinhos, mas aí eles me chamaram Pra ir nessa rede aqui em Copacabana E eu fui, joguei sábado e domingo Você acredita nisso? Eu acredito, porque entrou numa competição Já imagino que é pra ganhar E aí, não tendo dor no joelho, isso pra mim é, falei que nem eu brinco, nem Mastercard paga, sabe, não ter dor. É incrível, é incrível e hoje eu recuperei, hoje eu ando de stand-up, faço frescobol, pedalo, enfim, faço tudo que eu quero fazer e sem dor, isso é o mais legal. Nada como morar no Rio de Janeiro também, né, gente? Facilita ter aquela vista, aquela praia maravilhosa. O Fernando, na minha abertura eu citei o seu currículo, super vitorioso, muitas conquistas. Enquanto você estava atuando e vencendo, que eu acredito que é aquela recompensa, diante de todo o esforço que um atleta de alto nível tem, enquanto você estava lá, você pensava no pós-carreira e como o seu corpo reagiria ou não? O foco é tão grande nas competições que você nem pensa daqui 5, 10 anos como seria hoje. Não, você não pensa, você só quer melhorar, só quer treinar ao máximo, você só quer evoluir, você nunca que você para para pensar, porra, quando eu tiver com 50 anos, como é que eu vou estar? Ninguém nunca pensou nisso. E eu falo, eu brinco com esse médico, se ele tivesse aparecido 10 anos antes, eu estaria jogando até hoje, tipo assim, né? É. E aí, mas está dizendo, assim, hoje em dia, essa nova geração aí que está aí, com tanta possibilidade, com tantos médicos legais, dá para você já imaginar o futuro, se você se cuidar agora, entendeu? A matemática é simples da saúde, né? Que a gente que complica. Se você parar de inflamar seu corpo com esses alimentos, você não vai ficar mais doente, você não vai precisar mais de remédio. Só que aí é aquela história. Ah, mas e aquele pãozinho de manhã? Ah, e a minha cervejinha no final da tarde? Ah, não sei o quê. Aí já era. Sim, é. 978-293-776, 19 é o nosso DDD, para quem quiser fazer uma pergunta para a Fernanda Venturini. Para quem não é muito familiarizado com o vôlei, a Fernanda era a levantadora, aquela que distribui o jogo, ou seja, só pode dar um toque na bola e tem que ter o raciocínio muito rápido, saber distribuir o jogo. E Fernanda, eu admiro muito os levantadores, porque vocês são acima da média. É, tem que ter uma inteligência, um raciocínio muito rápido, uma precisão, é impressionante. Eu sou muito fã e às vezes no jogo de vôlei eu fico só percebendo ali a movimentação, o olhar do outro lado da quadra, eu acho isso fantástico. Depois que você abandonou as quadras, para onde que foi toda essa energia acumulada? Porque a cabeça pensava muito de uma forma muito rápida, depois que para, fica um pouco perdida, você já foi direto para essa área da saúde. Não, eu entrei em depressão nesse meio tempo, eu tive depressão, tive que tomar remédio A vida estava muito sem cor, estava triste, estava uma pessoa triste, desanimada E depois que eu comecei a fazer essa reposição, em três semanas eu larguei meu antidepressivo E aí dali foi só alegria, foi só voltar a ver a vida com cor, a fazer as coisas que eu gosto Então, assim, até quem não me conhece, né, pode me seguir no Instagram, que é Fernanda Venturini, underline oficial, e quem precisar de ajuda pode me mandar um direct que eu ajudo, que é incrível isso e eu tenho o maior prazer hoje de fazer isso, de ajudar as pessoas, porque a gente vê tantos problemas agora com o Covid, né, Gabriel, como que a gente vê gente doente, gente depressiva, E hoje sim, eu até falo para todo mundo que está nos ouvindo que tem que suplementar vitamina D. Vitamina D é o único hormônio que está em todas as células do nosso corpo. E tem que suplementar mesmo, tomar pelo menos 10 mil uís por dia. Porque evita o Covid e ajuda em mil outras funções. É, a saúde mental é algo muito importante nesta pandemia. Nós já estamos há quase um ano já cuidando, nos cuidando, tomando todos aqueles cuidados. E o medo da doença, o medo familiar, então isso é muito importante mesmo, a saúde mental. Fernanda, atleta de alto rendimento precisa saber lidar com as dores. E depois que para, como é que você lida com aquelas dores que permanecem? Então, falar que esporte de alto rendimento é saudável não é, né? O esporte de alto rendimento só machuca a pessoa, você vê todos os ex-atletas, todos com problema de joelho, problema de ombro, é triste, né? Sim. Mas, assim, por eu ter conseguido recuperar através, não só através da reposição hormonal, mas através da ozonioterapia, através de GH, através de jejum intermitente, isso hoje, pra mim eu sou a única ex-atleta que não tem o dor, sabe? Se você perguntar pra todas as minhas amigas ex-atletas tá todo mundo ferrado é incrível isso, incrível todo mundo sai machucado e desanimado, né? Isso que é pior porque você fez um esporte que você ama a vida inteira e depois você não pode fazer mais nada e muita coisa, Gabriel, eu espelhei muito na minha mãe, que minha mãe tem setenta e poucos anos e já tem uma prótese no joelho já está bem assim, judiada, e eu falei, eu não quero chegar aos 70 como ela chegou, entendeu? Então, eu estou cuidando agora, plantando agora para colher lá na frente, é muito por aí. E você acha que a maioria dos ex-atletas tem essa consciência também ou busca isso? Não, não. Nem quase ninguém, pouquíssimos. Hoje eu vi o Maurício agora me pediu contato para fazer também, a Virna, a Érica, que é que são mais antigos, né? Uma ou outra, sim, mas as pessoas daquilo lá, né? Ah, eu sou muito nova ainda, não preciso me cuidar agora, mais pra frente eu cuido, né? Um pouco isso. No seu relato, eu achei interessante quando você falou assim, eu tive depressão, mas você conseguiu sair dessa. É importante esse seu relato, Fernanda, Porque não tem a ver a depressão com dificuldade financeira, com insucesso profissional, é uma doença que pode acometer qualquer pessoa no mundo. Você chegou a fazer terapia quando você era jogadora, você teve esse apoio psicológico, a doença veio logo depois que você parou? É, a doença veio num tempo depois que eu parei. acho que é aquela coisa, e agora, o que eu vou fazer porque eu não me formei em nada não tenho uma faculdade, não tenho um esporte uma coisa que eu gosto que eu sou apaixonada então assim, até você se encontrar eu acho que isso, até você achar o caminho que você quer seguir a depressão veio nesse meio tempo, que eu estava meio com a cabeça vazia e aí depois que eu ajustei, que agora eu sei o que eu quero agora tudo ótimo, então acho assim Às vezes as pessoas têm muito isso, e agora com o Covid, as pessoas trancadas em casa, sem tomar sol, aí a depressão também está vindo muito, engarotada. Eu tenho uma filha de 19 anos, eu tenho amigas da minha filha que estão tomando antidepressivo. Como assim, 19 anos, 20 anos? Tudo por causa do Covid, entendeu? Então, assim, a depressão, acho que hoje, gente se matando, gente se suicidando, esse Covid realmente está fazendo um estrago muito grande. Você foi atleta de alto rendimento, Seleção Brasileira, Jogos Olímpicos. Eu imagino que você tinha uma alimentação saudável e fazia a prática esportiva. Depois que para, você continuou, você ficou um tempo sem cuidar da sua saúde e voltou agora. Como é que fica a sua cabeça? Porque eu imagino que em algum momento você queira desacelerar. Você fala, bom, eu não tenho mais que treinar, tem hora que eu não preciso mais acordar cedo. Como é que foi essa sua relação com o esporte depois que para? Tem um detox ou não? Você continuou. Não, quando eu parei eu comecei a pedalar, né? Porque pra quem tem problema de joelho, pedalar é um dos poucos esportes que dá pra você fazer. Aí comecei a pedalar, subir montanha, Cristo, né? Quem me vê no Instagram vê que eu viro e mexo, eu tô lá no Cristo. Então, assim, lógico, quando eu parei de jogar eu tava arrasada, porque o meu joelho já tinha que botar uma prótese. imagina, eu tinha que ir para o hospital e botar uma prótese então não tinha como eu estar bem então eu demorei até ajustar isso, então foi assim, alguns anos eu fiquei nesse reme-reme fazendo fisioterapia, tentando algumas técnicas que na realidade não deram certo então assim, o pós-carreira hoje essas meninas que estão jogando, eu falo já tem que programar a pós-carreira o que eu vou fazer, sabe, juntar dinheiro, graças a Deus, eu sempre juntei meu dinheirinho, acabei bem, acabei casando depois bem também, mas estou dizendo, as pessoas não, não, as pessoas, olha, só hoje, hoje eu vou gastar, vou torrar meu dinheiro, e depois chega lá, quando para, faz falta, né? Sim, e hoje você tem um site, né, o 14 Minutos de Saúde? Isso, eu tenho no YouTube, eu montei no YouTube um canal que chama 14 minutos de saúde com Fernando Aventurini Que são entrevistas com pessoas de diversas áreas, da área mental, física e espiritual Que vão te ajudar em alguma coisa Hoje 8 horas da noite, quem não está me seguindo pode ir lá no YouTube Toda quinta-feira 8 horas da noite vai ter uma entrevista Hoje é com o Dr. Wilson Aragão, que é um aparelhinho que você usa e você para de roncar, você para de respirar a bocal, você respira pelo nariz, você para quem tem enxaqueca, quem tem fibromialgia, enfim, bruxismo, uma série de coisas. Semana passada, foi uma mulher que foi para a doutora Deise para parar de fumar, que é um vício. E essa pessoa consegue, a pessoa com três, quatro aplicações de um laser canadense, consegue largar o cigarro, a pessoa. É incrível. O canal realmente está muito legal. Eu vou fuçando aí os médicos que seguem a mesma linha que eu, sabe assim? Então, assim, acho que vale muito a pena ver, porque pode ajudar muita gente. Enquanto você falava, Fernanda, a gente viu algumas imagens suas, né? De época de atleta. Você continua acompanhando o vôlei? Tem assistido Superliga? Tem assistido a seleção brasileira? Pouco, pouco. Assisto pouco. Os melhores jogos eu gosto de dar uma olhada, né? Seleção Brasileira, normalmente, eu assisto também. Agora, vamos torcer para que volte o Tóquio, né? Que o Tóquio volte a acontecer. Mas, assim, eu gosto. Eu gosto de assistir um bom jogo de vôlei. E você conversa com as atuais atletas, dá dicas, dá sugestão? Tem essa liberdade ou não? Não, hoje eu não tenho, eu estou separada do Bernardo desde setembro do ano passado, então hoje eu não tenho uma ligação mais próxima das jogadoras, se tirar uma ou outra que eu tenho contato, mas assim, hoje em dia eu não tenho muito contato com as meninas do vôlei. Chegando pergunta para a gente através do nosso WhatsApp 19 nosso DDD 978293776 O número está aqui na sua tela A Vanessa aqui do Parque Prado pergunta Qual o tipo de exercício que você faz hoje, Fernanda Venturini? Está todo mundo interessado Você falou que tem 50 anos com corpo de 30, cabeça de 20 Todo mundo já está interessado E aí, tipo de exercício físico? Como é que é a vida? Então, hoje, terça e quinta, eu jogo frescobol às 7 horas da manhã ali em Copacabana, faço uma aula bem legal. Depois eu ando de stand-up uns 40 minutos, assim, com o mar, lá pra dentro do mar. Aí depois, três vezes na semana, eu faço musculação, que isso é muito importante pra todas as idades, todo mundo tem que fazer. E final de semana eu tenho pedalado. Então esses são os esportes que eu pratico. É, aqui em Campinas a gente tem a Lagoa do Taquarau, que a gente brinca que é a nossa praia, né? Dá para realizar diversas atividades. Então, um pouco do que você citou, nós podemos ir até a Lagoa do Tacoral, mas temos muitos bosques aqui também, tem mais de 25 pela cidade. Dá para a gente aproveitar e também nos exercitar ao ar livre. Fernando, você não pensa em integrar nenhuma comissão técnica? Chega de viagens, chega de vôleibol? Chega. Chega de viagens, chega de ter a mesma vidinha que eu tive 20 anos, agora eu não quero ter outra vida não tenho menor disposição menor vontade, né? Acho que a questão é vontade de querer estar numa comissão, isso eu nunca tive vontade O que você acha que pega mais? É distância da família? É ficar em hotel? É pegar avião? É mudança de rotina? Por que você não se vê mais no vôlei hoje, como comissão técnica? Ah, eu acho que é aí, acho que é por isso, porque eu não quero 30 anos fazendo a mesma coisa se eu for ser técnico ou estar numa comissão técnica, eu ia repetir mais 30 anos da minha vida fazendo a mesma coisa, eu não quero isso eu só gosto de novidades, eu gosto de experimentar coisas novas, né? então não faz o meu perfil ficar a vida inteira fazendo a mesma coisa, acho que é mais por isso você teve uma carreira muito grande, né? você competiu até 41 anos? Isso então você, a gente pode dizer que pegou épocas distintas no vôlei, a estrutura ela melhorou de quando você começou pro fim da sua carreira e o que você sabe hoje? Ela continua avançando ou o vôleibol deu uma estagnada em termos de estrutura? Eu acho que a questão de estrutura melhorou, né? Porque hoje em dia antigamente a gente viajava lá atrás hoje elas são tudo na executiva hoje em dia, a gente ficava fazendo umas viagens assim, que a gente falava que a gente era sócia da FUNAI, né? que a gente tinha uma carteirinha da FUNAI, porque para a gente chegar na Rússia, a gente ia na Groenlandia, voltava no Japão, e não sei o quê, e chegava lá na Rússia. Então, a gente pegou época de Rússia fechada, China comunista, eram templos duros. Hoje em dia, não. Hoje é muito fácil chegar, hoje é tudo mais prático, com essa coisa de internet, enfim. O mundo foi modernizando e o vôlei também. Eu acho que a única coisa que eu vejo do meu vôlei para o vôlei de hoje é que nem na minha época a gente gostava de fazer jogada, né? A gente tinha mais jogadas, era desmico, era bituim, era vai e volta, era bola do fundo. Hoje em dia só é bola do fundo, bola da frente, tempo, ponta e saída, né? Não é um vôlei mais quadrado. Está muito mecânico, automatizado. É, está meio quadrado, não tem mais aquela levantadora de fazer uma jogada diferente, sabe? de querer enganar o bloqueio, acho que hoje está mais parado nesse sentido. Mas questão de... Agora com a pandemia é outra história, mas antes da pandemia as empresas investindo, os patrocínios chegando, as jogadoras ganhando muito bem, o mundo todo tem time de vôlei, hoje em dia, na minha época, não tinha. Então está tudo globalizado. E o masculino nem se fala, ele está muito mais físico agora, Você assiste um jogo de vôleibol, eu acho que o meu braço ali sairia na primeira bola, porque é impressionante, né, Fernanda? Impressionante a força, né? Eu falo que a rede do masculino tinha que aumentar, tinha que aumentar uns 5 centímetros, porque o cara passa assim, cabeça da rede, é incrível. Fácil, fácil, impressionante. A gente citou há pouco a Lagoa do Taquarau, Fernanda, então veio uma pergunta do Anderson lá do Taquarau. Qual foi a melhor jogadora que você viu jogar? A Mireia, a cubana Mireia, né? Acho que ela deveria, naquele, quando eu fui eleita entre as quatro melhores do século passado, quem ganhou foi a Torres, mas eu acho que tinha que ser a Mireia, porque ela fez história, ela era diferenciada, ela ganhou tudo, ela comandava, era incrível, né? Acho que não vai existir outra Mireia no vôlei, mas ela era sensacional. É uma rivalidade muito grande também e que fez muito bem para o voleibol brasileiro, né? Hoje em dia, com esse profissionalismo, claro que é muito bom o profissionalismo, mas com esse mundo globalizado, de todo mundo jogando com todo mundo, está se perdendo um pouco essa rivalidade, não está, Fernanda? É porque Cuba não tem mais time, né? Cuba perdeu. Depois daquela geração campeoníssima, Cuba parou no esporte. não sei o que aconteceu, que hoje você não vê Cuba, antes você via Cuba em todos os esportes, uma Olimpíada você via Cuba em esportes, hoje em dia não tem, então assim, hoje está muito, Estados Unidos, é China, é Rússia, é Japão, é Turquia, é Itália, qualquer país desses pode ganhar a Olimpíada, sabe, antigamente não, era um, dois, três, hoje em dia tem uns seis times que podem ser campeões olímpicos, Então, essa coisa, o vôlei realmente espalhou e a gente vê vôlei no mundo inteiro, é incrível. Fernanda, eu queria retomar um episódio com você, porque às vezes até quem está nos assistindo pode estar numa situação parecida, que é a gravidez, esse planejamento. E é curioso porque você disputou campeonato, grávida, e para mulher tem que ter um planejamento diferente, tem que ser uma época exata, ou aconteceu na sua vida e você falou, bom, vou ter meu filho, retorno depois. Como é que foi esse momento para você? Não, então a Júlia Que fez 19 anos agora em dezembro Ela Foi meio que planejado Eu estava no Vasco da Gama jogando uma temporada Aí eu falei É agora, tinha que ter o filho E com esse dia eu dei o engravidar E joguei a final contra o Flamengo Ainda grávida Foi ali que eu tinha acabado de saber que eu estava grávida Então assim, deu tudo certo E aí eu acabei tendo ela No final do ano engravidei no começo e depois, chegava seis meses depois me liga a Virna, eu morava em outro apartamento aqui em Ipanema ai, Fernanda, você tem que vir pro Finasa porque o Finasa nunca ganhou e só você pra ganhar e eu com o bebezinho no colo, eu comentando a Júlia eu comentando a Júlia falei, Virna, olha aqui onde eu tô tô dando de mamar pra minha filha não sei o que, nananana e fez que fez que eu voltei, incrível depois, final do ano, eu tava jogando lá em São Barueri, né que é em Osasco, Osasco, e aí foi, fiquei três anos lá e ganhamos tudo também, e aí nessa época eu falei pra Elvira, né, era minha enfermeira, eu falei, Elvira, até topa ir pra Alphaville, que a gente ia morar em Alphaville, né, ela, topa, e aí fomos embora. Mas você acha que os clubes, eles têm essa consciência, se a mulher, ela tá no auge, 26, 27 anos, jogando bem, E ela chega para o clube e fala assim, olha, eu quero ter filho neste momento. E o clube fala, mas eu estou investindo em você, eu não quero agora. Essa decisão é da mulher, a decisão é conjunta. Como é que é para a mulher esse momento? Acho raro a pessoa chegar e falar, eu quero ter filho, vou ter filho e tal. Normalmente acontece por acaso, né? Ele e jogadora já ficaram, a Dandara teve filho, a Dandara também no meio do campeonato, várias outras, entendeu? Então, isso faz parte, né? Isso eu acho que, pelo menos no vôlei, não tem muito como você planejar. Agora, uma pessoa que trabalha numa empresa, uma pessoa que tem uma... Aí tem que se planejar certinho, que é um pouco diferente. Mas no vôlei, lógico, você tem um contrato, você não vai querer furar o seu contrato. Mas às vezes acontece, né? Não é... Não dá pra prever exatamente quando que você vai engravidar. Gabriela de Campinas mandando pra gente. Fernando, o que você indicaria para quem está começando no vôlei? Qual é o melhor caminho a seguir para ser uma atleta profissional? É difícil, né, Fernanda? É aquele funil bem curto. Primeiro tem que ver que idade que a criança tem. Eu acho que para você ser profissional, para querer ser uma grande jogadora, você tem que estar com no máximo 12 anos para começar. Depois fica tarde. Eu acho que 11, 12 anos. Você procurar uma escolinha na sua cidade Ou da prefeitura Ou uma escolinha particular E botar a criança E ver se ela tem o dom Você quer que o seu filho seja Um atleta, mas ele não tem o menor jeito Para o esporte Aí você vai lá e bota a criança, bate a bola na cabeça Eu acho que primeiro você tem que ver Se o seu filho, ou quem for que seja Tem jeito para esporte Se tiver, você vai e bota ela na escolinha Se ele gostar de vôlei, ou basquete Ou futebol, o que for E aí você vai, e aí naturalmente as coisas vão acontecendo, né? Eu acho que o mais importante é você botar os filhos no esporte, seja qual for. Porque o esporte te dá, você aprende a dividir, você aprende a ganhar, você aprende a perder, você aprende tudo, né? Não tem coisa melhor para você colocar seu filho. Você vê hoje os grandes empresários, os bem-sucedidos, todos foram esportistas quando criança. Isso é uma coisa, tem uma relação muito grande isso, você aprender a lidar com a frustração, enfim, é uma série de coisas que só o esporte dá, né? A Mônica de Hortolândia faz uma pergunta aqui bastante interessante também, vôlei paralímpico, ela diz que é pouco difundido e o que você acha, Fernanda, que poderia fazer para que tivéssemos mais times paralímpicos sem ser nas capitais? Capitais, acessibilidade é uma questão bem complicada também, né? Bem complicada. O problema é esse, o Brasil é deficiente em tudo, né, gente? É deficiente no esporte profissional. Imagina o esporte paraolímpico. É complicado, não vejo o caminho, assim, porque tem tanta gente que poderia ter time no Brasil inteiro, né? Gente que já sofreu acidente de carro, de moto, enfim. Poderia dar essa oportunidade Mas eu vejo que é caótico A questão dos times Juvenis, infantis Que hoje em dia, na minha época em São Paulo Que eu jogava em São Paulo Tinha torneio, jogos abertos Jogos regionais, não sei, Copa Paulista Copa não sei o que Falta esse incentivo, né? Pega as grandes equipes Não obrigar, porque obrigar eu acho complicado Mas incentivar, pega um Flamengo Pega as equipes aqui de São Paulo os que têm clube de futebol, e esse incentivo também para ter equipe paralímpica, acho que pode ser um caminho. Pode, pode ser, eu acho que agora tem que esperar voltar o Brasil, o Brasil está mega falido, eu acho que hoje o Brasil está numa situação triste, muita gente perdendo, fechando restaurante, perdendo emprego, acho que a gente tem que primeiro retomar tudo para poder depois querer essas coisas, que acaba sendo um luxo, porque a gente vê tanta coisa que precisa resolver, está difícil. As duas últimas perguntas para eu poder te liberar, Fernanda. No Flamengo, a Ana Cristina tem apenas 16 anos e ela pode ser convocada. Isso mostra a renovação do voleibol a cada temporada, surgindo novas atletas já cedo para a seleção brasileira? Ou você entende que é um caso isolado e a gente tem um longo caminho a percorrer ainda? Eu acho que é um caso isolado E a gente tem um longo caminho a percorrer Acho que ela é um case de sucesso Porque a mãe dela foi jogadora Então assim Ela começou já desde com a mãe É um fenômeno, aqueles fenômenos que aparecem Um a cada dez anos Ela é incrível Essa menina tem tudo para arrebentar Para ser a melhor, cabeça boa Boa menina Então eu torço para que ela realmente siga isso Porque ela tem muito para dar para o voleibol mas me preocupa, porque hoje a renovação lá das categorias de base não é como era antigamente, mudou muito. Então, a gente vai ver, tem agora a Tóquio, depois tem França, depois mais uma Olimpíada, a gente vai ter material humano para chegar bem. Mas depois eu não sei se a gente vai chegar, porque não está sendo bem feita a renovação, entendeu? Entendi. É um problema que a gente vai lá, daqui a uns 20 anos, você vai falar, nossa, a Fernanda tinha razão, olha só no Brasil como que está. Meio que isso, assim, sabe? Infelizmente, né? E que tinha que começar nas nossas escolas, né? Tinha que começar na escola, exatamente. Eu comecei a jogar vôlei na minha escola. Antigamente, a gente era obrigado a fazer educação física. Hoje não é obrigado, é obrigado, não é obrigado. Hoje é uma confusão, né? Então, é difícil. O Reinaldo de Indaiatuba pergunta para você qual foi o melhor clube que você jogou. Gente, eu joguei em vários clubes legais eu joguei na Sadia eu na minha carreira eu nunca fui assim atrás do dinheiro vou lá e vou ganhar mais e vou pra lá eu sempre procurei a melhor cidade o melhor time, um time que eu pudesse ganhar e dinheiro era a quarta ou quinta opção então eu sempre escolhi onde eu queria jogar e sempre fui muito feliz, Sadia Rixona Nestlé lá em Sorocaba voltei a jogar em Ribeirão Enfim, então assim Eu sou suspeita Porque eu gostei tanto dos lugares que eu joguei Não tem um lugar só que eu gostei Era muito competente Foi privilegiada também Foi uma época muito boa Do nosso voleibol Para a gente poder encerrar Você disse que gosta sempre das coisas novas Seus projetos Daqui para frente Você está nessa área da saúde Onde você quer permanecer não descarta uma possível volta para o vôlei de uma forma administrativa? Como é que você se vê daqui a um tempo? Não, eu quero ficar nessa área da saúde. O meu projeto agora para 2021, que eu já vou começar a testar agora, a partir de depois do carnaval, eu peguei um menino que joga vôlei lá com a gente, que ele é bem gordinho, tem cento e tantos quilos. Eu vou pegar ele, juntar o personal, uma nutricionista, uma coach, para mudar o drive da cabeça dele, para ele conseguir atingir o objetivo. A doutora Sibeli, que faz a minha modulação hormonal, e nós vamos deixar ele em 3, 4 meses magrinho, vocês vão acompanhar. Muito bacana. Fernanda Venturini, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo, com todas as suas informações, relembrar algumas histórias aqui, é sempre muito enriquecedor, então agradeço a sua presença e já fico convite aqui para uma próxima oportunidade para a gente poder voltar a conversar. Dando certo aí este case, aí a gente volta aqui e mostra as imagens. Tá bom, combinado. Obrigada, gente, foi um prazer. Nós é que agradecemos então a presença da Fernanda Venturini aqui no Mais Esportes, dentro do Câmara Total, falando aí após a aposentadoria, sobre este cuidado que ela está tendo com a saúde. Uma hora e 41 minutos agora, olha, Mesmo em meio à crise econômica gerada pela pandemia do coronavírus, o período que vai até março, até mês que vem, é propício para quem busca uma oportunidade de estágio e oferece diversas vagas em várias áreas de trabalho. Olha só. Mesmo com a crise econômica ocasionada pela pandemia do novo coronavírus, o período é bom para quem quer fazer estágio. É o que garante a consultora do CIE de Campinas, o Centro de Integração Empresa-Escola. A gente disponibiliza a maior parte das nossas vagas para os estudantes universitários no curso de Marketing, Publicidade e Propaganda, Administração, Contabilidade. Mas nós também temos muitas vagas para os estudantes que são do Ensino Médio e Técnico. Esses estudantes podem fazer parte do programa Jovem Talento, que é uma iniciativa inédita enquanto agente de integração que o CIE está trazendo para que esse jovem, para que esse estudante ele possa ser capacitado durante o estágio. Então ganha o estudante com essa prática do dia a dia da empresa e também com a formação e ganha a empresa porque ele vai ter um estudante que vai estar oferecendo esta mão de obra mas é uma mão de obra que, ao final, ela vai estar muito mais definida para os propósitos que sejam da empresa ou do mercado. E os números ilustram esse cenário. Em janeiro de 2020, 1.440 vagas de estágio em várias áreas de atuação foram abertas em Campinas. No mesmo mês, este ano, foram 1.115 vagas oferecidas. Até o último dia 4 de fevereiro, 461 vagas haviam sido anunciadas. Segundo Eliana, para ocupar uma delas, não é preciso ser tão experiente, mas há pré-requisitos que são diferenciais. Todos os empresários têm esse conhecimento e eles estão dispostos a ensinar. Mas do outro lado, você tem que ser comprometido, responsável para que isso possa de fato fluir. Então, é muito importante que eles cada vez mais se aprimorem estudando, se disponibiliza vários cursos gratuitos no nosso portal, mas a atitude e o comportamento fala muito também. O Lucas, de 18 anos, cursa faculdade na área de tecnologia da informação e teve esse mesmo raciocínio para conseguir sua primeira oportunidade de estágio. Está contratado desde dezembro. E no ano passado eu comecei atrás, eu comecei a usar redes sociais de trabalho, sites, me atualizando com cursos e até que tentando as empresas e até que no final do ano, a partir do LinkedIn, o Adorar se interessou e eu participei do processo seletivo e fui aceito. E se vale uma forcinha para quem está na mesma situação, algumas dicas simples de quem conseguiu se colocar no mercado de trabalho pela primeira vez, podem ajudar e muito nesse pontapé inicial. Acho que uma coisa primordial é sempre ter o currículo em dia, que nós vemos aí que é o que pega a atenção das pessoas que estão em busca, os recrutadores. E como você conseguir fazer um currículo bom? Você tem que, hoje em dia, ir atrás de cursos, de idiomas, e principalmente agora na pandemia, cresceu muito o percentual de cursos na internet, e ainda gratuitamente, e também ser persistente, né? É conseguir ser focado e atingir seu objetivo, que não é impossível. Uma hora e 45 minutos, vamos fazer o seguinte? Último intervalo aqui no Câmara Total, e na volta tem Se Liga na Profissão, o nosso quadro. Qual será a atividade de hoje? 19, o nosso DDD, 978293776. Ainda dá tempo de você participar. Intervalha rapidinho. Último bloco aqui do Câmara Total nesta quinta-feira e para a gente encerrar, claro, não poderia faltar aquela atividade, né? Toda quinta-feira a gente mostra aqui uma função que não é muito conhecida. E hoje acompanhamos o dia a dia de um taxidermista. É o Se Liga na Profissão aí na sua tela. Bom, é um quadro se liga na profissão E olha só, hoje a gente vai falar sobre taxidermista Então, bora aí, se liga Esta arte científica surgiu no século XIX na Inglaterra Na época, o trabalho de transformar a pele de animal em couro se tornou comum. Pois é, se você já viu algum museu de ciências e viu animais gigantes que pareciam reais, provavelmente já se deparou com a taxidermia. Esse é um nome técnico que se dá para a arte de empalhar animais, sabia? O nome vem do grego e significa arranjo de pele. Isso porque na taxidermia apenas a pele do animal é aproveitada. A taxidermia é também uma ferramenta de educação. Ela serve para conscientizar a população sobre a necessidade de conservarmos nossa fauna. Bom, e para a gente entender um pouquinho mais sobre essa profissão, eu estou aqui, olha só, com o Daniel, que sabe tudo e mais um pouco a respeito da profissão. Tudo bem? Tudo bem, André. Bom, o que você pode falar sobre essa profissão que muita gente tem curiosidade, né, Daniel? Primeiro lugar, é um prazer ter vocês aqui. Porque taxidermia, nós definimos a taxidermia como a arte de preservar a pele de um animal para fins didáticos e científicos. Então, o que significa taxidermia? Taxidermia, você pega um animal, ele morre, nós não matamos nenhum animal para fazer esse tipo de trabalho. Esses animais morrem e aí eles são enviados para nós para que nós possamos preparar esse animal. Então, taxidermia seria, eu vou pegar aqui uma iguana, que é um réptil, só para exemplificar. Então, esse animal morreu, ele é congelado e depois eu retiro ele do congelador, descongelo ele e vou preparar essa pele. Como é que eu faço isso? Eu uso um bisturi, que é uma dessas ferramentas que está aqui. eu faço uma incisão na parte de trás desse animal e por esse orifício, por esse buraco, eu faço, nós chamamos na veterinária uma palavra chamada devulsionar. O que significa devulsionar? É virar essa pele ao contrário. Então eu rebato essa pele ao contrário e por essa incisão aqui eu retiro toda a pele desse animal. E aí depois, o que eu faço, Daniel? A carne dessa pele, eu jogo fora, eu vou desprezar porque eu não preciso dela. E aí o que eu vou fazer? Eu vou tratar quimicamente. Então eu tenho um produto químico, que nós não vamos aqui falar o que é, porque isso tem que ser para o profissional. Eu uso um produto químico que vai preservar a pele desse animal. Depois de colocado esse material químico, eu coloco um arame por dentro da pele que vai substituir a coluna vertebral. E aí esse arame sai da cabeça até a ponta da cauda. Amarro um arame nas patas, nas quatro patas, fazendo um manequim. E aí eu vou substituir o que era carne. Hoje eu utilizo um produto chamado espuma expansiva, que é aquela espuma que o pessoal utiliza para sentar janelas hoje e evitar o ruído. Essa espuma eu coloco aqui dentro e aí tem o trabalho do profissional, que é moldar. Então eu vou moldar com a minha mão e vou colocar a posição do animal como se ele estivesse vivo. Então se você pegar esse animal do jeito que está aqui e colocar num galho, aí você vai imaginar que esse animal estivesse como se estivesse vivo. O olho de vidro, André, ele é substituído por um olho verdadeiro, perdão, é substituído por um olho de vidro como esse aqui. Por que, Daniel? Porque o olho é carbo, então você tem que retirar, porque se você deixar o olho, ele vai entrar para dentro, ele vai apodrecer, vai causar mau cheiro e aí perde totalmente o brilho, certo? Bom, então vocês são os profissionais responsáveis pela transformação do animal, né? Justamente. Então o taxidermista é um profissional que estuda, ele tem que ter um conhecimento de química, ele tem que ter conhecimento de biologia, ele tem que ter conhecimento de anatomia e ele tem que saber conhecer muito de química para manipular esses produtos e depois dar o aspecto final. E tem uma curiosidade, André, que é assim, o taxidermista, ele anda, hoje é muito fácil, você pega um Google, você tira uma foto de um animal em uma determinada posição, mas nós das antigas, nós andamos e olhando a posição de um animal, num galho, uma ave, um mamífero, um réptil que esteja andando, para que quando o taxidermista pegar esse animal e for preparar ele, ele tenha noção de como o animal estivesse vivo ou estivesse andando. E a gente deu uma volta, Daniel, o Beléu, que é o nosso repórter cinematográfico, Leandro, ele vê as várias imagens, a gente está no museu aqui do bosque. Quantos animais tem aqui? Porque eu particularmente fiquei impressionado com a quantidade de espécies diferentes. Nós temos aproximadamente 6 mil animais. 6 mil? 6 mil. Puxa! E esses animais, nós temos alguns outros animais ainda que estão guardados no nosso acervo. E esses animais são várias espécies, são dezenas de espécies, entre aves, mamíferos, répteis, anfíbios, peixes, insetos. Então, são dezenas de espécies que nós temos, que estão dispostas nessas exposições de uma maneira didática, para que a população possa vir passear, mas também possa fazer uma pesquisa, alunos de faculdade, alunos de escola possam também aproveitar esse espaço. Lembrando que esse tipo de trabalho que nós estamos fazendo é o artístico Nós temos também uma exposição científica Mas aí o que acontece? O animal, nós não preparamos ele da maneira que está aqui Nós colocamos ele simplesmente nessa posição Apenas um graveto no meio dele E aqui empalhamos, preparamos a pele mas não colocamos ele artisticamente numa posição como ele se tivesse vivo. Ele fica deitadinho, dessa maneira, numa gaveta, mas dados importantes, numa etiqueta amarrada à pele do animal, com o nome científico do animal, cor da pele, cor do olho, esses dados para que o aluno que for fazer uma pesquisa nessa universidade possa abrir essa gaveta e poder utilizar essa pele. É, e para pesquisa é muito legal, tem muita coisa, né, para o pessoal estudar, aprender e preservar, inclusive, porque tem animais aqui que talvez nem existam mais. Nós temos algumas espécies que praticamente estão extintas, né? Pois é. Nós temos uma tartaruga, chamada Matar Matar, que ela não está totalmente extinta, mas está no processo de extinção. Nós temos várias outras espécies de animais que estão nessa lista de caminho de extinção. Ô Daniel, vem cá, fala um negócio para mim. O pessoal que está em casa assistindo, que se interessou por essa profissão, como que é o mercado de trabalho? O que você pode falar para o pessoal que está acompanhando a gente? O taxidermista, ela é uma profissão que está atrelada ao curso de biologia. Hoje, para você fazer taxidermia, as universidades atrelam ao curso de biologia. Mas o mercado, ele é um mercado bom, porque nós não temos muitos taxidermistas hoje no Brasil. Eu sou um dos únicos, até alguns anos atrás, eu era o único. taxidermista registrado como taxidermista. Aonde? Na Prefeitura de Campinas. Sério? Eu sou um dos únicos. Não tem mais nenhum? Hoje tem, parece que dois. Ah, entendi. Então geralmente são muito poucos. Muito poucos. Tem alguns outros taxidermistas, no Unicamp nós temos um taxidermista que é companheiro meu da época, da minha época o Paulo Paulo César, que é do Departamento de Zoologia da Unicamp mas no Brasil hoje nós temos poucos profissionais. E qual o principal desafio para quem queira seguir essa profissão, Daniel? É gostar da área de ciência, gostar de manipular os animais, não ter medo de olhar, ter contato com os animais. Tem pessoas que têm um pouco de medo de ter nojo, de poder ter que fazer... Não pode, tem que fazer uma necrópsia, abrir o animal, Tem que olhar muitas vezes as vísceras Tem pessoas que tem um pouco de nojo Eu conheço alguns biólogos Veterinários que tem um pouco de nojo E ele está na profissão Meio que ao contrário Então a pessoa A pessoa não tem que ter medo disso Mexer com química Porque tem que conhecer o material químico Que ele vai preservar a pele do animal Mas é uma área muito promissora Eu, para que vocês tenham ideia Estou me aposentando este ano e nós não temos o substituto para mim. Olha só, gente. Então, é uma coisa assim. Olha que dica legal. Eu adoro esse quadro aqui, o Se Liga na Profissão, porque muitas vezes a gente acaba abrindo horizontes para quem está em casa assistindo, em dúvida em qual profissão seguir e tudo mais. E muitas vezes a gente traz profissões curiosas, e essa certamente é uma delas. Mais alguma coisa que você queira falar? alguma coisa importante relacionada a tudo isso. Eu acho que, André, a oportunidade que vocês estão nos dando é muito legal, porque a gente gostaria que outros profissionais viessem, tentassem, para dar continuidade nesse trabalho que é tão bonito. É um trabalho que existe há 80 anos aqui, e veio através de um alemão que nos trouxe essa profissão, e que nós gostaríamos que continuasse. Até o secretário que saiu agora recentemente, ele esteve aqui me visitando e falou assim, olha, eu vou deixar todo mundo se aposentar, menos você, até você conseguir alguém que fique no seu lugar. Não tem um substituto? Não tem, por enquanto não tem. Que coisa impressionante. Então nós estamos, inclusive a busca, em busca de alguém que queira, na área de biologia, que queira vir nos procurar para que nós possamos passar a técnica, o estudo, o conhecimento, para que a profissão possa continuar. Eu acho, aproveitando o finalizando, André, eu acho importante o nosso trabalho. Muitas pessoas nos procuram e dizem assim, poxa, mas por que vocês empalham esses animais? Por que simplesmente não enterram? Qual que é a finalidade disso? Qual é a finalidade disso? A finalidade principal é a educação. Eu acho que a base de toda a sociedade é a educação. Eu acho importante o respeito que nós devemos ter aos animais. Muita gente fala para mim, ah, coitadinho, ele é judiado. Não, coitadinho a gente tem que ter quando o animal está vivo. Esta peça, ela já não tem vida, ela está empalhada, ela vai nos permitir orientar aos alunos, a pessoas que possam entender que nós temos que preservar o meio ambiente, que nós temos que trabalhar no dia a dia, cuidando do nosso espaço, preservando a água, preservando os animais, preservando tudo o que nós temos. Sem dúvida nenhuma. Porque senão, daqui a pouquinho, nós não temos mais nada. Nós só vamos poder olhar esses animais... Principalmente no mundo de hoje, onde se destrói tudo, né? Destrói tudo. Daqui a pouquinho, nós vamos ver só esses animais empalhados desse jeito. Nós não queremos isso. Nós queremos que as pessoas preservem o que está vivo. A espécie, o que está vivo, para que a gente possa continuar tendo um ambiente para os nossos filhos, netos e assim sucessivamente. Cara, muito legal, gostei bastante. O pessoal em casa acredito que também se interessou muito. Valeu pela entrevista, valeu pelas dicas aí, pela aula que você deu aqui na TV Câmara Campina. Obrigado, André. Um grande abraço a todos. E venha nos visitar no museu. É isso aí, vem pra cá. Pessoal, já sabe, né? Se liga na profissão. Muito obrigado, então, André Aranha, hoje mostrando a atividade taxidermista. E na quinta-feira que vem, mais uma atividade diferente aí pra vocês conferirem. duas horas da tarde em ponto então agradeço a sua companhia a sua audiência desde as 10 horas da manhã acompanhando a reunião extraordinária da comissão da mulher agora o câmara total e a gente volta amanhã às 11 horas da manhã com muitas informações até lá tchau tchau Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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