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O encontro reuniu especialistas e representantes do poder público para debater sustentabilidade, adaptação climática e políticas ambientais para Campinas. A proposta foi aproximar da realidade do município os debates da COP 30, discutindo os impactos das mudanças climáticas e os desafios enfrentados pelas cidades. Participaram da reunião representantes da Secretaria do Clima de Campinas, pesquisadores da Unicamp e especialistas em meio ambiente. É importante a Unicamp ter participado da COP 30 e estar aqui hoje presencialmente relatando qual foi o resultado dessa visita à COP 30, da Secretaria do Crime e Meio Ambiente também que esteve esteve lá e da ANAMA através da André Estojo. Eh, o aquecimento global, os problemas climáticos cube acontecem na cidade, é gerado na cidade, o lixo gerado na cidade, o transporte gerado na cidade, as poluição gerada na cidade e, portanto, as soluções têm que acontecer nas cidades, né? daí a importância da Câmara Municipal que representa a cidade debatendo esse assunto, trazendo autoridades onde podem possam criar políticas públicas para combater o o problema climático e a universidade junto, porque a universidade estuda o assunto. Entre os temas abordados estiveram a adaptação climática urbana, políticas públicas alinhadas e agendas globais, justiça climática e impactos em populações vulneráveis. Também foram debatidos educação ambiental, engajamento social, financiamento climático municipal e o papel das mulheres no clima e biodiversidade. O vereador Wagner Romão, membro da comissão, destacou a necessidade de avançar em soluções para o manejo de resíduos nos municípios com ações que possam contribuir para a redução dos impactos ambientais. A gente tem uma preocupação realmente muito grande com relação a isso. A gente entende que Campinas pode ousar muito mais, que talvez uma parcela daquilo que hoje é investido no aterro sanitário em Paulíia, se fosse revertida para cooperativas de catadores e catadoras, eh processos de reciclagem que que possam ser realmente ligados à aquilo que o vereador EABICO sempre chama atenção, que é a questão da educação ambiental, né? como separar os resíduos. A gente entende que a que Campinas poderia avançar muito mais em termos dessa política, né, que tá muito espalhada na prefeitura, né, tem acho que três secretarias pelo menos que lidam com o tema. Então eu queria fazer um pouco desse dessa parte nossa aqui, né, vereador, de eh encaminhar problemas esperando soluções. O diretor de sustentabilidade da Unicamp ressaltou a importância das universidades na produção de pesquisas e no apoio à construção de políticas públicas voltadas às questões climáticas. Porém, a gente acha, né, a gente tem construído um entendimento aí numa série de de debates que o papel que a ciência e em particular as instituições de ciência e tecnologia t um papel diminuto na política de implementação e nos desdobramentos territoriais e locais dessas dessas políticas, né? Então, a gente tem trabalhado muito muito decisivamente, né, no âmbito da Unicamp. e em articulação com outras nesses em outras universidades, a construção de uma agenda de que as universidades elas são importantes não apenas na leitura da natureza das mudanças climáticas e seus fenômenos, mas também como agentes principais da ação climática nas políticas de implementação, nos planos de mitigação e nos planos de adaptação, né? Então, a Unicamp ela tem batido bastante nessa tecla de que nós temos um papel importante através do ensino da pesquisa em extensão em territorializar soluções, em produzir inovações e promover ações de territorialização dessa política de implementação das ações climáticas. Luís Abico salienta que, embora os debates sobre o clima aconteçam em âmbito internacional, é nas cidades que os impactos são sentidos diretamente pela população. É um tema diário, necessário, passa pela educação ambiental e como eu digo para você, e é a cidade que tem que resolver o problema. Não é o estado, nem o país, é a cidade. Cada cidade tem seu dever, tem sua lição de casa na geração do do lixo, na reciclagem do lixo, na no no transporte menos poluente, na no plantil de árvores, né? Enfim, a educação ambiental acontece na cidade, portanto a Câmara Municipal tem que debater esse assunto e quanto mais for debatido, mais é replicado esse tema dentro da cidade.