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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, terça-feira, dia 2 de fevereiro de 2021, começa agora o Câmara Total ao vivo, 11 horas da manhã em ponto, participem através do número do nosso WhatsApp, que já está aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD, 978293776. Ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code, que está aqui na sua tela. Pegue o seu celular, abre a câmera, como se fosse tirar uma foto, e aí você mira para esse QR Code, aperta e já vai entrar no nosso WhatsApp, que a gente conversa ao vivo. E o que teremos hoje? Tem um projeto de incentivo à leitura. Você tem o costume de ler para o seu filho, para o seu afilhado, sobrinho. Você aí de casa tem o costume de ler? Já estamos no segundo mês de 2021. Quantos livros você já leu? Ou que livro você está lendo? Já, já tem reportagem sobre este assunto. Tem também as notícias da metrópole de Campinas e do legislativo com a Mirna Abreu ao vivo. Farei uma entrevista também ao vivo sobre trabalho escravo. Infelizmente, ele ainda permanece. Tem ainda universo épico, culinária, com uma receita inédita aqui. É uma viagem gastronômica, hein? Nós vamos juntos até as duas horas da tarde. E o primeiro assunto de hoje é a vacina da Johnson & Johnson contra a Covid-19. 72% eficaz, isso teste realizado nos Estados Unidos Em testes mais amplos, a eficácia alcançou 66%, o que é uma ótima notícia Aqui no Brasil, o hospital da PUC Campinas participou dos testes que foram feitos em 400 voluntários E o repórter André Aranha tem mais informações, bom dia André Pois é, Gabriel, um abraço para você é verdade, a PUC Campinas participou dos testes da vacina Johnson & Johnson foram 400 voluntários quem vai falar mais a respeito disso, como que foi tudo isso, como as pessoas fizeram para participar é a pesquisadora Maria que está aqui conosco para falar justamente a respeito dessa situação, como foram os testes aqui na PUC Campinas. Obrigado por atender a reportagem da TV Câmara. Muito obrigada pela oportunidade. Bom, nós fomos um dos centros no Brasil, né? A gente não pode esquecer que tem mais 26 centros no Brasil que também fizeram esse estudo, ou seja, eles testaram a vacina contra o coronavírus, né? No nosso centro, aqui no Hospital da PUC, nós tivemos muitos candidatos, um número grande de candidatos, e nós conseguimos ter a inclusão dessas aproximadamente 400 pessoas. Está certo que uma parte delas receberam, uma parte recebeu a vacina e uma parte recebeu o placebo. A proposta é de que esses voluntários sejam acompanhados ao longo de dois anos, para saber inicialmente, para conhecer a eficácia da vacina, que agora a gente já tem o valor, a nossa eficácia. mas também acompanhar ao longo desse período a progressão, como vai ser os níveis de anticorpos que essas pessoas fabricaram, se esse nível de anticorpo é suficiente para protegê-los, se vai ser necessário ao longo do tempo alguma outra dose, uma segunda dose. Porque a gente sabe que o estudo, a proposta do estudo é uma dose apenas, está certo? Essa é uma vacina interessante para imaginar uma dose, o que significa em nível de proteção no momento que estamos. Se eu tenho uma dose, eu penso que eu vou ter um número maior de pessoas sendo imunizadas. Então, é interessante o fato de ser uma dose, mesmo que, no futuro, a gente precise de uma segunda dose para reforçar os níveis de anticorpos. Mas, a priori, neste momento que a gente se encontra, de escassez de vacinas, seria uma proposta muito interessante. A eficácia, mostrou-se uma eficácia muito boa, em média 70% de eficácia, ou seja, não houve nenhum participante que tomou a vacina que precisou ser internado. teve infecção leve, nenhum deles foi internado, também nenhum deles evoluiu para óbito nos indivíduos que receberam a vacina. Isso é um número ao longo do mundo. Não podemos esquecer que esse é um estudo internacional com inclusão de 42 participantes. O Brasil participou com mais de 7 mil voluntários e teve uma boa performance. Isso é importante para nós, porque toda vez que tem um estudo e o Brasil tem uma boa performance, isso significa que para um próximo estudo nós vamos ser, vamos lembrar, o Brasil vai receber esses novos estudos. Então, eu acho isso muito interessante. Bom, estamos entrevistando a Maria Patelli, que é pesquisadora aqui do estudo. A senhora tocou num assunto curioso, porque muita gente fica, as pessoas ficam, de fato, preocupadas, né, se vai ter alguma reação e tudo mais. Então, o resultado foi muito bom nesse sentido, nos testes que foram realizados aqui? Ah, sim. Todas as pessoas que receberam a vacina não teve nenhum, a gente chama de evento adverso grave, né, não teve nenhum sintoma grave que levou uma necessidade de internação ou alguma outra coisa, né. As pessoas que tiveram algum evento, não foi além de dor de cabeça, alguns tiveram febre, mas assim, dor de cabeça, dor no corpo, não mais que isso. Então, resumindo, é uma vacina segura, não é? Sob esse aspecto, ela é muito segura. Como as pessoas fizeram para participar dos testes? Essa é certamente uma curiosidade de quem está assistindo em casa. É interessante, o hospital, o Centro de Pesquisa São Lucas, eles iniciaram no nosso site, no site do hospital, um convite à comunidade, informou à comunidade que estaria sendo executado esse estudo e daí, assim, convidou os participantes. Importante que esse é um estudo Poderia entrar qualquer pessoa Acima de 18 anos Não tinha limite de idade E também não tinha limite Se a pessoa tinha alguma doença Agora todo mundo já sabe o que é comorbidade Importante Então isso não era limite Não podia ser Menores de 18 e nem Grávida, não é? Esses estudos vão existir em outro momento Não é? O estudo em criança e em grávida, né? Qual a diferença dessa vacina com relação às demais, por exemplo? Para o pessoal que está assistindo, Câmara Total, que é evidente que está curioso para saber um pouco a respeito, ter algumas informações sobre a vacina. A senhora falou que é uma dose só, né? Isso, isso é uma proposta. O estudo, pelos estudos anteriores que foram realizados com essa vacina, eles fizeram um desenho de uma dose, porque o estudo que a gente fala fase 1 e fase 2, mostrou uma boa resposta de produção de anticorpo para aqueles que tomaram a vacina no estudo fase 1 e fase 2. Então, esse estudo executado, o que está em execução, é um estudo fase 3. O que ele tem de diferente? Ele é muito semelhante ao da segunda vacina aprovada no Brasil, da Oxford, Esse é o mesmo princípio, diferente do princípio da vacina do Coronavac. Ela pode ser guardada em geladeira, em temperaturas normais, não em super congeladores. Que seria a vacina que ainda não está aprovada no Brasil, mas aprovada fora, que é a da Pfizer, que exige temperatura que seja armazenada em freezer a menos 70. Mas o armazenamento é em geladeira, como toda vacina na campanha do Programa Nacional de Imunização, eles são armazenados em geladeira, temperatura de geladeira. O fato do estudo ter sido realizado aqui no Brasil, isso de certa forma acelera também, isso é importante? Ah, sim, isso sempre ajuda. A Anvisa valoriza muito e solicita que os estudos sejam feitos no Brasil para que eles sejam aprovados em nosso país. É uma marca significativa, porque a Johnson & Johnson anunciou que a dose única contra a Covid-19 foi de 72%. Isso. É uma resposta boa. Muito boa, muito boa. Bem interessante. Isso, que as pessoas que tomaram a vacina, eles tiveram quadros leves, né? E como eu tinha dito, não teve necessidade de nenhum desses sujeitos que tomaram a vacina ter sido internado. Isso é um ótimo resultado. Bom, a maior dúvida, evidentemente, dos brasileiros e de todo mundo em geral, não só aqui do Brasil, se realmente as vacinas estão chegando e se o problema vai ser resolvido. Porque nós não imaginávamos, quando tudo isso começou, né, Maria, que a gente ainda estaria nessa situação. Hoje estamos aí no dia 2 de fevereiro de 2021, começou no começo do ano passado, né, e hoje a gente ainda está nessa situação, vivendo essa pandemia do coronavírus, da Covid-19, essa pandemia terrível. Você acha que está chegando realmente no final tudo isso, que as pesquisas estão avançadas, que as vacinas vão, pelo menos, minimizar o problema? Olha, esse é um marco, você ter uma doença de menos de um ano, 12 meses agora, bem dizer, no Brasil a gente vai fazer um ano que nós temos casos de coronavírus aqui no Brasil, de Covid aqui no Brasil. Quer dizer assim, em um ano você já ter vacinas, inúmeras vacinas aprovadas, inclusive no nosso Brasil. É muito legal. É muito, isso é muito, é um marco. É muito positivo. A parte da logística da aquisição das vacinas, esse é um outro assunto para o Programa Nacional de Imunização resolver, não é? Entendi. Mais alguma coisa que a senhora queira colocar, importante com relação aos estudos que foram feitos aqui na PUC Campinas? que acabou participando também desses estudos da vacina, da Johnson & Johnson. Eu acho que é uma coisa muito importante, que eu sempre acho importante, agradecer aos nossos voluntários que vêm nos retornos, nas coletas de sangue, com vontade que as coisas aconteçam. Então, acho que a gente tem que agradecer, agradecer a equipe. E o Hospital da PUC, assim, isso vem culminar muitos e muitos anos de pesquisa clínica realizada aqui. Então, eu acho que é um momento bom para todos, um momento muito bom para todos. A instituição realmente está de parabéns de estar nesse momento, executando um estudo dessa importância. A PUC certamente entra para a história num momento tão importante que o mundo está vivendo. Está participando, está participando positivamente, vamos dizer assim. Que bom, que bom, é o que a gente precisa. Então, eu agradeço a sua participação aqui no Câmara Total, muito obrigado pela entrevista. Que agradeço. Eu volto com você então, Gabriel Castro. Muito obrigado então, André Aranha, e também a Maria Patelli, ela que é pesquisadora deste estudo, É algo muito importante que está acontecendo em relação à vacina contra a Covid-19 e a gente espera que tenha o aval da Anvisa e que seja mais uma opção para a gente acabar o quanto antes com a pandemia da Covid-19. Incentivar a leitura das crianças é um desafio para todos os pais nos dias de hoje. Mas com criatividade e persistência, é possível atrair o interesse dos pequenos pelos livros. A casa da Leda nem sempre foi assim com tantos livros. Os filhos dela passavam longe da leitura. Lara tem 10, Luiz tem 8, nenhum dos dois liam de jeito nenhum, nem o livro da escola. Era um sacrifício. A situação começou a mudar durante a pandemia, quando ela decidiu tomar uma atitude mais radical. Espalhar livros pela casa. Banheiro, cozinha, sala, quarto, sacada, por onde eles passavam pela casa, para deixar livros à disposição. Eu comecei com os livros que tinham aqui em casa, amigos e vizinhos me emprestaram livros, mas o principal para mim, assim, que eu vi de incentivo foi descobrir o que eles gostavam de ler. Para a educadora Gilles Vieira da Silva, a leitura é um hábito que deve ser incentivado pelos pais e a melhor forma de fazer isso é incentivando a imaginação. A partir do momento que a criança ou adolescente entram nesse universo da imaginação, a leitura ganha um outro sentido, né? Então, acho que o grande desafio é esse. É criar espaços em casa que possam ser de inspiração para imaginar. E aí são as histórias, desde aquelas histórias que os nossos pais contam de quando eles eram crianças. Eu acho que esse é o grande ponto de partida. No caso das crianças menores, a educadora sugere o acompanhamento dos pais até mesmo depois da leitura. Eu acho que tem muitos livros que tem um pouco essa metodologia da história inacabada, né, e você constrói da sequência ou você constrói o final dessa história, né, ou ela nunca chega ao fim porque a sua imaginação sempre vai criando. E eu penso que essa técnica de escrita, ela colabora muito, né, porque a gente tem hoje uma perda significativa da capacidade de imaginar. E mesmo se tiver alguma bagunça em casa, vale a pena entrar na fantasia da criança. Eu lembro de uma história que eu estava contando para o meu filho. Ele falava assim, eu quero criar uma máquina de fazer vários tipos de comidas. E ele pegou várias caixas e foi colando e foi pintando. E o quanto que era maravilhoso ver que a partir do olhar dele, aquelas caixas se tornavam uma máquina, por exemplo. E aí a gente tem que entrar na história, porque se a gente não entra, a gente mata essa criatividade. Aqui na casa da Leda, ela decidiu trocar o estilo da bagunça. Em vez de deixar os brinquedos espalhados pela casa, ela resolveu, ela mesma, espalhar os livros. Porque assim, à mão das crianças, fica mais fácil delas se interessarem pela leitura. Realmente, minha casa ficou até bagunçada de tanto livro que a gente tinha espalhado. Mas aquele momento de ossozidade, que ele não tem nada para fazer, o livro está ali do lado. Então era uma forma fácil dele ter acesso. E assim foi despertando a leitura neles. Agora ela sabe que a leitura é viver vários mundos em um só lugar. Que legal poder viajar para qualquer lugar por meio dos livros. E faz muito bem a leitura. 11 horas e 18 minutos, vamos fazer o seguinte, primeiro intervalo aqui no Câmara Total, continue participando, 19 é o nosso DDD, 978293776 é o número do nosso WhatsApp, está aqui embaixo da sua tela, você tem a opção do QR Code para a gente poder conversar ao vivo, abre a câmera do seu celular, só mirar aqui para este QR Code que a gente conversa ao vivo. E na volta, as notícias da metrópole de Campinas, o mais importante que aconteceu nas últimas 24 horas na nossa cidade com a Mina Abreu. Tem previsão do tempo, será que esse calorão vai continuar, será que tem chuva chegando? Tem ainda entrevista sobre trabalho escravo, o Ministério Público do Trabalho recebeu mais de 300 denúncias, tem entrevista ao vivo sobre este assunto. Tem ainda Universo Épico, para a gente entrar no mundo nerd, geek, tem uma entrevista muito bacana. Culinária é uma viagem gastronômica, a gente vai sair do Brasil, é uma receita de fora. Muitos assuntos não saem daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira Muito obrigado pela sua companhia e audiência E como combinado, a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios Para falar das notícias da metrópole de Campinas Mas primeiro, aquela atualização diária dos casos da Covid-19 no nosso país. Infelizmente, já passamos da marca de 9 milhões de pessoas que testaram positivo. O número de óbitos também está crescendo. Seja bem-vinda. Bom dia. Vamos atualizar então, Mirna. Bom dia, Gabriel. Uma atualização difícil para nós, né? Diariamente aqui no Câmara Total, dentro dos Notícias da Metrópole. Olha, de acordo com o Ministério da Saúde, são 9.229.322 casos da Covid-19 até esta segunda-feira, dia 1º de fevereiro. Dia também que o Brasil superou a marca dos 225 mil óbitos devido à doença. São 225.099 óbitos no país. No estado de São Paulo, 1.779.722 casos da Covid-19, com 53.090 óbitos até esta segunda-feira. Agora nós vamos falar da região metropolitana de Campinas, sem antes não esquecer de deixar aqui as condolências da TV Câmara Campinas aos familiares das vítimas da Covid-19. Aqui na RMC são 149.133 casos confirmados da doença e Campinas lidera o ranking até esta segunda-feira, são 61.286 casos de Covid-19, Indaiatuba na sequência com 13.671, Americana 10.392, Sumaré 9.773, Santa Bárbara do Oeste 9.500, Hortolândia 7.783, Paulínia 6.016, Valinhos 5.868. Agora as cidades que têm menos de 5 mil casos, Itatiba, Vinhedo, na sequência Cosmópolis, Jaguariúna, Nova Odessa, Montemor, Arthur Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Poce, Engenheiro Coelho e as duas cidades que continuam com menos de mil casos, Olambra 748 e Morungaba 390. Nas últimas 24 horas, 511 casos registrados na cidade de Campinas, passamos dessa marca de 500, então é um número bastante alto. Sim, agora a gente vai falar dos óbitos também, que tivemos aqui bastante na nossa cidade. Olha, na RMC, 3.795. Campinas lidera o ranking com 1.645 óbitos, foram 7 vítimas atualizadas nas últimas 24 horas. Sumaré aparece com 324 óbitos, Indaiatuba 322, Santa Bárbara do Oeste 261, Americana 252, Valinhos 225, Hortolândia 211, Paulínia, que até ontem tinha 100, tem 101, agora cidades com menos de 100 óbitos. Nova Odessa, Itatiba, Cosmópolis, Vinhedo, Montemor, Arthur Nogueira, Jaguariúna, Pedreira, Engenheiro Coelho, Santo Antônio de Poce, Morungaba, que até ontem também registrava 5, agora tem 7 óbitos e Olambra permanece com 5 óbitos devido à Covid-19. E aqui na nossa cidade, Gabriel, as sete vítimas da Covid-19 que foram registradas, atualizadas aí nas últimas horas, até essa segunda-feira, na verdade, todas elas eram maiores de 60 anos. Olha, uma mulher de 95 anos, dia 28 de janeiro, a data do falecimento, uma de 60, 27 de janeiro, uma mulher de 88 anos, tinha comorbidades também, a de 60 também, um homem de 88 anos com comorbidades, um homem de 78 também tinha outras doenças, um homem de 90 anos e um homem de 92 anos, inclusive o público aí que será a primeira fase da vacinação para a população, o público que hoje, apesar de não ser a taxa de maior transmissão, de acordo com os boletins epidemiológicos fornecidos aqui na cidade de Campinas, são eles 87% do número de óbitos registrados na nossa cidade. Gabriel, inclusive quando a gente fala desses óbitos, a gente não pode esquecer da questão dos leitos. E até esta segunda-feira, Campinas ainda registra mais de 80% de ocupação. Faz mais de uma semana que a gente sempre fala da ocupação dos leitos na cidade de Campinas. Nós tivemos o acréscimo, a compra de 15 leitos para a cidade de Campinas, mas no total, na rede municipal e estadual particular, permanece acima dos 80%. Sim, até esta segunda-feira eram 83,46%. Olhem só, dos 254 leitos disponíveis, 212 estavam ocupados. 100 leitos do SUS municipal, 86 ocupados. 17 leitos na Unicamp, 16 ocupados. E na rede particular, 137 leitos disponíveis, dos quais 110 ocupados. Lembrando que nessa segunda-feira, olha, o Ouro Verde abriu mais cinco leitos disponíveis para os pacientes da Covid-19. Então, e a proposta é que a gente tenha mais ainda uma abertura que acontece nesta quinta-feira, dia 4, serão mais cinco no dia 4. Então, a gente teve dia 28 de janeiro, 1º de fevereiro ontem e mais 5 que devem ser abertos na próxima quinta-feira. Com esses novos leitos, no SUS municipal serão 105 disponíveis, que ficam 55 no Ouro Verde e 10 no Hospital Mário Gatti. No entanto, a gente observa que essa taxa é uma taxa que ela não tem abaixado aqui na nossa cidade. É, isso é um esforço que toda a sociedade, toda a comunidade precisa fazer, né? O distanciamento, não se aglomerar, continuar utilizando a máscara, álcool em gel, lavar bem as mãos. A gente está falando isso há 11 meses, mas são recados que a gente precisa ter e continuar, já que a pandemia, ela continua na cidade de Campinas, em todo o estado de São Paulo e em todo o Brasil. Cidade vizinha de Campinas, prefeito que foi eleito há pouco, Angelo Perugini, testou positivo? Testou positivo, está internado aqui em Campinas no Hospital Samaritano e de acordo com a assessoria de imprensa da Prefeitura de Hortolândia, o seu quadro de saúde é estável, com sintomas leves e o prefeito está recebendo todos os cuidados para uma breve recuperação. Agendamento de vacinação, sei que eu falo essa palavra todo mundo em casa, será que já é a minha vez, será que não? E agora, a cidade de Campinas reabriu o agendamento, qual que é o grupo, como é que funciona, site? Lembra que nós falamos que em função que as doses haviam acabado, os profissionais de saúde que não atuam diretamente não podiam mais agendar? Sim. Agora eles podem, olha só. Então, a gente ainda está na fase para os profissionais de saúde que trabalham em clínicas, laboratórios e consultórios também. Olha, então são médicos, enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem, cirurgiões dentistas, fisioterapeutas, técnicos em laboratórios de análises clínicas e motoristas de ambulâncias. Então, esse é o público que ainda está nessa fase da vacinação dos profissionais da saúde. A reabertura foi não em função de novas doses, mas em função do não comparecimento de pessoas que estavam agendadas. Então, tem que entrar lá no site vacina.campinas.sp.gov.br, aqui na nossa tela, colocar ali o agendamento e a prefeitura faz um alerta. A gente sabe que as pessoas, às vezes, fez um agendamento, mas teve, vai ter um compromisso, foi escalado, mudou a escala no trabalho, uma série de coisas. também é possível que essas pessoas façam aí, remanejem a data. Com isso, libera a data para outras pessoas que poderiam ser atendidas nesse dia. Lembrando que, inclusive, gente, não está tendo, inclusive, a fiscalização de acordo com a Prefeitura está sendo rigorosa na documentação para que as pessoas, elas provem que elas são realmente desse grupo que está sendo vacinado nesse momento. Olha, respeitando, se for observado que algum desrespeito a essa informação, esse cadastro, não há um olerite, não há uma carteira de trabalho ou uma declaração, essa pessoa não será vacinada no vacina.campinas.sp.gov.br. Tem todos os critérios e é importante que a pessoa comprove que atua em um desses segmentos para conseguir então ser vacinado, lembrando que neste momento nós temos a vacinação no Centro de Vivência dos Idosos, lá no Taquarau e no CAIC da Vila União. Então o profissional tem que apresentar um RG, uma carteira de motorista, algum documento para poder comprovar que é a pessoa agendada e que está neste grupo aí prioritário agora para poder ser vacinado contra a Covid-19. A gente está falando da cidade de Campinas, mas as cidades da nossa região também estão inseridas neste contexto. A Americana é uma das cidades que também começou a vacinação? Começou hoje, lá em Americana, agora os profissionais da saúde também, que não estão diretamente, semana passada aconteceu a vacinação daqueles que estão diretamente ligados ao atendimento da Covid-19, agora então é esse grupo, igual a Campinas, que já tinha iniciado na semana passada, Então, agora a vacinação está sendo realizada na Secretaria de Saúde da cidade de Americana e também, olha, lá a prioridade será dada para os profissionais da saúde acima de 60 anos de idade. Inclusive, funcionários que estão afastados desde o início da pandemia, porque muitos foram afastados em função de serem do grupo de risco, também podem ser vacinados neste momento na cidade de Americana. Vamos de polêmica agora, Mirna Abreu, que é o Plano São Paulo. Nós já tivemos diversos protestos de muitas categorias. Neste momento, Cidade de Campinas na fase laranja, após as 8 horas da noite, fase vermelha. Fase vermelha também aos fins de semana, mas pode ser que tenha flexibilização por aí? Pode ser, mas eu vou falar daqui a pouquinho, porque antes eu vou falar da questão da vacina. Olha só, em coletiva, o governo do estado de São Paulo anunciou que dia 8 de fevereiro começa a vacinação dos idosos em todo o estado. O governo do estado de São Paulo confirma que iniciará a vacinação de idosos com 587 mil doses da vacina do Butantan. e começa a vacinar no próximo dia 8 de fevereiro as pessoas de mais idade no estado de São Paulo. O envio destas doses da vacina do Butantan vai ocorrer até quarta-feira desta semana para todas as regiões do estado de São Paulo. Nenhuma região do estado de São Paulo ficará sem vacina para vacinar os idosos dentro do programa estadual de imunização. Esse lote de vacinas do Butantan será utilizado para vacinação inicialmente de idosos acima de 90 anos e, na sequência, idosos acima de 85 anos. E o governador confirmou também a vinda de um novo lote dos insumos vindos da China para a produção da Coronavac, que devem chegar aqui no próximo dia 10. O governo da China acaba de liberar a exportação de mais 5.600 litros dos insumos da vacina do Butantan. Portanto, com isso, teremos mais 8.700.000 vacinas em São Paulo, com a chegada prevista até o dia 10 de fevereiro. E o governador apontou ainda, inclusive, para essa flexibilização das restrições do Plano São Paulo De acordo com as informações, olha, nós temos aí redução de taxas de transmissão e internação em todo o Estado Na próxima quarta-feira, o governo do Estado de São Paulo vai anunciar mudanças nas medidas de restrição complementares do Plano São Paulo Com duas semanas consecutivas de retração do número de internações e caso este cenário se mantenha em queda, na próxima quarta-feira, 3 de fevereiro, vamos anunciar medidas de suspensão das restrições impostas pelo Plano São Paulo relativas aos horários de funcionamento do comércio, shoppings, bares e restaurantes, inclusive aos finais de semana. As medidas instituídas no Plano de São Paulo, com apoio tanto da população quanto dos comerciantes, permitiram que conseguíssemos controlar a evolução da pandemia no nosso estado. Conseguimos regredir pela segunda semana consecutiva as taxas de ocupação, inicialmente em 4% na terceira semana e 8% na quarta semana. Isso nitidamente mostra a redução do vírus em cada uma das regiões do Estado. Essa é o que nós chamamos de dinâmica da epidemia. Também reduzimos a ocupação nos leitos de unidade de terapia intensiva. 68,5% no estado, 67,9% na grande São Paulo Lembrando que nas semanas anteriores nós tínhamos taxas de ocupação superiores a 70% Próximos a 71% tanto no estado quanto na grande São Paulo Então menos casos recuperados, a taxa de ocupação nos leitos de UTI uma queda e uma possível flexibilização, então, amanhã vai ter a coletiva em que vai ser explicado e se vai permanecer da forma como está, fase laranja e fase vermelha, acima das 8 horas da noite e fins de semana, ou se teremos uma flexibilização de alguns setores. É, o que aponta, inclusive, a coletiva é que haverá, mas há confirmação só amanhã mesmo na coletiva do Governo do Estado, que acontece sempre 15h para 1h da tarde. Vamos aguardar essa quarta-feira, então. Mina, ontem eu entrevistei ao vivo aqui no Câmara Total a Débora Palermo, ela que é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, da Juventude, ex-conselheira tutelar, e nós abordamos o caso do menino que foi resgatado, que estava correntado em um barril. A Prefeitura de Campinas está guardando o relatório sobre esse caso? Sim, a prefeitura emitiu uma nota nesta segunda-feira dizendo que o prefeito de Campinas, Dário Saad, determinou a apresentação em 24 horas do relatório completo sobre todos os atendimentos feitos pela rede sócio-assistencial do município à família da criança que estava sofrendo maus tratos conforme denúncias de vizinhos. Então, de acordo com essa nota, esse relatório deve ser apresentado hoje, lembrando que a criança recebe cuidados médicos no Hospital Ouro Verde, onde permanece internada e em estado estável. O menino apresenta desnutrição e passa por exames. O levantamento prévio, já realizado ainda nesta segunda-feira, aponta que a família era acompanhada pelo Conselho Tutelar, pelo CREAS, que é o Centro de Referência Especializado da Assistência Social, pelo CAPES I, que é o Centro de Atenção Psicossocial Infantil e por uma organização da sociedade civil conveniada da prefeitura. Então, a gente aguarda esse relatório para que, então, a Prefeitura possa tomar aí as devidas providências em relação aos serviços municipais para até, inclusive, instaurar se houve ou não omissão desses órgãos que atendiam essa criança. E, Mina, para a gente poder encerrar as notícias da metrópole de Campinas, amanhã nós teremos a reunião extraordinária, a primeira do ano, mas já para quinta-feira, interrupção de água em Campinas? Isso mesmo, por isso que amanhã é dia de fazer a reserva de água, você que mora aí numa parte da cidade universitária em Barão Geraldo, porque na quinta-feira, das 8 da manhã às 5 da tarde, haverá a interrupção do fornecimento de água, porque a Sanasa fará o serviço de capiamento de rites. Os hospitais Boldrini e o Centro Médico serão afetados por essa medida também, mas a Sanasa vai disponibilizar para os dois hospitais caminhões pipa para o abastecimento na quinta-feira. Então, cidade universitária ali na região da Unicamp, da PUC, do Centro Médico e também do Boldrini, aquela parte ficará sem água na quinta-feira. Tem que fazer a reserva amanhã apenas para quinta-feira, não precisa reservar para a semana inteira que a gente sabe o recurso escasso que é da água. Mina Abreu, muito obrigado pelas notícias da Metrópole, volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo? Sim, a gente vai falar sobre as reuniões extraordinárias e outras ações parlamentares. Combinado então, até já. Até já. A Cidade de Campinas fim da tarde, olha aqui na minha tela então, amanhã quarta-feira 3 de fevereiro, aí sim é clima de verão, o sol aparecendo durante todo o dia muito calor e por conta desta condição a nebulosidade toma conta no fim da tarde e vem chuvona aqui pra cidade de Campinas, vamos às temperaturas então olha só, mínima de 21 graus e máxima podendo chegar aos 32, então olha só, uma amplitude muito grande de 11 graus, mínima de 21 e a máxima podendo chegar aos 32 graus aqui na cidade de Campinas nesta quarta-feira. Olha só, o nosso repórter, o Michel Amorim, conversa agora com um produtor musical aqui de Campinas que teve uma música inserida na trilha sonora de um filme lá da Netflix, Universo Épico. O Universo Épico no ar e no programa de hoje tem bate-papo sobre música. Já está conectado aqui comigo o João Pedro, ele que é compositor e produtor musical. Tudo bem, João? Tudo bem? Tudo jóia. E aí, João, conta pra gente, né, que história é essa de uma faixa sua, uma música sua, composição, foi parar num filme da Netflix? Isso, é uma música minha que eu fiz que chama Chill e é uma faixa de lo-fi hip-hop, né, então é um som mais calmo, mais relaxante. E ela acabou bombando, né, ela foi divulgada por um grande canal do YouTube que disponibiliza músicas pra outros YouTubers usarem gratuitamente nos seus vídeos. E vários youtubers grandes utilizaram ela, ela acabou bombando, pegou mais de um milhão de visualizações E diante de tanta popularidade, ela acabou chegando também aos ouvintes da produção do filme Que aí me chamaram É uma coisa que dá pra imaginar, você como tá no meio de produção musical Você imagina que isso poderia acontecer de uma faixa sua ir parar num jogo ou tantos criadores de conteúdo no YouTube usar uma faixa sua e, olha só, parar num filme. Num filme que, logo mais eu vou dar mais informações, que tem aí a possibilidade de ter várias indicações no Oscar, né? Tem sim. Bom, é uma possibilidade que eu realmente não tinha imaginado de começo. Em relação a jogos, inclusive, essa música já foi utilizada em jogos, Já tiveram pessoas que entraram em contato comigo que queriam colocar ela como música de fundo em um joguinho que estavam desenvolvendo. Mas num filme, direto pra um filme de Hollywood, assim, é uma coisa que eu com certeza não esperava. Ó, eu vou pedir pro nosso editor colocar um trechinho da sua música aí pro pessoal de casa acompanhar e ver como é que ficou esse trabalho. Lo-fi, hip hop, é isso? Esse é o gênero, né? Isso. Com que influências você produziu essa faixa, pensando no quê? essa música, bom eu acredito que ela foi dá pra dizer que foi meio que uma uma primeira impressão que eu tive ao lo-fi, era um gênero que eu tinha acabado de descobrir, eu também estava aprendendo a produção musical mas é um gênero que logo de primeira me chamou atenção e eu decidi tentar fazer, então digamos que foi a minha a minha primeira impressão assim, ao gênero, digamos e eu tive muita influência dos anos 80 pra achar a vibe da música, que eu acredito que ela tem uma vibe bem nostálgica. E quando você fez essa música, você fez pensando comercialmente ou não? Eu vou fazer porque nesse momento eu tô inspirado e eu quero produzir algo do tipo. Sim, no momento eu fiz por fazer, ainda não tinha intenções comerciais, Inclusive não tinha pensado em disponibilizar ela como música para ser utilizada como música de fundo por youtubers Isso tudo veio depois que ela já estava pronta Tem muita diferença você produzir para a internet, produzir para um jogo eletrônico ou produzir para um filme? Bom, eu diria que a diferença principal seria em relação à intenção que você está produzindo Então, por exemplo, é uma coisa você produzir uma música de antemão, sem nenhuma intenção específica, e ela acabar sendo utilizada num filme ou num jogo, porque aí você produz da forma que você quiser, digamos, né? Agora, quando você vai produzir especificamente, compor uma trilha sonora original pra um jogo ou pra um filme, aí é um processo totalmente diferente, porque você tem que basear a sua composição no sentimento que você vai querer passar. E como que foi esse primeiro contato com você para utilizarem a sua música no filme? Bom, eu fui contatado diretamente por e-mail que eles tinham encontrado essa música e estavam querendo negociar uma licença para poder utilizar ela no filme. Então a equipe de produção do filme entrou diretamente em contato comigo, então foi inclusive uma surpresa para mim. O que você achou? Você achou que era uma brincadeira? Logo de começo você falou, não, é coisa séria? Ah, é uma pegadinha? Não, eu já percebi que era coisa séria e eu fiquei bastante surpreso assim que eu ouvi os nomes de peso que estão no filme. E fiquei bem chocado assim, porque não era um projeto que eu esperava fazer parte logo assim, digamos, em início de carreira, um projeto desse naipe. E olha só, o filme que a gente está falando aqui, da Netflix, chama Pieces of a Woman. E tem a faixa, tem a música do João Pedro. Vamos ver o trailer? Minha filha veio para este mundo. Para o tempo que ela morreu. E eu não posso levá-la de volta. Marta, é você? Como você está? Em 60 a 70% desses casos, nós raramente encontramos uma explicação satisfatória. Tem certas coisas que, medicamente, nós não temos respostas para. Muito grato pela sua perda. Obrigada. Como está a Martha? A Martha está bem, ela sempre está bem. Você decidiu ir para o julgamento? É a coisa certa de fazer. Porque você diz que é. Ela tem que pagar pela sua incompetência. Nós precisamos de justiça aqui. Não, você precisa. Por que você está tentando desaparecer do meu filho? Porque não temos um filho. Você tem que enfrentar isso. Eu estou enfrentando isso. Eu estou enfrentando isso! Eu estou enfrentando isso! Quem se importa com o que eles acham? Isso é sobre mim. Isso é sobre a minha vida. Esse é eu. E aí, João, você já assistiu o filme? Por incrível que pareça, eu ainda não parei pra assistir o filme. Mas você não tem nem ideia, então, de como é que ficou a sua música na cena? Eu tenho alguma ideia pelo que me passaram, mas eu não vi a cena em si ainda. Esse trabalho de quando pedem autorização para usar a sua música, até então ela estava lá disponível gratuitamente. Quando vai para um filme, como eles pegaram essa faixa, você passa a ganhar por esse trabalho. Como é que funciona esse cenário musical? Bom, a música continua disponível para ser utilizada gratuitamente, da mesma forma, por youtubers, nos mesmos casos. E o que pode ser ganhado de royalties futuramente é em relação a iCard, essas coisas assim, que você precisa também coletar. E uma coisa que acaba ajudando muito é o dinheiro de streaming Então, por exemplo, Spotify, sempre que as pessoas ouvem você ganha um royalty E com a música estando num projeto desse Ou melhor, o fato dela já ter bombado e estar em vários lugares E ser utilizada por vários youtubers Significa que já tem bastante pessoas ouvindo a música Então nisso eu acabo ganhando os royalties do streaming Quando as pessoas ouvem a música em algum lugar e vão atrás de ouvir no meu Spotify ou em outras plataformas. É uma janela enorme, né? Porque um filme como esse, que pode, tem possibilidade de indicação ao Oscar. E vai para o mundo todo, né? Então, é o mundo todo escutando a música de um campineiro. Isso, é bem isso. E aí, usando essa janela, você mudou a sua chavinha, o modo de pensar? Como é que você trabalha a partir de agora, né? Não, eu vou produzir músicas mais específicas Que podem ser utilizadas em jogos, em filmes Ou, porque assim, eu sempre converso com escritores E aí fica aquele, aquela equilíbrio, né? Eu produzo algo que me satisfaz Algo, né, pro meu ego, pra minha satisfação ou eu produzo algo que eu sei que vai ser um produto, né? A música é um produto. Por mais que te satisfaça a sua produção, você também tem que pensar no lado comercial. Então mudou sua chavinha a partir desse momento? Olha, eu não diria que mudou a minha chave, porque eu sempre venho focando em ambos os lados. Então o que eu produzo para o meu projeto artístico, o Sacro Hertz, eu sempre foco em fazer o que eu estou com vontade de fazer, fazer a música que eu quero fazer, passar o sentimento ali, mas eu também venho há algum tempo focando em paralelo em fazer músicas voltadas estritamente para a área comercial, então de compor músicas para vídeos corporativos, músicas voltadas para um lado, digamos, estritamente comercial. Então eu diria que eu sigo com essa mesma mentalidade, de por um lado fazer músicas voltadas para o comercial e, por outro lado, fazer músicas que é o que eu quero fazer e que podem, de repente, acontecer de ser um sucesso comercial ou não, né? As suas músicas têm muito da cultura japonesa? Bom, eu costumo incluir nas minhas músicas bastante inspiração de algumas fontes um pouco externas, digamos, ao mundo da música. Entre elas estão a cultura japonesa de anime e videogames, que eu gosto bastante, né? Então eu tenho diversas inspirações que fogem um pouco do comum do mundo da música E vão para um lado um pouco mais alternativo Então entre elas estão a cultura japonesa, mas também outras coisas que acabam entrando Então essa parte da cultura asiática está bem conectada com a sua produção de fato, as faixas E existe uma diferença quando a gente fala do Sakura Hertz e fala do João Pedro? Você separa ou é uma coisa só? Bom, eu ainda tô no momento, digamos, decidir isso, assim. Eu acho importante ter alguma separação entre o artista e a pessoa, né? Eu não me refiro pessoalmente como Sakura Hertz, eu me refiro como João Pedro, normalmente. Então, eu ainda tô vendo bem como vai ser isso, né? E aí, quais são as expectativas? Que mais filmes, mais produtores façam convite para que as suas produções entrem nessas grandes produções? Bom, um projeto como esse eu acredito que não é uma coisa que vem sempre, então claro que eu ficaria muito feliz se tivesse minha música utilizada em um outro grande filme, Mas acredito que é uma coisa que é mais rara, digamos Mas o que eu estou focando mais de momento São em mesmo de produtores utilizarem a minha música Em alguns jogos ali, em alguns talvez curta-metragens e vídeos do YouTube Eu costumo ter bastante contato de gente me mandando e-mail Pedindo permissão para utilizar a minha música E além disso também focando na parte de composição voltada pra um projeto específico, eu tô no momento trabalhando na trilha sonora de dois jogos, né? Dá pra adiantar pra gente do que que se trata esse jogo? Eu acredito que eu não posso dar muitos detalhes porque ainda tá no começo de desenvolvimento não tem muita coisa pública. Perfeito. Quando puder, então, você conta pra gente aqui. A outra dúvida que eu tenho é o seguinte, regularidade, né? Você como produtor musical, se comparar com um produtor de conteúdo pra internet, né, você segue uma regularidade lançando músicas ou não? Como é que funciona quem tá nessa área de produção musical? Sempre tá lançando algo? Bom, é importante você ter a regularidade como qualquer outro produtor de internet, então, assim, você buscar fazer ali vídeos, se não semanais, mas assim, né, cada duas semanas, mas ter essa regularidade. E o que acaba sendo vantagem é você focar nos singles, né? Se for olhar estritamente pelo lado de regularidade e de, assim, vantagem, digamos, comercial, né? De você se manter em evidência, o single acaba sendo uma vantagem. É claro que existem os motivos pra fazer o álbum, que seria onde você... Se você tem ali um conceito artístico que você quer passar. Então eu tenho algumas ideias de álbum que eu pretendo trabalhar no futuro. mas por enquanto eu foco mais em singles, que é o que você consegue ter mais uma regularidade de lançamentos frequentes ali. João, o pessoal de casa que está interessado em acompanhar os singles, como é que faz? Tem aí umas redes sociais que você possa compartilhar para o pessoal ir acompanhando? Com certeza. Eu estou em quase todas as redes, digamos. Pode procurar pelo meu YouTube, que é Sakura Hertz, escreve Sakura HZ, só o H e o Z no final. E eu estou no YouTube, no Instagram, no Twitter, e as minhas músicas são disponíveis nas plataformas de streaming, então Spotify, iTunes, Deezer, todas elas. Perfeito! Quero desejar boa sorte, que sempre apareçam novas produções, grandes produções, que convide aí e use do seu trabalho, para divulgar o seu trabalho. E sempre que tiver novidades, entre em contato com a gente, com a nossa produção e compartilhe aqui com a gente. Combinado? Combinado. Muito obrigado. Valeu, João. E olha só, ponto final no Universo Épico. A gente volta na próxima semana com muito mais. Tchau, tchau. Até terça-feira que vem, Michel Amorim com mais entrevista muito bacana no Universo Épico. Meio dia em ponto, vamos fazer o seguinte? Segundo intervalo, hein? Aqui no Câmara Total e na volta tem uma entrevista importantíssima. Nós vamos falar sobre trabalho escravo, sobre aliciamento, sobre este combate, o trabalho, os eventos que aconteceram para a gente poder erradicar isso que acontece no nosso país. Será que tem como? Será que vamos diminuir o trabalho do Ministério Público do Trabalho? Então a gente vai fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta tem entrevista ao vivo. Não saia daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira, meio-dia e cinco. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. E todo dia 28 de janeiro é comemorado o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Portanto, há menos de uma semana nós tivemos eventos para falar sobre este tema. Você que está nos assistindo acredita que em pleno século XXI, ano 2021, ainda acontece este tipo de abuso, maus tratos, crime? Olha só, nos últimos cinco anos, o Ministério Público do Trabalho da 15ª região, que abrange 599 municípios do interior de São Paulo e do litoral norte, recebeu 291 denúncias relacionadas aos temas trabalho escravo, aliciamento e tráfico de trabalhadores. Preocupante, né? Por isso, eu converso agora com a Catarina Von Zubem, ela que é procuradora do trabalho e coordenadora de combate ao trabalho escravo no interior de São Paulo. Catarina, muito obrigado por ter aceito o convite, pela sua participação aqui no Câmara Total. Infelizmente, então, trabalho escravo não é um tema só do passado, né? Não, é um tema muito presente e infelizmente é um tema com o qual nós vamos nos debruçar nas próximas semanas Com certeza a gente vai falar bastante sobre este assunto, sobre o trabalho escravo Para quem está nos assistindo e pensando, mas nossa, trabalho escravo hoje em dia, né? Eu estudei na escola, eu lembro de ver negro acorrentado Ou quem pensa, nossa, eu trabalhei desde os 12 anos eu estou bem hoje. Catarina, como é que funciona, como é que é o trabalho escravo hoje, século XXI? Em primeiro lugar, nós temos que distinguir esse trabalho escravo que você fez referência, aquilo que as pessoas têm muito em seu imaginário, das novelas da Globo, a pessoa correntada. E isso era um trabalho escravo, institucionalizado, aceito pela sociedade. Até a abolição da escravatura, as pessoas podiam pertencer a alguém. Então a escravidão era permitida, uma pessoa era proprietária de outra. Hoje se fala trabalho análogo a escravo justamente para distinguir daquela situação, porque hoje não se permite que alguém pertença a outra pessoa. Mas isso não quer dizer que as pessoas não continuam sendo exploradas da mesma maneira. Hoje, inclusive, o ser humano vale menos do que naquela época, porque o senhor de escravo, por ter uma propriedade, ele zelava pela propriedade. Hoje, a vida, o ser humano, é muito mais descartável. Por isso que nós encontramos tanto casos de acidente de trabalho, de pessoas morrendo, justamente porque a vida, infelizmente, não tem a quantificação necessária. Então, essa é uma distinção que nós temos que fazer. Como é hoje o trabalho análogo ao escravo? Está no Código Penal, lá tem os tipos do que é um trabalho escravo. Não é o que as pessoas tendem a dizer, uma situação banalizada, porque eu trabalho demais, vão falar que isso é trabalho escravo. Não, trabalho escravo é aquele que atinge todo o contexto da dignidade da pessoa. É uma situação que você olha e fala, nossa, ninguém pode viver nessa situação. Condições de moradia, questão de alimentação, de segurança Condições que às vezes a pessoa não recebe salário Recebe apenas para sobreviver, retenção de documentos, ameaça E também, mas não necessariamente, restrição de liberdade Para marcar o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo O Ministério Público do Trabalho realizou uma live sobre este assunto trabalho escravo e tráfico de pessoas. Como é que foi este debate? Saíram ideias, algo concreto? Ou foi para debater o tema e chegar mais para frente em alguma política pública ou alguma mudança até interna do trabalho? Uma das funções do Ministério Público que é pouco conhecida é a função preventiva. Então, essas lives, essas campanhas de conscientização são justamente para prevenir. porque o que nós mais queremos, o que a sociedade como um todo quer e o sistema de justiça quer, é que não haja trabalho escravo. Então, esse tipo de campanha serve para conscientizar a população do que é o trabalho escravo e para que toda a comunidade ajude na fiscalização. Agora, como não é só o viés preventivo, mas também nós temos o viés repressivo, nós participamos com os demais órgãos do sistema de justiça, e aí se inclui Polícia Federal, Ministério Público Federal, Auditoria Fiscal do Trabalho, Auditoria Pública da União, nós tivemos uma grande ação nacional no mês de janeiro em que nós tivemos ainda num balanço parcial, ainda não foram fechados uns 140 pessoas resgatadas do trabalho escravo em praticamente todas as unidades da federação. Então, no mês em que se tem a memória, no dia 28, ao trabalho escravo, aos auditores fiscais que morreram no combate ao trabalho escravo, nós tivemos uma grande ação justamente para conscientizar a população. Existe sim trabalho escravo e ele está presente do seu lado. E estas ações ocorreram no interior de São Paulo, tem alguma característica, alguma cidade específica ou ela fica bem espalhada por estes 599 municípios que abrangem a 15ª região? Pelo interior do estado de São Paulo, ele ser tão multifacetado, ele ter várias realidades Nós temos portos, aeroportos, nós temos trabalho indígena lá próximo à fronteira do Mato Grosso Nós temos mão de obra migrante, nós temos mão de obra na cidade Nós podemos dizer que a 15ª região, e aí se lê em todo o interior do estado de São Paulo Tem trabalho escravo em praticamente todos os segmentos Ainda no meio rural ele é mais marcante Mas na cidade nós temos, e os meios de comunicações têm mostrado O trabalho escravo urbano, nos alojamentos, na costura, principalmente na Grande São Paulo Mas também em certas cidades do interior do estado de São Paulo E também trabalho escravo doméstico Neste caso, é uma das grandes bandeiras que o Ministério Público tem levantado E é ainda um trabalho difícil de realização, porque envolve fiscalização de residências, onde é difícil se chegar a denúncia e onde é difícil se apurar o início. Qual que é a importância deste tipo de evento, desta live que aconteceu? Ele ocorre todos os anos e estamos em uma pandemia. Eu acredito que o cenário seja diferente também para vocês, né? Sim, a pandemia fez com que a fiscalização saísse menos a campo justamente pelas restrições de movimento e a própria fiscalização nos últimos anos tem sofrido uma diminuição do seu quadro justamente por não existir concursos para os editores fiscais do trabalho então a pandemia piorou a situação além de não ter fiscalização, fiscais menos fiscais na rua e também a precarização das condições das pessoas, porque nós temos que lembrar que em mão de obra escrava acontece, existe notadamente uma população extremamente vulnerável, pessoas que já tinham subemprego, analfabetos funcionais, pessoas que já viviam na margem da pobreza. Então, com a pandemia, com a falta de emprego, essas pessoas passaram a se meter a condições piores do que normalmente elas estariam expostas. Ainda nós não temos o balanço da pandemia, porque a própria pandemia ainda não acabou, né? Nós estamos, inclusive, nessa segunda onda que estamos muito temerosos. Mas a pandemia, ela veio para mostrar, inclusive, os diversos Brasis que nós temos, né? E a mão de obra que já era vulnerável, ela se viu mais vulnerável ainda e mais sujeita à exploração. Ontem nós falamos aqui no Câmara Total do jovem de 11 anos que estava acorrentado em um barril aqui na cidade de Campinas. E como foi importante a ação do vizinho, que percebeu que tinha algo errado, fez a denúncia. Qual que é o papel da sociedade tem para ajudar o combate ao trabalho escravo hoje? Uma coisa que tem um fenômeno que aconteceu com a sociedade moderna, que ainda é incipiente, mas que é a grande fonte de emancipação do país, é o cidadão entender como sujeito do Estado. ele faz parte do Estado, o Estado não é uma entidade inerte e distante, você é o Estado, você faz parte dele, e assim como você tem direitos, você tem deveres, e para que esse Estado se emancipe, para que nós sejamos mesmo uma nação, cada qual tem que fazer o seu papel, e o papel de fiscalização, principalmente das graves violações dos direitos humanos, é dever do cidadão, Mesmo porque saber que alguém comete um crime ilícito e não falar, isso também pode ser imputado como omissão. E omissão também tem o seu apenamento. Mas, a partir disso, hoje a sociedade começa a entender um pouco melhor essas violações e saber dos meios de comunicação. Uma das vantagens da informática hoje é o cidadão poder denunciar de dentro de casa, coisa que antigamente não acontecia. Hoje, com o telefone, com o smartphone, você consegue denunciar, você consegue mostrar para a sociedade que aquilo está acontecendo, inclusive com preservação de identidade, sigilo, anonimato, porque dependendo do tipo de ilícito, às vezes a pessoa que denuncia está dentro da própria casa, então o cidadão não precisa ter medo. O nosso sistema é feito para proteger o denunciante, justamente porque o que nós queremos é que não ocorra o ilícito, aquele papel preventivo que eu havia falado. Então esse caso lamentável dessa criança mostra que como fez a diferença o papel de um vizinho, de uma pessoa mais esperta, de uma pessoa mais atenta Esse menino um pouco mais ele não resistiria, como acontece com tantas pessoas que sucumbem e nós não sabemos, às vezes nunca vamos saber o porquê que ela morreu, de que condições Isso é muito importante o papel da sociedade e esse tipo de programa que você faz, de conscientizar toda a população do dever que nós temos como cidadão de denunciar. E Catarina, infelizmente, acho que todo mundo já ouviu ou cresceu escutando aquela frase Em briga de marido e mulher você não mete a colher Você acha que a sociedade ainda está aprendendo a viver em sociedade, a ter esse papel como Estado Você entende que as pessoas têm medo de denunciar, de sofrer alguma ameaça depois elas ainda se sentem inseguras de falar, mas eu não tomo conta da vida do meu vizinho, por que eu vou denunciar? Eu acho que está acontecendo alguma coisa, mas e se não tiver, eu vou ligar? As pessoas têm esse receio ainda, você sente isso? Sim, as pessoas têm temor, dependendo do vizinho. O senhor citou uma questão de violência doméstica, mas pode ter outro tipo de violência em que às vezes o agressor tenha poder, né? Então, é natural que haja o temor, mas hoje nós temos sistemas seguros de denúncia, nós temos inclusive o anonimato, as pessoas podem denunciar com a preservação de sua identidade e quando a pessoa denuncia, ela mostra a sua dúvida, ela fala acredito que esteja ocorrendo, cabe ao agente do Estado pesar se aquelas informações são fortes ou não a ponto de fiscalizar. Então o cidadão não precisa ter medo em denunciar, o que ele não pode é denunciar sabendo que não é crime, porque daí sim isso vai ter consequências penais para ele. Mas se há uma dúvida razoável, se há um comportamento suspeito, a pessoa tem o dever de denunciar e tendo a seu favor a preservação da sua identidade. E essa questão de que não se mete a colher é justamente o pensamento de que havia uma autoridade dentro do ambiente que por si só a sua palavra seria soberana. E isso hoje já não existe mais. A pessoa não precisa ter medo de denunciar e denuncie porque, por favor, você está salvando vidas. E Catarina, para quem está nos assistindo, tem alguma dúvida em relação ao aliciamento, ao tráfico de trabalhadores, mesmo trabalho escravo? Qual que é o canal, onde que a pessoa pode fazer essa denúncia? Olha, há diversos meios de denúncia. No nosso caso, nós temos o site do Ministério Público do Trabalho, que é o www.prt15.mpt.mp.br. Lá tem um sistema muito fácil de denúncia, existem também unidades do Ministério Público espalhadas pelo interior do estado de São Paulo, é só entrar no nosso site, pode ser feito através de telefone. Claro que agora com a restrição da pandemia fica um pouco mais difícil a denúncia presencial, mas ainda é possível, sempre há um plantonista, alguém que receba uma denúncia urgente. Pode ser por carta, inclusive, e ou através de outros meios. Sindicatos nos trazem denúncia, a OAB é um importante parceiro nesse nosso trabalho. Então, assim, os meios são os mais diversos. O cidadão é só jogar no Google, acha outros meios também, o Disque 100, por exemplo, é um meio muito rápido de denúncia. Então, meios aqui não existem para a pessoa falar, que não deixam de existir para a pessoa falar que não pode denunciar, né? Exatamente, e você divulgue aí, viu? Disque sem mesmo o site, né? mpt.mp.br, digita no Google Se não tiver acesso à internet, pede para alguém, mas o telefone, eu acredito que hoje todo mundo tem fácil acesso e o Disque 100, então, é um canal também que você pode fazer esta denúncia e depois, como a Catarina disse, vai averiguar se existe alguma irregularidade ou não. Catarina, as pessoas aqui no nosso país reclamam bastante da impunidade, né? Alguém que submete uma outra pessoa a trabalhar forçadamente por horas para receber pouquíssimo. Hoje, sofre punições, vai para a cadeia. Como é que o judiciário atua nesta questão? Há diversas formas de atuação. Do ponto de vista criminal, o crime está no artigo 149 do Código Penal e prevê de dois a quatro anos a pena. Isso vai depender do juiz, vai depender do caso concreto, o quanto ele vai fixar a pena mínima, e infelizmente ela é muito baixa, o que faz com que as pessoas se sintam proibidas a respeito da prática. Acontece que existem outras sanções também, e essas, infelizmente, às vezes, se não é na liberdade, é no bolso, que as pessoas acabam prestando mais atenção. A fiscalização do trabalho impõe multas, de acordo com o ambiente vai ter multa para o trabalho escravo, para o meio ambiente, por exemplo, não fornecimento de água, alojamento, instalação sanitária, instalação elétrica, que é um perigo, naquelas oficinas de costura, o risco de incêndio é muito grande, então as fiscalizações do trabalho costumam ser altas. Agora, do ponto de vista nosso, da nossa situação no centro do trabalho, se o empregador não concordar em arrumar a situação, em indenizar a vítima, em indenizar a sociedade, quando eu digo indenizar a sociedade, é pagar um dano moral coletivo, ele é previsto justamente porque não se afere o quanto aquela pessoa prejudicou toda uma sociedade, esse empregador pode sofrer uma ação civil pública em que as multas costumam ser altas, os juízes, principalmente a décima dúvida, São muito sensíveis à temática e acabam impondo multas altas. Então, essas sentenças têm provado que não vale a pena. Embora a pessoa jogue com a possibilidade de não ser fiscalizada e explorar e exercer concorrência desleal, uma coisa que eu esqueci de falar, quem pratica trabalho escravo concorre de forma desleal com aquele que observa todas as leis, aquele que anda direitinho, aquele que paga seus impostos e respeita o direito do cidadão. Então, essa pessoa, quando ela é pega, ela sofre sanções muito grandes. Você acredita que precisa ter uma mudança na nossa legislação para tentar coibir esses casos? Ou você acha que está de acordo? A legislação, o sistema que tem já é bom. O que precisa é dar efetividade, é mais fiscalização, é mais instrumento de fiscalização. por exemplo, os auditores de casa de trabalho do antigo no centro de trabalho, às vezes não tem carro para ir em determinado lugar, não tem os meios de aparato tecnológico que às vezes grandes empregadores têm não conta com hoje com certos instrumentos que o dinheiro consegue comprar então se a gente tivesse uma fiscalização um aparato maior com sistema de inteligência mais adequado porque veja bem essa ação que nós tivemos em janeiro entre os diversos órgãos mostrou que quando os órgãos se comunicam e trabalham juntos há efetividade só que isso é pouco porque se você for conversar com a cúpula desses órgãos esses órgãos estão extremamente sucateados a polícia federal, por exemplo que é um dos grandes parceiros nossos ela não possui, às vezes, instrumentos mínimos de trabalho então como é que você pode dizer que uma polícia federal que é o que defende o país e que nos piores crimes que tem no âmbito federal não tem um aparato adequado Então, eu acho que não precisa mudar a lei, não. Eu acho que tem que amparar quem trabalha na ponta. Justamente aquele que mais tem contato com a sociedade, que mais vê o quanto a situação do país está difícil e com a pandemia piorou muito. Sobre esse assunto, então. Número de profissionais atuando para salvar mesmo essas pessoas que estão em condições subhumanas é insuficiente e a condição ideal para exercer a função está adequada? Falta muita coisa ainda para chegar no ideal? Que avaliação que você faz? É investir no capital humano dos fiscais, dos auditores, dos policiais e ampará-los de todo o aparato tecnológico que existe, né? Os policiais, os auditores eles não têm, às vezes, condições mínimas de, às vezes, de segurança porque, às vezes, a fiscalização é feita no meio do mato Eles correm risco de serem assassinados, já houve casos Então, assim, tinha que ter um sistema de maior proteção aos seus agentes Para que possam exercer os papéis, devolver para a sociedade aquilo que a sociedade investe No servidor público, mas de maneira digna E que não fique à mercê de uma emboscada ou de um ataque Que isso pode acontecer a qualquer momento E você acredita em uma mudança em curto espaço de tempo ou isso é algo apenas a longo prazo? Como a resposta do Estado é lenta, como depende de orçamento, tudo no Estado e não é à toa que tem que ser, porque tem que seguir toda a legalidade, eu não vejo mudança em curto prazo impossível. Talvez a média se for um pouco mais otimista, mas isso precisa mudar a mentalidade. o que nós temos visto nas últimas décadas isso não é um privilégio de um governo ou de outro não, se você for ver nas últimas décadas a auditoria fiscal do trabalho o quadro não é recomposto se você conversa com a auditoria fiscal do trabalho você vê um quadro que eles tinham na década de 80, 90 hoje, é irrisório então assim tem que mudar uma política de Estado justamente porque se não existisse depois nós vamos pagar o preço sem fiscalização adequada inclusive você deixa de arrecadar uma fiscalização ineficiente Uma fiscalização que não retorna para os cofres do Estado, aquilo que o Estado está sendo esfoliado por essas pessoas que andam à margem da lei. Desde 2016 até o final de 2020, a instituição emitiu 5.614 despachos referentes ao trabalho escravo e ao aliciamento tráfico de trabalhadores. Além de ter expedido 4.371 documentos, entre notificações, ofícios e requisições a respeito destas irregularidades. O que estes milhares de números nos mostram, Catarina? Mostra-se que do ponto de vista do Ministério Público, que são os dados do Ministério Público, nós estamos fazendo a nossa parte. Só que o combate, principalmente, é o tráfico de pessoas. Nós estamos falando muito de trabalho escravo, mas tem o tráfico de pessoas. O tráfico de pessoas é só eficiente se você trabalhar em rede, se você trabalhar inclusive com a sociedade civil. Então, nós estamos fazendo a nossa parte, mas nós precisamos ainda, por exemplo, o município de Campinas, os agentes de fiscalização no município de Campinas, de assistência social, eles têm que estar atentos, porque são eles que nos trazem a situação. Antes que o Chico falasse, olha, chegou uma comunidade assim, está vindo um carregamento de uma determinada coisa. Então, a gente precisa que os servidores municipais, as ONGs, as igrejas, nós precisamos de todo um sistema que funcione, porque sem trabalho em rede não tem como se combater o tráfico de pessoas. Então, estamos trabalhando, trabalhando bem, mas ainda é pouco. Sobre esse trabalho em rede que você citou, O Ministério Público do Trabalho realiza ações em parceria com outros órgãos. Como é que funciona essa comunicação? Quando há uma denúncia de trabalho escravo, quando há uma inspeção, nunca vai um órgão sozinho. Justamente porque, principalmente como nós precisamos da assistência social, dessa rede de acolhimento. Porque o resgatar não é um final de filme, final feliz. Não, o resgate ele começa, justamente os problemas começam a partir daí. o que fazer com essa pessoa como devolvê-la à origem muitas querem voltar para casa, muitas são de outros países algumas não tem documento, então precisa tirar documento tem pessoas que sequer sabem a data de nascimento então quem faz esse papel são os CRAS, os CREAS nós temos os núcleos de enfrentamento ao tráfico de pessoas, eles que fazem às vezes contato com outra região para ver a certidão de nascimento daquela pessoa, isso envolve às vezes igrejas muita gente foi registrada por igrejas Então, assim, é um trabalho que não aparece. Quem faz é justamente o conselho tutelar, porque muitas vezes tem crianças, às vezes as crianças não estão com os pais, ou estão com uma pessoa que é um parente próximo, mas está com maus tratos. Então, assim, é uma situação tão delicada que você não pode pensar nesse tipo de atendimento de ser humano se você não tiver esse posse. Então, nós temos um contato justamente com a sociedade civil. E, cumprimentando a sua pergunta, nós estamos pretendendo agora, no final de fevereiro, em parceria com a Secretaria de Justiça do Estado de São Paulo, implementar um comitê de enfrentamento ao tráfico de pessoas em Campinas. Justamente porque nós vamos descentralizar de São Paulo, da capital, e trazer a Campinas, que é um dos primeiros. Já existia antigamente, só que eles foram desativados e agora o Secretário de Estado vai reemplantar e Campinas será o primeiro local. No que isso consiste? Chamar toda a sociedade, ainda depende de qualquer ideologia, porque nada disso é colocado em discussão, porque nós queremos discutir Campinas, como está a situação de Campinas, determinado bairro tem mais vulnerabilidade, se nós estamos recebendo fluxo de imigrantes, quem são esses imigrantes, como eles estão vindo, e para isso a sociedade tem que dialogar. Então, chamar Rotary, OAB, ONGs, igreja, tudo para a gente conversar. É claro que a pandemia, nós estamos pretendendo fazer presencial, mas acho que vai ser muito difícil. Dificulta. Mas nós temos os nossos instrumentos de tecnologia para conversar, justamente para que Campinas comece a se emancipar também, para a gente conseguir fazer com que nós consigamos mapear os nossos problemas e daí sair uma solução. O que é melhor para Campinas e região, independentemente de qualquer outro viés ideológico ou discursivo. E eu torço então para que Campinas saia dessa rota aqui do tráfico de escravos, de aliciamento, que isso é algo muito triste que acontece no século XXI, claro, em todo o estado de São Paulo, em todo o país. Catarina Von Zubem, procuradora do trabalho e coordenadora de combate ao trabalho escravo no interior de São Paulo, muito obrigado pela sua participação aqui no Câmara Total. com informações importantes a quem está nos assistindo. Os telespectadores têm a sua responsabilidade também, vivemos em sociedade e precisamos agir sempre que assistirmos alguma cena que a gente saiba que não está correto. Muito obrigado, Catarina, até uma próxima oportunidade. Eu que agradeço. Tá certo, então, a participação da Catarina aqui no Câmara Total ao vivo nesta terça-feira, falando então sobre este trabalho do Ministério Público em relação ao trabalho escravo e aliciamento, que infelizmente acontece ainda no século XXI, não é distante e infelizmente está muito perto de todos nós. Olha só, em tempos de pandemia, muitas famílias tiveram a renda reduzida. E o que fazer para adequar o orçamento ao momento em que vivemos? É o que nós vamos saber agora no quadro Na Ponta do Lápis. Olá, seja muito bem-vindo a mais um quadro Na Ponta do Lápis. Sempre uma satisfação ter você aqui conosco na tela da TV Câmara Campinas. A gente sempre traz dicas a respeito da vida financeira, para você ter uma vida mais confortável. E nesse período de pandemia, uma situação que atrapalhou muitas famílias, a renda familiar diminuiu bastante em muitos casos. Segundo uma pesquisa do Datafolha, que foi realizada em agosto do ano de 2020, 46% dos brasileiros entrevistados pelo Instituto de Pesquisa relataram que houve uma diminuição da renda familiar causada por causa da pandemia do novo coronavírus. e com uma renda familiar menor, fica mais difícil para você manter o orçamento dentro dos conformes. Para a gente conversar a respeito desse assunto, está aqui ao meu lado o educador financeiro, o Luiz Vidal, que vai poder explicar um pouco a respeito disso. O orçamento das famílias diminuiu, mas os gastos nem sempre. Como é que a gente faz para manter esse orçamento dentro de um padrão razoável nessa pandemia? Olá Rubens, muito obrigado mais uma vez pela possibilidade de participar com vocês desse programa tão importante para a nossa comunidade. Vivemos aí um 2020, ainda continuamos com esse desafio da pandemia, né Rubens? De fato, a grande massa da população foi afetada negativamente pelos efeitos da queda da atividade econômica no país Em função da pandemia, do distanciamento social, etc Claro que teve alguns setores que se beneficiaram, acabaram sendo positivamente impactados por conta de algumas atividades que acabaram crescendo, aumentando a sua atividade em função dos novos modos de vida, modos operandi que as pessoas acabaram tendo. Mas a grande massa sim, a grande massa perdeu renda e isso faz com que a gente levante aquela bandeira que sempre foi a recomendação de qualquer educador financeiro, de qualquer pessoa previdente, que é a necessidade de se ter uma reserva emergencial. A reserva emergencial deve ser uma prioridade e continuar sendo uma prioridade na vida das nossas famílias, de cada um de nós. E é importante envolver toda a família nessa discussão, envolver a todos, que todos têm uma responsabilidade em relação aos gastos que tem nas residências, nas famílias. Então, a pandemia, ela trouxe essa confirmação de quão importante é ter essa reserva emergencial, que a meu ver, Rumes, ela deve ser no mínimo de 2 a 3, 2 a 3 vezes o valor dos meus gastos mensais. Então eu tenho que ter reserva suficiente para num momento emergencial eu ter aí condições de sobreviver aí pelo menos uns dois ou três meses até eu conseguir achar uma solução para o problema. Mas como que a gente consegue fazer essa readequação, já que o orçamento está menor, eu vou dizer esse termo, né, readequação, para ter essa reserva? É logo no começo, assim, que você recebe o salário? Como que funciona? Bom, então, exatamente, Rubens, eu acho que em função dessa queda de renda, e para quem não tinha essa reserva emergencial, então são dois grandes problemas a serem resolvidos, eu acho que o ataque aí, ele tem uma frente muito importante, que é eu contabilizar, eu identificar onde é que eu estou gastando o meu dinheiro. Então por categorias Então na farmácia, no supermercado, na feira, no açougue No plano de saúde, no seguro do carro, no combustível Eu passar a controlar, a anotar 100% dos meus gastos Inclusive aqueles gastos que vem lá através de débito em conta corrente Débito no cartão de crédito, enfim Eu tenho que saber onde é que eu estou gastando e quanto eu estou gastando Isso é super importante E aí, numa situação mais crítica, como a queda de renda É essencial que eu faça os cortes, os ajustes necessários nesses gastos E de novo, eu só consigo melhorar aquilo que eu posso medir, aquilo que eu meço Então eu vou fazer um olhar crítico para esse levantamento de gastos que eu estou tendo E vou ver exatamente onde eu posso cortar, o que eu posso cortar ou reduzir Então isso é o caminho natural, o caminho que vai levar a pessoa a sair de uma situação mais crítica E a regra básica vale de evitar gastar mais do que se ganha Então, você tem que fazer essas contas para poder chegar em um superávit, usando o termo certo. Exatamente. E uma coisa muito crítica nessas situações, Rubens, em a pessoa tendo o cartão de crédito, é não conseguir honrar o pagamento de toda a fatura. Porque o parcelamento no cartão de crédito é a maior taxa de juros que nós temos no Brasil. Enfim, uma vez feito esse processo de mapeamento O que é importante? Prosseguir com o controle Fazer um processo de planejar antes de gastar Então a partir daí eu posso fazer em nível mensal, por exemplo Eu já vou fazer uma... No mês que está correndo Eu já vou fazer uma projeção, um plano para o próximo mês Vou fazer um orçamento para o próximo mês que vai virar uma meta para mim, rúbrica por rúbrica, por categoria de gasto que eu tenho. E também aí, à medida que eu tenho um plano, uma meta, e eu vou gastando, eu vou controlando esse gasto, eu consigo ver onde é que eu estou variando em relação à minha meta. E vou fazendo as análises críticas em cima dessas variações. E vou tentando, mês a mês, melhorar a minha assertividade em relação à minha meta. Muito raramente, Rubens, ou na grande maioria dos casos Quem cumpre com esse requisito, essa disciplina em termos de gastos Sempre fica numa situação melhor do que estava Não tem assim uma situação em que a pessoa piorou, não Isso só vai trazer benefícios para a pessoa Isso que é muito importante a pessoa ter, criar essa disciplina. E a partir daí, a gente esperando uma melhora na economia, uma retomada, em retomando, não abandonar essa prática. Porque para voltar em gastos supérfluos é muito fácil, é muito rápido. Então eu preciso continuar com essa disciplina para que eu crie esse excedente que eu falei anteriormente, para que eu possa ter uma reserva emergencial e mais ainda, além da reserva emergencial, eu poder ter fundos para realizar os meus sonhos. Quais seriam esses gastos desnecessários que muitas vezes a pessoa gasta sem nem perceber? Seria aquele cafezinho na padaria no fim da tarde ou um brinquedinho para o filho na hora da escola, né, para chegar em casa? Que tipo de gastos desnecessários que podem ser evitados numa pandemia? Eu vou até fazer uma brincadeirazinha antes, Rubens. Sabe qual é a maneira mais fácil de se gastar à toa 10 mil reais no ano? É gastar 37 reais por dia de forma desnecessária. Só 37 reais por dia representam 10 mil reais no ano. Rubens, está no detalhe mesmo, a gente tem que olhar primeiro, por isso que é fundamental eu anotar Onde eu estou gastando o dinheiro? Porque às vezes a gente se ilude de que os gastos são aqueles números grandes O condomínio, a prestação do financiamento, não, isso também é importante Mas a soma dos pequenos gastos, muitas vezes supera algumas dessas categorias mais conhecidas Que ficam mais na mente da gente Ou seja, quando se fala de reeducação financeira, você vai conseguir economizar com o dinheiro que você tem à sua mão É só simplesmente cuidar para não gastar à toa Quando eu estiver pelo impulso, esse impulso do consumo ele existe para todos nós Quando eu estiver em frente disso, numa situação dessa, desse impulso de consumo O que eu devo fazer antes de fechar um negócio? Perguntar, realmente eu preciso disso? Se a resposta for não, então abandone isso e vai tentar manter esse recurso com você para a reserva emergencial ou para os seus sonhos. Isso é muito importante. Quem sabe com essa economia rende justamente uma viagem, assim que for possível, um sonho, um produto especial para a casa. Muito legal esse papo, Luiz Vidal. Muito obrigado por essa oportunidade, mais uma vez, aqui na Ponta do Lápis. Eu que agradeço, Rubens, a vocês todos e parabéns pelo trabalho de vocês. Obrigado. Esse é o Luiz Vidal, nosso educador financeiro, ajudando a gente, mais uma vez, a fazer o quadro na Ponta do Lápis, que volta na próxima semana com mais dicas para você. Um abraço, até lá. Tchau. Muito obrigado, Rubens Morelli, e também ao Luiz, por todas as informações, as dicas para adequarmos o nosso orçamento em tempos de pandemia. Meio dia 42, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo aqui no Câmara Total E na volta tem as notícias do Legislativo aqui da Câmara de Campinas com a Mirna Abreu E nós vamos falar sobre saúde, então não saia daí Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira Muito obrigado pela sua companhia e audiência Meio dia 46 agora A Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios Já falou das notícias da metrópole de Campinas E agora com as notícias do Legislativo, antes da gente falar sobre a reunião extraordinária de amanhã, sobre alguns projetos, atualização da vereadora Guida Calisto, que está com Covid-19. Sim, atualização, boa tarde a você de casa. A vereadora Guida Calisto está internada no Hospital da PUC Campinas, está estável e ficará ainda no hospital nesta terça-feira. Então, não há previsão alta para a vereadora que foi internada no último domingo devido à Covid-19. Vamos falar um pouquinho agora sobre a ação parlamentar, Minabrião. A gente tem aí uma questão relacionada ao descarte de materiais. Já mostramos aqui no Notícias do Legislativo uma indicação justamente de um tirão de limpeza que aconteceu pela descarte de entulho e agora o vereador Igor Diego pede que os distritos do Campo Grande e Ouro Verde tenham mais ecopontos para atender a população das regiões. O vereador Igor Diego protocolou uma indicação que pede a prefeitura a instalação de novos ecopontos nos distritos do Campo Grande e Ouro Verde. O parlamentar explicou o porquê da solicitação. Olha, eu solicitei baseando de um estudo do próprio site da prefeitura que chama mapasdeserviço.campinas. Lá mostra a quantidade de ecopontos instalados no município de Campinas. No distrito Campo Grande e distrito Ouro Verde, que soma quase metade da cidade em relação à população, eu identifiquei que existe apenas um ecoponto como esse no distrito Campo Grande e um ecoponto no distrito do Ouro Verde. Realmente não é suficiente. Nós estamos falando de mais de 90 bairros, mais de 190 mil moradores no Campo Grande. Para um espaço como esse, a gente consegue ver na prática que nós enchemos um container, Aqui o material está aguardando a chegada de mais um e já vai encher com a quantidade. A área reservada para descarte de televisão também, você vê que já está super cheia de sofá e pneu. Ou seja, esse ecoponto já não é suficiente. Campinas hoje conta com 16 ecopontos. Se somadas as populações do Campo Grande e do Ouro Verde, esses dois distritos juntos chegam a mais de 660 mil habitantes. O que representa metade da população da cidade. Imagina os bairros mais distantes, né? Então se faz necessário, devido ao que nós estamos vendo aqui, devido ao que os moradores têm nos solicitado através das nossas redes sociais. O parlamentar aguarda o retorno da prefeitura. A conscientização é de extrema importância, tanto quanto a criação de mais espaços. Não adianta ter espaço se não tiver a conscientização. Então uma coisa caminha junto com a outra. O poder público entra com uma parte, a sociedade organizada entra com a outra. Então existe a importância e a necessidade dos nossos líderes comunitários, líderes religiosos, é bater em cima dessa tecla da importância do descarte do material, cada um para os seus devidos fins. Transcrição e Legendas Pedro Ribeiro Carvalho Música Uma área de vegetação próxima ao cruzamento das avenidas Brunoro de Gasperi e Maria Emília de Ângeles no Parque Prado em Campinas tem sido alvo de especulações imobiliárias nos últimos meses. Mas, segundo essa representante da Associação dos Moradores do Bairro, um novo empreendimento no local pode causar impactos ambientais à área de preservação permanente vizinha ao terreno. Aqui é um local histórico. Nós tínhamos aqui, no passado, a chamada Bica de Ouro, onde as pessoas do bairro, da resundesa, vinham buscar água. A quantidade de água hoje, nesse mesmo local, já é bastante reduzida em relação ao que era. Então, o que nós queremos é a proteção desse espaço e que os empreendimentos que vierem aqui tenham o cuidado de não impactar ainda mais esse espaço. Segundo a moradora, a área, que ainda possui a nascente e o curso de água, chegou a ser tombada como patrimônio do município, mas depois teve a documentação retirada. Nós temos aqui uma situação de dois terrenos com áreas de proteção permanente vizinhas que foram destombados. Inicialmente eles foram tombados, acho que em 2018, em 2019 eles foram destombados pelo Condepat. Procurado pelos moradores da região, o vereador Paulo Búfalo protocolou uma indicação para a melhoria do curso da água da nascente e três requerimentos na Câmara Municipal, nos quais questiona a Prefeitura sobre os planos de empreendimentos imobiliários naquela região. Para tentar resgatar por que essas áreas foram tombadas e destombadas, se essas áreas em outros empreendimentos imobiliários já foram oferecidas como contrapartida, seja com caráter ambiental ou institucional, se elas já receberam contrapartidas de plantio, de mudas, enfim, retiradas de outros locais, porque se isso aconteceu, não tem sentido o poder público abrir mão das áreas, fazendo um processo de destombamento e permitir a comercialização das áreas. O executivo tem o prazo regimental de 15 dias, que pode ser prorrogado por mais 15, para responder aos requerimentos. É com base nessas respostas que o vereador Paulo Búfalo vai decidir que ações tomar daqui para frente. Dependendo da situação, é possível nós apresentarmos legislações regulamentando situações como essa, Porque, por exemplo, se há uma contrapartida Se as áreas foram oferecidas como contrapartida ao poder público E agora foram destombadas para virar um empreendimento É necessário ter um dispositivo que vede essa possibilidade Porque senão não tem sentido as contrapartidas As preservações, sejam históricas ou ambientais E o vereador Paulo Gaspar pede a abertura de uma comissão especial de estudos para desburocratizar os serviços da Prefeitura de Campinas. O vereador Paulo Gaspar do Novo protocolou um requerimento para constituir uma comissão especial de estudos sobre desburocratização da administração municipal A medida visa fazer um levantamento junto aos diferentes segmentos econômicos e profissionais bem como ouvir representantes do poder público e especialistas sobre o tema O parlamentar justifica o seu pedido A desburocratização é uma das principais bandeiras que eu defendo e ela vem de encontro ao combate à corrupção, porque nós sabemos que ela cria dificuldades para vender a facilidade e para a gente evitar o balcão de negócio na administração pública e facilitar a vida do cidadão. O documento já tem 11 assinaturas necessárias para ser lido na primeira reunião plenária do ano. Já conseguimos as 11 assinaturas, eu quero agradecer a todos os vereadores que colaboraram, que logo depois da reunião das comissões a gente já conversou ali e já todos aceitaram de bom grado. Além de Gaspar, subscrevem o texto os vereadores Marroncunha, Nelson Osseri, Major Jaime, Guida Calisto, Paola Miguel, Carmo Luiz, Luiz Rocine, Eduardo Magoga, Zé Carlos e Jair da Farmácia. De acordo com o autor da iniciativa, a ideia é sugerir o que pode ser otimizado sem burocratização e entraves. A ideia é nós escutarmos as entidades, as associações, os sindicatos, os servidores municipais, para que a gente possa estudar todos os gargalos e ver onde nós podemos melhorar. Então, a contribuição de todos no sentido de a gente melhorar todo o sistema. A ideia é que seja o mais rápido possível, a duração dela é de seis meses, para que a gente possa apresentar resultados efetivos para a população. E amanhã, em abril, teremos a primeira reunião extraordinária, começando às nove horas da manhã? Isso mesmo, teremos a reunião extraordinária e, de acordo com a lei orgânica do município, esta primeira reunião extraordinária, que diz respeito ao início da nova gestão, o prefeito Dário Saad vem à Câmara para fazer um pronunciamento. Olha, ele vai justamente presencialmente, de acordo com a presidência da Câmara, respeitando todas as medidas de segurança sanitária, ele vai participar desta primeira reunião falando da situação do município, o mapeamento, a gente tem aí as questões da Covid. lembrando que os demais vereadores, eles estarão conectados pelo Zoom porque em decorrência da Covid a Câmara mantém as reuniões extraordinárias e outras reuniões da Casa pelo sistema de deliberação remota ou seja, os vereadores conectados através de plataformas para participação nessas reuniões e isso vai acontecer amanhã a partir das 9 horas Após o pronunciamento do prefeito, que virá presencialmente à Câmara de Campinas, é que nós teremos então a primeira reunião extraordinária do ano com 27 itens na pauta. Nós temos projetos de decreto legislativo, projetos de lei, temos também moções que foram apresentadas e ainda nós temos requerimentos também que deverão ser analisados pelo plenário nesta quarta-feira. A análise dessas matérias acontece logo depois da fala do prefeito, marcada para as nove e meia da manhã, então. Nove horas a gente tem abertura e no momento de comunicado de vereadores será, então, pronunciamento do prefeito Dário Saad e às nove e meia a discussão e votação dos projetos da primeira reunião extraordinária com a pauta do dia. Lembrando que todos os detalhes dessa pauta, com a interpretação do que é cada um desses projetos, está no site da Câmara de Campinas. Anote aí o endereço, www.campinas.sp.leg.br, leg de legislativo. Lembrando que a Câmara de Campinas faz parte da rede legislativa de informações e por isso que a gente tem aí esse ponto leg no final e a TV Câmara também faz parte dessa rede, olha. Nós temos aí, inclusive, o destaque para o projeto é um substitutivo total de autoria do vereador professor Alberto, que trata justamente de uma alteração na lei de alimentação escolar. É uma lei de 2012 e agora a ideia, inclusive é um projeto que foi reapresentado, é um substitutivo total, é que também seja permitido aos professores e demais servidores que estejam trabalhando na unidade escolar que também possam se alimentar. Porque você sabia que hoje, por exemplo, o professor e outros funcionários não podem, por exemplo, comer a merenda da escola? A merenda é só para os alunos? Então, de acordo com a proposta do vereador professor Alberto, a ideia é que os formadores ali, os educadores e outros funcionários também possam receber a merenda escolar. E aquilo que eu falei, olha, passando um pouquinho, vamos pegar o item 1 da pauta, que é o projeto de decreto legislativo de autoria do vereador Jorge Schneider. Ele concede o título de cidadão campineiro ao padre João Aparecido Passadore. Lembrando que aqui está escrito quórum, dois terços, então isso aí é de acordo com o regimento interno da Câmara, para que esse projeto seja aprovado, nós temos que ter a presença de dois terços dos vereadores plugados, né? Porque não vai ser presencial e também a comissão especial de honraria, ela vai exarar o parecer, que é isso? Ela vai dizer na hora se ela é favorável ou não que essa honraria seja concedida. E após o parecer, e que nós teremos aí a votação do projeto, e aí conta uma pequena história de quem é o homenageado, por isso que ele será homenageado aqui em Campinas, a proposta é essa. No caso do padre João Aparecido, ele é nascido em Serra Negra e conta toda a sua trajetória na igreja. O resumo da vida do padre, então, que justifique a entrega, então, deste título de cidadão campineiro e por isso que ele entra em votação. E aí, pelo site campinas.sp.leg.br, você pode acompanhar todos os itens, discussão, votação. Só que é importante também, né, Emina, a gente tem alguns projetos em primeira discussão e alguns já em segunda discussão e votação. É, o item 2, por exemplo, que é essa proposta do vereador Rodrigo da Farmadique, que trata aí do parcelamento, ocupação e uso do solo, ela foi aprovada em primeira discussão em 2020. Então, quer dizer, ela teve já o parecer da Comissão de Constituição e Legalidade, favorável ao projeto e à emenda, por isso que ela foi votada, e agora nós temos, olha, convocar a Comissão de Política Urbana, Comissão de Meio Ambiente, Comissão de Mobilidade Urbana e Planejamento Viário e a Comissão de Finanças e Orçamento para exararem pareceres ao projeto e à emenda. Ou seja, amanhã, antes dela ser votada, as comissões deverão dizer se são favoráveis ou não, tanto ao projeto quanto à emenda de folha 25. E aí, se for aprovado, nós teremos, então, a segunda votação desse projeto, que ele altera o zoneamento lá de uma lei que estabelece aí a questão das construções e subdivisões de lotes, de acordo com a lei de planejamento aqui da nossa cidade. E para que isso passe a valer, nós precisamos que esse projeto seja aprovado em segunda discussão e depois, Gabriel, deve ser sancionado pelo prefeito. Exatamente. que é uma segunda fase, e aí, se for sancionado, vira lei na nossa cidade. Então, explicado aí como é que funcionam todos os trâmites aqui no Legislativo para poder ter a aprovação de um projeto. Em primeira discussão, você já entendeu da Constituição, da legalidade, e depois, em segunda, a análise pelos vereadores. E a partir das 9 horas da manhã, você acompanha aqui, ao vivo, na TV Câmara Campinas, a nossa transmissão da primeira reunião extraordinária nos canais 11.3, o canal 4 da NET, 9 da Vivo Fibra e ainda, se você quer nos acompanhar nas redes sociais, youtube.com.br tv Câmara Campinas e também teremos transmissão no Facebook, na fanpage da TV Câmara Campinas e ainda na fanpage da Câmara Municipal de Campinas. Certíssimo, fechamos as notícias do Legislativo e você tem um recado também, né? É, eu tenho uma atualização que enquanto a gente estava aqui no ar, entre as notícias da Metrópole e notícias do Legislativo, nós tivemos aqui uma nota da Prefeitura em relação à notícia sobre o caso do menino que foi resgatado do tambor. Olha, o prefeito Dário Saad decidiu abrir investigação para apurar eventuais falhas e omissões dos serviços públicos municipais e de entidade conveniada no caso do menino preso por sua família no Jardim Itatiaia. E também para propor melhorias e adequações no fluxo de atendimentos a situação como essa. A decisão foi tomada nesta manhã após a análise do relatório feito pelas secretarias de assistência social e de saúde e da entidade conveniada e principalmente pela gravidade dos fatos amplamente divulgados. A investigação será feita pela Secretaria de Justiça da Prefeitura com prazo de 60 dias para sua conclusão, podendo ser prorrogado por mais 30 dias e vai ocorrer em absoluto sigilo por o caso envolver um menor de idade. E nós vamos continuar acompanhando este caso aí que chocou todo o nosso país e toda a atualização aqui no Câmara Total. Mina Abreu, muito obrigado pelas notícias do Legislativo, lembrando então, amanhã não teremos o Câmara Total, nós teremos as reuniões extraordinárias, volta na quinta-feira então, contando como é que foi essa primeira reunião. Combinado, até quinta-feira. Até quinta-feira então, Mina Abreu com as notícias do Legislativo aqui no Câmara Total. Uma hora e cinco minutos, vamos falar de saúde agora, porque a vesícula biliar está localizada logo abaixo do nosso fígado. E a principal função é armazenar a bile, que é um líquido amarelo esverdeado, rico em colesterol, pigmentos e bicarbonato. E para saber como é que ela age, como é que surgem as pedras, você vai conferir, olha só, agora no Saúde é Vida. Olá, estou na área para a gente fazer aquele bate-papo gostoso sobre saúde. Tem cuidado da sua saúde? Olha, o assunto de hoje é a vesícula. Tem gente que tira a vesícula, mas por que, hein? E qual a importância desse órgão para a gente? Olha, a gente vai até a doutora Juliana, que arrumou um tempinho para a gente. Ela está no centro cirúrgico, né, doutora? acabou de passar por uma operação e arrumou um tempinho para falar com a gente. Doutora, seja bem-vinda aqui no nosso programa, viu? Obrigada, Andréia. Um prazer estar com vocês aqui na TV Câmara. Nós que agradecemos, né? Doutora, eu falei da vesícula, qual que é a importância desse órgão para a gente? A vesícula biliar é responsável por armazenar a bile, que é produzida pelo fígado, e ela auxilia na digestão, principalmente de alimentos gordurosos. Então, quando a gente ingere um alimento mais gorduroso, A gente estimula que a vesícula contraia, aumentando a quantidade de bile do trato digestivo, ajudando na digestão. Essa é a função dela, né? Não podemos dizer que ela é inútil, ela não é, né? Mas, realmente, ela cursa aí com algumas complicações da formação frequente de cálculos, que é quando ela se torna um problema. É isso que eu ia perguntar para a senhora. Algumas pessoas sofrem, né? Ou a senhora falou cálculo, ou com pedra na vesícula. Como que se dá essa formação disso, doutora, desses cálculos? As pedras se formam quando a vesícula fica disfuncional, por qualquer motivo. A principal composição da bile é colesterol e a principal formação de cálculos vem disso aí. Então, uma alteração na composição da bile favorece com que as pedras se formem, os cálculos. Isso pode ter relação com o componente genético, pode ter relação com o tipo de alimentação do paciente. Pacientes mais idosos têm a tendência a fazer mais cálculos que pacientes jovens Mas a gente vê, na verdade, essa incidência na população como um todo É muito frequente em todas as faixas etárias Pacientes que perdem peso muito rápido, uma grande perda de peso acelerada Então, por exemplo, pacientes de bariátrica Isso que eu ia falar, quem passa por cirurgia bariátrica corre o risco de ter pedra na vesícula É, acaba sendo bem frequente até a formação de cálculos após a bariátrica, justamente porque tem um emagrecimento muito abrupto, né? Uma velocidade muito rápida e isso favorece a formação de cálculos, né? Mas realmente acaba incidindo na boa parte de população mesmo a presença de cálculos, que é o que a gente chama de colelitíase, é o nome oficial. E a senhora falou que não tem uma população específica, Todos nós estamos suscetíveis a ter esses cálculos, mas existe uma faixa etária que isso começa a aparecer? Ela é mais comum em pacientes mais idosos, a partir dos 60 anos, mas a gente vê que pode incidir, na verdade, na grande maioria. É muito mais difícil de acontecer nas crianças, mas o adulto jovem até o idoso podem ter coleritíase e às vezes não tem nem sintomas, às vezes descobre incidentalmente num exame de rotina, outros não, outros tem o azar de ter cólicas muito frequentes, sofrer bastante antes de conseguir resolver o problema. Agora doutora, a senhora falou da alimentação também, quais alimentos que podem colaborar para o surgimento dos cálculos? Geralmente uma alimentação muito rica em alimentos gordurosos, É isso que vai acabar estimulando mais a vesícula a funcionar, vai aumentar também a quantidade de colesterol no organismo e pode favorecer a formação de cálculos. Então, é possível, doutora, se a gente adotar uma dieta saudável, é possível a gente prevenir o surgimento disso ou não? Sim, como eu disse, tem outros fatores que ajudam também. Então, às vezes o componente genético, às vezes o paciente vem contando que a família inteira já tirou a vesícula. e aí às vezes quando tem esse fator acaba sendo um pouquinho inevitável mas adotar dieta saudável alimentação mais saudável é sempre recomendado não só para isso, André para vários fatores aí na nossa saúde e aí acaba sendo uma forma de tentar prevenir mesmo por outro lado, aqueles pacientes que estão numa rotina de uma alimentação muito gordurosa muito desregulada aí eles sim estão sob o risco maior de terem esse cometimento, essa doença, essa patologia. Até, doutora, quem faz essas dietas malucas, sem recomendação médica, está arriscado também, né? Também, essas dietas de WhatsApp, hoje em dia, elas realmente estão sendo muito frequentes, as pacientes vêm contando para a gente que seguiram a dieta X ou Y, e não tem indicação. O ideal é seguir realmente com um médico, um nutricionista. Emagrecimento tem sempre que ser saudável e acompanhado. Essas dietas muito radicais e sem muito critério científico, ela traz prejuízos também para a saúde. Vai ficar magro e doente, aí não combina. Agora, doutora, a senhora falou que pode ser assintomático, ou seja, o paciente pode nem ter o sintoma e descobrir só através de um exame. Mas os que têm sintomas, é uma cólica muito forte, uma dor aguda. Isso seria uma inflamação? O que acontece nesse caso? A cólica de vesícula, normalmente é uma dor localizada mais no quadrante superior à direita do abdômen, que é a localização da vesícula, ela fica ali no fígado. A cólica biliar, normalmente ela vem quando a gente estimula a vesícula. Então ela está com cálculos, a gente come um alimento gorduroso, estimula que ela contraia, e aí vem a cólica pela presença das pedras ali dentro, né? Essa cólica, normalmente, ela é autolimitada, é uma dor que incomoda, mas não chega a ser algo tão intenso como você falou, né? E, normalmente, passa ou com analgésico simples ou com, realmente, espera um pouquinho que melhora, né? Quando a gente tem uma dor muito intensa, que não melhora com analgésico em casa, que já tem algumas horas de duração, né? E uma intensidade aí muito mais importante, como você disse, normalmente já é um sinal de complicação. E aí as complicações de vesícula pode ser a inflamação, que é a colecistite, que a gente fala, né? Pode ter, às vezes, dependendo do tamanho do cálculo, ele pode escapar da vesícula e obstruir o canal da vesícula, isso é uma outra complicação. E às vezes essa escape do cálculo pode gerar a pancreatite, que é a inflamação do pâncreas que fica ao lado, que é um quadro potencialmente gravíssimo. É isso que eu ia perguntar, você atinge também outros órgãos, né? Como o pâncreas, acaba atingindo, então? O pâncreas tem um canal em comum com a vesícula e com o fígado para a produção de secreção para o intestino. Então, realmente, quando existe a passagem de cálculos por ali, pode gerar a inflamação do pâncreas fazendo a pancreatite. E aí, realmente, nessas complicações é que a dor realmente é algo mais intenso, que o paciente realmente não consegue ficar em casa com ela e acaba indo ao hospital investigar o que está acontecendo. Doutora, em quais situações a vesícula tem que ser retirada? Sempre que tem a complicação, aí já passou um pouquinho do tempo já de retirar, né? Então, esses pacientes, por exemplo, assintomáticos, né? Que descobrem o cálculo sem querer no consultório, né? Fazendo um ultrassom de rotina, que é o exame mais indicado mesmo para investigar isso, né? O paciente assintomático com cálculos ou até quem tem algumas cólicas leves, todos esses pacientes já têm indicação de remover a vesícula, tá? A gente só não indica a cirurgia quando o risco cirúrgico do paciente excede o benefício da cirurgia, né? Então, por exemplo, o paciente não tem sintoma nenhum, mas é um paciente muito idoso, com muitos problemas de saúde, o risco cirúrgico por passar por uma anestesia, por um procedimento seria muito alto, aí acaba que a gente mantém a vesícula e vai acompanhando e há qualquer sinal de que ela começou a dar um problema, uma complicação, a balança do risco-benefício aí muda um pouquinho e aí ele ganha a necessidade da cirurgia. Mas aí pacientes jovens ou pacientes sem problemas de saúde, mesmo sem sintomas, eles devem ter a vesícula removida justamente para evitar essas complicações, porque elas são muito frequentes. E os pacientes assintomáticos, o que a literatura mostra para a gente, que em até 15 anos, provavelmente eles vão ter sintomas. Então, é melhor operar precocemente com uma saúde mais em dia do que esperar esse tempo aí e poder ter complicações no meio do caminho. Do que sofrer depois, né, doutora? Agora, doutora, a senhora falou que é importante essa relação da vesícula com a gordura. Sem a vesícula, quais são os processos? Por exemplo, corre o risco de ter acúmulo de gordura, por exemplo, no fígado? Não, não é algo muito frequente, viu, André? Na verdade, quando a gente remove a vesícula, por mais que ela tenha a sua função, ela acaba não fazendo muita falta para o organismo, porque ela não é responsável pela produção da bile, ela só armazena e ajuda a gente a ter uma disposição de bile maior na hora de digerir os alimentos. Então, quem produz a bile mesmo é o fígado. Então, quando a gente retira a vesícula, essa produção continua existindo, só não existe aquele aporte maior na hora da ingestão da gordura. Normalmente, após a cirurgia, existe um período de adaptação, que o próprio organismo vai adaptando, vai acostumando a digerir, inclusive alimentos gordurosos sem avesículo. Nas primeiras semanas, às vezes o paciente pode ter uma sensação de estômago mais pesado, uma digestão mais lenta, faz parte dessa adaptação. É isso que eu ia perguntar, quais são os sintomas que ele sente depois da retirada? É bem frequente, mas é algo passageiro. Na grandíssima maioria dos pacientes, isso se resolve em poucas semanas, e aí volta a digerir e se alimentar de forma normal. Outro fator que é um processo de adaptação também, às vezes, é um pouco de diarreia. Quando ingere comida muito gordurosa e o corpo ainda não acostumou com a falta da vesícula, pode dar um pouco de diarreia, pode sentir essa diferença aí no intestino. Mas também a maioria dos pacientes, passando esse período de adaptação, fica totalmente assintomático e até esquece aí que não tem mais a vesícula. Que não tem mais a vesícula, mas é bom a gente fazer até um lembrete, né, doutora? que não é para relaxar também na alimentação, tirou a vesícula e voltar a comer coisas gordurosas, né? Porque aí não adianta também. Ah, não. Aí você vai ter outros prejuízos. Não vai ter mais a vesícula para doer, né? Para dar a dor, mas outros problemas podem acontecer, como o acúmulo da gordura no fígado, né? A esteatose, que a gente chama. E aí colesterol, problemas cardiovasculares, tudo isso está relacionado com a alimentação. Agora, doutora, a gente vai dar um pouquinho de assunto, porque a senhora falou um pouquinho da pancreatite. só está relacionada com a vesícula, essa dor, esses sintomas, ou também com outras causas? A pancreatite é uma dor muito intensa, normalmente que pega todo o andar superior do abdômen, a gente descreve como em faixa, normalmente, e radia para as costas e normalmente está associada a muitos vômitos. Esse é o quadro típico. E ela pode acontecer, na verdade, em decorrência a outros motivos também. Mas a vesícula, a pedra que escapa da vesícula é a principal causa de pancreatite. Então é a pancreatite que a gente chama de origem biliar. Outros motivos podem ser o abuso de álcool. Então pacientes que têm alibação alcoólica podem ter uma pancreatite em decorrência disso. O uso de alguns medicamentos também podem causar pancreatite. E existe aí uma infinita nuances dentro de algumas outras patologias também que podem ocorrer. e às vezes a gente investiga bastante e acaba não achando uma causa para pancreatite. Mas sempre que tem um quadro de pancreatite, a primeira suspeita vai ser sempre pedras na vesícula. E aí, uma vez resolvido o quadro da pancreatite, que pode ser desde leve até quadros mais graves, uma vez que for resolvido, o ideal é que se retire a vesícula, sendo ela a causadora do problema, para não ocorrer isso novamente. Aí já traz esse alívio para o paciente, né, doutora? A recuperação, a senhora falou que é mais tranquila, nos primeiros momentos pode ter uma diarreia, algo assim, mas a cirurgia também, doutora, com o avanço da tecnologia, também está menos invasiva, é isso? Exatamente. Hoje em dia, as cirurgias de vesícula, na sua grandíssima maioria, são realizadas por videolaparoscopia. Então, é um método minimamente invasivo, que a gente usa pequenos cortes, que a gente entra com uma câmera pela parede do abdômen para poder visualizar a vesícula e fazer a remoção por um dos furinhos. O pessoal popularmente fala que é cirurgia laser, mas na verdade não é. Tem os cortinhos e é a laparoscopia que a gente chama. E aí com esse método a gente realmente acelera muito a recuperação. Antigamente a gente quando operava a vesícula tinha que fazer um corte muito maior, embaixo da costela, de 15 centímetros mais ou menos. e aí a recuperação disso demorava muito mais. Com a laparoscopia, questão aí de no máximo duas semanas, o paciente já esqueceu que operou. Às vezes tem até que reforçar que tem que manter alguns cuidados aí para não forçar os pontos, não ter uma hernia depois da cirurgia, porque eles até esquecem, porque a dor é minimizada pelo tamanho dos cortes. Isso também permite que a gente deixe o paciente menos tempo internado. Isso é importante ainda mais hoje em dia, né, doutora, que a gente está lidando aí com o surto do coronavírus, então quanto menos ficar internado, até melhor, né? Exatamente, então a gente consegue otimizar bastante, e a videolaparoscopia hoje em dia é usada em vários tipos de cirurgia, mas a vesícula é provavelmente a primeiro tipo de cirurgia que popularizou com essa técnica, realmente porque o benefício é muito grande, né? A nossa equipe realmente realiza muitos procedimentos por laparoscopia, e a gente vê muito benefício para os pacientes, Então, a vesícula, o apêndice, a gente faz tudo normalmente por laparoscopia, porque isso ajuda a recuperação. Doutora, nosso tempinho terminou. Eu queria agradecer a sua participação, de você ter arrumado um tempinho para falar com a gente, viu? Imagina, muito obrigada. Eu que agradeço. Desculpa o improviso, realmente foi no meio das cirurgias aqui, mas espero que tenha ajudado aí no assunto. Olha, eu vou fazer mais um convite, aproveitar a sua presença, volte sempre que quiser, tiver novidades aí, arruma o tempinho e volta aqui que o nosso programa é seu também. Combinado, a gente vai se vendo por aí. Muito obrigada e obrigada a você também que esteve comigo e com a doutora Juliana até agora. Até nosso próximo encontro. Fique bem, tira a gordura do cardápio. Até nosso próximo encontro. Tchau. Uma hora e 21 minutos, vamos fazer o seguinte, último intervalo aqui no Câmara Total, que é para dar tempo de você buscar aquele papel, aquela caneta ou o seu celular, para você poder anotar a receita. Hoje é uma viagem gastronômica, a gente vai sair do Brasil. Quer saber qual que é a receita? Depois do intervalo. Último bloco aqui do Câmara Total. Deu tempo de você pegar o seu papel, a sua caneta ou o seu celular para você anotar o passo a passo? Então, hora de uma viagem gastronômica rumo ao México. Você já preparou ou já se deliciou com um chili? Confira agora, Cozinha Fácil. Estamos de volta com mais uma edição do Cozinha Fácil E hoje eu vou ensinar uma receita super gostosa Na verdade, não sou eu que vou ensinar Quem vai ensinar para a gente é o Kaique, que já está aqui do meu lado, mais uma vez aqui no programa. Seja bem-vindo! Kaique, o que a gente vai ensinar para o pessoal de casa então? Hoje a gente vai ensinar um hot dog nada tradicional. Ele é um hot dog bem gourmet, um hot dog bem caprichado, com diversos ingredientes, muito bacana. Mas para quem gosta de um lanche com um pouquinho mais de picância, ele é um lanche mais picante. Vai com um pouquinho de pimenta e um molho de pimenta também, que dá uma picança muito boa. Esse lanche, ele vai com o pão, a salsicha, purê, alface, tomate, o nosso chili, que a gente vai ensinar vocês a fazer, e as tortilhas e um molho chipotle por cima, que é uma picança muito bacana. Seria um cachorro-quente com uma influência ali de mexicana? Sim, bastante, bastante. Por conta de alguns itens que nós estamos usando, né? A picância dele lembra muito a comida mexicana mesmo. Pra quem gosta de comida mexicana, é um dog excelente mesmo. Mas então, aí vamos chegar nesse ponto, né? Ele é bem picante mesmo? Aí depende do preparo da pessoa. Muitas pessoas preferem um lanche mais picante Quem gosta de chili mesmo, ou quem tem descendência mexicana Ou quem gosta da comida mexicana, normalmente vai optar por mais pimenta Mas aí vai do gosto da pessoa A pimenta sempre é a gosto, tudo é a gosto Pra pessoa se sentir bem à vontade de comer mesmo Como nós vamos ensinar como é que se faz o chili Eu vi ali, no momento do preparo, que você coloca a pimenta do reino A pimenta calabresa Então, nesse ponto aí que é a gosto, né? Sim, aí é a gosto da pessoa mesmo Se ela não gostar muito de pimenta, gostar só daquele frescor assim na pimenta Ela coloca bem pouquinho, aí vai do gosto mesmo Mas é na hora do preparo que a gente decide o sabor que vai ficar Praticamente, assim, é uma receita, né? É um lanche que nós temos tudo em casa, né? Ali a gente tem, pra fazer o purê a gente já tem a batata Normalmente são ingredientes que nós temos, né? O milho, a carne mesmo, ela é uma carne acessível, a gente utiliza o acém também para poder desfiar, ela é mais fácil de desfio, a gente vai mostrar para o pessoal como a gente desfia aqui, fica bem bacana e é uma carne acessível, acém é uma carne acessível para todo mundo que consegue fazer em casa, e a gente normalmente tem em casa também. E olha só, é uma receita cara? Não é caro, não é caro. Justamente pela carne que a gente utiliza também, o alface. A única coisa que dá um acrescento mais no preço é a tortilha, mas também nada mais. Aí vai do gosto também da pessoa. E com o chili, e assim, acrescentar também as tortilhas, né? Dá uma turbinada num lanche que a gente já tá acostumado a fazer, né? E a gente tá acostumado a comer aqui no Brasil, mas com esse toque especial vai deixar um cachorro quente totalmente diferente. E a tortilha dá uma crocância no lanche terminal de morder, que é excelente. Excelente, muito boa mesmo. Perfeito. E aí, olha só, o pessoal de casa, Kaique, já está acostumado, né? Eles que nos acompanham aqui no Cozinha Fácil, então já pegaram um caderninho para anotar tudo que vai na nossa receita. Então, olha aí. Anote aí os ingredientes. Pimenta calabresa. Pimenta do reino E sal, tudo a gosto Um tablete de caldo pronto sabor carne 200 ml de extrato de tomate E um quilo de miolo de acém E para o lanche você vai precisar de Um pão de hot dog Uma salsicha 100 gramas do chili que a gente preparou 20 gramas de alface 40 gramas de tomate 60 gramas de purê de batata 25 gramas de tortilha de milho 20 gramas de milho E molho chipotle Kaique, o pessoal de casa já anotou tudo que vai na nossa receita Eu quero começar então pelo chili A carne que a gente está usando é o acém Sim, é o acém Eu posso colocar outros tipos de carne? Pode sim, a gente recomendou o acém por ser uma carne acessível, uma carne fácil de desfio A gente só pede uma orientação para quem quiser fazer em casa Sempre quando for no açougue, pedir para o açougueiro dar uma boa limpada na carne, para poder, quando estiver no ponto de desfio, ficar mais fácil para desfiar. E fica muito gostosa. Assim é uma carne muito fácil de desfio. Muito boa. E aí a gente vai usar aproximadamente um quilo? É, depende da quantidade que a pessoa queira fazer. Como todos os temperos são a gosto, por ser pimenta, a gente sempre coloca a gosto, a pessoa, se ela quiser fazer com 500 gramas, um quilo, se a pessoa tiver só aquele pouquinho de carne em casa, ela queira fazer só para ela, não tem problema. Tudo vai ser a gosto ali, a pimenta, ela pode preparar a quantidade que ela quiser. Essa dica que o Kaique deu é muito importante da questão da carne, da limpeza da carne. Porque senão você tem dificuldades na hora de desfiar. Sim, por isso que é sempre bom pedir para o açougueiro do seu bairro, assim, dar uma cortada, uma limpada bem na carne, porque na hora dela estar bem cozida, quando você vai chacoalhar, como a gente mostrou, se não tiver bem limpinha a carne, as fibras da carne, as gorduras, elas vão segurar e não vão deixar. Olha que interessante, a gente vai fazer pra desfiar num processo bem rápido, né? Então, por isso que a gente traz aqui receitas fáceis. Cozinha fácil. Então, a gente vai fazer que nem faz com o frango, pra desfiar o frango, né? A gente vai colocar, cozinhar ali por 20, 30, 40 minutos. Aí, você vai pegar, tira a água e vai chacoalhar a panela de pressão. Isso, chacoalha a panela. No caso, se a carne não foi bem limpa, a pessoa vai chacoalhar, não vai ter total desfiada a carne. A pessoa pode desfiar no garfo mesmo, a gente vai ensinar direitinho como faz. Joga ela numa tapoer, desfia com o garfo mesmo ou com a própria mão mesmo e fica bem desfiadinha. Fica bem bacana. É uma receita aí que a gente vai levar quanto tempo até chegar no nosso lanche pronto? O mais demorado mesmo é a carne mesmo, é o cozimento da carne. Ela vai de 30 a 40 minutos, depende da carne que a pessoa escolheu. Mais ou menos 40 minutos, mais ou menos, a 45 minutos a pessoa já está comendo o lanche, porque é mais o preparo da carne que demora um pouco mais mesmo. Muito rápido, muito rápido. Olha só, gente, e como é tão rápido, vocês vão fazer o seguinte. Olha aí como é que se faz o nosso modo de preparo. O modo de preparo é muito fácil. Você vai limpar a carne e tirar o máximo de gordura. Isso você pode pedir lá no açougue. Cozinhe por cerca de 20 a 30 minutos em fogo médio, com sal a gosto, na panela de pressão. Depois de cozida a carne, retire a água. E para desfiar, chacoalhe a panela, ou se preferir, pode ser desfiada no garfo. Refogue a carne com os temperos. O extrato de tomate por 10 minutos Está pronto! Aí é só montar o seu lanche Música E agora que você conferiu o modo de preparo, Não mentimos, super fácil, não é? Kaique, ele tem uma dica para dar sobre a questão da carne, né? É bacana, como a carne tem um tempo mais demorado para poder chegar no ponto, para não demorar tanto, a pessoa pode fazer uma grande quantidade, um quilo mais ou menos, preparar o chili completo mesmo, deixar ele um pouquinho mais suculento, com molho, e fazer porçonagens e congelar. Quando você descongela essa porção, ou no micro-ondas, ou na panela mesmo, ela mantém o frescor como se tivesse feito na hora, fica bem bacana mesmo. Então a pessoa pode guardar e fazer no dia a dia, dura mais ou menos uns 15 dias mais ou menos congelada, e ela suporta tranquilo. Congelada, pronta. Sim, pronta. E fica com uma qualidade excelente, com qualidade de como se tivesse feito na hora mesmo. E aí você, depois na hora de descongelar, você pode descongelar no micro-ondas ou na panela? É melhor no micro-ondas, mas na panela também, se a pessoa tirar o saquinho e porcionar, ou a pessoa porcionar numa capoeira mesmo, tira na panela que vai ficar tudo aqui. Perfeito. E depois dessa dica, só me resta experimentar. E o Kaique já me orientou aqui e disse que toma cuidado com o Chile. Kaique, enquanto eu vou experimentando aqui E eu vou pedir para o nosso cinegrafista Fechar aqui no lanche Olha só É muito bem recheado, né? Sim, muito recheado mesmo Ele vai de diversos ingredientes Um combina com o outro, fica muito bacana Pessoal que Ah, estou com preguiça, não quero fazer Gente, mas faça, porque é muito simples Mas estou com preguiça, como é que faz? Ó, a gente na loja das Amoreiras a gente tem um aplicativo bem bacana, chama Gumer, o cliente pode fazer o pedido tanto em casa, quanto na própria loja mesmo aqui, para consumir na loja ou em casa, para retirada e nesse aplicativo ele é muito fácil de usar ele é bem fácil mesmo de usar e você consegue fazer o pedido para retirada pedido para entrega ou você está passando de carro pela rua próximo e já ir pedindo para poder para poder ir preparando A gente tem um QR Code nas mesas também, que é muito bacana. O cardápio digital, para os clientes que têm ainda um medo de contato físico com o cardápio. É bem bacana. Kaique já está aqui na loja há quanto tempo, Kaique? Há sete anos. Então, gente, olha. Esse lanche aqui, super bem servido. Feito pelo Kaique. Sete anos de experiência aqui na loja. Está até difícil para eu pegar aqui. Sim, ele é muito caprichado. Muito. Olha quanto recheio. Vou experimentar aqui. Uh! Até cruzei o nariz. O que achou? Bom? Muito bom. Molhinho, né? Se quiser acrescentar um ketchup, pode, mas o próprio molho do... É que ele é um hot dog mais gourmet mesmo, mas muitas pessoas acrescentam ketchup, a maionese do lanchão que é excelente, que combina, nossa, muito com esse lanche. A maionese é excelente mesmo e é bem bacana. Olha a sujeira que eu fiz aqui Vou te falar sobre a picância Não tá não, viu? Tá no ponto, tá muito bom Gente, olha a sujeira que eu fiz Comer hot dog sem se lambuzar Não tá comendo hot dog Bom, gente, eu vou ter que encerrar o programa Porque eu já me lambuzei todo aqui Já virou uma bagunça E olha, antes de encerrar Tenho que dar os parabéns Pro Kaique, que é aniversário dele e ganhou como presente de aniversário essa gravação aqui no Cozinha Fácil. Muito obrigado, viu? Eu que agradeço pela vida de vocês e agradeço pelo trabalho excelente e foi muito bacana receber vocês aqui. A gente que fica feliz pelo convite e se precisar aí a gente está à disposição se tiver outras receitas para ensinar para o pessoal de casa. Esperamos todos vocês, a equipe também e toda a pessoa que está assistindo em casa para poder vir conhecer nossa loja e conhecer o lanche aqui. Nossa, é muito bacana mesmo. Tem diversos tipos, cardápio bem extenso de lanche mesmo, para todos os gostos. Só reforçando, antes de encerrar o programa, que claro, a gente usou máscara o tempo todo, seguimos os protocolos de segurança, de higienização, distanciamento, e só neste momento aqui que eu fui obrigado a tirar a máscara, para fazer esse trabalho difícil. Gente, ficamos por aqui. No próximo Cozinha Fácil tem outra receita deliciosa. Até mais. Tchau, tchau. Muito bem recheado Deixou todo mundo com água na boca Aqui no estúdio Adoro essas viagens gastronômicas. Chile, uma receita tipicamente mexicana aqui no nosso Câmara Total. Muito obrigado, Michel Amorim. Na segunda-feira ele retorna com mais uma receita. O Câmara Total fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Lembrando que amanhã, quarta-feira, reunião extraordinária a partir das 9 horas da manhã com transmissão da TV Câmara Campinas. E o Câmara Total agora às quintas-feiras, às 11 horas da manhã. Então anote aí na sua agenda. Toda quarta-feira, reunião extraordinária, às 9 horas da manhã. E o Câmara Total às quintas-feiras, às 11 horas da manhã. Tá certo? Um grande abraço. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto