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CÂMARA TOTAL

14 views Publicado 22/03/2021 HD · 2:48:23

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Olá, seja bem-vinda, seja bem-vindo, sextou 19 de março de 2021, começa agora o Câmara total ao vivo, 11 horas e 32 minutos, e eu quero a sua participação através do número do nosso WhatsApp, que já está aqui embaixo da sua tela. 19 é o nosso DDD, 978293776, ou você tem a opção de enviar uma mensagem através do nosso QR Code, olha só, eu estou apontando aqui para ele, você vai pegar o seu celular, abrir a câmera, como se você fosse tirar uma foto, e aí você mira para esse QR Code e já vai aparecer na tela do seu celular o WhatsApp TV Câmara Campinas. Você aperta e a gente conversa ao vivo nesta sexta-feira. E você aí de casa, confira agora os destaques de hoje. Campinas tem primeira noite de toque de recolher após as 20 horas com fiscalização realizada pela Guarda Municipal. Vereador Paulo Búfalo articula com o deputado federal Ivan Valente proposta de emenda ao Orçamento da União para a destinação de verbas à reivindicação dos profissionais de saúde do CAISME. Mudança no perfil do consumo durante a pandemia faz número de reclamações sobre o comércio eletrônico disparar no PROCON Campinas. E hoje tem receita no Câmara Total. Páscoa chegando, saiba como fazer uma cenoura de brigadeiro. E ontem foi o primeiro dia aqui em Campinas, a partir das 8 horas da noite, que nós tivemos o toque de recolher. E a nossa equipe acompanhou o trabalho da Guarda Municipal para impedir as festas clandestinas e aglomerações. A reportagem é de Michel Amorim. Ações de bloqueio e fiscalização da Guarda Municipal juntamente com as polícias. civil e militar foram espalhadas pela cidade. A concentração das equipes de fiscalização foi na Avenida Norte e Sul. Então são os pontos de maior concentração de veículos na cidade, assim que a gente definiu, e a partir daqui é uma ação dinâmica. Então tudo que a gente for constatando através da central de monitoramento integrado, com as nossas câmeras, havendo aglomeração, os nossos pontos de captura de OCR, que são os leitores de placa, eles também são capazes de aferir o fluxo de veículo. Então, havendo a normalidade ali do que a gente espera no sistema, a gente também monta essas barreiras e vai fazer essa orientação de acordo com esses dados. A missão de todos nós aqui é de orientar as pessoas para que menos vidas possam ser perdidas. É de extrema importância. Nessa primeira etapa, nós iremos orientar a população, descrever em minúcias o momento conturbado, complicado, tentar trazer as pessoas à realidade do que nós estamos vivenciando. Já os serviços de delivery, farmácias e postos de gasolina não terão restrição no horário de funcionamento. O mesmo vale para táxis e motoristas por aplicativo. Serviços como supermercados, padarias, lojas de conveniências de postos de gasolina e drive-thru só poderão funcionar das 5 até as 8 da noite. Ele está sujeito a lacração e a multa hoje é majorada, ela aumentou o valor e ele pode ficar lacrado fim da fase vermelha. Então ele só vai poder reabrir quando acabar essa restrição que a gente está vivendo hoje. O toque de recolher em Campinas será das 8 da noite às 5 da manhã. Neste primeiro momento, os bloqueios de fiscalização são de conscientização. Posteriormente, só será permitido a circulação de pessoas que comprovar a atuação em atividades essenciais. Não é uma limitação de locomoção de ninguém. O nosso intuito com isso é conscientizar as pessoas para que só saiam em caso de necessidade, de fato. Não para passear, buscar um lazer. Esse é o intuito. É uma ação mais educativa, buscando resguardar a vida. Eu acho que a gente tem que partir do princípio da boa-fé, de que as pessoas vão declarar ali, de fato, o que estão fazendo naquele momento. Então é com isso que a gente conta. Mas, eventualmente, se for necessário, faremos prova do que está sendo alegado através de um registro de trabalho, de um telefonema no local. A gente pode usar isso. Quero crer que não seja necessário. A multa para os estabelecimentos que descumprirem as medidas vai de R$ 1.500 a R$ 3.000. Já em relação às festas clandestinas, a multa será de R$ 6.000. O organizador do evento, o locador e o proprietário do imóvel, além da multa, também serão levados à delegacia. As penalidades valem também para as festas familiares, com mais de 10 pessoas. Neste caso, a multa será de 3 mil reais. As denúncias sobre festas clandestinas podem ser feitas pelos telefones 156 ou 153 da Guarda Municipal de Campinas. A situação do município é drástica, é grave. O prefeito tem dito isso, mas falta essa consciência. A gente tem, em média, uma fila de 100 pessoas aguardando vaga numa UTI. Então, assim, o risco de a gente entrar num colapso é grande, é iminente. Então, a gente acha que essas ações restritivas, elas podem e devem contribuir muito com isso, havendo adesão da população. 11 horas e 37 minutos nós estamos ao vivo aqui no Câmara Total e olha só pelo segundo ano consecutivo eu vou chamar uma reportagem agora sobre a Páscoa porque ela foi bastante impactada né a gente está vivendo já há um ano no ano passado já caíram as vendas e neste ano qual será o cenário que nós temos. Confira esta reportagem que foi realizada pelo nosso repórter, o Michel Amorim. Olha só. A Páscoa está chegando. Este ano será no primeiro domingo de abril e os supermercados já estão cheios com os ovos de chocolate. Em Campinas, segundo a Associação Comercial e Industrial da cidade, no ano passado o comércio faturou cerca de 132 milhões de reais. Neste Este ano, a perspectiva de ganho era de R$ 354 milhões, o que equivale a 32,5%. Mas essa projeção era quando a cidade estava na fase amarela. Com restrições mais duras, essa perspectiva caiu. É o que explica o economista e diretor da SIC. A avaliação é que você teria aí um crescimento agora, em relação ao ano passado, sempre é o ano passado, em torno de 20%, teria essa alternativa. Quer dizer, você teria aí uns 350 menos 20, 290 a 300, Seria o volume que a gente poderia estar esperando agora para essa Páscoa, o que daria aí, portanto, uma expansão de 30%, de 20%, né? Na região metropolitana de Campinas, no ano passado, as vendas chegaram a R$ 267 milhões. As grandes lojas estão preparadas, inclusive, para vender em delíveres nos chocolates. Com certeza, isso até aumentaria o volume de compras do e-commerce, as vendas digitais que a gente fala, que poderia ser um fator que ajudaria a aumentar um pouco essa perspectiva de vendas da pasta. A Associação Brasileira da Indústria de Chocolate, Amendoim e Balas abasteceu os mercados com os produtos de Páscoa mais cedo este ano e confirma adaptações que foram feitas para não prejudicar o segmento. A principal adaptação foi exatamente trabalhar o mais possível com os aplicativos de pronta entrega. Então todos os aplicativos disponíveis no mercado, que você possa pensar, e que todos sabem, estão com a possibilidade de comprar ovo de páscoa através desses aplicativos. Esse é um ponto. O outro ponto é que vários dos nossos associados têm lojas nos shoppings. Então, se montou delivery para fazer a pronta entrega também através dessas opções. Muitas vezes você está num bairro, você compra um produto e recebe de outra loja que está mais próximo do seu endereço. Então, tudo isso foi pensado e preparado para que o consumidor tivesse acesso de maneira mais fácil, de acordo com a sua condição de compra. O gerente de marketing deste mercado em Valinhos tem perspectivas positivas para esta Páscoa. Lá em janeiro, quando foram feitas as compras da categoria e da sazonalidade de Páscoa, a gente teve que rever, porque realmente as mudanças de fase fizeram que a gente refizesse o nosso planejamento. Então, a nossa perspectiva é terminar a Páscoa com um crescimento de 15%. Ele ainda deu dica para não deixar passar essa data em branco. A pandemia trouxe uma série de mudanças e uma mudança até cultural nossa, brasileira, que acabava sempre deixando as compras para a última hora. Então, eu acho que a pandemia vem ensinando a sermos mais programados, a nos antecipar aos problemas, justamente por esse fato de evitar aglomerações, porque a gente sabe que vai ter também um movimento grande uma semana, cinco dias antes da Páscoa. Ontem, uma comitiva liderada pelo presidente da Câmara, Zé Carlos, com os vereadores Felipe Marquesi e Major Jaime, fui a Brasília para falar com integrantes do Ministério da Saúde para contar agora para a gente como é que foi essa reunião, o que foi decidido. O presidente da Câmara, Zé Carlos, está nos nossos estúdios, por isso eu estou de máscara, o presidente da Câmara também está de máscara. Então, seja bem-vindo. Bom dia, presidente. Como foi essa reunião? O que foi abordado? Bom dia a todos. Bom dia aos telespectadores da TV Câmara. Bom dia a todos os munícipes de Campinas. Essa reunião lá em Brasília foi muito produtiva. Levamos aí uma comitiva da região metropolitana de Campinas, porque não adianta nada só Campinas fazer o seu papel e as outras cidades da região metropolitana não acompanharem. Então foi muito importante essa reunião, porque a gente conseguiu que o Ministério abrisse as portas a todos os prefeitos, a todas as prefeituras da região metropolitana para que junto com o administrador ou executivo de Campinas possa fazer aí os pedidos no aumento de leitos de UTI para a nossa região toda, como para Campinas também. Então foi muito produtivo. Quando que surgiu a ideia ou a necessidade de ir até a capital federal e mostrar a situação que está Campinas e que a região metropolitana está vivendo? Não, isso surgiu a partir do momento que a gente viu que a nossa capacidade de internação, ela estava no limite. Nós fomos a questão de 15 dias em São Paulo, junto ao governador, onde nós conseguimos 40 leitos de UTI para o nosso município. E na abertura de 20 leitos que foram colocados no hospital metropolitano, isso lotou em apenas 4 horas, conforme relato do próprio prefeito Dardo Saad. Aí a gente pensou, então os outros 20 leitos que a hora que forem implantados também não vai ser suficiente. Aí eu chamei o presidente da Associação Metropolitana, o Hélio de Indaiatuba, e solicitei dele uma reunião de todos os presidentes das câmaras da região metropolitana para que a gente fosse numa caravana até o Ministério da Saúde solicitar mais leitos, insumos e medicamentos. Tudo que fosse possível para os municípios adquirirem através do Ministério da Saúde e isso aconteceu no dia 15 de março, agora numa reunião remota, onde participaram quase 18 vereadores e pedimos aos outros que não participaram da reunião, mas que enviasse a situação da sua cidade para que a gente fizesse essa reivindicação junto ao Ministério da Saúde. Nós estamos recebendo algumas perguntas aqui através do nosso WhatsApp, 978-293-776 é o número do nosso WhatsApp para você enviar a sua mensagem, a sua participação. Nós estamos conversando com o presidente da Câmara, o vereador Zé Carlos. A pergunta que chega é da Márcia, lá do Taquarau. Por que o prefeito de Campinas não foi junto, Zé Carlos? É a pergunta da Márcia. Não, veja bem, o prefeito está fazendo, o prefeito está desesperado, como todo campineiro, toda a população, e o prefeito está buscando outras soluções, porque o sistema de saúde está estrangulado, vamos dizer assim, e ele também convocou os prefeitos da região metropolitana para juntos tomar uma decisão equânime, porque não adianta nada Campinas fechar se a região metropolitana também não fechar. Ou não fechar, mas tomar caminhos em conjunto. E é isso que o prefeito Dario ficou fazendo nesse momento, mas ele não deixou Campinas desassistida. E nós estamos fazendo essa função, como eu disse, desde o princípio, no dia da nossa posse, que a gente assumiu o protagonismo, principalmente nessa situação pandêmica que vive todo o país e Campinas não é diferente. Presidente, você falou então desta reunião em Brasília para conseguir mais leitos, questão de medicamentos. Uma resposta foi positiva, tem algo a curto prazo, é a médio prazo? O Ministério da Saúde, agora entra o prefeito. Eles abriram o sistema de apoio e implementação de políticas da saúde. Então, os prefeitos de toda a região metropolitana e o de Campinas entram nesse sistema e fazem o seu pedido de quantos leitos ele acha necessário para a nossa cidade, de cada cidade da região metropolitana. E também insumos e remédios. Então, todo tipo de remédio e também leitos para que as pessoas possam ser assistidas. Então agora nós vamos ter uma reunião com o prefeito, o prefeito está numa live agora com todos os prefeitos da região metropolitana, a hora que ele terminar essa live nós vamos estar conversando com o prefeito, pedir para que ele entre nesse sistema do Ministério da Saúde e faça lá os pedidos daquilo que Campinas necessita e cada prefeito da região metropolitana da sua cidade vai fazer a mesma coisa. E nós vamos estar acompanhando, nós temos telefones do Ministério, se alguma coisa der errado, para a gente estar atualizando e correndo atrás para que esses leitos sejam disponibilizados o recurso mais rapidamente possível. Presidente, houve essa reunião então na capital federal, em Brasília, mas aqui no Legislativo diversas medidas estão sendo tomadas para conter o avanço do coronavírus. Sem dúvida, nós estamos fazendo a nossa lição de casa aqui também na Câmara Municipal. Nós já fizemos encaminhamentos tanto para a CETEC como para a CPFL e também para a Sanasa e também fizemos aqui uma contenção de aglomeração aqui na Câmara Municipal para que contenhamos aí o mais rápido possível a proliferação desse vírus. Uma discussão que tem acontecido, presidente, é em relação ao lockdown. Tem pessoa que é favorável, tem pessoa que é contrária. E o Ivan enviou uma mensagem para a gente através do número do nosso WhatsApp, 978-293-776. Não falou o bairro, apenas se identificou como Ivan. E ele pergunta se o senhor é a favor do lockdown. Veja bem, é uma coisa que é difícil para você agradar a todos. Tem momentos que eu sou favorável ao lockdown, como foi feito em Araraquara Só conteve, parou um pouco a contaminação na hora que se implantou o lockdown em Campinas Nós temos que pensar, não só nos nossos entes queridos, mas também em todos os munícipes Em todos aqueles que aqui transitam na nossa cidade Porque é muito triste você ir num hospital, você ir num pronto-socorro e não ter atendimento ou não ter leito para socorrer as pessoas. Quem já visitou um hospital e viu a situação que está? Por exemplo, ontem, a Beneficência Portuguesa, ela fechou alguns convênios porque ela não está dando conta do atendimento. Então, é uma questão que você não é nem contra, nem a favor do lockdown, mas alguma coisa tem que ser feita para conter a contaminação dessas pessoas. Não tem outra maneira. Enquanto nós não temos vacina para toda a população, nós temos que tomar a solução que às vezes agrada alguém, mas desagrada outros. O que nós vamos fazer? Qual é o remédio para isso? Só a vacina. E Deus. Porque sem Deus nós não vamos chegar a lugar nenhum. Eu espero que Deus ilumine a consciência de todos os moradores, de todos os munícipes da nossa cidade e da região metropolitana, para que a gente possa fazer o melhor. Porque, gente, a hora que você vai no hospital com um ente querido e não haja leite disponibilizado para ser tratado, aí você vai ver a dura realidade. Então, é muito difícil uma posição para ser tomada nesse momento, mas que tem que ser tomada. É uma situação bastante complicada mesmo, né? Que vive cidade de Campinas e diversos municípios pelo nosso país. Brasília, onde o senhor estava ontem, estava com lockdown, né? Brasília está com lockdown, para comer lá é a coisa mais difícil do mundo, nós tivemos que comer e almoçar no aeroporto, porque nem delivery está funcionando. Então, a situação é caótica e nós temos que tomar, o prefeito tem que tomar alguma atitude, alguma decisão, espero que ele tome a decisão acertada em benefício da população. É, presidente, e os próximos passos, né? Então foi feita esta reunião com integrantes do Ministério da Saúde em Brasília, agora a Câmara já tomou recentemente algumas medidas também para conter o avanço, diminuir o número de integrantes em cada gabinete, reuniões vão acontecer, projetos serão votados em breve, como é que a Câmara se movimenta nas próximas semanas? Nós vamos seguir, depende ainda do decreto do prefeito municipal com respeito às repartições públicas. Não sei ainda qual é o teor do decreto do prefeito. Mas nós vamos continuar as sessões remotas. Eu já pedi para os vereadores não virem para a Câmara, ficar em casa, não atender visitas nesse momento pandêmico. pandêmico, né? Já diminuímos bastante o fluxo de funcionários aqui, todos estão trabalhando remotamente, nós estamos tomando as medidas necessárias, mas as sessões vão continuar. Vamos continuar fazendo as sessões remotas, quarta-feira, normalmente, mas com o mínimo de gente possível aqui na casa. É, situação bastante difícil, mas que a Câmara, ela se movimenta então eh presidente eu quero agradecer bastante a sua participação aqui no Câmara Total ao vivo nesta sexta-feira muitas mensagens estão chegando eh claro que os munícipes estão nos assistindo estão preocupados com esta situação e a gente espera que a vacinação avance o quanto antes pra gente melhorar esta situação que nós estamos vivendo. Sem dúvida nenhuma ontem nós tivemos a garantia lá no Ministério da Saúde que chegarão nesses próximos dois meses, um grande número de vacinas para estar vacinando a nossa população. Isso foi garantido por eles. Espero que isso ocorra no menor prazo possível, que todos estão esperançosos, esperando essa vacina. E quero aqui também agradecer a todos os presidentes da região metropolitana que nos acompanharam nessa caravana, especialmente ao Hélio, que é o presidente da Associação Da região metropolitana, ele que é secretário em Indaiatuba. Então, desejar um sucesso a todos e que possamos, com fé em Deus, ser responsável e pedir a Deus que nos ajude no enfrentamento dessa pandemia e que chegue o mais rápido possível essa vacina a todos os lares brasileiros. O presidente, a Maíra do Campo Grande, ela pergunta se a Câmara está fechada para visitação, neste momento de fase emergencial está, né? Neste momento de fase emergencial a Câmara está fechada, não estamos recebendo visita, tem um assessor por gabinete para receber ligações, estamos atendendo através de telefone, pode ligar que tem um assessor, foi isso que foi determinado por essa presidência e juntamente com os vereadores. Tá certo. A Thais do Carlos Lourenço pergunta que a mãe dela tem 60 anos, quando vai poder tomar a vacina. Em breve, a gente sempre está informando aqui, Maíra, as faixas etárias. Pelo site você consegue também, no vacina.campinas.sp.gov.br, neste site você consegue ver a faixa etária e é neste site que você vai fazer o agendamento. Por enquanto está na faixa etária de 70 anos, de 60 ainda não, mas a gente espera o quanto antes. Eu estou aguardando, Maíra, também a data de eu tomar vacina. Eu estou com 66 anos, estou aguardando também, não tem esse calendário, mas a Prefeitura vai anunciando e a Câmara, a TV Câmara está sempre aí disponibilizando isso aí na sua programação. Todos os dias aqui no Camara Total a gente sempre informa. Presidente, muito obrigado, parabéns pelo trabalho e até uma próxima oportunidade. Eu que agradeço, agradeço a TV Câmara, agradeço todos os funcionários aqui da TV Câmara e da Câmara também. Tá certo, então a presença do presidente Zé Carlos aqui no Câmara Total, contando então como foi esta reunião com integrantes do Ministério da Saúde para falar sobre o número de leitos que a cidade precisa desta ampliação, dos remédios que são necessários nas UTIs aqui da nossa cidade. Em breve, todas as informações a gente anuncia sempre aqui no Câmara Total. 11 horas e 56 minutos, vamos fazer o seguinte, rápido intervalo e na volta tem entrevista ao vivo sobre o impacto desta pandemia, só que agora no comércio, não sai daí. Por conta do avanço do número de casos de óbitos e ocupação de leitos, você já sabe que todo o estado de São Paulo está na fase emergencial. Já mostramos aqui a ação da Guarda Municipal em conjunto com outras polícias com o toque de recolher que acontece todos os dias aqui em Campinas, das 8 horas da noite às 5 horas da manhã. Agora, quais serão os impactos destas novas medidas e da pandemia no comércio? Eu converso agora com o Maurício Steinhoff, ele que é presidente da Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas do Estado de São Paulo. Muito obrigado pela sua participação aqui no Câmara Total. E em um ano que depois, que fechou tudo outra vez, medidas mais restritivas, qual que é o cenário que nós temos hoje dos comerciantes, empresários, empreendedores? Seja bem-vindo e boa tarde, Maurício. Boa tarde, eu que agradeço a oportunidade de poder participar da TV Câmara e poder falar um pouco do varejo do Estado de São Paulo. E o problema é que nós, como todos os empresários, mas especialmente o varejo, está atravessando um momento bem difícil. Bom, um ano fechado, um ano com pouca atividade comercial, é ruim para todo o sistema de varejo do Estado de São Paulo, do Brasil, de forma geral. O que nós notamos nesse ano em levantamento sobre o faturamento que ocorreu, especialmente comparando com fevereiro do ano passado, 2020, é que houve uma queda muito grande no faturamento. O ano passado, 2020, se comparado com 2019, nós tivemos uma queda no varejo total, de forma geral, em torno de 14%. Lógico que alguns segmentos foram beneficiados e outros perderam muito. Setor de bens não duráveis, especialmente o setor de supermercados e farmácias, não tiveram grandes problemas. Aliás, supermercados faturaram mais do que faturaram no mesmo período anterior. As farmácias se equilibraram e o segmento que abriram durante o período, só para complementar o caso do material de construção, que as atividades foram retomadas em meados de abril, eles fecharam 2019 com 35% a mais de faturamento do que estavam faturando no início de 2020. Maurício, como que foi o seu trabalho e o da Federação das Câmaras de Dirigentes Logistas de conversar com o governo do estado, provavelmente com o prefeito da capital com a equipe de contingência neste período de pandemia que já dura um ano como é que foi esse seu trabalho de março de 2020 e infelizmente até hoje que deve continuar Bom, nós já, mesmo antes da pandemia, nós já estávamos conversando com o poder público estadual e municipal, no caso da capital de São Paulo, e tentando disseminar para as demais CDLs o posicionamento em relação à Prefeitura de São Paulo, claro que respeitando as particularidades de cada município. Nós pedimos para o governo do Estado, e ainda nós não fomos atendidos, uma dilação no prazo do recolhimento do ICMS, especialmente nas mercadorias que são onde o ICMS é recolhido pelo sistema de substituição tributária. Então, para que houvesse um prazo maior, para que o empresário, o varejista, tivesse tempo de vender a mercadoria antes de pagar o imposto, mas nós não fomos atendidos nesse momento até agora, em relação às obrigações acessórias, hoje no jornal, eu falo obrigação acessória, para quem não sabe, é todo o trabalho burocrático que você tem que fazer para demonstrar que você cumpriu corretamente com a sua obrigação principal, que é recolher o imposto. Bom, no Brasil, hoje, as empresas têm mais de 4 mil obrigações acessórias para cumprirem, para estarem em dia com o Estado. Significa que as empresas, sejam elas através do seu próprio sistema, departamento contábil ou através de um escritório de contabilidade, tem milhares de informações todo mês a serem enviadas ao Fisco Municipal, Estadual e Federal para não serem multadas. Então, muitas coisas poderiam mudar, entendemos também que os recursos que foram oferecidos, especialmente para aqueles que estão sendo mais prejudicados, no caso o varejo, os recursos de financiamento são insuficientes, os números são grandes, mas quando você divide pelo número total de empresas no estado de São Paulo, você percebe que são insuficientes. pequeno varejo sofre com uma série de outras dificuldades mas o que nós temos tratado com o governo do estado especificamente com o governo do estado é uma dilação no prazo do recolhimento dos impostos nós estamos pedindo coisas impossíveis como diminuir carga tributária, etc nós não temos capacidade para isso o estado nem pode fazer isso por conta da responsabilidade fiscal Mas pedindo que o Estado dê um pouco mais de fôlego para o empresário Para que ele possa continuar sobrevivendo e cumprindo com as suas obrigações Bom, como empresário, sempre quando tem uma restrição Primeiro era a fase laranja, depois vermelha, agora a fase emergencial Claro que existe uma insatisfação, porque vocês são afetados E isso tem uma consequência, que é perda de emprego, queda de arrecadação É, só que ao mesmo tempo vivendo uma pandemia, como que vocês conversam com os profissionais de saúde que neste momento são os responsáveis por passar o panorama da doença, que neste momento é de muita dificuldade e depois as autoridades tomam as medidas? Existe essa comunicação para que não se crie ou não se aumente, já que infelizmente existe uma disputa entre emprego e saúde que a gente vê a sociedade comentando? Vocês que são empresários, vocês conversam com esses médicos, vocês tomam essas atitudes dentro dos estabelecimentos? Bom, obrigado pela pergunta, é bem importante o que você está dizendo. Em nenhum momento nós, empresários, não respeitamos e não entendemos a gravidade da situação que nós atravessamos com essa pandemia. As pessoas estão morrendo, as famílias estão sofrendo. O que nós entendemos, nós não temos de fato uma comunicação direta com o sistema de saúde. O que nós fazemos é procurar, procurar não, atender essas obrigações sanitárias que são impostas ao sistema produtivo, para que a gente tenha um mínimo de cuidado de não transmitir ou não proliferar mais ainda a Covid-19. Então, a primeira coisa que eu quero deixar clara é isso, nós respeitamos, entendemos e queremos colaborar para que essa pandemia acabe o mais rápido possível, até porque o interesse econômico, independente da questão humanitária, o interesse econômico também faz com que a gente queira que a pandemia termine, ou seja, minimizado o mais rápido possível, e a gente entende que isso é principalmente através das vacinas. Bom, a nossa reclamação é que o poder público não cumpriu o seu papel. Claro que na primeira onda, todos nós entendíamos que em dois, três meses a pandemia estaria ultrapassada, e nós percebemos que não. Mas a segunda onda já era prevista no mundo inteiro, já estava acontecendo na Europa, e nós sabíamos que ia chegar no Brasil. E essas medidas, as medidas para controle ou de suporte da economia não foram tomadas, elas são sempre tomadas a reboque, depois do que o fato acontece. E isso é muito ruim, já está se falando numa terceira onda. E depois, e aí é uma crítica que eu faço, é que o Estado, o poder, o serviço público tem um pouco contribuído para amenizar o impacto financeiro e diminuir o tamanho do Estado. Hoje nós estávamos em uma reunião tratando do assunto do posicionamento das nossas CDLs e terminou há poucos minutos essa reunião, uma coisa que foi colocada, o pedido que nós íamos fazer, por exemplo, os presidentes de CDL, os seus prefeitos, um refiz das dívidas vencidas e o que foi colocado é o seguinte, Gente, olha, o Ministério Público não abre mão dos honorários deles, caso haja um refis. Então, eles vão querer cobrar, se eu fizer um refis de 100 mil reais, seja com o Estado ou com o município, 20 mil reais, que seria o total da dívida que eu teria que fazer com o Estado, 20 mil reais desses 100 mil são honorários para o Ministério Público, que ele não abre mão. Então, é o mínimo que nós esperaríamos do poder do Ministério Público, que ele abrisse mão em favor das empresas para diminuir o impacto do refis, para que a gente pudesse voltar a ter atividade, pelo menos minimamente, com capacidade de cumprir com seus compromissos. Então, deu um exemplo do Ministério Público, que é uma coisa que pouca gente sabe, quando há esse tipo de mudança. O que nós esperamos é que o Estado, de forma geral, eu digo Estado e União, além de cumprir com o seu papel para que quando nós demos o nosso voto, melhor dizendo, nós esperávamos que eles cuidassem melhor do interesse público ou se preparassem melhor para isso, também contribua com o seu sacrifício. O sacrifício não pode ser só imposto à população ou para os pequenos empresários, porque o mais prejudicado, eu tenho que dizer isso, é o pequeno empresário. Uma comparação que eu poderia fazer com a população é que o pequeno empresário seria a parte mais pobre da população se comparado no sistema econômico. Quem é que sofre mais quando você tem um problema? São os mais pobres. Quem é que sofre mais quando você tem uma crise econômica? São as pequenas empresas. Maurício, nós estamos na semana do consumidor Que foi iniciada na segunda-feira, dia 15 de março Neste período de pandemia Datas comemorativas ou uma semana especial Surte um efeito em vendas Ou o cenário se mantém de uma forma linear Mas assim, num estágio preocupante Bom, nós temos que analisar em relação ao ao período que está atravessando. Se a gente fizer uma volta, voltamos um pouco em 2020, nós tivemos até esses números, nós tivemos em 2020 o Dia das Mães, que foi a primeira data comemorativa, quando nós tivemos a primeira onda da economia, nós tivemos que o comércio físico em 2020 teve uma queda, tem um número aqui, de 25% nas vendas naquele período. e nós tivemos um crescimento de 11% do e-commerce. Mas o e-commerce ainda tem uma participação muito pequena no volume de vendas do Brasil. E o e-commerce é dominado pelo grande varejo. Então, esse tipo de comparação nós temos que ter. Depois do Dia das Mães, o varejo voltou a abrir e as datas comemorativas começaram a ter um certo peso e até no Natal passado, agora em dezembro passado, nós tivemos aí uma melhora muito significativa no varejo, mas mesmo assim ainda com uma queda acentuada de 14% em relação a 2020. O que está acontecendo agora, nós temos duas datas importantes. É o dia do consumidor, que nós acreditamos que vai ter uma queda em relação a 2020, e no dia 4 de abril agora nós teremos a Páscoa. O que está acontecendo com a Páscoa em relação ao ano passado? No ano passado a Páscoa aconteceu dentro da pandemia, nós tivemos aí uma queda muito grande, as lojas não podem abrir, as lojas específicas de produtos de chocolate, o varejo estava fechado, nós tivemos uma queda muito grande. Este ano eu estive conversando com um grande franqueador e ele me disse que se preparou muito para essa nova Páscoa e eu tenho até os números que foram levantados aqui em relação a este período de Páscoa. e ele está me dizendo o seguinte, que os números que nós temos é o seguinte, supermercados deverão ter um aumento de 15% em relação ao ano passado de produtos de Páscoa, supermercado vende chocolate, vende outros produtos relativos à Páscoa, e o varejo específico vai aumentar em torno de 20% a 25% a mais do que vendeu no ano passado, Que foi péssimo, né? Temos um crescimento de 15% do supermercado, mas a queda foi de 35% na época. Ainda fica aquele déficit ainda do período pré-pandemia. O comércio, ele foi atingido da mesma maneira no estado de São Paulo ou tem alguma região que conseguiu se adequar, que teve venda acima da expectativa? Olha, a informação que nós temos é que a variação da atividade comercial Dependeu muito da postura dos prefeitos na sua cidade Nós sabemos que houveram prefeituras que foram mais flexíveis Em relação ao funcionamento do comércio E outros locais, especialmente nas grandes cidades Como Campinas, São Paulo, enfim, na região da grande São Paulo onde as medidas foram seguidas mais à risca, com mais força. Nesses locais onde a atividade foi mais flexível, as vendas foram maiores, especialmente nas menores cidades. Mas o comércio, de forma geral, perdeu bastante. O ramo de confecções e calçados teve uma queda muito grande, fechou o ano em torno de 20% a 25% a menos do que vendeu em 2020. Bares e restaurantes desses fecharam com quase 40% de faturamento a menos. E aproveitando o bar e restaurante, eu recebi a informação de um dono de bar aqui da capital que ele recebeu da prefeitura a cobrança do termo de permissão de uso da calçada para colocar as mesas na calçada. E desde o ano passado ele não pode usar calçada, mas a prefeitura está cobrando algo que ela proíbe. Então, a gente percebe que falta no poder público uma maior sintonia e conhecimento de como as coisas acontecem. Naturalmente, se eu não permito que você use a calçada para sua atividade comercial, eu não posso cobrar uma taxa para permitir o uso. Então, só estou colocando esse fato, que demonstra claramente o distanciamento do Executivo da atividade comercial. É isso que eu quero dizer. Maurício, na quarta-feira, anteontem, o governador João Doria, ele anunciou uma linha de crédito de 100 milhões de reais para os pequenos e micro e pequenas empresas. Isso, de alguma forma, impactou? Foi uma notícia positiva? Como é que foi recebida por vocês? Bom, é positiva. Nós estamos querendo ainda... Eu não vi o decreto ainda que especifica isso, mas nós notamos que a maior parte dos recursos foram destinados ao Banco do Povo, onde você tem lá empréstimo de até 10 mil reais. isso vale para o microempreendedor individual, ajuda mas para o lojista, aquele que está estabelecido em uma loja de rua os valores 10 mil reais é muito pouco e se você pegar o restante desses valores aí que vai sobrar que a Desenvolve São Paulo, que é a agência de desenvolvimento vai disponibilizar para o mercado, é muito pouco se você dividir aí, mesmo que for 100 milhões Se você pegar 100 mil empresas do varejo, nós temos mais de 300 mil no estado de São Paulo, você está entendendo que vai sobrar mil reais. Se você pegar para 10 mil empresas, são 10 mil reais. Se você der 100 mil reais, que seria um valor que já começa a fazer sentido, e se esses 100 milhões fossem distribuídos só para esse grupo, nós estaríamos falando aí de mil empresas. Não é nada, não atende Campinas, por exemplo. De acordo com a Associação Comercial Industrial de Campinas, nós tivemos uma perda de cerca de 50 milhões de reais só em fevereiro. Foi uma redução de 4,87% em relação ao mesmo mês de 2020. O prejuízo do comércio varejista da região acumula 5,2 bilhões de reais durante a pandemia. Foi o que informou o Laerte Martins, que é o diretor do Departamento de Economia da ASIC. Maurício, neste momento, tem como falar em retomada do comércio? Tem como vislumbrar o futuro, talvez segundo semestre? Ou a situação da saúde é tão grave que nós estamos paralisados e apenas sobrevivendo? Olha, a nossa expectativa no final do ano passado era que nós teríamos o primeiro semestre ainda com muita dificuldade, já a partir do terceiro trimestre, um equilíbrio e acreditávamos que no último trimestre, em outubro, novembro e dezembro, a economia já começasse a dar os primeiros passos na sua recuperação. Mas essa segunda onda da Covid nos surpreendeu e nós acreditamos que a única saída para a termos uma possibilidade de visão de futuro de acordo com a vacinação que ocorre no país. Enquanto nós não tivermos boa parte da população vacinada, as projeções serão, mais do que projeção, serão vontade que nós teríamos que as coisas acontecessem. Seria um levantamento correto. Mas nós acreditamos que esse primeiro, ainda reafirmando, que o primeiro semestre até junho será um semestre perdido para o varejo. Vai depender da velocidade da vacinação para podermos reavaliar o segundo semestre. Maurício, o e-commerce, as vendas online, são uma válvula de escape interessante? A resposta óbvia pode ser sim, mas por que eu estou perguntando isso? É, pequenos comerciantes, eles conseguem entrar neste mercado, conseguem ter delivery, aquelas lojas que tem apenas um, dois funcionários, eles têm esta organização para conseguir ter um site, ter toda essa estrutura? Bom, vamos lá, vamos dividir um pouco a resposta dessa sua pergunta. Então é claro que o e-commerce ajuda, todos que estavam minimamente preparados no e-commerce antes da pandemia, sofreram muito menos, porque conseguiram superar com mais facilidade e recompor o seu caixa. Porque o grande problema, só abrir um parênteses nessa resposta, o grande problema do varejo, ou das empresas de forma geral, é o caixa. O caixa é o dinheiro que você tem para pagar as compras. Quando uma empresa tem problema de caixa, é como um assalariado que o seu salário terminou no dia 25. Falta cinco dias ainda do mês e ele não tem mais dinheiro. A falta de caixa numa empresa, especialmente numa pequena empresa, é exatamente isso. Não terminou o mês, as contas ainda vão vencer e você já não tem mais caixa para fazer os pagamentos. Então, uma saída que o pequeno empresário teve, aquele que não estava preparado e não tinha nada no e-commerce, foi se aproveitar dos marketplaces, que são as plataformas do grande varejo. E aí, como você tem um grande varejo oferecendo, onde você compra uma série de produtos garantidos, a entrega é garantida pela loja, mas você compra do pequeno empresário. Eu mesmo moro na capital, um dia precisei de papel sulfite e comprei pela internet de uma dessas grandes redes e comprei de uma papelaria de Santos. Naturalmente, dificilmente eu compraria esse produto da papelaria de Santos, mas através do Marcos Reis eu acabei comprando. Então, é uma saída para o pequeno empresário se utilizar dessas ferramentas. A entrega, esses sites de entrega, como se me permite citar o mais comum, que é o iFood, eles têm um custo muito grande em relação ao produto vendido, especialmente no setor de alimentos. Estamos falando aí de pelo menos 25% do valor pago pelo consumidor vão para esses sites de delivery. E às vezes isso não compensa o pequeno empresário, porque um dos problemas que o empresário tem que pensar e tomar cuidado é que ele precisa do dinheiro, ele precisa vender para ter caixa, mas ele precisa ter capacidade de repor o seu estoque, senão ele vai ficar sem dinheiro e sem estoque. Claro que não vale para produtos perecíveis, estou dizendo isso de forma geral, Mas o empresário tem que se aproveitar de todas as formas de poder vender Seja por site de entrega, seja por marketplace, seja desenvolvendo seu próprio site de e-commerce É que o marketplace te facilita, o consumidor tem certeza que ele vai comprar e receber aquela mercadoria E durante este período, a Federação das Câmeras de Dirigentes Logistas, vocês realizaram reuniões, conversaram com estes pequenos e micro empresários, tiveram workshops, algum auxílio vocês tiveram, ou em relação a esse e-commerce, ou em relação a outros assuntos para poder auxiliá-los e ajudá-los? Sim, a federação e a CDL participam de um sistema Nós somos o sistema CNDL, que é da Confederação Nacional de Dirigentes de Logística Nós temos aí uma confederação, as 27 federações E aproximadamente 2 mil câmaras espalhadas em todo o Brasil E o sistema, de forma geral, ele faz uma série de ações De workshops, de palestras virtuais, claro provavelmente são todas virtuais, para todos os lojistas interessados. Quem divulga essas informações para a sua base são as câmaras locais. Então, a CDL de Campinas divulga para os associados dela ou para os empresários de geral, como ela quiser fazer, todas as informações para isso. Nós fizemos, ano passado, convenções virtuais, claro, Nós tivemos aí uma série de palestras importantes, terça-feira, quarta-feira que vem, pela manhã, às 11h30 da manhã, nós vamos ter uma palestra da Maria Luísa, do Magazine Luísa, A Maria Luísa Trajano, desculpa, ela vai fazer uma palestra para nós aberta, a CDL de Campinas deve estar divulgando isso de forma geral, vai falar um pouco de como a loja dela cresceu, ela era de uma pequena loja, lá em Franca, o crescimento da loja, quais foram as medidas que ela fez. O que eu posso dizer para o pequeno empresário, para que ele tome as medidas que ele devia tomar como forma de entendimento é, primeiro, olhar os seus custos. Custo é como um unho, se você não ficar cortando ele constantemente, ele não para de crescer. Então, o custo é uma coisa que você precisa tomar cuidado, claro, os custos, aqueles que podem ser cortados, negociar com todos os seus fornecedores, se você paga aluguel, negociar com o dono do imóvel, com a imobiliária, uma postergação dos pagamentos ou uma diminuição do valor do aluguel, negociar com seus fornecedores prazos maiores e mais elásticos para que você possa vender o seu estoque antes de poder pagar negociar com o banco, enfim protelar o máximo possível os seus pagamentos para que você possa recompor o caixa adequar a sua empresa à realidade local o estoque que está parado, que você não pretende repor esse sim deve ser liquidado, ser colocado para fora Eu sei que estão passando por momentos de dificuldade de oferta, mas logo mais nós vamos poder voltar a atender nas nossas lojas. Se prepare para isso, organize seu negócio, entenda o funcionamento do seu negócio, se comunique mais com seus consumidores. Utilize todas as redes sociais que você tem para se manter conectado e mandando informações de interesse do seu consumidor. Quem usa a rede social, especialmente o WhatsApp, para vender, não esqueça que o WhatsApp é uma ferramenta de comunicação instantânea. O consumidor, ele entra em contato com você e ele espera que você responda aquilo rapidamente. Não dá para responder no dia seguinte, senão perde o sentido dessa ferramenta. Algo que tem preocupado bastante também, Maurício, é a inadimplência, né? Porque o comerciante, muitas vezes, ele fica sem esse pagamento e o cidadão, ele fica com uma dívida. Cresceu muito neste período? Olha, nós tivemos um crescimento. A gente há de conviver e de reconhecer que o pequeno empresário, o financiamento que ele tem dado, normalmente é no cartão de crédito. Então, ele fica isento da responsabilidade da inadimplência. Ele acaba recebendo. Mas se o consumidor fica inadimplente com o cartão ou não paga o valor total da fatura, a capacidade de compra, mesmo pelo cartão de crédito desse consumidor, diminui. Quando o consumidor perde a capacidade de comprar, o varejo sente. Então a inadimplência, mesmo que não seja direta para o pequeno empresário, ela tem um impacto grande sim. Os nossos serviços de proteção ao crédito têm notado um crescimento, sim, da inadimplência, motivado principalmente pela perda de emprego, as pessoas têm perdido os seus empregos, as famílias têm diminuído a sua renda e isso tem feito com que as pessoas deixem de pagar uma série de contas. Isso impacta diretamente na capacidade do varejo vender. Maurício, vocês observaram se o auxílio emergencial teve um impacto nas vendas? É algo que vocês acompanham, já que ele está próximo de ser aprovado mais uma vez, num valor menor, por volta de R$ 250,00? Bom, certamente é indiscutível que o auxílio emergencial em 2020 foi fundamental para o varejo. especialmente porque as pessoas que receberam esse auxílio emergencial em 2020 eram pessoas que tinham uma grande necessidade de consumo e esse dinheiro foi todo utilizado no consumo quer seja na questão de alimentos, especialmente na área de construção civil vejam que a área de construção civil teve um crescimento muito grande As pessoas ficaram em casa e notaram a necessidade de reforma ou melhoria da sua casa. E também informam que o setor de móveis e decorações cresceu muito em 2020. Se teve um setor de produtos duráveis que ficou no positivo em 2020, foi o setor de móveis e decorações. Maurício Steinhoff, presidente da Federação das Câmaras Dirigentes Logistas do Estado de São Paulo, Muito obrigado pela sua participação aqui no Câmara Total, foi de grande valia para passar para a gente este cenário do comércio que nós temos aqui no estado de São Paulo, bastante impactado, mas não tem como ser diferente, já que nós estamos aí vivendo esta pandemia da Covid-19 e com a vacinação a gente espera que o quanto antes a situação melhore. Muito obrigado e até uma próxima oportunidade. Eu que agradeço a oportunidade, eu só quero deixar uma mensagem de esperança, de otimismo, nós vamos superar isso, a vacina vai chegar para todos e a hora que todos estiverem vacinados nós vamos poder pensar nesse momento que atravessamos com uma grande missão de como a sociedade civil organizada deve trabalhar mais próximo ao poder público e com isso fazer com que o nosso país volte a crescer. E, claro, só vai acontecer isso quando nós tivermos saúde e educação de verdade no nosso país. Obrigado pela oportunidade. Com certeza, nós aqui agradecemos a presença do Maurício Steinhoff aqui no Câmara Total, passando aí este panorama que nós temos no comércio do Estado de São Paulo. Meio dia e 31, a Mina Abreu já está aqui nos nossos estúdios. Hoje o programa está agitado, com muitas informações, muitos assuntos. Então, Minabreu, muito obrigado pela sua participação aqui e a gente já começa atualizando os casos da Covid-19 no nosso país, depois no estado de São Paulo, no município de Campinas, pois infelizmente nós tivemos um recorde de mortes aqui no nosso município, né? Seja bem-vindo e boa tarde. Boa tarde, Gabriel. Olha, acabou agora há pouco, inclusive, a reunião dos prefeitos. Daqui a pouco a gente está apurando as informações para saber quais são as decisões dos prefeitos da região metropolitana diante de tantos números, mas a gente começa falando justamente desses números. Olha só, 11.780.820 casos da Covid-19 até esta quinta-feira em nosso país. Dia em que nós batemos, infelizmente, mais um recorde aí, 86.982 novos casos nas últimas 24 horas, são 287.499 óbitos devido à Covid-19. No estado de São Paulo, 2.243.868 casos da doença e são 65.519 óbitos. Na região metropolitana de Campinas, 189.555 casos confirmados. E Campinas, aí segue à frente com 75.359 casos registrados, lembrando que nós ainda estamos com aquela instabilidade no sistema do Ministério da Saúde, por isso que aparecem apenas 78 casos a mais. Em Dayatuba, 15.992 casos, Sumaré, 14.028, Americana, 12.394, Santa Bárbara do Oeste, 11.272 casos e, na sequência, cidades com menos de 10 mil casos. Hortolândia, Paulínia, Valinhos, Itatiba, Vinhedo, na sequência aparecem Cosmópolis, Jaguariúna, Montemor, Nova Odessa, Arthur Nogueira, Pedreira, Engenheiro, Coelho, Santo Antônio de Posse, Olambra e a única cidade agora que tem menos de mil casos da doença aqui na RMC, Morungaba, com 623 notificações. Quando a gente fala dos óbitos na região metropolitana, nós temos aí 4.914 mortes confirmadas devido à Covid-19. E Campinas teve aí, infelizmente, nas últimas 24 horas, um recorde de 30 óbitos a mais registrados, somando agora 2.095 mortes até esta quinta-feira. Sumaré 425, Indaiatuba 384, Americana 322 óbitos, Hortolândia 315, Santa Bárbara do Oeste 310, Valinhos 302, Paulínia 122, Itatiba 102 e agora cidades com menos de 100 óbitos. Nova Odessa, depois aparecem as cidades de Montemor, Vinhedo, Cosmópolis, Jaguariúna, Arthur Nogueira, Pedreira, Engenheiro Coelho, Santo Antônio de Poce, Morungaba e Olambra. Gabriel, quando a gente fala agora das mortes de Campinas, a gente vai detalhar um pouquinho mais, olha só, 13 homens e 17 mulheres, 27 tinham comorbidades e 3 não tinham comorbidades. E eu quero chamar a atenção aqui mais uma vez para a faixa etária das pessoas. Eu estou falando todos os dias que é para você ir em casa prestar atenção que não são só os idosos que estão perdendo a vida. Uma mulher de 33 anos faleceu de covid, um homem de 44 anos, uma outra mulher de 31, homem de 40 anos, um outro de 41, uma mulher de 52 anos, uma outra mulher de 53 anos, um homem de 44 anos, uma mulher de 49 anos. Então, perceba que não são só os idosos, a letalidade, a faixa etária está menor. Então, a gente precisa tomar muito cuidado neste momento em relação à pandemia, porque a faixa etária se alterou. Gabriel, apenas um dos óbitos de uma mulher de 77 anos, que foi registrado no dia 2 de março. O restante é do dia 9 até o dia 16, 17 de março. Então, são os registros dos óbitos confirmados pela Covid-19. Em relação agora à ocupação de leitos, que é uma outra preocupação que a gente tem essa semana, você já noticiou aqui para a gente, olha, Campinas ganhou novos leitos. E aí, quando a gente esperava que isso traria um fôlego, não foi o que a gente está vendo. Continua acima até de 95%. Sim, muito preocupante esses números, olha, 95,53%. No SUS municipal, apesar da abertura e de agora nós termos 140 leitos, A rede Mário Gatti de Urgência e Emergência, que inclui aí o Hospital Ouro Verde, dos 140 leitos disponíveis, 140 estão ocupados. No SUS Estadual, 40 leitos disponíveis, 39 ocupados. E na rede particular, dos 223 leitos disponíveis, 206 ocupados. E tem algumas medidas aí que já foram anunciadas. Hoje, o Hospital Ouro Verde passa a atender exclusivamente pacientes com Covid-19 em seus leitos de UTI e enfermaria. Outras comorbidades não ficarão mais em atendimento no Hospital Ouro Verde. Lá, 10 leitos de UTI existentes na unidade são destinados a pacientes com outras doenças que agora passam também a receber esses graves infectados com o coronavírus, totalizando 65 leitos de alta complexidade lá no Ouro Verde. Outros leitos de UTI começam a receber também pacientes nessa sexta-feira. No Mário Gat, serão mais 10 na próxima semana. E com essa ampliação, as UTIs municipais serão 44 leitos lá no Mário Gat. E até segunda-feira, 20 novos leitos de enfermaria também para o Ouro Verde. Inclusive, em função de toda essa logística, olha só, a Rede Mário Gatti de Urgência e Emergência suspende temporariamente férias, licenças e abonos dos funcionários da saúde. São cerca de 2.500 funcionários, inclusive das unidades de pronto atendimento, que neste momento tem aí cancelada férias, abônus e qualquer tipo de licença. De acordo com o presidente da rede, Mário Gatti, essa ação já tinha sido tomada em 1º de fevereiro até 31 de março e o que resultou numa importante força, tarefa de trabalho para ampliação desses leitos e por isso, neste momento, os funcionários continuarão trabalhando. E olha só, ainda falando sobre os leitos e as suas consequências, o Hospital Beneficência Portuguesa aqui de Campinas suspendeu temporariamente o pronto atendimento de urgências e emergências para internações aos beneficiários da Unimed. É a pressão também que é feita sobre a rede particular de saúde. Essa semana eu entrevistei o presidente do Veracruz, que também está junto com a Casa de Saúde, e ele relatou sobre este problema de recursos humanos, que eles já estão no limite fisicamente, e aí essa notícia preocupa bastante, suspensão de férias, de licenças, de abonos, porque nós estamos vivendo uma verdadeira guerra, para você que está nos acompanhando, os profissionais já no limite, há um ano trabalhando, mas não tem outra solução. A gente precisa desses recursos humanos, então a gente precisa valorizar muito o trabalho de todos que estão nos hospitais, a verdadeira linha de frente, porque realmente não tem sido fácil. Importante salientar, inclusive, que nós já trouxemos aqui também, olha, Sociedade de Medicina de Campinas faz aí um apelo para que os médicos se cadastrem para trabalhar também. A própria prefeitura tem aquele site em que os profissionais da saúde podem se voluntariar para trabalhar também nesse momento em que a gente precisa de muita gente atuando. Toda ajuda é bem-vinda neste momento. Centros de saúde, Mirna Abreu, neste fim de semana vão receber pessoas que estão com suspeitas de Covid? É, inicialmente a Prefeitura tinha falado daqueles três gripários, que no CS São Bernardo, no CS Capivari e também no CS Costa e Silva. Agora, sábado e domingo, então as pessoas que estiverem com sintomas leves de resfriado ou às vezes que possam pensar em estar com uma rinite, garganta raspando, devem procurar o Centro de Saúde para avaliação profissional e, se for necessário, fará o exame da Covid-19. Por isso, 13 centros de saúde dos 64 que existem em Campinas vão estar atendendo das 7 da manhã às 5 da tarde para esses pacientes com sintomas da Covid-19. São eles, os Centros de Saúde da Vila Perseu Leite de Barros, Vicente Pizani Neto, que fica no Satélite Iris 2, do Parque Floresta, do Jardim São Marcos, do Jardim Aurélia, o do Costa e Silva, que já estava atendendo, o do Parque São Quirino, do Jardim Capivari também, que já estava atendendo, do Jardim Santo Antônio, Vista Alegre, Campo Belo, Vila IP e Jardim São José. Se você mora em uma dessas regiões, tem sintomas da Covid-19, não procure o Hospital Mário Gatti ou o Hospital Ouro Verde. Agora, a logística é procurar um desses centros de saúde e, se for necessário, o centro de saúde é que fará o encaminhamento do paciente para aí uma internação ou uma intervenção hospitalar, tá bem? Minabreu, muito tem se divulgado na cidade. A gente até falou sobre a fake news daquele grande portal que as pessoas repercutiram nas redes sociais sobre um lockdown. Isso foi estudado pela Prefeitura de Campinas? Olha, era uma possibilidade, mas ontem o prefeito adiantou em uma live que aconteceu justamente feita pela Sociedade de Medicina e Cirurgia de Campinas, uma reunião virtual, que reuniu 20 representantes dessa entidade, prefeitura, instituições de ensino e hospitais da região metropolitana de Campinas por três horas que debateram o colapso na saúde. Nela, o prefeito afirmou que não é, ainda é um estudo, lockdown e também a antecipação de feriados como está acontecendo na capital. Sabemos a dificuldade do comércio, da empresa, mas quem tem 163 pacientes precisando de uma vaga numa UTI ou uma vaga numa enfermaria, tem que pensar na vida. Eu penso muito nos empresários, eu penso muito na economia, eu penso muito no setor produtivo da cidade de Campinas, que certamente como setor produtivo do Brasil está sofrendo muito. Mas nesse momento a gente tem que valer o que a gente é, a gente é médico, médico preserva a vida, médico pensa na vida. E não adianta a gente pensar na economia nesse momento, nesse momento, se a gente só na economia e não fechar, e não diminuir a transmissão do vírus, se a gente começar a ter pessoas morrendo na porta do Marugate, na porta da Unicamp, na porta daqui do Ouro Verde, que eu estou aqui no Ouro Verde, por isso que eu estou falando de máscara. Então, é essa a situação. Se eu tivesse outra opção, se os cientistas do Brasil ou do mundo inteiro tivesse outra opção, além de fazer restrição. Eu não estou aqui dizendo lockdown, porque o lockdown tem essa dificuldade de parar o sistema de transporte coletivo, que é uma situação complexa, que nós avaliamos que nesse momento você poderia piorar a assistência à saúde. Então, na vida, a gente tem pensado muito. Como eu disse, amanhã eu vou tentar convencer os prefeitos da região metropolitana, a fazer também um toque de recolher nas cidades da região. Declaração forte do prefeito da cidade, Dário Saad, falando sobre essa guerra que está sendo montada. A gente está guardando, inclusive, Gabriel, as informações oficiais da prefeitura, mas as primeiras informações que nós temos é de que essa reunião com os prefeitos da RMC teria acabado agora há pouco e que os outros municípios devem aderir a esse toque de recolher, como começou ontem em Campinas. E, neste primeiro momento, ainda está descartada a possibilidade de antecipação de feriados, mas a gente traz em uma de nossas edições a informação correta, oficial, da Prefeitura. Inclusive, nós tivemos a citação do secretário já essa semana, falando aqui em uma coletiva, que nós trouxemos aqui justamente essa informação de que pode acontecer sim na cidade o momento em que os profissionais de saúde tenham que escolher quem vive ou quem não vive. De acordo ainda com o secretário, ele comparou a situação que a gente vive em Campinas Há uma situação de guerra, dizendo o seguinte, olha, que nós podemos ter aí uma piora nos próximos 10 dias em relação ao enfrentamento da pandemia na cidade. Aguardamos informações oficiais sobre as medidas regionais no enfrentamento à Covid-19. Estação muito difícil, então, na cidade de Campinas pelos próximos 10 dias aí, de acordo com o secretário de saúde. Estou com o site aberto aqui em Minabreu, vacina.campinas.sp.gov.br, com a informação de que acabaram as doses destinadas para o agendamento, então por isso está suspenso até o recebimento de mais doses. Isso, lembrando que o município, Campinas, decidiu o seguinte, só agenda quando chegarem novas doses e esse é o mecanismo que se está usando. As pessoas perguntam, olha, eu tenho 70 anos, disseram que abriu o agendamento. Sim, abriu o agendamento. Só que como acabaram as doses, tem que esperar chegar mais. Então, você que tem 70 anos, não conseguiu fazer aí o seu agendamento neste primeiro momento que foi aberto, aguarde. Então, olha, inclusive tem uma instrução, ó, acabaram as vagas de agendamento. O que eu faço agora? Não se preocupe, é assim que o município receber mais doses. Então, será feita essa imunização e aqui no município quase 145 mil pessoas já foram imunizadas. Cerca de quase 95 mil receberam a primeira dose e 40 mil e 5 a segunda dose. Lembrando que as pessoas podem ser consideradas imunizadas depois que receberem a segunda dose e aí depois de 20 dias é que elas podem se sentir protegidas. Lembrando que essa proteção não é não vou mais usar máscara, continue usando, que não significa que você não vai pegar a Covid-19, né? Você vai, mas você pode ter sintomas amenizados. Nós temos casos, inclusive em Campinas, de óbitos de pessoas que tinham, por exemplo, tomado a primeira dose, mas infelizmente nesse meio tempo foram infectados com o novo coronavírus. coronavírus. Outra notícia agora é o Hemocentro, já deixei o site aberto aqui para a gente, Mina Abreu, então da vacina a gente já fala aí sobre a população que precisa doar sangue porque os estoques estão abaixo, hein? É isso mesmo, então olha, a última atualização foi feita hoje de manhã às nove horas, está no site do Hemocentro e a gente percebe só que o sangue tipo B positivo é que os estoques estão tranquilos. Os outros tipos sanguíneos, então nós estamos com estoque no momento de alerta, né? E aí, então, por isso que o Hemocentro faz esse apelo para que você que tenha algum tipo de sanguíneo, O positivo, A positivo, AB positivo, O negativo, A negativo, AB negativo e o B negativo, possam fazer essa doação indo ao Hemocentro, ou um dos postos também, o Hemocentro tem vários postos aqui em Campinas e região, para fazer essa doação, lembrando que lá eles estão seguindo todos os protocolos, então a pessoa que for doador ou doadora, ela estará protegida por todos esses protocolos de atendimento, não há risco do ponto de vista sanitário de que o doador tenha algum perigo ao fazer essa doação. A única recomendação é caso. Claro, se você tiver algum sintoma do novo coronavírus, você não pode doar sangue nesse momento. E para nós encerrarmos as notícias da metrópole aqui de Campinas, uma notícia boa em relação a emprego, ao meio de tudo isso, Mina? É, a gente está no terceiro mês do ano de 2021, mas janeiro foi animador. São dados da Associação Comercial Industrial de Campinas falando que das 20 cidades da região metropolitana, 16 apresentaram um saldo positivo e Campinas teve aí 1.430 postos de trabalho recuperados. A gente vê que vem aí de números de demissões importantes também, então olha, nós tivemos aqui, janeiro de 2021, 36.806 admissões e 32.288 demissões, ou seja, nós terminamos aí janeiro felizmente com saldo positivo e aí janeiro suplantou 33.37% em relação ao emprego na nossa cidade. E apesar de nós estarmos nessa fase emergencial, a SIC ainda está vendo de forma positiva essa recuperação do emprego aqui na RMC. Tá certo, Mina Abreu. Muito obrigado pelas notícias da Metrópole. Volta daqui a pouco com as notícias do Legislativo? Volto sim e conto, inclusive, como foi a reunião que aconteceu nesta manhã, que trata justamente dos impactos econômicos da Covid-19 em nossa cidade. Combinado. Então, eu vou fazer o seguinte. Meio dia e cinquenta, você já percebeu muitos assuntos aqui no Câmara Total. Eu vou fazer um rápido intervalo. Ainda tem no programa, eu vou acionar o nosso repórter André Aranha para falar sobre o fim do verão, que acontece neste fim de semana, e a chegada de uma nova estação. Tem ainda a previsão do tempo para este fim de semana, as notícias do Legislativo com a Mina Abreu, Tem quadro de cultura. Ah, hoje tem receita também aqui no programa. O que será que o Michel Amorim vai fazer, hein? Rápido intervalo e muitos assuntos ainda não saem daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta sexta-feira com muitos assuntos e neste sábado nos despedimos do verão, época que muitos amam, mas em pandemia nada pode ser muito aproveitado, né? E nós vamos receber a primavera. Então, para saber como foi a estação em relação à chuva, à temperatura, eu vou acionar o nosso repórter, o André Aranha, que está no Centro de Pesquisas Meteorológicas e Climáticas Aplicadas à Agricultura, o CEPAGRE, lá na Unicamp, e o André tem as informações. Olá, seja bem-vindo. É isso mesmo, Gabriel, você tem razão, outubro chegando, o verão está acabando. Bom, como você disse, uma época que todo mundo ama, né, o verão, mas está chegando no fim, amanhã, portanto, o outono já chega e chega com tudo. Bom, para a gente falar um pouco mais a respeito disso, está aqui, olha só, a Ana Ávila do CEPAGRI, da Unicamp, o que você pode falar a respeito desse verãozão que está indo embora, tudo bem? Tudo bem, nós tivemos um verão com características de chuvas bem localizadas, chuvas intensas que provocaram danos, alagamentos, porém, em média, nós tivemos chuvas abaixo da média, foram em torno de 50 milímetros abaixo da média registrados aqui na estação meteorológica do Sepagre e de forma geral as chuvas ficaram abaixo da média aqui na região. Com relação às temperaturas, nós tivemos as temperaturas mínimas dentro da média, ou seja, as noites ficaram com as temperaturas exatamente conforme o que a gente tem observado na climatologia nos últimos anos aqui na nossa região E as temperaturas máximas ficaram ligeiramente acima da média em termos médio, ou seja, 0,8, 0,9 graus acima da média, né? Então, as tardes ligeiramente mais quentes. Bom, a gente, inclusive, estava batendo um papo, né, Ana? Porque a maioria da chuva acontece justamente nessa época de verão, né? 50% da chuva, é isso? E agora, esses outros 50% vão ser divididos nos meses restantes do ano, né? Exatamente. Em torno de 50% do total esperado para todo ano, ele ocorre agora nos meses de verão. Então, é importante esse volume de chuvas para o abastecimento dos reservatórios, para os mananciais. Então, é esperado realmente que chova e é importante essa chuva de verão, embora normalmente ela traz transtornos para a população, sobretudo nas áreas urbanas, com alagamentos, enchentes, né? Mas é importante que essa chuva ocorra no verão, porque agora nós temos uma redução drástica do volume de chuvas, né? Em média aí, como você mesmo informou, nós temos aí esses outros 50% ao longo de todo o ano. Então nós vamos perceber agora uma redução do volume de chuvas, porque é uma interação entre a região amazônica, o oceano atlântico norte, que traz aqui para a nossa região umidade e calor e com isso as chuvas concentradas no verão. E agora a gente tem uma redução desse transporte de umidade, então as frentes frias passam, trazem chuvas e as áreas de instabilidade podem até ocorrer de forma intensa, isso não descarta a possibilidade de fenômenos intensos com chuvas fortes venham a ocorrer, pode ocorrer sim, sobretudo nesse meio de estação que a gente tem a transição, que é o outono, Nós estamos saindo do verão com muita energia, muito calor ainda armazenado, então qualquer frente fria que venha com a onda de frio provoca um choque térmico. Então isso pode provocar transtornos temporais localizados. Porém, de forma geral, aquele volume de chuvas mais importante, ele agora passou. A gente agora tem uma tendência de redução das chuvas e também o outono tem como característica a redução das temperaturas. Então a gente percebe que as noites também vão ficando progressivamente mais frias, noites claras, céu limpo, sem nuvens, e com isso as temperaturas declinam mais à noite. Então a gente tem uma característica muito típica que é a temperatura subindo durante o dia, 28, 29, 30 graus durante o dia, e declina bastante à noite. Então aquele friozinho, aquela variação de temperatura, diferentemente do que ocorre no verão. Que curioso isso, né? Então no outono agora o pessoal pode esperar durante o dia uma temperatura mais alta, quente e tudo mais, chega a noite e não precisa ficar maluco atrás de ar-condicionado, esse tipo de coisa, que vai estar mais tranquilinho, é isso? Sim, agora vale lembrar que isso é uma transição progressiva, ainda a gente tem bastante característica do verão, nesses primeiros dias e conforme nós vamos nos aproximando do inverno, então essa característica de outono vai ficando mais pronunciada com essa variação maior das temperaturas e quando a gente chega lá no finalzinho do outono e comecinho do inverno, a gente já tem alta chance daquelas massas frias mesmo, noites frias, com entrada de massas de ar frio, mas isso a gente precisa ir acompanhando conforme a gente vai fazendo essa previsão, a mais curto prazo, no máximo com 15 dias de antecedência. Muito interessante isso que você falou, Ana, porque o pessoal imagina, puxa vida, acabou o verão, amanhã 6h38 da manhã começa o outono, então chega, não vai mais ter calor, então não é bem assim, vai acontecendo progressivamente como você disse. É, exatamente, a gente ainda tem calor pela frente, temos ondas de calor, aí o mês de março ainda, né, ainda temos alguns dias, abril, né, ainda a gente tem um período aí com altas temperaturas ainda, porque ele ainda guarda essa característica do verão, e isso vai mudando aos poucos, né, conforme a gente vai se aproximando do inverno, por isso o outono, em termos de característica, que ele tem essa transição de uma estação de verão, que é uma estação mais quente e úmida, e vai se aproximando do inverno, que é uma estação mais fria e seca. Então a gente tem essa transição. Progressivamente também a gente vai tendo aqueles dias com menor umidade relativa do ar, e aí também começam essas questões com relação ao aumento das partículas de poluentes em suspensão, aumento da poluição, então traz uma outra questão que é a sensibilidade das pessoas com relação a essa baixa umidade, essa baixa umidade do ar e essa variação de temperatura com noites mais frias também, que traz um impacto com relação à saúde humana. Bom, desde pequenininha ouço escutar que chega o outono é uma estação seca, então gostaria que você explicasse por favor para o pessoal que está em casa acompanhando a gente, o que significa isso? O que significa que aqui, sobretudo na nossa região, por nós não termos esse aporte de umidade que vem da região amazônica, então as frentes frias passam, que seriam sistemas meteorológicos com potencial para provocar chuva, mas as frentes frias passam e elas não tendo essa umidade vinda da região amazônica, elas têm pouca atividade chuvosa. Então traz até uma ligeira mudança nas condições do tempo, provocam chuvas, mas não aquelas chuvas abundantes generalizadas. Então, com isso, a gente vai tendo uma persistência desse tempo mais seco nessa época. Bom, e muita gente fala que as árvores, por exemplo, começam a ter algumas mudanças, as folhas vão ficando mais secas. É isso mesmo, Ana? Sim, exatamente. Com relação às árvores, elas vão se protegendo pela falta de chuva. Então, o que acontece? Elas vão perdendo as folhas. Porque as folhas é uma forma delas perderem essa umidade, elas retiram a umidade do solo pelas raízes e perdem essa umidade pelas folhas. Então se elas têm menos folha, naturalmente elas têm menos perda de umidade e evidentemente está muito associado com essa umidade do solo, que tem uma redução dessa umidade. Então as plantas sabiamente perdem as folhas, deixam cair aquelas folhas para reduzir a perda de umidade. E aí depois, passado o inverno, esse período mais seco, com a chegada da primavera elas voltam novamente a aumentar suas folhas, a florir, porque aí ela já tem mais esse aporte de umidade, né? E aí então a gente tem esse ciclo dessas árvores e também das plantas, algumas têm essa característica, né? Por exemplo, o café é uma planta que se desenvolve muito bem aqui no estado de São Paulo exatamente por conta dessa característica climática. A gente tem chuvas no verão e depois a gente tem esse período mais prolongado de estiagem, que é normal, que é esperado, né? E com isso, então, as plantas, de certa forma, elas têm um período de dormência, de esperar até o retorno das chuvas na primavera. Isso também é progressivo? Por exemplo, se a gente sair na rua, a gente não vai ver agora a árvore mudando folha ou já começa a ver? Não, a gente não vai ver isso tão rapidamente. Isso está muito associado com essa mudança do tempo. Então assim, você vai me perguntar se isso é muito rápido ou não, a gente vai depender um pouco de como esse aporte de umidade vai ocorrer. Naturalmente, se isso vai reduzindo mais rapidamente, as plantas também vão tendo uma redução, elas também se adaptam um pouco a essas características, ou seja, elas têm uma característica predominante, mas isso varia um pouco conforme as condições climáticas daquela estação. Então, se a gente vai tendo uma redução muito drástica, realmente abaixo da média, ou seja, por exemplo, o ano passado, o ano de 2020, nós tivemos um outono extremamente seco. Se nós formos comparar com outros, foi um dos outonos mais secos que a gente tem registro. Por quê? Porque entrou o outono, abriu, não choveu nada, o mês inteiro, zero chuva. Normalmente não é assim, em média a gente tem até um volume de chuva. Então a gente teve uma redução muito drástica no outono que teve uma característica bastante diferente dos outros anos. E na verdade o ano inteiro foi com chuva acima da média, praticamente todos os meses. Mas foi notada a diferença, a redução drástica das chuvas no mês de abril, que é já uma característica de outono. Quanto tempo dura o outono? Vai até quando? Começa então amanhã às 6 da manhã e 38 minutos, às 6 e 38 da manhã e vai até quando, Ana? Então as estações elas se dividem, nós temos quatro estações do ano, né? Então nós temos três meses para cada estação, então agora a gente tem março, abril e maio, né? Pega um pedacinho de junho, quando a gente tem então a entrada do inverno, né? Que aí fica junho, julho e agosto, né? Aí depois então primavera e assim sucessivamente. Então, a gente tem agora março, abril e maio com outono. Então, maio já é uma característica já bem mais próxima do inverno, com tempo mais seco e mais frio. É, maio já começa a esfriar bem, né? Sim. Já tem mais cara, de fato, de inverno. O pessoal já começa a pegar os agasalhos, os casacos, as jaquetas no armário, né? Não é muito difícil o maio ser um dos meses mais frios do ano, por conta da entrada de massas já mais frias. O pessoal tem a impressão que é julho, né? Mas eu também tenho essa mesma impressão que você falou. Você, claro, fala com total propriedade. Eu acho que maio é certamente, pelo menos para mim, Ana, parece que é o mês mais frio mesmo do ano, né? Embora todos, ou pelo menos muita gente, acredite que seja julho, né? É, mas muitas vezes maio tem sido o mês com as massas mais intensas e às vezes tem esse maio com massas frias, bastante frias e depois vai ter um repique lá mais ou menos em agosto e julho nem em média nem tem sido o mês mais frio, Porque nós temos também verificado, nas últimas décadas, uma redução do número de noites frias, com geada, com massas intensas mesmo. Isso tem reduzido. Por quê? Uma das causas que tem sido observado é que isso vem acompanhando a média global. A gente tem percebido, nas últimas décadas, um aumento médio global das temperaturas, as chamadas mudanças climáticas. Então a gente tem percebido, os nossos dados históricos da nossa região tem seguido essa média global, ou seja, a gente tem percebido, porque aqui inclusive Campinas era uma época na década de 90 que era frequente geada, até para danos no cafezal, que é uma região típica produtora de café, se ressentia do frio com geadas em função dessas massas de ar. E agora a gente não tem geada mesmo, faz uns 20 anos que a gente não registra geada aqui na nossa região. E, de forma geral, as temperaturas mínimas, o número de noites frias tem reduzido durante o inverno. Bom, com relação ao abril, que é o próximo mês, os volumes médios de chuva serão baixos aqui na região do sudeste em comparação com os meses do verão, Ana? Sim, exatamente. Diminui drasticamente porque no verão a gente tem chuva média em torno de 200 milímetros, né? Agora, no mês de março, abril, a gente já vai para 60, 70 milímetros e aí a gente vai chegar lá em agosto com 25 milímetros de chuvas, né? Então, realmente é uma redução bastante importante. E outra informação importante, o pessoal pode deixar o guarda-chuva guardadinho no mês de junho, porque poucos episódios de chuva são esperados para o sudeste, né? Sim, exato, exato. Esses episódios de chuva, eles estão relacionados exatamente com essa média de chuva que vai reduzindo bastante. Porém, eu gostaria de ressaltar, né, que em 2016 nós tivemos episódios de tempestades muito severas aqui na nossa região. O que significa isso? Significa que, embora a gente conheça a climatologia e a gente tenha essa tendência de redução das chuvas e também das temperaturas e redução importante da umidade relativa do ar, a gente não descarta a possibilidade de que em algum momento a gente possa ter alguns eventos de temporais localizados. Então é bom deixar o guarda-chuva num lugar fácil de achar, né? Sim, a gente sempre precisa ficar um pouco atento com relação a isso. Tá certo. Bom, e qual que é a sua estação preferida para a gente encerrar aqui essa entrevista no Câmara Total e voltar para o Gabriel Castro? Eu gosto muito do outono. Outono? Então você está de bem com a vida agora, né? É, exato, porque é uma época que a gente tem aquelas noites claras, estreladas. É bonito, é bonito. Tem muita gente que gosta da primavera, né, por causa das flores. Eu gosto muito da primavera também, mas nós temos observado que aqui na nossa região a gente tem tido um atraso muito importante nas chuvas. Então setembro, outubro tem sido meses extremamente quentes e secos. Eu gosto do inverno, acho bacana. Valeu, uma última pergunta só para a gente encerrar. Por que 6h38 da manhã? Isso é uma relação astronômica que varia um pouco, inclusive, algumas horas, de ano para ano, porque está relacionado com o giro da Terra em torno do Sol, que leva alguns minutos de atraso, até por conta da órbita. Então, isso é um cálculo matemático que é feito. perfeito achei bem bacana essa entrevista porque certamente deu pra tirar muitas dúvidas do pessoal que tá em casa é que certamente tem muitas curiosidades sobre isso, sobre temperatura sobre estação, muito obrigado pela entrevista viu Ana? É um prazer, estou à disposição então tá bom, bom é o seguinte Gabriel, pra quem gosta de verão é bom que acorde amanhã, seis horas fique na janela ali uns 38 minutos olhando e tal, pra se despedir do verão, porque é 6h38 da manhã, amanhã vai começar o outono. Tchau, Gabriel, valeu. ...fazer isso já que acorda de madrugada. Eu gosto tanto de primavera que eu já fiz a mudança aqui do verão para a primavera, e não, como disse mesmo o André Aranha e a Ana Ávila, essa transição do verão para o outono. E o fim de semana está chegando, mesmo com todas as restrições. Para quem deseja praticar exercícios físicos ao ar livre, a notícia é boa, viu? Porque sábado e domingo o tempo fica estável, com o sol aparecendo durante todo o dia, entre nuvens, mas não deve chover. Vamos às temperaturas, então, para este sábado e para este domingo. Olha só, já está aqui na minha tela. Sábado, 20 de março, a gente tem mínima de 19 e a máxima podendo chegar aos 31 graus. E no domingo, o panorama permanece o mesmo, com mínima de 19 e máxima de 31, sem chuva e tempo aberto aqui na cidade de Campinas. Uma hora e 13 minutos, nós estamos ao vivo nesta sexta-feira. A Minabreu está de volta aos nossos estúdios, agora com as notícias do Legislativo, falando sobre a reunião da Comissão de Estudos, né Minabreu? Seja bem-vinda novamente, boa tarde. Seja bem-vinda, Gabriel, mas antes de eu falar da comissão, olha, chegou a nota oficial da Prefeitura confirmando o que dissemos no Notícias da Metrópole. Lockdown está descartado neste momento, serão medidas restritivas regionais das 8 da noite às 5 da manhã. Nessa reunião que aconteceu hoje, tivemos aí a participação de 19 prefeitos da RMC e de acordo com o prefeito Dário Saad, a decisão pelo não lockdown nesse momento refere-se justamente ao transporte público, pois muitos profissionais da saúde dependem do transporte público para o trabalho e outra coisa também, para ir até os centros de imunização para aplicação das doses da vacina, muitas pessoas também utilizam o transporte público. Outra ação descartada neste momento é a antecipação dos feriados, pois de acordo com prefeitos, eles acreditam que a antecipação desses feriados poderia aí ter como consequência festas, churrascos, portanto, aglomerações. Então, nesse momento, só toque de recolher continua também, não só em Campinas, mas nos outros municípios, a partir desta sexta-feira, das oito da noite às cinco da manhã. Agora, a gente vai falar ainda de Covid, mas aqui no âmbito do legislativo, que é uma preocupação dos vereadores. Por isso, nesta manhã, a comissão de estudos que trata justamente dos impactos da pandemia da Covid-19 na economia em Campinas, presidida pelo vereador Luiz Rossini, realizou a primeira reunião. E o vereador Eduardo Magoga foi escolhido como relator da comissão. Eu vejo muitas lojas fechadas e eu tenho loja, eu sei o quanto que é difícil você chegar e optar no momento você fechar algo que foi teu sonho, você fechar algo que traz a comida para dentro da sua casa muitas portas de comércio já fechadas e se nós não tivermos aí pelo menos a informação para a população a informação para a nossa cidade, que a informação é a coisa mais básica que tem, é essa comissão poder ter um bom estudo e levar as informações corretas, as informações com clareza, para que a gente possa dar um direcionamento na economia da nossa cidade. E a comissão fez alguns encaminhamentos de como será o trabalho do grupo. Nós vamos ouvir tanto representantes do poder público, de órgãos dos poderes públicos E também da sociedade civil Na proposta que eu queria discutir com os vereadores Eu acho importante, até por um pouco de tudo aquilo que foi dito aqui A gente ouvir representantes, por exemplo, da Secretaria de Assistência para como que a partir do horário da assistência social ela percebe as consequências da pandemia para aumentar ou diminuir a vulnerabilidade social das famílias, né? Como é que o desemprego chega, e os programas de assistência que estão sendo estruturados para acorrer essas famílias nesse momento. Chamar a representante da educação Nós estamos há um ano praticamente com aulas remotas A representante da Secretaria de Desenvolvimento Econômico Pensando em políticas públicas na área de estímulo à economia Como é que está a questão dos trabalhadores informais, das cooperativas Enfim, da segurança, como foi dito se está tendo agravamento, alguma ocorrência, o surgimento de algum tipo de crime ou que afeta a segurança nesse período. Olha, e participaram da reunião também os vereadores Cecílio Santos, Marron Cunha e Nelson Ossere. E o vereador Paulo Búfalo articulou junto ao deputado federal Ivan Valente uma proposta de emenda ao orçamento da União para atender a uma reivindicação de profissionais da saúde que atuam no CAISME da Unicamp. O repórter André Aranha tem mais informações. O CAISME aqui da Unicamp atende aproximadamente 90 mil mulheres, sendo que 30% delas com câncer. O vereador Paulo Búfalo do PSOL esteve no local no final do mês de janeiro, conversou com alguns profissionais aqui da unidade e decidiu buscar recursos para o financiamento de algumas atividades. Ele então mandou um vídeo para a nossa redação e explicou direitinho essa situação. Acompanhe. Depois de atualizar-me dos trabalhos desenvolvidos pelo Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher, o CAISM Unicamp, e conhecer suas demandas e projetos, articulei com o deputado federal Ivan Valente uma emenda ao orçamento da União de pouco mais de R$ 1,2 milhão para investimentos em novas tecnologias, infraestrutura e, em particular, para a melhoria da ventilação no setor de internação do hospital. O CAISME, que é uma referência para o interior do estado de São Paulo e sul de Minas, no atendimento de mulheres acometidas por vários tipos de câncer, mulheres vítimas de violência e partos de alto risco. Por isso, nós da bancada do PSOL ficamos muito satisfeitos em poder ajudar este hospital que atende 100% SUS e, neste momento de pandemia, luta para melhorar e garantir atendimento de qualidade para mulheres da nossa região. Hora de Câmara nas ruas e agora a nossa equipe acompanhou o vereador Otto Alejandro, que, através de uma indicação, pede um acesso em uma via marginal da rodovia Santos Dumont. Acompanhe. O vereador Otto Alejandro protocolou uma indicação na Câmara que solicitam o estudo e a viabilidade para realizar a alteração do acesso ao bairro Telespe. Então qual que é a ideia desse projeto? É a gente conseguir junto ao Artesp um novo acesso naquela avenida que está desativada, que está fechada, que é Antônio Levantese, ok? A pavimentação desse trecho da rua Eldorado até a ponte que leva até do outro lado da rodovia. Este acesso fica na rodovia Santos Dumont. É justamente poder desafogar esse cruzamento aqui, que é muito complicado. Já teve centenas de acidentes, já tivemos duas mortes aqui nesse cruzamento. Segundo o vereador, essas melhorias detalhadas na indicação, se feitas, vão melhorar a vida dos moradores, dos bairros próximos e também do motorista que precisa sempre passar por ali. Na verdade o projeto quem vai fazer é a INDEC em parceria com a Artesp, que vai conceder autorização para esse novo acesso, correto? Já tive a oportunidade de falar com o prefeito de Campinas, com o Dário, ele adorou o projeto porque com esse novo acesso, todos que vêm do sentido centro, bairro, que vai para os jardins Santa Terezinha, Telespe, Maria Rosa, automaticamente não vai mais passar por esse cruzamento. vai entrar no novo acesso na Avenida Antônio Levantese. Então, automaticamente, vai desafogar. E todos que vão para Jardim Mercedes, Abaeté e outros bairros do outro lado da pista vão subir por esse novo acesso na Rua Eldorado, onde vai estar pavimentado. E acessando a ponte para acessar ao lado de lá. E automaticamente, esse cruzamento vai acabar, esse fluxo. O secretário de transportes de Campinas esteve no local e avaliou o pedido do vereador. Através da equipe técnica da Indec, iniciar os estudos aqui da região com relação ao tráfego e em contrapartida a isso, imediatamente a gente vai entrar em contato com o governo do estado através da Airtesp, para que a gente possa conseguir um acesso aqui nessa região através da rodovia Santos Dumont. Eu acho que o vereador tem toda a razão para que a gente possa conseguir esse acesso, A população aqui vai ajudar muito essa região e também o trânsito que vem ocorrendo aqui nessa faixa, nessa marginal. Então nós vamos imediatamente marcar com a Artesp, através da Colinas também, para conseguir esse acesso, que é uma coisa não tão difícil. A gente pode ver aqui que está na beira da rodovia e em breve teremos algum retorno aí. O secretário deu uma previsão de como ficará esse trabalho proposto. Eu acho que até junho a gente consegue finalizar os estudos, eu acho que até antes, mas eu vou dar uma data de junho. E a artespe, a questão da semana que vem, essa fase da pandemia a gente tem que respeitar. Eu acredito que na semana que vem ou na outra semana a gente consegue aí marcar uma reunião. Quer saber mais sobre o trabalho dos vereadores? Acesse o site www.campinas.sp.leg.br E com essas notícias eu fico por aqui, Gabriel. Muito obrigado, Mina Abreu, por todas as informações. Ótimo fim de semana e até segunda-feira. Até segunda-feira e um bom fim de semana pra você também. E olha só, apesar das medidas restritivas anunciadas por causa da pandemia, ainda é possível se divertir no fim de semana. Por isso que o nosso repórter Rubens Morelli traz todas as dicas para você no Cultura Total. Oi, oi, oi, bom dia, boa tarde e uma boa noite para você, especialmente aí nas noites, nas madrugadas. Está começando mais um Cultura Total aqui na tela da TV Câmara Campinas O seu programa que te deixa informado sobre tudo o que acontece na cultura de nossa cidade e também da região E hoje o programa está recheado, tem entrevista bacana, tem lançamento de clipe de uma banda bem legal aqui de Campinas Tem também dicas de filmes e séries, enfim, vamos começar né? Roda a vinheta aí E a gente começa com as novidades da semana. Está difícil a gente fazer alguma coisa nas ruas, com as medidas cada vez mais restritivas de circulação, mas é possível se entreter em casa com diversas opções online. Uma dessas opções é uma oficina para ajudar pais e professores a trabalharem as atividades para as crianças durante a pandemia. O projeto Patos Canto, narrativas cancionais e ilustradas para crianças, misturando música, ilustração e brincadeiras. A oficina será ministrada pela atriz, produtora e arte educadora Fernanda Nunes, a partir da próxima segunda-feira pela plataforma Google Meet. As inscrições vão até esta sexta-feira, então corre lá, hein? Você pode ter mais informações na página do Patos Canto, no Facebook e também no Instagram. Até o próximo domingo acontece um festival de dança contemporânea online para 10 casais de bailarinos acima de 45 anos. Uma ideia de valorizar a experiência desses dançarinos, além de promover bate-papos e encontros virtuais. O festival 45 Mais de duetos de dança live será transmitido de forma online, tudo de graça, mas você pode também contribuir para os projetos sociais durante as apresentações. Para acompanhar o festival e saber mais a respeito dessa programação, das apresentações e também das rodas de conversa, basta acessar o site festival45mais.com. Nesta sexta-feira começa a quarta edição do Festa, Festival de Aprender do Sesc São Paulo. O evento vai acontecer de forma online, com sete atividades que propõem ao público muito aprendizado e também bastante criatividade. Aqui no Sesc Campinas, os destaques são o Encontro Beat Brasílias, Ideia das Ruas, Fábrica de Construção de Máscaras Fantásticas de Papelão e também a Oficina de Colagem Digital, entre outras atividades, né? Para participar, é preciso se inscrever pelo site sescsp.org.br barra inscrições, sem o cedilho e sem o assento, para garantir a sua vaga. Então, corre lá! Ah, e hoje também tem lançamento de videoclipe novo na área A banda campineira Bad Influence Programou para as 8 horas da noite O lançamento do clipe Runaway Nova música autoral da banda E tem um recadinho especial da galera Pra você aqui no Cultura Total, olha só Fala galera, eu sou a Thalita Harumi E eu sou o Marcos VP Nós somos a banda Bad Influence E eu quero convidar todo mundo a acompanhar a gente nas nossas redes sociais É isso aí. Hoje, às 20 horas, nós iremos lançar o nosso single Runaway em todas as plataformas digitais. Arroba a Banda Vé de Infantes no Instagram, Facebook e YouTube. É isso aí. Quero ver todo mundo acompanhando a gente, hein? Tchau, tchau. Muito legal a novidade, hein? Eu aproveito para mandar um abraço aqui para o Marcos VP, para a Thalita e também para o resto da banda, né? O Alexandre Cabelo, o Tiago da Silveira e o Henrique Matos. Muito sucesso para vocês. E você aí de casa, tá curioso? Ah, eu tô, né? Então, pra matar um pouco dessa curiosidade, vamos curtir um trechinho de Runaway Clip da banda Bad Influence. Olha só. Ah, e chegou a nossa hora da entrevista semanal, nosso bate-papo. A gente sempre traz pessoas interessantes para falar a respeito da cultura de Campinas e região. E dessa vez, nós estamos com dois convidados aqui, a Ana Clara Amaral e o Eduardo Brasil. Eles estão conectados aqui via aplicativo, porque é a nossa opção que a gente tem, né? conversar pela internet nesse período de pandemia e é uma dificuldade também para vocês, né, que estão tendo que trabalhar e apresentar os seus trabalhos de maneira online também. Vocês que fazem parte da Companhia 22 e 22, uma companhia de teatro e dança, e a gente vai contar a respeito desse trabalho. Tudo bem, Ana? Tudo bem, Eduardo? Obrigado pela presença de vocês. Obrigada. Olá, boa tarde. A gente que agradece, obrigado pela oportunidade de trazer um pouquinho do trabalho da companhia aqui. Vocês recentemente lançaram pela internet também o espetáculo Drama, que mistura um pouco de dança, um pouco de teatro. Queria que vocês contassem a respeito desse projeto, que inclusive foi contemplado pelo PROAC. Isso, o drama é um projeto antigo da companhia Que tem um trabalho que trabalha ali no limite das fronteiras Entre as linguagens da dança e do teatro Então a gente chama a companhia de companhia 22 e 22 de teatro dança E a gente se localiza aí, nesse meio do caminho do teatro com a dança O drama é mais uma experimentação nesse hibridismo das linguagens Então ele parte de uma pesquisa do teatro dramático, do gênero dramático, das atrizes da década de 50 que atuaram no TBC, que foi o Teatro Brasileiro de Comédia, um período de renovação no Teatro Paulistano e depois consequentemente no Teatro Nacional. A gente parte de algumas fotografias dessas atrizes desse período para coreografar em cima das fotografias e assim criar a coreografia, a trama mesmo do espetáculo drama. é um projeto que a Ana que realizou eu quero até perguntar porque o Eduardo é o diretor do espetáculo e a Ana é a protagonista ela é dançarina ela é bailarina tem formação em dança mas está atuando também como atriz um pouquinho nesse espetáculo queria que você falasse a respeito dessa experiência a frente das câmeras também Sim, é, para a gente está sendo um super desafio também, né, esse das plataformas digitais, assim, agora Mas, bom, já é um interesse nosso de muito tempo, né, essa pesquisa de linguagem mesmo entre a dança e o teatro E a gente tem um trabalho muito fincado, assim, na pesquisa de pessoas, de artistas brasileiros, né Então é o nosso principal caminho A gente trabalha, por exemplo, bastante com a mimes e corpórea Que é um procedimento aqui do Lume Teatro E para criar o drama a gente foi fazer justamente isso É uma leitura corporal de fotografias das atrizes Dessas atrizes que o Eduardo citou E aí eu trago isso para o meu corpo de bailarina Para esse olhar bailarino aqui também E a gente faz como um processo de tradução mesmo Entre linguagens e esse é o nosso tecido para estabelecer uma comunicação com o público e agora ainda tendo essa outra camada que é a do vídeo que acabou sendo um outro discurso muito bom, muito gostoso de trabalhar também Me conta um pouco a respeito da trama desse espetáculo já que ele se passa nos camarins dos teatros como é que é o enredo, como é que vocês estudaram isso daí para formalizar essa peça. Esse espetáculo, ele caminha mais para a direção do teatro, até do que o outro solo, o primeiro solo da companhia, que se chama Depois, também com a Ana protagonizando, mas com mais dança, vamos dizer assim. Então, a gente provoquei a Ana nessa montagem para que ela pisasse um pouco mais no território do teatro, tanto que é um espetáculo que tem texto, ela fala texto, coisa que no outro espetáculo, no outro solo, ainda não tinha, ainda era só a coreografia. Como é um espetáculo de teatro-dança, ele não tem uma trama tão descritiva como um espetáculo teatral tem, uma história linear. Mas a gente tem um pano de fundo, um background, que ajuda a gente a se localizar um lugar e um quem. Então, esse quem é uma atriz que está no seu camarim, vivenciando esse momento de solitude ou de solidão que as atrizes têm quando estão ali no camarim, em momentos antes de entrar em cena e se deparar com o público. Esse lugar coletivo que é o estar em cena. Então a brincadeira do texto, do texto da montagem, é justamente essa. Essa figura de uma atriz solitária no seu camarim fazendo essa passagem, essa trajetória entre camarim e palco. E o que se passa é um movimento cíclico de uma figura que acorda e se vê prestes a entrar em cena. mas ainda não está pronta e ela lida com isso e é um eterno retorno é como se fosse um movimento cíclico dela adormecer e acordar de novo naquela situação, que é uma coisa bastante comum com atores e atrizes se tem um pesadelo que é comum nós atores termos é a gente sonhar que o espetáculo está para começar e a gente não está pronto isso é um pesadelo comum para atores e a gente quis brincar um pouco com essa sensação nesse espetáculo E a gente tem um trechinho do espetáculo drama da Companhia 22 e 22, então vamos conferir agora, dar só uma olhada e daqui a pouco a gente volta aqui com esse bate-papo. A CIDADE NO BRASIL de 1870 que o mundo conheceu o Guarani ah, mas eu não estou falando do time daqui de Campinas não, estou falando do Guarani do maestro campineiro Antônio Carlos Gomes, é aquela lá pois é, há 151 anos a ópera mais famosa de um dos maiores compositores do Brasil estreava no Teatro Ala Scala de Milão na Itália, uma das principais casas de espetáculos da época no mundo todo, talvez competido apenas com a ópera de Paris. E o feito não é pouca coisa não, hein? Naquele tempo, as óperas eram o evento cultural mais valorizado pelas pessoas. Por isso, para um jovem campineiro que conquistou o apoio do imperador do Brasil, Pedro II, para atravessar o Oceano Atlântico e depois se apresentar com a ópera da história do amor proibido entre o índio Peri e a filha de colonizadores portugueses, Ceci é um grande feito. Foi um baita sucesso e abriu as portas da cultura brasileira para o mundo todo. Isso, claro, merece a eterna lembrança de que Carlos Gomes deve ser reverenciado sempre por seu legado. E, além do mais, ele é meu conterrâneo, né? Nasceu aqui do lado. É, a gente está aqui conversando com a Ana Clara Amaral e o Eduardo Brasil, que fazem parte da Companhia 22 e 22. e que lançaram recentemente esse espetáculo chamado Drama nas plataformas digitais, porque nós ainda vivemos esse período de pandemia e não é possível ter a presença do público, a gente falava isso agora há pouco. Agora, esse lançamento aconteceu justamente num sábado à noite, às 22 horas e 22 minutos. Tem uma simbologia por trás desse horário aí para vocês, hein, Eduardo? Qual que é? Tem sim, Rubens Esse nome, ele veio uma vez Quando a companhia estava nascendo em 2014 A gente estava começando a ter a ideia de fundar a companhia Uma pessoa que a gente chamou para dirigir o primeiro trabalho Disse para que a gente prestasse atenção nos nossos sonhos Que os sonhos poderiam dizer algo para a gente E isso também é um ensinamento que vem do Felipe Gentil Que é um bonequeiro que trabalha com bailarinos na França Eu sei que ele tem também um procedimento muito próximo, assim, a ficar atento aos sonhos como pistas de criatividade, pistas de insights para a cena. E a gente foi estudar as fotografias de uma fotógrafa norte-americana chamada Diane Arbus e ela também tinha uma história que cruzou com essa proposta desse diretor. Ela dizia que uma vez a filha dela encontrou uma chave e um cadeado E ficou a tarde toda brincando de abrir e fechar o cadeado Até que uma hora ela passou a chave no cadeado e trancou o cadeado E disse, pronto mamãe, agora a gente não perde mais a chave Mas também não poderia mais abrir o cadeado, porque a chave ficou presa A Diane Argos chamava isso de pequenas fábulas, pequenas parábolas do cotidiano E a gente encontrou uma parábola do cotidiano nosso Porque há muitos anos a gente olhava para o relógio às 22h22 E mesmo não estando juntos presencialmente Às vezes eu estava viajando longe E a gente olhava para o relógio às 22h22 E a gente foi entendendo que essa era uma parábola nossa Dessa dupla E resolvemos então batizar a companhia com essa pequena parábola Como você disse, é uma simbologia é que bonito, porque é um horário também que vocês estão, com certeza, pensando um no outro, vocês que são casados além de sócios aí, desse projeto muito legal, uma história de amor aqui, falando que beleza no Cultura Total, é amor também, né? já que ele falou de sonhos, Ana Clara esse espetáculo drama ele se passa lá no camarim como a gente estava conversando O que você passa no seu camarim da vida aí? Qual que é o sonho da Ana Clara e da companhia para o futuro? A gente gostaria muito de seguir nesse caminho, a gente é muito feliz com esse encontro mesmo, para além do amor que deu para a gente duas filhas também, mas tem esse aspecto que a gente sempre foi muito próximo, que é também o aspecto formativo. Então, para a gente, a gente sempre caminhou muito no aspecto artístico e de formação, como professores, educadores, de uma forma muito paralela. Então, acho que é o nosso amor aqui também ao que a gente faz, respeito a esses dois lados, a gente considera os dois lados do mesmo caminho. o de ser professor e ensinar e de trabalhar as metodologias, os procedimentos artísticos de forma poética na cena. Então, acho que o que mais eu desejo, assim, é que, em primeiro lugar, é lógico que a vacina chegue de vez no Brasil e que a gente possa lotar os teatros de novo, mas também que a gente continue sentindo esse desejo mesmo, né? Tanto por estar em cena, quanto por fazer o vídeo ou estar dando aula, acho que o mais importante é que a gente continue desejando, né? E a troca com o público para a gente, nesse sentido, é muito esse motor. De qualquer forma, eu acredito que a gente consegue, ainda bem, de um jeito ou de outro, no vídeo, a gente também acaba aprendendo muito e conseguindo, de alguma forma, também estabelecer uma outra forma de comunicação, que não precisa ser comparada, não tem isso de o que é melhor ou pior, é diferente, é diferente por conta do nosso contexto. Então, a gente que é artista, a gente lida muito com o nosso contexto sempre. Acho que isso é um aspecto positivo também para a gente lidar com a nossa criatividade agora e aprender, né, aprender a seguir, é isso. É, muito legal, e a gente se ateve muito para o espetáculo drama, mas não é só isso, né, a Companhia 22 e 22 tem outros projetos, inclusive em 2020 fez a Mostra Virtual de Videodramas, que reuniu mais de 40 artistas aqui do estado de São Paulo, eu queria que você falasse a respeito disso um pouquinho, Eduardo, e também com relação aos cursos, como é que está essa situação, Quem quiser aprender um pouco mais de dança, de teatro, o espaço é seu. Fala aí. Com prazer. A mostra virtual de videodrama nasceu justamente a partir de uma necessidade que a pandemia impôs. O projeto drama, do espetáculo drama, era um projeto de criação de espetáculo e circulação, uma pequena turnê pelo estado de São Paulo. Na impossibilidade de fazer isso, e sendo um projeto que recebeu uma verba pública, a gente redesenhou o projeto de forma a direcionar essa verba que seria gasta com viagens do espetáculo para apoiar outros artistas do Estado de São Paulo. Então abrimos uma convocatória, a princípio para 20 artistas, para que a gente desse, seriam quatro aulas com temas específicos e todos esses temas dizem respeito ao nosso processo de criação do espetáculo-drama. Então a gente ia orientar 20 artistas. A procura foi enorme, recebemos mais de 100 inscrições e a gente conseguiu dobrar o número de atendimento. Em vez de atender 20 artistas, nós selecionamos 40 artistas no estado de São Paulo. E trabalhamos com 10 artistas por semana. Isso foi em agosto do ano passado, foi uma loucura orientar 10 artistas por semana e produzir 10 videodramas por semana, ao longo de quatro semanas. De forma que no final dessa amostra, desse trabalho de orientação, a gente tinha construído 40 videodramas autorais de 40 artistas diferentes. Esses videodramas estão lá no canal da Companhia no YouTube, é só colocar Companhia 22 e 22, já cai no canal. E lá tem no site também, www.companhia22e22.com, lá tem tudo, todos esses videodramas e os espetáculos. muito legal, então fica a dica pra todo mundo aí, quem quiser seguir, procura lá companhia 22 22 e 22, é igual o horário 22, 2 pontos, 22 pra ter todas as informações, muito obrigado Ana Clara Amaral, Eduardo Brasil, muito obrigado por essa entrevista, sucesso aí pra vocês ao longo desse período e quem sabe em breve estaremos todos juntos lotando os teatros novamente obrigado muito obrigado, boa tarde Valeu! E você que está aí em casa ainda procurando alguma dica para esse fim de semana, eu separei algumas para você, olha só. Pois é, chegou a hora da gente conferir as estreias do fim de semana nas plataformas de streaming. Do mesmo criador de La Casa de Papel, a primeira temporada da série Sky Rojo estreia na Netflix nesta sexta-feira. Três mulheres assombradas pelo passado fogem de um cafetão e seus capangas após uma briga num bordel. Não dá pra perder, hein? Outra série a estrear na Netflix nesta sexta-feira é Família em Concerto. Uma jovem aspirante à cantora country aceita trabalhar como babá dos filhos de um fazendeiro. Muita confusão vem por aí. Está disponível no catálogo Netflix. Na Disney+, estreia Falcão e o Soldado Invernal. Depois de receber o manto do Capitão América em Vingadores Ultimato, Sam Wilson, o Falcão, se junta ao soldado Invernal para assumir o posto de herói. A série da Marvel estreia também nesta sexta-feira na Disney+. Entre os filmes, o destaque fica para Fúria Incontrolável, já em cartaz no Prime Video. Uma briga de trânsito pode causar muitas consequências e a família toda vira alvo de um motorista desequilibrado e inconsequente. Está disponível lá no Prime Video. Valeu pessoal, por hoje é só, mas na próxima semana eu volto com mais dicas de cultura e entretenimento para você. Aproveite e deixe a sua mensagem aqui no nosso WhatsApp. O número é 97829-3776. E a gente se despede ao som de mais um trecho aí do lançamento do clipe Runaway da banda Bad Influence, que estreia nesta sexta às oito da noite no canal oficial deles lá no YouTube. Não vai esquecer, hein? Grande abraço, até a próxima semana. Tchau! Sempre criativo, né? O nosso repórter Rubens Morelli no Cultura Total. Sempre informativo para você aí de casa poder se divertir no fim de semana, nesta época de pandemia. Uma hora e quarenta e sete minutos, vamos fazer o seguinte, último intervalo aqui no Camarã Total, nesta sexta-feira. E na volta tem o nosso quadro Mãos Solidárias, qual entidade hoje que você vai conhecer? Tem culinária, então já deixa aí do lado, papel e caneta na mão, ou seu celular, para você poder anotar o passo a passo. E claro, para a gente encerrar a semana, os chefes na quarentena. Não saia daí. Câmara Total de volta ao vivo nesta sexta-feira, 1h51min. E olha só, o Centro Assistencial Vedruna tem o objetivo de contribuir para o desenvolvimento de sociabilidades, de fortalecimento de vínculos sociais para as crianças e adolescentes de 6 a 14 anos e também aos familiares, prevenindo situações de vulnerabilidades e riscos. Então conheça agora a instituição no Mão Solidárias. Olá, está começando mais um Mãos Solidárias, um momento especial na programação da TV Câmara para mostrar que mesmo em meio ao caos, mesmo em meio a tantas notícias ruins a que a gente assiste todos os dias, ainda existe esperança e mãos solidárias para fazer o bem a quem precisa. Hoje nós vamos falar sobre novas oportunidades que crianças e adolescentes que nasceram em ambientes violentos, em ambientes sem perspectiva, recebem para que tenham novas escolhas, para que possam seguir outros caminhos de vida. Estou falando do Instituto Vedruna, que existe desde 1995 em Campinas. E quem está aqui para falar com a gente hoje, via virtual, respeitando todo o distanciamento social devido à pandemia, é a Suzelei, assistente social da organização há 30 anos. Suzelei, seja muito bem-vinda. Tudo bem com você? Bom dia. Sim, tudo bem. Suzelei, é importante a gente contar para as pessoas, a gente já vai conhecer um pouquinho mais esse trabalho, Que o Instituto Vedruna, ele tem como foco o bairro São Marcos, que um dia já foi considerado uma das regiões mais violentas de Campinas. Como é que vocês têm feito a diferença nessa região? Quais são as frentes de trabalho do Instituto? Explica pra gente. O Vedruna, o Centro Vedruna, ele desenvolve um atendimento a 136 crianças, na faixa etária de 6 a 14 anos, no serviço de convivência e fortalecimento de vínculos. Nós já estamos há mais de 20 anos, possivelmente uns 25 anos no trabalho nessa região, desenvolvendo ações voltadas para essas famílias com o objetivo de qualidade de vida, o objetivo de amenizar esses riscos sociais que essas crianças enfrentam, podendo oferecer atividades que vão desenvolver o potencial delas, o conhecimento delas e poder oferecer para elas uma possibilidade de alternativas para uma vida futura, saudável, com segurança e para essas famílias também oferecemos esse suporte. Suzale, quando a gente fala em crianças jovens, em situação de vulnerabilidade social, em ambientes violentos, a gente está falando de que realidade especificamente? Vocês chegam ali no bairro, vocês encontram qual realidade social? Infelizmente, quando nós estamos no bairro, a gente está bem inserido no bairro mesmo, dentro desta comunidade A gente encontra situações muito focadas com a questão das drogas, do vício, a questão também da pobreza Nós temos aí dificuldades, principalmente agora com a pandemia Nós, infelizmente, agravamos muito a situação de nossas famílias na questão do sustento, de manter o lar Então, nós deparamos com essa situação familiar muito forte aqui na comunidade hoje. Então, uma perca de jovens com uma faixa etária muito cedo. Infelizmente, São Marcos ainda está nessa estatística de perdas de jovens com menos de 18 anos, essa faixa etária de 15 a 24. Nós temos aí uma estatística que ainda tem sido negativa para a nossa região. Nós trabalhamos na luta para que não tenha isso. O incídio também tem sido presente na nossa região, lamentável. são dados que nós não gostamos de contar, mas a gente está lutando a favor de que a gente estabeleça uma região mais saudável, de não violência, é isso que nós fazemos nessa região, as hóspedes aqui presentes. E que tipos de atividades, ações, na prática, vocês realizam para mudar essa realidade? O Centro Vedruna atualmente tem feito atividades sócio-educativas e dentro delas a gente tem as atividades mais esportivas, que é o jiu-jitsu, capoeira, mas temos também um tema iluminador que a gente trabalha durante um ano, é um tema norteador que nós fazemos e que aí vai desenvolver as atividades lúdicas. E esses temas em orteador normalmente são voltados para valores, resgates dessa cidadania, voltados para que essa família consiga, dentro desse olhar nosso, de restaurar esse vínculo familiar, de restaurar essa potência da família, nós trabalhamos em cima desses trabalhos, nós fazemos paralelo a isso também um trabalho com a família, não é só com a criança. Nós fazemos encontros com essas famílias, atividades intergeracionais com essas famílias, para que todos nós caminhemos junto com o mesmo propósito. Então, é um trabalho macro, é um trabalho intensivo, porque ele é diário, as atividades são oferecidas diariamente para o período da manhã e para o período da tarde, ao contrário do horário escolar que a gente fala, contra a turma, que é o seu usado esse termo, essas ações que nós fazemos. Então, assim, diariamente, eles vêm para a instituição, recebem um alimento, no período da manhã é o café, no período da tarde é o almoço. Em seguida, fazemos esse momento de roda de conversa, que é fundamental a roda de conversa para as nossas crianças. Em seguida, nós desenvolvemos as atividades. Leitura no parque, atividades voltadas para eles. Tem um período da recriação que a gente chama de convivência, que é onde a gente trabalha muito a questão dos conflitos, aprenderem a se relacionar, eles trazem um contexto muito de violência a partir da família, a partir do reflexo do que eles vivem. E nós tentamos trabalhar junto com eles como lidar com isso, no diálogo, na reflexão, e esses momentos de convivência eles trazem isso. E paralelo a isso, as ações que nós vamos fazendo, também temos muito forte aqui na região um evento que se chama Rede Abraço, onde nós trabalhamos junto tudo o que fazemos. É um dia de evento macro, onde as famílias podem, ali junto conosco, trabalhar e mostrar o que nós estamos aí executando dentro das hostes, sempre com o objetivo de cidadania, de melhor qualidade, de poder potencializar o que essa região tem de bom, de positivo, que tem muito para oferecer. É isso que fazemos. Suz, ele é muito bacana ouvir você falar, né? Porque você fala com propriedade desse projeto, com carinho, dá para ver, né, que você tem carinho por esse trabalho. E há 30 anos ele é executado pelas suas mãos solidárias, junto com uma equipe. Eu acredito que ao longo de 30 anos dá para ter várias histórias com um final feliz, né, Suzelei? Você se lembra de alguma história que tenha te marcado em especial? Nós temos hoje na nossa entidade, no Centro Redruna, hoje, que nós chamamos de ex-educandos, que estiveram conosco e hoje estão sendo produtivos, estão aqui conosco como funcionários, educadores, como recepção. E muitos deles hoje, eles estão inseridos no mercado de trabalho, estão já com suas famílias. Nós temos muitas histórias, vamos dizer assim, positivas, que nós podemos dizer assim, olha, valeu a pena o que nós fizemos. Famílias que estão hoje aí lutando, como todo mundo, mas que conseguiu aí sair, não estar no meio, inserido nesse meio de contexto negativo, que possa dizer, que faça parte dessas estatísticas, com isso também temos o que nós trabalhamos e não conseguimos atingir o alvo. Mas as notícias positivas, os resultados positivos é maior do que os negativos. Nesse período de 30 anos, podemos dizer, O histórico do bairro, ele traz um histórico negativo, mas à medida que a Zóz, que nós, enquanto instituições, trabalhamos e inserimos e essa comunidade aceita, está conosco, parceira nesse trabalho, nós conseguimos aí uns resultados maiores nesse fruto que é as nossas crianças e adolescentes da região. E nossos jovens, que muitos hoje são jovens, né? Já família, tem filhos, e trazem pra nós. E hoje, eles estão pedindo a vaga para os filhos deles na instituição. Nós já estamos atendendo a segunda geração. Que legal. É muito interessante. Aí vocês plantam uma sementinha para uma realidade ser diferente, né, Suzelê? Sim, sim. A gente mantém... O importante dessa região é manter muita parceria. Nós precisamos de muitas parcerias, porque essas parcerias é que dá continuidade ao nosso trabalho. O nosso trabalho é um trabalho de formação. Não é só simplesmente vir na instituição, se alimentar, fazer atividade de moro. Não, é muito mais do que isso, é um projeto de vida. Aqui, é como você disse, é uma sementinha que nós estamos aí colocando para que depois ele vá crescendo e essas parcerias que nós temos na região com os serviços que oferecem, além da nossa faixa etária, todo o projeto que a gente diz, tudo o que oferece, as próprias empresas oferecendo propostas para poder estar absorvendo esse público que nós atendemos é fundamental. É fundamental para que a gente seja bem sucedido, para que essas famílias caminhem direcionados, se sintam seguros, apoiados e tenham um referencial. Eles precisam hoje de um referencial. E nós sabemos que hoje a gente está conseguindo esse papel, eles confiam no nosso trabalho e a gente tem o prazer de estar com eles, porque eles também dão esse retorno para nós. Suzely, como é que vocês mantêm as despesas desse projeto social? De onde vem? Precisam sempre de ajuda? Como funciona esse fluxo para vocês? A Zosk, como Vedruna, nós temos uma parceria com a Prefeitura, que tem um repasse, que é o pôr financiamento. Ele não dá 100% do nosso custo, nosso custo ainda precisa de parcerias. Nós temos a nossa mantenedora, que também passa, mas não dá o complemento total. A gente tem as parcerias com as empresas, mas que nesse momento, por conta da pandemia, muitos estão com dificuldades, mantiveram bem, nos ajudaram durante a pandemia, porque nós conseguimos manter cestas básicas para essas famílias até agora, final de dezembro de 2020. Mas sabemos que todos estão com muitas dificuldades e isso para nós é complicado. A gente está entrando numa fase difícil, financeiramente falando, porque a gente mesmo, na pandemia agora, a gente está ativo. Nós mantivemos as nossas atividades remotas, oferecendo atividades lúdicas, de vídeos, de atividades dos educadores, dos nossos oficineiros de jiu-jitsu, capoeira, no Facebook, nesse grupo de família que nós mantemos, no nosso Instagram, enfim, nós estamos ativos para que essa família seja cuidada mesmo em casa e essa criança, esse adolescente também seja assistido. E paralelo a isso, fazemos nossos atendimentos aqui, nós continuamos com os atendimentos, as visitas nós fazemos, nós vamos às casas, nós visitamos, nós estamos dando todo o apoio necessário, Mas nós estamos sentindo uma dificuldade hoje de manter nosso quadro, vamos dizer assim, de manter a instituição nesse custo todo, porque a gente sabe que agora está difícil, né, a prefeitura este ano não fez um repasse, um reajuste, infelizmente, para as OSC, para as entidades. Também temos a questão das parcerias que a gente está lutando para aumentar essas parcerias, que aí torna difícil para nós. Suzelei, o munícipe que assistiu essa entrevista aí, de alguma maneira se sente tocado a fazer o bem. Ele pode ajudar? Vocês têm um espaço para que a população auxilie de alguma maneira? Sim, o Viguna, nós recebemos todo tipo de doação, nós temos condições de buscar na residência das pessoas e estamos abertos também para parcerias. Todos os tipos de parcerias, temos uma oficina para a comunidade que nós podemos também oferecer, se alguém tem interesse de ser voluntário. Ah, eu sei artesanato, eu sei costura, nós estamos montando agora um projeto de costura e estamos conseguindo atrás de uma parceria máquinas de costura. Então, nós estamos correndo atrás de quem sabe costurar para ensinar a nossa comunidade. Não é todos os dias, é um projeto semanal, dá bem para montar. Pensando aí nessa geração de renda das nossas famílias, está um momento bem difícil, então nós estamos correndo atrás dessa parceria e contando com esse apoio de quem pode nos oferecer isso. E outros tipos de parcerias de voluntários que também saibam alguma coisa que possa entrar dentro da nossa proposta também. Tem essa questão que nós trabalhamos com um público específico de 6 a 14 anos e essas famílias de situações muito sábias, de baixa renda, mas que a gente está lutando para ajudar eles nessa qualidade de vida. É isso. O Vedruna tem o site dele, vedruna.sigmanet.com, temos o Facebook, pode conversar conosco, temos o Instagram e tem o telefone, 3216-4941. Legal. Suzalei, para a gente encerrar então essa entrevista, eu queria deixar um último espacinho para você, para falar sobre o que esse momento de pandemia tem a nos ensinar. A gente está assistindo todos os dias notícias que deixam a gente triste, que deixam a gente desanimado, famílias foram muito afetadas, estão sem esperança, qual que é a sua mensagem final para a gente levar mais amor ao mundo hoje? Ok, eu acredito que hoje nós temos que ter muita esperança, Nós tivemos também as famílias algumas muito afetadas Mas vamos caminhar junto, vamos dar as mãos Não é possível abraçar, mas é possível estar junto Conversando, fortalecendo a fé Nós precisamos de muita fé Eu acredito que essa fase já está passando As vacinas estão chegando Se Deus quiser, nós vamos viver uma nova história ainda em 2021 Nós ainda vamos estar junto com as crianças aqui na OSP As famílias vão poder estar mais juntos de nós, então é muita fé e muita esperança, porque esse quadro, essa situação atual vai mudar, se Deus quiser. Eu creio nisso. Assim esperamos. Suzelei, muito obrigada pela sua entrevista, um ótimo trabalho, parabéns pelo projeto de vocês, que dure muito mais anos aí pela frente. Obrigada, viu? Obrigada, obrigada. E assim a gente vai chegando ao fim de mais um Mão Solidária. Você está vendo como faz diferença fazer o bem? E você aí de casa, o que é que você tem feito para fazer a diferença aí no seu meio social? Eu te vejo na próxima. Até mais. Tchau. Muito obrigado, Mariana Meira, por todas as informações. Retorna na próxima sexta-feira com o Mãos Solidárias, mostrando o trabalho de mais uma entidade aqui no programa. Vamos fazer o seguinte, hora de culinária. Agora a Páscoa está chegando e o Cozinha Fácil, olha só, já está aqui na minha tela, preparou uma receita de cenoura de brigadeiro, olha só. Mais uma edição do Cozinha Fácil no ar. E olha só, tem receita deliciosa, gostosa e hoje tem doce. A nossa convidada já está aqui do meu lado. É a Adriana, ela que é confeiteira e vai ensinar uma receita gostosa para a gente, né? Tudo bem? Tudo bem, Michel. Tudo jóia. Que bom. A nossa receita já está aqui na mesa? Já. Vamos falar para o pessoal, então, o que você vai ensinar? Sim, hoje a gente vai fazer uma coxinha de morango da Páscoa. Só que ao invés de formar de coxinha, a gente fez a cenoura do coelho. Olha só, essa é uma receita que, na verdade, você adaptou a ela, né? Exatamente. Porque, tradicionalmente, você faz uma coxinha. Isso, é no formato de coxinha, o recheio é um morango e a gente usa o brigadeiro branco ou até mesmo o brigadeiro de chocolate. E aí, ela adaptou e transformou essa coxinha numa cenoura. Sim. Uma cenoura do coelhinho, né? Sim, sim. Que delícia. E aí, aqui a gente tá fazendo essa coxinha, que na verdade é a cenoura. É uma cenoura. Não é difícil? Não, muito fácil. Super fácil. E daqui a pouco, então, vocês vão confirmar que é super fácil mesmo. Então, dá tempo, enquanto a gente conversa aqui, Adriana, do pessoal de casa já pegar o caderninho, né? Já, já, pra notar que são poucos ingredientes e o preparo é bem rápido. É isso que eu ia perguntar, né? A gente vai fazer um brigadeiro branco com poucos ingredientes? Exatamente. É diferente do tradicional? É, eu reduzi alguns ingredientes até pra ficar mais prático de fazer, mas é bem facinho. O brigadeiro, a gente sabe que ele leva chocolate. Sim. Já o branco não leva chocolate. Não, a gente faz só com leite condensado e creme de leite. E aí chega no ponto que a gente quer. Chega no ponto, no mesmo ponto do brigadeiro. Eu vi que você usa um ingrediente que a gente não está muito acostumado a usar na cozinha em casa. Sim, sim. É um ingrediente muito conhecido na confeitaria. Exatamente. E fala então, qual é esse ingrediente? A gente adicionou uma colherzinha de glucose de milho. É uma glucose branca, que é pra aumentar a validade. É pra não açucarar e cristalizar tão rápido. E adiciona cremosidade também. Olha só! Então a receita fica mais cremosa, o ponto do brigadeiro dá aquele ponto mais cremosinho na mordida, e ele não açucara tão rápido. Então, quando o nosso brigadeiro dá aquela açucarada, esse é o top. Esse é o pulo do gato. Mas aí dá pra usar essa glucose tanto no tradicional ou é só pro branco? Não, no tradicional também. Se você quiser toda a base de brigadeiro adicionar glucose, você vai ter um tempo de vida maior desse brigadeiro e vai adicionar cremosidade também, então vale a pena. E é fácil de encontrar em casas de confeitaria, lojas de festas, é bem fácil. Não é caro? Não, não é caro. Perfeito, então. Já anotou essa dica aí e eu quero saber mais dicas, porque eu gosto de dicas, né? Aqui a gente está usando o creme de leite. É o creme de leite fresco, de latinha? Não, o creme de leite é aquele mais simples, o de caixinha mesmo, que nem precisa separar o soro. E o leite condensado também pode ser qualquer tipo de leite condensado? Qualquer marca. O desnatado tem desnatado também agora, né? Houve uma alteração agora, né? Tem ainda uma marca que permanece com o integral, mas todas as outras mudaram. E a alteração foi muito pouca no resultado do brigadeiro. Então dá pra usar o leite condensado desnatado sim. E aí, eu acredito que o pessoal tá curioso pra saber como é que chegou nessa tonalidade aqui, nessa cor e nessa textura, né? Todo esse molde aqui a gente fez com a mão, né? Sim, foi tudo com a mão. Na verdade, a Adriana fez com as mãos, né? Foi tudo com a mão. Eu não fiz nada, só fiquei observando aqui e acompanhando durante a gravação. Mas essa textura aqui, o que é? A gente usou um pó aveludado Que também é fácil de encontrar em casas de confeitaria Só que a base dele, onde a gente passou o confeito É leite em pó Leite em pó, o mesmo que a gente usa para fazer aquele famoso Daquela marca ou as outras marcas também Você só colore ele com corante em pó E aí você, além de fazer toda essa coloração, né, isso aí é corante comestível. Corante comestível, que vende em casas de confeitaria. Então eu quero já repassar bem rapidinho aqui. A gente vai usar leite condensado, creme de leite, a glucose, mais nada na massa. Nada, só isso na massa. Se quiser acrescentar também ali uma baunilha, pode? Pode acrescentar uma essência de baunilha e se quiser também o mesmo leite em pó que passou do lado de fora, Você pode usar ele também na massa. Se você quiser fazer, talvez, sem lactose... Você pode usar o leite condensado zero lactose. E hoje em dia já existem marcas também de creme de leite zero lactose. Olha só! E aí você vai ter o mesmo resultado, só que zero lactose. A única diferença do leite condensado zero lactose é a coloração. Porque às vezes ele é um pouquinho mais escuro. Mas como você vai colorir por fora, o resultado vai ser o mesmo. E não vai ter diferença aí no resultado final, né? Não, nenhuma. Gente do céu. Bom, chega de falar aqui, ela já deu muitas dicas. Daqui a pouco ela vai falar outras dicas, só que aí é do modo de preparo. Então, neste momento, já deu tempo deles pegarem o caderninho, né? Ah, já, já deu. Até porque são poucos ingredientes, é rápido. Ah, então tá certo. Olha aí todas as quantidades. Anote aí. Uma lata de leite condensado. Uma caixa de creme de leite, uma colher de sopa de glucose branca e morangos que vão servir de recheio. Para a cobertura, quatro colheres de sopa de leite em pó, uma colher de sopa de corante em pó na cor laranja. Caso você não encontre, é só misturar o vermelho com o amarelo que vai chegar na cor. Receita anotada, agora a gente vai falar um pouquinho sobre o modo de preparo antes de mostrar para vocês Adriana, modo de preparo, dá para fazer na panela, no micro-ondas, como é que é? Dá para fazer na panela, dá para fazer no micro-ondas, é bem prático A única dica que eu dou é antes de levar seja a panela ou o micro-ondas Misturar bem os ingredientes para você não ter nenhum gruminho no final e aí levar, se for o micro-ondas, o tempo estabelecido. Se for na panela, até aquele ponto que a gente chama de ponto com a balhota. Quando você mexe a panela e ele cai em cascata, ele solta do fundo. Ele desgruda. Ele desgruda do fundo. Não só desgrudar do fundo, você mexe a panela e aí ele solta mesmo. Não pode estar líquido. Não. E nem está grudando. Não, senão você não consegue enrolar. Ah, tá. E aí, bom, tem que deixar descansando? Sim, é muito importante descansar por, no mínimo, três horas. Três horas? Sim, se você quiser, você pode levar à geladeira para agilizar o esfriamento. Mas descansar tem que ser por três horas mesmo. Por quê? Para todos os... Quando você aquece nessa composição, o leite condensado, é uma base muito grande de açúcar. E o açúcar, com o calor, ele tende a derreter, assim como é com caramelo e etc. Quando você descansa, ele solidifica. Então você precisa desse tempo pra poder ter essa flexibilidade na massa pra enrolar. Se você deixar quente ainda... Esse que eu ia falar. Vai dar errado. Vai dar ruim. Vai grudar tudo na mão. E aí tem o jeito de fazer no micro-ondas também, né? Tem, tem o jeito de fazer no micro-ondas. Como é que faz? Você leva ao micro-ondas a primeira vez por dois minutos. Depois você faz por mais quatro vezes de um minuto cada. Sempre mexendo, raspando as laterais Porque cada vez que ele vai no micro-ondas, ele ferve Então você tem que ter o controle pra ele não transbordar Na quinta ida ao micro-ondas, ele já vai tá bem espesso Mas vai tá como se tivesse separado a gordura Basta mexer firmemente, que ele agrega tudo E aí você leva pra descansar O segredo que é assim, eu pra fazer as coisas no micro-ondas O ovo, eu não coloco o ovo inteiro, mas depois de cozido, você vai esquentar ele, eu já explodi no micro-ondas o ovo, vai vir aquela sujeira, né? Sim. Para não acontecer de vazar, transbordar, o que é que eu tenho que fazer? Sempre começar com os dois primeiros minutos, mas depois ir a cada minuto. Não mexer na potência, pode ser na potência do micro-ondas mesmo, Porque o tempo excessivo é o que faz ele ferver. Se ele entrar em fervura e continuar sendo aquecido, aí é onde ele transborda. Entendi. Então você vai controlando, vai sentindo de minuto a minuto. Quando você vê que ele já ferveu bem, tá bem espesso, ele fica bem brilhante, aí ele tá pronto. Bom, não tem segredo na montagem, né? Não. É só pegar e fazer uma bolinha. Faz uma bolinha na palma da mão, espalma, abre. E aí você pega o morango. Tem uma diquinha do morango também. A gente quer. O morango, como vocês sabem, ele é todo perfuradinho com sementes, né? Cada furinho daquele é um poro. Se você, quando for lavar o morango, deixar ele submerso, ele suga a água e ele encharca. Quando você montar a sua cenourinha, ou até mesmo quando é na coxinha, essa água tende a sair do morango. E aí ela vai para a massa, o que reduz, porque a água reduz a validade do seu produto. Então, sempre lava muito rapidinho o morango debaixo da água, seca, e aí não tem segredo. Coloca no meio da massinha, fecha e enrola no formato da cenoura. Olha só que dica legal. Outra coisa que nós já ensinamos aqui no Cozinha Fácil, tem um álcool específico de confeitaria. Sim, álcool de cereais. Isso aí, dá para você fazer essa higienização também? Dá também. Porque daí você exclui a água, né? Sim, também. Dá para usar o álcool de cereais. Sensacional. Agora você aí de casa vai conferir o modo de preparo. Misture o creme de leite e o leite condensado até ficar homogêneo. Adicione a glucose e leve ao micro-ondas. Você vai levar três vezes pelo tempo de dois minutos na potência normal, sempre mexendo entre os intervalos. O brigadeiro vai ficar com aparência de talhado. A gordura vai separar do creme, mas basta mexer firmemente até agregar e homogeneizar. Deixe descansar cobrindo-o com um plástico filme em contato. Aí vai descansar por 3 horas no mínimo. E para a montagem é muito simples. Você vai misturar o leite em pó com o corante até chegar no tom da cenoura. Aí é só peneirar essa mistura. Com as mãos untadas, faça uma bola e abra espalmando. Adicione o morango no meio. E deixe o talo da folhinha verde do lado de fora. Enrole como se fosse uma cenoura e vá alongando no formato do legume. Depois passe na mistura do leite em pó com o corante laranja. Finalizando, colocando em uma forminha de mini cupcake Outra opção é rechear com palito de Kit Kat E aí é só servir A Adriana falou que era fácil e a gente mostrou que realmente a receita era muito fácil, né? Sim, muito fácil. Bom, e aí eu quero saber o seguinte, fácil a gente já mostrou, mas eu quero saber se é gostosa, né? Aí agora só provando. Chegou esse momento do programa, Adriana, que é o momento mais difícil, né, que eu nem gosto, que eu sou obrigado. Sofre, né? Sofre. Bom, nós aqui, a gente cumpriu os protocolos de higienização, de segurança, distanciamento, uso de álcool em gel, máscara. Só que neste momento eu vou tirar a máscara porque não dá para experimentar, né? Para experimentar, degustar com a máscara, né? Claro. Vou colocá-la aqui do lado. Vou pegar, acho que vou pegar a menorzinha, né? Isso. Para não fazer feio. E aí está liberado engordar agora, né? Está liberado. Páscoa, né? Pede, pode um doce, né? Mas assim, se não for Páscoa, né, tirando a Páscoa, dá pra fazer em outros momentos pra agradar a família, não dá? Sim, claro. Se não quiser fazer na temática da Páscoa, você pode fazer durante o ano todo no formato de coxinha. Basta só retirar o pó corante, passa ela no leite em pó, ou você também pode fazer com o brigadeiro e passar no granulado. A combinação de brigadeiro e morango sempre dá certo Nossa senhora Bom, eu vou fazer o seguinte Eu vou pedir pra Adriana passar agora as redes sociais, telefone Os contatos dela, porque tem que experimentar mais ainda pra dar o veredito Você tem que chegar no morango Tem que chegar no morango Bom, eu sou Adriana, da Vó Gê Doceria Eu e junto com a Vó Gê, que é minha mãe Tocamos essa confeitaria artesanal, estamos disponíveis no iFood para delivery, agora nesse momento não estamos abertos para consumo, até devido a situação que estamos passando de pandemia, mas você pode procurar por Voz de Doceria no iFood. nossas redes sociais, tanto no Instagram quanto no Facebook, são arroba vó, underline g, underline doceria deu tempo de chegar no morango deu tempo, só que eu acho que vai ter que ser o seguinte eu acho que eu não consegui assim, tô em dúvida acho que tem mais duas aqui eu vou ter que experimentar essas duas pra ver se tá com o mesmo sabor acho importante brincadeiras à parte, tá delicioso Essa combinação desse brigadeiro com o leite que a gente colocou, o leite em pó que a gente colocou aqui, gente, tem que fazer. Tem que fazer. Não é difícil e fica muito gostoso. Não é caro, né? Não, não. São poucos ingredientes e esses ingredientes não estão caros. Bom, rapidinho, que a nossa produção já tá falando que a gente tá estourando o tempo. Dá pra fazer pra vender também, não dá? Tá, você pode fazer tanto nesse tamanho como em porções menores, colocar mais em cada caixinha e ainda consegue fazer dinheiro agora pra Páscoa. Tá vendo, gente? Bom, muito obrigada pela participação. Adriana, ela volta no próximo programa porque tem mais doce pra ensinar, né? Não vamos dar spoiler, não. Tem que acompanhar aí o Cozinha Fácil. Então a gente fica por aqui. Até mais. Muito obrigada. Até mais. Tchau, tchau. E para rever esta receita, Agora é só você acessar o YouTube da TV Câmara Campinas, que você confere o passo a passo. Bom, esta cenoura de brigadeiro deu certo, deve ter ficado uma delícia. Agora tem muitas pessoas que se arriscam na cozinha e não dá nada certo. E aí o que acontece? Vai parar lá no Chefs na Quarentena no Instagram e a gente reproduz aqui no Câmara Total. Então confira os chefes nesta quarentena. MÚSICA Estou em posição. Estamos em posição. Quanto tempo temos? Vocês têm cinco segundos. Então é agora. Central, quanto tempo ele pegou? Quatro segundos. Viu? Ninguém mandou correr em camada lenta. Missão dada? Missão cumprida Poderosa e empresária Você, nessa data querida Muitas felicidades, muitos anos de vida Que Jesus te abençoe, é a nossa oração Que te desço, que te desço, que te desço A graça é sua projeção Ah, tem que ter uma certa experiência, né, pra você fazer fritura. E quem nunca, né, derrubou um alimento, contou até cinco, pegou e colocou rapidinho, né? Garanto que todo mundo. Muito bacana a criatividade dos chefes nesta quarentena. A você aí de casa, quero agradecer a sua companhia e a sua audiência desde as 10 horas da manhã com a reunião da Comissão de Estudos, depois o nosso Câmara Total. Continuem na nossa programação, ótimo fim de semana e nos vemos na segunda-feira às 11 horas da manhã. Até lá, tchau, tchau. Legenda Adriana Zanotto
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