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Novembro teve uma programação intensa para Celebrar o mês da consciência negra nesta última semana ainda dá tempo de conferir algumas atividades como nos conta Alexandra Caprioli secretária de cultura do município uma das coisas que a gente vai ter no final de semana dia 26 e 27 a virada afro-cultural que na verdade ela é feita em parceria com a margem cultural e a secretaria de cultura e turismo onde muitos artistas participaram de chamamentos em várias áreas e a gente vai ter uma programação intensa na Estação Cultura nos dois dias no sábado e domingo e vale a pena porque a gente vai ter todas as manifestações artísticas todas ligadas com a cultura afro né a valorização então é muito importante porque foram artistas selecionados através de um edital pela margem cultural e com Nossa parceria uma ação realizada durante o mês de novembro foi dar notoriedade para um espaço muito especial que Celebra a memória afro-brasileira se trata do Instituto Cultural babatologia fundada em 1999 que tem um enorme acervo com mais de 10 mil peças entre esculturas máscaras quadros e adereços todas de vários países do continente africano porque eu acho que é um patrimônio que ele é ele foi na verdade coletado por muitos anos mas ele é para as pessoas estarem visitando conhecendo as escolas né Acho que tem todo um conteúdo aqui riquíssimo e que até então precisa ganhar visibilidade e importância então a gente convida mesmo a cidade para achar e descobrir esse Recanto aqui de patrimônio cultural e conectado com todos os povos africanos né Isso aqui é riquíssimo e a gente fica muito orgulhoso por poder desenvolver essas parcerias a gente sabe que nove tiver um mês de celebrações mas a gente tem que acreditar que a gente tem que passar o ano inteiro pensando em ações anti-racistas em ações de valorização dessa cultura que faz que tá tão enraigada dentro de qualquer brasileiro localizado no Jardim São Vicente o Instituto Cultural babatologia é comandado pelo Babalorixá toologia que ao longo da vida reuniu diversas peças de várias culturas e ritos de matrizes africanas nós começamos com a comunidade tradicional terror daí gerou a em partes de 78 mais ou menos findamos tendo uma ideia de fundar um museu para abrigar o acervo de peças africanas que eu venho adquirindo desde Essa época e já em próximo de 2000 nós temos uma quantidade que era uma das maiores do Brasil em peças africanas é a Mendes que faz parte do Conselho Municipal de política Cultural de Campinas ressaltou a importância do Instituto infelizmente assim como a maioria dos espaços de Cultura Negra não tem o reconhecimento devido né então os atravessamentos da memória preta na cidade ele fica em um lugar de invisibilidade então olhar para esse espaço olhar para esse acervo que bebe de fonte das múltiplas áfricas né pensando que esse continente tem mais de 50 tem 55 países e mais de 3 mil etnias então é de se considerar que nós temos vasto alimento para entender a identidade preta na cidade de Campinas para Gabriel rapasse diretor de cultura é fundamental reconhecer o papel do povo negro no desenvolvimento do Brasil e especificamente na cidade de Campinas tem na sua formação uma uma presença muito marcante da população negra em diversos momentos históricos tanto no momento em que ela foi escravizada raptada e trazida para cá e que contribuiu para formação da riqueza dessa cidade mas também nos outros momentos no momento de industrialização em que a população negra continuou vindo para a cidade continuou tendo uma participação importante na quantidade de pessoas que a gente tem na cidade na formação da nossa cultura desde os primórdios da industrialização no período em que Campinas era uma cidade eminentemente Ferroviária no período cafeeiro então sempre houve a participação da população negra