A paralisação temporária do Centro de Saúde São José, motivada por um assalto, gerou repercussão na Câmara de Campinas. Um requerimento protocolado pela vereança da oposição cobra da prefeitura informações detalhadas sobre o caso, a existência de plano de segurança patrimonial para a unidade e o atual estado da estrutura física. A parlamentar autora apontou que o caso se soma a um cenário mais amplo de violência contra profissionais da saúde, falta de insumos básicos e desgaste na relação entre equipes e a população atendida. A discussão também trouxe à tona o debate sobre a terceirização da gestão da saúde em Campinas e os impactos percebidos pelos servidores que atuam na ponta. Embora o atendimento presencial tenha sido normalizado após o incidente, com reorganização temporária em outros pontos da rede, a preocupação central agora é com a sustentabilidade do serviço e a manutenção dos centros de saúde como referência para o sistema público da cidade.
No Centro de Saúde São José, um assalto interrompeu temporariamente os atendimentos, reorganizados em outros pontos da rede municipal. A vereadora Mariana Conti protocolou requerimento cobrando da Prefeitura o plano de segurança patrimonial da unidade e as medidas de segurança predial adotadas. A parlamentar aponta precarização crescente dos centros de saúde após a terceirização da gestão, com falta de insumos básicos, desgaste na relação com a população e aumento da violência contra os profissionais.
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