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Sob o comando do vereador Paulo Hadad, presidente da Comissão Permanente de Política Social e Saúde, a 19ª audiência pública discutiu a prestação de contas do Sistema Único de Saúde de Campinas. Durante o encontro, a gestão municipal apresentou o relatório detalhado do quadrimestre anterior referente aos primeiros 4 meses de 2026. Nós vamos iniciar a apresentação do primeiro relatório quadrimestral de 2026. Eh, importante um esclarecimento que este relatório agora ele vai, ele já inicia um pouquinho diferente dos demais que nós fizemos até o presente momento, uma vez que nós estamos trabalhando com a nova programação anual de saúde, advinda do novo PPA, que é referente ao período de 2026 a 2029. Participaram da audiência Henrique Moreira, diretor financeiro da rede municipal Mário Gate, Dr. Edson Soares Bezerra, presidente em exercício da rede, o secretário municipal de saúde Lair Zambon, Érica Guimarães, diretora de gestão e desenvolvimento organizacional da Secretaria de Saúde e Aldo Antônio de Oliveira, diretor executivo do Fundo Municipal de Saúde. Entre os dados apresentados, o município registrou queda na natalidade e apontou as doenças do aparelho circulatório como a principal causa de morte na cidade. O que a gente pode observar enquanto panorama geral é que o município apresenta um perfil demográfico com transição avançada, caracterizado por redução da natalidade, envelhecimento populacional, com maior concentração em faixas etárias economicamente ativas. Observa-se redução progressiva dos nascidos vivos, refletindo mudanças estruturais no padrão reprodutivo e impacto futuro na organização da rede de atenção. Eh, morb mortalidade registra-se como principais causas às doenças do aparelho circulatório, condições relacionadas à gestação e eh e doenças digestivas. O perfil de mortalidade permanece compatível com predominância de doenças crônicas não transmissíveis. Houve a redução da taxa de mortalidade infantil, indicador sensível da qualidade da atenção materna infantil e ressalta-se o zeramento da mortalidade materna no período, evidenciando a efetividade das ações assistenciais e de vigilância. A reunião também contou com a presença dos vereadores Wagner Romão, Paola Miguel, Guida Calisto e Nick Schneider. a questão da tabela SUS paulista, que foi anunciado recentemente, que algo que nos parece tão óbvio vai acontecer nos próximos meses. E eu queria saber exatamente com relação ao prazo, que é a tabela sul ser aplicada no Hospital Ouro Verde e no Mário Gate, né? Um anúncio do governo do estado, não só para esses dois hospitais, mas para outros da região metropolitana de Campinas. E algo que nos parecia óbvio, todas as reuniões da da saúde nós tratávamos e e discutíamos sobre a necessidade disso. Da Bela Susa, ela foi feita há uns, sei lá, uns se meses, um anúncio que tava vindo e não veio. A semana passada teve um outro anúncio que tá, a gente não tem nenhuma resposta, só foi feito, foi falado. Estamos esperando ansiosamente porque estamos precisando do dinheiro do estado. Lembrar um pouco o que o Reinaldo falou. nós tivemos uma diminuição de 2.9% da do dinheiro vinculado, ou seja, que vem do Ministério em 2.9, 15% do Estado em relação a aos nossos dinheiros vinculado, que é aquele de Mas que o dinheiro do estado é a proporção é muito menor, então o volume do governo federal proporcionalmente número absoluto é muito maior. Mas nós estamos, nós também não sabemos. Outro ponto destacado foi a importância das emendas parlamentares para o orçamento da Secretaria Municipal de Saúde e principalmente da Rede Mariugate. Esse ano eh dois equipamentos, um pro Mario Gate e outro pro Ouro Verde, com tecnologia para diagnóstico e tratamento de câncer de bexiga. E eu vi que muitos vereadores destinaram valores eh quase que a metade, né, aquilo que eh faculta as emendas pra rede Mario Gate. Haja vista que a execução desses dessas emendas, elas têm sido realizadas num curto espaço de tempo e o dinheiro a esse aporte que nós vereadores estamos destinando, ele está sendo executado. Além disso, um dos desafios apresentados é a alta demanda espontânea nas unidades de saúde, que supera o número de atendimentos planejados, refletindo na superlotação dos serviços, nós temos uma realidade de mais de 200.000 vidas. Isso impacta o sistema de saúde. Muito do que tá acontecendo hoje, muito do que se atende hoje é reflexo da pandemia, doenças que ficaram aí, né, por um tempo sendo represadas. cirurgias que são foram represadas. Então, hoje o paciente recorre ao hospital com quadros de dor, quadros agudos, urgência, emergência. Isso impacta sobre maneira a nossa rede pública. E também lembrar, Campinas não atende só o morador de Campinas, né? Atende toda a região metropolitana. 20 a 25% são moradores de outras regiões.