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O debate sobre os desafios para a ampliação da coleta sustentável por meio dos ecopontos em Campinas marcou a abertura da semana do meio ambiente na Câmara Municipal durante a primeira parte da 33ª reunião ordinária. A reunião contou com a presença do vice-presidente do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Campinas, José Antônio de Oliveira, do militante ambiental e representante do coletivo Todos pelo ecopont do Jardim Bassoli, Antônio Xavier da Silva e de Helena White, pedagoga e representante do coletivo Cuidadores da área de preservação ambiental Jardim Miriam. Os convidados abordaram os desafios do descarte de inservíveis na cidade, especialmente na região do Jardim Bassoli. Uma cidade de mais de 1 milhão habitantes, como o vereador tava dizendo, existe 16 eos, né? Quer dizer, muito pouco. E essa é uma questão que leva a população a fazer descarte, né? Por exemplo, esse daí lá do Oziel, né? Inclusive, se você colocar no ex o endereço do ecoponto do Parque Oziel, leva aí e aí não é o ecoponto, aí é um lugar onde a população descarta. Uhum. Né? E justamente por causa da distância e de toda a dificuldade de chegar ao ecoponto. A gente morador do Bassole não só precisamos só de um ecoponto, né? Precisamos também de uma educação ambiental. Por quê? Eh, hoje eh é limpo a área que tá suja, mas na mesão da hora que limpa, aqueles moradores vão lá e descartam novamente aquele, né, rejeito, né, na nas calçadas. Até a mesma cooperativa já foi alvo de descarte ilegal. presidente da Frente Parlamentar pelo Meio Ambiente e Enfrentamento às Mudanças Climáticas e da Comissão Especial de Estudos sobre a gestão de resíduos sólidos. O vereador Wagner Romão afirma que o número de ecopontos em Campinas é insuficiente para atender a demanda da cidade. Tá começando a semana do meio ambiente, né, nessa segunda-feira. O dia do meio ambiente mundialmente é no dia 5 de junho, sexta-feira. E no hoje nós fizemos uma discussão a respeito dos ecopontos, da necessidade dos ecopontos na cidade de Campinas. Hoje nós só temos 16 eontos, uma cidade gigantesca. As pessoas sentem muita falta de um lugar para poder depositar os seus imóveis, para os seus imóveis já velhos, para depositar material de construção, resto de podas de árvore, de vegetais, enfim. E o ecoponto fica longe da casa das pessoas, né? então eh acabam sendo despejados de maneira inadequada em córregos e assim por diante. Então nós entendemos que é muito importante valorizar os ecopontos, equipar os ecopontos, de preferência conectar os ecopontos às cooperativas de catadoras e catadores de materiais recicláveis. Ah, estima-se que Campinas deve ter pelo menos 60 eontos, né? comporta em termos de cidade pela sua população. Segundo o parlamentar, a falta de ecopontos suficientes em Campinas favorece o descarte irregular de resíduos em vários pontos da cidade. Dados prefeitura apontam mais de 100 locais já mapeados, onde o lixo polui e degrada o solo, os córregos e o meio ambiente. Há uma coisa muito complicada na cidade, tanto com relação aos ecopontos como com relação às cooperativas de catadores, que as regiões da cidade, as mais ricas, que produzem mais resíduo sólido, que produzem mais lixo, que pode ser aproveitado eh paraa e reciclagem, elas estão distantes das dessas regiões de produção, né? há uma um preconceito, há um racismo ambiental aí também, eh, de maneira que as regiões eh mais periféricas acabam tendo mais ecopontos, né? Então nós precisamos inverter essa lógica e fazer com que a gente possa ter esses equipamentos nas regiões que mais precisam, que mais produzem, pra gente facilitar e estimular as pessoas a fazer o descarte correto do resíduo sólido que tem na sua residência, eh, dos desses móveis velhos, restos de material de construção, enfim, para que a cidade fique muito mais limpa, segura e ambientalmente sustentável. M.