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CÂMARA TOTAL

10 views Publicado 09/02/2021 HD · 2:06:07

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Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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E aí Olá seja bem-vinda seja bem-vindo semana começando segunda-feira 8 de fevereiro de 2021 começa agora o Câmara Total ao vivo. 11 horas da manhã, eu quero a sua participação através do número do nosso WhatsApp, que já está aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD, 97829 3776. Ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code. Pegue o seu celular, abre a câmera como se fosse tirar uma foto. E aí você vai mirar pra este QR Code e vai aparecer o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você clica e a gente conversa ao vivo nesta segunda-feira. E o que teremos hoje? A história de um campineiro com paralisia cerebral que passou em primeiro lugar na FATEC, uma história lindíssima. Vamos falar também das chuvas no mês de janeiro. Será que elas foram suficientes? E os temporais? Quais são os problemas que isso ocasiona em uma cidade? Já, já tem reportagem sobre o assunto. Nós vamos falar também das notícias da Metrópole e do Legislativo ao vivo com a Mirna Abreu. Previsão do tempo para esta terça-feira. Ah, nós vamos falar também sobre Alzheimer ao vivo. Tem uma entrevista, então assim, são muitos assuntos. Nós vamos juntos até às duas horas da tarde. e hoje as aulas retornaram na rede estadual de forma presencial, depois de uma briga judicial. Então o repórter Rubens Morelli vai nos dizer agora sobre as mudanças deste retorno, capacidade da sala de aula, se o aluno que não for, será que ele vai ficar com falta, os cuidados de higienização. Então seja bem-vindo e bom dia, Rubens. Olá, bom dia Gabriel Castro, bom dia a você e a todos que nos acompanham aqui na TV Câmara Campinas, dentro do Câmara Total A gente veio acompanhar aí esse início, esse retorno tão esperado das aulas, pelo menos aqui nas escolas estaduais A gente está na escola estadual Adalberto Nascimento, que fica aqui no bairro Taquarau e acompanha esse retorno, ainda pequeno, vamos dizer assim, porque a capacidade está reduzida em 35% da capacidade que a escola pode receber. A gente está na fase amarela do Plano São Paulo, de retomada das atividades, e poderia ser feita essa retomada das aulas com até 70%, mas as escolas estaduais aqui de Campinas decidiram manter essa capacidade reduzida para 35%, pelo menos pelos primeiros 15 dias, até para ver como está o funcionamento, se está dando tudo certo, e aí sim, indo aos poucos para retomar com mais gente aqui nas salas de aula. Para a gente conversar a respeito desse retorno, está aqui ao meu lado o professor Nivaldo Vicente, ele que é dirigente regional da Diretoria de Ensino Campinas Leste, que cuida das escolas estaduais, vai poder dar esse panorama. Um bom dia para o senhor. Como é que as escolas se prepararam para esse retorno tão esperado? Bom dia a todos e todas. Agradeço primeiro a TV Câmara, porque para nós é importante dar uma satisfação à sociedade. Então, a gente agradece vocês presentes aqui. Como que é o retorno? O retorno, primeiro que era necessário, porque a gente tem toda uma bibliografia que nos mostra a importância do retorno às aulas, as dificuldades que os alunos tiveram ficando fora da sala de aula. Aqui nós estamos retornando em Campinas, é o estado de São Paulo, melhor dizendo, em até 35% dos alunos nessa primeira quinzena. Porque qual é o objetivo nosso? O objetivo nosso é um trabalho mais de acolhimento, um trabalho de entender como foi esse isolamento dos alunos, como é que eles estão se portando diante da situação da pandemia e também vamos trabalhar alguns hábitos que nem sempre são costumeiros, como por exemplo, higienização, distanciamento, uso correto de máscara, juntamente com o currículo paulista, que a gente quer fazer um link do Currículo Paulista com essas novas demandas da sociedade. E a gente percebe aqui na escola que tem realmente álcool em gel disponibilizado em tudo quanto é parede, tem o distanciamento, tem marcações no chão. Como é que foi essa preparação para poder justamente orientar todos os professores, os funcionários, a receber os estudantes, inclusive falando que aqui na escola os próprios estudantes estão ajudando no acolhimento aos colegas mais novos. Como é que tem sido isso? Perfeito, nós tivemos 15 dias de capacitação para professores de planejamento, nesses 15 dias nós mostramos um novo olhar para a escola, porque a escola retoma, mas não é uma escola de 2019, é uma escola com resto de 2020 e início de 2021, diferenciada. Então, o que nós fizemos? Esses 15 dias foram uns 15 dias de planejamento para entender um pouquinho como receber esse aluno. Então, obviamente que a escola, a Secretaria do Estado de Educação, colocou em todas as escolas o álcool em gel, cada aluno recebe um kit de três máscaras, que são laváveis. Temos totem na entrada e na saída, aferição de temperatura. Então, todo momento nós teremos esse olhar diferenciado para o aluno. Então, por isso também em até 35%, porque daí fica um número bem menor, para que a gente possa tomar esse cuidado todo com o aluno que é necessário. Então, como eu disse a você, nós estamos com uma nova modalidade de escola, e acreditamos que esse retorno muito necessário vai fazer com que o aluno volte no seu gradativamente no seu ritual de aulas. E a gente percebe dentro das salas de aulas esse distanciamento, um aluno senta, tem uma carteira de espaço, depois outro aluno. E isso vai virar praxe, obviamente, em todas as escolas. Os alunos estão aceitando bem essa distância, vamos dizer assim, porque a gente sabe que a criançada gosta de estar próxima, Talvez pela própria experiência desse ano de 2020, eles já estão acostumados com essa questão da distância? É, sim, vamos lá. Então, a função social da escola é de socialização, é um espaço de relações e brasileiro, né? Nós somos pessoas carinhosas, acolhedoras, gostamos do abraço, gostamos do aperto de mão, só que isso tudo vai ser trabalhado, porque o distanciamento é importantíssimo, inclusive no horário da merenda, né? Porque no horário da merenda eles estarão sem máscara, Então, na merenda, o distanciamento é de dois metros cada um. Já na sala de aula, até de um metro e meio. Então, o que acontece? Esse distanciamento, nós vamos deixar bem claro a eles a importância disso, porque sabemos que para você pegar o Covid, você tem que estar sem a máscara, sem face shield, sem o álcool em gel, sem o distanciamento. Então, tudo isso, a gente vai mostrar para eles que é importante que eles entendam. Então, distanciamento, máscara, higienização das mãos sempre. Professor, eu gostaria que o senhor explicasse também essa questão dos 35%. Para que ficasse claro para o pessoal de casa, que hoje tem uma turma aqui que se reduz a 35%. Amanhã será outra turma de outros 35%. Como é que foi feito esse revezamento e o que as crianças, os estudantes, que não estão nesse momento aqui na escola, onde eles estão e o que eles estão fazendo? Vamos lá. A secretaria, nesse ínterim, criou o Centro de Mídias de São Paulo, que é um centro que trabalha com todos os conteúdos à distância, o famoso ensino remoto. E como nós vamos voltar às aulas com ensino híbrido, que é presencial e remoto, então os alunos que não estão presentes aqui hoje, presencial aqui hoje, estão na casa com as atividades, com as aulas do centro, do CMSP que a gente chama, do centro de mídias. Então, todo momento, hoje está um grupo, amanhã vem outro grupo, possibilidade de duas vezes por semana o mesmo aluno frequentar presencialmente. Os demais dias, eles estão com aulas no Centro de Mídias de São Paulo, trabalhando o currículo paulista. E esse currículo, então, é integrado entre todas as escolas para não haver qualquer prejuízo para os alunos? Sim, com certeza. Não há discrepância nenhuma de ensino. Tudo que o aluno deixou de aprender, nós resgataremos. Então, todos os professores estão preparados, porque todo esse tempo nós ficamos trabalhando com os professores. O ano passado todo o centro de mídias esteve na ativa, esse ano como vai ser híbrido, presencial e remoto, todos os alunos estão com o mesmo conteúdo sendo trabalhado em sua casa ou na sala de aula. Agora, no ano passado, a gente teve muitos relatos de alunos que tiveram dificuldades no acesso ao conteúdo, ou seja, pela falta de acesso à internet ou da própria TV, enfim, as condições econômicas influenciam muito no nosso país e, é claro, nesse sistema de educação também. O que a diretoria regional de ensino leste aqui de Campinas fez para que todos possam estar incluídos, de fato, na educação? Perfeito. Todas as escolas do estado de São Paulo trabalhou a questão da busca ativa, que a gente chama. É um projeto que cada professor e a direção da escola, ela desenvolve um trabalho resgatando aqueles alunos que a gente tem um controle de alunos que acessam e alunos que não acessam o centro de mídias. Então, a gente vai atrás desses alunos que apresentam dificuldade ou por não ter o material, ou até mesmo por ter dificuldade de acesso, apesar de que também a gente tinha TV Cultura, que foi canal aberto para que as crianças aprendessem. Tivemos a Unifesp, que também deu uma força, com o canal aberto para que a criançada assistisse, mas a Secretaria da Educação faz essa busca ativa, que é buscar esses alunos no Estado. E para 2021, começando a partir dessa semana, será distribuído o chip aos diretores e professores, e já no final de março para os alunos, para que eles tenham acesso à internet de maneira gratuita, para conteúdos específicos pedagógicos, ele não conseguirá ter acesso em outra coisa, E para que a gente possa abarcar quanto mais alunos possível, mesmo assim não conseguindo, a escola tem o papel da busca ativa que o aluno vem até a escola com as salas de tecnologia à disposição a eles. A gente vê todo o esforço do Estado para manter essa educação à distância, que seja ou agora presencial, já retomando aos poucos, a gente vê todos os cuidados, percebe a estrutura, mas ainda assim tem aqueles pais que têm o receio de enviar os alunos às escolas. O que é possível falar para esses pais com relação à segurança, especialmente sanitária, por causa da Covid-19? Então, o medo está aí, né? Ele está com a gente, nós temos medo, nós estamos distantes, os pais têm medo. Nós conversamos com vários pais semana passada já, essa semana em paralelo com a chegada dos alunos, estamos com reunião de pais também, porque demonstrando a eles o cuidado que nós estamos tendo com os filhos deles. que os filhos deles, para nós, os alunos, é o coração da escola. Então, nós temos um cuidado bem assertivo através do álcool em gel, da aferição de temperaturas, do distanciamento e do uso de máscara corretamente. Então, eles podem ficar tranquilos que dentro da escola nós teremos uma equipe toda olhando para esse aluno. E com relação aos professores, que muitos também têm receio de ter esse envolvimento, essa aproximação, a gente sabe, o medo está aí para todo mundo, como o senhor disse. O que falar para os professores também? Então, os professores, na realidade, a partir de 29 de janeiro, eles tiveram a obrigatoriedade do retorno às escolas. Como eu disse a você, com planejamento durante um tempo e, a partir de hoje, com retorno presencial. O cuidado existe, a dificuldade, o medo existe, mas a educação necessitava retornar. Então, nós estamos trabalhando com o professor também, a gente tem o Conviva, que é um projeto da Secretaria do Estado de Educação, que trabalha essa questão psicológica do professor, porque realmente, como insisto, o medo existe, mas ele tem que ser superado e a educação é uma das formas de que isso ocorra. E a gente, eu vou chegar aqui para mostrar, aqui desse lado, o nosso cinegrafista, o repórter cinematográfico, o Leandro Velasco, vai mostrar aqui, ó, todos os livros já separados, olha só, Gabriel, os livros aqui separados para que sejam distribuídos para os alunos, esse é o primeiro dia de aula, então o pessoal também vai chegar com material novo, é isso mesmo, professor? Isso, exatamente. Hoje estão sendo entregues os kits, tanto das máscaras como do kit do ano. E esses livros paradidáticos também serão entregues aos alunos. Como essa escola, no caso, é um modelo integral, os livros ficam na escola, nos armários de cada aluno. As escolas regulares, o aluno vai levar para casa. Então, todo o material, já kit do aluno, já está sendo entregue hoje, todas as escolas. e os demais paradidáticos também entregue aos alunos. É isso, tudo pensado, planejado, estruturado para que esses alunos possam voltar em boas condições, com material novo, com distanciamento, com álcool em gel, com toda a segurança para que possa retomar essa atividade tão importante que a educação faz tão bem para a socialização das crianças, não é professor? Perfeito, e a gente pede aos pais que acompanhem e que nos tragam qualquer novidade, lembrando sempre, se o aluno tiver algum sintoma, se o pai não tiver legal, não manda o aluno para a escola, porque realmente a gente vai precisar do apoio dessa participação bem unida de escola e família, para que a gente realmente possa vencer essa pandemia. Legal, este é o Nivaldo Vicente, que é dirigente regional da diretoria de ensino Campinas Leste, conversou conosco aqui no Câmara Total. Muito obrigado por essa entrevista e sucesso nesse retorno às aulas. Obrigado a vocês e obrigado por mais uma vez abrir o espaço para a gente esclarecer à sociedade a importância da volta às escolas. É isso, e aqui até na lousa, está lá o recadinho, Campinas, 8 de janeiro de 2021, Escola Estadual Adalberto Nascimento, sejam todos bem-vindos, um ótimo retorno, é isso que deseja o pessoal aqui da Escola Adalberto Nascimento e que vale para todas as escolas estaduais de Campinas. E nós voltamos aos estúdios da TV e Câmara. Muito obrigado, Rubens Morelli. Também a Nilvaldo Vicente, que é dirigente regional de ensino de Campinas. Você aí de casa percebeu, né? A pandemia vai mexendo realmente com a nossa noção de tempo. Hoje é 8 de fevereiro de 2021 e não 8 de janeiro. Errou o mês ali, mas está tudo certo aqui no nosso Câmara Total. 11 horas e 17 minutos, nós estamos ao vivo nesta segunda-feira. E preste atenção agora nesta reportagem muito bacana, porque nós vamos continuar falando sobre educação aliada à superação. Porque após vencer os obstáculos da paralisia cerebral e se dedicar aos estudos, o campineiro João Lucas, de 18 anos, comemora o primeiro lugar no vestibular da FATEC. Se superação tivesse nome, ele seria João Lucas. João é esse menino aí, de 18 anos, que tem paralisia cerebral. Apesar de todos os obstáculos e limitações físicas, ele está todo feliz, passou em primeiro lugar no vestibular da FATEC. Foi de alívio e felicidade ao mesmo tempo, porque ele queria tanto passar e na hora que a gente viu, ainda mais que ele passou em segundo empatado com o primeiro, ele empatou o primeiro e foi uma felicidade enorme. Havia uma conta que a ideia de prestar vestibular na FATEC foi do João mesmo. Ele queria fazer o curso de análise de desenvolvimento de sistemas. E como no último processo seletivo da instituição de ensino, o critério mudou e foi com base no histórico escolar do ensino médio, o jovem tirou de letra, tinha 10 em matemática, 10 de língua portuguesa e muita dedicação nesse computador que manuseia com a ajuda de um mouse adaptado. O João tem parasia cerebral, ele passou da hora de nascer, aí ele teve a sequela da coordenação motora e a fala. Mas nem por isso, ele é um menino que gosta muito de estudar, ele aprende fácil, ele é muito esforçado. Ele sempre foi bem na escola, sempre gostou muito de estudar, ele fez o primeiro e o segundo ano nessa escola, aí o terceiro ano ele fez online. E as notas dele sempre foram boas, ele sempre entregou todas as tarefas, ele conseguiu tirar nota 10 em português e matemática e conseguiu entrar lá na faculdade. O ano letivo se inicia ainda de forma online devido a pandemia, mas de casa o João com a ajuda da mãe e como paciente da Casa da Criança Paralítica de Campinas vai poder conciliar estudos com toda a rotina de fisioterapia, acupuntura e hidroginástica três vezes por semana. E mesmo com restrições nas pernas e nos braços, deixa escapar vários sorrisos. Assim como a mãe, que se emociona ao relembrar de toda a trajetória do filho até hoje e poder celebrar junto com ele mais essa conquista. Ah, nossa! Eu conto pra todo mundo, parece que... Sabe, assim, porque é uma coisa assim que... É porque, sabe, a nossa dificuldade, Mãe Criança Especial, é que as pessoas não acreditam muito neles, né? Então, não acham que vão tão longe. A mãe fica orgulhosa? Ah, não tem como, né? Porque é uma luta, assim, de 18 anos que você tá tentando, tentando. Você tava tentando fazer o melhor pra conseguir o melhor, né? Hoje em dia ele já fala assim que tem vontade de trabalhar, que ele quer trabalhar por conta depois, que quer abrir uma empresa de análise de computação, essas coisas. Então eu acho que com a força de vontade que ele tem ele vai conseguir, com a vontade que ele tem, né? Porque assim, ele aprende muita coisa sozinho no computador, ele pesquisa muito, então eu acho que ele vai conseguir. Parabéns, né, ao João Lucas e a toda a família, né, por esta superação, por esta luta. E seja bem-vindo aí, que dê tudo certo na FATEC, na educação. 11 horas e 21 minutos, a gente vai fazer o seguinte. Primeiro intervalo aqui no Câmara Total. E na volta nós vamos falar sobre saúde e políticas públicas, uma reportagem com os hospitais filantrópicos, tem as notícias da metrópole de Campinas com a Mina Abreu ao vivo, previsão do tempo, tem reportagem também sobre os temporais, as chuvas no mês de janeiro, muitos assuntos. Câmara Total só começando nesta segunda-feira, 8 de fevereiro. Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira, 11 horas e 26 minutos. Continue participando em número do nosso WhatsApp, 19 é o nosso DDD, 978293776, ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code. Olha só, estou apontando aqui para ele. Toda vez que aparecer, você pega o seu celular, abre a câmera, mira aqui para este QR Code e aí você aperta. Vai estar lá escrito WhatsApp TV Câmara Campinas. Você clica e a gente conversa ao vivo. Mande a sua participação, o seu questionamento, o seu elogio. Olha só, os hospitais filantrópicos e públicos aqui do Estado de São Paulo querem maior proximidade com os parlamentares eleitos pelo Estado para a criação de um espaço de discussão sobre política pública em saúde e para apresentar as necessidades. O anúncio do governo de São Paulo do corte de 12% no repasse que é feito aos hospitais filantrópicos e às santas casas de todo o Estado Causou um grande impacto, principalmente agora, nesse momento de pandemia Em que os hospitais continuam com o aumento dos gastos devido ao uso de EPIs Isso nos surpreendeu, num momento de pandemia Uma atitude como essa do governador de estado de São Paulo Em que faz um corte de 12% no repasse estadual A Santa Casa e entidades filantrópicas Num momento de pandemia, onde nós temos aumento de custo Aumento de consumo de insumos em que temos que cada vez superar, cada vez mais para poder prestar uma assistência adequada, não contávamos com esse tipo de penalização, que a gente acredita que seja realmente uma penalização às entidades que estão trabalhando nessa pandemia. Por isso foi criado pelos hospitais filantrópicos de Campinas o projeto Saúde, com a finalidade justamente de estreitar o relacionamento com os parlamentares que foram eleitos pelo Estado de São Paulo. abrindo, desta forma, espaço para discussão de políticas públicas de saúde. De acordo com o presidente da maternidade de Campinas, a ideia é que o projeto vá além do município e englobe todos os hospitais filantrópicos do estado. Todos os hospitais nós criamos aqui em Campinas, divisões, departamentos, para captação de recursos e relações institucionais. Isso para a gente ter acesso às emendas parlamentares que ajudam na manutenção do parque tecnológico e da estrutura física dos hospitais e das instituições Só que isoladamente, cada uma tem feito esse tipo de contato com os parlamentares, que sejam deputados federais ou estaduais Mas vimos que com essa atitude do governo do estado, ficamos muito fragilizados e seria pouco representativo cada instituição individualmente fazer a sua solicitação Com isso, nós reunimos os hospitais aqui em Campinas e também do Estado de São Paulo, através da FEOSP e de outras representações, para que juntos nós podemos solicitar aos nossos deputados paulistas, estaduais, federais e aos nossos senadores, a utilização de critérios técnicos para destinar emendas às instituições, para que possamos, dessa forma, manter toda a assistência com qualidade. Conversamos também com o provedor da Santa Casa, que diz que toda essa situação é muito preocupante. As Santas Casas, no estado de São Paulo, foram surpreendidas com um decreto e aprovado em Assembleia Legislativa, um corte linear de 12% do projeto. Isso representa uma perda financeira das Santas Casas anuais, somando todas elas que participam desse projeto, são 180, se não me falha a memória, vão perder em torno de 80 milhões de reais. A importância e a infelicidade dessa situação é que, mesmo com esse dinheiro, nós estamos diante de uma pandemia que nunca enfrentamos. Essa história pode ser contada, muito bem contada, daqui a 20, 30 anos, mas nesse momento a história é muito triste. Brasileiros estão morrendo por falta de oxigênio, isso é noticiado do Iapoc, é o Chuí no Brasil. Imagine você que com os recursos que nós recebemos do SUS e com os recursos aportados pelo governo do Estado, De repente você perde 12% daquilo que ainda nós recebemos, que não é suficiente para cobrir nossos custos. De acordo com a gerente da Beneficência Portuguesa, o hospital não foi impactado pelo corte no repasse de 12%, já que não recebe essa verba do Estado. Porém, ela destaca que a Beneficência Portuguesa ainda assim participa do projeto Saúde São Paulo, porque qualquer quantia é bem-vinda neste momento para a instituição. Esse projeto Saúde São Paulo é um projeto dos hospitais filantrópicos e santas casas do estado de São Paulo, onde criou-se um espaço, um espaço para a gente discutir políticas públicas com deputados, federais, estaduais e senadores. É onde nós levamos as nossas necessidades, onde a gente consegue demonstrar o nosso trabalho e as nossas necessidades. Essas emendas são muito necessárias para a gente acompanhar a tecnologia, para a gente poder melhorar a qualidade do atendimento e, consequentemente, a qualidade de vida das pessoas. Os 94 deputados estaduais, os três senadores e os 70 deputados federais que representam São Paulo, juntos, dispõem de um montante de 3,3 bilhões para serem distribuídos à saúde por meio dessas emendas. Embora algumas das instituições hospitalares já tenham atuação efetiva de profissionais de captação de recursos, a proposta é promover a interação para a busca da melhor destinação dos recursos financeiros. E com isso também mostrar a abrangência que isso vai ter na população. Acho que a aplicação do recurso público é fundamental nisso. Ele quer ter o retorno e benefício da população. 11 horas e 32 minutos. A Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios para falar agora das notícias da Metrópole. Seja bem-vinda naquela nossa atualização diária dos casos da Covid-19. Bom dia, Gabriel. Bom dia a você de casa. Aí a gente vai atualizar os dados, algumas prefeituras atualizaram neste domingo, outras ainda na última sexta-feira. O Ministério da Saúde, a última atualização foi ontem, dia 7 de fevereiro, e de acordo com o órgão, nós temos no país 9.524.640 casos da Covid-19. São 26.845 novos casos nas últimas 24 horas. Os óbitos acumulados no país somam 231.534 mortes devido à Covid-19. Ficam aqui as condolências da TV Câmara Campinas. No estado de São Paulo, são 1.849.334 casos da doença, somando 54.614 óbitos. Agora, nós vamos falar da região metropolitana de Campinas, que compreende 20 cidades. Olha só, na RMC, 152.467 casos confirmados da Covid-19. Campinas até a última sexta-feira, 62.948 casos Nós estimamos que pelas últimas estatísticas, infelizmente, hoje a gente logo vai ter essa atualização Gabriel, se for no horário do Câmara Total, você atualiza os nossos telespectadores Mas a gente estima que hoje já tenha passado de 63 mil casos Até por conta deste acumulado do fim de semana, então a gente atualiza assim que tiver a informação A gente passa aqui no programa Em Dayatuba, soma 13.880 casos, Americana, 10.010 casos, Sumaré, 9.820, Santa Bárbara do Oeste, 9.743, Hortolândia, 8.024, Paulínia, 6.241, Valinho, 6.109, Itativa, 5.049. Agora, cidades que têm menos de 5 mil casos da doença, Vinhedo aparece na sequência com 3.921. Depois, nós temos Cosmópolis, Jaguariúna, Nova Odessa, Montemor, Artur, Nogueira, Pedreira, Santo Antônio de Poce, Engenheiro, Coelho. E ainda as duas cidades que têm menos de mil casos, Olambra, com 786 e Morungaba, 426. Agora nós vamos falar dos óbitos na RMC, são 3.895 mortes confirmadas devido a Covid-19 e Campinas até a última sexta-feira somava 1.691 óbitos. Gabriel, a gente tem aí, de acordo com os dados, as informações da Prefeitura, de quinta para sexta foram mais nove óbitos, sete homens e duas mulheres, seis tinham comorbidades e três não tinham nenhuma outra doença. Então, a gente percebe aí, em relação, inclusive, à idade, três das vítimas menos de 60 anos e seis maiores de 60 anos. E naquela faixa etária é muito grande, né? Porque homem de 51 anos e até um de 75, então uma diferença de 24 anos. Sim, agora a gente vai falar de Sumaré, olha, 331 óbitos na cidade vizinha, Indaiatuba, 329, Santa Bárbara do Oeste, 264, Americana, 257, Valinhos, 233, Hortolândia, 217, Paulínia, 101 óbitos. Na sequência, cidades com menos de 100 óbitos. Nova Odessa, Itatiba, depois aparecem aí, depois de Itatiba, Cosmópolis, Montemor, Vinhedo, Jaguariúna, Artur Nogueira, Pedreira, Engenheiro, Coelho, Santo Antônio de Posse e também, nas últimas, aí no ranking, com 7 óbitos, Morungaba e Olambra, 5 óbitos. Agora, Mirna, há muitas semanas, nós estamos falando aqui do Câmara Total, ocupação de leitos na cidade de Campinas acima dos 80%. A última atualização, este número sofreu uma queda, ainda permanece, está próximo, qual que é a informação? Nós tivemos aí, Gabriel, uma pequena queda, mas a gente vai confirmar se isso permaneceu no último fim de semana e hoje a Prefeitura vai fazer essa indicação. Até porque nós tivemos na última semana a abertura de novos leitos no SUS municipal, mas olha só, foram 79,92%, bem perto dos 80% dessa ocupação. No SUS municipal, nós temos aí 107 leitos, dos quais 91 ocupados. No SUS estadual, 17 leitos, dos quais 15 ocupados. E na rede particular, 135 leitos, dos quais 101 ocupados. E na última sexta-feira, nós tivemos a coletiva das autoridades sanitárias municipais, junto com o prefeito Dário Saad. E olha só, a Prefeitura não descarta a possibilidade de ampliar os leitos de enfermaria para os pacientes da Covid-19. Paralelamente ao aumento de leitos da UTI, sofremos um pouco de pressão na semana passada, começo dessa semana, com o preenchimento dos leitos de enfermaria. E nós estamos administrando, estamos fazendo uma gestão nesses leitos para que não soframos uma pressão intensa. De qualquer maneira, nós já estamos, está na programação o aumento de mais 24 leitos de enfermaria, prefeito, se forem necessários, que serão criados dentro da estrutura da UPA Anchieta Metropolitana. Portanto aí, essa possibilidade de ampliação de 24 leitos Justamente para aqueles pacientes que precisam ser internados Mas não precisam de UTI Apenas uma observação, acompanhamento Então a gente aguarda se de fato isso vai acontecer ou não ainda nesta semana, Gabriel E, Mirna, até a última sexta-feira, 33.143 doses da vacina já tinham sido aplicadas aqui na cidade de Campinas e novos insumos chegaram até o Butantan? Chegaram sim. O Instituto Butantan iniciou no sábado a produção de mais um lote da vacina Coronavac. Aqui, olha só, são 5,4 mil litros de matéria-prima que devem permitir aí a produção de 8,6 milhões de novas doses que vão passar por envase, rotulagem, embalagem, rigoroso processo de inspeção da qualidade das ampolas. A previsão é que elas comecem a ser distribuídas ao Ministério da Saúde no próximo dia 23 para a integração do Plano Nacional de Imunizações, que é aquele contrato que o Ministério da Saúde fez com o Instituto Butantan para a produção das vacinas. E nós temos informações também da cidade de Campinas, falando um pouquinho sobre o Plano São Paulo-Campinas na fase amarela. É, foi uma boa notícia já na sexta-feira, muito esperada por vários setores. E a gente lembra aqui justamente esse momento do anúncio em que a Secretária de Desenvolvimento falou dessa reclassificação das regiões. Exatamente pela melhoria dos indicadores, como foi acompanhado durante essa semana, um grande salto na redução de internações e de casos. Nós temos uma conquista importante nesse anúncio de hoje, com a melhoria nos indicadores de 10 regiões que estarão avançando de fase. Na próxima página, nós relembramos aqui qual era a nossa classificação vigente, onde nós tínhamos grande parte do estado na fase laranja e um percentual também expressivo, 18% da população na fase vermelha. Na próxima página nós temos como essa classificação se altera, nós temos seis regiões avançando da fase laranja para a fase amarela, a região metropolitana de São Paulo, a região de Registro, a região de Araçatuba, a região da Baixada Santista, Presidente Prudente. Então temos aqui seis regiões exatamente avançando agora da fase laranja para a fase vermelha e a região de Campinas, que é a única que eu não nomeei, então são seis regiões que avançam, lembrando que essas regiões passam a ganhar duas horas de funcionamento, todos os setores e serviços que poderiam funcionar na fase laranja podem funcionar na fase amarela também, mas agora com a permissão do horário de funcionamento, avançando para as 22 horas. Olha, e no mesmo dia nós tivemos a coletiva aqui em Campinas, do prefeito municipal, falando das novas medidas. Um decreto já foi publicado no sábado com as novas regras da fase amarela para Campinas. A gente teve uma edição extra do Diário Oficial no último sábado, justamente para regulamentar todo o funcionamento dos serviços aqui na nossa cidade. Inclusive, nós tivemos aí a fala do secretário de Jurídicos, o doutor Peter Panuto, falando justamente sobre essa reclassificação e fazendo essa lembrança de quais são essas regras. A fase amarela, funcionamento das atividades por 12 horas diárias com 40% de ocupação Então isso vale para comércio, tanto de rua quanto shopping center, academias, serviços em geral Parques públicos, aí o prefeito vai definir com o secretário de serviços públicos a reabertura dos parques nesse horário mais estendido Já foi definido, viu? Ok Depois eu passo Tá, ok Salões de beleza também entram nessa modalidade 12 horas diárias Aí 12 horas diárias tem que optar em funcionar das 6 até as 22 horas Então o dono do estabelecimento vai ter que optar, escolher 12 horas diárias dentro desta limitação Para bares e restaurantes, prefeito, há regras específicas Mantém 40% da capacidade O restaurante também 12 horas diárias, entre as 6 da manhã até as 22 horas, o responsável vai ter que estabelecer quais serão as 12 horas que ele vai trabalhar. Os bares e lojas de conveniência, então, voltam a poder atender ao público, que estava vedado na fase laranja, os bares estavam praticamente vedados de atendimento ao público, que só era possível atender mediante entrega ou delivery, ou retirada ou delivery. Tanto bares quanto restaurantes. Continua a vedação, prefeito, de venda de bebida alcoólica após as 20 horas. Portanto, a gente precisa salientar aqui. Bares, restaurantes e lojas de conveniência podem ficar abertas até às 22 horas, mas bebidas alcoólicas só até às 20 horas, de acordo com o Plano São Paulo. Vamos lembrar algumas coisinhas, Gabriel? Olha, ocupação de 40% em academias, salões de beleza, restaurantes, cinemas, teatros, shoppings, concessionárias, escritórios e também nos parques públicos com a possibilidade de abrir aí até 10 horas por dia então e 12 horas para os restaurantes e 12 horas para as demais atividades mas todas devem encerrar o trabalho até 22 horas ou seja nessas 12 horas cada local desse decide o seu horário de funcionamento com os 40% já mencionado de acordo com o Plano São Paulo. Então, a gente pode ter atividades religiosas até as 10 horas da noite, nos escritórios, aulas de dança e teatro, academias, os salões. Então, todo mundo precisa agora se adequar a essa fase amarela. Inclusive, nós já tivemos a abertura no fim de semana dos parques municipais. Nós temos 25 parques municipais em Campinas que já estão enquadrados nessa nova regra. Olha, então, de acordo, inclusive, com o decreto da Prefeitura, os parques abrem das 7 da manhã às 6 da tarde, todos os dias, exceto a Lagoa do Taquarau, que lá tem permissão de ficar aberta até às 8 horas da noite. E o bosque do Jequitibás, como é de praxe, não abre às segundas-feiras, porque é o dia de manutenção, a questão da limpeza lá de onde ficam os animais. Por isso que só o bosque do Jequitibás que não abre às segundas-feiras. Só reforçando para você que está nos assistindo, faça a sua parte. Se você for até um destes locais aqui e estiver com aglomeração, se o estabelecimento não estiver respeitando a questão da utilização da máscara, se no banheiro não tiver sabonete, faça a sua denúncia e saia do local. Não fique lá nesta aglomeração, porque nós estamos vivendo uma pandemia e é algo muito perigoso essa disseminação da Covid-19. Sim, até porque a gente percebeu que quando Campinas se regrediu para a fase laranja, conversamos até no link com o presidente da Abrazel, que é um dos setores mais atingidos, o comércio também, percebemos que por conta, às vezes, da irresponsabilidade de alguns estabelecimentos, todos acabam pagando. Exatamente, por isso que nós tivemos que regredir para uma fase laranja. Então, vamos aproveitar que estamos na fase amarela e respeitar o 40% da capacidade de todas essas atividades. Bina Abreu, começo de ano, janeiro, fevereiro, muitos impostos, IPTU para as residências, vence hoje. Isso, vence hoje. Para o comércio já venceu em janeiro, no dia 22. Agora, o IPTU residencial em Campinas, a primeira parcela ou pagamento à vista é hoje, gente. Olha, aqui na nossa cidade são cerca de 440 mil carnês emitidos pela Prefeitura. Quem ainda não recebeu o boleto tem a oportunidade de tirar a segunda via pelo site da Prefeitura. O link é www.campinas.sp.gov.br barra governo barra finanças serviço online. Ou então vai lá no site da prefeitura e digita IPTU online e lá com os seus dados você pode tirar essa segunda via caso tenha tido o carnê extraviado, que isso também é possível que aconteça. É importante a gente lembrar que, olha, aqueles que optarem pelo pagamento à vista hoje têm o direito a um desconto de 3% já lançado na cota única do imposto. Além disso, quem pagou em dia o IPTU de 2020 tem mais um desconto de adimplência de 2%, sendo pagamento na cota única. Esse desconto é cumulativo ao desconto dos 3%, ou seja, quem pagou o ano passado à vista em dia e quer pagar esse ano também à vista, tem até 5% de desconto. E se isso não for possível, o contribuinte pode parcelar o IPTU em até 11 vezes. Então se organize financeiramente, como diz o Na Ponta do Lápis, tem que fazer todo o planejamento aí, não deixa para a última hora. Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas, tradicionalíssima, faz um belíssimo trabalho e agora está à procura de um maestro. Isso mesmo, porque na última sexta-feira foi anunciado aí a saída do maestro Victor Hugo Toro, ele que está à frente da orquestra desde 2011, declinou do convite do prefeito Dário Saad para continuar aí à frente da sinfônica e por isso que ele vai sair. Mas nós teremos um período de transição para a escolha do próximo maestro para comandar os músicos da nossa orquestra. E Toro vai participar de todo esse processo de transição e o novo maestro será definido aí a partir de uma lista proposta pelos próprios músicos e a escolha será do prefeito Dário Saad. Na semana passada, nós falamos aqui sobre o concurso para o aluno oficial PM e as inscrições foram prorrogadas? Isso, as inscrições seriam até hoje, agora podem ser até o dia 11 de fevereiro. A taxa é de R$ 130,00 em qualquer agência bancária. Lembrando que o site, para você que quer ser aluno oficial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, é conhecimento.fgv.br barra concursos, lá tem todo o edital com as regras e também com o link da inscrição, para que depois você faça o pagamento dessa taxa de R$ 130,00 nas agências bancárias. São 190 vagas em todo o estado e a prova será realizada no dia 28 de março. E agora, para a gente poder encerrar as notícias da Metrópole, aquele serviço importantíssimo, amanhã tem interrupção de água. Então, para quem está nos assistindo em quais bairros, o que a pessoa precisa fazer? Amanhã vai ser ali na região do distrito do Campo Grande, olha, no núcleo residencial Princesa do Oeste e no núcleo residencial Cidade Satélite Íris. Indo ali pela Jambó e Dunlop, passando a ponte da Bandeirantes, logo do lado esquerdo ficam esses dois bairros. Então, o que vai acontecer lá? A Sanasa vai fazer um serviço de troca do macromedidor e para isso vai interromper o fornecimento de água. das 8 da manhã ao meio-dia, não é o dia todo. Então, você que mora em um desses bairros, faça a reserva de água para usar entre 8 da manhã e meio-dia. Certíssimo, Mina Abreu. Muito obrigado pelas notícias da Metrópole de Campinas. Volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo? Combinado, daqui a pouquinho eu trago a ação parlamentar e tudo o que acontece na Câmara Municipal. Até já. Até. Semana começando com a frente fria se afastando de Campinas, se bem que nessa madrugada todo mundo sentiu um ventinho um pouquinho mais gelado. Mas agora pela manhã o sol voltando a brilhar, assim como aconteceu neste fim de semana. À tarde, a nebulosidade aumenta e amanhã, terça-feira, existe uma pequena possibilidade de chuva, mas sem grande intensidade. Vamos às temperaturas, então, já estão aqui na minha tela. 9 de fevereiro, amanhã, terça-feira, olha só, mínima de 17 e a máxima não deve passar dos 29 graus. E de acordo com os especialistas, o tempo está mais seco que o normal para esta época de verão. Só que isso não reduz os riscos de temporais devastadores aqui na região de Campinas. O mapa de monitoramento em tempo real por satélite não esconde. O tempo está mesmo mais seco do que o normal para o verão de início de ano. É o que mostra Ana Ávila, pesquisadora do CEPAGRI, Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura. O que nós podemos observar por esta imagem de satélite que nós temos aqui no estado de São Paulo, o céu praticamente sem nuvens. Nós estamos numa situação que eu diria um pouco atípica. Por quê? Porque nós estamos no verão, é uma época de chuvas e normalmente esperava-se que estivesse o céu com mais nebulosidade e isso indicaria uma condição diferente, ou seja, uma condição de mais chuva. Para se ter uma ideia em números quantitativos, segundo a pesquisadora, a média de chuva esperada para janeiro é de 277,6 milímetros. Fechamos o mês com 178 milímetros, muito abaixo do mesmo período em 2019 e 2018, de 192 e 205 milímetros respectivamente. Para o diretor regional da Defesa Civil de Campinas, no entanto, o volume, apesar de baixo no total, é suficiente para causar estragos de forma pontual quando o temporal vem. Então você tem ventos fortes normalmente, que acabam causando quedas de árvores, e aí você tem um índice pluviométrico muito intenso em uma determinada região, que provoca alagamento em algumas vias públicas, e depois você tem a preocupação de uma chuva contínua durante vários dias. Então às vezes você tem cinco dias, então nós tivemos poucos dias sem chuva no mês de janeiro. Então, na realidade, apesar de nós não termos chuvas significativas em determinadas regiões, outras foram bastante significativas e preocupantes. Ele lembra que a população pode pedir ajuda sempre que se sentir afetada por chuvas fortes. Em casos de emergência, é muito importante que as pessoas tenham o telefone 193 do Corpo de Bombeiros, que é o telefone do órgão que faz salvamentos. A Defesa Civil fará vistorias na sua residência, atendimento a pessoas desabrigadas pelo telefone 199. Então é muito importante que as pessoas comuniquem 199 para que seja feita uma vistoria e às vezes até para saber se um muro, uma parede pode desabar e afetar e até matar uma pessoa. 11 horas e 56 minutos, vamos fazer o seguinte, segundo intervalo aqui no Câmara Total e na volta uma entrevista ao vivo, nós vamos falar sobre saúde. O tema Alzheimer é uma doença que não tem cura, mas será que a gente consegue prevenir? E a gente vai falar também no próximo bloco sobre educação, um assunto importantíssimo relacionado à inclusão com um livro muito bacana. Então não sai daí que a gente volta já já. Câmara Total de volta e olha só, o Alzheimer é uma doença neurodegenerativa progressiva e que pode surgir em qualquer idade. ocasiona a perda de algumas funções cerebrais que estão relacionadas com a memória, habilidades linguísticas e de pensamento. Não possui cura. Então, a pergunta que a ciência está tentando responder é será que é possível prevenir o Alzheimer? Bom, sobre este assunto eu converso agora com a Fabiana da Silva Prestes, ela que é professora do curso de Tecnologia em Gerontologia do Centro Universitário Internacional Uninter. Fabiana, muito obrigado por ter aceito o convite para participar desta entrevista aqui no Câmara Total. E de uns anos para cá, encontramos alguma evolução em relação a tratamento, a cura? Seja bem-vinda e boa tarde. Oi, boa tarde, muito obrigada, eu que agradeço a oportunidade de estar aqui Então, ainda não se sabe, ainda não se tem um porquê a doença de Alzheimer ocorre Ela é uma doença que é tida hoje como multifatorial Ela acontece por alguns fatores genéticos, alguns fatores ambientais Alguns fatores relacionados ao estilo de vida que nesse caso são fatores modificáveis, que nós mesmos podemos nos modificar quanto a isso, mas não existe uma causa única ainda. O que a ciência está pesquisando agora com relação aos fatores genéticos é que existem alguns genes com maior predisposição, algumas mutações genéticas, onde virtualmente a pessoa que possui esse gene, ela pode vir a ter o Alzheimer, Mas isso ainda não é 100% comprovado, porque existem pessoas com essa mutação genética que não desenvolvem. Então, ela ainda hoje é um mistério, ela é multifatorial e não tem uma causa única. Você que está nos assistindo também pode participar, também pode enviar uma pergunta. Então o número do nosso WhatsApp, 19 é o nosso DDD, 978293776, o número está aqui embaixo da sua tela. Então se você tiver algum questionamento, pode enviar para a gente que a gente repassa para a nossa especialista. Então Fabiana, com a experiência que você tem, no momento do diagnóstico, para quem está nos assistindo e pode passar ou até está passando por esta decisão agora, Conto ou não para a pessoa? É uma decisão da família ou do médico que dá essa notícia? Pode ser uma decisão dos dois. A princípio, parte que é uma decisão da família. Ela pode ou não solicitar o apoio do médico que está ajudando nesse caso. Mas, em primeira mão, é da família. Porque a família que convive com aquele paciente, com aquele doente, e ela é que vai saber se vai ser mais prejudicial para ele contar ou não. Tem família que opta por não contar, por achar que aquilo vai prejudicar, vai deixar a pessoa mais angustiada, mais depressiva, e opta por não contar. Eu falei na minha abertura que é uma doença que pode acometer todas as idades. Então, não são só os idosos, né? Porque tenho certeza que quem está nos acompanhando fala, Alzheimer, isso é algo para idoso, eu ainda sou jovem. E na abertura eu falei, todas as idades. É uma doença que pode chegar em uma faixa etária, então, menor do que os 60 anos. Sim, nós colocamos ainda que o maior fator de risco é a idade, porque ela acontece mais comumente nos idosos, mas ela pode, sim, afetar qualquer idade. Inclusive, há casos de pessoas com 30 anos de idade desenvolvendo de forma precoce o Alzheimer. Então, não dá para dizer que é só no idoso e com a pessoa mais jovem não pode acontecer. Pode acontecer e vem acontecendo também. E tem uma explicação do porquê que isso tem acontecido? É questão de hábito alimentar, da nossa rotina, ou isso ainda está sendo investigado? Então, isso ainda está sendo investigado. em alguns casos, quando acontece de forma precoce, ele está mais ligado ao fator genético, a essa herança, mas os pesquisadores, até os médicos também sempre colocam que o estilo de vida, que é aquilo que eu falei que são fatores modificáveis, está muito relacionado também com o aparecimento do Alzheimer, a alimentação hoje em dia, O pessoal está mais no fast food, nos congelados, nos produtos enlaçados, essas coisas. Então, essa má alimentação também está fortemente relacionada com o aparecimento do Alzheimer, assim como o sedentarismo, a hipertensão arterial, todos aqueles fatores que estão de risco também para as doenças cardiovasculares, que é a hipertensão arterial, obesidade e sedentarismo também está fortemente relacionado com o aparecimento do Alzheimer. Então, a pessoa que cuida, que tem um estilo de vida mais saudável, que cuida lá da sua pressão arterial, que faz exercício físico regularmente, ela é menos predisposta a vir a desenvolver o Alzheimer, mesmo quando há uma herança genética envolvida nesse caso. Fabiana, no mundo nós temos 50 milhões de pessoas com Alzheimer No Brasil são cerca de 2 milhões Só que um estudo aponta que em 2050, que muita gente pode achar que está longe Mas não está, menos de 30 anos Em 2050, em todo o mundo, nós poderemos ter 150 milhões de pessoas com Alzheimer Então, esta pergunta que nós estamos fazendo, ela ainda não tem cura, mas é possível previni-la? Por que que em 2050 a gente chega com um número tão grande de 150 milhões de pessoas? Então, ela é possível prevenir sim. Então, como nós falamos, como que se previne o Alzheimer? Se previne com um estilo de vida saudável. Por enquanto, é o que a ciência nos mostra, é o que nós temos. Ela não tem uma causa para dizer, ah, é isso que causa, então nós vamos combater isso aqui, porque foi comprovado que é isso que causa. Não existe, ela é multifatorial até o momento. Então, o estilo de vida saudável é a primeira opção para se combater o Alzheimer, estimular o cérebro, fazer atividades que estimulem o nosso cérebro. Ele é um músculo, ele tem que ser estimulado, ele tem que ser colocado em prática. Então, para o momento, é isso. E por que se tem um número tão alto? Porque as pessoas não se cuidam, elas esperam para cuidar depois que a doença ocorre, depois quando está lá na idade avançada, onde já não tem mais como fazer, aí a gente só consegue controlar, aí não existe mais, a doença já apareceu. Então, as pessoas, qualquer tendência, é se alimentar mal, é a obesidade, é o sedentarismo, então vai sim, tem essa chance de ter um número bem alto de Alzheimer no futuro, porque o principal fator de risco conhecido hoje ainda é a idade. Não que ela seja uma doença da velhice, ela não é associada ao envelhecimento normal, mas na velhice, com esse acúmulo de danos, esse acúmulo de danos causados durante os anos, ela pode ocorrer, sim, com uma facilidade bem grande. Sobre prevenção, que é o nosso tema, que nós estamos conversando, já dissemos que ela ainda não tem cura, mas tem alguns tratamentos, e a gente está falando sobre essa prevenção. Você citou, então, a mudança de hábito que nós precisamos fazer na nossa rotina, ter um cuidado maior com a alimentação, realizar exercícios físicos, E eu estava lendo sobre o assunto também e eu encontrei que se você conseguir exercitar o seu cérebro, se você conseguir ler bastante, se você conseguir realizar várias atividades, em alguns casos o Alzheimer, ele chega de uma forma mais branda, mais leve. O que se sabe sobre esse assunto e qual que é a importância da gente manter uma atividade e manter a cabeça de uma forma saudável, ainda mais em pandemia, que eu acho que é um momento muito importante que a gente precisa manter essa saúde mental. Isso, verdade. Então, essas atividades de estimulação cognitiva, o que elas são? Elas estão estimulando o nosso cérebro, estimulando os nossos neurônios. E o Alzheimer, o que ele faz? Ele mata esses neurônios, diminui esses neurônios, então toda vez que nós estamos estimulando, nós estamos fortificando, então isso é muito importante sim. Mas isso é uma coisa que não dá para fazer só lá quando surge a doença. Nós começamos desde cedo, na gerologia, nós falamos, esses hábitos têm que ser desde cedo. Claro, se você não tinha um hábito saudável antes e quer começar agora, ótimo. Mas se você começa isso numa idade já jovem, muito melhor, muito melhor. A estimulação cognitiva, sim, pode fazer com que isso surja de uma maneira mais branda, com certeza, isso já é confirmado. O que nós podemos evitar? O que seria uma qualidade de vida? A gente já consegue distinguir essa palavra e eu consigo estimular estes hábitos para essa prevenção ainda sobre, entre aspas, né? Então, sim, o que a gente fala Quando a gente, qualidade de vida É se alimentar bem É dormir bem É ter calma, é não ficar Se estressando Se equivocando É fazer um exercício físico Tudo aquilo que faz bem pra saúde E nessa correria Às vezes a gente deve fazer E na pandemia, agora que as pessoas têm um tempo maior que pode ficar em casa, não vai comer festa de fúria, cozinha, faz um exercício físico em casa mesmo, não precisa ir até a academia para se exercitar, ler um livro, ver uma reportagem, algo interessante, são coisas que fazem bem para a saúde, mas que muitas vezes fica meio de lado, a pessoa prefere, ah, eu estou em casa, não vou cozinhar, vou pedir uma pizza, ah, eu não vou ler um livro, ou assistir um filme com uma pipoca no sofá. Então, é esse tipo de coisa que está relacionado mais com a saúde, mas estamos falando de qualidade de vida. É uma dúvida que as pessoas podem ter. A doença, o Alzheimer, faz parte do envelhecimento, porque muitos sintomas são parecidos. Então, a pessoa idosa vai começar a ter uma dificuldade em relação à memória, é todo mundo vai ter Alzheimer de uma forma leve, de uma forma um pouco mais severa, faz parte ou não? Não, o Alzheimer não faz parte do envelhecimento normal. O envelhecimento normal, ele traz sim alguns declínios de funções orgânicas do nosso corpo e tudo mais, mas as doenças em si não fazem parte do envelhecimento normal. Há só um, um, um, um, uma maior lentidão, a pessoa fica um pouquinho, ela esquece às vezes, por exemplo, onde deixou a chave, esquece algumas coisas, mas não é nada patológico, tudo que envolve as patologias, as doenças, não é o envelhecimento normal, não é aquele envelhecimento que nós temos que ter, né? É o envelhecimento que a maioria das pessoas tem? É o envelhecimento patológico? Sim, infelizmente, mas isso é causado por nós mesmos devido ao nosso estilo de vida desse regrado. Então, o Alzheimer faz parte do envelhecimento patológico, que é aquele acometido por doenças e não do envelhecimento normal, que é o que nós chamamos de envelhecimento saudável. Fabiana, eu quero retomar um assunto que você já até citou numa outra resposta. O Alzheimer, se ele é uma doença hereditária, Então, por exemplo, se alguém na família já teve a doença, essa pessoa precisa ter um cuidado maior e para quem está nos assistindo, tem algum exame que a pessoa possa fazer que vai mostrar um possível caminho, mostra alguma coisa ou não? Então, ele não é uma doença hereditária, até o que se sabe hoje não é. Mas, sim, a pessoa que tem um doente de Alzheimer na família, ela tem uma maior predisposição para vir a ter a doença. Não quer dizer que ela vá ter, mas ela tem que ter, sim, um cuidado maior nesse caso, né? Qualquer outra pergunta, você tinha comentado mais alguma coisa, né? É, se tinha algum exame que a pessoa possa fazer, que mostre algum caminho, uma predisposição. Então, na verdade, não tem um diagnóstico preciso Como é feito o diagnóstico para você comprovar 100% que aquela pessoa tem Alzheimer? É quando você tira um pedacinho lá do tecido cerebral dela Isso acontece por meio de uma biópsia ou então por meio da autópsia Então não é recomendado fazer O que o médico faz quando a pessoa apresenta sintomas de Alzheimer? Ele vai averiguar a história clínica daquela pessoa, ele vai aplicar alguns exames de memória para ela, alguns exames de cognição, alguns exames de estimulação de linguagem e a partir disso ele vai verificar se ela tem ou não Alzheimer e isso depois que ele já tiver descartado as outras causas. Porque a hipertensão arterial também pode dar alguns sintomas parecidos com Alzheimer na questão de esquecimento, essas coisas. E tem várias outras doenças que também podem ser facilmente confundidas com Alzheimer. Então, depois que ele afasta todas as outras hipóteses, aplica esses testes, verifica a história clínica do paciente, ele vai dar o diagnóstico clínico. Provavelmente essa pessoa tem Alzheimer, mas saber com certeza, um exame que diga com certeza é através da bioma. Fabiana, o Alzheimer é uma doença que acomete mais as mulheres? Já tem algum estudo que comprove isso? Tem sim, tem alguns estudos que comprovam sim que as mulheres são as mais afetadas pelo Alzheimer. Ainda não se tem bem ao certo o porquê, se é porque nós temos mais mulheres no mundo, se é porque as mulheres acabam vivendo mais que os homens, então acomete mais essa parcela que é maior, ainda não se tem uma certeza do porquê que isso acontece, mas ela é mais comum sim nas mulheres. É, quais são as características de uma pessoa com Alzheimer? Porque às vezes a pessoa pode estar nos assistindo e falar Ah, eu tô com um problema de memória, então será que já é Alzheimer? A memória é só um dos sintomas, né? Algo muito mais complexo Isso, a memória é só um dos sintomas A gente comenta que no início é difícil fazer um diagnóstico precoce do Alzheimer porque todo mundo confunde esse esquecimento com o esquecimento normal ali da velhice. Mas ele é só um dos sintomas realmente. Esquecer onde deixou a chave, esquecer o que ia fazer, é até uma coisa comum até para nós mais jovens, né? Mas o Alzheimer, ele é progressivo, então a pessoa começa esquecendo coisas simples, de repente ela esquece o nome de um familiar, ela se confunde, ela começa a falar uma coisa e não lembra mais o que ela estava falando, ela tem uma confusão mental muito maior, ela se perde nas palavras, ela começa a repetir a mesma frase várias vezes, ela faz uma pergunta, dali a pouco ela pergunta de novo o que ela não lembra mais, então é mais nesses aspectos que a gente tem que ficar de olho. Só o esquecimento não dá para dizer que é um início de ausência. E para a gente poder encerrar, a progressão da doença, ela acontece em quanto tempo? É algo muito rápido ou que leva anos até uma década? Ela leva anos, dependendo, claro, de cada paciente. Cada paciente é um paciente, mas o que a gente observa é que essa progressão, a média dela é de 8 a 10 anos, mas tem pessoas que vivem 20 anos com a doença de Alzheimer. O que você sabe é que ela começa de uma forma bem sutil, com esquecimentos comuns, aí de repente a pessoa já está desorientada, ela já não lembra mais o que é comum lá na fase intermediária do Alzheimer. A pessoa não consegue se lembrar aonde que ela vai ao banheiro, ela se perde dentro da casa dela, Ela esquece o nome de objetos Por exemplo, é comum ela falar Ah, me dá aquele negócio de escrever Porque ela não lembra que é a caneta Ela quer pedir uma caneta Mas isso não vem ao cérebro dela Ela não consegue mais raciocinar dessa forma Então ela fala, me dá aquele negócio de escrever Ah, eu quero fazer isso Aonde que eu vou? Então ela começa assim Essa fase intermediária Já com essas ações mais, assim, típicas do Alzheimer mesmo. E no final da doença, ela já pode apresentar dificuldades motoras, locomotoras, né? E ela já não consegue mais fazer a própria higiene sozinha, ela já não consegue mais tomar um banho, às vezes ela tem que ficar acamada. Mas o que a gente indica é que em todas as fases do Alzheimer, principalmente no início, ali na fase do início, na fase intermediária, que os cuidadores sejam familiares ou algum cuidador que está com essa pessoa, Incentive ela a fazer as próprias coisas Porque às vezes a pessoa Quer cuidar e quer fazer as coisas Pelo doente E no caso do Alzheimer, isso não funciona bem assim Não adianta você fazer as coisas Porque a pessoa já tem essa perda de memória Ela já se esquece facilmente Ela se esquece até como que se come Ela se esquece que ela tem que pegar o talher Levar a boca, daí mastigar Daí engolir Você faz tudo por ela Em vez de ajudar, você está atrapalhando Fabiana da Silva Prestes, professora do curso de tecnologia em gerontologia do Centro Universitário Internacional Ninter muito obrigado por todas as suas informações a gente sabe que Alzheimer é uma doença que quando chega o diagnóstico todo mundo fica assustado mas que com o avanço da medicina, com os tratamentos que nós temos hoje com esta mudança de hábito que nós precisamos ter de uma forma saudável, a gente sabe que a gente consegue aí combater esta doença e ter uma qualidade de vida maior. Então, muito obrigado por todas as suas informações aqui no Câmara Total. Eu que agradeço, muito obrigada. Tá certo. Então, a participação da Fabiana aqui no nosso programa, falando sobre Alzheimer e sobre esta forma aí, para a gente poder viver com mais qualidade. Vamos falar de educação agora? Porque no De Olho na Educação, vocês vão conhecer agora um livro dividido em 10 capítulos, onde são encontrados textos de profissionais de diversas áreas do conhecimento que compartilham reflexões, propostas e práticas em torno da educação inclusiva. Bom, é o Quadro de Olho na Educação Hoje a gente vai bater um papo, olha só Com a professora Maria Tereza Tudo bem com a senhora, professora? Prazer em tê-la conosco aqui no Quadro de Olho na Educação Igualmente, boa tarde Boa tarde, bom, gostaria que a senhora falasse sobre esse livro Enfim, explicasse para o pessoal de casa um pouco mais sobre ele Que é um livro, certamente, que vai fazer ainda muito sucesso, né? Muito obrigada pela oportunidade. Então, esse livro é mais um dos que se somam aos muitos que a gente tem escrito individualmente e também como organizadora sobre temas educacionais. Esse em especial é sobre inclusão e educação, entendimento, proposições e práticas. É um livro que eu organizei juntamente com a minha ex-orientanda de doutorado da Faculdade de Educação da Unicamp, do laboratório que eu coordeno, que é o LEPED, Laboratório de Estudos e Pesquisas em Ensino e Diferença. A gente reuniu nesse livro vários autores, mas todos eles muito ligados ao movimento em favor de uma escola para todos, uma escola inclusiva. Temos, inclusive, um de Portugal, mas a maioria é aqui do Brasil. São pessoas que estão voltadas para esse tema por diferentes motivos. Por exemplo, nós temos desde estudiosos, pesquisadores, até pessoas que ocuparam cargos na política e que nos ajudaram a promover a inclusão na escola brasileira. Então, nós temos dez capítulos muito interessantes, porque eles têm várias finalidades. Uma delas é explicar o que é a inclusão, quais são as questões de fundo da inclusão, os fundamentos. Outros são ligados a propostas inclusivas que existem no Brasil e todas elas muito bem fincadas em marcos educacionais e marcos jurídicos brasileiros. E temos também práticas, que são práticas escritas por professores que há tempo já estão se dedicando a fazer das suas escolas, das suas salas de aula, um espaço para todos, incondicionalmente. É um livro que tem isso. O livro, então, Educação e Inclusão, aí a senhora complementa, né? No livro Entendimento, Proposições e Práticas, não é isso? Então, quer dizer que... Posso mostrar? Claro que pode, deve inclusive, mostra pra gente, olha só. Opa, coloca mais um pouquinho de lado assim, ó. Aí, olha lá, Educação, Inclusão, Entendimento, Proposições e Práticas. Que legal, professora. Então, esse livro faz parte de uma série que se chama Saberes em Diálogo. E essa série é uma série que foi promovida pela Fundação Universidade Regional de Blumenau. E a Rosângela e eu que somos as organizadoras, nós dedicamos a venda integral dessa primeira edição à Federação Brasileira das Associações da Síndrome de Down. Então, as pessoas que quiserem adquirir, elas podem... Como que surgiu essa ideia, professora, de dedicar aí à Federação Brasileira de Síndrome de Down essa primeira edição? Então, a federação sempre foi nossa companheira. Desde o início, antes mesmo da política, antes de 2008, a federação já está nos acompanhando. A federação, ela luta muito pela inclusão de pessoas com síndrome de Down na escola, no trabalho, enfim, na vida social como um todo, entretenimento, esportes. Então, é uma parceira, a federação sempre esteve conosco nas lutas para garantir, inclusive, a inclusão nas escolas brasileiras. Ultimamente, inclusive, ela esteve, como muitas outras instituições, lutando para que o decreto 10.502, que foi instituído pelo presidente Jair Bolsonaro, E que nega todas as conquistas que as pessoas com deficiência tiveram a partir da política de 2008, a política nacional de educação especial na perspectiva da educação inclusiva. Então, a gente tem uma história com a federação e com muitas associações que estão ligadas à federação, inclusive aqui em Campinas, que é a fundação Síndrome de Down. E essa história a gente tinha que, de certa maneira, levar em conta num momento como esse e retribuir todo o apoio através daquilo que a gente sabe fazer, que é organizar livro, escrever, e que é importante para o esclarecimento. Bom, professora, até em cima de tudo isso que a senhora está falando, eu estou pensando aqui, esse livro é interessante para pais, coordenadores, enfim, professores, abrange um público muito grande, né? Bem amplo. Então, os meus livros sobre inclusão, eles são muito indicados também para concursos públicos na área de educação, na área do direito e esse em especial, eu acho que para quem trabalha diretamente nas escolas. Os diretores, coordenadores, secretários de educação e os pais, que eu acho que, acima de tudo, os pais têm que compreender muito bem o que é a inclusão, para que eles não sejam ludibriados pelas escolas especiais. Não sei se eu posso explicar um pouquinho disso. Claro que pode. Vai lá. Ótimo. Então, é o seguinte, o sistema de educação brasileiro, ele é regulado pela LDB de 96. Desde 1996, nós temos como ensino obrigatório de 4 a 17 anos. Esse ensino obrigatório é obrigatório para todos os cidadãos brasileiros e esse ensino, ele só pode se realizar nas escolas comuns de ensino regular. O que quer dizer isso? Nas escolas em que o ensino é legalizado, regularizado. Então, nenhuma criança, nenhum jovem pode frequentar obrigatoriamente uma escola que não seja a escola comum. Ao contrário do que muita gente pensa, as escolas especiais, elas não são credenciadas, elas não são legalizadas no sistema escolar brasileiro. Isso é importantíssimo, porque nós temos instituições abrindo escolas, principalmente para pessoas com deficiência e deficiência intelectual, no Brasil inteiro. Essas escolas não constam da nossa lei educacional, fazê-las não significa estar dando, tendo o direito de fazer o período obrigatório de escolaridade, como todo cidadão brasileiro tem de 4 a 17 anos, e ter um diploma que tenha a ver com a sua permanência no sistema de ensino. Então, é uma forma também das pessoas entenderem e não serem mais ludibriadas. Escola especial nunca, a partir de 96, foi considerada uma escola legalizada e, portanto, apta a oferecer ensino obrigatório para todos os alunos brasileiros. Isso é importantíssimo, porque por exemplo, nesse último decreto que nós suspendemos, o que aconteceu? Apresentaram vários tipos de escolas especiais para alunos com deficiência física, com deficiência intelectual, com deficiência sensorial. E isso não tem a ver com o nosso sistema, não é legalizado no nosso Sistema Nacional de Educação. Então, um livro como esse abre também para a discussão e essa questão que é fundamental, Porque um pai que não põe um filho numa escola, ele incorre em uma pena gravíssima, que é de abandono intelectual. Ele não pode abandonar intelectualmente um filho numa escola comum, desculpe, especial, no período de escolaridade obrigatória. Professora, falando um pouquinho sobre o lançamento do livro, foi um lançamento virtual. Gostaria que a senhora falasse isso, porque a gente está vivendo, obviamente, um momento atípico, justamente por conta da pandemia. Então, o pessoal tem que tomar sempre muito cuidado. Então, eu gostaria que a senhora falasse, por favor, a respeito do lançamento virtual do livro, que contou, inclusive, com o presidente da Federação do Síndrome de Down do Brasil, né? Sim. Então, veja, no dia 28 nós lançamos. Perfeito. O livro foi online, foi uma live muito interessante, porque a gente reuniu todos os autores dos capítulos e eles puderam fazer um resumo do que eles apresentaram da sua parte. E foi muito interessante, muito variado. pudemos falar sobre inclusão sobre vários aspectos e a presença do presidente do doutor Sestaro na live para nós foi muito importante também e a gente lançou o livro e o livro está sendo vendido nas associações de síndrome de Down aqui em Campinas na Fundação Síndrome de Down ele não é vendido em livrarias ainda, a primeira edição inteiramente foi dedicada às associações do Brasil todo e então o lançamento foi muito emocionante teve gente, autores que estavam nos Estados Unidos outros que estavam um que estava no Canadá essa é vantagem né professora de repente de ter sido virtual todo mundo pode aparecer Canadá, Estados Unidos maravilhoso Que bom, que bom. O professor ainda... Agora não sabe a maior. Pois não. Nós vamos fazer um webinário sobre o conteúdo dos livros. Bacana. No dia 8... 8 de... 9, dia 8 de fevereiro. 9 de fevereiro e 10 de fevereiro, das 18 às 20 horas, Nós vamos fazer três webinários e em cada um deles, três dos autores, mais uma vai fazer a apresentação do seu tema e vai responder as questões que as pessoas que tiverem interesse em nos fazer, fizerem. Porque a gente acha que mesmo aqueles que ainda não têm o livro podem e devem entrar em contato com o seu conteúdo, porque ele é um conteúdo muito importante para entender que a escola é de todos, que a escola não é de alguns. que todo mundo tem direito de estar na escola, junto com seus pares, da mesma idade, nas turmas das escolas comuns de ensino regular. Então, esse webinário também tem por detrás a Fundação Síndrome de Down, o Instituto Alana e pessoas que estão todas interessadas na divulgação dos seus capítulos, que são os autores do livro é isso aí, então mostra de novo o livro pra gente aí professora vamos dar uma olhadinha aí olha que bacana, então Educação e Inclusão é o livro que foi escrito, a gente está entrevistando portanto a professora que está batendo um papo conosco, falando claro, a respeito desse livro muito interessante, mais alguma coisa que a senhora queira destacar? eu quero dizer, o nome dos capítulos quem sabe pra... posso interessar bastante, não é? Olha, um minutinho que eu tô conseguindo aqui. É, abre. Vai lá, é a professora Maria Tereza Mantoan. É assim que fala seu sobrenome? Mantoan, Mantoan, sim. Então, eu falei certo aqui, né, professora? Hã? Então, eu falei certo, né? Falou muito bem. Então, vamos lá, fala rapidinho os capítulos pra gente encerrar. Alguns capítulos de feridência e educação. Deslocamentos necessários Capacitismo, educação especial É a contribuição do campo de estudos sobre deficiência Para a educação inclusiva Escola boa é para todos O papel do Ministério Público na defesa da educação inclusiva Após 10 anos de convenção dos direitos da pessoa com deficiência O que mudou na escola no Brasil? construir uma escola inclusiva, tecnologia assistível e educação, gestão e inclusão, atendimento educacional especializado como força motriz da inclusão. Esses são alguns dos temas que eu acho que são de interesse capital para que as pessoas interessadas em educação possam ter a oportunidade de conhecer o que há de mais recente, de uma forma muito simples, muito aberta, muito bem fundamentada. E por isso que eu agradeço de coração vocês terem nos convidado para essa entrevista aqui em Campinas. É o quadro de olho na educação. Olha o nome, como não casa certinho com o livro da senhora, né? Então tá bom, professora. Obrigado pela entrevista, tá? Muito obrigada. Valeu, boa sorte e parabéns pelo livro. Leia o livro. É isso aí, eu vou ler também. Manda um para mim, professora. Manda um para mim, para a TV de Câmara Campinas. valeu? é isso aí pessoal é o quadro de olho na educação até a próxima e esse livro já chegou pro nosso repórter o André Aranha que retorna na próxima segunda-feira com mais um tema importantíssima no de olho na educação meio de quarenta e um vamos fazer o seguinte terceiro intervalo aqui no Câmara Total e na volta muitas informações sobre legislativo aqui sobre a Câmara de Campinas com a Mina Abreu tem informações sobre o mundo animal e claro que tem culinária aqui no nosso programa, então não saia daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira, É meio-dia e 46, continue participando. O número do nosso WhatsApp, 19 ao DDD, 978293776. Ou você tem a opção de enviar a mensagem através do nosso QR Code. Pegue o celular, abre a câmera, mira aqui para ele e aí você clica e a gente conversa ao vivo. Quem está ao vivo também é a Mirna Abreu, aqui nos nossos estúdios, com as notícias do Legislativo. Começando com aquela atualização do boletim da vereadora Guida Calisto Que está com Covid-19 Boa tarde Boa tarde, Gabriel Boa tarde a vocês de casa As informações são deste domingo Pela assessoria da vereadora Que ela continua em observação no hospital da PUC Segundo os informes médicos A melhora da parlamentar é gradativa Guida tem a mesma sensação Com aumento de disposição Melhora na respiração e noites tranquilas de sono. A expectativa é de alta nos próximos dias, está na nota da assessoria de imprensa da vereadora Guida Calisto. E a gente espera que o quanto antes ela seja liberada, que teste negativo para poder retomar a atividade parlamentar aqui na Câmara de Campinas. Então, boa sorte e saúde ao nosso desejo, a vereadora Guida Calisto. Mina, falando ainda sobre pandemia e a relação com as verbas, com o dinheiro, tem um questionamento aqui do Legislativo, né? Sim, o questionamento foi feito pelo presidente da Câmara, o vereador Zé Carlos, através de um requerimento em que ele pede informações a respeito das verbas estaduais que vieram para o município no enfrentamento à Covid-19. O presidente da Câmara de Campinas, vereador Zé Carlos, protocolou um requerimento de informações para que a prefeitura esclareça qual montante de verbas recebida do governo do estado pelo município. Está aumentando os casos de covid na nossa cidade e nós temos que ter a segurança de que o estado está nos ajudando ou vai nos ajudar para que a gente possa combater essa pandemia. No mesmo requerimento, Zé Carlos solicita ainda o detalhamento sobre a quantidade de leitos que o Estado tem disponibilizado para a cidade e se a demanda dos leitos utilizados no sistema de saúde municipal necessita de maior ajuda estadual. Nós temos 17 leitos do Estado na Unicamp, mas veja bem, a Unicamp não atende só a cidade de Campinas, ela atende o Estado e o Brasil como um todo, a Unicamp. E ela não vai negar um leito para quem chega ali com Covid em uma fase até aguda. Mas nós temos vários locais, inclusive a AME, o Pronto Socorro Metropolitano, que tem disponibilizado espaço que pode ser adaptado ali ou ser colocado, leitos de UTI, porque nós temos esse espaço, nós não precisamos fazer um hospital de campanha, nós temos espaço. Só que nós precisamos da ajuda do Estado. Aumentou-se novamente a quantidade de infectados na nossa cidade. Então está na hora do governo do Estado nos ajudar e voltar a equipar com leitos de UTI, não só a AME, como também o Hospital Metropolitano. A Prefeitura tem um prazo de 15 dias, prorrogáveis pelo mesmo período, para responder os questionamentos do vereador. De posse das respostas, o presidente da Câmara afirma que fará uma reunião com o Estado para cobrar soluções para a cidade. Nada mais justo que o governo do Estado nos ajude nesse momento para combater e dar um atendimento digno a toda a população, não só da cidade de Campinas, mas também da região metropolitana. E agora a gente conversa sobre um projeto de lei que prevê um desconto no IPTU para aqueles imóveis que tem um ponto de ônibus ali na porta da casa, é isso, Mina? É isso mesmo, a gente tem vários imóveis nessa situação aqui em Campinas e a proposta é do vereador Otto Alejandro, que quer dar esse desconto a quem tem que conviver com ponto de ônibus bem em frente de casa. O vereador Otto Alejandro apresentou uma proposta de lei que visa dar desconto no IPTU para quem tem um imóvel com ponto de ônibus na calçada. O parlamentar explicou o PLO. Porque assim, olha só, hoje se você tem uma residência e tem um abrigo, um ponto de ônibus na frente da sua casa, você sofre com isso. Sofre pelo incômodo, pelo ônibus estar parando em frente à sua residência toda hora, a movimentação de pessoas. Às vezes muitos usam na madrugada para poder fazer de moradia, usuários de drogas. Então, de uma forma ou de outra, a pessoa quando vai fazer, se desfazer desse imóvel, ela acaba perdendo. Porque se você vai comprar, você já vê aquela situação do abrigo na calçada, você já pensa duas vezes em comprar. Então, de alguma forma, essas pessoas se sentem prejudicadas. A matéria não fixa o percentual de desconto que será dado. Fica por conta da prefeitura para poder beneficiar essas famílias com esse desconto, porque diretamente eles estão sendo prejudicados com esse abrigo na calçada. A proposta não isenta ou dá desconto para a coleta de lixo. Existem 5 mil pontos de ônibus na cidade, residenciais aproximadamente 1.500. Então são 1.500 famílias que vão ter esse benefício. Eu acredito que os colegas de casa e a Prefeitura de Campinas vai pensar com carinho e vai trazer esse desconto aí a essas aproximadamente 1.500 famílias. Vamos continuar falando sobre a atividade parlamentar, porque a vacinação da Covid-19, a gente já mostrou aqui, né, nas notícias da Metrópole, mais de 30 mil pessoas na cidade já se vacinaram. E um parlamentar quer que os motoristas, os cobradores, eles entrem numa fila de prioridade? Isso mesmo, a proposta é do vereador Carlinhos Camelô, que quer que motoristas e cobradores do transporte público também tenham essa questão de poder vacinar e se proteger contra a Covid-19. O vereador Carlinhos Camelô apresentou um projeto de lei que estabelece medidas de proteção em relação à pandemia para motoristas, cobradores e colaboradores do sistema de transporte coletivo de passageiros na cidade de Campinas. O motorista de ônibus, que é o projeto que visa, a gente sabe que eles estão ao risco todos os dias. Todos os dias. O ônibus, geralmente, de manhã cedo, de tarde, horário de pico, é o horário que está lotado. E ali, qual que visa o projeto? Visa mais tranquilidade para eles e também segurança. O projeto prevê ainda que as empresas concessionárias de transporte coletivo de passageiros deverão adotar medidas como disponibilizar equipamentos de proteção individual, os EPIs, como luvas, máscaras faciais e descartáveis a todos os trabalhadores. Não é uma denúncia, mas sim, eu falo que é uma segurança que eles têm que ter. A gente não tem um órgão que fiscaliza para saber se isso está acontecendo. Então, tendo uma lei para que se cumpra uma lei, a gente sabe que seria melhor para eles e mais tranquilidade para esses motoristas. A matéria determina ainda a aferição diária de temperatura dos motoristas, cobradores e demais colaboradores, como também a fixação de cartaz em local visível, no interior dos veículos e nos terminais rodoviários, para informar os passageiros sobre a obrigatoriedade e a importância do uso de máscara e da adoção das medidas de proteção contra a Covid-19. As pessoas, os vereadores dessa casa aqui, sabem que a intuição desse vereador aqui é visar, é isso aqui, é fazer lei para que dê tranquilidade para as pessoas. E eu acho que essa lei é uma lei que determina aqui uma segurança para esse motorista e também que venha vacinar eles também, que eles estão, vamos falar assim, num enfrentamento dia a dia ali. Sobre este grupo prioritário, a gente tem uma proposta, um projeto de lei também no legislativo, só que para os educadores físicos, né? Isso mesmo. A proposta é do vereador Marcelo Silva, que reconhece aí como essenciais para a população a prática da atividade física e dos exercícios físicos. Sendo assim, o profissional de educação física também estaria nesse grupo prioritário. Justamente torna a prática de atividade física administrado Pelo profissional de educação física como atividade essencial O que isso quer dizer? Que independente da fase que a cidade esteja ou o estado A prática de atividade física é tida como essencial Todos nós já sabemos como é importante a atividade física E como essencial para muita gente E também alguns estudos dizem que a prática constante de atividade física ela pode reduzir consideravelmente a chance de você ter um quadro grave aí da Covid-19. Então, esse é mais um trabalho, mais um serviço importantíssimo, mais uma atividade essencial que deve sim fazer parte da vida do cidadão campineiro. A gente tem tido aqui na Câmara, inclusive, várias iniciativas com pedido dos vereadores para que algumas atividades sejam consideradas essenciais para a questão da vacinação. E você viu aí na matéria do projeto do vereador Carlinhos Camilô, inclusive, que além da vacinação, também fala aí de medidas com uso obrigatório de EPIs e uma série de ações que devem fazer parte da rotina de quem trabalha no transporte público aqui da nossa cidade. Lembrando que os projetos protocolados vão passar pelas comissões, primeiramente pela Comissão de Constituição e Legalidade e se tiver parecer favorável, vão ser votados em plenário. E a gente continua acompanhando então toda essa tramitação, as discussões e as votações que acontecem nas reuniões extraordinárias e que amanhã a gente fala mais sobre isso, na segunda reunião? Isso, amanhã a gente vai falar da reunião que acontece na próxima quarta-feira, a partir das 9 horas, e dos projetos que estão na pauta dessa semana. Combinado, então, até amanhã. Até amanhã. Mina abriu, então, com todas as informações aqui do Legislativo Campineiro, falando sobre os projetos dos parlamentares. Olha só, o Grupo de Apoio aos Coelhos é uma instituição sem fins lucrativos, que não recebe nenhum tipo de ajuda governamental e que desde 2016 oferece assistência aos coelhos abandonados ou em situação de risco, promovendo a adoção e o cuidado consciente destes animais. É o bicho na sua tela. Uma paixão que começou na infância Desde criança eu gosto muito de coelhos E na minha fase adulta eu vim adotar um coelho Que já era aquele sonho meu, mas agora eu vou concretizar E tendo um coelho, logo veio uma coelhinha fêmea De lá pra cá o número só aumentou Hoje a Karina soma cinco coelhinhos. Cada um de uma raça, mas todos com o mesmo jeitinho tímido. Fogem da câmera, mas quando a comida chega... O Thor, a Naomi, o Oliver, a Ceci e a Geni não resistem a uma verdura. A alimentação deles é bastante controlada. E não pense que cenoura é liberada por aqui. O Pernalongo estragou os coelhos, né? De tanto que ele comia cenoura. Cenoura, banana, maçã é um petisco. Imagina assim, você tem um filho, você não vai dar batata frita e chocolate pra ele todos os dias. Você vai dar de vez em quando. É a mesma coisa. Você pode dar um pedacinho de banana, uma rodinha? Pode. Um pedacinho de maçã de vez em quando? Pode. Mas dá uma vez por semana. Isso tem muito açúcar. Vai deixar o seu bichinho gordo. A alimentação dos coelhos deve ser a base de feno, ração e verduras. E aí vão algumas curiosidades sobre essas bolinhas de pelo. Ao contrário do que todos pensam, os coelhos não são roedores. São mamíferos e herbívoros. Eles ainda ronronam como os gatos. E assim como os cães, viram de barriga para cima para receber carinho. Seus dentes e unhas não param de crescer. Por isso, precisam de um brinquedo para roer. E nada de dar banho, eles se limpam sozinhos. Esses simpáticos bichinhos se tornaram ótimos animais de estimação. Mas apesar da forfura, tem gente que ainda maltrata e abandona os orelhudos. Triste realidade que fez surgir a ONG Grupo de Apoio aos Coelhos, que a Karina faz parte. Tem muito caso de abandono de coelhos, que nem muitas pessoas perguntam assim, mas não tem coelhos abandonados na rua? Não, não tem porque eles são animais que são presos na natureza, eles não estão na rua, eles normalmente estão abandonados em praças, em terrenos, baldios, ou até mesmo no fundo de uma casa, tutores inconscientes que pegam um macho, uma fêmea não castra, e aí quando já está na segunda, na terceira alinhada, com mais de 20 coelhos, muitos morrendo, aí eles vêm procurar ajuda. A ONG não tem sede própria, por isso os animais recolhidos ficam em lar temporário. A casa da Karina também virou abrigo. E para doação, tem até o coelhinho tradicional. De olhos vermelhos, de pelos branquinhos, de passo ligeiro, Eu sou coelhinho, sou muito azul Nosso objetivo é ser a primeira ONG do Brasil formalizada Só com foco em resgate de coelhos Porque como eu disse anteriormente As ONGs hoje em dia assistem cães, gatos Mas os coelhos acabam sendo um bichinho esquecido E quantos resgates a gente já fez dos bichinhos estarem com sarna, doentes Alguns com problema na coluna Porque já sofreu algum tipo de maus tratos Então, assim, tem muito caso, a gente não dá conta de resgatar tudo, a gente tem uma fila de espera e a gente vai resgatando aqueles casos que são, assim, emergência, porque é impossível a gente conseguir resgatar todos os casos que aparecem. Uma hora e dois minutos, vamos fazer o seguinte, último intervalo aqui no Câmara Total, a gente vai fazer uma pausa que é para dar tempo de você pegar aquele papel, uma caneta ou seu celular para você poder anotar, porque olha só, no último bloco tem cozinha fácil. Qual será a receita de hoje? Você tem algum palpite? Depois do intervalo a gente volta e a gente vê se você acertou ou não. Uma hora e oito minutos, Câmara Total de volta ao vivo nesta segunda-feira. Semana só começando. Já está aí com o papel e a caneta na mão ou com o celular para você poder anotar o passo a passo. Você aí de casa, eu tenho certeza, né? Gosta de uma boa massa. Então acompanhe a receita de hoje, que é um macarrão fettuccine. Olha só. Mais uma edição do Cozinha Fácil e hoje tem receita gostosa na sua telinha. Quem vai ensinar pra gente é o chefe Mauro Mazon. Chefe, tudo bem? Tudo bem, Michel. Tudo jóia. Chefe, hoje é um macarrão diferente. Na realidade, pra gente, né? Mas é um macarrão super comum na Itália, super simples de fazer, super... É como se fosse um arroz e feijão nosso, uma comida super básica lá na Itália, né? Mas vamos sair do tradicional, né? Aqui a gente tá muito acostumado com bolonhesa, suco... Com molho vermelho, pesadão, carregado. Esse é o macarrão mais leve, é o macarrão mais simples, assim, né? E a nossa proposta, então, é um fettuccine? Fettuccine, mas poderia usar outros tipos de macarrão. A gente poderia usar um talharinho, poderia usar um cabelinho de anjo, que é o espaguete, fininho, ou um espaguete mesmo. Qualquer tipo de macarrão daria pra fazer isso aqui, não tem muito segredo, não. Chega a ser um molho branco que a gente vai... Não, não chega a ser um molho branco porque ele é sequinho, ele não tem aquela... Ele não chega a ter molho, né? O molho, na realidade, ele fica preso no macarrão. Então, você não tem aquela quantidade de molho, não dá pra se considerar como um molho. Ele é mais... Em italiano, o pessoal fala pasta chuta, que é uma pasta enxugada. Então, é uma pasta com um pouco menos de molho, onde o molho fica preso no macarrão e não no prato, né? Então, eu acho que já fica uma dica, né? Se o nosso molho ficar ali, o macarrão ficar dançando no molho... É, é o molho colar na massa, é o molho ficar bem preso na massa. Por isso que na receita a gente mexe bastante pra esse molho, quando é mousse, ficar colar na massa. Eu achei muito interessante que, antes da gente começar aqui a gravação, o chefe tava contando que o nome desse macarrão é por conta de três tipos de gordura que a gente tá usando, né? Isso, na realidade essa é a base de três tipos de macarrão, né? Três massas, que a gente chama de triplo buro. Esse aqui vai manteiga, creme de leite e o queijo. E os três são gorduras derivadas do leite, né? Então ele chama triplo buro, três vezes gordura. É um macarrãozinho que ele é a base do talharim Alfredo, do fetutini Alfredo, ele é a base do cacio e pepe, que é um outro macarrão super famoso perto da região de Roma. Então ele, com essa base aqui, você consegue ir pra outros tipos de macarrão, né? E não é uma receita cara. Macarrão é acessível, né? Macarrão, a gente vai pagar aí dois e pouco num pacote de meio quilo. E rende, né? E rende. Um pacote de macarrão dá, dependendo da fome, até cinco pessoas, mais ou menos, né? E esse molho que a gente tá preparando já é justamente pra esse pacote inteiro? Pra um pacote inteiro, pra 500 gramas, é. A gente calculou ali pra fazer um pacote de 500 gramas de macarrão. E não vai muita coisa. Já já eu vou mostrar pra vocês aí de casa as quantidades, mas eu já adianto aqui alguns ingredientes, como o chefe já falou. Creme de leite, manteiga... A gente tá usando creme de leite, manteiga e queijo. Aí a gente põe sal e pimenta, são esses ingredientes. E finalizou com uma salsinha, que você tem no vasinho da sua janela, ou você tem na sua horta, mas não precisava também. Mas é creme de leite, manteiga, pouco creme de leite, nem é muito, manteiga e o queijo. E um dentinho de alho só para dar um sabor. É que esse aqui, para a gente usar o molho, a gente usa a própria água da coxão para fazer o molho. Então você não precisa de muita manteiga, você não precisa de muito creme de leite, você precisa de pouco. E a gente usa a água que o macarrão está fervendo para desenvolver o próprio... O próprio macarrão, ele já vai soltar na água as propriedades dele. Ele vai soltar muito amido na água que vai fazer a sacola do molho grudar nele. E vai dar aquele ponto para poder engrossar o nosso molho. Para poder engrossar o nosso molho. Ele é um... A água do macarrão é um ingrediente também, né? A gente costuma usar a água como um ingrediente. A água da coxão, né? É uma água até cheia de amido. É, eu acho que já deu tempo do pessoal de casa aí pegar o caderninho, né? Para poder anotar então as quantidades. Então confira tudo que vai na nossa receita. Anote aí Agora, chefe, vamos falar do modo de preparo. Vamos. Não tem segredo. Não tem segredo. A gente falou que eu pus um dentinho de alho aí pra dar um sabor, mas a gente vai colocar um pouco de gordura na frigideira. Primeiro o macarrão ferver, né, gente? Água fervendo, macarrão, igual o pacote lá. O pacote fala sete minutos, você deixa sete minutos, dez minutos, enfim. O que vier no pacote de macarrão? A gente usou um fetutine, mas você poderia usar qualquer outra massa. Sal na água, instrução do pacote. Segue a instrução do pacote. O nosso molho, o que a gente vai fazer? A gente vai colocar um pouco de gordura, pode ser a própria manteiga, um azeite, um óleo, o que for o caso. Coloco essa gordura, o alho, sem deixar dourar, porque se o alho dourar ele vai acabar ficando amargo, né? Se o alho doura fica aquele amarguinho. A gente coloca um pouquinho o creme de leite e começa a cozinhar devagarzinho. A gente já coloca umas duas ou três conchadas da água que tá fervendo com o macarrão dentro da frigideira. E vai misturando esse molho A gente vai colocar metade do queijo parmesão E vamos mexendo isso em fogo baixo Isso vai virar um molho branco Ele vai dissolver, esse queijo ralado vai dissolver E vai misturar com a manteiga, com o alho A gente adiciona a pimenta do reino E coloca, na hora que o macarrão estiver pronto A gente já sai da panela com o macarrão E já vai pra própria frigideira e mexe E mexe, mexe, mexe Até esse molho colar inteiro dentro do macarrão Na hora de empratar, a gente finaliza com um pouquinho mais de pimenta e o queijo ralado que sobrou. No caso, a gente tinha uma salsinha na mão, aí eu coloquei um pouco de salsinha. Não precisa da salsinha. Ele é um macarrãozinho simples. Na Itália, isso costuma ser um prato, né? Aqui a gente sempre tem uma carne com a massa e tal, mas é uma massinha pra você comer um dia. É uma refeição completa. É uma refeição, ela não tem proteína, né? Não tem proteína. Ela vai ter pouca proteína por causa do queijo, mas nada impede de você comer lá, se é vegetariano, assim, essa é uma coisa super legal de você comer em casa. Eu gosto de comer, pra mim só o macarrão já é uma refeição, então é uma refeição completa em casa, dá pra você fazer um macarrão desse sem problema nenhum. Tem pessoal que come alho e óleo, esse aqui é uma vertente, é um macarrão com menos ingredientes, mas muito bom. Dá pra eu acrescentar, se for o caso ali, mais tipos de queijos? Dá pra você colocar mais tipos de queijos. Um gorgonzola, por exemplo? Pode colocar, fica muito bom. A única coisa é que a gente tem que dissolver esse queijo nessa frigideira com essa água. Por isso a gente usa a água da cocção. Porque a hora que você dissolve, ele não fica os pedaços de queijo. Ele vai acabar... O queijo se incorpora no líquido e vira um molho. E esse molho vai chugar e vai colar na massa. A ideia é dissolver o queijo no próprio molho. Chefe, antes de chamar aqui o modo de preparo para o pessoal conferir detalhadamente como é que faz a receita, eu queria uma dica. Mesmo seguindo as instruções do pacote de macarrão, aí tem aquela questão do macarrão al dente, para a gente não deixar passar, porque senão fica molengo demais, ou não deixar muito cru. Eu sugiro que se está falando, vamos dar um exemplo, se está falando 10 minutos lá no pacote, cozinha 8 minutos na água e os outros 2 minutos no próprio molho. E ele termina de cozinhar com o sabor do molho, ele incorpora mais o molho e aí você não passa do ponto. Mas normalmente, os grandes pastifícios aí que fazem macarrão, já testaram a massa. Então ele vem, às vezes ele vem 7 a 9 minutos, 7 seria o dente, 9 seria já um pouco macio. Então você tem essa variedade, normalmente vem escrito nos pacotes de macarrão, de 7 a 9, de 8 a 10, sempre com 2 minutos aí de intervalo. E se você quiser o dente, você tira no 7, se você não quiser o dente, você tira no 9, ou no 8, 10, 12, 14, enfim, essa variação que tem aí. Eu prefiro ao dente, eu acho mais gostoso quando ele tem aquela mordidinha, ele é mais durinho para comer do que quando ele é mais macio. E olha só, é com essa dica que agora você vai conferir o modo de preparo. Veja só como é simples. A primeira coisa que você tem que fazer é cozinhar o macarrão fettuccine. Em uma panela, adicione o alho e a manteiga. Cozinhe, mas não deixe o alho dourar demais. Adicione o creme de leite. E adicione a pimenta e o sal a gosto. o queijo ralado. Depois, você vai acrescentar de duas a três colheres de sopa de água do macarrão na panela. E aí, com um fuê, você vai emulsionar o molho. Feito isso, é só escorrer o macarrão ou tirar da panela e colocar direto na frigideira do preparo do molho. Coloque uma colher de manteiga para ter mais brilho e sabor Adicione o macarrão e misture bem Para servir, coloque mais queijo ralado, pimenta e, se preferir, as folhas de salsinha e regue azeite. Agora que você já conferiu Como é que se faz a nossa receita A gente já vai encaminhando aqui Para finalizar o programa Chefe, já puxei o prato aqui para o meu lado Sem problema não Porque é nesse momento que eu faço a parte mais difícil Vou tirando aqui a máscara Só lembrando que o nosso programa segue os protocolos De segurança, de distanciamento, uso de álcool em gel, máscara Mas pra experimentar, não dá pra experimentar com a máscara Então já tirei aqui Enquanto eu vou experimentar, o chefe já vai falar pro pessoal de casa Que gostou da receita Chefe, como é que faz pra acompanhar o seu trabalho conhecer outras receitas. Vamos supor, não quero fazer, porque não é difícil, dá para fazer sim, não leva nem 10, 15 minutos para fazer essa receita. Ah, mas não quero fazer, eu quero experimentar, o chefe faz. Como é que faz? É, só vir aqui, a gente está no Benedito, aqui na Rua dos Bandeirantes, no Cambuí, 333. A gente pode nos seguir nas mídias sociais, eu tenho o Chef Mauro Mazon, Tem o canal no YouTube, Chef Mauro Mazon Tem o Instagram Tem o Instagram do Benedito Você põe lá Benedito Restaurante E você consegue ver o nosso site Nossas receitas, os pratos que a gente tem E Só seguir lá, mandar pergunta Direto no Instagram Às vezes demora um pouquinho pra responder Mas pergunte sua receita, tire suas dúvidas E a gente tem os canais De mídia, né? Facebook, Instagram Youtube em todos eles aí. E estamos aqui ao vivo e a cores, respeitando o distanciamento, aqui atendendo ao vivo e pessoalmente aqui com máscara, aqui no restaurante também, de quarta a domingo. Chefe, eu acho que o pessoal de casa tem que fazer essa receita. É uma sugestão aí pra gente variar daquelas que a gente já conhece e experimentar novos sabores, né? Os sabores, sim. Gente, e é com essa receita deliciosa aqui, esse prato ainda cheio, eu encerro o programa. O chefe está super convidado para voltar e ensinar outras receitas. Lógico, qualquer momento, quando você quiser. A gente fica por aqui então, até o próximo programa. Tchau, tchau. Até logo, tchau. A Alma Massa não se recusa, viu? para qualquer dia na semana. Então, muito obrigado, Michel Amorim, com o Cozinha Fácil, aqui no Câmara Total. E a gente fica por aqui nesta segunda-feira, a semana só começando. Muito obrigado pela sua companhia e a audiência. A gente volta amanhã às 11 horas da manhã com muitas informações. Até lá. Tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto Amém.
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