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CÂMARA TOTAL

10 views Publicado 20/01/2021 HD · 2:22:49

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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, terça-feira, dia 19 de janeiro de 2021. Começa agora o Câmara Total ao vivo, 11 horas e 5 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e você já sabe, participe aqui do programa através do número do nosso WhatsApp que já está aqui embaixo da sua tela. 19 ao DDD 978293776. Eu vou repetir, 19 ao DDD 978293776. Ou você tem a opção de enviar uma mensagem para a gente através do QR Code que está aqui na sua tela. Você pega o seu celular, abre a câmera e aí você mira para este QR Code aqui e clica no WhatsApp da TV Câmara Campinas e já entra que a gente conversa ao vivo nesta terça-feira. Programa recheado, muitas informações importantes. A primeira delas, a nossa equipe já está ao vivo na Unicamp e já já traz todas as informações, já que a vacinação contra a Covid-19 já começou aqui no nosso município, já começou na cidade de Campinas, já já vai ser a nossa vez. Tem ainda as notícias da metrópole de Campinas e do Legislativo com a Mirna Abreu ao vivo. Tem ainda o quadro Na Ponta do Lápis, hoje vai falar sobre finanças, só que para as crianças. O universo épico e o esquadrão na moral. São muitos assuntos e, claro, que a gente vai começar falando. Ontem, a vacina contra a Covid-19 começou a ser aplicada aqui na cidade de Campinas para os profissionais da saúde que trabalham no HC da Unicamp. E, claro, que neste momento histórico, a TV Câmara Campinas estava lá. A técnica de enfermagem, a Liane Tinoco, foi a primeira a receber a Coronavac. Segunda-feira, 18 de janeiro, vai ficar marcada na história de Campinas como o dia do início da vacinação contra a Covid-19 aqui na cidade A técnica em enfermagem Liane Santana Tinoco, de 49 anos, foi a primeira moradora do interior do Brasil a receber a vacina contra a Covid-19 Funcionária do Hospital de Clínicas da Unicamp desde 2010 A Baiana de Itaberaba está na linha de frente do combate à pandemia no HC da Unicamp desde o início E ela se diz otimista com a Coronavac Muito grata por estar aqui e me sinto honrada pelo convite de receber a primeira dose da vacina Primeira pessoa no exterior de São Paulo a ser vacinada É muita honra, agradeço o Joaquim e a Elenita pelo convite de eu estar aqui E o que nós esperamos é que a vacina vai dar certo e todos devem confiar que vai dar certo. Além da Liane, outros funcionários receberam as doses da vacina na Unicamp. A cada aplicação, muita alegria de toda a equipe, afinal, esse era um momento esperado por muita gente. A ansiedade, aliás, aumentou desde as primeiras horas dessa segunda-feira. A vacina, desenvolvida em parceria entre o Instituto Butantan e o Laboratório Chinês Sinovac, teve o uso emergencial aprovado pela Anvisa no domingo e o governo paulista iniciou a distribuição do imunizante para o interior ontem mesmo. O carregamento com 4 mil doses da Coronavac destinado ao Hospital de Clínicas da Unicamp chegou por volta da uma da tarde sob aplausos. Além do HC da Unicamp em Campinas, os hospitais de clínicas de Botucatu, Marília e Ribeirão Preto e também o hospital de base de São José do Rio Preto receberam as doses nesta segunda-feira. E o governador João Doria ressaltou a importância de Campinas para o início da vacinação no interior. Campinas abriga brasileiros de todas as partes, além dos campineiros e paulistas de todas as partes. É uma cidade muito convidativa e muito carinhosa no trato com os seus convidados e com aqueles que decidem e fazem a opção de morar aqui. A cerimônia que marcou o início da imunização no interior contou com a presença de diversas autoridades, entre elas o prefeito de Campinas, Dário Saad, e também deputados estaduais. Para o governador João Dória, o início da vacinação é uma vitória para o Brasil. O Butantan, desde abril deste ano, Liane, trabalha com o laboratório Sinovac para termos uma vacina aqui no Brasil. E nós conseguimos. E ontem, de forma acertada, a Anvisa fez a aprovação das vacinas, da vacina do Butantan e da vacina da Fiocruz. Ambas as vacinas aprovadas E a vacina que está em solo brasileiro E que começou a vacinar os brasileiros de São Paulo É a vacina do Butantan Desenvolvida aqui no solo de São Paulo, no Brasil E agora já há mais de 4.650.000 doses da vacina Espalhadas pelo Brasil Para salvar brasileiros Começando por aqueles que, como você, ajudam a salvar outros brasileiros Ao final da cerimônia, Dória se dirigiu aos funcionários do HC da Unicamp que acompanhavam o momento histórico das galerias e valorizou o esforço de todos os profissionais no combate ao novo coronavírus. Muito obrigado a vocês pelo gesto, pela atitude, pela decisão de ajudarem a salvar vidas. E agora com a vacina nós vamos poder ajudar vocês a salvarem mais vidas. E este V é o V da vacina, é o V da vitória e é principalmente o V da vida. Da vida. Segunda-feira, 18 de janeiro de 2021 Então foi histórica com a primeira aplicação da vacina contra a Covid-19 em Campinas Olha, uma notícia que eu queria dar há 10 meses e que agora se concretizou Hoje pela manhã a vacinação continua Então para falar sobre a campanha, sobre a logística, a organização Eu vou acionar o nosso repórter, o André Aranha, que está ao lado de duas convidadas especiais e tem mais informações. Seja bem-vindo. Bom dia, André. Mais um dia de esperança por aí, né? Pois é, com certeza, Gabriel. Bom dia para você, bom dia para todo mundo. Hoje, pela manhã, aqui na Unicamp, começou a vacinação para os profissionais de saúde. E como você disse, eu estou com duas profissionais aqui. A gente começa falando com a doutora Patrícia. Tudo bem, doutora? Bom dia. Bom dia. Como foi esse primeiro dia, essa manhã aqui de vacinação na Neucamp? Bom dia, André. Bom dia, Gabriel. Bom dia a todos. Amanhã está apenas começando para a nossa vacinação. O horário da vacinação começou às oito e meia e vai se estender até às 21h30 para poder pegar os funcionários da área da saúde dos três turnos de trabalho, manhã, tarde e noite. Bom, como tudo vai funcionar, doutora? Já que vocês sabiam, claro que as doses chegariam ontem e tudo mais. Na verdade, o Centro de Saúde da comunidade da Unicamp, ele vem cuidando do atendimento à Covid-19 desde que começou a pandemia. Então, nós fazemos o atendimento médico, acolhimento, avaliação de risco, Fazemos a testagem, fazemos diagnóstico, acompanhamento, vigilância epidemiológica, tudo isso em conjunto, em parceria, claro, com a Secretaria Municipal de Campinas e com a Secretaria Estadual. Então, nós estávamos ansiosíssimos pela chegada dessas vacinas e já tínhamos tudo planejado para esse tão grande acontecimento. E agora que chegou, estamos muito felizes e já começamos. Doutora, gostaria que a senhora falasse a respeito da importância da vacina, principalmente porque a vacina certamente vai desafogar um pouco os hospitais, enfim, os profissionais de saúde. Então gostaria que a senhora falasse a respeito dessa importância da vacina ter chegado aqui à cidade de Campinas. Como foi já amplamente divulgado nas mídias, a Coronavac do Butantan, ela tem uma eficácia altíssima para evitar casos moderados e graves, que são os casos que levam as pessoas a procurar os pronto-atendimentos e internação e UTI e às vezes a morrer. Então, quanto mais pessoas forem vacinadas, mais elas estarão protegidas e mais esses serviços de saúde estarão desafogados. Então, é uma vitória para toda a área da saúde e para a população. Doutora Patrícia, vieram menos doses do que o esperado, aqui por todos vocês, do que é o considerado ideal. Como veio menos, vocês vão partir para um plano mais restrito, de repente escalonando para a aplicação da vacina? Perfeito, isso já foi feito, inclusive muito antes de sabermos a quantidade de doses que viriam Nós já tínhamos estudado o plano estadual de saúde Estávamos preparados para realizar a campanha da fase 1 do governo Com profissionais da saúde, indígenas, quilombolas e idosos No entanto, como você mesmo falou, chegaram doses restritas Tivemos que restringir isso apenas para os profissionais de saúde, os trabalhadores E mesmo dentro desses trabalhadores, apenas para aqueles que têm contato com pacientes suspeitos ou positivos para a Covid-19. Então, de um total de 7 mil de trabalhadores da saúde, serão vacinados, neste primeiro momento, apenas 2 mil. Perfeito. Bom estar conosco ao vivo aqui na TV Câmara Campinas. A doutora Patrícia, à sua disposição, Gabriel. Tá certo, quero agradecer a presença da Patrícia aqui no Câmara Total, médica-sanitarista, né, que está na linha de frente, é um dia muito importante, então por isso que eu quero agradecer a disponibilidade do seu tempo aqui com o programa Câmara Total. Lembrando a você aí de casa, você também tem a oportunidade de enviar uma pergunta. O número do nosso WhatsApp está aí na sua tela, 19-ODDD-97829-3776. Caso você tenha alguma dúvida em relação à vacinação, ao trabalho destes profissionais, que é fundamental, você pode enviar uma pergunta para a gente. Patrícia, o meu questionamento é o seguinte, quantos funcionários possuem a Unicamp que estão trabalhando por aí? é quantas vacinas seriam necessárias e esta vacina que está sendo aplicada precisa de uma segunda dose e vocês já sabem quando ela vai acontecer? Seja bem-vindo e bom dia. Muito obrigada, Gabriel. Eu que agradeço a participação, que eu sei que é um meio de comunicação importantíssimo para Campinas. Em relação ao número de funcionários, da Unicamp como um todo, nós temos em torno de 12 mil funcionários. Trabalhadores da área da saúde são 7 mil funcionários. E neste momento estamos vacinando, como eu já falei, apenas 2 mil em razão da restrição no número de doses. Sim, são duas doses a serem aplicadas com intervalo de 21 dias. Então, hoje está começando o ciclo de vacinação da primeira dose. E no dia 9 de fevereiro vai começar o ciclo de vacinação da segunda dose. Lembrando que todos têm que se vacinar com as duas doses. Bom, uma outra pergunta, doutora, para fazer o planejamento da logística da vacinação, vocês já organizaram a equipe, agendamento, gostaria que a senhora falasse também de um assunto importante, a segurança em torno dos locais onde as doses serão aplicadas. Por favor, doutora. Sim. A logística do processo de vacinação que está ocorrendo foi feita, é gerenciada pelo SECOM, que é o Centro de Saúde da Comunidade da Unicamp, porém feita em parceria com gestores das unidades de saúde, do HC, do CAISME e das outras áreas da saúde, gastrocentro, hemocentro, né? E o que mais se perguntou? Com relação à segurança. Sim, com relação à segurança, desde ontem, quando chegaram as vacinas ao SECOM, o caminhão de vacinas, que aliás foi um momento muito feliz para todos nós, o SECOM, para toda a universidade, a polícia militar, ela está presente, nós agradecemos isso, então, tanto no transporte das vacinas, no cuidado com as vacinas, onde elas estão armazenadas e também nos postos de vacinação, nós estamos com o apoio da polícia, isso é muito importante. Bom, a gente tem uma outra pergunta, lembrando que já, já, a gente vai ouvir a Rose também, mas tem uma pergunta de um telespectador para a doutora Patrícia, Gabriel. Duas perguntas nós temos neste momento, que chegaram pelo nosso WhatsApp, 978293776. Primeiro questionamento, Patrícia, é da Maria Cláudia, aqui de Campinas, muito obrigado. Ela pergunta, os estudantes da Unicamp também serão imunizados? Bom dia, Maria Cláudia. Obrigada por você ter feito essa pergunta. Nesse momento, ainda não. Nós estamos, como eu falei anteriormente, nós recebemos apenas 2 mil doses, 4 mil doses que dá para vacinação de 2 mil pessoas. Então, nós estamos priorizando os trabalhadores da saúde que têm contato direto com pessoas suspeitas ou positivas para a Covid. Segunda questão que chega aqui para a gente é da Ludmila, aqui de Campinas também. Se existe algum planejamento específico de vacinação para os funcionários da Unicamp que não são da área da saúde? Sim, já está tudo planejado Tudo planejado No entanto, nós estamos aguardando o envio das vacinas pelo governo do estado Infelizmente ainda não temos previsão Nem de quando vai chegar, nem de quantas doses serão E fizemos um escalonamento conforme prioridade de risco Então, à medida que forem sendo repassadas essas vacinas pelo governo do estado, as populações elencadas e escalonadas serão convocadas para a vacina. Doutora, uma pergunta que muita gente tem feito, quem já pegou a Covid vai precisar tomar vacina? Sim, elas podem até ficar para o final da vacina, elas podem não ser priorizadas, mas sim, elas devem tomar. Por quê? Porque mesmo tendo o Covid, é muito comum não desenvolver imunogenicidade Ou seja, você teve a doença, mas você pode pegar novamente Então sim, é importante tomar a vacina Então tá bom, muito obrigado pela sua participação Eu agradeço a oportunidade e saúde para nós todos É isso aí, viva a vacina, né doutora? Viva! Bom, a gente vai trocar agora de entrevistado a Rose, que é enfermeira, coordenadora daqui Vai ser higienizado o microfone, ela vai bater um papo conosco Estamos ao vivo aqui na Unicamp Uma manhã de fato muito especial, como você disse Com a chegada ontem da vacina e hoje começaram as pessoas, os profissionais de saúde começaram a ser vacinados Pode vir para cá por favor, Rose, tudo bem? Bom dia, é um prazer tê-la conosco aqui na TV Câmara Campinas Gostaria que a senhora falasse, por favor, a respeito dos pontos de vacinação aqui na Unicamp Bom dia, André, bom dia a todos Nós organizamos postos de vacinação dentro do Hospital das Clínicas Dentro do CAISM, que é o Hospital da Mulher E também no SECOM, que é o Centro de Saúde da Comunidade da Unicamp Dentro do HC, nós temos três postos em diferentes locais para que as pessoas possam ter acesso e com isso também a gente preservar a questão do distanciamento social para que não ocorra aglomeração. Dentro do CAISME também, da mesma forma, em salas diferentes. E dentro do SECOM, que vai vacinar uma população numa quantidade menor, preparamos um posto fixo. Bom, Rosa, a ideia inicial é que as pessoas cheguem na recepção, vai ter um acolhimento, assim como em todos os postos, é isso? Sim, no HC os funcionários serão liberados de acordo com as chefias, elas vão liberando conforme as pessoas vão até os postos, retornam e assim por diante. Então eles vão organizar esse fluxo, porque é um lugar, é uma unidade muito grande. Aqui no CAISME é por sistema de agendamento que eles organizaram com todos os gestores do CAISME e no SECOM também. Nós organizamos em diferentes horários para que não ocorra aglomeração dessas pessoas nesses pontos Bom, gostaria que a senhora falasse também, tivesse a oportunidade de falar A respeito da importância da vacinação, que certamente terá um impacto muito positivo Já que a área da saúde está à mercê da Covid-19 Isso a gente não tem como negar Então gostaria que a senhora também falasse um pouquinho a respeito da importância da vacina Nós da saúde consideramos fundamental a vacinação num momento tão esperado em que todos estamos passando por essa pandemia e um momento tão desejado por todos. E a vacinação, como todos sabem, é a única forma de prevenir, tendo em vista que não tem ainda um tratamento que previne essa doença e que leve à cura. Então, a importância da vacinação é não só pelo fato da pessoa ter a proteção, mas de todos, quanto mais pessoas se vacinarem, a gente conseguir a tão desejada imunidade coletiva, né? Então, fundamental que todos se vacinem. Bom, o Rubens Morelli, repórter da TV Câmara Campinas, já trouxe a informação, não é, que a primeira vacinada contra a Covid no interior de São Paulo é a técnica de enfermagem, onde a gente, ontem a gente acompanhou ao vivo aqui na TV Câmara Campinas, a Liane Tinoco, baiana, não é, nascida em 1971, então gostaria de saber de vocês qual a sensação da Unicamp aqui, o HC da Unicamp ter sido o primeiro hospital do interior a iniciar a vacinação, nos seus 4 mil profissionais. Qual que é essa sensação de ser o primeiro hospital, de fato, do interior do estado e do Brasil? Primeiro, uma sensação de que a universidade e, por consequência, então, a sua área de saúde ter sido tão reconhecida e privilegiada num momento como esse. E o momento foi de muita emoção e muita alegria, né? E, assim, causou mesmo uma comoção em todos nós e foi um dia totalmente atípico, saímos todos de nossa rotina, mas por um bem, né, por uma causa que valeu a pena e vai continuar valendo, né? Então, é isso aí, acho que a emoção foi mais essa e até em alguns momentos de choro de alguns profissionais, então, assim, sem palavras para dizer. Um dia cansativo e ao mesmo tempo muito alegre, muito feliz mesmo. É, emoção totalmente justificável, né? Porque a gente esperou tanto tempo por essa vacina. Eu vou te fazer uma pergunta que certamente muita gente já te fez, mas que o pessoal de casa tem dúvida. A gente está falando a respeito da vacinação, dos profissionais de saúde e tudo mais. Mas e o pessoal que não é profissional de saúde? Como que vai funcionar? Quando terá oportunidade também de se vacinar? Por favor. Tudo depende da produção, como todos têm tão bem acompanhado na mídia e nas redes sociais, não é verdade? Da produção de vacinas e do que nós vamos ter em termos de quantitativo de vacinas no Brasil. Mas o meu recado é que a população espere e acredite que em breve todos teremos acesso a essa vacina e é o nosso desejo como profissional de saúde. E logicamente dentro dos grupos prioritários que todos procurem e que tão logo a gente já sabe que os próximos grupos serão os de comorbidades, os idosos e até o final do ano com certeza eu acredito que todos seremos vacinados. Que bom, que boa notícia. Então, muito obrigado pela sua participação, muito obrigado também à doutora Patrícia, que conversou conosco ao vivo. Obrigado pela sua participação, realmente muito importante a gente dar esse espaço nesse momento certamente histórico aqui para a cidade de Campinas, né, Rosi? Eu que agradeço, André, e toda a produção E desejo um bom dia a todos E fé, né? Todo mundo acreditando que todos em breve superaremos essa fase Não é verdade? É isso aí, não pode deixar de ter fé Isso mesmo Valeu, Rose Então é isso, Gabriel Aqui a gente percebe até uma certa emoção No pessoal que conversou com a gente Tanto na Rose como na doutora Patrícia Enfim, a gente teve a oportunidade Eu, o Leandro, o Marco Aurélio, toda a nossa equipe que está aqui De conversar com alguns profissionais de saúde A gente chegou cedo aqui na Unicamp E a gente teve a oportunidade realmente de presenciar a vacinação Muita gente emocionada Porque é certamente um momento que tanta gente esperou E a vacina chegou Valeu, Gabriel Valeu, André Aranha E essa emoção é mais do que justa, né? Linha de frente desde o início desta pandemia, trabalhando incansavelmente, salvando muitas vidas. Então, este momento realmente precisa ser dos profissionais de saúde e a gente aguarda, então, o calendário de vacinação para saber sobre os públicos alvos, né? quando que serão os idosos, quando serão as pessoas que têm comorbidades e, claro, até que chegue na faixa idade a partir dos 20 anos em diante. E a gente vai informando aqui no Câmara Total sobre o calendário de vacinação, só lembrando que, por enquanto, foi autorizado a fabricação das 6 milhões de doses, que é da Coronavac, então aguarda ainda a produção e a aprovação de mais doses da vacina. Agradeço ao André Aranha, a doutora Patrícia Falabella, que é médica sanitarista, coordenadora do Centro de Saúde da comunidade, que conversou com a gente, assim como a Rose Trevisani, que é enfermeira e coordenadora adjunta do SECOM e responsável pela gestão operacional desta campanha tão importante e tão aguardada. Quero agradecer também a participação da Cris Oliveira, aqui da cidade de Campinas. Ela diz, excelente esperança de que a vacinação salve vidas e vai salvar. Quanto mais pessoas se vacinarem, mais vidas nós teremos intactas aqui no nosso país. E a gente aguarda, então, o calendário de vacinação para o município de Campinas e, claro, para todo o nosso país. Olha só, o Hospital das Clínicas da Unicamp está fazendo uma campanha pedindo doações para a compra de equipamentos de proteção individual, insumos e até medicamentos. O HC da Unicamp pede socorro à sociedade para o enfrentamento da Covid-19. O Hospital das Clínicas é um hospital importante para a região, atende milhões de pacientes, não só de Campinas, mas toda a região e passa por um momento delicado que precisa de apoio da sociedade civil, de empresários para receber doações. Esses recursos vão ser utilizados para compra de medicamentos, para compra de EPIs, em especial máscaras aventais para os profissionais que atuam na linha de frente do Covid e que atuam para o atendimento não só do Covid, mas de todas as necessidades dos pacientes que aqui procuram. Então, o hospital é um hospital referência e continua o atendimento de casos oncológicos, continua o atendimento de pronto-socorro e é um volume muito grande. Então, a gente conclama as sociedades civis, os empresários, as pessoas que puderem para fazer doação para o hospital continuar esse período de atividades. O HC ainda precisa de você, é o slogan da campanha. O consumo nosso de medicamentos, de EPIs, é na ordem de milhares de unidades por dia, então o hospital ainda precisa da ajuda da sociedade. E por falar em EPIs ao todo, os gastos foram de 9 milhões com aquisição de EPIs e medicamentos, o que não foi suficiente. A nova meta é 10 milhões de reais. O mundo sabe, tem acompanhado na mídia, que a procura por EPIs, a procura por seringas, por agulhas, aumentou grandemente nesses últimos meses. E isso tudo gera instabilidades no mercado e com isso existe aumento de preço. Então, diante de um orçamento fixo, mas com um mercado variável, isso gera uma situação difícil para o hospital administrar e é necessário um aporte de recursos. Então, por isso, mais um motivo para a campanha que está sendo reavivada, a segunda fase da campanha, o HC ainda precisa de você. E precisa mesmo. Precisa, mais uma vez, encher os estoques para seguir com segurança no enfrentamento da pandemia. O coordenador da administração do HC fala quais as principais necessidades do hospital. A necessidade do hospital principal são luvas de látex ou luvas nitrílicas, caixas com 100 unidades. O nosso consumo mensal é entre 5 e 8 mil caixas de 100 unidades por mês. Além disso, aventais, aventais para manuseio, contato com o paciente, que são chamados de avental, de TNT. e medicamentos, recursos para compra de medicamentos usados no hospital como um todo. Essas são as necessidades maiores do hospital. São vários meses de enfrentamento pela frente, com muitas dificuldades para sustentar a operação do hospital. Quem quiser colaborar, qualquer quantia é bem-vinda e ajuda. Ativamente pode entrar no site www.amigosdohcunicamp.br ou entrar em contato com os telefones da nossa central de doação. A universidade tem uma conta estabelecida específica para receber doações para a área da saúde e segue todos os requisitos legais da transparência para divulgar a aplicação da destinação dessas doações. Tá aí então o site em reforço aqui, amigosdohcunicamp.com.br e aí você pode ajudar esta instituição tão importante. 11 horas e 35 minutos, vamos fazer o seguinte, primeiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta nós vamos falar sobre as pessoas que testaram positivo para a Covid-19 e ficaram com sequelas. Tem ainda as notícias da metrópole de Campinas com a Mirna Abreu ao vivo com informações importantes e tem ainda a previsão do tempo para esta quarta-feira. Muitas informações, não sai daí que o intervalo é rapidinho. Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira. Muito obrigado pela sua companhia e audiência. Continue participando aí, viu? O número do nosso WhatsApp, 19 é o DDD, 978293776 é o número do nosso WhatsApp. para você enviar a sua participação, a sua mensagem, o seu elogio, que a gente conversa ao vivo. Bom, ontem nós mostramos a reportagem de como distinguir os sintomas de uma gripe da Covid-19. E hoje nós vamos falar sobre sequelas, porque o Brasil registra mais de 8 milhões e 400 mil casos da doença. Mais de 7 milhões e 500 mil já se recuperaram. Só que pelo menos 76% dessas pessoas ficaram com sequelas, como fadiga, fraqueza nos músculos e até problemas de memória. Quando vem a cura da Covid-19, é só alegria? Nem sempre. O Matheus, por exemplo, ficou cinco meses sem sentir 100% do paladar e do olfato. Eu peguei, a minha namorada aqui, a médica, também pegou. A família dela que tem alguns profissionais de saúde também E eu acabei não fazendo nenhum tratamento Embora fosse indicado pelo médico Que me deu Um primeiro atendimento Ele havia pedido para eu Tomar alguns antibióticos e tudo mais Mas acabei não fazendo nenhum tratamento E segui normalmente Ele foi voltando aos poucos, gradativamente Tanto paladar quanto olfato E agora a gente está nessa margem que eu te falei De 90% a 95% de tudo normal Mas durante esse período Você foi sentindo uma melhora ou não? voltou de uma vez. Fui, fui sentindo uma melhora principalmente no início eu tive uma melhora rápida no início assim que acabou os 14 dias acabaram os 14 dias de isolamento eu já tive uma melhora bem significativa depois eu voltei no gradativo num tempo bem legal Conversamos então com esta médica neurologista que falou sobre as principais sequelas depois da cura da Covid-19 A principal queixa que as pessoas apresentam do ponto de vista neurológico é a queixa de cansaço e fadiga Em segundo lugar, as pessoas se queixam muito de dor de cabeça Em terceiro, é a queixa de alteração de memória e problemas cognitivos Ela não tem a mesma capacidade de trabalho, a mesma agilidade mental que ela tinha antes de ter a doença Junta isso a pessoas que persistem com alteração do olfato, com alteração do paladar e muita sonolência diurna também E a pergunta que todo mundo faz é se existe algum tipo de tratamento para essas sequelas. Específico, tratamento específico para o Covid a gente não tem, né? Infelizmente a gente não tem. A gente usa dos medicamentos sintomáticos, então eu tento dar medicação para controlar a dor de cabeça, para quem tem tontura tem medicação para tontura, para quem tem fadiga excessiva a gente está tentando usar as medicações que se usam para tratar a fadiga de outras causas, né? Então a gente está tentando usar as medicações que são usadas em outras doenças para tratar os sintomas que estão aparecendo no Covid. Olha, a doutora está fazendo uma pesquisa e ela ouviu 1.900 pessoas que acabaram respondendo o questionário. E o número chama muito a atenção, porque apenas 20% do total relataram que não tem mais nenhum sintoma após a Covid-19. Dessas 1.900 pessoas, praticamente 90% são pessoas que não foram internadas Então a grande maioria são pessoas que fizeram tratamento em casa e que não precisaram de oxigênio E mesmo assim, mais de 80% delas se queixam de alguma coisa Em geral, 2 a 3 sintomas Mesmo depois de uma média de 60 dias da infecção Pois é, os pesquisadores do Departamento de Biologia da Unicamp estão pesquisando o efeito do coronavírus sobre o sistema nervoso. É realizada a ressonância magnética, avaliação neurológica e coleta de sangue. Acompanhamos as orientações sobre o teste de memória que o doutor Rafael passou para uma paciente sobre a pesquisa que está sendo realizada pela Unicamp. A gente começa fazendo o teste de memória, a gente faz algumas avaliações também de coordenação motora, Avaliações sobre flexibilidade mental, fluência verbal e outros testes Então inicialmente a gente pede para que o participante assine um termo de consentimento E logo em seguida a gente começa a aplicar os testes de memória E o Matheus, no início da reportagem, conta para a gente que a memória dele foi afetada justamente por conta da Covid-19 Eu senti que deu uma prejudicada de uns seis meses para cá, que é basicamente do tempo que eu fui diagnosticado até hoje E tanto memórias antigas quanto recentes, sabe? Então, não sei se tem alguma relação com o Covid, não sei se isso é cientificamente comprovado, mas de fato eu tenho sentido essa falha sim, tenho percebido. 11 horas e 43 minutos, Câmara Total de Volta ao vivo e a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios. Seja bem-vindo a Bom Dia com as notícias da Metrópole De histórico ontem, de histórico hoje com o começo da vacinação na cidade de Campinas Mas infelizmente os casos eles continuam acontecendo Por isso que nós vamos atualizar no nosso país, no estado de São Paulo e claro no município de Campinas, Mirna Bom dia, Gabriel, bom dia a você aí de casa, é isso mesmo Olha, a gente está comemorando a todo momento o início da imunização em todo o país Alguns estados ainda aguardam a chegada da vacina, mas São Paulo, Campinas já recebeu ontem. Nós aguardamos aqui na cidade também as vacinas que serão direcionadas à rede básica de atendimento com a vacinação dos profissionais da saúde aqui da rede municipal de saúde e também das pessoas idosas, quilombolas e indígenas aqui em Campinas. Mas até que tudo isso venha a fazer efeito, os números continuam crescendo no país, na nossa região e olha só, de acordo com o Ministério da Saúde, até esta segunda-feira o país somava 8.511.770 casos da Covid-19 com 210.299 óbitos. São 23.671 novos casos em 24 horas registrados no Brasil. Aqui no estado de São Paulo, são 1.628.272 casos da doença. E o estado somava, até esta segunda-feira, 49.987 óbitos. Agora, nós vamos falar da região metropolitana de Campinas, que compreende 20 municípios. Olha só, na nossa região, 136.247 casos confirmados da Covid-19 e até esta segunda-feira, Campinas registrava 55.995 casos da doença. Indaiatuba aparece na sequência com 12.587, Americana com 9.859, Sumaré 8.958, Santa Bárbara do Oeste 8.912, Hortolândia 6.802, Paulínia 5.532, Valinho 5.322 e na sequência cidades com menos de 5 mil casos. Itatiba, Vinhedo, Cosmópolis, Jaguariúna, Nova Odessa, Montemor, Artur Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Poce, Engenheiro Coelho com 1.080 e apenas Olambra e Morungaba continuam sendo os municípios com menos de mil casos da doença. 648 em Olambra e 321 em Morungaba. Agora a gente vai falar dos óbitos na RMC, aqui até esta segunda-feira foram 3.598 mortes confirmadas pela Covid-19 e Campinas registrava 1.560 óbitos. Indaiatuba, 315, Sumaré, 304, Santa Bárbara do Oeste, 255, Americana, 236, Valinhos, 212, Hortolândia, 194. Na sequência, cidades com menos de 100 óbitos na RMC. Paulínia, Nova Odessa, Itatiba, depois aparecem Cosmópolis, Vinhedo, Montemor, Jaguariúna, Arthur Nogueira, Engenheiro, Coelho, Pedreira, Santo Antônio de Posse, Morungaba e Olambra. Lembrando que Morungaba e Olambra, assim como no número de casos, nós temos menos de 10 óbitos nesses dois municípios. O Menabreu, na última quinta-feira, aqui no Câmara Total, eu fiz uma entrevista com o infectologista para falar sobre o aumento de casos e de mortes na região metropolitana de Campinas. Na época, estava em 54% de aumento. E hoje, a informação que nós temos é que este aumento, ele permanece, né? É, infelizmente o observatório da PUC Campinas, Gabriel, que faz esse monitoramento de acordo com as informações enviadas pelo Distrito Regional de Saúde, então esse número continua crescendo. E olha só, de acordo com o estudo feito pelo observatório, que entre as semanas de 10 e 16 de janeiro, mesmo com o aumento das ofertas dos leitos de UTI, as internações continuam sendo preocupantes. Olha, a média de ocupação em Campinas na semana em leitos SUS foi de 87%, no SUS estadual 96% e 78% nos hospitais privados, uma média total de 82% aqui na cidade de Campinas. Apesar de ter expandido esse número, ainda até o dia 15 de janeiro, a cidade somava mais de 80% de ocupação nos leitos. Inclusive, de acordo com esse estudo, o DRS Campinas é o segundo em número de casos e óbitos no estado de São Paulo. E também em relação ao número absoluto de casos e óbitos por semana, o DRS ficou atrás, o DRS Campinas, que é Campinas e região, começa de Jundiaí para cá, para vocês terem uma ideia de quantos municípios estão nesse DRS. a gente só perde para Grande São Paulo. Olha, até o dia 16 foram notificados 174.500 novos casos da doença, sendo 4.500 mortes na região de Campinas. Não é aquele quadro que a gente mostra da RMC, que tem 20 municípios. A DRS tem, além desses municípios, outros, como eu já disse anteriormente, partindo de Jundiaí para cá. Por isso que esses números são diferentes do que a gente mostra quando a gente fala de RMC, tá, Gabriel? Então, a gente lembra, inclusive, olha, Santa Bárbara do Oeste e Campinas continuam os municípios com maior índice de mortes, com 131 e 135 por 100 mil habitantes. Então, mesmo com o início da vacinação, tem aqui uma nota do doutor André, que foi quem você entrevistou na última quinta-feira, disse, a população não pode baixar a guarda. Exatamente, a gente ainda tem um longo caminho a percorrer, a única coisa é que a luz, no fim do turno, ela está mais próxima, que seria essa relação com a vacina, mas a gente ainda tem que tomar todos os cuidados. Antes da gente falar sobre pré-cadastro, Mirna, eu abri aqui o site, olha só que bacana, SãoPaulo.sp.gov.br e foi criada uma ferramenta digital chamada de vacinômetro. Então, todo mundo pode ter acesso às pessoas que já foram vacinadas aqui no estado de São Paulo. Neste momento, a atualização aconteceu agora há pouco, às 11 horas e 44 minutos. E até o momento, nós temos 4.258 pessoas imunizadas que tomaram a primeira dose. Ainda precisam tomar a segunda dose, mas este é um acompanhamento muito interessante que nós vamos fazer a todo instante. Agora, está acontecendo nesse momento, olha, uma nova atualização. Acabou de atualizar às 11 horas e 50 minutos, então já o número já saltou para 4.321. Muito bacana, então, que a gente pôde acompanhar ao vivo esta atualização. Então, esse vacinômetro, né, essa ferramenta digital que foi desenvolvida em parceria com a Prodesp e aí permite qualquer pessoa acompanhar em tempo real o número de vacinados. É algo muito bacana e muito interessante para a gente ir acompanhando. O site é sãopaulo.sp.gov.br. Lembrando que nesse momento, esse número representa os profissionais da saúde que atuam no estado de São Paulo e que estão sendo imunizados e a gente aguarda, inclusive, a liberação. E aí será feita pela rede municipal de saúde dos municípios a vacinação da população idosa quilombolas indígenas. Muito bacana. Sobre pré-cadastro agora na cidade de Hortolândia, aqui na região de Campinas. Isso, olha, Hortolândia já lançou aí como será a vacinação naquela cidade. Olha, o pré-cadastro começou hoje no site www.ortolandia.usp.gov.br. Então, nesse momento, quem deve fazer o cadastro? As pessoas que foram determinadas pelo planejamento do governo, olha, profissionais da saúde e pessoas acima de 60 anos. A expectativa é que o município também inicie a imunização no dia 25 deste mês ainda, então faça o pré-cadastro para então que a prefeitura possa organizar o agendamento. Estão dispensados do pré-cadastro os profissionais da rede municipal de saúde, porque isso já será feito na própria rede, e os profissionais que trabalham em instituições de longa permanência, porque eles também serão imunizados quando os idosos assistidos por essas instituições forem atendidos. Os profissionais da rede municipal de saúde vão ser vacinados nas unidades onde atuam. Olha, a gente tem ali no site da prefeitura, vou repetir o endereço, www.ortolandia.sp.gov.br. Ali tem um banner falando da vacinação, é só clicar e aí informar o nome completo, o endereço, data de nascimento, o número do CPF e dizer se é profissional de saúde ou não, lembrando que todas essas informações serão conferidas pela Prefeitura. Então, de fato, a pessoa tem que cumprir todos os requisitos para ser vacinada em Hortolândia, de acordo com esse pré-cadastro. Olha, a gente abriu a página, olha, vacinação contra o coronavírus pré-cadastro para os grupos prioritários. Então, se você não é do grupo prioritário, não utilize essa ferramenta nesse momento que a gente sabe que todo mundo está ansioso, né, Gabriel? Mas vai chegar a hora para cada um. Olha, tem como fazer o pré-cadastro e depois consultar ainda, posteriormente, como vai ser usado, como vai ser esse agendamento. E tem ainda alguns telefones para esclarecimentos. Você que está aí assistindo a gente, eu vou dizer uns dois telefones, tem quatro, olha, mas 999-76-2276 e o 999-79-9620 está aí, serviço para você que mora em Hortolândia. Exatamente, apenas para a cidade vizinha aqui de Campinas. Mina Abreu, vamos falar sobre educação agora, porque tem muitos estudantes que estão na expectativa, se foram aprovados ou não, saiu resultado para qual vestibular? Saiu, na verdade, a gente está tendo hoje para os estudantes das escolas técnicas do estado de São Paulo todo. Na verdade, a gente está falando de regiões, mas todo município que tenha uma ETEC, pode, esse estudante pode conferir hoje o resultado. Olha, vestibulinhoetec.com.br, confira aí se você foi aprovado ou não. A gente lembra que hoje tem a divulgação da lista, a gente está falando da ETEC de Sumaré também, mas lembrando que outras cidades têm essa divulgação também. Então, olha, hoje é a divulgação. Amanhã e no dia 21 é a matrícula para quem passou nessa primeira chamada e o envio da documentação por meio digital. Lembrando que por conta da pandemia, todas as matrículas serão realizadas pelo meio digital. Então, você que passou no vestibular da ETEC da sua cidade, procure as informações e também um meio de enviar esses documentos urgente. Aí depois a gente tem, no dia 27, o aviso de deferimento ou indeferimento dessa matrícula. às vezes dá algum problema de documentação, etc. E aqueles que não foram chamados em primeira chamada, poderão ser chamados no dia 29 de janeiro, que daí sai a lista da segunda chamada do vestibulinho. São aqueles alunos que querem fazer cursos técnicos oferecidos pelo governo estadual. E tem também boa notícia para quem procura uma FATEC. É importante a gente lembrar que Campinas também já tem uma FATEC, então você que prestou vestibular para a graduação também, olha, vestibularfatec.com.br, só que agora os graduandos, né, quem quer entrar na faculdade é amanhã. Dia 20, divulgação da lista de classificação geral e da lista da primeira chamada dos classificados e a matrícula acontece nos dias 21 e 22 de janeiro. Você que também prestou o vestibular da FATEC, nós temos FATEC em Sumaré, em Campinas, temos FATEC em Hortolândia e você que está nos assistindo, tem FATEC na sua cidade, confira amanhã então se passou ou não no vestibular. Vamos continuar falando sobre educação agora, porque chove de perguntas aqui no nosso WhatsApp em relação à volta das aulas de forma presencial ou não. O secretário estadual de educação já respondeu essa pergunta, Amina Abreu? Respondeu, inclusive já foi publicado no diário oficial como será a volta às aulas na rede estadual de educação. Olha só, a gente teve aí um posicionamento do Conselho Estadual de Educação para o retorno às aulas. Então, vale esse posicionamento na rede estadual e para a rede privada também. Caso municípios que não tenham conselhos municipais de educação, essa medida também vale para esses municípios. Então, não vale para Campinas ainda, porque Campinas nós temos o Conselho Municipal de Educação para a rede municipal. Então, vamos lembrar, olha, a carga horária mínima anual é de 800 horas para o ensino fundamental e médio, sendo que um terço desse percentual deverá ser feito presencialmente. A gente somou aqui, dá cerca de 266 horas aula. O restante deve ser cumprida remotamente, mediadas ou não por tecnologia, e os alunos incluídos em grupos de risco poderão, mediante atestado, realizar todo o processo. Aí, nesse caso dos atestados, não precisa cumprir esse um terço. Presencialmente ou de forma remota, a frequência mínima dos alunos nas aulas deve ser de pelo menos 75%. Lembrando que na rede estadual de educação, as aulas retornam no dia 1º de fevereiro. Vai acontecer de forma regionalizada, de acordo aí com os departamentos de saúde. A gente sabe que tem municípios que estão na fase laranja, outros na fase amarela. Então, isso também vai ser de acordo com a realidade de cada município. E a expectativa é que nas duas primeiras semanas dessas voltas-aulas, as escolas recebam até 35% dos alunos por dia, dessa capacidade total que cada unidade tem. Então, a gente já tem aí mais ou menos como será. Os alunos, a gente, algumas escolas já falam, inclusive, Gabriel, de, por exemplo, fazer rodízio de turmas, rodízio de alunos. Então, a gente aguarda o detalhamento de cada escola, de como vai ser, olha, um dia vai alunos de determinados anos ou não, mas a gente aguarda como será a organização, assim, mais detalhadamente. Tem que ser de forma organizada, realmente, para que não tenha aglomeração e nenhuma falha no protocolo, já que muitos desses estudantes moram com pais que têm comorbidades, com os avós, eles continuam frequentando outros ambientes, então, para que esse vírus não fique circulando, então, que seja feito de uma forma seguindo todos os protocolos. Houve, então, essa definição do planejamento na rede estadual e algumas cidades também já estão se posicionando. A cidade de Paulínia, por exemplo, já definiu um calendário também? Sim, definiu e já detalhou, inclusive, esse funcionamento. Olha só, você que tem o filho ou você que estuda na rede municipal de educação em Paulínia, fique atento. Ele foi dividido, a rede toda, em dois grupos. O grupo 1 são de alunos dos últimos anos de cada nível, ou seja, quintos anos para o fundamental 1, nonos anos para o fundamental 2 e terceiro ano do ensino médio, que pode ser o técnico ou o EJA também. Sendo assim, o retorno presencial será no dia 26 de fevereiro, que vai ter a gestão e pessoal do apoio. Nós teremos os docentes, ou seja, os professores, 30% de jornada presencial e 70% em home office, utilizando uma plataforma chamada Google for Education. E aí, nós teremos, a partir do dia 1º de março, a turma A, com 35% dos alunos, turma B, 35%, turma C, 30%. Divididos em 1 a 5 de março, vai a turma A. 8 a 12 de março, vai a turma B. 15 a 19 de março, vai a turma C. E a partir do dia 22 de março, aí em Paulínia, nós teremos 50% de alunos em cada classe que vão ser redivididos em turma A e B em semanas alternadas. Isso para quinto, nono e terceiros anos. Tá certo, Miriam. Mas a gente tem ainda o grupo 2, que são os alunos, por exemplo, de segundo, outras séries. Vamos lá. Para outras séries, o retorno também vai ser para os docentes no dia 26 de fevereiro, mas eles voltam nas aulas presenciais apenas nos dias 29 de março a 2 de abril, que então será a turma A, 5 a 9 de abril a turma B e 12 a 16 de abril a turma C. Ou seja, a gente vai ter aí, por exemplo, o pessoal do primeiro, do segundo ano, depois do quarto ano, sexto, sétimo e oitavo ano e primeiro e segundo ano do ensino médio. Então, você que se encaixa em alguma dessas turmas e é estudante das escolas municipais de Paulínia, fique atento a esse calendário. Está aí a divisão, então, em porcentagens. Primeiro vai 35%, depois mais 35%, depois 30%, para que não tenha essa aglomeração e vá todo mundo estudar no mesmo período, porque a gente sabe que isso não vai dar certo em época de pandemia. Vamos falar um pouquinho agora sobre emprego, porque a CPFL está oferecendo um curso de formação para eletricistas. É, na verdade a gente está falando ainda de estudo, lembrando que esse curso oferecido pela CPFL não significa que esse aluno depois será obrigatoriamente contratado pela empresa, mas ela abriu aqui na região a possibilidade, olha, são 32 vagas para o curso de formação de eletricistas de construção de rede de distribuição elétrica, é pela CPFL Soluções. São 16 vagas para o período noturno e 16 para o período diurno. Para participar do processo seletivo, os candidatos precisam residir em Valinhos, Jaguariúna, Piracicaba ou Sumaré. Já para o período noturno, as vagas são para os candidatos que residem em Campinas, Americana ou Sumaré. Para se candidatar é preciso enviar um e-mail até o dia 17 de fevereiro, eu vou falar o e-mail aqui, olha, recrutaserviços, é com cedilha mesmo, arroba cpfl.com.br e no título colocar Escola de Eletricista Sumaré, porque o curso vai ser na cidade de Sumaré. Então, olha, você que mora Valinhos, Jaguariúna, Piracicaba ou Sumaré, pode se candidatar para uma das vagas do período diurno e você que mora em Campinas, Americana ou Sumaré, para o período noturno. Então, educação juntamente com uma qualificação para a formação profissional, que é algo que nós estamos precisando bastante, né, dessa qualificação, deste estudo para os nossos profissionais. Mina Abreu, amanhã tem interrupção de água, mais uma obra da Sanasa, qual região precisa ficar atenta? Amanhã os moradores ali para Chácara Buriti e para parte dos bairros Jardim Samambaia, Jardim Aliança e Jardim Monte Líbano vão ficar sem água das 8 da manhã às 5 da tarde, pois a Sanasa fará o serviço de capiamento de redes ali nesses bairros. Portanto, hoje, você que mora nessa região, faça a reserva de água, porque amanhã nós teremos essa interrupção no fornecimento. E atenção, você é motorista de Campinas, hein? A gente tem bloqueio em vias importantes no Cambuí e também no centro da cidade de Campinas. É, o bloqueio já começou hoje. Anote aí, olha, o bloqueio vai até 22 de janeiro no Cambuí, num trecho da rua Padre Vieira. Essa interrupção acontece sempre das 8 da manhã às 5 da tarde e após às 5 o tráfego é liberado, voltando a ser bloqueado no dia seguinte. Portanto, ali Padre Vieira no Cambuí vai de hoje até o dia 22. E o fechamento é entre a rua General Marcondes Salgado e a Avenida Kidaban, bem ali perto do bosque. Então, você que passa nessa região, fique atento, temos agentes de mobilidade urbana e qualquer dúvida também pode ser utilizado o telefone 118 da Indec, que é o Fale Conosco. Nós temos ainda na Regente Feijó, no centro, a interdição acontece nesta quarta-feira, dia 20, no período das 8h30 até o meio-dia, na altura do numeral 926. Então, Regente Feijó, entre a Ferreira Penteado e a Costa Aguiar, ali bem no miolinho do centro da cidade, nós teremos essa interrupção. E essa medida é justamente porque ali tem uma obra da Sanasa que vai acontecer uma ligação de rede de esgoto, por isso a necessidade dessa interrupção entre 8h30 da manhã e meio-dia. De hoje, então, até a próxima sexta-feira, motorista, fique atento então com esses bloqueios e com os desvios que serão necessários. Certo, Minabriol? Certo, Gabriel. Agora você quer falar daqui a pouquinho ou já quer que eu conte agora as notícias do Legislativo? Você volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo, combinado? Combinado, já já eu volto. Até lá então. Amanhã, quarta-feira, o sol aparece durante a manhã, mas a nebulosidade continua muito alta durante esta semana. Então, sempre à tarde, existem grandes possibilidades de chuva. Ontem, mais uma vez, ameaçou o temporal do que realmente caiu água em boa parte da nossa cidade. Mas mantenha a atenção, você que está em área de risco ou se estiver na rua, porque há previsão de chuva forte para a cidade de Campinas. Aqui na minha tela, as temperaturas para esta quarta-feira, dia 20 de janeiro de 2021. Olha só como ela tem uma elevação, né? Hoje a máxima é de 29 graus, mas olha amanhã, mínima de 20 e a máxima deve chegar aos 32 graus. Então, uma quarta-feira que tem a possibilidade de um dia instável, mas com a possibilidade aí de chegar aos 32 graus. Vamos fazer o seguinte, meio-dia e 10 agora, a gente vai fazer mais um rápido intervalo. E na volta, nós vamos falar de finanças para as crianças, no nosso quadro Na Ponta do Lápis. E tem ainda as notícias do Legislativo, com a Mina Abreu, que retorna aqui até os nossos estúdios. Tem muitos assuntos ainda para a gente abordar. A gente vai falar sobre saúde da mulher. Tem ainda o Universo Épico, com quem será que o Michel Morim conversou. Ele vai entrar no mundo dos quadrinhos, do HQ. E tem, claro, ainda uma receita especial para a gente encerrar o Câmara Total. Então, não saia daí. Meio dia e 15, Câmara Total de volta ao vivo nesta terça-feira Muito obrigado pela sua companhia e audiência 19 é o nosso DDD, 978293776 é o número do nosso WhatsApp E olha só, educação financeira é muito importante para você criar o hábito, a disciplina, valorizar o dinheiro para você conseguir pagar as contas e ainda guardar. Mas quando é o melhor momento para uma pessoa aprender a lidar e começar um patrimônio? Então, sobre finanças para as crianças, acompanhe agora na Ponta do Lápis. Olá, seja muito bem-vindo a mais um quadro na Ponta do Lápis, aqui na TV Câmara Campinas. A gente sempre traz dicas e informações para você cuidar bem das finanças, né? E dessa vez nós vamos tratar de um assunto que interessa a muitas famílias, né? Sobre a educação financeira para as crianças. Em que momento é necessário tratar das finanças com as crianças de casa? Para isso nós vamos conversar com um especialista em finanças, o Márcio Marques, que está nos recebendo aqui mais uma vez. Márcio, muito obrigado por essa entrevista. Já vou logo de cara. Qual é a idade inicial de uma criança para ela começar a falar de dinheiro? Boa, Rubens. Acho que você faz essa pergunta porque você tem filhos, né? Tenho um filho pequeno. Tá legal. Olha, educação financeira para criança, eu acho que em casa, que eu tenho três, nós sempre começamos cedo. Eu acredito que a partir dos três, quatro anos, a criança já começa a ter contato com o dinheiro, o vô que dá o dinheirinho para ela, o tio. Então, acho que era bom você já começar o início da educação financeira a partir dos quatro, cinco anos do seu filho. E a melhor maneira de você começar a passar a educação financeira para o seu filho é através do exemplo. Então, assim, às vezes, você que está nos assistindo, você tem aquele hábito de gastar mais do que você ganha, de parcelar as coisas, você está mostrando para o seu filho, talvez, como não fazer. Então, eu dou sempre aquele exemplo positivo, que, olha, eu recebo um dinheiro, eu guardo um pedaço e depois eu saio gastando. E se o seu filho participa disso, ele começa também a absorver. Então, ele vai desenvolver esse hábito. Virou hábito, vai virar cultura, que vai reverberar para o futuro. Ele vai se tornar um adulto com educação financeira. Quando se fala de educação financeira para as crianças, logo vem à cabeça de todo mundo a ideia da mesada. Oferecer uma mesada para a criança já é uma educação financeira ou é preciso ensinar a como usar a mesada? Eu diria assim, nós não temos que pegar a educação financeira para transformar nossas crianças em tio patinhas. Mas é bom você falar de educação financeira para os seus filhos Para que eles tenham a noção do que é o dinheiro Que o dinheiro não dá em árvore, que o dinheiro é finito Ele acaba uma hora, tá? Então eu, em casa, através do exemplo Eu tento mostrar para eles que você tem um dinheiro E que aquele dinheiro serve para determinados fins, tá? E quem domina o dinheiro é você Não o dinheiro domina ao contrário Então, os meus filhos, eles tiveram uma orientação do que é a cédula, do que é a moeda, quanto custa, e aí nós começamos a dar aquela famosa, o famoso dinheiro do lanche da semana. Então, durante a semana ele levava lá os lanches e nós dávamos um dinheiro para que na sexta-feira ele fosse para a cantina. Se ele já tem a noção de nota e de valores, aí ele passa a controlar o que ele vai comer, o que cabe naquele orçamento dele. Então, a mesada é uma forma de você dar mesada, esses valores semanais que você passa para ele para o lanche. Outra maneira é você dar 100 reais por mês, por exemplo. E qual o objetivo disso tudo? É você desenvolver nele que ele tem que viver com aquele dinheiro da mesada dele, tá? E, às vezes, se ele quiser uma compra maior, ele vai ter que juntar. O exemplo que eu dou é o caso da bicicleta. Ele quer comprar uma bicicleta, o sonho dele é uma bicicleta que custa 100 reais. E ele consegue juntar 10 reais por mês? Está aí. Então se você dá uma mesada de 20, ele guarda 10, em 10 meses ele consegue comprar a bicicleta e realizar o sonho. O que nós estamos passando para esses nossos filhos? Nós estamos passando que se ele juntar, ele vai comprar a vista e vai ter desconto. Outra lição, ele vai ter aquela paciência, sabe? Ele não vai ter aquela coisa, eu quero para ontem, eu quero para hoje. Então você começa a controlar a ansiedade dessa criança que vai se tornar um jovem adulto controlado. Porque ele teve que juntar o dinheiro e depois comprou. E às vezes os 100 reais que ele teria para comprar a bicicleta, ele queria a bicicleta e um outro brinquedo. Não dá para comprar. Então ele vai ter que optar, ou um ou outro. Você começa a trabalhar também na criança aquela coisa da opção. Aí eu quero tudo e não posso. Vou ficar frustrado, vou chorar. Porque se essa criança crescer assim, como que nós teremos esse adulto? Um adulto que vai depender, às vezes, de alguma ajuda química, remédio, ou vai desenvolver alguma síndrome, porque não tratou, não aprendeu a controlar essa ansiedade. Por isso que a educação financeira, ele vai reverberar para outras gerações, porque esse adulto vai ser um adulto muito mais saudável financeiramente e também psicologicamente. A educação financeira acaba sendo também uma ramificação da educação de um modo geral, porque você tem que passar o exemplo, assim como o comportamento dentro de um shopping ou o comportamento dentro da escola, na casa do avô, enfim, quando se fala de educação tem que ser mesmo a ideia de a todo momento ser uma oportunidade para aprender. Exato. Educação, acho que é uma palavra muito ampla, mas quando a gente fala em educação financeira, é exatamente isso que você está falando. Eu tenho que associar uma educação de comportamento. Então, por exemplo, se eu vou na casa do avô e lá eu grito, ou lá eu abro a geladeira, ou eu bato a janela, você vai repreender. Na nossa finança é a mesma coisa. Se o seu filho recebeu aquele dinheiro que você deu para ele tomar o lanche durante a semana e ele gastou tudo num dia, o que a gente pensa? A bazarra dele vai ficar sem. Não, você tem que repreender, você tem que mostrar, e dependendo da idade, você tem que ser muito lúdico, você tem que mostrar, olha, você teria que guardar um pouco de dinheirinho para comer um pouquinho todos os dias, não poderia ter comido tudo agora, tá? E dependendo da idade, já tem que repreender, cara, você não tem a responsabilidade, então cada fase, cada idade tem uma maneira de você tratar, mas é como se você estivesse educando, tem que escovar os dentes todo dia, você vai lá, primeiro você escova o dente do seu filho até ele aprender a fazer. Educação financeira é a mesma coisa, você está junto com ele no shopping, vai junto com ele lá passar a maquininha, depois já deixa ele sozinho. Então assim, acho que essa contextualização que você fez de educação comportamental com educação financeira, ela anda para e passo. Então o mesmo jeito que você repreende para mudar o comportamento do seu filho, você tem que repreender para mudar o comportamento financeiro também. É, aliás, até viralizou recentemente uma foto de um cartaz colado na geladeira de uma mãe dizendo com as tarefas do filho. E aí se ele arrumou a cama ou se ele varreu a casa, se ele ajudou, se ele não gritou no shopping, se ele não, sei lá. E aí foi feito... Ele monetizou, né? Isso, monetizou isso daí e aí chegou no final da semana ou do mês, houve a recompensa monetária financeira ou a punição financeira também. Isso daí também seria uma forma bacana de tentar entrar nesse mérito? Olha, pode ser uma estratégia, é uma estratégia sim, só temos que tomar cuidado, porque às vezes você vai criar uma confusão na cabeça do seu filho que tudo que ele fizer na sua casa ele tem que receber. Aqui em casa não é assim. É, seria uma lógica do tipo um mercado de trabalho, por exemplo. Exato, mas dentro de casa você tem que tomar cuidado. Por quê? Porque existem algumas tarefas que a família está fazendo e ninguém ganha para isso. Então, por que eu vou ganhar? Então, acho que sim, existem algumas tarefas que você pode. Vou dar um exemplo aqui em casa. Arrumar a cama, arrumar a louça, nós temos lá o esquedro, nós temos lá a planilha com os dias de cada um, está bem escrito. Aquilo ali não vai ganhar nada. Aquilo é obrigação Porque ele faz parte da família e tem que ajudar Quando que ele ganha? Quando, às vezes, eu vou lavar o carro Então, olha, lava o carro que está precisando Então eu vou te remunerar Engraxar sapato Então eu engraxo o sapato Aquelas atividades que talvez eu estaria pagando uma outra pessoa para fazer Eu acho que, não diria que está errado Mas talvez monetizar todas as atividades Aí eu acho que está errado Acho que você poderia escolher algumas Ah, colocou lá uma cama, por exemplo, beleza mas todas as atividades do lar, toda ajuda que a família precisa você monetizar, eu sou contra. Eu acho que você tem que passar para o seu filho que tem coisas que você vai até ter alguns trabalhos filantrópicos. Então, essa criança nunca vai desenvolver a aptidão para o trabalho filantrópico, por quê? Porque ele associou que tudo que ele fizer, ele tem que receber dinheiro. Então, temos que tomar cuidado, que eu acho que tem que ter sempre o equilíbrio, tá? Acho que você não... que nem eu falo, muito doce de leite dá dor de barriga. Então você pode se monetizar algumas atividades e outras obrigatoriamente, não tem remuneração, mas ele tem que aprender a fazer. Para crescer também um adulto com consciência social, ele aprendeu a ajudar a família, o irmão, é mais fácil. E ajudar uma pessoa que ele não conhece. Então acho que monetizar todas, eu sou contra, acho que monetizar algumas faz sentido sim. É, faz parte do nosso quadro, né? A gente está falando sobre a educação, vale mesmo essas dicas para todo mundo. Agora, um ponto interessante que você nos passou um pouquinho antes, a questão das cédulas de dinheiro e das moedas, porque na nossa época era muito comum ter o dinheiro. Antigamente até tinha o cheque, né? Hoje em dia tudo é muito no cartão. E aí, quando você fala de exemplo, você vai no shopping, vai no restaurante, passa em qualquer lugar, você passa o cartão. Essa troca do dinheiro já é uma coisa mais... Quase não existe, né? Quase não existe mais, ainda mais agora com o Pix, vai ser mais fácil ainda no celular. Esse exemplo de mostrar a todo momento, passa o cartão, como que a criança vai conseguir entender isso daí? Porque é muito fácil, né? Ah, não tem dúvida, até eu tenho exemplos aí, quando a gente dá o curso de educação financeira, a pessoa fala o seguinte, meu filho falou para eu comprar tal coisa e eu falei que eu não tinha dinheiro. Sabe o que ele respondeu? Passa o cartão. Então, ele não associou que o cartão tem que ser carregado, que ele tem que ter dinheiro, ou que a hora que chegar o boleto tem que pagar. Então, acho que tem uma hora que você recebe talvez essa fatura. Então, você tem que contextualizar de alguma maneira para o seu filho. Sabe aquelas vezes que eu passei o cartão? Foi essa aqui, foi essa aqui. Mostrar para ele o quanto que ele gastou. Que faz parte também do planejamento financeiro, você identificar o quanto você gasta por mês. Então, você poderia envolver. Dependendo da idade, aí eu acho que você já tem aplicativos. Que nem a minha filha de 19 anos, ela já tem uma conta dela num banco e ela recebe aquele valor que a gente deposita e ela que controla. Então, assim, ela consegue ver o saldo que ela tem, ela projeta mais ou menos quanto que ela vai gastar durante a semana e ela vai economizando e administrando o dinheiro dela. Então, talvez, através até do próprio celular, você baixou um aplicativo e toda vez que você for pagar alguma coisa, você mostra, papai eu quero isso papai não tem dinheiro, aí o cartão entra lá no seu cartão e mostra, olha aqui nós estamos com um limite de tanto, só temos tanto é importante você participar e quanto mais você contextualizar você transformar de uma maneira lúdica o seu filho vai entender, então pode ser a planilha pode ser o próprio saldo do cartão e as vezes o pai fica com medo, mas eu já vou mostrar isso para o meu filho, tem que mostrar porque talvez ele não entenda com 3, 4, 5, 6 mas em algum momento aquilo vai ficar gravado então acho que a função nossa como pais, é sempre falar e educar, mesmo que ele não escute agora, mas lá um dia ele vai escutar aquela nossa voz, não faça isso ou não gaste isso, ele vai lembrar, então como pai, eu recomendo que todos façam esse treinamento dos nossos filhos, como? Usando a tecnologia ou usando o extrato físico mas demonstrando para ele e participando de tudo que está acontecendo. E acho que também delegando a responsabilidade com base na própria idade da criança o pai e a mãe sabem Qual responsabilidade pode dar A partir daquela idade Isso vale para a vida toda E durante toda a infância Marcio, muito obrigado Por essa entrevista E por essa oportunidade De a gente falar a respeito Da educação financeira para as crianças Eu te agradeço E lembrando que a gente nunca ensina O que a gente não sabe Então, os pais que estão nos assistindo Poderiam também procurar informações Procurar aprender Para poder ensinar melhor A essa nossa geração Para quem sabe as futuras gerações Cresçam com menos dívida e com a qualidade de vida muito melhor. Muito legal, muito obrigado pelas dicas. O Márcio Marques, nosso especialista financeiro, que nos ajudou a fazer o Na Ponta do Lápis dessa semana. Na próxima semana eu volto com mais informações para você. Um abraço, até lá. Tchau. Muito obrigado, Rubens Morelli, pelas informações. O Na Ponta do Lápis retorna na terça-feira da semana que vem. Meio dia e 28, a Mina Abreu já está aqui de volta aos nossos estúdios, agora com as notícias do Legislativo. Seja bem-vinda novamente e boa tarde, porque tem vereador questionando as obras do BRT. Sim, nós temos sim. Olha só, o vereador Rodrigo da Farmadique protocolou um requerimento à Prefeitura pedindo explicações em relação a trechos do BRT que já foram entregues e já apresentam anomalias. De acordo com o requerimento, existem buracos, fissuras, depressões e até desmanche de alguns trechos. Acompanhe. Eu hoje estou apresentando um requerimento, cobrando explicações da Prefeitura e da Secretaria de Transporte, da Secretaria de Infraestruturas, que são responsáveis por fiscalizar e fazer a gestão dos contratos das obras do BRT. O porquê que vários trechos que estão praticamente concluídos, pelo menos é o que nós vemos, porque já foi feito um novo asfalto, em alguns lugares foi feito um recapiamento do trecho de asfalto e tem apresentado bastante buraco, bastante ondulação, muita imperfeição, parece um serviço muito mal feito em alguns trechos e eu tenho agora apresentado esse requerimento cobrando uma explicação, tem que haver uma justificativa do porquê que alguns trechos têm apresentado esses problemas, mas não só a justificativa, a resolução desse problema, porque nós não vamos aceitar, eu como vereador, sou o responsável por fiscalizar onde está sendo investido os nossos recursos, os nossos impostos, não vou aceitar que seja feita uma obra da magnitude, da grandeza que tem feito, da grandeza do valor dispensado, que tem sido gasto, que é quase meio bilhão de reais, 500, 480 milhões de reais, uma obra mal feita que é para durar 20 anos e depois de um mês, dois meses ou no máximo três meses apresenta buraco e depois tem que ser refeito. Nós não aceitamos uma obra que vai fazer na sua casa, você não aceita que seja feita uma parede, por exemplo, e um mês depois tem que fazer um remendo naquela parede que acabou de ser feita, ainda mais numa obra pública que tem sido gastos milhões nessas obras, milhões dos nossos recursos, dos nossos impostos, nós não vamos aceitar que seja entregue uma obra mal feita. Então se for feito de maneira errada, de maneira equivocada, de maneira tecnicamente inviável ou errada, nós queremos uma resposta e queremos uma solução para esses problemas que têm sido verificados pela população e eu tenho visto todas as vezes que passo nos trechos das obras, eu também tenho fiscalizado essas obras, já fui o presidente da comissão de estudos que acompanhava as obras do BRT, nós queremos uma solução para esses problemas. Esse é o intuito do requerimento que eu apresento hoje, apresentei cobrando a Prefeitura para que determine uma solução e dê uma resposta para a população. Lembrando que a Prefeitura, a partir do recebimento desse requerimento, tem 15 dias, tempo prorrogável por mais 15 para responder ao vereador. Minabreu, apesar do recesso parlamentar, os vereadores continuam trabalhando, foi protocolado um projeto de lei ordinária pedindo transparência às comunidades terapêuticas. Isso mesmo, a ideia é do vereador Nelson Ossri, ele solicita que tenha uma obrigatoriedade aqui na cidade de comunidades terapêuticas ou mesmo centros de tratamento para dependentes químicos que eles tenham ali um cartaz dizendo que ali tem verba pública, justamente para que essas pessoas não sejam cobradas. O vereador Nelson Osseri protocolou na última semana um projeto de lei ordinária que obriga as comunidades terapêuticas e centros de tratamento para dependentes das drogas que recebem recursos públicos a tornarem o fato público por meio de divulgação em cartazes. O dependente químico, o dependente das drogas, ele já sofre muito por conta dessa doença progressiva, incurável, espiritual, mental e todo o movimento que a família faz para tentar ajudá-lo, para tentar conseguir um tratamento, muitas das vezes, a maioria das vezes, é buscado dentro daquelas entidades conveniadas, as famosas vagas sociais. E muitas das entidades não dão publicidade, não têm essa transparência em informar o dependente químico e o seu familiar que a vaga é gratuita, que a vaga é social, que o governo está pagando. Então, eu peço nesse projeto de lei a obrigatoriedade, não só das comunidades terapêuticas, como também de todos os centros de recuperação que recebam verba pública, que derem publicidade a isso, através de cartazes, dizendo que aquela vaga é gratuita, que aquela vaga é social. Para o vereador, é necessário que haja transparência para que as pessoas não se sintam na obrigação de pagar algo a mais quando vão em busca de um tratamento em programas que recebem verbas públicas, sejam elas federal, estadual ou municipal. Nós vamos evitar que qualquer comunidade terapêutica, qualquer clínica de recuperação venha a cobrar de qualquer dependente químico que esteja buscando ajuda. Nenhum dependente químico, quando busca uma vaga social, quer pagar duas vezes. Ele não pode chegar em uma clínica de recuperação, num momento totalmente delicado, assumindo a sua impotência perante a droga, passando por aquele momento de desconforto e também um momento constrangedor em assumir o seu problema, a sua situação, seja a droga que for e receber que aquela vaga social tenha ainda alguns custos tem algumas despesas que ele vai precisar arcar então isso não é justo e esse projeto vem nesse sentido É transparência a todos os munícipes, em especial aos dependentes químicos que buscam o tratamento gratuito. Se é gratuito, tem que ser gratuito de verdade. Não pode ter nenhum custo a mais. Lembrando que o projeto de lei, ele passa a tramitar a partir do início do ano legislativo, que é o dia 1º de fevereiro. deve ainda passar pelas comissões, a primeira delas é a Comissão de Constituição e Legalidade, aprovado nas comissões, vai a votação em plenário, e se for aprovado no plenário em primeira discussão, ele passa por uma segunda votação ainda. Lembrando que todos os projetos que têm sido protocolados neste mês de janeiro passam a ter aí, como a gente chama de tempo, né, que são os prazos contados a partir de 1º de fevereiro. E você falou, Mina Abreu, sobre as comissões. Amanhã vai acontecer, né, a reunião com a definição e na sexta-feira a gente traz aqui no Câmara Total quem serão aí os presidentes de cada comissão. Você disse ontem, nós temos 23, né? Isso, são 23, porque nós temos 21 permanentes, temos a de Comissão de Constituição e Legalidade, que tem 7 membros, é a única que tem 7, visto que ela é a que analisa 90% dos projetos aqui da casa, e nós temos também a Comissão Especial de Honraria. Por isso que com a Comissão Especial de Honraria, que nós somamos as 23 comissões aqui da Câmara, elas que são as que discutem e analisam os projetos que passam pelo Legislativo de Campinas. E na sexta-feira a gente conta para você então quem serão aí os presidentes de cada comissão aqui do Legislativo de Campinas. Vina Abreu, muito obrigado pelas notícias do Legislativo. Você volta amanhã com mais informações. Isso, eu volto amanhã e a gente dá mais notícias, até porque nós temos mais requerimentos, mais projetos sendo protocolados. E você que quer uma informação da Câmara de Campinas, pode acessar o site www.campinas.leg.br. Combinado, até amanhã. Até amanhã. Vamos fazer o seguinte então, meio-dia e 36 agora, a gente vai fazer mais um rápido intervalo, é só o terceiro aqui no Câmara Total. E na volta a gente vai entrar no mundo dos quadrinhos, da internet, dos games, no universo épico com o Michel Amorim. A gente vai falar sobre saúde para você evitar manchas na pele agora no verão. Tem saúde da mulher, ainda é um assunto que nós vamos abordar no Saúde é Vida. E claro, tem uma receita especial. Qual será a receita de hoje? É daqui a pouco. Hora da gente entrar no mundo dos quadrinhos, da internet, games, filmes e seriados e outros temas de interesse do público nerd, cult e geek no universo épico e hoje com o Esquadrão na Moral. O Universo Épico no ar e no programa de hoje nós vamos bater um papo sobre um filme. E quem está aqui comigo já está conectado, é Henrique Satin, ele que é diretor de cinema. Tudo bem, Henrique? Tudo jóia, maravilha, gratidão imensa mais uma vez estar com vocês, é sempre uma honra e um prazer. O Henrique é veterano, né? Já veio aqui no Universo Épico presencialmente e agora virtual, né? Isso, infelizmente nesse período que nós estamos tem que ser dessa forma, né? Aliás, pessoal, fiquem seguros, tá? Se cuidem aí. Então vamos lá, fala pra gente sobre esse seu novo trabalho. Cara, esse trabalho surgiu, acho que foi em julho, junho e julho desse ano, com a ideia, juntamente com o Isiel Miranda e a Maria Samanfri. Eles têm um canal infantil no Insta e no YouTube chamado Namoral Kids. E eles falaram para mim, poxa Henrique, a gente tem o sonho de fazer uma série infantil, um produto infantil. Aí eu perguntei, para quando, cara? Ele falou, cara, a gente gostaria de lançar no final do ano ou nas férias das crianças. Eu falei, ah, legal. Desse ano? É, no máximo até janeiro, fevereiro do ano que vem Eu falei, ah, bacana E falei, ah, vamos embora E aí a gente, a gente não, né Eu desenvolvi o roteiro, a gente conversou, criou, gerou ideias Aí eu fiz o roteiro E do roteiro a gente já partiu pra pré-produção, produção E já estamos na fase de finalização do filme O filme deve estar já finalizado até segunda-feira. Segunda-feira a gente já tem ele pronto. Já estamos conversando com algumas distribuidoras para comercializar ele agora para janeiro ou no mais tardar, início de fevereiro. A ideia nossa do coração é que ele entre no circuito comercial agora em janeiro. Seja cinema, seja streaming, seja TV, enfim. Aí acabou virando Eu acabei me empolgando um pouquinho no roteiro E acabou se transformando num longa-metragem Olha, enquanto a gente conversava aqui Enquanto você explicava pra gente O nosso editor colocou algumas imagens Pra gente ver algumas cenas do teaser, né? E eu vi no set muitas crianças Tem muitas crianças, né? Muitos atores ali, Mirim E aí, como é que faz, né? Como é que foi coordenar, dirigir essa criançada? Cara, você sabe que foi um prazer, cara. Foi um prazer, assim, e um aprendizado enorme pra mim. Enorme, porque, cara, as crianças são muito talentosas. Muito, muito, muito. A gente até brinca assim, são tão talentosas que chega uma hora que dá raiva. No bom sentido. Porque são crianças muito boas, São crianças que vêm de musicais grandes em São Paulo São crianças, tem crianças que estão começando Mas todas elas são muito boas Disciplinadas Extremamente disciplinadas E como a gente aprende com a criança Porque a criança, ela usa muito fácil a intuição A gente, conforme vai passando o tempo E tudo que a vida vai trazendo de bagagem pra gente a gente acaba confiando menos na nossa intuição, né? E a criançada usa isso muito fácil, muito rápido, eles são muito ágeis em pegar as coisas, muito, eles são muito, muito bons. É uma esponja, absorve aquilo lá, é mais complicado fazer direção de adulto, porque o adulto, o ator, né, vou falar aqui, às vezes vem com algum vício, alguma mania, que é um pouquinho mais difícil ou não? O ator é bem mais disciplinado, né? São processos diferentes. São processos diferentes. A criança, a criança, ela acaba, às vezes, descansando mais rápido porque é criança, né? É um processo natural, né? Você lidar com criança, trabalhar com criança, você, às vezes, tem que trabalhar com um lúdico também pra trazer elas de volta, né? Porque criança é criança, ela quer brincar, ela quer correr, ela quer se divertir. Trabalhar com criança é um processo, é você redescobrir o processo intuitivo, porque você fala uma coisa para ela e ela pega, ela pega muito rápido, porque ela não pensa naquilo, ela simplesmente executa. Uma cena que é um pouco mais tristezinha, um pouco mais que demanda uma emoção, um pouco mais para um lado, cara, em segundos ela acessa aquela chavinha e vai embora. Às vezes com adulto é um pouco mais complicado porque a gente tem que lidar com algumas coisas internas, alguns processos que talvez a vida trouxe e que para a gente acaba se tornando mais difícil e para elas às vezes não. Simplesmente vai lá e fala, mas como assim tão rápido? Então é um processo diferente que eu nunca tinha passado por isso. Estou muito feliz. E as crianças, cara, elas são assim extremamente talentosas. É um achado, assim, é um achado mesmo. E como que foi pra fazer esse elenco, né? Como é que vocês trabalharam pra reunir essa galera? Eu, uma das meninas do elenco, que é a Lara Vaz, ela já tinha participado dos outros dois filmes que eu dirigi, né? Que foi Sofia e Um Caso de Outro Mundo. E aí eu conheci o Felipe Costa, O Filipe Costa é filho de um conhecido. Eu já acompanhava ele nas redes sociais. Ele tinha feito alguns musicais em São Paulo. Aí eu bati um papo com ele, fiz um testezinho com ele. E a partir daí a gente foi pesquisando elenco de acordo com as características e foram aparecendo as pessoas. E todas as crianças que a gente procurou vieram, gostaram do projeto, gostaram da temática e vieram. Então, assim, muito, muito, muito feliz com eles. Muito, assim, eu acho que eles, logo, logo, eles vão estar estourando na mídia aí. E aí, como é que foi trabalhar esse projeto, né? Vivendo uma pandemia, isso com certeza trouxe aí mais problemas, né? Do que já é difícil o audiovisual independente. E aí, quais foram os obstáculos novos que apareceram? É, a pandemia, a pandemia por um lado, tem lado bom, tem lado ruim, a pandemia ela acabou despertando na gente uma necessidade de pensar no próximo ano, na hora que a gente for sair disso, foi por isso que acabou surgindo o projeto, pela vontade de, pela vontade da Marisa do Israel de ter esse sonho de fazer um produto infantil e, por um outro, que esse produto infantil levasse a gente, ano que vem, para viabilizar uma série, efetivamente começar uma série fixa com eles e, talvez, transformar também a tenda em continuações de filmes. Então, a gente pensou em gravar algo justamente para preparar para o ano que vem. O que a gente pode fazer agora para que, ano que vem, a gente consiga entrar no mercado, ficar no mercado, tentar encontrar uma forma criativa e assim é até bonito dizer isso, como tem gente que gosta de ajudar, como tem gente boa, que toda a gravação nossa ela foi em Jundiaí a cidade de Jundiaí nos abraçou todo o setor hoteleiro, a Rede Ibis apoiou a gente com hospedagem o setor de alimentício deles cara, eles tinham tinha te aberto acho que fazia poucos dias ou poucas semanas e eles com toda dificuldade de estarem fechados dois, três meses ajudaram a gente com todas as dificuldades financeiras todas as dificuldades que passaram pela pandemia é uma gratidão imensa e a gente eu particularmente me sinto lisonjeado e até assim uma responsabilidade grande de entregar um produto que todos eles acreditaram. E só fazendo assim, um aspas, a gente seguiu todos os protocolos de saúde, face, máscara, distanciamento. A gente voltou quando foi liberado para voltarem as gravações, então foi feito tudo de acordo com as normas de segurança, para garantir a segurança E aí, né? Fazer um projeto como esse realmente envolve uma galera enorme. E também o custo disso, né? É um projeto financeiramente totalmente colaborativo nessa questão financeira? É um projeto totalmente colaborativo, financeiro. A gente conseguiu apoios, apoios barra patrocínio da rede hoteleira, da rede de alimentos, do pessoal de lojas de roupas que receberam figurinos. A Tecnológica até produziu o figurino para a gente. Então, todos os profissionais que vieram pelo projeto, vieram porque acreditaram no projeto, no potencial do projeto, principalmente na história que estava sendo contada. Então, é um projeto colaborativo. Já que você falou da história, é uma história que não é só entretenimento, não é só diversão, é uma história que traz ali uma reflexão. A gente sempre quis trabalhar com valores. Quando eu conversei com o Isia e com a Maria essa primeira vez, eles falaram cara, a gente gostaria de trabalhar valores com as crianças. Trazer alguma coisa que traga diversão, mas que também traga valores. Que a gente possa tentar inserir isso no mundo delas. Porque a criança tem essa característica de reproduzir aquilo que ela vê, que é aquilo que ela gosta. Então, se a gente conseguir inserir o valor, valores, então isso é bem bacana. Então, a gente trabalha muito a parte de empatia no filme. E é o momento que a gente está vivendo isso. Então, essa parte de empatia, ajudar o outro de coração, sem esperar nada em troca, aceitação, enxergar nas dificuldades as coisas boas da vida tentar sempre encontrar uma saída pros problemas que apareçam então o filme ele vai girando nesse norte e com comédia, com humor com música, que as crianças cantam também tem partes musicais no filme então é um filme que eu tô bem feliz com o resultado bem feliz É um filme não só para as crianças, mas para a família, né? Exatamente. A gente teve uma conversa, acho que foi um tempo atrás, que era sobre isso. Eu falei, cara, não é só um filme infantil, é um filme para a família. Porque geram reflexões, tanto para a criança quanto para a família. Tem os adolescentes, tem dois adolescentes no filme, Dois atores que fazem adolescentes no filme Que podem puxar O público um pouquinho pra cima Até a parte dos pais Eu acho que é um filme pra família assistir Pra se divertir e quem sabe Trazer algumas reflexões e mudanças em hábitos deles Alguma coisa que eles possam Trazer daquilo Pra vida cotidiana deles Olha só O pessoal de casa com certeza tá curioso E a gente separou O trailer pra vocês assistirem Então, olha aí. Virando num pobre, bem pobre, ainda pedi-lhe esmola. A formiguinha virou logo num pobre, bem pobre, e foi pedir esmola às outras posturas. Olha a trufa, apenas cinco reais. Mas, por que ela está trabalhando? Mas, então, por que a gente aprende empatia na escola se a gente não pode colocar em prática? Mas, vó, não é certo a bolacha ter que trabalhar. Por que ninguém quer ajudar? Não é tão simples assim ajudar, entende? Por que não? Ai, meu cérebro! Ai! Ai! Ai! Agora, o importante é que vocês, vocês sabem o que vocês vão fazer. Ô Henrique, e aí, né? Conta um bastidor pra gente. Adoro bastidor. Tem alguma coisa engraçada? Eu vou dar um pequeno spoiler pra vocês. No final do filme, na hora que sobe os créditos, a gente coloca algumas brincadeiras de gravações. bastante disso. Sensacional. Tem pós-crédito, então? Tem. Tem pós-crédito e assistam o pós-crédito que já tem uma chamada, surpresa aí pra quem sabe uma continuação. Tem alguma coisa rolando depois aí, então não vou embora antes, não. Tá certo. A criançada era muito divertida. Muito, muito, muito. Então, assim, as brincadeiras que rolavam entre eles, porque Na série, tem os dois adolescentes em que o menino fica completamente perdido com a menina. Ficou completamente sem jeito, então tem todo humor. Então eles brincavam muito com eles, cantavam músicas, tiravam sarro. Virou um clima muito, muito gostoso. Então teve várias situações bem, bem, bem hilárias durante as gravações. Foi bem gostoso. O Henrique, olha só, quando o papo é bom, passa tão rápido que a gente nem vê, né? E infelizmente já tá acabando o nosso tempo, mas eu não vou terminar sem antes você falar pro pessoal de casa como é que faz pra acompanhar o projeto, o filme, né? Então pra ficar também na torcida, pra que não fique só nesse filme que aí desdobre pra uma série ou para outras continuações, né? Como é que faz para acompanhar? Pessoal, entrem lá na página do Espadrão na Moral no Insta, é arroba Espadrão na Moral. Também no meu Insta, é Henrique Satim, é arroba Henrique Satim. No Face também Henrique Satim. Acompanhe a gente lá no Insta, no Insta que logo logo teremos novidade, novidades boas, viu? Henrique, eu tenho certeza que você volta logo, né? Só não sei ainda se vai ser presencial, como é que vai estar essa questão da pandemia, né? Se vai ser virtual. Eu espero que já tenha passado da próxima vez que você voltar aqui. Ou pra falar que, olha, Michel, virou uma série. Olha, Michel, virou um segundo filme. Ou com novos projetos. Porque eu tenho certeza que você sempre tem coisa nova aí. Tem. Tem coisas novas já pro ano que vem. Isso já tem, já. Já tem coisas sendo desenvolvidas pro ano que vem. E quem sabe não vira os dois ano que vem. Quem sabe não vira uma série e a continuação, a parte 2 do filme. Por que não? Sensacional. Bom, você já sabe, né? O convite tá feito, né? Então é só mandar aí uma mensagem pra nossa produção e a gente marca um dia aí. Tá certo? Vai ser uma honra. É sempre muito gostoso e um prazer bater um papo com você aí. Vocês são extraordinários. E aí você vem conhecer o nosso estúdio novo, que a gente tá de casa nova. o pessoal de casa eles não estão vendo, mas eu estou vendo pela telinha pequenininha de cima o estúdio de vocês, tá lindo tá lindo o nosso cenário com certeza aí você vem aqui pro estúdio, tá bom muito obrigado pela participação e dividir toda vez os seus projetos com a gente, eu fico muito feliz de você sempre ter coisas novas pra trazer aqui pra gente eu que agradeço você, sempre gentil, sempre conduzindo muito bem as reuniões E eu que agradeço você e toda a equipe pelo incentivo e apoio aos produtos independentes. A gente precisa de divulgação, a gente precisa de apoio. E tem muita gente fazendo coisa muito boa pela região. Então vamos continuar lutando, batalhando, que a gente está chegando lá. Valeu Henrique, um abraço. Gratidão imensa, um grande abraço querido. Se cuidem aí pessoal. Universo Épico fica por aqui na próxima semana tem muito mais tchau, tchau Universo Épico também retorna na próxima terça-feira sempre com uma entrevista bastante interessante com histórias do mundo dos quadrinhos dos games e da internet. Vamos falar sobre saúde agora? Você de casa sabe como evitar o aparecimento de manchas na pele, principalmente agora no verão? Confira os detalhes então na reportagem de Michel Amorim. Sol, estresse, hormônios e medicamentos podem intensificar as manchas escuras no corpo. Essa dermatologista faz um alerta para uma doença crônica de pele que se agrava no verão. O melasma é um distúrbio pigmentar, é uma mancha na pele, mais comumente falando, geralmente ela é acastanhada, e por que ela acontece? A nossa célula de pigmento, que é o melanócito, que produz a melanina, muitas vezes ele está produzindo em maior quantidade aonde não deveria, ou ele está em maior quantidade, ou então é excesso da melanina ou excesso de célula. E você pode prevenir o melasma seguindo essas dicas. Evite a exposição solar, principalmente das 10 da manhã às 4 da tarde. Use filtro solar adequado para o seu tipo de pele diariamente e retoque várias vezes ao dia. Ainda mais se houver trabalho ao ar livre. A luz visível de iluminação de lâmpadas, computador e TVs, celular, também desencadeiam e agravam o melasma. O calor de sauna, banho quente, secador de cabelo, fornos, fogão também afetam. Portanto, quando estiver em casa e no trabalho, é preciso aplicar o filtro solar. É mais comum em mulher, 10% dos homens só são acometidos, embora eles também possam ser acometidos. Geralmente a idade é após o período da puberdade, onde a gente tem as alterações hormonais, os picos hormonais. Porque um dos fatores desencadeantes é alteração hormonal, fator luz, principalmente luz solar, calor, algumas medicações podem desencadear. A Patrícia sofre desde os 30 anos com melasma e a doença agravou com a gravidez. Quando ele começou a aparecer, eu às vezes sabia da importância do filtro solar, mas eu não retocava. Minha profissão, como eu sou representante, propagandista, eu estou andando de carro, na rua, eu estou muito mais exposta no solar, né? Então eu passava muito protetor solar de manhã e muitas vezes próximo do almoço ou antes do almoço eu esquecia de retocar. Agora eu tenho a nenê já de oito meses, então ainda estou tratando, melhorou bastante, mas realmente na gravidez eu senti que piorou bastante o melasma. Para mulheres grávidas, se tem predisposição e como a gravidez é um boom de hormônio, pode predispor o melasma na gravidez, que a gente chama de cloasma gravídico. Que se a pessoa tem só ele por si só, ele pode tender a passar o efeito, né, gravidez, amamentação, desaparecer. As manchas mexem com a autoestima. No meu caso, mexe mais do que os quilinhos a mais, que é tudo a mulher busca. O melasma, para mim, ele mexe muito com a autoestima, mexe muito com o psicológico. A gente acorda de manhã, lava o rosto, se a gente tiver aquelas manchas escuras, ridas, dá uma sensação de tristeza profunda. Existem vários tipos de tratamentos, como medicamentos, cremes, laser e peelings, ou até mesmo a combinação entre eles. É um processo demorado porque é uma doença crônica e deve ser tratado para sempre, mesmo quando houver um efeito clareador, porque qualquer exposição solar pode levar à reativação das manchas. Infelizmente ele não tem cura, mas ele tem tratamento e aí a gente faz as manutenções. Então a pessoa tem para ela estar o mais estável possível durante a vida. Além das dicas que você já viu durante esta matéria, fique atento com qualquer mancha que aparecer. A gente tem que afastar, né? Lupus cutâneo, amiloidose, algumas outras manchinhas de pele. Ah, eu acho que é o melasma. E vai que é um nevo ali alterado, desplásico, algum cancerzinho de pele começando. Então, precisa passar num dermatologista, pelo menos uma vez por ano, a cada seis meses, pra você fechar o diagnóstico e falar, não, o que eu tenho é o melasma. Fique atento aí a todos os sinais, então. Endometriose e cisto no ovário são termos que muitas vezes escutamos e poucas vezes entendemos Afinal, o que é cada um desses quadros? Apesar de os termos estarem relacionados à saúde da mulher, eles têm origem diferentes entre si E podem aparecer em momentos distintos na vida da mulher Acompanhe agora Saúde é Vida Olá, vamos falar de saúde? Como é que anda a sua, hein? O tema de hoje é saúde da mulher. Aqui comigo está o doutor Galani, porque tem muito para falar sobre esse tema, né doutor? Seja bem-vindo, obrigado por acertar o nosso convite. Eu que agradeço pela oportunidade. Doutor, algumas mulheres sofrem com cisto no ovário. O que acontece com elas nesse caso, hein? Veja, cisto no ovário é algo bastante comum e muitas vezes pode ser inclusive fisiológico, ou seja, normal. Toda vez que a mulher ovula, por exemplo, acaba por formar alguns cistos. O processo de ovulação pressupõe a formação de cistos. Quando um desses cistos se rompe, um pequeno cisto, ocorre a ovulação. Mas além desse cisto fisiológico, o ovário pode ter cistos que podem ser desde pequenos cistos até cistos maiores. E a principal complicação que a gente teria aí seria os tumores malignos do ovário. Isso ela pode sentir quais sintomas? Dores ou uma menstruação mais acentuada? O que acontece com essa mulher quando tem o cisto? É uma boa pergunta. O ovário é um órgão interno dentro da barriga, dentro do abdômen. E ele não dá muitos sintomas. Então, é importante que a mulher passe anualmente ao ginecologista. E aí, dependendo da história clínica, do quadro, dos antecedentes, o ginecologista vai fazer a solicitação de exames quando necessário, ou mesmo através do exame físico, do exame clínico. Mas, na maioria das vezes, não tem muitos sintomas. Dentro das patologias que podem acometer o ovário, a endometriose é a que geralmente é mais rica em sintomas, mas nem sempre. Quando dá sintomas, pode dar sintomas como cólicas menstruais muito fortes, dores abdominais... Muitos reclamam de dor, né? Quando tem, né, doutor, as crises, eu ouço até colegas minhas reclamando que é uma dor bastante aguda, intensa, sobre a questão da endometriose, né? É uma dor que chega a ser até insuportável mesmo. É, depende muito de caso para caso. Você pode ter casos de endometriose até bastante avançados, com poucos sintomas, e casos iniciais, às vezes, com muitos sintomas. É muito pessoal, muito individual. Por isso que você tem que ver caso a caso. Doutor, ainda voltando um pouquinho lá no cisto do ovário, quando o médico percebe que já está num estágio avançado, o que é recomendado? Fazer uma cirurgia ou fazer uma posologia, um tratamento através de remédios? Qual que é a situação para até tratar essa situação aí do cisto no ovário? Então, o cisto, se ele for fisiológico, que é a situação mais comum, você não precisa fazer nada, porque naturalmente ele vai desaparecer. Se ele está com um volume um pouco maior, geralmente maior que 2 centímetros, até uns 6 centímetros, você geralmente trata com medicamentos. E em casos maiores que 6 centímetros, dependendo da situação, você pode indicar a cirurgia. Agora, o senhor falou às vezes que pode ser silencioso essa questão, né? A mulher não percebe que tem, já que às vezes não tem um sintoma. Por isso que é necessário essa visita ao médico de uma forma mais periódica? Sim, a visita anual ao ginecologista é indicada por vários motivos. O mais conhecido é para a colheita do Papa Nicolau, que é um exame simples e que consegue prevenir o câncer de colo teríneo. E juntamente com a colheita do Papa Nicolau, você faz a anamnese, faz a consulta e o exame físico. E está envolvido não só a avaliação das mamas, por exemplo, mas também a avaliação dos órgãos internos, no caso, o ovário. Cuidar da saúde, né? É desde pequena, desde menina? Sim. No caso das meninas, principalmente abaixo de 12 anos, as meninas vão no pediatra. E a partir dos 12 anos, geralmente, depois que inicia a menstruação, Então, é bom passar também, se ela pode continuar acompanhando com o pediatra, mas é também conveniente que ela passe com o ginecologista. Agora, o senhor começou a falar da endometriose. Vamos retomar esse assunto que preocupa muitas mulheres. Doutor, o que é, na verdade, endometriose? Endometriose é uma doença em que você tem o tecido que recobre o útero internamente, que a gente chama de endométrio. Quando ele não está localizado dentro da cavidade uterina, ele pode estar localizado, por exemplo, na parede muscular uterina, no ovário, nas trompas, em qualquer parte do corpo. Isso a gente chama de endometriose. E quando esse testículo está localizado em outras partes, que não dentro da cavidade uterina, ele também sofre a ação dos ciclos hormonais normais da mulher. O problema é que quando ele está localizado em outro local, quando termina o ciclo e a mulher não engravidou, significa que ela vai ter um sangramento. E esse sangramento, se for no ovário, por exemplo, vai ter um sangramento dentro do abdômen, por isso que provoca bastante dor. Dependendo de onde estiver, vai ter esse tipo de problema. Até o senhor tinha citado que depende de paciente para paciente se vai ter uma dor ou não, não é isso? Exato. É isso que eu ia falar, né? Às vezes a paciente não tem dor mesmo, mas tem outras que tem uma dor aguda. Sim, varia bastante. Você pode ter, desde uma paciente assintomática, ou seja, ela não tem sintoma nenhum, segue a vida dela, e você, através de um exame de ecografia ou ultrassom, por exemplo, você faz o diagnóstico de endometriose. Desde pacientes que têm sintomas muito graves, uma situação grave, por exemplo, a endometriose pode levar a uma ruptura do intestino e você tem uma peritonite, uma situação de urgência, uma situação bastante grave. Então, eu estou te dando uma ideia de leque de coisas que podem acontecer. Agora, então, é uma doença que a mulher tem que prestar atenção. O senhor já falou que pode atingir outros órgãos aí. Então, é uma doença que ela tem que estar bem atenta. Sim, mas é que ela sozinha, pouco ela vai poder fazer no sentido de fazer o diagnóstico, entendeu? No caso, por exemplo, de um módulo de mama, muitas vezes a auto-calpação, o auto-exame consegue fazer o diagnóstico. No caso da endometriose, a paciente sozinha dificilmente vai fazer o diagnóstico, ela vai ter que passar por um especialista. Não tem como, olha o recado que o doutor está dando para a gente. A gente tem que realmente visitar o médico, passar por uma consulta para ver se está tudo certinho, porque às vezes a gente não tem nenhum sintoma e aí quando vai ver a doença está avançada, né doutor, aí é mais difícil de tratar? Sem dúvida. Como um princípio básico na medicina, quanto mais cedo você fizer o diagnóstico, mais fácil é o tratamento e, sem dúvida, melhor o prognóstico, ou seja, a evolução do corpo. Existe alguma idade que essas mulheres são acometidas pela endometriose? Sem dúvida, a grande maioria, você vê a manifestação da endometriose durante o período fértil, que começa aí por volta dos 10, 12 anos de idade e vai até a mulher entrar na menopausa. Depois da menopausa, a menopausa acaba sendo um alívio para a mulher no desrespeito à endometriose, porque diminui a produção hormonal e aí você não tem mais estímulo do testículo endometrial. E com isso, na verdade, resolve o problema. Aí vem o desafio da menopausa, né, doutor? Que também não é fácil, né? Ô, doutor, nessa questão, o senhor falou da questão da gravidez, pode interferir também? A mulher pode ter alguma dificuldade? A mulher que tem a endometriose pode ter alguma dificuldade em engravidar? Sim, é uma das causas de infertilidade. A endometriose pode, por exemplo, acometer as trompas, levando à obstrução das trompas, levando a aderências, cicatrizes, e com isso não permitir que todo o processo da fecundação ocorra de forma normal, fisiológica. Não é uma coisa que você pode dizer que quem tem endometriose não vai engravidar, então é importante que quem tem endometriose, caso não queira engravidar, que também tome os cuidados necessários, seguindo a orientação médica. É importante esse conceito, porque muitas vezes falam que tem endometriose e não vai engravidar, e de repente engravida. Então uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa, mas pode ser realmente um fator de infertilidade. Doutor, e como é que é o tratamento disso? Existem vários recursos. Você tem desde procedimentos cirúrgicos como a laparotomia, você abre a barriga para ver o que tem e tenta cauterizar, retirar o soco da endometriose. pode ter também a laparoscopia, que é um procedimento feito normalmente com anestesia geral, em que você introduz equipamentos dentro do abdômen, você faz também procedimento cirúrgico, você tem medicamentos que normalmente são a base de progesterona, que é um tipo de hormônio, medicamentos que bloqueiam a produção de hormônio, você tem vários recursos, Aí, dependendo da situação, o médico vai indicar o melhor tratamento para aquela paciente naquela fase. E não necessariamente ela pode ficar com um só tipo de tratamento. Às vezes ela faz uso, por exemplo, de medicamentos que bloqueiam a produção de hormônio, depois ela faz uso de medicamentos que têm progestagem, pode fazer uso de cirurgia. Então, você tem um leque e você vai usando, escolhendo através de critérios médicos, o melhor recurso para aquela situação. Existe alguma atitude que a mulher pode tomar para tentar prevenir a endometriose, doutor? Por exemplo, uma vida mais saudável, exercício, alimentação, ou não tem nada a ver? Não tem nada a ver. Uma das coisas que, teoricamente, do ponto de vista epidemiológico, seria ela engravidar cedo. Porque a gravidez acaba ajudando a prevenir a questão da endometriose. Mas gravidez envolve coisas muito mais amplas também. Outras questões, né? É, exatamente. Eu não vou dizer assim, engravido que você não vai ter hemometriose, não se trata disso. Mas não tem, do ponto de vista prático, nada que possa... Quem tem, por exemplo, na família algum caso, pode ser mais suscetível a vir a ter também? Olha, você até pode ter isso, mas não é uma coisa hereditária, não é porque uma mãe teve que a filha vai ter, não é porque uma irmã teve que a outra irmã vai ter. É realmente individual. E o fato de você ter uma irmã, por exemplo, que teve, não quer dizer que você vai ter ou deixar de ter. Pode ter um risco um pouco maior? Até pode, mas não é muito significativo. O fato é que cada pessoa é uma pessoa, é uma história, e você tem que analisar individualmente, caso a caso. Doutor, vamos aproveitar que o senhor está aqui, vou abusar um pouquinho, vamos falar um pouquinho sobre anticoncepcionais, né? Muitas mulheres têm receios, porque mudou muito também essa concepção, algumas achavam até que desencadeava algumas doenças. Hoje esse tratamento está bastante moderno, né, esse contraceptivo. Olha, a gente tem um histórico de uso de anticoncepcional aí de 60 anos. São produtos que são muito estudados, já há muito tempo, sem dúvida contribuíram para a emancipação da mulher no século XX, no sentido de ganhar liberdade, de se apoderar do seu próprio corpo. Então, participaram dessa revolução no sentido de empoderamento das mulheres que aconteceu no pós-segunda guerra. Evidentemente, envolve outros aspectos, acho que não cabe a gente entrar aqui no sentido sociológico, político, etc. Mas você tem várias opções de vir bastante seguras com indicações precisas. O que a gente destaca é que não seja feita automedicação. Nós estamos numa região que é muito bem assistida do ponto de vista médio. Prova disso foi o recente surto, a recente epidemia do Covid. No que diz respeito à assistência, a nossa malha de assistência deu conta do recado. Isso não é pouca coisa. Nós temos que lembrar que cidades como Milão, Madrid, Nova York entraram em colapso e no estado de São Paulo nós não tivemos colapso, em especial nossa região aqui de Campinas. Então, isso não é pouca coisa, ou seja, nós temos uma malha de atendimento aqui na região bastante forte, bastante vigorosa. Então, quem quiser ter assistência, quer seja pela rede pública, quer seja pelo sistema de saúde suplementar, que são os convênios, ou mesmo particular, sem dúvida, não faltam opções aqui na região. Então, deve procurar um serviço de saúde, né? E não fazer auto-medicação ou ir no balcão da farmácia se auto-medicar. Isso não é muito inteligente e você pode sofrer consequências, às vezes, graves. Posso dar um exemplo que é muito comum. Muitas pessoas fumam, né? E a associação de cigarro e alguns tipos de anticoncepcionais aumenta muito o risco, por exemplo, de trombose. De trombose, isso que eu ia comentar com o senhor, né? É bastante sensato que a pessoa procure um serviço de saúde, quer seja o posto de saúde, quer seja o consultório médico, não se auto-medica. É, porque às vezes aquela pílula ou aquele outro método não vai dar certo para aquele organismo dessa paciente, né? E pode vir a desencadear outras doenças. O senhor citou aí trombose, mas pode também outras doenças também, até graves, né, doutor? Exatamente. Nem tanto ao mar, nem tanto à terra. Em termos de anticoncepcional, é importante a pessoa entender o seguinte, quer queira, quer não, você está indo contra a natureza, porque a natureza desenvolveu todo o sistema de reprodução sexuada, etc. E pela natureza a gente teria aquele monte de filhos. Por questões culturais, sociais, até mesmo financeiras, hoje em dia nós temos a possibilidade de escolher quando e se a pessoa quer engravidar. De planejar, né, doutor? Exatamente. Sem dúvida, isso contribuiu também para a diminuição da mortalidade infantil, diminuição da mortalidade materna, isso tem grandes benefícios com esse tipo de recurso. Agora, você tem que ver para o casal qual o melhor método anticoncepcional para aquela situação de vida. E a gente destaca que para fazer a escolha você tem que seguir alguns critérios. Então, você tem critério como, por exemplo, a eficácia do método. Então, se aquele casal não pode engravidar de jeito nenhum naquela fase de vida, você vai procurar usar métodos que sejam mais eficientes, que tenham um índice de falha menor. Se tiver numa situação de vida que se engravidar, a gente não quer engravidar, mas se engravidar tudo bem, você também oferece métodos que têm um índice de faga maior e que não tenham uso, por exemplo, de hormônios e assim por diante. Então, você tem à disposição hoje vários métodos, estão à disposição inclusive nos postos de saúde, e que o ginecologista, a ginecologista vai oferecer para aquele casal, sem dúvida, você pode escolher. Agora, é importante que seja oferecido e a pessoa tenha as opções para fazer a escolha adequada. certinho, doutor, infelizmente nosso tempinho acabou, antes disso de me despedir do senhor, quero fazer um novo convite, volte sempre que quiser aqui ao nosso programa, viu? Eu que agradeço muito obrigado, um ótimo fim de semana, obrigado a você também que esteve aqui comigo até agora e faça igual o doutor Galani falou, cuide-se nada de ir na farmácia e se automedicar, hein? Até nosso próximo encontro, fique bem, tchau Uma hora e 22 minutos, nós estamos ao vivo nesta terça-feira e nós vamos fazer o seguinte agora. Último intervalo aqui no Câmara Total e na volta, olha só aqui na minha tela, Cozinha Fácil com o Michel Morim. Qual será a receita de hoje? Depois do intervalo. 1h26min, Câmara Total de Volta, ao vivo nesta terça-feira e agora sim, você já está aí com o seu papel e a caneta na mão ou com o seu celular para anotar toda a preparação, todos os ingredientes. Então, chega mais Michamorim no Cozinha Fácil e agora tem um filé à la reine. Mais uma edição do Cozinha Fácil e hoje nós estamos aqui em Joaquim Egídio, no restaurante Vila Paraíso, com o chefe Ricardo Barreiro. Tudo bem, chefe? Tudo bem, e você? Tudo jóia! Chefe, o que nós vamos ensinar hoje para o pessoal de casa? Hoje a gente vai fazer o filé la reine. É um filé que é uma receita de família. Há muitos anos esse filé tem todo final de ano na casa da minha avó. E a gente quis resgatar esse sabor, esse gostinho de família. e compartilhar com todos os nossos clientes. Então é uma receita da avó? Da avó. A avó que sempre fazia? Sempre não, só final de ano. Ela guardava essa para o final do ano. Era ali o segredo da família, né? E olha só, por que Larraine? A Larraine é um prato que já vem com esse nome. Então, aquelas receitas impressas naquele papelzinho amarelo, toda rabiscada com a letra da Navó e era filé à la reine e a gente quis manter esse nome. Você acha que ela deu uma adaptada ali? Acrescentou algum sabor dela? Eu acho que ele foi sofrendo alterações porque como é uma receita muito antiga, a gente não tinha os ingredientes que a gente tem hoje. Então, você vê algumas coisas, muita coisa com marca nas receitas antigas. Ah, é uma latinha daquilo. Então, assim, o creme de leite fresco era uma coisa mais difícil, então ela foi sofrendo alterações. Hoje nós estamos usando aqui a carne filé mignon. Filé mignon, corte alto, chateaubriand. E dá para usar algum outro tipo de carne? É um molho forte, né? A gente está com bacon, uva passa, o molho da carne também, que é o molho madeira. Então, eu acho que com um frango, um frango até iria bem, né? Eu acho que um frango puxa. Já para um peixe, acho que nem tanto. Não serve. Mas aí, se você quiser usar, de repente, um contra filé, casa... Com certeza, com certeza. Qualquer tipo de carne vermelha vai bem com esse molho. E o segredo, então, todo o toque está no molho? Está no molho. O que a gente tá usando nesse molho aí? Aqui, a gente ensinou a fazer já como faria em casa, né? Porque como esse prato é um prato de final de ano, por isso que eu acho que só é feito no final do ano, a minha avó fazia com filé mignon inteiro. Ela amarrava ele pra ele ficar bem redondinho, selava ele na panela, Tirava e depois começava a fazer o molho ali Com o resíduo da carne Aqui a gente grelha o filé na hora que o cliente pede Entendi Então a gente teve que adaptar E eu peguei uma base de carne que é o molho madeira Pra dar esse sabor e chegar mais próximo da minha avó E como o chefe disse O final de ano está chegando E com elas as uvas passas, né? Sim, sim Então começa a acrescentar aí Vem no panetone, vem na maionese, no arroz. E aqui a gente está ensinando, então, um molho que leva uva passa. Isso torna o nosso molho ali agridoce? Porque tem bacon, né? Torna agridoce? Eu acho que ele vai dar uma sutileza. Continua sendo um molho forte, um molho marcante, um molho salgado. A gente está com bacon, está com cebola, está com molho madeira. Tem um pouquinho de creme de leite fresco. Então é... e a uva passa a dar aquela quebrada. Eu acho que ainda não chega no molho agridoce. Chefe, pessoal de casa, o que eles vão fazer agora? Vão pegar o caderninho para anotar tudo que vai na nossa receita, certo? Certo. Confira. Anote aí os ingredientes da nossa receita. Você vai precisar de filé mignon, 250 gramas. Para o molho, 50 gramas de bacon fatiado e depois picado bem fininho, 50 gramas de uva passa, 50 gramas de cebola picada em cubinhos, 100 ml de molho madeira, 40 ml de creme de leite e 20 ml de licor de laranja, amêndoas ou outro tipo neutro. Bom, o pessoal de casa já notou, nem vai tanta coisa, né? É um molho super simples. Se você conseguir usar, né, para preparar para a família, grelhar o filé mignon antes e fazer o molho em cima daquela panela, você consegue eliminar o molho madeira. Na receita tradicional da minha avó não vai o molho madeira. Aí fica mais rápido ainda. Olha, a gente vai ensinar como é que faz o molho lahene. O molho madeira a gente não está ensinando como é que se faz. Mas é um molho simples. O molho madeira é um molho simples, porém demorado. É um molho que faz com carne. É o suco da carne que sobrou ali. A gente tem que selar essa carne até ela ficar bem douradinha. E aí depois a gente vai adicionar água gelada. E aí vai começar, são três dias, cozinhando essa carne. A gente vai adicionar guarnição aromática, que é salsão, cebola, cenoura. E alho poró A gente vai colocar Essa guarnição É um caldeirão que a gente faz E a gente vai deixar Isso apurando Durante três dias A gente vai coar isso, reduzir E dar o ponto Essa é a sugestão do molho madeira do chefe Mas você deve ter aquela Sua receita aí de molho madeira Que também dá pra usar E aí vai tornar mais ainda Sua receita misturada com da do chefe e vai ficar super gostosa. Então, chefe, vamos ensinar então como é que faz? Bora! Modo de preparo. Vocês estão preparados? Olha aí. O modo de preparo do molho é muito fácil. Você vai refogar o bacon. E na sequência, acrescentar a cebola picada. E a uva passa. E aí você vai flambar com o licor o molho. Na sequência, você vai acrescentar 100 ml de molho madeira. e o creme de leite. E aí é só deixar apurar por cerca de 25 minutos em fogo baixo. E o preparo do filé é bem simples também. Você vai grelhar a gosto no azeite. Assim que estiver pronto... Simples! Jogue o molho por cima e aí é só servir. Receita pronta, receita finalizada, a nossa já está aqui linda, maravilhosa. E olha o aroma, isso na cozinha, né, incendeia, né? Eu vi, né, durante o processo do modo de preparo, que você flamba, né? Você usou um licor ali, que pode ser um licor de laranja, amêndoas, ou um licor neutro. Inclusive, o licor também tem uma história antiga. O licor que minha avó usava, a gente não encontra mais, eu não me recordo nem o nome agora. A gente começou fazendo com licor de laranja Mas por causa da uva passa Eu preferi mudar para um licor mais neutro Então a gente usa um licor que a gente chama de trip sec Que é um licor bem neutro E ele vem para dar essa acidez no prato Perfeito Então agora só me resta, gente, experimentar, né? É a parte mais difícil do programa aqui, né? Eu nem gosto Chefe, depois de sete meses sem gravar Eu estava gravando em casa as minhas receitinhas lá, o pessoal estava acompanhando. Agora não, agora a gente está saindo mais para a rua para fazer externas. A gente veio até aqui em Joaquim Egídio para conhecer o restaurante do chefe. E claro, com toda a segurança, distanciamento, máscara, mas não dá para experimentar com máscara. Então eu vou tirar aqui, vou colocar aqui do lado. E aí, vou até colocar pra cá, pra não atrapalhar, porque eu quero mostrar, vou pedir pro nosso cinegrafista aqui, o Beléu, que eu vou cortar a carne, né? E eu vou mostrar aqui o ponto dela, como é que o pessoal de casa pode fazer? Passado, ao ponto? É, o ponto da carne, cada um pode escolher o seu. No caso, esse filé tá mal passado. Tá mal passado. Mal passado. Eu vou cortar um pedacinho dele aqui. Que pra mim... Tá ótimo. É o melhor. Pra não fazer feio, né, colocar um pedação na boca, vou colocar aqui o molhinho aqui por cima, né? Espero não derrubar. Chefe, enquanto eu experimento, né, o pessoal de casa que gostou da receita, quer acompanhar o seu trabalho, conhecer mais sobre o restaurante, não vai fazer em casa, quer vir experimentar, como é que faz? Bom, a gente está aqui no restaurante Vila Paraíso em Joaquim Egídio, vai ser um prazer receber vocês. Hoje o filé à la reine é servido com crepe, com mussarela de búfala e sálvia, mas ele vai super bem com risoto, com arroz branco, Essa base, ela cai bem com quase qualquer tipo de guarnição Com uma batata assada, com legumes Então a gente está aqui no restaurante Estamos abertos de quinta a domingo Esse prato está no cardápio, chama Filé à la Reine E venham conhecer De verdade Quando você pensa assim, hum, vai uva passa É só pra dar uma sutileza Não fica marcante, não fica Realmente Você sente todo o sabor da carne Parece até um saborzinho de defumado, um sabor de churrasco É o flambado que deixa assim? Não, é a gente usar a mesma frigideira que a gente grelhou o filé Olha só essa dica, hein? Então, pra preparar o molho, eu grelhei o filé antes e daí comecei a refogar o bacon na frigideira que eu grelhei o filé. Deu todo um toque aqui especial. Gente, olha o tamanho desse filé. Eu preciso encerrar o programa, né? Porque eu ainda tenho todo esse prato aqui pra saborear. Então, chefe, agradeço a participação. Sempre que tiver receita nova pra trazer pra gente, É só ligar para a nossa produção que, olha, não vai ser trabalho nenhum voltar. Combinado? Eu que agradeço. Muito obrigado. A gente fica por aqui. Até mais. Tchau, tchau. Eu vi mesmo, Michel Amorim, o tamanho deste filé. A equipe que estava aqui no estúdio estava acompanhando atentamente. Tenho certeza que você aí de casa também viu. E olha, com certeza devia estar uma delícia. Parabéns, Michel Amorim, também ao chefe por este filé à la reine. Uma hora e quarenta minutos, Câmara Total fica por aqui. E muito obrigado pela sua companhia e audiência desde as 11 horas da manhã, com muitas informações, com entrevista. Fomos até a Unicamp mostrar o início da vacinação aqui na cidade de Campinas. Mais de 4 mil pessoas já tomaram a primeira dose da vacina em todo o estado de São Paulo. E nós vamos acompanhando sempre aqui no Câmara Total. Até amanhã, então, às 11 horas da manhã. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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