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Pesquisa advogada pelo Procom identifica uma diferença de até 173% no preço do mesmo produto. Primeiro fisioterapeuta graduado no Brasil com paralisia cerebral faz palestra em Campinas. Projeto Tec une acolhimento e geração de renda para ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade. Câmara aprova em primeira discussão projeto que proíbe a distribuição de animais como brindes. Como parte da campanha Agosto lilás, a Câmara Municipal de Campinas cria a ouvidoria da mulher. Olá, boa tarde. Quinta-feira, 6 de agosto de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais um minuto. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode enviar a sua participação apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal que a gente conversa ao vivo. Neste domingo, 9 é dia dos pais e quem está à procura de um presente vai ter que pesquisar, viu? Porque existem diferenças de mais de 170% no valor de um mesmo produto. É o que mostra uma pesquisa do Procom e o repórter André Aranha está na sede do órgão público com as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Bom, exatamente, Gabriel. Boa tarde para você. Boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia. Olha só, antes comparavam os preços indo até as lojas físicas, né, de uma loja para outra e tudo mais, anotando. Hoje a situação é bem diferente, faz a pesquisa pela própria internet. É o que fez o Procom. Conosco aqui está o Paulo Giglio, que é diretor do Procom, vai conversar com a gente a respeito dessa situação. Hoje, de fato, a situação tá bem mais tranquila. Como foi essa pesquisa do Procom visando aí o Dia dos Pais no próximo domingo? Boa tarde para você. Boa tarde, André. É, o Procon realizou a pesquisa eh em meiados do mês de julho para coletar preços de produtos que eh têm alguma afinidade com a compra pro Dia dos Pais, né? Foram 62 produtos pesquisados e achamos variações de até mais de 170%. eh alguns produtos pequena variação, outros uma variação maior. Eh, daí a gente recomenda fortemente a necessidade do consumidor pesquisar, como você mesmo disse, eh mesmo que ele vá fazer a compra numa loja física, ele tem hoje essa ferramenta de poder buscar um comparativo de preços pela internet antes de sair para realizar sua compra. Bom, e quais os direitos aí pro pessoal que tá comprando os presentes, não é? pensando já no dia dos pais, o direito dos consumidores, em primeiro lugar, o direito à informação clara, precisa e correta, né? Por isso a gente recomenda que os consumidores guardem material aonde tem registro das ofertas que eles receberam em caso de descumprimento de ofertas. No caso da compra feita à distância pela internet ou pelo telefone, o consumidor tem o direito de devolver o produto sem justificativa em até 7 dias após o recebimento da mercadoria. No caso da compra em loja física, já não assiste esse direito eh com base na lei, porém as lojas eh oferecem prazos variados para troca pro consumidor. Aí ele deve perguntar no momento da compra qual que é a política de troca daquele estabelecimento. Bom, tem inclusive uma série de, não é, orientações aqui do Procom. pesquise e compare os preços antes de comprar também verificar a reputação de fornecedores. É importante isso, sem dúvida. E também além disso, André, eh desconfiar de preços muito baixos, né? eh tentar verificar a reputação do site, especialmente quando você compra a distância, não clicar em links ou ofertas recebidas por pelas redes sociais, porque você pode táar sendo direcionado a uma loja que não é a loja oficial. Então, a gente recomenda que o consumidor digite o nome da empresa que ele pretende acessar no navegador do seu celular ou do seu computador. Bom, também desconfiar quando o preço tá muito abaixo do do mercado, né? Sem dúvida, sem dúvida. Eh, sempre a a há condição de desconto, há uma possibilidade de variação, mas assim, eh, aquelas ofertas muito milagrosas, que a gente sabe que seria impossível de ser cumprido aquele valor, eh, o consumidor realmente deve desconfiar. Bom, Paulo, tô dando uma olhadinha aqui. As maiores variações de preços foram bola de futsal também, um livro, né? eh, carregador, enfim, é mais ou menos isso. É, eh, nós temos produtos que variam bastante, isso pode ser decorrente de oferta de um ou outro fornecedor, outros se mantém mais ou menos numa variação pequena de 10, 15%. Mas sempre é necessário pesquisar. A nossa pesquisa baseou-se em produtos iguais da mesma marca, mesmo modelo. Então, quando você vê uma variação dessa monta de até 170 eh por realmente é muita diferença. Como fazer uma reclamação, uma denúncia? Esse consumidor ele pode tanto buscar orientação quanto fazer uma reclamação conosco através do telefone 151 ou através do nosso site. Ele pode diretamente no site clicar no botão reclamar. Eh, o site é procom. campinas.sp.gov.br. E ele pode também ser atendido em uma das sete eh centrais de atendimento que o Procon dispõe para atendimento pessoal na cidade, no Poupatempo, eh no Passo Municipal, Barão Geraldo, Souzas, Campo Grande, Ouro Verde e Nova Aparecida. Boa. Mais alguma coisa para finalizar? Suas orientações finais? por conta sempre à disposição. A gente entende que a orientação, educação do consumidor ajuda a evitar que ele tenha problemas nas relações de consumo. E se ele tiver problema, procta aqui à disposição. Valeu, muito obrigado pelas informações. Eu que agradeço. Bom, muito obrigado. Conversamos aqui com o Paulo, diretor do Procom. Eu volto com você, Gabriel Castro, porque o dia dos pais é domingo e as pessoas têm que sempre pesquisar. Ainda mais no meu caso, que ainda não comprei o presente do meu pai. Muito obrigado André Aranha e também Paulo Giglio, diretor do Procom. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole porque o salão vermelho do Passo Municipal de Campinas recebeu a palestra do fisioterapeuta Itítalo Fernandes, considerado o primeiro homem com paralisia cerebral a se formar na área aqui no Brasil. Acompanhe na reportagem os detalhes deste evento focado na inclusão. O salão vermelho do Passo Municipal foi palco da palestra de Itítalo Fernandes, o primeiro brasileiro com paralisia cerebral graduado em fisioterapia. Durante o evento, ele compartilhou os desafios de sua trajetória e sua história de superação. Um relato sobre como a capacidade e a acessibilidade transformam vidas. Decorrer do tempo, esses paradigmas vêm sido quebrado, né? E a gente vem ganhando mais espaço aí com várias pessoas na área da saúde, do direito, da informação e muito mais, né? O meu objetivo é mostrar principalmente as famílias atípicas que os seus filhos são capazes dentro de das suas particularidades, né? dentro das suas alimentações. Eu costumo dizer que a faculdade foi um uma das piores fases da minha vida, porque eu senti na pedra do capacitismo o olhar torto de colegas de turma e a falta de inclusão por parte das pessoas que estavam naquele convívio, seja eles professores, alunos, funcionários da instituição no qual eu estudei. Claro, não generalizando, porque do mesmo jeito que existe pessoas ruins existe pessoas boas também, obviamente. Para professora de educação especial, a verdadeira inclusão só acontece quando a sociedade aprende a enxergar a capacidade antes de qualquer limitação. muito importante, principalmente pra gente da educação, pra gente reafirmar as políticas de educação inclusiva, da importância do jovem, do adolescente, depois da fase adulta, ter acesso à educação, a uma boa base para que ele possa se formar e inspirar outros jovens também, que a deficiência não é uma limitação da sua condição, né? Ela é um fator que precisa de apoio, recursos, políticas públicas, mas que é possível. Então, ter a fala de profissionais como o Ítalo faz com que a gente aumente a esperança dessas famílias e desses jovens. A discussão trazida para Campinas vai muito além da teoria. Ela propõe um olhar atento para o combate ao capacitismo e também as dificuldades de inserção de pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O desafio do evento é transformar debates como esse em políticas públicas na cidade. Esse evento é importante por quê? Porque muitas pessoas com deficiência sentem dificuldade no seu cotidiano para estar no mercado de trabalho. Então o nosso intuito foi trazer profissionais com deficiência e que venceram essas barreiras, mostrando que há sim desafios às vezes que parecem intransponíveis, mas que podem ser vencidos. Esse é o nosso intuito da gente começar a pensar em políticas que a gente possa trazer essa pessoa pro mercado de trabalho, fazer essa mediação entre a empresa, entre o poder público e a pessoa com deficiência, sabendo que o as necessidades de uma pode cruzar com a outra. Eu sou uma pessoa com deficiência totalmente fora da curva. E é isso que eu quero, que essas pessoas também entendam, que to tantas outras pessoas com deficiência podem sim ser fora da curva, né? E sair dessa estatística, né, do uso do BPC, né, eh, paraficação em casa, tem uma atividade eh que agregue a sociedade, porque é esse o meu objetivo hoje, sendo profissional da saúde, né? Atenção, hein? Você que está desempregado, disponível para o mercado de trabalho ou para você que quer mudar de área, preste atenção, porque no Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas, no CEPAT, nesta quinta-feira, mais de 1000 vagas estão disponíveis. Confira algumas delas. A vagaspara, atendente de Ortefrue, auxiliar de inventário, açogueiro, agente de fiscalização ambiental, atendente balconista padaria, atendente de loja, auxiliar administrativo, auxiliar de instalador de águas, esgoto e gás, auxiliar de limpeza, camareira, chefe executivo de cozinha, Conferente mercadoria, operador de e-commerce, estoquista, fiscal de loja, frentista, motorista de caminhão, organizador de evento e técnico em eletromecânica. Para conferir todas as vagas, é só acessar o site cepat.campinas.ususp.gov.br. br. Lembrando que o atendimento presencial do CEPAT é realizado mediante agendamento prévio pelo site cidadão util.campinas.usp.gov.br. br. A unidade do centro fica na Avenida Campo Sales, número 427, de segunda a sexta-feira, das 7:30 da manhã, às 4:30 da tarde. a unidade Douro Verde, na rua Armando Frederico Renganesque, número 61, no bairro Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping, no segundo andar, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira, número 902, em frente à Praça da Concórdia, de segunda a sexta-feira, das 8 horas da manhã às 4 horas da tarde. Um projeto criado a partir de uma história de superação tem transformado a vida de mulheres em situação de vulnerabilidade aqui em Campinas. O projeto Tec oferece acolhimento, apoio emocional e oportunidades de geração de renda e agora busca o apoio da comunidade para ampliar este trabalho. Transformar histórias de dificuldade em oportunidade de recomeço. Essa é a proposta do projeto Tec, criado para oferecer acolhimento, apoio emocional e caminhos para que mulheres em situação de vulnerabilidade possam reconstruir suas vidas. O projeto Tec ele nasceu dentro do meu coração por motivo da minha história, né? aquilo que eu sofri veio o desejo de ajudar vidas a estarem num mundo melhor. Eu fui aos meus 14 anos, minha mãe faleceu, fui morar com o pai dos meus filhos e nós tivemos a separação, porém eh um abandono que veio e veio ordem de despejo e a gente foi pro abrigo. Então, com essa história e teve muitos outros sofrimentos, quando eu como eu consegui estabilizar, né? Eu falo eu e Deus, porque o projeto ele se chama transformadas em Cristo. Nós não falamos de religião, nós falamos de Cristo, porque ele mudou a minha história. E aí quando isso tudo aconteceu, eu simplesmente falei: "Não é justo eu ficar de braços cruzados. Um dia Deus veio e colocou dentro do meu espírito o que um dia uma mulher te ajudou, você vai ajudar outras mulheres. Então o projeto Tec hoje existe para acolher mulheres vulnerabilidade de abandono. Ficou viúva, mãe solo, ficou desempregada, não tem uma rede de apoio. O projeto Tec ele quer acolher mães. No mesmo endereço, também funciona um café criado para gerar renda e contribuir com a sustentabilidade do projeto. O espaço ainda recebe encontros, eventos e oferece oportunidades para pequenas empreendedoras divulgarem e comercializarem seus produtos. Nós temos o café, né? Eh, ele é uma rede de apoio pro projeto Tec. O o café ele é um que a gente abriu o café exatamente pra gente no futuro ter recursos, pra gente se manter para poder cuidar do TEC. Então, o projeto TEC, como que funciona? as pessoas vêm até o café, né, e a gente direciona as pessoas para conhecer o o TEC, que no caso a gente tem o bazar, né? Então a gente apresenta, então aqui a gente recebe doações, né, como já foi falado, recebemos doações aqui no no TEC e aí as pessoas conhecem através do do café. Por quê? Porque senão seria uma forma de ter alguém aqui para ficar aqui todos os dias, né? Então, exatamente, para estar aqui todos os dias foi a forma que nós criamos para poder ter o café. para poder cuidar do tech. Quem passa pelo espaço encontra muito mais do que um bazar. Aqui, cada peça doada e cada compra realizada ajuda a fortalecer um projeto que acredita no acolhimento e na autonomia financeira como ferramentas de transformação. Além das rodas de conversa e oficinas, o projeto mantém o bazar solidário. As peças doadas são higienizadas, organizadas e vendidas a preços acessíveis. Toda a renda obtida ajuda a manter as atividades e ampliar o atendimento às mulheres. Recebemos todo tipo de doação, né? Desde roupas, utensílios, recebendo todo. Por quê? Exatamente porque o que nós recebemos aqui não é só para pr para arrecadar renda, mas também para doação. Então a gente faz doação também para fora, né? Temos outras redes de apoio que a gente faz essas doações também. Quando chega aqui, a gente faz um a gente, na realidade a gente faz uma avaliação dessas roupas, né? para ver o que dá para para ser colocada nas araras para ser revendida, né? E não e aí faz a lavagem das roupas, né? faz a higienização delas para depois colocar na para ser vendido. Hoje o projeto Tec depende da participação da comunidade para continuar crescendo. Noções de roupas, calçados e acessórios ajudam a manter o bazar abastecido e garantem recursos para que mais mulheres encontrem apoio e novas oportunidades de recomeço. Aqui a gente tem a sede que não é de acolhimento, mas nós temos a roda de conversa que em 15, em 15 dias a gente se reúne com uma psicanálise ou uma psicóloga, a gente eh sempre tem um tema, né? E as mulheres ali falam, conversam, desabafa. Às vezes ela nem precisa falar, às vezes ela quer somente um abraço. Campinas recebeu a primeira edição do Imobicon, um encontro promovido pelo SECOV, que é o sindicato que representa o setor imobiliário, e discutiu os principais desafios e tendências do mercado. O evento reuniu mais de 600 participantes entre empresários, incorporadores, investidores, profissionais do setor, especialistas e representantes do poder público. Campinas, na verdade, tem uma gama muito grande, não só na área de tecnologia, educação, saúde. E isso fez com que o país olhasse para para Campinas com olhos de desenvolvimento, com olhos de quem pode empreender aqui e que pode crescer e evoluir. Além de tudo, nós temos um empresariado muito forte na cidade, que certamente tem dado exemplos e sinônimos de evolução, de crescimento e de atividade de bom êxito. Primeiro, consolidação da legislação. Eu acho que a primeira coisa que precisa ser feita em Campinas é a consolidação da legislação para que todos os empreendedores venham para Campinas com certeza do que vai encontrar, com certeza do que vai investir e com certeza de resultados, porque aqui resultado é coisa que não falta. Eh, o interior paulista, para que você tenha uma ideia, hoje se nós criássemos um ranking do PIB nacional e apartássemos a cidade de São Paulo do interior, a cidade deão, o interior de São Paulo viria em primeiríssimo lugar do ranking nacional com 2.4 trilhões de geração de riqueza. O segundo lugar no ranking nacional viria o estado do Rio de Janeiro com 1.2 trilhões. Ou seja, o interior paulista gera uma riqueza 60% maior do que os três estados do sul do país. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná geram 1.5 trilhões. O interior de São Paulo 2.4. Então nós temos geração de riqueza. Tem um outro dado que é muito relevante, a a o crescimento populacional nos últimos 40 anos. O interior de São Paulo saiu de uma população de 16 milhões para 33 milhões, ao passo que a cidade de São Paulo teve um crescimento na ordem de 8.5 para 11.3 milhões. Ou seja, o interior de São Paulo teve um crescimento populacional na ordem de 103%, ao passo que a capital paulista teve um crescimento na ordem de 35%. Um outro dado também muito relevante, nos últimos 30 anos, o interior paulista produziu 5,5 milhões de domicílios, ou seja, nós construímos mais do que uma cidade de São Paulo no interior paulista, porque a cidade de São Paulo tem 4.8 milhões. Então, o que que nós temos no interior? Nós temos geração de riqueza, nós temos crescimento populacional e nós temos produção imobiliária. Isso tem atraído, atraído grandes investidores. Meiodia mais 21 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quinta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da 41ª reunião ordinária. Os vereadores se reuniram para discutir e votar seis projetos que estavam na pauta. A Mirna Abreu acompanhou tudo, traz agora as informações. Seja bem-vinda. Boa tarde, Mirna. Boa tarde, Gabriel. Boa tarde a você que assiste a TV Câmara Campinas. Na 41ª reunião ordinária, seis projetos estavam na pauta. Um deles, de autoria do vereador Marrom Cunha, ele foi retirado a pedido do autor e na sessão foi aprovado em primeira discussão o substitutivo total de autoria do vereador Herbert Ganém, que trata de alteração no Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das Populações de Animais Domésticos em Campinas. A alteração pretende proibir a distribuição de animais como brindes. O autor da proposta, o vereador Herbert Ganém, justificou a medida. As pessoas têm o costume de falar assim: "Ah, esse animal tem dono?" Não, esse animal tem tutor. Por que que dizia que esse animal tem dono? Porque antes o animal era considerado um objeto, então que pertencia a alguém. Hoje não. O obci ciente, né? Nós hoje consideramos o animal serciente, então ele tem alma, ele chora, ele tem a vida dele, né? Ele tem o espaço dele. Então ele não pode ser tratado como um objeto, como coisa. Então a gente vem nessa proibição. Campinas não poderá em qualquer evento ter animais como brindes. E de autoria do vereador Luiz e Abico foi aprovado em turno único o projeto que inclui no calendário oficial de eventos do município de Campinas a ser comemorado anualmente no dia 26 de novembro o dia municipal do Sandá. O vereador também detalhou a proposta e a importância da data comemorativa. O Sandá é o esporte mais conhecido como box chinês, né, o kung fu, né? Então nós temos aqui uma proposta para que no dia 26 de novembro seja homenageado o criador desse esporte aqui em Campinas, Nereu Grabarros, né? Grabáos, que esteve aqui na exercendo essa atividade cultural, esportiva, formando jovens, formando professores, formando mestres, deixou um legado muito importante. Campinas hoje é reconhecido mundialmente como um dos berços do kung fu do box chinês. O resultado completo da pauta está no site da Câmara Municipal, no endereço que aparece aí no seu vídeo e a íntegra da reunião no canal da TV Câmara Campinas no YouTube e também no portal tvcamaracampinas.com.br. É com você aí no estúdio, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, Minabriu, pelas informações. E olha só, nós estamos no mês de conscientização e combate à violência contra a mulher. A campanha Agosto lilás ganhou um significado ainda mais especial neste ano, que a Lei Marinha da Penha completa 20 anos de criação. E como parte das ações da campanha, a Câmara Municipal de Campinas instituiu a Ouvidoria da Mulher, um canal especializado para acolher, orientar, encaminhar manifestações relacionadas aos direitos das mulheres. Atendimento especializado e orientação. A Câmara Municipal de Campinas passa a contar com a ouvidoria da Mulher. O novo canal funcionará dentro da estrutura da ouvidoria da casa e será responsável por receber, registrar e encaminhar manifestações relacionadas aos direitos das mulheres. Primeira Câmara de Campinas tem procurado cumprir rigorosamente toda a legislação, inclusive essa de proteção e defesa dos direitos da mulher, né? ao instituir a ouvidoria da mulher, nós temos uma servidora mulher que vai, obviamente, cuidar desses assuntos. Nós estamos criando um canal especializado, né, de escuta, de acolhimento, de orientação, de recebimento de denúncia contra violência, discriminação ou eh negação de direitos da mulher aqui no ambiente da Câmara, né? Eu eu me sinto privilegiada, né, de poder participar da criação da ouvidoria da mulher e já venho de um outro órgão trabalhando de eh direcionado à violência doméstica. Então assim, eh, é com prazer e com muita expectativa positiva que a gente vai est abrindo esse espaço para atendimento direcionado. A proposta é garantir um atendimento humanizado com respeito à autonomia da mulher e livre de qualquer revitimização, porque a mulher ela se sente mais à vontade realmente sendo atendida por uma mulher. a esse reconhecimento, a gente se ver e a gente ter a empatia, se colocar no no lugar da mulher. Não que os homens não tenham essa visão, mas é claro que essa eh essa troca feminina, ela vai facilitar mais e vai dar mais apoio e vai ter essa acolhida mais humanizada para as mulheres. O canal pode ser acessado através dos contatos oficiais da ouvidoria ou de forma presencial em um ambiente reservado, garantindo a privacidade, a segurança e o acolhimento às mulheres. Os atendimentos são online e presencial. A partir de agora da criação do ato, temos um e-mail específico para essa denúncia. Temos uma servidora mulher dentro da ouvidoria para atendimento específico da denúncia presencial, caso ela queira vir até a Câmara Municipal ou se ela já for de dentro da Câmara também. Então, para especificar, o atendimento pode ser feito para mulheres que trabalham na Câmara e mulheres de fora também. É isso sim. Se a mulher que é de fora tiver num evento aqui dentro e se sentir assediada por um funcionário ou um um vereador, um assessor ou alguém que esteja presente na casa dentro desse espaço físico, a ouvidoria que vai tratar do do assédio. Além de encaminhar as manifestações, a ouvidoria também contribuirá para o aperfeiçoamento de ações voltadas à promoção da igualdade de gênero e ao fortalecimento de um ambiente institucional mais seguro e respeitoso. A iniciativa faz parte das ações da Câmara que integram a campanha Agosto lilás, mês de conscientização e enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Nós vamos fazer um trabalho juntamente com a Freia, que é a frente de inibição ao assédio, já existente aqui na Câmara. Então, vamos fazer um trabalho de prevenção, vamos trabalhar a conscientização em especial dos homens, por 99% dos assédios acontece mais com as mulheres, né? tem essa parte do assédio moral que também vai ser tratado, mas quem mais sofre com assédio são as mulheres. Então a gente vai fazer sempre um trabalho forte de prevenção, que é esse o objetivo para que realmente não aconteça casos de assédio. Mais um canal que a gente espera que não seja utilizado, né? E para isso as ações de fortalecimento, né, das de campanha de conscientização e de educação vão ser intensificadas, né, como você falou, esse mês eh de agosto, lilás é um mês específico pra sociedade refletir sobre essa causa. E dentro do mês nós realizaremos várias atividades nessa linha de orientação, de prevenção, de conscientização. A gente está preparado. Esperamos ser necessário utilizar a ouvidoria da mulher, mas a gente quer deixar as mulheres que trabalham ou que frequentem a Câmara tranquilas e seguras que elas estão num ambiente protegido. Durante a 49ª reunião solene, Câmara de Campinas entrega honrarias a três personalidades que ao longo das trajetórias transformaram a cidade. A Câmara Municipal de Campinas entregou três honrarias a personalidades que fizeram história no município. A solenidade realizada por iniciativa do vereador Gustavo Peta marcou a 49ª reunião solene da casa. Para mim é uma honra ter sido proponente dessas três homenage homenagens e ter contado com o apoio de todos os outros vereadores, vereadoras paraa aprovação dessas homenagens. Quando você homenageia uma pessoa, você também tá de alguma forma eh dialogando com a sociedade, né? E eu acho que uma homenagem oficial tem esse papel. E como nós vivemos em uma cidade, uma sociedade, eh, Campinas é uma cidade muito rica, muito desenvolvida, mas é uma cidade também marcada por muitas injustiças, por muita desigualdade e é muito importante homenagear pessoas que na sua área de atuação contribuem pra gente ter uma cidade mais humana, mais justa, menos desigual. Pelo destaque nas lutas comunitárias, Ana Estela Alves de Lima recebeu o diploma de ativismo social popular João Zincler. É uma grande honra receber isso aqui na Câmara de Campinas. É algo que não esperava, né? Então, muito, muit é com muita emoção isso. Eh, agradecer aqui os meus amigos, meus colegas, sindicato, meus amigos da vida, minha família, né? e todos aqui que tem uma trajetória que não começou hoje, né? Todos vocês aqui, meu muito obrigada por essa noite aqui que vai ficar no coração e na memória para sempre. Já o médico Márcio Silva Chaves foi condecorado com o diploma de mérito, médico Dr. Zferino Vaz pelo trabalho na saúde pública. Hoje, ao receber essa homenagem, com profunda gratidão e também com sentimento muito especial, algumas honrarias nos emocionam pelo reconhecimento, outras nos emocionam pelo nome que carregam. Receber o diploma de mérito médico Dr. Zeferino Vas tem um significado singular para mim. Naquela época de formação, há quase 30 anos atrás, eu ainda não compreendia toda a dimensão do legado de Zeferino Vas. Hoje eu percebo que a sua maior obra não foram apenas os prédios, uma universidade extraordinária, grande, pública, mas uma visão, formar pessoas capazes de ajudar a transformar a sociedade. A noite também foi de celebração para Daís Peixoto Fonseca. Ela recebeu oficialmente o título de cidadã campineira, um reconhecimento aos serviços prestados à cidade. Eu agradeço imensamente ao vereador eh Gustavo Peta por ter feito esse convite para essa eh eu nunca imaginei eh ser eh cidadã campineira do do ponto de vista eh simbólico, do ponto de vista de homenagem. E eu sempre me considerei assim da da casa de Campinas, né? Eu sempre fui assim, eh, eu nunca pensei ser diferente. Eh, agora eu não sei. Penso, eu penso assim, será que eu vou ser diferente? Não acho que eu vou, talvez eu seja mais campineira e peço a Deus que me ajude a cuidar melhor de Campinas, porque Campinas tem muita necessidade de grandes melhorias. É muito importante eh a gente valorizar as pessoas porque o exemplo arrasta muito mais do que belos discursos ou do que narrativas que muitas vezes nem são tão verdadeiras assim, né? O exemplo, ele é muito forte para as outras pessoas. E aqui nós temos três exemplos de pessoas que dedicam a sua vida à história da nossa cidade. Então, parabéns, Dr. Márcio Daí e Estela. Muito obrigado, gente. Mais 35 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta quinta-feira e olha só, em dias frios, algumas mulheres percebem uma piora de sintomas da menopausa que vão além das ondas de calor. Queixas como insônia, alterações de humor, ressecamento da pele, dores nas articulações, tendem a ficar mais evidentes nesta época do ano, com impacto na rotina e na qualidade de vida. Tema que você acompanha no nosso quadro Saúde Agora. Olá, começa mais uma edição do Saúde Agora para deixar você bem informado sobre saúde e bem-estar. E hoje, gente, o tema é sobre menopausa no inverno. Vamos entender como a estação intensifica sintomas comuns. Embora a menopausa seja conhecida principalmente pelas ondas de calor, o inverno traz desafios extras para o corpo e o emocional feminino. Por isso, convidamos a Daniela Campos Oliveira, ginecologista e obstetra, para falar sobre esse tema. Ela já está conectada. Seja muito bem-vinda, Dra. Daniela. Prazer. Boa tarde. Primeiramente eu queria agradecer a oportunidade porque é sempre muito interessante a gente abordar esses temas que não são muito discutidos ainda, né? Tá, a gente tá começando a falar mais sobre a menopausa nessa fase da vida e as nuances que isso eh que essa fase pode apresentar. Exatamente, doutora. A gente fala sobre a menopausa, sobre esse sintoma comum que muita gente, né, conhece, como os fogachos, as ondas de calor, mas especificamente falando sobre uma estação, né, específica sobre o inverno, é difícil mesmo entender essa relação, né? Então, eh, pra gente já começar explicando então sobre isso, o por que então no inverno esses sintomas eles se intensificam mais, realmente tem essa relação. Então, eh, a gente tem que entender que a menopausa, ela não tem um único sintoma, né? São vários sintomas que são relacionados. Então, o que a gente conhece mais, o que eh as mulheres mais têm têm eh sentido, né, eh nessa fase são os calores, né? Mas além desses calores, a gente pode ter alterações eh articulares, a gente pode ter alterações de humor, a gente pode ter alterações eh em relação a ao ressecamento da pele da região íntima. E tudo isso no inverno pode se intensificar, embora isso sejam uns sintomas que a mulher pode apresentar em qualquer fase eh do ano, né? Eh, o problema maior em relação ao inverno seria que além dessas alterações hormonais, os fatores sazonais como o frio, o clima seco e a menor exposição solar acabam intensificando mais ainda eh esses sintomas, né? H, a queda do estrogênio, ela afeta funções como a regulação da temperatura corporal, a saúde da pele das mucosas, a saúde articular e o equilíbrio emocional. Então, nessa temperatura mais fria, isso pode eh acabar se intensificando. E doutora, você comentou sobre esses sintomas, né, no caso da articulação, falou também do sono. Quando essa mulher ela está nessa fase da menopausa e tem essas ondas de calor, já piora um pouquinho por conta dessa insônia, né? né? Ela tá dormindo, de repente vem essa onda, ela desperta e ag e no frio também, que era o momento que ela podia aproveitar um pouquinho mais, também tem esse agravante. Então, realmente existe essa relação da insônia também nesse período com a menopausa, né? Sim. O que que acontece? O sono ele piora porque essas ondas de calor que ocorrem no meio da noite, né, na madrugada, acabam eh deixando o sono mais superficial e elas acordam nessa eh com esses sintomas, né? Ã, no frio ele não vai, o fio ele não vai eliminar essas ondas de calor. Porém, o que que a gente faz no inverno? a gente fica em ambientes fechados, a gente acaba usando mais roupas, né, para se aquecer, eh, tomando muitos banhos quentes, com água mais quente, então isso pode acabar desencadeando mais esses fogachos, né? Eh, e aí esses suores noturnos, eles acabam sendo mais frequentes até pelo pelo excesso, né, de roupas para se aquecer, cobertor e tudo mais. Eh, então isso aí acaba atrapalhando mais o sono. Consequentemente essas mulheres acabam tendo mais fadiga. Eh, além do fato de a menopausa já causar, né, esse distúrbio, ela acaba dormindo pior no sono, eh, dormindo pior no inverno, desculpa. Eh, e além disso, no inverno, a gente tem uma uma menor exposição solar e aí você tem uma produção mais deficiente da melatonina e da serotonina. que também afetam o sono e o humor, né? Então esse essa questão de dormir mal acaba gerando um impacto principalmente na energia, na concentração e na disposição, que já são afetadas pela alteração hormonal. Então o frio ele só vem para agravar esse quadro, né? E a gente sempre fala, né, que o sono é algo muito importante justamente aí pra qualidade de vida, né, doutora? Então, unindo esses sintomas, realmente é um processo de de desafio também para essa mulher, né, que sofre nesse período. É desafiador porque não existe uma prevenção, uma dica. Quais são essas orientações nesse processo aí para essa mulher? É, então, além desses fatores, a pele e a saúde íntima pode podem ter serem afetadas por conta do maior ressecamento, né, até pela esses banhos mais quentes que a gente acaba tendo nessa fase, né? Ã, dor articular também é uma uma é frequente nessa fase da menopausa pela queda do estradiol, né, do estrogênio, que é o hormônio feminino. E no frio a gente fica mais rígida também, né? Então isso daí pode se agravar, eh, acaba ficando com um desconforto muscular maior, uma rigidez muscular maior, então isso pode se agravar. Ã, o que a gente tem que tomar cuidado para reduzir esses impactos no inverno é o que a gente faz o ano inteiro, mas ficar mais atento nessa fase, né, nessa época, manter a atividade física regular, porque no inverno a gente acaba diminuindo um pouco, né, a atividade física. Prestar atenção, prestar atenção em hidratar o corpo e a pele com mais frequência, né? Ã, para evitar que que o ressecamento aumente, evitar banhos quentes, ã, com água muito, ã, aquecida, beber mais água para se hidratar melhor, ã, tentar ficar um pouquinho mais no sol, porque a gente com o frio acaba ficando mais dentro de casa, né? e acaba o a falta de sol também acaba impactando no na parte eh cognitiva mesmo e na parte emocional, né? Porque diminui os níveis de serotonina e tudo mais, então você se sente mais eh deprimida, né? né, tem um desânimo maior além do fato das noites mal dormidas também aumentar a irritabilidade, dar um pouco mais de desânimo, oscilação de humor, eh, então priorizar uma uma alimentação equilibrada nessa fase, ã, reduzir álcool e cafeína, que também colaboram para piorar esse quadro, né, e obviamente sempre ter um acompanhamento ginecológico para poder tá ajustando tudo. Doutora, você comentou sobre essa questão do lado emocional, né? Nesse período, eh, você escuta no seu consultório quais são as queixas dessa diferença de uma depressão nesse período com a menopausa. As mulheres, elas relacionam essa esse processo, né, do emocional, essa depressão um pouquinho deprimida com a menopausa aí em si nesse momento de inverno, nessa baixa temperatura. Eh, nessa fase da menopausa, muitas pacientes têm uma um aumento da irritabilidade, depressão, eh, do quadro de de ansiedade e muitas vezes elas não acham que seja hormonal, né? Lógico, o inverno pode afetar, a gente pode ter alterações realmente eh que são necessárias eh intervenções eh com ajuda de psiquiatra, terapia, mas muitas vezes a parte hormonal é a principal eh causa, né? Então, o fato da gente fazer uma um acompanhamento ginecológico eh e conversar com o seu médico e tentar regular toda a parte hormonal, ver a fase de vida que essa paciente se encontra, ajuda muito. E o inverno, por conta de todos esses fatores, noites mal dormidas, falta de sol, eh cansaço persistente, acabam agravando esse quadro, né? Então, o mais importantmente é ter um acompanhamento regular e é um período que elas ficam com a imunidade mais baixa também devido a menopausa. Dra. Daniela, tem essa relação também com Não, não tem uma relação não não tem uma relação estreita com a menopausa, mas é uma fase que com todos esses sintomas que a mulher apresenta, se você eh com as baixas temperaturas e tudo mais, você pode ter uma queda da imunidade, até por conta desse quadro de eh ansiedade, depressão, de de ficar com um humor mais eh diminuído, né, por conta da serotonina. Então, pode ocasionar também uma diminuição da imunidade. E além desses fatores, além dessas recomendações, dessas dicas, né, de mais atividade física também, eh, ter, né, esse esse controle também das emoções, né, da mulher ficar mais no sol. Além disso, tem algum tratamento específico além do tratamento hormonal? Como que vocês identificam? Porque também é de pessoa para pessoa, né? Cada paciente, cada corpo reage de uma maneira, né, doutora? É, essas medidas gerais servem para qualquer paciente. Obviamente a gente vai ter que ter um olhar individualizado para cada uma delas, porque é como eu disse, muitas pacientes elas realmente têm um quadro mais depressivo, que aí a gente tem que fazer um um tratamento focado para essa esse quadro de depressão que não tem nenhuma relação com a parte hormonal, né? Mas muita muitas vezes isso tá associado. Então, eh, tem que ser um tratamento bem individual além das das orientações gerais que servem para todas as mulheres mesmo, para melhorar essa fase de vida, né? Acima dos 40 45 anos, a gente já tem oscilações hormonais que ao longo do tempo elas vão se agravando e muitas das pacientes não tendo acesso a essa informação começam a achar que é coisa da idade, né? que, ah, eu tô envelhecendo, é assim mesmo ou ah, é porque tá frio. Então, eh, é importante ter uma orientação médica, porque nem tudo também é tratamento só hormonal. Muitas vezes a gente tem que avaliar se não é uma deficiência de vitamina, eh se não tem nenhum quadro eh psicológico agregado, eh, se não tem uma alguma alteração da imunidade específica. né? Então a gente tem que ver realmente cada paciente individualmente. Então o fato de você procurar um médico eh vai te ajudar a te orientar e ter um tratamento mais assertivo para você ter uma qualidade de líder melhor, né? Principalmente nessa fase do inverno e também eh ao longo da da menopausa e da perimenopausa. Doutora, eh esse é um desafio ainda então paraas mulheres que estão entrando nessa fase da menopausa, para elas também entenderem, né? que é um processo que todo mundo vai passar, né? Toda mulher vai passar por esse período. Eh, você sente que esse cenário ainda tem esse tabu de falar em menopausa e tudo dos sintomas que Sim, eu acho que a gente tem que conversar e debater cada vez mais, porque há muito tempo que eh a crença de que não existia tratamento eh ela ficou muito enraizada. Então a gente tem que quebrar esse tabu de que não existe tratamento, que eh a gente pode ter um tratamento e não é um sofrimento eterno. Muitas mulheres elas têm nessa fase uma saúde muito melhor do que tinham anteriormente, porque começam a se cuidar, começam a focar mesmo em qualidade de vida, porque a expectativa de vida hoje hoje em dia, ela aumentou de 60 para 80 anos. Então, esses 20 anos a mais que a gente tem aí de expectativa de vida, a gente tem que viver bem, né? Praticamente a mulher vai passar quase que metade da vida dela na menopausa. Então, a gente tem que fazer todas as medidas que são possíveis para se passar de uma maneira eh satisfatória, né? né? Então assim, essa crença de que ah, tô na menopausa, acabou minha vida, não existe tratamento eh hormonal, não hormonal, existem eh medidas, né, de hábitos de vida, mudança de hábitos que podem melhorar, inclusive as pacientes que não podem fazer reposição hormonal, eh prática de exercício físico, eh regular o sono, a alimentação, eh, mais anti-inflamatória, tudo isso já vai resolver também melhorar também esses os sintomas dessa fase. né? Então é importante a gente conversar cada vez mais pras mulheres saberem que existe solução. Existe solução e também para esse para esses outros aspectos, né, como você mencionou também da pele, dos ossos, também tem medidas e alternativas para isso, né? Sim, porque a longo prazo a gente tem que pensar em ã mobilidade, não é só a parte estética, né? a gente tem que ter músculo para se movimentar, para poder viver bem até os 80 a 90 anos, para não ter eh dependência de conseguir sentar e levantar, não depender de muleta ou de alguém para cuidar de você, para você ter um um uma vida mais saudável e independente, né? Isso é possível. Acho que cuidando cada vez mais cedo, né? Por isso que a gente enfoca nas mulheres de dá um enfoque maior em mulheres de 40, 45, porque e o que você começa a fazer hoje, os estudos mostram que a longo prazo, quanto mais cedo o tratamento, mais benefícios a gente vai ter. Muito obrigada, Dra. Daniela, por trazer esses esclarecimentos, compartilhar essa informação, né, e deixar mais acessível também sobre a importância, né, dos cuidados pro bem-estar, principalmente nesse período aí da menopausa. Então, quero agradecer a sua participação. Muito obrigada. Eu te agradeço pela oportunidade. Tô sempre à disposição para qualquer dúvida e a gente tem que ter em mente que a menopausa, ela não pode ser encarada como um período de sofrimento inevitável, que pode ser a fase melhor fase da vida da mulher. Com certeza. Muito obrigada, doutora. Obrigada. Eu que agradeço. Bom, o saúde agora fica por aqui. Temos um encontro marcado na próxima edição. Você pode acompanhar na íntegra pelo portal tvcameracampinas.com.br. Te espero na próxima edição. Até lá. Madrugada de chuva em muitos bairros aqui de Campinas, principalmente ali por volta da 1 da manhã. Agora à tarde existe possibilidade de chuva. Se vier não deve ser em grande intensidade, só que os ventos podem ser intensos. Então, muita atenção, viu? Para amanhã sexta-feira, uma frente fria se aproxima entre o estado do Paraná e São Paulo. Nebulosidade aumenta, deve chover aqui em Campinas, mas a temperatura segue alta para esta época, esta época, porque a região metropolitana de Campinas está no setor quente, né, no préfrontal. Então, vamos às temperaturas. Olha só, elas já estão aqui na minha tela. Amanhã, sexta-feira, 7 de agosto, com mínima de 17º, ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 28 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira ao meiodia. Te espero até lá. Ciao. Ciao.