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19 views Publicado 14/08/2026 HD · 50:49
Resumo editorial

Telejornal com cobertura de exposição que comemora 25 anos do Coletivo SHN no Instituto Pavão Cultural. Apresenta agenda cultural do fim de semana em Campinas, incluindo festival de preto, shows e apresentações musicais. Inclui previsão do tempo para sábado e domingo.

Citados nesta edição
Bairros mencionados

Descrição do vídeo

Nos anos 90, em Americana, nasceu o coletivo de arte urbana SHN, hoje reconhecido por serigrafias, lambe-lambes e gravuras espalhadas por várias cidades e países. Para marcar os 25 anos do grupo, o Instituto Pavão Cultural, em Barão Geraldo, abriu uma mostra com parte desse acervo, e a coordenadora Teresa Mas detalha o trabalho dos fundadores Aroldo Paranhos, Eduardo Sareta e Daniel Cucat. Na edição de sexta-feira, 14 de agosto, também: os 30 anos da urna eletrônica, audiência pública da Comissão de Legalidade sobre a lei de parcelamento, ocupação e uso do solo, e a agenda cultural do fim de semana em Campinas.

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Coletivo SHN celebra 25 anos de existência com uma exposição gráfica no Instituto Pavon Cultural em Campinas. 30 anos de urna eletrônica da cédula de papel ao voto digital que modernizou as eleições. Comissão de legalidade da Câmara discute em audiência pública alterações na lei de parcelamento, ocupação e uso do solo. A sexta-feira finalmente chegou e com ela a agenda cultural para você conferir as principais opções para curtir a cena cultural de Campinas e região. Fica aí porque eu fiquei sabendo que ela está recheada de eventos. Olá, boa tarde. Sexta-feira, 14 de agosto de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 7 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto, é só digitar aí 97829377, que já aparece uma mensagem na sua tela aí para você mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. Qcode aparece na sua tela com a câmera do seu celular. Você também tem acesso ao WhatsApp e a gente conversa ao vivo nesta sexta-feira. Bom, olha só, o Coletivo de Arte Urbana SHN comemora 25 anos de existência com uma exposição inédita lá no Instituto Pavão Cultural em Barão, Geraldo. Então vamos para lá onde a repórter Camila Borges tem as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Cames. Oi, Gabriel, boa tarde para você e para todos que acompanham a gente no Câmara Notícia. É isso mesmo. O coletivo SHN é conhecido pela produção de serigrafias, pôsteres, lambilambes, gravuras, entre outras expressões artísticas. E em comemoração aos 25 anos de existência, como você falou, eles lançaram essa mostra que já está aberta ao público. E para passar mais detalhes e informações sobre como o público pode visitar e prestigiar esses artistas, já está aqui ao meu lado a Teresa Mas, que é coordenadora do Instituto Pavão Cultural. Teresa, muito obrigada por nos atender. Obrigada. Para começar, eu queria que você falasse o que que o público vai encontrar aqui nessa amostra. Olha aqui nessa amostra que tá celebrando os 25 anos do coletivo, eles estão expondo uma série de gravuras em serigrafia, alguns pôsters e a gente tem também uma maquininha de stickers, né, que são que é um um recorte do acervo que eles ah produziram durante esse tempo todo. Esse HN é um coletivo que nasceu em Americana nos anos 90 e sempre trabalhou com essa coisa da arte urbana, procurando um traço de uma que remetesse quase que a um a um pictograma, a um ícone, né? Então, a o motivo que eles trabalham são sempre desenhos muito simples, mas que até por essa simplicidade eles se tornam universais. Tanto é que assim, eles saíram de Americana, eles tiveram um tempo em São Paulo e eles acabaram fazendo trabalhos em vários outros países também, porque tem isso, é um desenho que é muito iconográfico, então ele não tem barreira de linguística, né? Todo mundo entende, né? trabalho com cores fortes, com esse traço preto. Eh, eles foram eh criando uma identidade que quem já conhece, olha em algum lugar da cidade, fala: "Eu acho que eu já conheço, acho que eu já vi isso em algum lugar", né? Tem várias obras que são foram muito, muito eh divulgadas, né? Então, e mesmo para quem não conhece, às vezes você vê uma obra diferente, mas pelo traço você fala: "Nossa, isso tem cara de SHN". E quem são os artistas responsáveis? Olha, o SHN foi formado por um grupo de de jovens no na nos anos 90 lá em Americana. Tinha o Aroldo Paranhos, o Eduardo Sareta e o Daniel Cucat. E foram se juntando outras pessoas ao longo do tempo para formar esse coletivo. Trabalharam com pessoal de música, com DJs, VJS, né? Eles viveram bastante aquela efervescência dos anos 90, né? E depois a a eles foram para São Paulo uma época e hoje quem tá como eles eles na verdade eles terminaram o o coletivo, né, no final do do ano passado. Então mais um motivo para essas essa amostra ser visitada, porque as obras que t que elas estão virando quase que uma coisa, uma raridade, né? Porque elas não vão ser refeitas. E e hoje quem trabalhou nessa montagem com a gente foi o Aroldo Paranhos, o Marcelo Fazola e o Daniel Cucat. Foram eles que montaram e eles estão a eles têm hoje uma que eles chamam a base obrigado vida, que é um atelier enorme lá em Americana, onde eles têm também uma loja, eles recebem, é um centrinho cultural, eles recebem música, eles recebem, enfim, várias coisas, atividades culturais lá da de Americana. E para complementar, contar essa história do do grupo, tem também documentário, livro que vai estar disponível aqui nessa mostra. Isso. A gente hoje na abertura a gente vai passar uns alguns clipes que eles montaram ah, de várias obras que eles fizeram, né? videozinhos curtinhos que a gente vai estar passando aqui, mas que estão disponíveis no YouTube deles para quem tiver a curiosidade. E vai tá passando na nossa TV o documentário que é mais longo. O documentário tem uma hora mais ou menos de de tempo e que conta toda a trajetória, todos os trabalhos que eles fizeram no Brasil, no exterior. Então assim, também tá no YouTube para quem tiver interesse em ver com calma. É bem bem bem interessante. E as obras, como você falou, é são únicas, né? Porque, como explicou, o coletivo não vai voltar mais, eles já são, já se separaram. Então é oportunidade para quem tem interesse em adquirir uma obra como essa, visitar aqui à exposição. Isso. A séigrafia é uma técnica de gravura. Normalmente são feitas várias cópias do mesmo desenho. Então as cópias que estão aqui, elas são numeradas, são assinadas pelo coletivo, mas elas são únicas, não vão ser refeitas. A tela de Silk Screen, que é a matriz que faz isso, já não existe mais e não vai mais ser feita. Então assim, tem tipo um de cada, às vezes tem dois de cada, né, para quem interessar, elas estão à venda. a gente pode chegando aqui é conversar com o pessoal da nossa equipe e o livro também vai tá à venda. E acho que é isso. E também eh o como a gente tava conversando aqui antes, né? Eh o coletivo tem uma relação com o Instituto Pavão também. Vocês têm uma relação de parceria antiga, é isso? Sim, a gente tem uma parceria antiga mesmo, né? Ah, um dos meninos que é o Aroldo Paranhess, que arquiteto, ele foi aluno do Mário na em na Unimepárbara nos anos 90. Então, se conhecem desde lá. Quando a gente montou o pavão cultural, a gente queria fazer uma fachada impactante. Então, a gente chamouos, eles fizeram a primeira fachada daqui que era um lamb lamb, eles criaram a marca do pavão, que ele tá ali, eles criaram a marca e fizeram a fachada de lamblambar pouco, mas ela foi durando, durou 7 anos, ela já tava muito descascada, muito detonada, então a gente precisava refazer essa fachada. a gente chamouos e aí essa essa a reformulação da fachada deu gancho para fazer essa exposição que ele já tava com esse acervo pronto. Falou: "Então vamos fazer as duas coisas juntas, né? A gente refaz a fachada e a gente faz esse essa celebração dessa parceria que a gente teve com eles. E até quando a exposição fica aqui no Instituto Pavão? Ela fica até 20 de setembro. Tem horário para visitação? É gratuita? Tem, é gratuito. A gente abre de quarta a sábado, das 3 da tarde às 19 horas. Para visitar é necessário fazer algum agendamento ou é só público ouvir? Não, é só chegar nesse horário de quarta a sábado, das 3 às 7 a gente vai estar aqui. Então fica o convite pro público vir prestigiar esses artistas. Sim, venham todos porque é bem bacana e você sai com uma lembrancinha de uma arte que pode ter passeado pelo mundo inteiro. Muito obrigada, Teresa. Obrigada a você, Gabriel. Então, para reforçar aqui as informações, horários, endereços, eh fica o convite paraa exposição SHN 25 anos, que pode ser visitada até o dia 20 de setembro. A visitação, ela acontece de quarta a sábado, das 3 horas da tarde às 7 horas da noite. A entrada é totalmente gratuita. O Instituto Pavão Cultural fica na rua Maria Teresa Dias da Silva, número 708, no Barão Geraldo, em Campinas. Volto com você aí do estúdio, tá certo? Muito obrigado, Camila Borges e também a Teresa M, que é a gestora do Instituto Pavão Cultural, por todas essas informações. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole de Campinas, agora falando sobre emprego. É sempre bom, né? Atenção, hein, você que tá desempregado, disponível para o mercado de trabalho. A semana está se encerrando, mas ainda dá tempo, viu? Porque no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas, nesta sexta-feira, neste momento, 471 oportunidades de emprego, vagas que estão disponíveis e que você confere algumas delas a partir de agora. A vagas para ajudante de Açog. Ajudante de eletricista, alinhador de pneus, analista de controle de qualidade, atendente balconista, auxiliar de instalador de águas, esgoto e gás, auxiliar de linha de produção, carpinteiro, chefe executivo de cozinha, controlador de acesso, comim, jardineiro, lavador de pratos, Lubrificador de automóveis, monitor interno de alarmes, separador de material reciclável, sorveteiro e trabalhador na fabricação de artefatos de cimento. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site cepate.campinas.sp.gov.br. br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio através do site cidadãutil.campinas.sp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campos Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 730 da manhã, às 4:30 da tarde. A unidade Douro Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. O sistema eleitoral brasileiro atinge uma marca histórica. A UNA eletrônica completa 30 anos de existência, consolidada como o pilar da democracia no país. Confira na reportagem como o equipamento evoluiu e eliminou todas as fraudes. Um dos instrumentos mais importantes das eleições, a urna eletrônica completa 30 anos. Quem vota hoje com poucos cliques nem sempre se lembra do passado. Até meados dos anos 90, a democracia brasileira dependia de toneladas de papel. O processo era lento, a apuração demorava dias e as fraudes representavam uma ameaça para o eleitor. 30 anos de eletrônica, assim, as pessoas não têm muitas vezes dimensão, né, primeiro as gerações mais novas do que significa isso, né? Eh, historicamente no Brasil você tinha processos eleitorais eh não só em papel, mas em atas eleitorais e eram processos absolutamente fraudulentos, né? E depois evoluiu pro sistema de urnas com a votação em papel ainda. Ah, mas sempre a cada eleições era sempre um o processo de apuração nunca era tão tranquilo quanto as pessoas imaginam. você tinha uma disputa muitas vezes voto a voto nas sessões eh para validar o o voto em papel inclusive que era inclus que é da onde veio a ideia do voto nulo, né, do voto que você vai anular, porque é o voto que vai ser que era invalidado no momento da apuração por qualquer motivo, por ter uma rasura, por ter alguma coisa escrita, né? Então assim, as pessoas têm hoje em dia um uma parte da população com uma discussão sobre o voto em papel, né, e que apaga os problemas que existiam nos processos anteriores em papel, né? E a UNrônica, quando ela surge, o seu processo de implantação, que na verdade foi bastante gradual, né, começou em alguns locais e depois foi se expandindo, ela surgiu com uma tentativa justamente de superar os problemas que a votação em papel tinha, né? e ela foi criada para resolver problemas que que existiam e que causavam sim bastante e lentidão na apuração, né, e que e frequentemente também alguns questionamentos, né, do dos próprios processos. Ao longo dessa trajetória, esse cenário foi ganhando um novo olhar com a criação de um aparelho mecanizado para coletar votos. Já desde 1932 se falava numa máquina de votação, mas isso só acabou surgindo 60 anos depois, né, com a urna. Em 96 foi uma eleição muito emblemática por ser a primeira que ela foi utilizada. Foi uma eleição municipal, né, onde 32% do eleitorado votou pela primeira vez com a urna eletrônica. Eh, basicamente o estado do Rio de Janeiro inteiro e algumas capitais votaram. foi um sucesso. Eh, isso gerou uma necessidade de inovação ainda maior para as eleições de 98 presidenciais, na qual aí sim mais de 60% do eleitorado votou por urna eletrônica. Já eh 100% ficou reservado para as eleições municipais também de 2000. a partir do ano 2000, aí sim todo o eleitorado brasileiro vota com a urna eletrônica, apesar de aparecer eh em algumas eleições ainda, como por exemplo, a presidencial de 2002, ainda eh resquícios do voto impresso. Eh a partir de 2000 a gente se fala que o Brasil vota 100% com a urna eletrônica. Então nós temos aí eh completando 30 anos dessa inovação que hoje a gente consegue falar que é 100% brasileira, né? Pertencente ao Tribunal Superior Eleitoral. Três décadas se passaram e o equipamento que o eleitor encontra na cabine de votação mudou muito por dentro. Foram 14 modelos. O processamento ficou 18 vezes mais rápido se comparado à versões anteriores. Novos recursos de acessibilidade também foram integrados, mantendo sempre o teclado numérico, simples e intuitivo. O maior pleito informatizado do mundo foi o das eleições de 2024. A votação mobilizou mais de 155 milhões de eleitores, 571 urnas e cerca de 2 milhões de mesários em todo o país. E para dar clareza e transparência a todo esse processo, é aqui que entra o papel fundamental da Ordem dos Advogados do Brasil, trabalhando em conjunto com o Ministério Público. Essas instituições atuam como fiscais oficiais da democracia. Elas acompanham tudo de perto, desde a análise dos códigos de programação da urna meses antes do pleito, até o dia da votação, auditando cada um dos testes de segurança. As urnas eletrônicas, elas surgiram não só para trazer agilidade na na apuração dos votos, mas também para trazer mais confiabilidade na apuração dos votos, né? Eh, então ela tem esse duplo, essa dupla importância de confiabilidade e agilidade. As urnas eletrônicas elas vieram eh de maneira eh a trazer modernidade, né, para pro período eleitoral, para trazer confiança ao eleitor, por mais que nos últimos tempos tenha se tentado jogar sobre as ornas eletrônicas algum tipo de de discussão sobre a sua segurança, sobre a sua inviabilidade ou não. É, a OAB tem a oportunidade de participar, não apenas a OAB, mas Ministério Público e outras entidades de uma solenidade que a justiça eleitoral faz em todo o ano eleitoral, que demonstra as urnas, o funcionamento delas, o sistema, demonstra o quanto elas são seguras, enfim, as urnas eletrônicas, elas são realmente no nosso país um exemplo de modernidade e praticidade. Quando chega o o um período eleitoral, a justiça eleitoral ela tira as urnas do do seu estoque ali do do seu armazém, ela faz essa solenidade que eu tô te dizendo e as urnas então começam a ser preparadas para isso. Ou seja, elas começam a receber o sistema das eleições do ano corrente. É, a partir desse momento, as urnas ficam guardadas, elas ficam sob cuidado e depois da da apuração, depois da votação, elas são levadas à apuração e nesse momento não só a OAB, o Ministério Público, mas também os partidos podem acompanhar todo essa esse processo, o trajeto das urnas, a abertura das urnas, enfim, é um é um é um sistema muito democrático e muito aberto da justiça eleitoral, de modo a não permitir qualquer qualquer dúvida a respeito da sua segurança. A OAB ela é ela é muito atuante, né, no estado de São Paulo, eu posso falar pelo estado de São Paulo, mas no Brasil todo. A OAB participa sempre de tudo isso, não só do do período eleitoral, mas das correições parciais. Eh, eu sempre recebo pedidos da OAB para estar em contato com a justiça eleitoral, acompanhar o trabalho de de certa maneira fiscalizar o trabalho para que a democracia realmente aconteça. Eu acho que a democracia ela e se fortalece. nesses 30 anos pós-urna e esperamos que esse processo de fortalecimento democrático só cresça nos próximos anos. Meio-dia mais 25 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque em audiência pública a comissão de legalidade discute alterações no projeto de lei que vai permitir a construção acima do coeficiente de aproveitamento básico de um imóvel mediante o pagamento de uma contrapartida financeira ao município. A Comissão de Constituição e Legalidade da Câmara, presidida pelo vereador Otto Alejandro, realizou a 26ª Audiência Pública para discutir alterações na lei de parcelamento, uso e ocupação do solo. O momento foi de tirar dúvidas e dar sugestões à proposta que vai permitir a construção acima do coeficiente de aproveitamento básico de um imóvel, mediante o pagamento de uma contrapartida. financeiro ao município. As secretarias de urbanismo e de planejamento e também a empresa que realizou o estudo para a confecção do projeto detalharam a proposta readequar o fator de planejamento a essa necessidade de eh absorver maior capacidade eh de de adençamento efetivamente, né? trazer o o fator de planejamento como um refletor dessa intenção de desenvolvimento urbano para determinadas áreas em detrimento de outras, né? falando também dessa questão de eh infraestrutura, proximidade ao transporte público, principalmente e também reconhecendo que existem áreas do município de Campinas que já t uma capacidade de suporte do território eh maior ou então que em eh em áreas que a rede de infraestrutura ela tá ociosa e pode recepcionar um contingente populacional maior. Vereadores e a população participaram com questionamentos sobre o projeto de autoria do executivo. A gente ouve muito, principalmente quem quer investir, empreender em Campinas, que Campinas é diferente, né? Tem outros lugares que é mais é mais eh assim atraente, atrativo, oferece condições melhores. Se as regras colocadas seguem assim um padrão, né? ainda que a gente possa ajustar as nossas realidade e as nossas necessidades. Eh, um outro ponto, eh, no artigo 182, no parágrafo primeiro, tá previsto lá a possibilidade de devolução do pagamento da outorga, no caso do alvará de execução ser cancelado. Ao invés da gente fazer isso, por que que a gente não coloca dizendo assim: "Você vai pagar outra quando tiver o alvará de execução, se possível que as secretarias trabalhassem no sentido de ao menos equivaler a vila industrial do centro com relação ao potencial construtivo para estimular o restauro das casas do bairro Vila Industrial, que é um bairro um dos mais o mais antigo bairro proletariado mais simples da cidade de Campinas. Campinas se formou a partir da estação ferroviária, de um lado, o centro, do outro, a vila industrial e eu acho que seria uma maneira de fazer justiça e estimular o desenvolvimento daquele local, a já visto o trem intercidades que está chegando. Então é é um momento, acho que adequado para nós fazermos uma política pública de estímulo ao restauro dos bens tombados. Queria ter acesso a esse estudo, né, que a que a empresa realizou. Acho que é muito importante que a gente possa compreender todos os detalhes. Eu penso que a preocupação que o vereador Nick expressa e o vereador o presidente Rossini também colocou é sobre os impactos disso no curto, médio, longo prazo, né? E que na letra fria da lei a gente fica um pouco sem essa noção sobre se há estudos, né? quais estudos foram realizados para que a gente possa compreender eh a legislação atual mantida como está, qual que é a qual seria os qual seria o andamento disso na cidade e a mudança da legislação, como tá proposta aqui. Qual seria também os impactos disso? sobre a questão do momento do pagamento da outorga, presidente, eh, já é feito até o alvará de execução, então isso já tá previsto na lei. Tem essa questão da desistência, mas ele já está previsto que o pagamento pode ser feito até o momento do avará de execução. Então, isso já foi contemplado. Eh, a questão do potencial construtivos de bens tombados eh não contempla na lei. A gente pode fazer um estudo em relação a isso. Só lembrando, né, que o potencial construtivo ele é um valor que é destinado ao dono do imóvel tombado. Então, eh, caso a a gente opte por isso, esse valor não estaria sendo depositado no Fundo Municipal de Desenvolvimento Urbano. Seria uma relação entre o detentor da do potencial e e quem está comprando. E aí não seria depositado e não teria essa esse valor disponível para fazer as obras. a questão do potencial construtivo da vila industrial, eh, o mapeamento desses imóveis e a o metro quadrado, vamos dizer assim, daquilo que tá tombado, requer que a Secretaria de Cultura faça uma reavaliação do potencial histórico irrelevante, porque hoje o mercado compra o potencial m² por met² e o município hoje não regula. Isso é uma é uma é uma situação comercial. Então, quando o investidor compra o potencial no vilo industrial e isso é 1 m qu, ele pode na zona derivada, que é onde é a zona que vai receber este aumento construído, porque ele comprou esse CPAC, é uma métrica por met quadrado. A presença de animais de grande porte soltos em vias públicas é uma situação que pode causar acidentes e colocar vidas em risco. Por isso aqui em Campinas, um requerimento apresentado na Câmara questiona a prefeitura sobre a fiscalização e as ações previstas para evitar que esses animais circulem livremente pelas ruas. Um requerimento apresentado na Câmara Municipal de Campinas pede informações à prefeitura sobre as medidas para prevenir e controlar a circulação de animais de grande porte em vias públicas. O objetivo é reduzir os riscos à população e aos próprios animais. A gente tem acompanhado, temos propriedade para falar isso, porque a gente aprofundou no caso, o que nós vemos que animais de grande porte tem crescido muito nas vias públicas, causando um transtorno, né, muito grande para o aquele que dirige, para o próprio pedestre. E o que nós precisamos saber do CCIMAS, quais serão as medidas que eles irão tomar, eh, mesmo porque a gente sabe que no momento ainda não existe uma política voltada da maneira como deveria. Além de pedir informações sobre as ações já realizadas pela prefeitura, o requerimento busca identificar as regiões com maior número de ocorrências. Aqui na Avenida Rui Rodrigues, na região do Ouro Verde, é um dos locais que mais registram a circulação de animais de grande porte. O parlamentar também quer saber se há previsão de reforçar a fiscalização dos proprietários, ampliar as campanhas de conscientização e implantar novas políticas públicas para enfrentar o problema. E nós sabemos que existe uma complexidade de casos, né, animais doentes, animais que que totalmente desgarrado. E a gente precisa saber quando será esse chamamento para que nós possamos ter uma guarda realmente de maneira efetiva na nossa cidade. Hora de homenagem no jornal Câmara Notícia, porque foi entregue o título de cidadão campineiro ao regente do couro da Arquidiocese de Campinas. Por iniciativa do vereador Felipe Marquezi, a Câmara Municipal de Campinas concedeu o título de cidadão campineiro ao maestro Cleiton Dias Júnior. Atualmente exerce a função de regente do couro da Arquidiocese de Campinas e de outros três grupos corais no município. Cleiton Júnior Dias é maestro, pesquisador, musicólogo e gregorianista natural de Monte Santo de Minas. Passou uma infância e adolescência em Itamugi, Minas Gerais. Graduou-se em filosofia em Guachupé, Minas Gerais, e concluiu o curso técnico em regência em Ribeirão Preto, São Paulo. Em 2024, mudou-se para Campinas para cursar o bacharelado em música com habilitação em voz na Universidade Estadual de Campinas, Unicamp, cidade onde construiu sua trajetória acadêmica e profissional. Na mesma universidade, concluiu o mestrado em música com pesquisa dedicada à música sacra na corte de Dom João VI, a partir do resgate da missa em Mi bemol, do padre José Maurício Nunes Garcia e o doutorado em música, investigando a história da música sacra em Campinas entre 1772 e 1870 e a contribuição da família Gomes. O maestro Cleiton é também professor na Universidade Estadual de Campinas, a Unicamp, uma das mais expressivas referências da música erudita e sacra no estado de São Paulo. atua como restaurador das partituras originais do maestro Carlos Gomes e da família, assegurando a preservação de obras de grande relevância histórica para Campinas, referência nacional e internacional da música lírica brasileira. Recebo o título de cidadão campineiro com profunda gratidão e com a consciência de que esta homenagem possui para mim um significado muito particular. Ao longo da minha vida acadêmica e profissional, dediquei-me ao estudo da memória. A memória preservada nos documentos, nos manuscritos, nas partituras, nas instituições e nas tradições que atravessam gerações. Esse trabalho me ensinou que nada daquilo que consideramos patrimônio permanece por acaso. Se uma obra chega até nós depois de séculos, se uma tradição permanece viva, se uma cidade conserva os testemunhos de sua história, é porque sucessivas gerações assumiram a responsabilidade de receber, preservar e transmitir aquilo que lhes foi confiado. A ostomia pode fazer parte da rotina de pessoas que passaram por cirurgias para tratar diferentes doenças e condições de saúde. Em Campinas, uma proposta está em análise aqui na Câmara e pretende dar mais visibilidade às necessidades deste público e garantir mecanismos que facilitem o acesso a direitos já previstos na legislação. Um projeto de lei apresentado na Câmara de Campinas propõe a criação da política municipal de dignidade da pessoa a iniciativa apresentada pelo vereador Paulo Hadad busca fortalecer os direitos e melhorar a qualidade de vida de quem passa por esse tipo de procedimento. O importante a gente contextualizar o que é uma pessoa omizada. A pessoa omizada é aquela que tem uma abertura, por exemplo, no seu e intestino para que ele elimine alguns resíduos. resíduos provenientes da digestão de alimentos. Então, a pessoa que tem um câncer, por exemplo, que tem que fazer uma derivação, uma abertura, né, no seu abdômen para eliminação de resíduos ou um quadro inflamatório importante, intenso, com algumas doenças intestinais inflamatórias, tem que fazer com deixar com que o intestino ele fique ali repousando para que posteriormente possa fazer essa religação. Ela tem que usar uma uma bolsinha para que os esses resíduos sejam coletados. Isso já causa, né, por si só um problema muitas vezes psicológicos, psicológico, enfim. Então, o que que a gente quer com esse projeto? Dá mais dignidade, dá a possibilidade das pessoas conhecerem um pouco qual é a realidade das pessoas otimizadas. Entre as medidas previstas está a criação da carteira de identificação da pessoa omomizada, já que essa é uma deficiência que nem sempre é visível. O documento poderá facilitar o acesso ao atendimento prioritário e evitar situações de constrangimento. E a gente propõe, né, que elas tenham uma carteira de identificação, porque as bolsas de eh colostomia elas não são aparentes, elas ficam embaixo da roupa. Então, para que as pessoas não tenham nenhum tipo de constrangimento para se dirigir num comércio e pegar uma fila prioritária e poder apresentar sua carteira de identidade ou identificação de prioritário. Nós temos um exemplo que eu acho que é bem eh oportuno, doadores de medula ossa, né, que estão eh inscritos no redome. Muitas vezes são jovens. Como é que um jovem está numa fila de prioritário? Então existe todo um questionamento. E ele apresentando a sua carteirinha de prioritário, porque ele é um doador de medula, a gente tem similaridade com a pessoa ostomizada. Então acho que isso dá mais dignidade e dá oportunidade da pessoa pur e simplesmente com a apresentação do documento, ela é não sofrer todo esse constrangimento. Hoje é às 7:30 da noite. A Ponte Preta recebe no Moisés Lucarelli o Náutico, macaca na lanterna. Apenas nove pontos em 21 rodadas. E a equipe pernambucana tá na 10ª colocação com 26. E bom, falar de Ponte Preta é falar de problemas, né? Em relação à última rodada, quando a equipe foi derrotada pelo Ceará por 2 a 0, o técnico Márcios Anard não pode contar com quatro atletas. Então, o lateral direito Júlio foi expulso. O zagueiro Lucas Cunha está suspenso pelo terceiro cartão amarelo. O lateral esquerdo Kevon com uma lesão no joelho, não atua mais com a camisa da ponte. E o outro lateral esquerdo, Diego Porfiro, também está entregue ao departamento médico. Então, uma provável Ponte Preta, porque o técnico Ponte Pretano também tá quebrando a cabeça. Tem o Vinícius no gol, três zagueiros com o Sérgio Palácios, Gustavo Almeida, jovem da categoria de base e o Diego Leão. Meio-campo de André Lima, Léo Gomes, Elvis e Mateus Souza. na frente, Daniel Baianinho, David da Hora e Brandão. Essa é a Ponte Preta. E claro que na segunda-feira a gente conta a história desta partida entre Ponte Náutico, Ponte que não vence a 15 jogos consecutivos. O recorde negativo é do ABC. A ponte tenta interromper então esta sequência negativa. Bom, e além de futebol, o fim de semana reserva, muitas atrações para você que gosta de shows, de teatro, tem estreias no cinema e muito mais que a gente acompanha a partir de agora, ó, na nossa agenda cultural. Se e claro que eu não poderia deixar de passar por aqui para te dar as principais dicas para curtir a cena cultural de Campinas e região. Fica aí porque eu fiquei sabendo que a agenda está recheada, tem cinema, shows, teatro, exposições e eventos gratuitos. Mas você confere tudo a partir de agora com a Agenda Cultural. E a gente começa com as estreias das telas. E para quem gosta de cinema, quatro novos filmes chegam às telonas nesta semana com opções para diferentes públicos e estilos. Entre os destaques está a morte de Robin Hood, uma nova visão sobre um dos personagens mais conhecidos da cultura popular. Na história, Robin Hood sobrevive por pouco aquela que acreditava ser sua última batalha. Gravemente ferido, ele é encontrado por uma mulher misteriosa que passa a cuidar dele. Enquanto se recupera, o personagem precisa enfrentar a cicatrizes e os erros de uma vida marcada pelo crime. Eu vou te manter segura. Vou te manter segura. Outra novidade é Coleas e o herdeiro que mistura aventura, comédia e uma boa dose de confusão. A trama acompanha quatro amigos que embarcam escondidos em um avião cargueiro a convite Stalone, que acredita ter herdado um hotel em deoleste. O que parecia ser uma viagem divertida, logo se transforma em uma grande aventura com disputa por herança, um jovem e uma família de perigosos bandidos no caminho. Vamos plantar stone, colegas e o herdeiro. E para quem prefere suspense e ficção, o fim da rua leva o público a uma situação inusitada. Um misterioso evento cósmico arranca a rua Oak de um subúrbio e transporta todo o bairro para um local desconhecido. A partir daí, a família Plet precisa descobrir como sobreviver em um ambiente completamente diferente enquanto lida com desconhecido. E tem opção para criançada também. Em Patrulha Canina, uma aventura Dino. A equipe mais famosa de filhotes parte para uma ilha misteriosa onde encontra Hex, um filhote perdido. A aventura fica ainda maior quando uma atividade de mineração provoca a erupção de um vulcão. Agora, a patrulha precisa colocar em prática todas as suas habilidades para proteger os moradores e salvar a ilha. Cuidado. Vamos, filhotes. A gente tem uma ilha para salvar. E a programação musical de Campinas está cheia de rock. Nesta sexta-feira, às 7 da noite, o Santo Rock Bar Campinas recebe o cantor Paulo Ricardo. Conhecido por uma trajetória que marca a história do rock nacional, o artista promete uma apresentação com grandes sucessos da carreira. O show será nesta sexta-feira às 7 horas da noite no Santo Rock Bar Campinas. Você eu deixo apenas 43 de já saindo indo embora. Também nesta sexta-feira quem sobe ao palco é o Barão Vermelho. A banda se apresenta às 9 da noite no Royal PH em Campinas. O grupo, um dos grandes nomes do rock brasileiro, leva ao público canções que atravessaram gerações e marcaram a história da música nacional. Vendemos saúde. E para quem prefere a música lírica, tem recital gratuito nesta sexta-feira, às 8 da noite, a Casa de Itália, no Cambuí, recebe o recital A média voz, apresentado pela Bal Campinas, a Associação Brasileira Carlos Gomes de Artistas Líricos. A apresentação faz parte do projeto Encontros Musicais. formação de público para música lírica, a democratização da cultura lírica e também integra a temporada 2026 da Bal Campinas. O evento tem entrada gratuita e classificação livre no teatro. Nesta sexta-feira às 9 da manhã e às 2 da tarde, o Cepron, Centro de Promoção para um mundo melhor, recebe o espetáculo infantil O recado da mãe natureza. A montagem da arte e manhas usa uma linguagem lúdica para falar sobre preservação ambiental, reciclagem e sustentabilidade, mostrando as crianças como pequenas atitudes podem contribuir para um futuro melhor. No sábado e no domingo, às 7 da noite, o Centro de Convivência Cultural de Campinas recebe as apresentações de Ópera do Malandro. A montagem leva ao palco uma obra marcada pela mistura de teatro e música, com personagens, conflitos e situações que exploram diferentes aspectos da sociedade. As apresentações acontecem durante o fim de semana e são uma opção para quem gosta de espetáculos musicais e de grandes montagens teatrais. E nesta sexta-feira, às 8 horas da noite, o Teatro Municipal José de Castro Mes apresenta o musical Forever Young. No elenco estão Carmodala Vequia, Vanessa Gerbelli, Janaína Bian e Guilherme Useda, além do maestro Miguel Briamonte. A história acompanha artistas idosos que vivem em um retiro e mistura humor, memórias e canções conhecidas de diferentes gerações. Para quem gosta de artes visuais, o Instituto Pavão Cultural em Barão Geraldo recebe a exposição SHN 25 anos. Amostra celebra a trajetória do coletivo de arte urbana SHN e pode ser visitada de quarta a sábado, das 3 da tarde às 7 da noite até setembro com entrada gratuita. Na biblioteca de obras raras Fausto Castilho, também é possível conferir amostra estado de edição, que reúne estudos, documentos, fotografias, publicações e outros registros relacionados ao processo de criação das obras do artista. Então, o lançamento lá pros homenageados na Rosa de Prata já aconteceu. Agora é um lançamento público, tá? Para as pessoas que quiserem adquirir o livro, ã, conhecer melhor as pessoas, os criadores, ã, e a importância aí da participação, né, dos idosos como guardiões aí da tradição do carnaval. Agora, possivelmente o carnaval tá voltando em fevereiro aí os desfiles para Campinas, então vem no momento muito adequado. E aqui também, como eu sou educadora, os aspectos educativos que acontecem no na nos preparativos para pros desfiles que podem contribuir muito aí com a nossa educação formal. Então espero vocês aí sexta-feira lá na Biblioteca Municipal de Campinas. Um abraço. E no Sesi Campinas a Moreiras, a programação tem teatro para diferentes idades. Neste sábado, às 9 da manhã, o Mesanina do Teatro do Sesi recebe a vivência Teatro como carruagem. A atividade propõe um olhar diferente para o processo de formação de atores e atrizes, utilizando exercícios teatrais como ferramentas de autoconhecimento. A proposta é que os participantes identifiquem suas potencialidades e reconheçam o teatro como um veículo para refletir sobre a sua própria trajetória. E tem espetáculo para toda a família no SESI Campinas Amoreiras. O pequenino grão de areia apresenta um universo formado por diferentes grãos de areia, cada um com sua própria personalidade. Entre eles está um grão sonhador que se apaixona por uma estrela e decide seguir esse desejo mesmo quando todos ao redor dizem que esse amor é impossível. A história aborda temas como diversidade, sonhos, expectativas e os limites impostos pelas outras pessoas. A apresentação será nesta sexta-feira às 3 da tarde e no sábado e domingo às 4 da tarde. No Sesc Campinas, a programação desta semana traz uma história inspirada na tradição iorubá. Nesta sexta-feira às 8 da noite, o Teatro do Sesc recebe o espetáculo Odos com Carol Novaris, Fernando Fubá, Gace Severo e Nil Sena. Inspirada no livro Os Príncipes do Destino de Reginaldo Prand, a dramaturgia reúne mitos sobre a criação do mundo, a relação entre os seres humanos e a Terra. e a conexão com os orixás. A obra também reflete a visão cíclica da vida presente na tradição em Orubá. A sessão começa às 8 da noite no Teatro do Sesc Campinas. Os ingressos custam entre 15 e R$ 50 de acordo com a categoria e a classificação é livre. E no domingo às 4 da tarde o Teatro do Sesc Campinas recebe o barulho de todas as noites. Espetáculo da companhia Colhendo Contos e Diáspora Negra. A história se passa em uma comunidade na República Democrática do Congo. A família Kazonga Mugend vivia tranquilamente até que depois de um jantar, um barulho assustador vindo da cozinha muda completamente a rotina da casa. A peça tem classificação livre e ingressos entre 12 e R$ 40. A apresentação será no domingo às 4 da tarde no Teatro do Sesc Campinas. E Campinas também recebe a partir desta sexta-feira mais uma edição da festa do Japão. O evento será realizado na Praça Araltos da Paz, no Taquaral e reúne cultura, música, dança e gastronomia. Nesta sexta-feira, a programação começa às 6 da tarde e segue até às 10 da noite. No sábado, a festa acontece das 11 da manhã às 10 da noite e no domingo, das 11 da manhã às 10 da noite. Entre as atrações estão apresentações de Taicô e Bom Odor, shows musicais, oficinas culturais e diversas opções de comidas típicas. A entrada é gratuita com doação voluntária de 1 kg de alimento não perecível. Saudações. Eu sou Artur Amaralda Zumbido Cultural e venho convidá-los para Mostra Dias Campinas, o Festival de Jazz da Cidade, que esse ano chega a sua 12ª edição e acontece de 15 a 23 de agosto. Serão nove dias seguidos dedicados ao jazz com 39 atrações culturais, sendo 29 shows envolvendo 148 músicos, DJs, workshops, feira de discos, arte, moda, gastronomia, vinho, cerveja artesanal, espaço paraa criançada, muita coisa bacana reunida. Grande parte da programação é gratuita. Acesse mostrajazcampinas.br e viva o jazz. 15 e 16 de agosto tem festival Som de Preto aqui na Estação Cultura. Um final de semana incrível, porque como o próprio nome do festival já diz, a gente vai curtir o melhor da música preta no sábado, com muito hip hop, R&B, Afrobit, o melhor da música internacional e no domingo o nosso tão querido Pago Black envolvendo as brasilidades que nós tanto amamos, como samba rock, o funk e, óbvio, uma bela roda de samba pra gente curtir. O festival garante que ninguém vai ficar parado, então vem para dançar e curtir muito. A retirada dos ingressos é totalmente gratuita. Você pode garantir seu ingresso através do link da nossa bio, mas pros dois dias a entrada é solidária. Então traga 1 kg de alimento não pressecível, tanto pro sábado quanto pro domingo. Prepara o seu melhor look, chama todos os seus amigos. É um rolê para curtir com a família. A classificação é livre e vem curtir esse final de semana maravilhoso no festival de preto. Fala galera de Campinas, dia 16 de agosto vamos estar aí com você pro nosso show fantasy. Então eu quero ver muita criatividade na sua fantasia e juntos nós somos do Rosa. No sábado às 9 da noite tem também o Starlight Concert Clássicos do rock. A proposta é transformar grandes canções do rock em uma experiência de música clássica com um quarteto formado por músicos e orquestras do estado de São Paulo em uma apresentação que combina música, luzes e uma atmosfera cênica. Após duas décadas de estrada, humor afiado e músicas que atravessaram gerações, a Pedra Letícia chega a 2026 vivendo um dos momentos mais simbólicos e potentes da trajetória. A banda se apresenta em Campinas neste domingo às 7 da noite no Teatro Oficina do Estudante Guatemi. Anotou tudo aí? Você viu que não tem desculpa para ficar em casa. Basta montar o seu melhor roteiro e se divertir. Eu vou ficando por aqui, mas agenda cultural volta semana que vem. Até mais. Fim de semana chegando. Para aproveitarmos aí todas as dicas da nossa agenda cultural, nós teremos sol tanto no sábado quanto no domingo. O vento não deixa a sensação térmica subir muito, então teremos aí dias agradáveis. A nebulosidade se faz presente, viu? Existe até uma pequena possibilidade de chuva para a tarde, mas se cair é de forma esparsa, né? e não generalizada por toda a cidade e também em pequena quantidade. Sobre as temperaturas, elas já estão aqui na minha tela. Então, olha só, amanhã no sabadão, dia 15 de agosto, mínima de 17 e a máxima de 31º. No domingo, uma condição muito parecida, de mínima de 18 e a máxima pode chegar aos 32º. Aqui na cidade de Campinas tem um verão no nosso inverno, né? temperaturas altas para esta época de agosto. Bom, o jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e o jornal Câmara Notícia retorna na segunda-feira ao meio-dia. Te espero até lá. Ciao
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