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Câmara de Campinas é um dos pontos de arrecadação da campanha do agasalho. 15ª e 16ª audiências públicas da Comissão de Constituição e Legalidade discutiu sobre projetos de lei que alteram cargos públicos de Campinas. Nova lei em Campinas obriga postos de combustíveis a exibirem nos painéis o preço real. cobrado nas bombas. Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 13 de maio de 2026. Começa agora o jornal Câmera Notícia ao vivo meio-dia, mais 2 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem. Vamos conversar pelo número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem no seu celular, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Cine Infância leva sessão de cinema e atividades à escola Júlio de Mesquita Filho no Jardim São Vicente aqui em Campinas. O projeto incentiva o acesso dos estudantes à cultura com exibição de filme, tem bate-papo e atividades artístico-culturais. Olhares atentos e todo mundo prestando muita atenção. Teve cinema na escola Júlio de Mesquita Filho, no Jardim Vicente em Campinas, graças ao Cine Infância, que é um projeto realizado com patrocínio da Prefeitura de Campinas. As atividades estão sempre vinculadas à temática do filme e também concordância com o público que a gente vai atender. Então, no caso, né, de hoje, a atividade era numa escola bilíngue. Então, a gente pensou em uma atividade que contemplasse tanto ouvintes quanto não ouvintes. Então, a atividade olha tanto o desenvolvimento relacionado ao filme quanto aquilo que a gente objetiva em relação à temática do filme, né? No caso aqui foi uma experiência do som, eh, mesmo para quem não ouve, né, a partir da vibração. Então, uma experiência de percussão corporal, utilizando o corpo inteiro, que é um instrumento que todo mundo carrega. A idealização do Cine Infância é da Fernanda, produtora responsável pelas sessões do projeto. O Cine Infância é um projeto de cineclube nas escolas e nós percorremos as escolas públicas na região metropolitana de Campinas e nós levamos sempre um filme brasileiro, curtam metragem que traga alguma temática, que a gente consiga desenvolver um bate-papo e que depois a gente realize uma atividade com as crianças relacionadas ao filme. Toda a sessão do Cine Infância envolve, além da exibição do filme, é claro, um momento de bate-papo e realização de atividades artístico-culturais com os estudantes. A gente tem percorrido oito escolas aqui em Campinas. Hoje é a nossa última sessão e fechamos com chave de ouro aqui nessa escola Bilíngue para Surdos. Foi bem legal, foi bem especial essa sessão aqui hoje. Como funciona? Como os filmes são escolhidos? Eh, eu faço a curadoria dos filmes pensando sempre na temática, na classificação indicativa livre, sempre livre, né? Eh, e questões de acessibilidade, se o filme trem essas questões de acessibilidade para que seja acessível para todos os públicos. Então, a gente sempre pensa filmes brasileiros, filmes que abordem eh questões sociais ou questões relevantes que tragam alguma algum questionamento ou questões relacionadas a bullying, ao racismo, para que a gente traga essa reflexão para as crianças e trabalhe isso tanto na conversa com eles quanto na atividade que a gente realiza após o filme. Bom, e claro, tudo isso tem uma explicação, tem uma justificativa, porque o cinema infantil nas escolas pode sim ser utilizado como um recurso lúdico, visando, claro, um aprendizado mais interessante e criativo também. Qual a importância pra escola receber um projeto como esse? Pra escola, na verdade, tem uma grande importância, principalmente a questão do cinema, da cultura, da acessibilidade, né? Nós somos uma escola polo bilíngue, né? Então assim, a única do município que tá estruturada nesse formato e já ter uma atividade cultural voltada ao público surdo é de grande importância para nós. O acesso dos alunos à cultura é valorizado por todos na escola. Quando a gente faz isso na escola, a gente garante que eles tenham esse acesso. Então eles ficaram bem envolvidos, bem empolgados. Eles gostam bastante desse tipo de ação e eu acho que foi bem positivo. Colabora inclusive com o aprendizado das crianças de uma forma interessante, criativa? Com certeza, porque isso ajuda as crianças a pensar a respeito das coisas que eles vivenciam muitas vezes. E o filme que foi escolhido mostrou bastante da do dia a dia das crianças aqui da escola. E olha só, o Conselho Universitário da Unicamp aprovou a criação de cinco novos cursos: Relações Internacionais, Inteligência Artificial e Ciência de Dados vão ser oferecidos a partir de 2027. E os cursos de história noturno e licenciatura em letras em inglês tem início previsto para o ano de 2028. As propostas de criação da Faculdade de Direito e do Curso de Direito foram retiradas de pauta e vão ser discutidas ao longo dos próximos meses. Atualmente, a universidade oferece 65 cursos na graduação. Bom, vamos com as notícias do legislativo agora, porque ontem a comissão de constituição e legalidade, presidida pelo vereador Oto Alejandro realizou duas audiências públicas para discutir projetos de lei complementar de autoria do executivo que tratam de mudanças em cargos públicos, planos de carreira e regras funcionais da administração municipal. A 15ª audiência pública da Comissão de Constituição e Legalidade debateu o projeto de lei complementar número 26 de 2026, que prevê a transformação de cargos efetivos de especialista em meio ambiente em cargos de especialista em meio ambiente e geologia, equiparando a categoria a profissão de engenheiro. participou do encontro a diretora de gestão de pessoas da Secretaria de Gestão e Desenvolvimento de Pessoas, Karina Locatelli, que explicou os detalhes da proposta. Quero dizer para vocês que esse projeto hoje ele veio para regularizar uma legislação do governo federal. A a lei do governo federal é a 15.026 026 de novembro de 2024, aonde ela equipara os diplomados em geologia e engenharia geologia eh aos ao grupo de engenheiro, a profissão de engenheiros. Vereador, a o governo federal, a Constituição Federal, no artigo 22, ela estabelece que quem regulamenta sobre as profissões é o governo federal e cabe a aos municípios e aos estados se adequarem a essa legislação. Então esse essa proposta hoje veio para poder equiparar aí essa atender a essa legislação federal. Eh, importante a gente sempre frisar em todos os projetos que a gente vem defender nessa casa, que ele não implica em um aumento significativo, que a gente tá falando apenas de duas pessoas hoje. São apenas dentro do município de Campinas, isso são apenas dois servidores. Então isso não impacta significativamente, porque essa é uma preocupação do prefeito, é uma preocupação da sociedade, todos os impactos aí, qualquer alteração da legislação, que isso pode impactar eh em despesas pro município. Já a 16ª audiência pública discutiu o PLC número 35 de 2026, que altera o plano de cargos, carreiras e vencimentos da autarquia CETEC, serviços técnicos gerais. O texto propõe mudanças nas regras de progressão funcional, na jornada de trabalho, nos critérios de avaliação e nas funções de confiança dos servidores do setor. participar do encontro o presidente da Câmara, vereador Luiz Rossini, e os parlamentares Luiz Cirilo, Fernanda Solto e Edson Ribeiro, além do presidente da CETEC, que apresentou os principais pontos do projeto e esclareceu as dúvidas dos participantes. Às vezes o a parte administrativa, ela tem mais facilidade. aqueles que têm grau superior, que tem um grau, tem muito mais facilidade de fazer essa progressão. E aí a gente eh aqueles que são de fato operacionais, eles ficavam prejudicados. Então, tínhamos situações de que a reclamação mais eh recorrente, Rossine, era no sentido, olha, eu tô há muitos anos e a progressão é só para inglês ver, é só pros outros, pra gente não é. Então, a gente se deparou com isso e falou: "Ó, bem, vamos tentar mudar essa lógica e simplificar todo esse processo de progressão, né? Então, e tinha uma grande um grande problema que eh a questão era assim, tinham grupos, então eh progredia até 25% de servidores e você tinha um grupo X que tinha, esse grupo tinha 10 servidores. Então esse grupo X que tinha 10 servidores, quase toda toda avaliação eles progrediam. E você tinha um grande grupo que é o grupo operacional que tinha uma quantidade enorme de de trabalhadores, tinha 100 trabalhadores. Então, eh, você, esse grande grupo nunca conseguia progredir. Então, com base nisso, a gente eh começou a trabalhar. Entre os principais pontos da proposta está a definição da progressão funcional vinculada ao crescimento da receita própria da CETEC. Segundo o presidente da Câmara, a medida pode representar um desafio e exigir que a autarquia busque novas fontes de arrecadação. As fontes próprias de receita da CTEC são eh fiscalização do uso do solo público, né, o serviço funerário, a taxa de fiscalização e propaganda, é isso, publicidade, isso, isso. E outros preços públicos. Sim. Agora vou vou falar assim, nós temos um desafio, acho que para enfrentar. Politicamente não é fácil, mas eu acho um absurdo aquele cidadão, e normalmente são os que têm dinheiro, que tem um jazigo na CTEC, não pagar uma taxa de manutenção. Eu sei que no passado houve uma tentativa e a imprensa falou: "Ah, tá querendo cobrar IPTU dos mortos". Lembra? Aí foi abandonada a ideia. Mas eu acho que a gente tem que fazer com transparência uma discussão com a sociedade, né? Eu tô disposto aí a certamente os vereadores a gente enfrentar isso e talvez isso seja uma forma também de garantir um crescimento da receita futura da CETEC, né? garantir que esse plano continue. O presidente da comissão também explicou quais serão os próximos passos até que o projeto possa ser votado pelos vereadores. O próximo passo vai para para essa parte da legalidade e depois passa pelas comissões. Depois vai ter a oportunidade dos outros vereadores, até mesmo eu também, apresentar emendas que acrescentem o projeto, que melhorem o projeto, né? Já foi falado aqui, assumido o compromisso com com todos aqui, com todos nós os vereadores, com os funcionários, que até dezembro volta o novo projeto encaminhado pelo executivo, pela CETEC, eh para poder com eh incluir os agentes de fiscalização e também os administrativos. Mei-dia, mais 13 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A 28ª do ano, a partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar 16 projetos que estão na pauta. E para você que está nos acompanhando ficar muito bem informado, saber quais são estes projetos, olha só, site da Camara, campinas.lege. Já tem a reportagem aqui, ó, com a chamada, o destaque para dois projetos de lei. Um é a gratificação defesa civil. Essa gratificação está prevista num projeto de lei complementar de número dois. Vai ser votado em segundo turno. É destinada exclusivamente aos servidores ocupantes do cargo de agente de defesa civil e aqueles que atuam diretamente em atividades finalísticas consideradas críticas. O valor corresponde a 35% do padrão inicial de vencimento de acordo com cada grupo. A proposta reconhece o trabalho desenvolvido por esses profissionais em ações de prevenção, mitigação, monitoramento, emissão de alertas, resposta e recuperação em situações de emergência e desastres, reforçando a importância estratégica do Departamento de Defesa Civil para Segurança da População. E um outro projeto de lei complementar que vai ser discutido, mas esse em primeira análise, ele propõe alterações numa Lei Complementar de 2025, aquela que regulamenta o estudo de impacto de vizinhança aqui em Campinas. De acordo com o poder executivo, a proposta busca aperfeiçoar a legislação vigente, deixando mais explícitas as situações em que o estudo vai ser exigido, especialmente em casos de obras novas, ampliações ou regularizações que envolvam criação ou aumento de unidades habitacionais em edificações de uso misto. Quero ficar muito bem informado, saber todos os projetos que serão discutidos e votados. É só entrar aí campinas.lege. O site está aqui embaixo da sua tela. A gente segue aqui com as notícias do legislativo, porque vereadora Guida Calisto promove debate público sobre as instituições de pesquisa do estado de São Paulo. A Câmara Municipal de Campinas realizou um debate público com pesquisadores do estado de São Paulo. A iniciativa foi da vereadora Guira Calisto. O que me chamou mais atenção é esse projeto que tem no estado de São Paulo de tentativa de desmontar as nossas instituições, as nossas universidades, que são espaços públicos de pesquisa, de ciência tão importante para a população. Aqui a gente teve acesso à informação que no estado de São Paulo foram cortados mais de 70.000 cargos. Esses cargos são cargos voltados pra saúde, pra educação, pra assistência, enfim. E na área dos pesquisadores foram em torno de 5.000 cargos. O papel da ciência ele é de uma abrangência gigantesca, não é? Então, construir ciência significa a a pesquisa, significa a análise de uma forma rigorosa, né? Com metodologia rigorosa para chegarmos a resultados efetivamente aplicáveis pra sociedade como um todo. Em todos os seus aspectos. A discussão abriu um diálogo com a população sobre os institutos públicos de pesquisa em São Paulo, que segundo a parlamentar se enfraqueceram. Esses pesquisadores, minha gente, eles são responsáveis por fazer pesquisas em várias áreas, na área da agricultura, na área em toda a área da ciência, na área da saúde, na área do desenvolvimento agrário, enfim, né, em todas essas áreas tão importantes. A vereadora demonstra preocupação com a situação dos institutos. associação eh a PQC, que é associação de pesquisadores em ciência, né, do do estado de São Paulo, entrou com uma ação judicial e aí o juiz está exigindo, né, a partir de uma decisão liminar, está exigindo que o o o governo do estado, antes de vender, apresente o estudo de impacto disso. Ou seja, se vender uma dessas áreas, qual vai ser o impacto disso para a população? A Frente Parlamentar de Enfrentamento às violências relacionadas ao trabalho realizou uma reunião para discutir o racismo no ambiente profissional. O encontro aconteceu no plenário da Câmara de Campinas e reuniu representantes de movimentos sociais, pesquisadoras e especialistas em direitos humanos. Durante a reunião, Elisângela Nunes, do Centro de Referência em Direitos Humanos para Prevenção e Combate ao Racismo e a Discriminação Religiosa, destacou a importância de acolher denúncias e fortalecer políticas públicas de enfrentamento ao racismo institucional e nas relações de trabalho. O centro de referência eh ele foi inspirado no Centro de Referência de Promoção, que hoje é centro de referência de promoção da igualdade Racial da cidade de São Paulo, mas eh no ano de 2006 foi criado como Centro de Referência em Direitos Humanos eh na prevenção e combate ao racismo lá na cidade de São Paulo. pessoal daqui de Campinas ficou sabendo que São Paulo tinha um serviço como esse e falaram: "Olha, a gente quer também". E começaram a luta e demorou 10 anos de muita luta para que eh Campinas tivesse, né? Após o São Paulo é de 2006 e o nosso de 2016. Mas o que faz esse centro de referência? Basicamente nós atuamos em duas frentes de trabalho, sendo a primeira o atendimento de casos de racismo e discriminação religiosa, né? Nós acolhemos pessoas que são vítimas de racismo e discriminação religiosa para orientações, encaminhamentos, eh tudo que na perspectiva técnica de um atendimento eh pode ser feito. a gente fala que um caso de racismo, né, a construção de todos esses anos nos levou a entender que o atendimento de um caso de racismo precisa contemplar cinco dimensões, que é a jurídica administrativa, social, educativa e de saúde mental, né? A militante Naná Cosm, integrante da Maré Negra e do coletivo Afaché Leogun, chamou a atenção para os impactos do racismo estrutural na rotina dos trabalhadores negros e defendeu ambientes profissionais mais seguros, inclusivos e livres de violência. O racismo no local de trabalho no Brasil, ele começa com a escravidão, né? ele já começa ali e a gente observa que para você fazer uma pessoa trabalhar exaustivamente, eh, sem ter nenhum tipo de recompensa, né, a violência era a coissão violenta, era o que era utilizado na época do Brasil colônia. E esse histórico, ele acaba deixando marcas profundas aqui na nossa sociedade. Ã, quando a gente olha pro Brasil colônia, a gente vê mulheres negras, né, escravas, que trabalhavam na casa. A gente vê mulheres que trabalhavam na lavoura, homens que trabalhavam na lavoura, eh famílias eram destroçadas, né? as pessoas da mesma família eram vendidas para e tudo isso, o próprio racismo, a própria escravidão já é uma grande violência que eles passam. E o local de trabalho, que basicamente nessa época é o meio rural, né? Também a forma eh era bastante violenta, os castigos, a morte, enfim, marcados a ferro muitas vezes e e a gente acaba herdando eh um preconceito muito grande por conta da desse período da escravidão em relação a algumas ocupações no Brasil. Já a socióloga e pesquisadora Mara Takacarrashi abordou como diferentes formas de violência relacionadas ao trabalho afetam a saúde física e mental dos trabalhadores e ressaltou a necessidade de enfrentar desigualdades históricas dentro das instituições. O racismo no trabalho é uma violência estrutural, né? Eh, as minhas companheiras aqui já reforçaram isso. Ela é sistêmica e ela ainda não foi devidamente Você passa para mim, Nana, faz favor. Ela ainda não foi devidamente enfrentada no Brasil, então, eh, ela é uma dívida social que só se acumula. Presidida pela vereadora Mariana Conte, a frente debateu desafios para garantir condições de trabalho mais humanas e igualitárias, especialmente para a população negra. Segundo a parlamentar, o aumento dos casos de racismo em Campinas reforça a necessidade de ampliar o debate. É muito delicado quando a gente fala de trabalho, porque as companheiras colocaram, né, muitas pessoas têm medo e com razão, porque elas têm medo da retaliação. Infelizmente a gente tá numa situação em que existe uma vulnerabilidade econômica do trabalhador. A gente teve aqui, no caso em Campinas a situação do Rodney, que foi um rapaz que foi e sofreu racismo no trabalho e foi demitido ao realizar a denúncia de racismo. Então isso a gente procurou o Ministério Público, procurou os órgãos, né? Isso, esse foi um caso que veio à tona, porque ele fez uma denúncia pública, isso publicizou, isso veio à tona, mas infelizmente a partir disso, as pessoas começaram a nos procurar. sobre relatando esses casos. E aqui foi mencionado várias coisas, né? A questão do do racismo no ambiente do trabalho, no ambiente da escola e por isso é tão importante a lei 10.639 639, que coloca o ensino de história da África como a política necessária. E nós sabemos que aí existe, não existe interesse do governo de fazer fazer fazer valer essa lei, porque essa lei também implica em você trazer feridas à tona, mas que é super necessário. Mei-dia, mais 24 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Solidariedade em alta. Campinas lança a campanha do agasalho 2026 com o slogan: "Se não tô usando, tô doando." 1110 pontos de coleta estão abertos por toda a cidade, inclusive aqui na Câmara Municipal. O momento agora é show de solidariedade com slogan, se não tô usando todo ano, a prefeitura de Campinas lançou a campanha do agasalho 2026. Bom, e a campanha começa com 110 pontos de arrecadação, 88 pontos gerais, um inclusive aqui na Câmara Municipal de Campinas. Pois é, na entrada principal que fica na Avenida da Saudade também na Câmara, a doação pode ser feita na entrada do plenário que fica na Avenida Engenheiro Roberto Me. Além de colocar um ponto de arrecadação aqui nas instalações da Câmara e a gente já convoca, né, as não só os servidores, vereadores, comissionados, como a população do entorno da cidade quiser contribuir com a campanha do agasalho, é só trazer o seu agasalho aqui em bom estado, obviamente, né, que depois a prefeitura manda retirar. A campanha recebe roupas masculinas, femininas, também infantis. Todas as peças passam por triagem. O presidente da Câmara, Luiz Rossini, reforça que a TV Câmara também faz um trabalho de divulgação da campanha. A gente quer que essa campanha seja conhecida por todos os que moram na cidade de Campinas. E conhecendo o espírito solidário da nossa população, a gente sabe que mais uma vez as pessoas vão participar do agasalhos, cobertores. A, inclusive há um apelo, né, de que eh vestimenta agasalho masculino, né, possa ser encaminhado. Parte dessa doação também é para atender a população em situação de rua, né? E majoritariamente são homens que estão nessa situação. Ah, e tem também o dia que está marcado para sábado, dia 23 de maio, das 9 da manhã às 2 da tarde, no Passo Municipal, na prefeitura em Campinas. Então você que tem lá um palitó, uma blusa, um agasalho, um suéter, né, uma calça em bom estado que você não usa faz tempo, traga, faça doação, não só na câmara, em qualquer ponto de coleta. Eu acho que aquecer as pessoas nesse inverno que chegou e chegou forte, a gente pode sentir o frio ontem, hoje, né? Eu acho que nós precisamos cuidar dessas pessoas. Então, a Câmara não apenas apoia, mas participa dessa campanha de solidariedade, que é muito importante. Entrou em vigor em Campinas a nova lei que proíbe postos de combustíveis de destacarem preços promocionais como valor principal nas placas informativas. A lei 16.916, de autoria do vereador Benelima, foi sancionada pelo prefeito e publicada no Diário Oficial do Município no dia 11 de maio de 2026. A legislação obriga os postos de combustíveis de Campinas a exibirem em local visível e de fácil leitura os mesmos preços praticados nas bombas de abastecimento. Propus o projeto de lei para que os postos sejam obrigados a colocar nas placas é o preço que está na bomba, que a gente sabe que é uma fraude aí pro consumidor. Então o preço que estiver na bomba tem que estar na placa. A lei também proíbe destacar como valor principal preços promocionais vinculados a aplicativos ou programas de fidelidade. Em caso de descumprimento, os postos poderão ser penalizados com multa prevista no Código de Defesa do Consumidor. A expectativa é que a medida garanta mais transparência nas informações e evite que os consumidores sejam induzidos ao erro no momento do abastecimento. As pessoas elas e param no posto pelo preço atrativo, mas na verdade não está aquele preço na bomba e sim é preço de aplicativo que a gente sabe que não é aplicável porque é só nos três primeiro abastecimento. Então o projeto é para defender esse tipo de abuso aqui na cidade de Campinas. Hora de homenagem no jornal Câmara Notícia. Vereador Permínio Monteiro concede diploma de mérito gastronômico ao Piraju Botequim. A Câmara Municipal de Campinas, por iniciativa do vereador Permine Monteiro, concedeu diploma de mérito gastronômico ao Piraju Botiquim. E uma homenagem justa a um Piraju Botiquim, eu acho que não seria tão eh contagiante na Câmara, embora seja o poder legislativo, onde a gente faz a casa de leis, que fosse realizada aqui neste local. É importante a gente prestigiar, né, principalmente os comércios que estão em evidência e um bar renomado desse. Eu fico muito feliz, até porque eh eu observei a história do seu pai, o Betão. Eu também sou aqui do Nova Europa desde 1970. Então a gente viu esse bairro aqui crescer. Lá era todo de terra, não tinha nem energia para vocês terem ideia. E o Jardim Leonor já era mais evoluído. O parlamentar destaca as qualidades do local homenageado, que colabora, claro, com o desenvolvimento da gastronomia em Campinas. Atendimento VIP, é um bar diferenciado, é um local que muitas pessoas vêm com alegria e é um local familiar. E eu fico muito orgulhoso de poder realizar essa tão importante homenagem aqui neste dia no Piraju Botiquim. Decoração que lembra botiquins dos anos 50 e 60. Cada detalhe com uma história diferente. Claro, né? Orgulho para toda a família. agradecer a presença de todos, agradecer a presença do vereador também por esse diploma maravilhoso. A gente fica muito, muito orgulhosas, né, de tá acontecendo tudo isso na nossa vida, né, essa representando um bar tão importante que é pr pra minha família, que foi pro meu pai, um sonho que ele construiu e tá na frente de tudo isso. Realmente é muito gratificante mesmo. Meio-dia mais 32 minutos. A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia ao vivo nesta quarta-feira, porque o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações e a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial lançaram aqui em Campinas o projeto Ecos, visando o desenvolvimento de soluções tecnológicas inovadoras para tornar os data centers mais sustentáveis. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro, o giro ambiental. Olá, sejam bem-vindos a mais um Giro Ambiental. No programa de hoje, vamos falar sobre um tema que cresce junto com a tecnologia, mas que também traz desafios importantes, o impacto ambiental dos data centers. E para discutir soluções inovadoras nessa área, o Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações, o CPQD, lançou o projeto Ecos, que busca tornar esses sistemas mais sustentáveis. Então, para falar sobre isso, eu converso agora com Fabrício Lira, gerente de ambientes e inovação do CPQD. Fabrício, muito obrigada por aceitar o nosso convite e seja bem-vindo ao Giro Ambiental. Bom dia, obrigado pelo convite, obrigado a todos os espectadores. Estamos aqui para discutir um tema tão importante, né, na nossa atualidade. Fabrício, para começar, eu queria que você explicasse pra gente o que é exatamente um data center para quem tá em casa e pode não conhecer esse segmento da tecnologia. Um data center é toda a infraestrutura crítica de tecnologia de informação que a gente precisa para armazenar os dados, os famosos dados que a gente utiliza no dia a dia, na internet, nas redes sociais. Todos esses dados precisam ficar armazenados. E a infraestrutura que armazena esses dados, a gente chama de data center. A gente pode entender que são os cérebros digitais da nossa atual, né, vida social e virtual na internet. Isso. Por que esse tema, né, dos data centers se tornou um tema tão central quando a gente fala de meio ambiente? é um tema tão discutido. Hoje em dia, nós temos observado ao longo dos últimos anos um crescimento exponencial da do uso da inteligência artificial, né, na internet, em várias frentes, tanto para pelas empresas, né, as empresas cada vez mais utilizando os data centers para suas suas operações, mas também pelo cidadão, né? Hoje todos nós conhecemos os algoritmos, né? os algoritmos estão lá presentes no nosso dia a dia, tudo que a gente faz na internet, seja acessando uma rede social, seja fazendo uma aquisição, eles estão sempre ali, né, quer a gente perceba ou não. E os algoritmos nada mais são do que inteligência artificial, né, a nosso, a nosso serviço, a nossa a nosso trabalho. Então, a gente precisa considerar que todo o uso da inteligência artificial ele demanda o data center, né? ele precisa ser armazenado, eh, tanto os dados quanto os algoritmos precisando dessa estrutura. Sem o data center, né, não é possível a gente ter todo esse uso e todo o crescimento da da IA que a gente tem percebido nos últimos anos. A grande questão é que essa infraestrutura, ela demanda muitos eh recursos paraa sua função, né, paraa sua operação. Um desses recursos é a energia, né? Então, dependendo do porte do data center, ele pode consumir o equivalente a uma cidade de médio grande porte como Campinas, na duração, né, que ele tiver operando. Por exemplo, no período de um ano, pode chegar a superar, né, o consumo de energia de uma de uma cidade de médio porte como Campinas, tá? Então, essa é uma infraestrutura muito importante paraa evolução da nossa sociedade, mas que demanda muitos recursos. Além da energia, água também, você precisa ter eh formas de refrigerar esses data centers. O grande desafio, né, nesse processo todo é a eficiência no uso da energia e no uso dos recursos naturais, né? Então é por isso é importante que a gente consiga desenvolver tecnologias, inovação que contribuam pro aumento da eficiência energética, da eficiência da operação dessa indústria dos datacenters, né? a gente tem observado um crescimento muito significativo dessa indústria nos últimos anos, né? Eh, a gente tem uma projeção que o mercado brasileiro de data sensar a casa dos 10 bilhões de dólares até o final de 2030, né? É uma projeção e o Brasil hoje já ocupa, né, a liderança nessa infraestrutura em toda a América Latina. Então, a gente precisa ter uma atenção especial, porque é uma infraestrutura extremamente necessária, crítica pro nosso dia a dia, né, pro dia do cidadão, do governo, das empresas, mas que precisa ter esse olhar atento devido a esse potencial de crescimento tão acelerado que a gente tem observado, né? E e isso tem um impacto ambiental importante, né? Esse crescimento, a gente precisa ter projetos mais eficientes. Então esse é o objetivo do projeto EOS, né? que vai posicionar inclusive a região de Campinas nessa vanguarda tecnológica com impacto global. E falando já especificamente sobre o projeto Ecos, eh, como que surgiu a ideia desse projeto e também qual o tempo de duração dele? Perfeito. Então, o projeto tá seu exatamente dessa visão da oportunidade que nós temos hoje para posicionar o Brasil como uma um ator importante de inovação nesse segmento, não só em nível nacional, mas como em nível global, por o mundo inteiro precisa dessa tecnologia. Então, se nós conseguirmos construir competências, infraestrutura, né, capital humano, pessoas qualificadas, eh eh capacidade de pesquisa nessa área, a gente tem uma uma oportunidade enorme, uma janela de oportunidade para posicionar o país nessa área. e Campinas, né, também eh tem todos os recursos, todas as condições de desempenhar esse papel de liderança desse tema no país. Então, a partir da junção dessas duas visões, nós surgiu uma inspiração do projeto ECOS, né? A gente sabe que no final do dia isso vai implicar em dois aspectos. Primeiro, a gente precisa construir um ecossistema, tá? Então o ECAS tem o objetivo, antes de mais nada, de começar esse processo no Brasil, tá? Então é unir startups, data centers, eh universidades, outros centros de pesquisa em torno desse tema. Então a construção do ecossistema é o passo inicial. Eh, e a gente quer que esse ecossistema ele seja longevo e ele cresça, continue crescendo após o projeto. Então, ele foi, projeto foi estruturado com uma jornada de aceleração de startups de 24 meses, né? Nós vamos selecionar startups a partir de uma chamada pública. Essas startups vão ser apoiadas pelo CPQD, que tem hoje competência, pesquisadores, infraestrutura laboratorial para apoiar o crescimento e a aceleração tecnológica dessas startups. Também vamos ter o apoio de um hub de inovação que é o Tecoa, né? Esse hub ele foi criado com foco em sustentabilidade, inovação digital e vai apoiar todo o processo de de evolução de negócio dessas empresas. Como que elas vão conseguir atender os datacenters? Quais vão ser os modelos de negócio, né? Como é que eu vou conseguir ter um preço que viabilize que essas datas que essas empresas atendam os datacetas no Brasil, né? e depois que elas possam expandir globalmente. Então, a ideia é que o projeto crie as condições tecnológicas de negócio e e atraia também os data centers. Então, logo no início do projeto, nós vamos fazer também um trabalho de atrair data centers parceiros, tá? tanto data centers de grande porte quanto data centers menores. E esse é um aspecto importante também, porque no Brasil nós precisamos explorar toda a capacidade que o Brasil tem hoje de recursos naturais. Então nós vamos trazer no projeto Ecos reforçar o conceito dos datacentas regionais, que são os datacentes de menor porte que podem ser implantados em regiões como, por exemplo, o Nordeste do Brasil que tem abundância de recursos de energia renovável, seja e seja eólica, né, seja energia fotovoltaica e outras regiões do Brasil que t abundância de recursos naturais, seja água e seja energia, né? Então, a ideia é que os mini data centers seja uma ferramenta importante pro desenvolvimento dessa indústria no Brasil, além de criar oportunidades locais, né? Então o projeto ECOS vai fortalecer esse conceito, né? Além de trabalhar com os data centers de grande porte, tá? Então é um projeto com uma visão estratégica e que a gente pretende também explorar, né, e posicionar toda a região metropolitana de Campinas como protagonista, como líder desse tema no Brasil, certo? E Fabrício já explicou um pouco que os data centers eles consumam eh consumir muita energia e água. Eh, como o projeto pretende na prática tornar isso mais sustentável? Ah, existem várias oportunidades. Por exemplo, a gente pode trabalhar em temas como eficiência energética, fazer com que os data centers operem de forma eficiente, mas mantendo, né, ou reduzindo o consumo dessa energia. Isso pode ser feito, por exemplo, através de algoritmos de intelig. Nós podemos usar a própria inteligência artificial para melhorar o desempenho dos data centers, como antevendo falhas, né, melhorando o controle desses algoritmos, né, é importante também a gente trabalhar a questão do resfriamento, ter técnicas de resfriamento mais eficientes, né? Isso impacta inclusive em novas abordagens pro reuso da água que tá sendo usada no resfriamento desses datacenters. Tem toda a questão de trabalhar eh aspectos como eh a alocar melhor os recursos de acordo com a flutuação porque da demanda, né? Então, nem sempre a gente tá consumindo todos os dados, eh, toda a capacidade do data center. Existe uma, existe uma flutuação. Então, a gente pode adaptar, né, a locação dos recursos de data center de acordo com a demanda. Quando quando os usuários não tiverem usando, eu não preciso ter todo o data center funcionando. Eu posso, né, ativar partes do data center de acordo com o uso dos dos usuários, tá? Então, isso é uma forma de eh economizar energia, né? Existem então várias abordagens, vários algoritmos que atuam em diferentes áreas pra gente conseguir, né, esse essa melhora, esse e essa redução do consumo de energia. Agora, existem aspectos também que melhoram o desempenho da operação do próprio data center, tá? Então, por exemplo, a gente a capacidade de tomada de decisão em tempo real. Então, quem opera um data center precisa ter condições de ter dados eh precisos, eficientes e em tempo real para que ele possa tomar uma decisão consistente. Se o que é que ele tem que fazer naquele momento para melhorar a operação do data center. Essa parte da do uso dos dados em tempo real também vai ajudar muito, né, para quem faz a operação do data center ter uma operação mais eficientí. No final do dia, né, a gente também vai criar condições para o melhor uso da energia renovável, né, então, eh, melhorar o uso das tecnologias fotovoltaicas, por exemplo, armazenamento de energia, inclusive uma área que o CPQD tem muita competência, essa parte de armazenamento de energia, baterias mais avançadas para datacent, o CPD é um líder hoje nessa área no Brasil, né? E então a ideia é que a gente consiga trazer toda essa infraestrutura para de uma forma mais ampla melhorar o desempenho dos data centro. Fabrício, você falou já um pouco sobre a região de Campinas. Eh, você acredita que a nossa região vem se destacando nesse setor atualmente? Olha, Campinas ela é um destaque, né, na inovação tecnológica no Brasil. A gente brinca que é o nosso Vale do silício, né? Então ela ela tem liderança em várias áreas. Certamente o data center não tá fora desse contexto, tá? Campinas hoje já tem algumas dezenas de data centers, né? a gente tem alguns números aí na casa de 20, 30 datacentes relevantes e isso tá crescendo e a e a ideia é que cresça mais ao longo do tempo, tá? Eh, então a gente acredita que sim, né? Campinas tem todas as condições. O projeto Ecos, na verdade, vai acabar criando uma base para que toda essa indústria, tá, se conecte, que toda a capacidade de pesquisa e desenvolvimento da região, as universidades, os outros ICPs, né, que tem aqui, além do próprio CPQD, possam atuar juntos, né, com as startups e os próprios data centers para que a gente consiga ir ampliando esse ecossistema aqui na região, né? é um processo contínuo. Eh, o o projeto ECAS, na verdade, ele é o início desse processo, né? A gente brinca que ele é uma semente que vai iniciar o crescimento, né, a criação desse ecossistema aqui na região. Mas eu diria que tem espaço para todos, né? E é muito provável que essa indústria cresça também aqui, né, fisicamente em Campinas. Existe, lógico, um cuidado importante que a gente vai precisar ter com relação à disponibilidade de energia, né? Como eu falei, o consumo de energia é muito elevado. A questão também do acesso aos mananciais de água, quais são as alternativas paraa gente trabalhar essa questão do resfriamento, né? Mas sem dúvida existe um potencial enorme que é importante que a gente também tenha o apoio das políticas públicas, tá? eh, inclusive na localidade, né, as políticas municipais que complementam essas ações que a gente tá trabalhando aqui e e até eventualmente a locação de recursos, né, para viabilizar a expansão da iniciativa, certo? E você citou que o projeto ele tem a duração de 2 anos, né, terá duração de 2 anos, mas também existe a possibilidade de ampliar o projeto, se ele der certo, se o resultado for positivo. Sim, com certeza. Eh, e essa primeira etapa do projeto, ele tem o início, né, a construção das bases técnicas de competência, identificação dos atores que vão começar esse processo, mas a ideia é que com a atração de novos parceiros da própria indústria, a gente consiga captar mais recursos e que o próprio sucesso dessas startups, ao se posicionar nessa indústria também gere novos recursos para continuidade do projeto ao longo do trabalho. Um um dos objetivos nossos é justamente a gente construir um modelo de negócio que permita que tudo que vai ser construído ao longo do projeto possa ter continuidade. Essa inclusive é uma missão do Hubteko né, que é a construção desse modelo de negócio perene. Mas a gente certamente acredita que com o sucesso dos resultados que vão ser encontrados, a gente vai conseguir atrair novos investidores e novos atores para aportar mais recursos no projeto. Então é por isso que a gente pode, né, e quer que esse projeto continue, mesmo que seja em outras fases, com outros objetivos, mas certamente ele tem esse potencial de expansão, eh, tanto em termos de escopo quanto no tempo. Fabrício, eu agradeço a sua participação aqui no Giro Ambiental e pelos esclarecimentos também sobre o projeto Ecos, que é tão importante. Eu que agradeço. Estamos à disposição. Obrigada a você também pela sua audiência e agora você segue com as informações e curiosidades sobre o meio ambiente. Até o próximo giro ambiental. Um estudo da Universidade Charles Darwin na Austrália revelou que morcegos da espécie macroderma gigas desenvolvem algo parecido com sotaques. A pesquisa publicada na revista Ecolisou colônias separadas por até 800 km. identificou variações nas vocalizações. Os cientistas encontraram diferenças em sons sociais de conflito e até de ecolocalização, indicando a existência de dialetos entre os grupos. Para amanhã, quinta-feira, o tempo segue aberto com o sol aparecendo durante todo o dia, pouca nebulosidade e não tem previsão de chuva. A temperatura está em elevação em comparação com o início da semana. Olha só, já estão aqui na minha tela. Amanhã, quinta-feira, 14 de maio, mínima de 15º. Já é uma mínima um pouquinho mais elevada, né, em relação ao início da semana, que a gente teve aí 10, 11º, amanhã 15 e máxima de 26º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir para discutir e votar os 16 projetos que estão na pauta da 28ª reunião ordinária. Eu volto amanhã no jornal Câmara Notícia. Até lá. เ