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9 views Publicado 26/08/2026 HD · 48:58

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Nova etapa de negociação de dívidas com descontos de até 85% e parcelamento em até 60 vezes. Câmara de Campinas concede diploma de mérito gastronômico Fernando Cassabe, a [música] tradicional restaurante da cidade.

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Nova etapa de negociação de dívidas com descontos de até 85% e parcelamento em até 60 vezes. Câmara de Campinas concede diploma de mérito gastronômico Fernando Cassabe, a [música] tradicional restaurante da cidade. Em mais uma matéria da série Feiras Livres entre barracas e prosas, vamos [música] mostrar um estudo da Unicamp que busca mapear e descrever esses espaços. [música] [música] Meiodia e 10. Boa tarde para você. O Câmara Notícia começa agora, a edição desta quarta-feira, 26 de agosto de 2026. Participe com a gente, mande a sua sugestão, a sua opinião aqui pra redação da TV Câmara Campinas através do nosso canal direto com telespectador no WhatsApp 19789377. Se você preferir, aponte a câmera do seu celular para o QRcode que aparece aí no seu vídeo e você já manda direto a sua mensagem pra nossa redação. A gente abre o Câmara Notícia de hoje com as notícias da Metrópole, falando aí de uma oportunidade que vai acontecer no fim de semana. Se você é morador aí do Jardim Caraí e região da zona sul de Campinas, prepare-se. Neste sábado, dia 29, terá uma manhã inteira de serviços gratuitos concentrados em um só lugar. A nova edição do programa Chega Junto será realizada das 8 horas da manhã ao meio-dia no Centro de Educação Infantil Professora Maria Isabel Baltar da Rocha Rodrigues, na rua Professora Rute Oliveira Silveira Belo, número 100. Entre os serviços oferecidos terá o varal solidário com a distribuição gratuita de roupas, inscrições e atualizações do CAD Único, Cadastro Único do Governo Federal, orientações sobre programas sociais, atendimento de enfermagem, exame de vista e corte de cabelo. Para quem procura trabalho, poderá se cadastrar para vagas de emprego com a equipe do CEPAT, o Centro Público de Apoio ao Trabalhador da Secretaria de Trabalho e Renda. Já na CPROCAMP, ele vai divulgar os cursos técnicos e de qualificação profissional com locais e os períodos de matrícula. A Fumec vai apresentar as turmas de EJA, educação de jovens e adultos dos anos iniciais, voltadas a quem não concluiu os estudos na idade regular, também com as informações de matrícula e horários. Terá ainda atendimento do Procom, orientações do programa Empreendedorismo da Secretaria da Mulher e também os serviços como vacinação, conscientização sobre dengue e febre. imaculosa, além da INDEC, que vai apresentar os seus serviços, inclusive com a minicidade e a emissão do Bilhete único. E as feiras livres fazem parte da rotina de muitos campineiros e são também espaços de encontro e convivência. Na série de reportagens, Feiras Livres, entre barracas e prosas, a gente mostra as histórias de quem trabalha e de quem frequenta esses locais. E nesta reportagem, um estudo da Unicamp revela um pouco mais sobre a importância das feiras para a cidade. [música] [música] [música] Nas feiras livres, a compra de alimentos faz parte da rotina, mas entre uma barraca e [música] outra também estão as prosas, os encontros e os hábitos de quem frequenta esses espaços. A feira é acima de tudo isso, assim, é muito mais do que uma relação comercial e econômica, assim, a feira é um lugar onde as pessoas vão para se encontrar, tanto que hoje em dia a gente tem chamado esse espaço da de frequentar a feira e de ir pra feira de cultura de feira. Então é uma terminologia que a gente tá usando agora para explicar mesmo como a feira é um ambiente que que é mais do que compra e venda, né? Então as pessoas vão para comer pastel, às vezes tem pessoas músicos ao vivo que as pessoas vão e é uma relação muito cotidiana, né? Foi para conhecer melhor essa realidade que [música] um grupo de estudantes da Unicampo Cade Feira. A iniciativa [música] surgiu em 2024 dentro da disciplina de extensão [música] universitária e tem como objetivo mapear e descrever esses pontos. A ideia surgiu ali de uma conversa entre o nosso grupo de amigos, né? a gente foi pensando o que que a gente pode fazer, né, na disciplina de extensão, que é uma disciplina de de troca com a comunidade externa, é a comunidade entre a comunidade acadêmica e a comunidade externa, né, um diálogo entre essas duas comunidades. E a gente pensou no no mapeamento das feiras de Campinas e na divulgação, porque a gente foi perdendo essa cultura de ir pra rua, né, de ir pra feira, de conversar com as pessoas. foi tudo eh a gente vive uma cultura de imediatismo, né? Hoje em dia a gente às vezes vai no supermercado, nem nem conversa com as pessoas, a gente vai no caixa eletrônico. Então acho que foi mais pra gente eh retomar esse convívio, né? Eh tentar influenciar as pessoas a voltarem pras feiras, a voltar a conviver, a conversar, a comer comidas de verdade, que muitas vezes a gente vai no supermercado e a gente compra comidas que não são de verdade, né? Ultra processados, enfim. Para fazer o levantamento, os estudantes consultam informações [música] públicas, conferem os dados e visitam as feiras. A gente tem o nosso Instagram, né, nossa principal nosso principal meio de divulgação. Então, lá no Instagram a gente eh divulga as feiras que tem em Campinas. A gente vai até as feiras, a gente faz mídias, a gente coloca o que tem nas feiras, coloca o endereço pras pessoas. A gente tá também criando e os pins no Google, né? Por exemplo, se você pesquisar no Google Feira dos Alecrins, esse PIN foi criado por nós, né, pelo projeto. Segundo Pedro, o grupo já mapeou mais de 10 feiras da cidade e eles têm percebido a diminuição no número de barracas e também [música] de frequentadores. E algo que chama muita atenção é como as feiras realmente poderiam receber mais atenção mesmo, porque a gente percebe como não é tão movimentado quanto a gente talvez esperava, né? Eh, hoje em dia a gente tem ideias de tentar fazer um mapeamento realmente de quantas pessoas estão indo na feira, quantos clientes. Hoje em dia a gente mapeou, salvingando, 11 feiras que estão descritas no nosso Instagram e entre todas elas, o poucas a gente percebe e grandes barra é muitas barracas. Então acho que os próprios feantes também não recebem tanto incentivo mesmo para trabalharem com isso, porque é um trabalho muito familiar, né, que passa de pai para filho, de de filho para filho depois. O levantamento dos estudantes mostra que para entender como as feiras funcionam é preciso ir além dos dados. O projeto também aborda as histórias de quem trabalha aqui, de quem compra e as relações que são construídas ao longo dos anos. Desde que eu me conheço por criança, eu vim aqui, ficava empilhando as laranjas. Aí todo mundo me conhece. Essa feira aqui no Cambui a gente faz há pouco tempo, mas tem feira que eles fazem já há 40 anos. Aqui faz mais ou menos uns dois anos. Então a gente tá começando a conhecer o pessoal agora. E uma cliente passou aqui, falou que você fala bem, você costuma conversar com os clientes, tem uma relação de troca com quem frequenta. Sim, você vai criando uma amizade, né, com as pessoas, você vai vendo todos os dias, cuidando, querendo ou não, da alimentação das pessoas, que comer fruta é uma forma de viver saudável. Então você vai criando essa amizade, tem gente que você vem, você já sabe o que que a pessoa vai pedir, a pessoa aparece ali, você fala: "Ah, cinco bananas, um melão". Então você já sabe o que que a pessoa vai pedir e vai criando essa amizade, sabe da vida das pessoas, as pessoas sabem da gente. Então essa rotina faz a gente ficar mais próximo das pessoas, né? Porque é diferente dos mercados de hoje em dia, que é tudo mais rápido, é tudo mais, como que eu posso falar? Tudo uma forma mais mecânica de atendimento, né? E a feira é uma coisa mais descontraída. Eu acho que é uma coisa muito mais eh eh personalizada. Você vai no supermercado, cada hora é uma pessoa e aqui não. São sempre as mesmas pessoas. Eles identificam você, ele sabe o que eles querem, é o que você quer. Então eles já já às vezes até trazem, olha, eu trouxe isso para você. É muito legal. É uma experiência completamente diferente. Na verdade, vir a feira para mim é uma experiência. Ir ao supermercado é uma obrigação. A vendedora Betina é um exemplo de como essa convivência pode virar amizade. Isso porque [música] há mais de 10 anos ela compra queijo toda semana na barraca do feirante Marcos sem falta. Há 14 anos que eu trabalho aqui. É 14 anos que eu venho toda quinta comprar o queijo do Marcos. E eu vi que o Marcos te chamou aqui pelo nome, você já se conhece há muito tempo, cria essa relação de amizade também com ferante. Sim, com certeza. Ele já sabe o que a gente compra semanalmente. Quando a gente não consegue vir, ele entrega pra gente ali no prédio. É, são muitos anos de amizade, né? Muitos clientes, a gente conhece pelo nome, trata como pel com pel nome deles tudo, né? E já tem aquele vínculo assim que criou uma amizade, não é só cliente, é bem com amigo mesmo, viu? Da família até. [música] [música] [música] E você ainda consegue ir à feira livre que fica perto da sua casa, do seu trabalho, conta pra gente pelo WhatsApp da TV Câmara Campinas. E amanhã tem mais reportagem mostrando aí os aspectos econômicos das feiras livres em Campinas. A Prefeitura da Cidade lançou a segunda etapa do Concilia Campinas, programa que facilita a negociação de dívidas inscritas na dívida ativa do município. A medida prevê descontos de até 85% em multas e juros e parcelamento em até 60 vezes. Confira. [música] A Prefeitura de Campinas publicou os editais que regulamentam a segunda etapa do Concílio Campinas. O programa permite a negociação de débitos inscritos na dívida ativa, principalmente de IPTU, com recálculo pela taxa Selic e desconto sobre multas e juros. Na verdade, essa segunda etapa, a gente tem falado que é um programa que busca toda a desjudicialização, né? A gente tem buscado a resolução administrativa dos conflitos. Então, nessa primeira etapa, a gente tem focado na transação individual, que são instrumentos individuais entre física e contribuinte para celebrar, vamos dizer assim, acordos. Nessa segunda etapa, a gente amplia essa possibilidade de acordo para todos os contribuintes que tiverem naquela mesma situação. Então, a ao invés de ter necessidade do contribuinte vir e aderir individualmente como advogado constituído ou não, a gente abre um edital e disponibiliza no ambiente eletrônico de uma forma muito mais fácil para que eles consigam aderir e ter acesso à aqueles descontos facilitados. E para facilitar a negociação, o programa oferece descontos e condições especiais de parcelamentos para os contribuintes. As condições variam de acordo com o perfil do contribuinte. Para o público geral, o desconto pode chegar a 75% com pagamento em até 30 vezes. Já os pequenos devedores podem ter até 85% de desconto e parcelar a dívida em 60 vezes. Na verdade, assim, vão ser dois editais em que os débitos vão ser recalculados conforme a taxa Selic, né? O Supremo Tribunal Federal recentemente decidiu que o limitador dos débitos municipais, como já é feito na União e nos Estados, deve ser o índice da taxa Selic. Então, esses débitos vão ser recalculados e sobre esse débito recalculado, vai haver um desconto percentual sobre esse montante. Então, a depender da forma de pagamento, ele pode chegar até 85% de desconto. Quais são esses pequenos devedores que são específicos do edital do? Esses pequenos devedores também vão ter os débitos recalculados pela CELIC. Só que esses pequenos devedores são aqueles que são pessoas físicas ou pessoas jurídicas microempreendedores ou empresas de pequeno porte que tenham débitos com o município por inscrição em dívida atiba até no montante de aproximadamente R$ 11.000. Ou se ele tiver várias inscrições de dívida ativa, vamos dizer assim, vários débitos que juntos não somem e ultrapassem R$ 65.000, eles conseguem ter acesso às condições diferenciadas. Quais são essas condições? Eles podem parcelar em até 60 vezes o débito e até 85% se for pago à vista. E também tem um escalonamento, né? De repente, se ele quiser pagar em mais parcelas, ele vai ter de 25 até esses 85% de desconto. Lembrando que no primeiro edital, que é pro público geral, não só pequenos devedores, eles também vão ter esses descontos, também vão ter os débitos recalculados pela CELIC, mas os descontos podem chegar até 75% e até 30 vezes o parcelamento. A adesão ao programa será realizada de forma eletrônica pelo ambiente exclusivo da prefeitura a partir da segunda quinzena de setembro. No site do Concilia Campinas, o contribuinte também poderá consultar os editais, as regras e as principais dúvidas sobre a negociação. Lá ele vai para ambiente exclusivo de finanças, inclusive quando tem refis, os contribuintes já estão acostumados a aderir por meio desse ambiente. Ele seleciona os créditos dele de PTU ali e consegue fazer as simulações. Olha, se eu aderir e pagar em tantas vezes, se eu pagar a vista, quanto que eu vou ter de desconto, quanto que eu não vou ter. inclusive nesse mesmo ambiente que ele vai poder aderir já, vamos dizer assim, assinar eletronicamente o termo de transação e emitir as guias ali por dentro. Então é super fácil, super acessível. [música] [música] E agora a gente vai falar das notícias do legislativo que acontece na Câmara Municipal de Campinas. E eu vou já acionar aqui, olha, o site da Câmara, que é o campinas.sp.lege. lege.br falando dos projetos que serão analisados nesta noite, com destaque para a discussão do projeto que torna obrigatória a microchipagem de pitbulls. Então eu vou mostrar aqui para você, ele é o destaque da pauta. O projeto é de autoria dos vereadores Hebbert Ganém e Permínio Monteiro e trata de uma alteração no Estatuto de Proteção dos Animais da Cidade, que é de 2017, instituindo o Programa Municipal de Identificação e Microchipagem Obrigatória de Cães da Raça Pitbu e seus cruzamentos. pelo texto, esses animais deverão ser microchipados e registrados em um banco oficial do órgão responsável. E na justificativa, a medida é para ampliar os mecanismos de identificação desses animais, forma de promover a guarda responsável, combater o abandono e facilitar a responsabilização dos tutores. Inclusive, eles têm noticiado na tribuna muito abandono de pitbulls aqui na cidade de Campinas. Fora isso, eu desço mais um pouco e você tem a pauta completa com os oito itens que deverão ser analisados nessa noite. Lembrando, olha, atenção, hoje o item um e o item dois, que são dois itens de projeto do executivo em segunda discussão, eles já entram entram na pauta prejudicados. A pauta ela já é feita anteriormente. Por quê? Porque nesta terça-feira nós tivemos aí uma reunião extraordinária. Na verdade, tivemos ontem quatro reuniões extraordinárias e esses projetos já foram então votados na extraordinária, então eles não serão analisados hoje. Com isso, então nós teremos ainda a discussão de outros seis projetos. A reunião começa às 6 horas da tarde com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas. E uma proposta aprovada pelos vereadores pretende reforçar os cuidados e a segurança na circulação de cães de grande porte pela cidade. A medida foi aprovada em segunda discussão e segue agora para a sanção do prefeito. A Câmara de Campinas aprovou em segunda discussão o projeto de lei que altera o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos do município. A proposta torna obrigatório o uso de focinheira por cães considerados de grande porte durante passeios em vias, praças e outros espaços públicos. Estamos criando essa lei municipal para que eh torne a fiscalização mais rígidas, né? Então, eh, a ideia é que as pessoas liguem através de um 56 para poder fazer a denúncia. Se tiver algum cachorro de grande porte desses citados na emenda, eh, sem a focinheira e também através de um 53. Eh, nós vamos também estabelecer nesse projeto que a pessoa que tiver com o animal, que não não estiver fazendo uso da focinheira, vai ser na primeira vez multado em 300 UFIX, com a residência 1000 e dobra 600 fix. E se o animal atacar alguma pessoa ou algum outro animal, o proprietário toma uma multa de 1000 fix e mais as as penalidades cívil e criminal. O texto também determina que a fiscalização seja feita pela Guarda Municipal. O projeto estabelece que o poder executivo deverá promover campanhas de conscientização sobre o uso da focinheira. A proposta aprovada pelos vereadores reafirma uma obrigação já existente na legislação estadual e agora passa a ter mecanismos específicos de fiscalização e punição no município. Justamente pra Guarda Municipal eh tá em tempo real. Quando tiver alguma denúncia, a Guarda Municipal já vai lá na hora e já resolve o problema. Nós temos vários parcões na cidade, aonde eh diversas vezes já chegaram no nosso gabinete, em outros gabinetes de vereadores, através também eh da na própria Guarda Municipal, cachorros de grande fortes que atacam outros cachorros dentro do parcão. Então as pessoas fazendo daquele espaço um quintal da própria casa. Então tem que estar um respeito. Se é um cachorro que já tem eh já é típico de atacar outros cachorros ou e as pessoas têm que fazer o uso da fucinheira para todos ter o direito de usufruir do espaço público. Agora a gente vai falar do trabalho das comissões permanentes da Câmara, porque a comissão de política social e saúde, os vereadores analisaram, né, a reunião dela que aconteceu recentemente, parecer em cinco projetos de lei. O item um foi aprovado de autoria do ex-vereador Zé Carlos, que institui o programa de atendimento a pessoas com distúrbios respiratórios do sono. Em seguida, os vereadores da Comissão de Política Social e Saúde analisaram o item dois, de autoria do senhor Dr. Ianco, que institui no âmbito do município de Campinas programa de fornecimento de aparelho digital de pulso para medir pressão aos hipertensos de baixa renda e da outras providências. Pergunto ao vereador Felipe Marquezi, como vota? Acompanha o relator. Presidente, eu também voto acompanhando o relator. Com três votos favoráveis, a matéria está aprovada. Os vereadores aprovaram o substitutivo total ao projeto de lei de autoria do vereador Guilherme Teixeira, que garante prioridade de atendimento psicossocial no sistema municipal de saúde, aos cuidadores que se dedicam integralmente ao cuidado de familiares neurodivergentes. O item quatro também recebeu parecer favorável. De autoria do senhor Aíton da Farmácia, que institui o programa Dois Sangue aqui no município de Campinas e dá outras providências. Pergunto como vota o vereador Felipe Marques. Acompanhe o relator. Presidente, eu também voto favorável. Com três votos favoráveis, a matéria está aprovada. O quinto e último projeto da pauta também foi aprovado de autoria do vereador Carlinhos Camelô, que institui em Campinas a política municipal de prevenção da cegueira por degeneração macular relacionada à idade. O presidente da comissão, vereador Paulo Hadad, agradeceu o suporte dos servidores nas análises dos projetos. Quando os projetos eles chegam, as comissões para serem deliberados e votados, eles já têm todo um suporte, né, dos nossos membros que exararam o parecer também da da Coordenadoria de Apoio às comissões da casa, enfim, toda todo o nosso staff, né, de servidores. Então fica aqui a os nossos agradecimentos a todos os servidores que de uma uma forma direta ou indireta participam e nos ajudam colaborando para que nós possamos exercer o nosso mandato na sua plenitude. Os projetos analisados pelas comissões, quando recebem pareceres favoráveis, eles estão apto para ir à votação em plenário. Agora a gente fala de projeto protocolado, porque uma proposta de lei em tramitação na Câmara de Campinas propõe a criação de um programa de telemedicina voltado a pacientes com doença de Parkinson. Um projeto de lei apresentado pelo vereador Luiz Eabico propõe a criação de um programa municipal de atendimento por telemedicina e videoconferência para pacientes com doença de Parkinson. A proposta busca ampliar o acesso ao tratamento e reduzir a necessidade de deslocamento até as unidades de saúde. Pelas dificuldades que essas pessoas têm, especialmente os mais idosos de locomoção, não é? por causa da condição física que as pessoas adquirem com a doença de Parkinson, de caminhar, de ficar em pé de equilíbrio e muitas vezes não consegue sair de casa para ir a um pronto atendimento. Então essa telemedicina seria muito importante para atender as pessoas desse segmento. A ideia surgiu a partir de debates realizados pela Comissão dos Idosos, aposentados e pensionistas da Câmara. Durante uma reunião, profissionais da saúde e representantes da área relataram as dificuldades enfrentadas pelos pacientes para manter o acompanhamento médico regular. Algumas pessoas que fazem parte da associação das doentes de parques nos procurou ah para trazer esse debate pra Câmara para que a prefeitura olhe com mais atenção e essas pessoas que possuem essa doença, buscando aí criar políticas públicas, né? E essa já é uma iniciativa de ter um atendimento específico para as pessoas dois de Parkson, criando a telemedicina direcionado a esse grupo de pessoas. Pela proposta, o atendimento remoto seria um complemento às consultas presenciais, permitindo o acompanhamento com neurologistas e equipe multiprofissional, sem a necessidade de deslocamentos frequentes. Pela condição física das pessoas que possuem doença em Parkon, de de caminhar, de se locomover pela rigidez do corpo, equilíbrio, tudo isso faz com que essas pessoas tenham dificuldade de sair de casa, inclusive até na até no falar. A telemedicina visa aí de um lado atender as pessoas doenç de parques aqui e do outro lado eh na área de atendimento da prefeitura ter especialistas de na área neurológica, na área da da psicológica, assistência social para buscar um atendimento mais específico para as pessoas com doenças de parcurso. O projeto vai passar agora pelas comissões da casa e se receber parecer favorável estará disponível para entrar na pauta de votação. Vamos falar de homenagens com solenidades após projetos que são apresentados aqui na casa para homenagear personalidades e empresas. A Câmara de Campinas concedeu o diploma de mérito gastronômico ao restaurante Omatuto na 6ª reunião solene. Por iniciativa do vereador Marcelo Silva, foi entregue na 60ª reunião solene o diploma de mérito gastronômico Fernando Cassabe ao restaurante Omatuto por sua contribuição ao desenvolvimento da gastronomia no município de Campinas. Everaldo Israel, fundador e CEO do grupo, saiu do Rio Grande do Sul e chegou a Campinas sem dinheiro ou plano definido, em busca de uma vida melhor. Trabalhou como garçom e em 1997 conseguiu abrir seu primeiro restaurante. Em agosto de 1997, no famoso Jardim Leonor em Campinas, começou oficialmente essa trajetória e começou humilde, uma garagem, uma mesa de saladas, apenas seis cortes de carne e os primeiros clientes, muito deles trabalhadores, que buscavam uma boa refeição durante o horário de almoço. pouco. Talvez para quem olha apenas números, mas para quem conhece a história, aquilo era enorme, porque aquela garagem representava uma possibilidade. Representava um homem dizendo para a própria família: "Nós vamos conseguir". E conseguiram. O vereador destacou a importância da participação da família no sucesso do estabelecimento. E quando olhamos para essa trajetória, percebemos que o verdadeiro patrimônio do matuto não está somente nas receitas, está nas pessoas, está no Everaldo, está na Dilamara, está na família, está em cada colaborador que chegou a construir essa caminhada, está nos profissionais que passam horas nas na cozinha, nos que servem as mesas, nos que recebem os clientes, nos fornecedores, nos parceiros e todas aqueles que de alguma maneira colocaram um pedaço de sua própria história dentro da história do matuto. O que começou em uma pequena garagem transformou-se em um grande legado e hoje diante de todos nós, nós temos a honra de reconhecer esse legado ou matuto, fogo e mar. Recebam o mérito gastronômico. Recebam não apenas como um prêmio, mas como um abraço de uma cidade que reconhece tudo aquilo que vocês construíram. O proprietário do restaurante agradeceu a homenagem recebida e o acolhimento da cidade. É uma honra. Eh, esse esse prêmio leva um nome muito forte, né, dentro da gastronomia campineira, que que é o Fernando Cassabe, que foi um gigante que difundiu a culinária campineira, né, a gastronomia [roncando] e recebeu um prêmio desse com o seu nome, só nos dá mais responsabilidade ainda, né, de continuar, né, continuar, continuar e fazer um trabalho de excelência. como a gente sempre procura fazer. E hoje, eh, 31 anos atrás, esse menino que vos fala hoje chegava em Campinas e sou gaúcho, todo mundo sabe, encontrei uma cidade que me acolheu. Eu falo que eu sou gaúcho de de coração e campineiro de de consideração, né? Porque essa cidade me abriu caminhos, me fez eu ser homem, transformou minha vida, me deu oportunidades, criei família, constituí empresa. Eu acho que o Matuto transformou vidas. Eu acho que é para isso que servem as empresas. E olha só, a gente agora mostra coisas sobre meio ambiente e sustentabilidade, porque quarta-feira aqui no Câmara Notícia é dia de giro ambiental e nas últimas semanas, tremores de terra registrados no Brasil trouxeram algo o que antes parecia estar bem longe de nós. final. O Brasil pode terremotos e por esses tremores acontecem. Quem traz esse tema é a Camila Borgzes. Acompanhe. [música] Olá, [música] está começando mais um Giro Ambiental. Nas últimas semanas, um tremor de magnitude 3.3 registrado na costa do Rio de Janeiro chamou atenção. Dias depois, um abalo, desta vez de Magnitude 2.1 foi registrado no litoral do Espírito Santo. Esses episódios levantaram uma questão. Afinal, o Brasil pode terremotos e porque esses tremores acontecem? Para esclarecer essas dúvidas, eu converso agora no Giro Ambiental com o geólogo e sismólogo do Centro de Sismologia da USP, José Alexandre Nogueira. José, seja muito bem-vindo ao Giro Ambiental e também muito obrigada por aceitar o nosso convite. Muito obrigado, Camila. Começar, antes da gente falar sobre esses casos recentes que eu citei, eh, o que é considerado um tremor de terra e como ele acontece? Então, o tremor de terra nada mais é do que quando você tem uma liberação das tensões que a crosta da Terra tá submetida. Então, por exemplo, os temores são muito comuns em zonas de borda de placa, né, quando você tem limites de placa, mas eles são comum em outros lugares. Por exemplo, o Brasil tem terremotos praticamente diariamente e ele não tá no bordo de uma placa. E ainda assim, e esses terremotos acontecem e eles são exatamente isso, né? A liberação, eh, de uma tensão ali, de uma força que tá acumulada na região da crosta. E existe diferença entre tremor, abalo sísmico e terremoto? São grais graus diferentes? Não, muitas vezes a gente usa assim como sinônimo, né? É porque o mais assim e de forma técnica, o tremor é o que você sente quando acontece um terremoto. Então tremor é como se fosse eh algo sinestésico ali, né? Você eh sente o chão tremer e o terremoto é o próprio é o próprio é o evento em si, né? Quando você tem essa liberação que eu comentei antes, então tremu é consequência de um terremoto. Então, podemos dizer que o terremoto ele é um mais grave. É, não tanto, porque pense que você tem um terremoto, por exemplo, e o tremor é aquilo que as pessoas sentem depois que acontece um terremoto, né? O o terremoto basicamente é uma rachadura na crocha da Terra. Então você racha e essa rachadura propaga ondas sísmicas e essas ondas sísmicas a à medida que elas vão viajando pelo interior da Terra, elas vão tremendo. Então quando as pessoas falam que sentiram um tremorum, um abalo, é consequência desse terremoto, né? Essas ondas que viajaram. Então muitas vezes eles estão em o terremoto, ele acontece num espaço ali, né? Num ponto, por exemplo, na Terra. E o tremolho vai se propagando, assim, se irradiando eh ao longo da do da cruxa ali do interior da Terra. Sim. Eh, e muitas pessoas acreditam, né, que no Brasil a gente não registra esse tipo de fenômeno, eh, um terremoto. Isso é um mito ou isso realmente é uma realidade no nosso país? Então isso é um mito. Na verdade, no Brasil a gente não tem tanta frequência quanto quanto países que estão na borda de placas, mas a gente ainda registra. E esses terremotos também eles não têm uma magnitude tão alta, né? Mas no Brasil, por exemplo, a gente ainda registra eh bastante tremores. Hoje mesmo de manhã aconteceu um tremor de magnitude 2.8 ali próximo a Félixlândia. Então os tremores são praticamente diários no Brasil. E falando sobre esses que eu citei no início, né, do programa, é, do Rio de Janeiro, do Espírito Santo, como que esses episódios acontecem? Como que eles são explicados? Então, nesses tremores que aconteceram na eles aconteceram na parte marinha, né, tipo um pouco fora do continente, eh eles aconteceram ali entra numa zona de transição que o mar começa a ficar mais profundo entre a plataforma e o talú de continental, né, tecnicamente falando. Então essa região é uma região instável, que você começa a ter uma mudança de profundidade ali, passar para águas mais profundas e é comum a gente registrar eh terremotos desse tipo na na borda da na costa, né, do Brasil. Entendi. E o Brasil ele tá localizado no meio de uma placa, na placa sul americana. É isso. Exato. Tante das bordas, das placas tectônicas. eh como essa posição ela influencia a ocorrência dos terremotos por aqui, diferente de outros países, de outras realidades, tá? Eh, o Brasil é um dos países menos sísmicos do mundo, né? Acontecem pouquíssimos terremotos aqui, mas ainda assim acontecem, mas eles têm baixa frequência, né? Ou seja, não acontece tantos terremotos quanto a gente vê no Japão ou em outras áreas ali no círculo de de fogo do Pacífico, por exemplo. Eh, e eles têm uma magnitude menor, mas ainda assim eles são são relativamente comuns. O Japão é qual é a diferença da realidade do nosso do Brasil para o Japão? Porque no Japão isso acontece com mais frequência. Japão, Chile, por exemplo, também. Isso. Chile também é um país bastante sísmico, eh, bem diferente, né? Desses dois países estão no bordo de placa. O Chile, por exemplo, tá na zona de subduição entre a placa de a placa sul-americana, que é a placa que o Brasil tá inserido. Só que o Brasil tá distante, né? Tá no meio dessa placa. E o Japão, por exemplo, é o país sismicamente mais ativo que que a gente tem conhecimento. O Japão praticamente tá no encontro de quatro placas tectônicas. Então esse terremoto, por exemplo, que que teve essa semana lá de magnitude, acho que 7.1, se não me engano, eh é um dos terremotos que pode acontecer. Japão praticamente tem terremotos diariamente, né, mais de um, inclusive. E a magnitude deles é é bem expressiva, perto de cinco, seis diariamente, né? Podendo acontecer terremotos até de magnitude maior. E esses abalos eles são sentidos, você falou que onde acontece um terremoto, esses abalos eles podem ser sentidos a quilômetros de distância. Por exemplo, eh acontece um terremoto no Chile, as pessoas em São Paulo acabam sentindo tremores. Pode sim acontecer. A gente tem temos relatos, né, no Centro Sismologia, a o Centro Sismologia, a gente tem uma página lá que chamada Sentiu aí, que é para pessoas relatarem se elas sentiram alguns alguns tremores, né, elas contam pra gente. Muitas vezes isso ajuda na na pesquisa da localização de eventos, cálculos de magnitude, porque no Brasil, infelizmente, a gente não tem a quantidade de licitações cismográficas que gostaríamos, né? Brasil, um para muito grande e às vezes é difícil localizar. Então, muitas vezes as pessoas ajudam a gente. Então, por exemplo, eh, em São Paulo acontece muito das pessoas sentirem tremores no Chile, porque essas ondas viajam por distâncias enormes. Então, quando chega aqui em São Paulo, né, a condição geológica de São Paulo, muito específica ali em São Paulo, tá dentro de uma bacia sedimentar que acaba amplificando eh as ondas. [roncando] Então, as pessoas que moram em em prédios mais altos, elas sentem eh esses tremores a longa distância. Por exemplo, o caso da Venezuela também eh algumas cidades ali no na região norte do Brasil sentiram, né? Belém, se eu não me engano, sentiu eh que é bem parecido com o que acontece em São Paulo, por exemplo. Entendi. E falando um pouco sobre a Venezuela, que foi um caso recente, né? eh, bem grave, inclusive, eh, na Venezuela a as placas arquitetônicas t a mesma realidade que a gente conversou sobre eh do Japão, Chile também, tá nesse segmento? É mais ou menos. O Japão você tem umas sobre do que são, né? Uma placa ela vai por debaixo da outra. Na Venezuela essas placas elas meio que raspam, elas fazem um contato horizontal. Então os o os terremotos que a gente espera na região, eles são tem uma magnitude um pouco mais baixa do que se espera em placas que colidem, por exemplo, como é o caso da do Japão ou o caso do Chile. É, mas ainda assim, né, nessas regiões, tipo que as placas é se movimenta horizontalmente, como é o caso da Venezuela ali, que você tem e na região norte a placa do Caribe, na região sul a placa sul-americana, ainda pode acontecer terremotos de magnitude grande. Você falou que fazem esse monitoramento. Tem alguma região do Brasil, algum estado que necessita de uma atenção maior eh para esses tremores mais do que outros? Sim. tem regiões sensíveis, assim, o em danos a constituições civis, por exemplo, a casas, a prédios, eh isso não é tão relevante no Brasil, mas você tem regiões de barragem, por exemplo, regiões de mineração, que são regiões sensíveis. Então, regiões onde tem muita mineração ou muitas barragens que você acumula muita água, isso gera muito estresses na crosta e acaba provocando eh maior número de terremotos. Por exemplo, em Minas Gerais é o estado hoje que a gente tem a maior quantidade de sismos, né? Quando fala sismo terremoto, você pode eh compreender como sinônimos também. Então, regiões próximos da barragem, eh, são regiões sensíveis também, mas você tem você tem locais que a gente não tem muita dificuldade de monitorar. Por exemplo, na região norte, quase todos os estados da região norte, a gente tem pouquíssimas estações lá. Então, acredita-se que a gente tem muitos terremotos lá, mas [limpando a garganta] no final do dia a gente não consegue monitorar isso muito bem. Então, quando eu falo que um estado tem mais de de mais terremotos do que outros, isso depende também do da quantidade de estações que a gente tem lá. Por exemplo, Minas Gerais é o estado com mais maior quantidade de terremoto, só que isso reflete também a realidade que a gente tem mais estações cismográficas nesse estado. Então, é meio suspeito falar isso. E através dessas estações, é, vocês conseguem prever quando vai acontecer um tremor ali naquela região? Ah, não é isso é uma pergunta que a gente da sismologia, né, que trabalha com isso, com terremoto, sempre recebe, é algo comum, né, porque no final do dia as pessoas querem esse retorno de saber se a gente consegue prever evacuar antes, evitar grandes desastres, mas na prática a gente não tem nenhuma situação, nenhum caso, nenhum estudo que de alguém que já conseguiu prever os terremotos. O que a gente consegue fazer é ter uma noção, só que a escala de tempo que a gente sabe que pode acontecer um terremoto é tão grande que não faz muito sentido falar. às vezes a gente fala assim: "Ora, nessa região sempre tem terremoto e já tem 40 anos que não tem um terremoto. Então, o que a gente entende, o que a gente espera mais ou menos é que ali aconteça um terremoto, só que numa escala de tempo muito grande, assim, ó, talvez aconteça um terremoto em 30 anos e ainda um talvez. Então, as incertezas que a gente trabalha quando a gente fala de um sistema tão grande como é o o sistema da Terra, que envolve forças tão grandes e peculiaridades tão pouco calculáveis, assim, ela não termina não ajudando tanto assim na quando a gente fala de previsão de de tremores. E é como não tem como prevenir, né, e prever esses tremores, é caso uma pessoa esteja, por exemplo, em um prédio dentro de casa e perceba um tremor, quais são as orientações para ela se proteger? É, prédio é mais difícil, porque em andares mais altos a ideia é sempre você evacuar, né? O, a gente costuma falar que terremotos elas ele ele não mata pessoas, né? O que acontece é que você tem destruição das construções eh civis, né, da infraestrutura. Por exemplo, se você tivesse numa área aberta ou até mesmo numa floresta, não haveria tantos problemas quanto haveria se você tivesse, por exemplo, dentro de uma casa. Então, quanto maior essa essa casa, maior estrutura é difícil, fica mais difícil. Então, se você tiver andares muito altos, é, fica muito difícil evacuar. Então, geralmente a gente recomenda que as pessoas fiquem embaixo de portas, embaixo de pilastras grandes que sustentam ou abaixo de mesa, mas ainda assim é uma uma situação muito difícil, né? O melhor seria eh se você conseguisse evacuar, mas ainda assim a a a melhor prevenção possível é você construir, você eh alicerçar seu prédio para ele conseguir suportar grandes abavos, como é o caso do Japão, por exemplo. O Japão teve uma magnitude ali, vamos dizer, similar ao que teve na Venezuela. E a quantidade de estragos que você teve no Japão foi muito menor, por exemplo, do que você teve na Venezuela. com terremotos muito, digamos, parecidos, né, só para fins práticos pra gente igualar. A questão é, você tem que você tem que ter uma infraestrutura em países que têm essa esse perigo, né, esse risco sísmico, eh, muito alto. Entendi. Você já citou um pouco eh que falta esses sistemas de monitoramento em alguns lugares do Brasil. Na sua visão, é importante que o Brasil tenha mais esses eh espaços de monitoramento para conseguir eh compreender esses abalos sísmicos no país. Sim. Eh, a gente tá falando aqui de mais de desastres assim, mas eh tem a parte da de terremotos como ciência, né? Então você pode usar terremotos para muitas coisas. Eh, além de além de você fazer um mapa de risco sísmico, que é algo mais voltado paraa comunidade, eh voltados para fins práticos, você também pode usar terremotos, por exemplo, para você ter um imageamento da estrutura da terra. Então é importante, por exemplo, ocupar mineração e a gente faz quando a gente tem uma uma estrutura melhor, né, de estações sismográficas. Você pode usar termotes para entender o interior da Terra, para estudar outras particularidades ali geológicas do local. Mas a gente sim, com certeza a gente gostaria de ter umas estações, mas essas estações são muito caras e muitas vezes o investimento em aporte financeiro de ciência que a gente tem no Brasil não é não é tão grande quanto gostaríamos. José, muito obrigada pela participação aqui no programa no Giro Ambiental, por trazer esses esclarecimentos pra gente. Eu te agradeço. Agradeço também a sua audiência. Continue conosco para conferir agora as curiosidades e informações do meio ambiente. Até o próximo giro ambiental. Uma nova tecnologia de monitoramento fisiológico permitiu acompanhar em tempo real, de forma inédita, toda a gestação de uma fêmea de tamando bandeira no serrado. Coordenado pelo projeto Tamando Asas do Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais, o estudo registrou as alterações do organismo do animal antes, durante e após a gravidez. O acompanhamento da fêmea reabilitada [música] e devolvida à natureza, foi feito por meio de um colar GPS e um monitor [música] cardíaco implantável. Os dados fisiológicos e de comportamento obtidos remotamente [música] trazem descobertas valiosas para a ciência e ajudam a aprimorar as estratégias de conservação [música] dessa espécie ameaçada. Vamos agora à previsão do tempo para esta quinta-feira que deve ser de nebulosidade, mas bem pouca, porque ela vai diminuir gradualmente com predomínio de sol a partir da tarde. As temperaturas sobem e podem chegar a 31º. A mínima ficará em 17º. A humidade relativa do ar deve diminuir, podendo atingir valores abaixos de 30% durante a tarde. E recomenda-se aí então aumentar a ingestão de água e evitar a exposição prolongada ao sol nos horários mais quentes. E por aqui a gente fica com o Câmara Notícia. Uma boa tarde para você. Lembrando que às 6 horas hoje tem a 46ª reunião ordinária que você pode participar presencialmente vindo até o plenário da Câmara. A entrada é pela Avenida Engenheiro Roberto Mand, número 66, no bairro Ponte Preta. Ou se preferir aí acompanhe ao vivo a transmissão pela TV Câmara Campinas. Uma boa tarde, [música] [música]
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