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17 views Publicado 24/08/2026 HD · 40:55
Resumo editorial

Série especial sobre feiras livres de Campinas apresenta a rotina de trabalho dos feirantes, especialmente a história de Fernando, que acorda madrugada adentro para preparar produtos para venda. A reportagem inclui dicas práticas de economia doméstica, explicando como oferta, demanda e planejamento de compras impactam os preços e o orçamento familiar.

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Na feira do Jardim Auréliia, que acontece às quartas-feiras em Campinas, o feirante Fernando mostra a rotina que começa às 3h ou 4h30 da manhã: carregar mercadorias, passar pelo Ceasa e montar a barraca antes dos primeiros clientes. A reportagem abre a série Feiras Livres: Entre Barracas e Prosas, exibida até sexta-feira em razão do Dia do Feirante, celebrado em 25 de agosto. O boletim traz ainda ação da Frente de Inibição ao Assédio na Câmara Municipal de Campinas, dentro da campanha Agosto Lilás.

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Dia 25 de agosto é comemorado o dia do feirante. A TV Câmara Campinas preparou uma série especial que mostra a rotina e os desafios de quem trabalha de madrugada para colocar as feiras nas ruas. Frente de inibição ao assédio, realiza ações na Câmara Municipal de Campinas sobre o agosto lilás. Olá, boa tarde. Semana começando. Segunda-feira, 24 de agosto de 2026. Inicia agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no 97829377 ou você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o QRcode. Começa hoje no jornal Câmara Notícia uma série de reportagens especiais até sexta-feira chamada feiras livres, entre barracas e prosas. E para começar, nós fomos até a feira do Jardim Auréliia, que acontece às quartas-feiras aqui em Campinas, para conhecer a rotina de quem trabalha nas barracas e as histórias de quem passa por lá. Antes de a rua ganhar movimento e de os primeiros clientes chegarem, o trabalho já começa para quem vive da feira. O dia começa cedo. É preciso separar as mercadorias, carregar os produtos e preparar tudo para que algumas horas depois a barraca esteja pronta para receber o consumidor. Para Fernando, esse trabalho faz parte da vida. Cada caixa tem o seu lugar. Cada produto precisa ser organizado. A montagem faz parte de uma rotina que se repete semana após semana e que exige esforço e planejamento. Bom, eu trabalho todos os dias, mas na feira eu trabalho terça, quarta, eh sexta, sábado e domingo. É, depende dos horários. Tem dia que eu levanto 2 horas, tem depende a feira, sabe? Tem feira que eu levanto 4:30, tem feira que eu levanto três, entendeu? Depende do dia. E no Ceasa eu vou de segunda e quinta. Não tem horário também, eu vou e fic demora mais do que aqui na feira até. Aí eu levanto cedo, levanto uma hora mais cedo, 1 hora, 1 hora e meia mais cedo. Aí eu carrego as coisas da geladeira, carrego as mercadorias e depois eu saio pr pra feira. Depois da preparação, vem uma das partes mais importantes, o contato com o público. Entre uma venda e outra, surgem as conversas, os cumprimentos e as relações que vão muito além da compra de o produto. É também nesse contato que o feirante constrói uma relação de confiança com os clientes. Geralmente os fregueses confiam na gente, o que a gente fala, né? Então é uma confiança, né? Eles têm uma confiança na gente, porque hoje você vê tem mercado em todo lugar, tem cada esquina tem um mercado, tem um varejão, né? Mas a é confiança, né? Venho toda toda quarta-feira. Toda quarta-feira. E o que a senhora mais gosta de comprar aqui? Banana, laranja, abacate. Aqui as frutas são muito boas. E o dono da da banca também é uma pessoa muito agradável, trata muito bem toda todas as pessoas que vêm aqui comprar, né? Então ficamos amigos até. Olha, eu venho sempre porque eh basicamente é fruta a minha alimentação. Assim aqui a fruta do irmão aqui que é especial, a banca ali da dos vegetais ali que é muito boa também. Que a f é pequena, mas é ótima. Conta pra gente o que que o senhor mais gosta de comprar aqui. Ah, eu pego pro meu irmão mamão, lima, a uva, morango e agora hoje tava pensando em pegar um caquinho. Hoje não veio caquinho, irmão. Não, aqui hoje não veio. Hoje f o caquinho. E é quando a feira começa a ganhar movimento que todo o trabalho realizado durante a madrugada aparece para o consumidor. Mas para quem está atrás da barraca, a rotina também é marcada por desafios. Desafios assim são bastante, né? É no tempo de chuva, tempo assim, sabe, enxurrado, essas coisas, é complicado, viu? Tem lugar que a enchurrada passa 1 m, entendeu? Não é fácil, não, é complicado. E os desafios é o dia a dia, né, do as mercadorias, tem que ser mercadoria boa. Então, a gente tem sempre pensando nas mercadorias melhor para ter é aquele um desafio, você escolher a mercadoria, sabe? É um desafio. Mesmo com as dificuldades, a rotina continua. Em Campinas, as feiras livres fazem parte da história da cidade há décadas. A regulamentação foi publicada em 1962, quando havia 15 feiras distribuídas pelos bairros. Aí eu comecei na feira em 85, junho de 85, com a Kombi. Eu nós fazia duas, três viagens, descarregava aqui, ia volvar outra carga e voltava, descarregava três vezes mais ou menos. Aí a minha mãe me ajudava, as minhas irmãs me ajudava na época, né? E assim, mais do que um lugar de compra e venda, a feira também é espaço de encontro, memória e afeto. Tem quem vá atrás de frutas e verduras, tem quem procure o pastel, o caldo de cana e outras comidas e tem quem apareça simplesmente para conversar. Tenho inclusive minha mãe, né, já falecida, infelizmente. Eh, eu amo minha mãe até hoje, né? E ela ela me ensinou muitas coisas assim em relação à compra na feira, como escolher uma fruta, um legume, entendeu? E hoje eu dou graças a ela porque, graças a Deus por ter a minha mãe, né? E a e por que ela me ensinou esse aprendizado de como escolher uma fruta, como escolher uma um legume, tomate, sabe? Eh, qual que é o tomate ideal para se comprar, como que é, né? quando que não deve comprar tal fruta, tal legume. E eu aprendi muito, sabe? A mãe vinha, né, quase sempre pegar batata, cebola, eh, a gente vinha comer pastel e a gente lembra de muitas senhoras também, né, que foram passando pela nossa vida, né? Hoje eu tô com 58 anos, naquela época eu tava com 10 anos. Então, e foi crescendo vendo a feira, né, toda quarta-feira. Eles não não falha, né, de jeito nenhum. Nem nem no Natal, né, irmão? Quando era Natal fazia a feira à tarde na véspera do Natal. Nunca nunca falha. Nossa, muitos anos. Feira é uma delícia. Feira é uma coisa que devia voltar sempre, porque eh tem lugar que é pequenininho, né? Eu eu era de São Caetano do Sul, São Paulo. A feira era gigante. Acho que tinha umas cinco, seis quadras. Eu tenho saudade de lá. O que que o senhor mais gosta de comprar na feira? É pastel, né? Velho, velho. Gosto de pastel. Tem o costume de vir toda semana? Toda semana. Pastel é tradição, então. A tradição é o pastel. Desde criança, desde pequenininho, o senhor tem costume de participar, de ir na feira? Tenho. Desde quando morar em São Caetano no Rute Ramos na feira, né? No fim da manhã, enquanto o movimento diminui, começa outra etapa. Desmontar as barracas, guardar o que sobrou e preparar tudo para a próxima feira. A rotina termina, mas para quem vive dela, logo chega a hora de começar tudo outra vez. Acabar a feira eu chego em casa, descarrego e carrego pro outro dia, as coisas que que não é perecível e as outras descarregam para pôr na geladeira pro outro dia. Feira para mim, eu já tô 40 anos, foi tudo na minha vida, né? Foi o começo, agora tá quase no finalzinho, n? Mas tá indo ainda. Amanhã nós vamos mostrar a feira livre do Cambuí que acontece na rua Maria Monteiro. Bom, a gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia. Agora é hora das notícias do legislativo, porque hoje é segunda-feira, portanto é dia de reunião ordinária à 45a do ano. A partir das 6 horas da tarde os vereadores vão se reunir para discutir e votar 26 projetos que estão na pauta. Então, pra gente ficar muito bem informado, olha só, site aberto é o campinas.sp.lege. lege.br. E hoje os parlamentares vão votar o projeto de lei complementar de autoria do poder executivo que autoriza Campinas a parcelar reparcelar débitos com o regime próprio de previdência social em até 300 vezes. A proposta com o prolongamento do prazo para quitação, de acordo com o texto, é a viabilidade de maior previsibilidade ao fluxo financeiro do município, sem abrir mão da preservação dos recursos destinados ao regime previdenciário dos servidores. Este parcelamento especial é autorizado pela emenda constitucional de 2025 e pode abranger contribuições previdenciárias e outros débitos do município, incluindo autarquias, fundações, além de contribuições descontadas dos segurados e beneficiários aí que eventualmente não tenham sido repassadas a este regime próprio aí de previdência social. Então, para você ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados, é só entrar aqui, ó, campinas.sp.lege. E você tem acesso aos 26 projetos que serão discutidos e votados. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque a Comissão Permanente de Cultura se reuniu pela sexta vez no ano e abordou dois temas: a semana da música e o aumento das inscrições para o FIC, o Fundo de Investimentos Culturais de Campinas. A secretária municipal de cultura, Alexandra Caprioli, na sexta reunião da comissão de cultura, abordou os impactos da semana da música, que é lei. Está no calendário oficial de eventos do município. A gente tinha em 2024 cerca de 1900 eventos. Em 25 a gente sobe para 3.200 eventos, né? Sobre o 91%. Todos esses esses citados aí estão relacionados à música. Além disso, o primeiro semestre desse ano já mostra que a gente já teve um aumento maior ainda. E como a partir deste ano é uma política permanente, a iniciativa promete dar mais espaços aos artistas da periferia. A gente pode trabalhar formação, a gente pode trabalhar mentorias, a gente pode trabalhar uma qualificação eh eh vereador que o senhor também tem um olhar paraa periferia, que é será que a a essa esse público da periferia que tem produzido músicas autorais, será que eles estão conseguindo gravar as músicas, fazer lançar em alguma plataforma? Isso é um assunto que até o que a gente tá estudando, né, de colocar um equipamento eh de podcast, que também pode ser um estúdio na periferia, isso vai ampliar a o acesso, né, a uma forma mais qualificada pros artistas. Caianasca, conselheiro de cultura, aprovou o projeto por se pensar no macro. O que eu acho mais interessante desse projeto de lei e o e o que ele fomenta no processo todo de construção das políticas culturais aqui em Campinas é um processo de pensar política cultural no seu macro, né, e na sua complementariedade. Acho que isso que é muito interessante. Eu tava conversando com a secretária na semana passada também no projeto Filma Campinas, que é um outro acerto da da secretaria e do processo com a prefeitura, falando sobre isso e falando sobre a importância da gente tá conseguindo avançar a política cultural aqui em Campinas para além do do fomento, para além desse processo de de só de de um foco eh no processo do fomento direto ou indireto mesmo, mas a gente tá conseguindo fazer processos e acho que a gente tá avançando a construção da política aqui no município para pensar numa complementariedade e eu quero mais. Outro assunto abordado foi o aumento das inscrições para o UFIC, o Fundo de Investimentos Culturais de Campinas, que registrou 896 projetos inscritos, um aumento de 25% em relação à edição de 2025. O edital destina a R 3,33 milhões deais para contemplar cerca de 90 iniciativas artísticas. Nós tivemos 896 projetos inscritos. É um aumento em relação ao último ano. Parece algo positivo, mas pela fala da Alexandra Capriola, da secretária, também dos outros membros aí da mesa, apenas 10% dos projetos são contemplados porque não tem um aumento do orçamento. Isso é um problema? Isso é preocupante, né? Então, nós temos uma uma iniciativa e um indicativo positivo, que é o quê? A nossa provocação para que mais projetos fossem apresentados, ela foi atendida por parte da comunidade. Então, a comunidade está mais participativa, porque era um grande desafio, Gabriel. poucas pessoas que têm o dom cultural, ela também consegue apresentar um documento para fazer a captação. Agora, o grande desafio é aumentar a questão do recurso. Então, nós temos algumas eh algumas eh indicativos para trabalhar. A primeira, lutar junto aqui ao projeto orçamentário da Câmara no final do ano para que a gente traga e debate e lute para isso. Segunda, recursos extras, que são emendas parlamentares, deputados federais, deputados estaduais, que tenha esse compromisso com a cidade de Campinas e também os recursos das empresas através da lei, né, do Leão solidário, que pode doar pra cultura, para assistência. Então, a gente tem que também conscientizar as empresas, principalmente aquelas que são de Campinas, que já fazem esse aporte, deixar o dinheiro aqui na cidade de Campinas. A Comissão das Pessoas com Deficiência ou Mobilidade Reduzida aqui da Câmara de Campinas realizou uma reunião para discutir a lei de cotas e os desafios da inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. O encontro reuniu especialistas, representantes do poder público e também da sociedade civil. A comissão das pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida da Câmara de Campinas realizou a sexta reunião do ano. O encontro debateu a lei de cotas e os desafios para inclusão das pessoas com deficiência no mercado de trabalho. A lei de cotas para pessoas com deficiência, lei número 803 13 de 1991, que este ano completa 35 anos, determina que empresas com mais de 100 funcionários reservem de 2 a 5% de suas vagas para trabalhadores com deficiência. No entanto, mesmo depois de tanto tempo, ainda enfrentamos uma realidade marcada pelo descumprimento e pela exclusão. Datos, dados oficiais apontam que na região metropolitana de Campinas os números são alarmantes. Entre janeiro e julho de 2026, o Ministério Público do Trabalho registrou 64 denúncias de descumprimento contra 48 no mesmo período do ano anterior. Isso representa um aumento de 33,3%. São milhares de vagas que poderiam estar sendo ocupadas por pessoas com deficiência, mas que permanecem inacessíveis devido a barreiras estruturais. Especialistas participaram da discussão, entre eles a procuradora do trabalho, Daniele Olivares Correa e a pesquisadora Guirlanda Maria, referência nacional nos estudos sobre inclusão profissional. Mas o que eu quero dizer para vocês que a lei de cotas ela mudou muito a vida das pessoas com deficiência. e que ela é essencial para que ela possa modificar mais ainda e possa chegar as pessoas que precisam de emprego. Isso que a gente faz aqui de mostrar esses dados é o mínimo. A gente precisa articular, a gente precisa conversar, a gente precisa se reunir, né, para que ter esse contato para que a gente possa mudar mudar essa história. O Ministério Público do Trabalho, ele tem um viés de interlocução social, que é esse que nós estamos trazendo aqui, que a gente conversar sobre a questão da das cotas, das leis que envolvem os direitos da das pessoas com deficiência e trazer essa interlocução social. e também o viés repressivo, não é? que através da fiscalização das empresas que descumprem a cota, eh a autuação de procedimentos investigatórios, a promoção de termos de ajuste de conduta com essas empresas e quando não há uma solução extrajudicial, aí sim ajuizar as ações civis públicas para comprir essas empresas ao cumprimento da lei. O encontro também contou com a participação de representantes do poder público do TRT 15, de empresas de recursos humanos, de organizações da sociedade civil e do vereador Carlinhos Camelô, que faz parte da comissão. Me canso de repetir. Eu falo que a Câmara Municipal de Campinas, gente, nós não precisaríamos estar aqui aprovando os leis para garantir o direito das pessoas com deficiência. Nós não precisaríamos tá aqui. Isso teria que ser direto através da prefeitura, mas infelizmente a gente tem que tá aprovando e tem que estar em cima para que as leis sejam cumpridas. A frente de inibição ao assédio, o Freia aqui da Câmara Municipal de Campinas, desenvolvido pelo Departamento de Gestão e Pessoas, instalou dezenas de placas penduradas nos corredores aqui da casa. com o objetivo de chamar a atenção para diferentes formas de violência contra a mulher. Frases curtas e diretas que incomodam. Nos corredores da Câmara Municipal de Campinas, as placas suspensas propõem um questionamento necessário sobre o preconceito e a agressão contra a mulher. A iniciativa idealizada pela Frente de inibição ao assédio desenvolvida pelo Departamento de Gestão e Pessoas faz parte da campanha Agosto Lilás e das comemorações dos 20 anos da sanção da Lei Maria da Penha. O objetivo da campanha é fazer com que as pessoas discutam sobre o tema da violência contra a mulher, que é um tema que nos é tão caro. E a gente vem percebendo o aumento dos números de violência contra a mulher. de feminicídio e até do vicaricídio, que é o o homicídio de familiares, de entes queridos dessas mulheres, com o objetivo de de puni-las, né, de atacá-las. Então, é muito importante que a gente converse sobre esse tema. O foco da campanha é a violência invisível. Exemplos como humilhação, isolamento, controle financeiro e a destruição de bens pessoais são tipos de abusos psicológicos e patrimoniais que, na maioria das vezes, abrem caminho para a violência física. A gente quis trazer alguns temas ligados à violência contra a mulher que não sejam tão mensuráveis, tão fáceis de serem observados, como é o caso da da violência física e verbal, que geralmente as pessoas identificam. eh esse tipo de violência, mas a violência patrimonial, a violência psicológica, o controle, agressão, disfarçados de ciúme, por exemplo, são tipos de violências que são mais difíceis de serem mensurados e até comprovados judicialmente. Então, a gente quis trazer um alerta e informar as pessoas e trazer o o chamar as pessoas à discussão sobre o tema. A frente de inibição ao assédio criada em 2022 desenvolve ações preventivas de conscientização e orientação, visando o enfrentamento ao assédio sexual, moral e discriminação no ambiente da Câmara Municipal de Campinas. Além do alerta, os cartazes trazem o caminho para o acolhimento. Estão estampados os telefones nacionais de denúncia do município. A gente tá numa fase em que ainda hoje precisamos convencer as pessoas sobre a importância desse tema. Ah, Guarani se complicou na Série C, viu? Foi a João Pessoa, tomou a virada. E agora vai para a última rodada na corda bamba para se classificar. Aos 42 minutos, Dudu cobrou o escanteio. A bola foi passando por todo mundo. O goleiro Luiz Daniel deu um leve desvio e aí a bola procura. João Paulo na segunda trave chutou no alto e abriu o placar. 1 a 0 Guarani. Só que no segundo tempo o Bugre voltou a pático e o Botafogo foi para cima. Após cobrança de lateral, Rodolfo cruzou e Lucas Cândido, de cabeça deixou tudo igual, 1 a 1. 4 minutos depois, Diogo Mateus cruzou e Rodolfo novamente de cabeça fez o vira 2 a 1 e teve mais. Aos 33 minutos, jogada pela direita, cruzamento rasteiro e Nenê aos 45 anos segue jogando muito e balançando as redes. Essa foi fácil, né? e definiu Botafogo da Paraíba 3 Guarani um. Mais uma partida ruim tecnicamente no primeiro tempo. Até saiu em vantagem, mas depois foi apático, não entendeu a importância da partida, foi derrotado e agora está na sétima colocação. Mesma pontuação do Floresta, que é o 12º colocado. O Caxias que tá em 14º, está a três do Bugre, também com chances de se classificar. Então Guarani vai ter que ganhar do Brusque nesta última rodada, no sábado, 5 horas da tarde, aqui em Campinas, no Brinco de Ouro. E com a derrota, o técnico Hélio Suzando foi demitido. A diretoria está no mercado à procura de um novo treinador. A gente vai informando aqui no jornal Câmara Notícia. E ontem a Ponte Preta segue no Calvário, envergonhando o seu torcedor rodada após rodada. recebeu o Havaí no Moisés Lucarelli e perdeu mais um. As emoções ficaram para o segundo tempo e somente do lado azul, com 24 segundos, Jean Lucas fez o chutamento. Meio chute, meio cruzamento e encobriu o goleiro Vinícius. Que fase, placar aberto, 1 a 0 Avaí. E a equipe de Florianópolis ampliou aos 45 minutos. O Éerson recebeu na esquerda, invadiu a área, cortou a marcação e mandou cruzado para o fundo das redes. Então, no Moisés Lucarelli, Ponte Preta 0, Havaí 2. Agora são 18 jogos consecutivos sem saber o que é vitória. Rebaixamento deve acontecer em breve. Reflexo de uma diretoria perdida, sem saber o que fazer. devendo muitos meses de salários aos atletas e funcionários do clube. Dentro de campo, a ponte volta no domingo, 5 horas da tarde, contra o América Mineiro, lá em Belo Horizonte. Você que está nos acompanhando, já ouviu falar que existe um dia certo para fazer compras no mercado? Ah, algumas redes criam dias de promoção para determinados produtos. Mas será que isso realmente significa economia? No quadro de hoje, nós vamos descobrir como aproveitar as ofertas sem cair em armadilhas. Então, a partir de agora, você fica com Na Ponta do Lápis. Olá, começa agora mais um na ponta do lápis. E olha só, será que existe o dia certo para fazer compras no supermercado? Entre produtos e promoções que mudam todos os dias, o cliente precisa estar atento para o que realmente vale a pena e como economizar. E é isso que a gente vai discutir hoje no Na Ponta do Lápis. Eu estou aqui com ele que é professor dos cursos de negócios do Centro Universitário da Unimetrocamp, Fernando Razira. Fernando, seja muito bem-vindo para mais um na Ponta do Lápis. Obrigado, Felipe. É um prazer estar aqui com vocês hoje e vou me colocar à disposição para qualquer demanda que vocês precisarem e tá respondendo hoje, puder ajudar na no desenvolvimento da atividade e na economia familiar, né, que é o assunto da pauta, né? Exatamente, Fernando. E para começar, eu queria que você explicasse para mim e pro pessoal que está nos acompanhando em casa, se realmente existe o dia certo para fazer compras no supermercado. Na verdade, não existe, Felipe, um dia certo para fazer compras no supermercado. O que existe é que as grandes redes, elas já têm uma programação específica para atender a demanda. Isso é quando passa o fim de semana, que é um período de alta demanda, né? Eles se programam para fazer a reposição dos estoques. E essa reposição normalmente se dá entre terça e quarta-feira, que são os dias que entram em promoção os produtos produtos que são mais perecíveis, né, que são frut, né, as carnes. Então são, é um período que a demanda acaba caindo na terça na quarta-feira, no meio da semana, que eles recebem uma alta reposição e para fomentar esse volume, essa atividade e rotatividade dos estoques, esses produtos acabam entrando em promoção nesses dias, no meio da semana. E com isso as famílias elas conseguem ter aí uma economia na compra desses produtos de até 50%, algumas pesquisas divulgam. Isso daí traz no fim do mês uma variação bastante grande, né, para aquelas pessoas que são assalariadas e que conseguem aí tá controlando aí e o fluxo financeiro durante esse período, tá certo? Aproveitando então o gancho da sua resposta, muitas vezes a gente vê terça da da verdura, quarta do açogue. Então realmente como você citou essa questão da reposição, além dos produtos estarem mais frescos, então as famílias realmente conseguem aproveitar quando tem essa terça da verdura ou é uma jogada de marketing? Não, não. Realmente existe a terça da verdura e a quarta da verdura, né? Mesmo pelo fato dessa reposição dos estoques, né? que os produtos chegam na na loja mais fresco, as pessoas têm uma disponibilidade de escolha melhor, né, e elas conseguem fazer essa economia, porque existe realmente essa esses descontos que nesse nesse período para que haja rotatividade do produto e ele não fique parado correndo o risco de depreciar ou até mesmo de grandes percas da loja que tá comercializando. E como a gente comentou ao longo da primeira e da segunda pergunta, são dias específicos para cada setor do supermercado. Então, a terça da verdura, a quarta do açog. Então, esses dias específicos para fazer a compra, vale a pena eu ir e realizar a compra do mês ou ao longo das semanas eu ir fazendo as compras, a compra que dura ao longo da semana, igual nós colocamos, né? São compras, são promoções setoriais, né? A reposição setorial dos departamentos de fruit costumam ser entre terça e quarta-feira, o que ocorre nesse período aí de promoção. Outros setores, por exemplo, produtos de prateleira, como arroz, óleo, produtos de higiene, não existe uma regra específica. Então, vale a pena as famílias elas terem um preço padrão, né, o qual elas estão acostumadas a pagar na formação de suas das suas cestas de compra. e tá vendo essa volatilidade e comprar no melhor momento, porque esses produtos, além de não serem perecíveis, eles têm uma durabilidade maior em estoque. Isso faz com que as redes não eh se forcem a ter uma rotatividade tão grande quanto a esses produtos que demandam aí uma saída de maior volume, com maior frequência. E quando a gente tá falando de promoção, a gente sabe que quando a gente vê aquele anúncio da desses tipos de dias, a gente já fica ansioso e já quer ir logo do primeiro mercado que a gente vê ou a primeira propaganda que a gente vê, a gente já quer entrar no mercado. Vale a pena eu realizar uma pesquisa, eu ver outras redes de supermercado ou até mesmo as bancas de fruit que tem nos bairros, os açoks dos bairros. Vale a pena realizar essa pesquisa? eu realmente consigo economizar ou vale a pena seguir as propagandas dos supermercados? Sim, vale sim, Felipe. Principalmente quando a gente tem mais de uma rede de supermercados em um mesmo bairro, por exemplo, em um espaço não tão grande de distância, né? Às vezes eles eh têm essa oferta e disputam até mesmo entre si para captar esse cliente que mora ali naquela região. Então vale sim a pena a gente tá fazendo uma pesquisa entre lojas, né, entre supermercados distintos para ver qual que você consegue um melhor preço na no mesmo no dia de oferta. Então, a gente falando da região metropolitana de Campinas, nós estamos falando da cidade de Campinas, então vale a pena que a gente tenha uma gama muito grande de rede de hipermercados e de supermercados. Então, vale a pena realmente realizar, digamos assim, uma via sacra entre os supermercados, pegar o carro, passar de um pro outro para saber se o preço está compensando. Sim, vale a pena. Tem que tomar cuidado também para não perder tempo, né, e gasolina, né, nesse trânsito, né, porque às vezes você fica nessa pesquisa e volta pro primeiro supermercado. Então, quando você já tem uma ideia da prática de preços de determinado estabelecimento, você ele já sabe qual que vai ser a propensão futura da prática de um uma oferta de repente. Mas quando você tem é redes distintas de supermercado em em distâncias pequenas, aí vale sim fazer essa esse monitoramento. Aproveitando um pouco o gancho dessa sua resposta, você falou da questão da gasolina, que às vezes pode ser um erro a gente fazer isso, pular de um mercado pro outro, que a gente acaba gastando um dinheiro com uma gasolina que poderia estar sendo usado na compra do supermercado. Aproveitando esse gancho, quais são os erros mais comuns que as pessoas podem cometer nesse tipo de situação? É começar a fazer muitas pesquisas, né, e até em redes de supermercados mais distantes para de repente voltar para aquela que é mais próxima da sua residência. Então, quando você tem a oportunidade de est presente nas lojas mais distantes e ter uma ideia do preço padrão que foi praticado, você consegue ter ali uma média de preços ali para tomar uma decisão melhor. Professor, em contrapartida, quanto esses alimentos do Ort Fru, do açog estão em promoção, outros setores do supermercado pode apresentar aumento no preço em contrapartida, levando em consideração que esses produtos em promoções geralmente eles são setoriais. Existe sim uma variação de preços entre setores, né? Porque quando você coloca um um produto em promoção, às vezes outro acaba saindo com preço mais elevado. Então essa pesquisa assim, aquele conforme nós falamos os produtos de parateleira, ele vale a pena ser pesquisado e não comprar no impulso por conta de um dia de promoção em um determinado departamento. E qual a importância quando eu tô no supermercado de comparar preço, por exemplo, por litro, por quilo, por gramas? Isso realmente pode mudar o valor final da minha compra? Sim, pode sim. Por exemplo, tem alguns produtos que você compra por litro, por preso e às vezes a o tamanho do produto nos engana, né? Às vezes a muito até eu trago como exemplo aqui as barras de chocolate, né? Às vezes você pega uma barra de chocolate com um determinado preço, né? E você consegue pegar, comparar com outras barras do mesmo tamanho, mas com pesos diferentes. Aparentemente nos engana visualmente, né? E daí você consegue ter essa economia na quantidade de e no volume de produto. E a gente tá falando até aqui, até esse ponto da nossa entrevista, a gente tá falando de dias da semana, que é muito comum, repete-se toda semana. E agora quando se diz respeito a horário e a período do mês, tem algum desses específicos para eu conseguir economizar mais na compra? Sim, normalmente quando as pessoas chegam próximo do dia útil, né, que ela, a maioria das pessoas que trabalham no regime de CLT, elas costumam receber os seus salários e com isso tem a propensão de est indo ao supermercado e fazer uma compra de maior volume. ao passar do período, no decorrer do mês, esse essa demanda vai caindo e os horários também, Felipe, a gente consegue nos programar para ter uma maior opção de escolha em momentos que o a loja não esteje tão cheia de pessoas, né? E você consiga tá tendo essa mobilidade para escolher o melhor produto com maior qualidade e maior eh estando mais fresco, né, nas questões questões de frut. E agora falando um pouco de estação, às vezes eu tenho uma fruta, uma verdura ou até mesmo um tipo de carne muito específico que eu gosto bastante, mas querendo ou não, no período do ano não é o melhor para eu estar realizando aquela compra, ou seja, o produto pode ser mais difícil de achar, então ele pode ficar até mais caro. Vale a pena então também eu levar em consideração a estação do ano para realizar as compras supermercado, fazer uma pesquisa e ver qual fruta, qual legume é mais fácil de achar, isso realmente impacta o valor da minha compra final ou é só algo que fica no no falatório? Não, se impacta realmente isso daí eh quando a gente coloca, né, na estação do ano, né, eh tá diretamente relacionado à lei da oferta e da demanda, né? Então, quanto mais oferta você tem, eh, e não tem tanta demanda, a, o preço desses produtos tende a cair. E quanto menos oferta você tem e maior a demanda, o preço desses produtos eh tendem a subir, porque você vai ter um volume muito alto de pessoas querendo comprar e pouco produto no mercado. Com isso, o preço desse produto, ele tende a subir. E o e o efeito acontece ao contrário também. Quando você tem muita oferta e pouca demanda, o preço desse produto com tende a reduzir. E agora, para finalizar a nossa entrevista, pra população que está nos acompanhando em casa, fazer uma lista de compras, mesmo que seja compras do dia ou da semana, como a gente estava comentando, ah, vou fazer uma compra específica de art, uma compra específica de de fazer uma lista de compras realmente ajuda a economizar. Sim, porque você já vai no estabelecimento comercial programado com aquilo que você realmente precisa para repor o seu estoque, o seu consumo familiar, né? E daí acaba não comprando produtos excessivos e aquilo que sai fora da lista, uma coisa ou outra, que é eh a margem de sobra, né, que é aquilo que você consegue colocar mais numa lista essencial pra sobrevivência familiar ali, que é dos produtos que fazem parte da cesta familiar, tá certo? A outra dica também é não ir com fome. Não ir com fome, né? Muito perto do horário do almoço, nem no horário da janta. É porque quando você tá com fome, tende a comprar mais, mesmo não querendo, né? Daí é aquela famosa compra com os olhos, né? Entendi. Tá certo. Então, Fernando, muito obrigado e obrigado por nos receber aqui para mais um na ponta do lápis. Eu que agradeço, Felipe, a oportunidade de estar aqui com vocês. Me coloco à disposição. Caso vocês precisem outras demandas, surjam algumas dúvidas, pode contar conosco. Tá certo? Muito obrigado. Na ponta do lápis de hoje, você descobriu então como o dia da semana pode impactar o valor final da sua compra no supermercado. Na ponta do lápis de hoje vai ficando por aqui, mas eu volto semana que vem. Até mais. Semana começou com temperaturas mais baixas em relação à última semana. Amanhã nebulosidade toma conta, então teremos um dia nublado e com isso a temperatura não sobe. Olha só, terça-feira de mínima de 15º. ao longo do dia até sobe, mas não passa dos 25º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Lembrando que hoje é segunda-feira, a partir das 6 horas da tarde, tem a 45ª reunião ordinária e eu volto amanhã na terça-feira contando tudo para você. Até lá. Ciao. Ciao. M.
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