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Empresas [música] e prestadores de serviços de Campinas têm uma chance de pagar dívidas do ISSQN com 100% de desconto em lutas e juros. A a prefeitura lançou uma nova edição do Refiz com adesão online até o mês de julho. A Secretaria de Saúde de Campinas inicia a vacinação contra a gripe nas escolas de educação infantil com objetivo de ampliar a cobertura vacinal entre as crianças. Proposta protocolada na Câmara de Campinas prevê a utilização de cordões para identificação [música] de pessoas com Alzheimer e outras demências. O vôlei Renata chega pela terceira vez à grande final da Superliga e a decisão é domingo contra o Cruzeiro às 10 da manhã em São Paulo. A sexta-feira finalmente chegou e com ela a agenda cultural para você conferir as principais dicas para Coruchia de final de semana em Campinas e região. É hoje com a agenda Cultural. [música] [música] Olá, boa tarde. Sexto, 8 de maio de 2026. Começa agora o Genal Câmara Notícia ao vivo meio-dia, mais 4 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e [limpando a garganta] vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377 ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela. WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. Atenção, você que tem débito com a prefeitura em relação a um imposto sobre serviços de qualquer natureza ou ISSQN, está aberto o refiz, uma possibilidade de negociar as dívidas com descontos de 100% em juros e multas. Então, sobre como aderir as datas, se é online ou presencial, eu aciono a repórter Tla Ramos com as informações. Seja bem-vinda. Boa tarde, Taila. Oi, Gabriel. Boa tarde para você, a todos que nos acompanham. Pois é, não só as pessoas, como empresas, também prestadores de serviços de Campinas terão agora essa oportunidade de quitar dívidas por meio do novo Refiz, dívidas relativas ao ISSQN, com 100% de desconto em juros, em multas também. Vamos entender melhor como funciona o programa com o Aurílio Caiado, que é secretário de finanças, está aqui ao meu lado e fala conosco sobre o assunto. Secretário, muito obrigada por nos atender pra gente iniciar, então, como é que funciona essa nova edição do Refiz, qual que é a novidade pra edição deste ano? Bom, a novidade é que você tem um desconto de 100% do dos juros e da multa. É a primeira vez que a prefeitura oferece esse nível de desconto, quer dizer, retirar totalmente tanto os juros quanto a multa para que as pessoas possam eh resolver os seus problemas com o ISS, né? E aí, quem pode aderir a esse programa? Quais tipos de dívidas também podem entrar nessa negociação, secretário? Todas as dívidas relativas a ISSQN são só ISSQN. IPTU não entra nesse refiz, né? que é um refiz específico para um tipo de imposto que é o imposto que tá acabando, inclusive porque com a reforma tributária, o ISSQN [limpando a garganta] vai acabar e vai entrar o IBS. Então, então eh é uma oportunidade de você liquidar suas dívidas também com a prefeitura relativas ao ISS. Bom, quando a gente fala do ISS, quais setores devem ser mais beneficiados, né, com essa nova oportunidade então de regularização? todos os setores que prestam serviços para a prefeitura. Os maiores contribuintes de ISS são os serviços de telecomunicações, informática, mas também serviço de contabilidade, as escolas, o os estacionamentos, todos os serviços que prestam para a população diretamente ou para empresas. Eh, também eles pagam esse imposto e esse imposto tá com essa vantagem. Bom, e hoje qual que é o valor em média dessa dívida ativa com a prefeitura? Há também uma expectativa de arrecadação com o lançamento do refiz. Há uma expectativa de arrecadação de 150 milhões, 100 a 150 milhões com refis. E é importante esclarecer que o objetivo desse refiz não é simplesmente arrecadar mais para a prefeitura, mas é criar uma média, porque com a criação do novo imposto, o IBS, ele a lei criou uma possibilidade de ter uma média de 2024, 2025 e 2026. da arrecadação média do ISS nesses 3 anos será como se fosse um piso, uma garantia para que no IBS, em nenhum ano, a prefeitura receba menos do que esse valor. Então daí é importante que a gente aumente a média de 2026 para poder manter uma média boa entre os 3 anos e a gente poder, então Campinas fica garantido que vai ter um piso pelo menos dessa média nos próximos 40 anos. tem essa oportunidade para as empresas, né, de pagamento com desconto de 100% em juros, em multas, isso vale para qualquer forma de pagamento? Quais são as condições, secretário? Não, esse refiz é muito específico porque a gente precisa eh o objetivo é receber o pagamento neste ano de 2026, porque é quando a gente precisa elevar essa média. Então o o refis ele ele é tem uma grande vantagem de até 100% para pagamento à vista, mas você só pode parcelar até dezembro. Então quem aderir agora no mês de julho, por exemplo, mês de junho, ele vai poder parcelar em até sete vezes, porque de julho a dezembro. Quem aderir em julho já vai poder parcelar só em seis e assim por diante. Se deixar para pagar em dezembro e aí é só pagamento à vista. Então, se você pretende pagar de uma forma parcelada com e aí tem uma redução dos juros, uma redução considerável dos juros que vai de 80 até 60% de redução, você quanto antes você eh aderir ao refiz, mais parcelas você vai conseguir fazer. Bom, e a adesão a esse processo, ela é totalmente digital, secretário, como é que como é que o contribuinte faz, inclusive para acessar, né, essa plataforma e aderir ao refiz. Essa plataforma tá disponível. Se você digitar no seu computador ou no seu celular www.campinas.sp.gov.br, br, já na página inicial aparece um banner de do refiz e aí clicando no refiz 2026 você já entra e já faz tudo digitalmente. Bom, e reforçando então qual que é o prazo paraa adesão, né, do contribuinte? Existe alguma expectativa de prorrogação desta edição do Refiz? Não, calmas, [risadas] apenas começamos a o prazo. O prazo foi iniciado anteontem e está tá ficará em vigor por meses, né? Então, até final de julho ele vai estar funcionando. Bom, para quem tem ainda alguma dúvida, né, em relação ao programa, quais são os canais de atendimento disponíveis, como consultar também essas informações, né, e opções, então, de pagamento? Bom, é tudo feito online, mas caso o o contribuinte ou a empresa tem alguma dificuldade, tem os canais que os próprios contadores das empresas já utilizam mesmo, que eles podem utilizar, ou os canais digitais, como WhatsApp ou e-mail ou eh eh mensagens por meio de de de WhatsApp, a gente tem várias várias maneiras de tirar as dúvidas que não precisam ser presencialmente aqui na prefeitura. É para consultar então os canais de WhatsApp, site também, onde o contribuinte ele pode encontrar essas informações. No mesmo site, na mesma página do Refiz, já tem todas as informações. Secretário, muito obrigada por nos atender. Conversamos então com o Maurílio Caiado, ele que é secretário de finanças da Prefeitura de Campinas sobre o novo refiz, então lançado recentemente, reforçando prazo para adesão até julho, então adesão completamente online. Eu volto com você aí no estúdio, Gabriel. Tudo muito bem explicado. Muito obrigado, Taila Ramos. E também a disponibilidade do tempo, as informações que foram passadas pelo Aurílio Caiado, secretário municipal de finanças. Bom, e olha só, Campinas recebeu ontem o lançamento de dois novos projetos culturais voltados para crianças e adolescentes do Parque Oziel. As iniciativas realizadas pelo Instituto CPFL vão oferecer aulas gratuitas de música, dança afro e balé clássico, ampliando o acesso à cultura e à formação artística na região. O Instituto CPFL lançou nesta quinta-feira dois novos projetos culturais no Parque Oziel em Campinas. As atividades serão realizadas na Associação Amigos da Criança, a AMIC, e devem atender centenas de crianças e adolescentes da região. A gente tá muito feliz, estão fazendo a abertura de dois projetos que t uma parte cultural e uma veia artística de alta qualidade. Então esse tanto a escola Lodum quanto o Cisne Negro tem isso em comum. Que mais eles têm em comum que liga com o Instituto CPFL? o propósito. Então, essas escolas elas têm o trabalho com crianças e adolescentes desde a base. Então, quando a gente olha, né, aqueles músicos do Lodum, olha aquele bailarino em cima do palco, é lindo, a qualidade artística é enorme, mas como isso começou? Então aqui é um dos lugares que isso vai começar, quando a gente trabalha com a formação desse cidadão, dessas crianças e desses adolescentes. A escola Lodum, ela começou em Salvador em 83, são mais de 40 anos. O Holodum começou há 47 anos. Então para você ver como é importante ter uma escola caminhando junto, é essa escola que tá vindo para cá. Entre as novidades está a implantação do primeiro núcleo da escola Holodum no estado de São Paulo. O projeto vai oferecer aulas gratuitas de percussão, canto e dança afro para 300 alunos. E é um projeto que além de formar percussionistas, ninos, meninos e meninas, eh pessoal na na área de teatro, na área de informática cultural e uma série de outras linguagens culturais, formou principalmente pra vida. E é exatamente isso que nós pretendemos com a implantação do projeto da escola Lodu em Campinas. Não é apenas formar excelentes percussionistas que nós sabemos que iremos formar, ótimos cantores e cantoras que sabemos que iremos formar, ótimos dançarin dançarinos e dançarinas de pontos que sabemos que formaremos. O objetivo principal desse projeto é, além de formar grandes profissionais na área de da arte e da cultura, é formálos paraa vida, transformá-los em cidadãos, em cidadãos e cidadãs, em pessoas que possam gerir e apontar o seu próprio destino. Outro projeto lançado é o núcleo de dança Cisne Negro. A iniciativa oferece 100 vagas para aulas de balé clássico e marca a primeira unidade da companhia fora da capital paulista. A Cisne negro sempre teve a participação social com as crianças. a gente tá trazendo para Campinas, é a primeira vez que a gente tá saindo da capital e viemos para Campinas, que tem arte eh no seu desde o começo da cidade. A o Cisne Negro sempre apoiou o as crianças porque a parte de [risadas] educacional e artística é que vai levar essas crianças, né, vulneráveis, que para elas terem um conhecimento de arte e um conhecimento do próprio corpo. A partir daí, com certeza, elas vão crescer e com uma consciência melhor da sua vida. Os projetos chegam ao Parque Oziuel com a proposta de aproximar as crianças da arte, da cultura. Música, dança e balé clássico passam a fazer parte da rotina de diversas famílias daqui da região. Olha, primeiro que a gente tá falando de uma área eh que a gente é notoriamente com uma vulnerabilidade e a gente sabe o quanto a cultura é um grande é uma grande linguagem, né, através desses dois projetos que podem fazer uma transformação social aqui, se agregando aos movimentos que já acontecem, porque a gente tem que dizer que aqui é uma área eh que é fértil de cultura, mas com poucas oportunidades, mas fértil porque as pessoas fazem muita cultura. Então, dois projetos estruturados que vão ter uma continuidade, eles vão significar primeiro cidadania, mas uma grande transformação social, porque a gente sabe que a cultura ela dá pertencimento, ela permite que a gente dialogue com todas as outras questões. Então, a gente tá muito feliz. Para representantes de movimentos em Campinas, a chegada da escola Lodum ao Parque Oziel também amplia o acesso à cultura afro brasileira e cria novos espaços de formação e pertencimento para crianças e adolescentes da região. Projetos acaba entrando numa segunda alternativa no meio de sobrevivência dessas pessoas que estão em vulnerabilidade social. Então, tanto na educação, cultura ou esporte, é sempre bom a gente dialogar com as nossas crianças, com as nossas juventudes, para que não sejam perdidas aí no decorrer do processo da vida, que a gente sabe, principalmente nesses espaços onde a criminalidade aflora muito mais. [música] A Prefeitura de Campinas, por meio da Secretaria de Saúde, iniciou uma estratégia para ampliar a vacinação contra a gripe entre crianças. As doses estão sendo aplicadas diretamente em escolas municipais de educação infantil e a medida busca aumentar a cobertura vacinal que ainda está abaixo do esperado. A ação teve início no Centro de Educação Infantil Professor Otávio César Borg, na região do Parque Floresta. Ao longo do mês de maio, cerca de 70 escolas devem receber as equipes de saúde. De acordo com a coordenadora do Programa de Imunização de Campinas, o principal objetivo da iniciativa é vacinar crianças de 6 meses a menores de 6 anos. público que ainda apresenta baixa cobertura vacinal na cidade. Então, considerando que a estratégia de vacinação contra influenza iniciou no dia 28 de março, então já temos aí mais de um mês de vacinação. A gente ainda não chegou nem a 15% da cobertura vacinal para crianças, né? Então pra gente é um número muito baixo e a gente sempre tem essas estratégias para ampliar, né? Então levar a vacina para mais perto da população. Nesse caso, as crianças, né? os locais que elas mais frequentam são as escolas. Então, considerando a faixa etária, a nossa proposta, né, de intensificação é levar a vacina pro centro de educação infantil, né? Então, essas escolas municipais que atendem criança nessa faixa etária preconizada. Ainda segundo Xaúa, a vacina é a forma mais eficaz de prevenção contra a influenza, especialmente durante o período de maior circulação do vírus no outono e no inverno. A vacina é a principal estratégia de prevenção contra a influenza. O ideal é que as pessoas recebam a dose o quanto antes, nos meses mais frios, mais secos, existe aí uma circulação viral maior, né? Então a gente quer que pras crianças, né, para todos os grupos prioritários, para que eles passem por esse período com mais segurança, que eles recebam a dose o quanto antes. A vacinação nas escolas busca ampliar esse índice, levando imunizante a um dos principais espaços de convivência dessa faixa etária. Esse é um aspecto extremamente relevante quando a gente pensa na articulação entre a Secretaria da Educação e a Secretaria da Saúde nesse movimento de cuidado e proteção das crianças, trazendo a vacinação como possibilidade também dentro das escolas. Isso ajuda muito as famílias, os responsáveis legais na logística, que não precisam ir até os centros de saúde, tendo essa possibilidade de também vacinar as crianças nas escolas. Antes da aplicação, os pais ou responsáveis precisam autorizar a imunização. As equipes também verificam a carteira de vacinação para atualizar outras doses, se necessário. Então isso é fundamental para vacinar criança, né? sem fora do centro de saúde, a gente sempre exige ou a presença dos pais ou uma declaração, né, dizendo que eles autorizam a vacinação, né? Então isso sempre é combinado entre a escola, a equipe de saúde com os pais responsáveis. Então, caso eles não tenham assinado o termo de autorização anual, que é entregue para eles no momento da matrícula ou rematrícula, eles têm a oportunidade de assinar essa autorização também ali na articulação, né, desse combinado da da estratégia. A pequena Jennifer Sofia, de 5 anos, recebeu a dose acompanhada do pai e mostrou muita coragem. É bom que, tipo, às vezes a gente na correria do dia a dia deixa passar batida alguma vacina, é bom que aqueles reforçam isso aí, vê se a caderneta tá tudo certo. E você, princesa, não chorou? Tá tudo certo? Sim. Doeu muito? Não, não. [risadas] Além das escolas de educação infantil, a vacina continua disponível para o público prioritário nos centros de saúde. A meta da secretaria é alcançar 90% de cobertura vacinal entre esses grupos. Então, são 69 centros de saúde que estão ofertando a vacina a partir das 8 horas da manhã até o horário de encerramento das unidades. Temos vários centros de saúde no município que abrem aos sábados. Então aí não faltam oportunidades para que as pessoas procurem, né? São quase 500.000 pessoas no nosso município que já podem ser beneficiadas com a dose. Então é importante que procurem um serviço de saúde. Só pra gente evidenciar para quem tá em casa, é quem são, quem faz parte dos grupos prioritários? Então todos os idosos, né? pessoas a partir de 60 anos de idade, as gestantes, puérperas, que são aquelas mulheres que deram a luz aí até 45 dias, todas as crianças até 5 anos de idade, os trabalhadores da saúde, da educação, pessoas com comorbidades, então quem tem diabetes, pressão alta, problema do coração, pulmão, então uma série de pessoas, todos os trabalhadores de segurança das forças de salvamento. Então, todas essas pessoas já podem receber a vacina. Meiodia, mais 22 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque a Câmara de Campinas analisa um projeto de lei que busca garantir mais segurança, autonomia e dignidade para pessoas com Alzheimer e outras demências. A proposta é de autoria da vereadora Débora Palermo e institui o Programa Municipal de Identificação e Proteção da Pessoa com Alzheimer e outras demências. O objetivo é facilitar o reconhecimento desses pacientes no dia a dia, além de ampliar o acesso a políticas públicas e serviços de apoio. Esses pacientes com demência, principalmente os os pacientes de Alzheimer, eh não é raro a gente ver nas redes sociais que eles se perderam da família, porque el às vezes eles saem eh de casa e não sabem voltar, não sabem falar o nome e fica uma situação muito difícil e muito perigosa para eles. Então esse projeto de lei é que esse cordão tem as informações da família, informações médicas eh um Qcode com informações e gerais sobre o paciente para garantir mais segurança num caso desses de ele se perder e até de um acidente ou outras situações, mas principalmente quando eles saem de casa e se perdem e a família fica desesperada e também eles ficam em grande risco, né? Então, por isso que a gente pensou nesse nesse projeto de lei. O programa prevê a integração entre diferentes áreas do poder público, como saúde e assistência social. A ideia é criar uma rede de proteção mais eficiente com acompanhamento contínuo dos pacientes e orientação às famílias. Sim, eles identificando o paciente com Alzheimer ou outra demência que possa tá estar usando esse cordão aprovado a lei ou o poder executivo que regulamenta. Mas o que a gente pede é que eles sejam encaminhados, né, que a rede da ciência social e da saúde encaminhe para que eles busquem esse recurso do cartão para ajudá-los a proteção, né, a inclusão social, a proteção deles em caso de de necessidade. Um dos principais instrumentos da proposta é o uso voluntário de um cordão de identificação com predominância da cor roxa. O acessório poderá conter informações como nome, contato de familiares, dados médicos e até um QRcode com informações complementares, sempre respeitando a Lei Geral de Proteção de Dados. Exatamente. Na cor roxa e que ele não tenha custo nenhum, seja distribuído gratuitamente, como é o do autismo, né? Seja distribuído também gratuitamente aos pacientes de Alzheimer e outras demências. Projeto de lei do vereador Nelson Osteri quer instituir em Campinas o programa Rede Cuidar de Quem Cuidou. O vereador Nelson Mostre protocolou na Câmara Municipal de Campinas um projeto de lei que institui o programa Rede Cuidar de quem cuidou Campinas. uma iniciativa voltada à proteção integral da pessoa idosa, também ao fortalecimento de políticas públicas de cuidado, dignidade e inclusão social no município. Pode ser uma um convênio com alguma ONG ou com alguma entidade privada particular que possa também disponibilizar essas vagas para os idosos eh através de um de um valor que a prefeitura, o poder público vem a custear. Então eu acho que é é tudo possível. Não foi um projeto feito de qualquer forma. É uma necessidade. Nós estamos vivendo, como você bem disse, uma população mais idosa, vivendo mais. Então isso tudo acaba eh trazendo um um ambientes como da saúde pública, né, com grande frequência de idosos, as próprias filas dos supermercados, né, quantas vezes aquelas filas de prioridade estão maiores do que as demais. Então isso representa também que Campinas tem uma população idosa e que essa população merece uma atenção especial e por isso desse projeto que eu apresentei. A proposta estabelece diretrizes para criação e expansão dos centros dia para pessoas idosas. A autonomia, eu acredito que esteja na não só na terceira idade, né, como em todos todas as idades. Eh, nós precisamos trabalhar isso e os idosos, como costumam dizer, né, eles vão ficando muito parecido com as crianças, com aqueles que acabam de nascer, tendo as mesmas dificuldades, né, tanto para se locomover como também para se alimentar. sempre precisa de um amparo, de uma retaguarda. Então eu acho que esses espaços, acho, não tenho certeza, eles vão fortalecer a autonomia dos idosos. Ainda de acordo com o parlamentar, o projeto nasce da necessidade urgente de adaptar a cidade ao crescimento da população idosa. Eu acho que é o o ponto chave do projeto é fazer esse levantamento, né? Aonde estão esses idosos, né? Muitos, muitas cidades eh tem essa essa cultura, né, de de ter alguns bairros com muitos idosos e Campinas não foge disso. Nós temos, por exemplo, a Vila Industrial, que é o bairro mais antigo da cidade, que tem uma população idosa, o próprio Cambuí, que é um bairro nobre, que a gente encontra também muitos idosos. Então eu acredito que esse levantamento ele é fundamental para ocasionar o serviço adequado para esses idosos, para essa população. Estudantes da sétima série da Escola Municipal Leonor Shai participaram de mais uma edição do programa Câmara Educa, a iniciativa que aproxima os jovens do poder legislativo e estimula a formação cidadã. Conhecer de perto o funcionamento do poder legislativo, entender como nascem as leis e descobrir o papel dos vereadores no dia a dia da cidade. Essa foi a experiência vivida pelos estudantes da sétima série da EMF Leonor Shaib durante mais uma visita promovida pelo programa Câmara Educa. A iniciativa é realizada pela Coordenadoria de Cerimonial da Câmara de Campinas em parceria com a Escola do Legislativo, a Elecamp. É para eles terem mais contato mesmo, para eles saberem trabalhar essa questão da cidadania desde cedo. Isso acredito que é função da escola, né? Também função da escola. A gente trabalha conteúdos, mas muitas vezes acaba sendo de forma muito abstrata, né? Então, conhecer isso na realidade do município, próximo a onde eles vivem, visitar o espaço, saber que é um espaço público, que eles podem ocupar, ter essa experiência, vai contribuir muito para eles conhecerem o processo de criação das leis, de representação da cidade, entender isso como espaço deles também, né? Não como algo que a gente tá vendo lá de forma abstrata, teórica na escola. Então a gente traz a discussão de como as leis são feitas, a divisão de poderes, enfim, mas quando a gente traz isso pro concreto, para eles visitarem esse espaço, saber que é um espaço deles, eu acho que contribui muito pro processo de aprendizagem. É aqui no legislativo que as decisões acontecem e para esses jovens ocupar essas cadeiras é o primeiro passo para exercer a cidadania. Essa de Trunidade aconteceu. Eu acho muito bom essa oportunidade porque eu já queria vir aqui já um tempo, entendeu? E agora tá conhecendo. É, tô conhecendo e mais paraa frente quero conhecer mais agora. Eu acho bem legal. É uma experiência bacana. Saber que os vereadores já esteve aqui, né? Bem legal. Entre uma descoberta e outra, os alunos foram trocando impressões. O impacto de ver onde as leis são criadas despertou um novo olhar sobre a própria cidade. Ah, foi bem legal, superou as minhas expectativas. Eu achei que foi bem legal, porque a gente conheceu todos os vereadores nesses quadros e foi muito divertido também, porque deu para ter uma visão como os vereadores ficam dentro da câmera, como que eles votam, como que eles criam a leis. Eu achei bem legal isso. No fim da atividade, a Câmara, que antes parecia um lugar distante e formal, tornou-se um espaço acessível e compreensível para os futuros eleitores. Conseguiu tirar dúvida, né, que um monte de gente falava que era bom, legal e a gente só criava expectativa na cabeça, né? Então, aí foi legal conhecer tudo, mas eu nunca vim aqui não. Eu gostei muito. Eu tava com a expectativa alta, cheguei aqui, fiquei melhor ainda. Gostei muito ter vindo porque a gente conheceu os vereadores, tem as eh as fotos dos vereadores e das vereadoras que teve antigamente. O Câmara Educa continua de portas abertas para escolas de toda a região, reforçando que a educação cidadã caminho para construir uma sociedade mais participativa. Expectativa tava de infinito e tá dois infinitos. Tá muito bom. Sério? Por quê? Ah, o a história aqui, muito aprendizado. Eu gostei bastante que a gente conseguiu tirar bastante dúvidas sobre a política daqui de Campinas, da nossa cidade. Eu gostei bastante. [música] [sino] Vôlei, Renata e Cruzeiro vão fazer neste domingo no ginásio Ibirapuera, em São Paulo, a final da Superliga masculina, jogo único. O time de Campinas eliminou o Praia Clube na semifinal e chega com muita moral. O treino por aqui tá pegadão, amigo. Mas tem uma explicação. Pois é, que o time de Campinas pode fazer história mais uma vez. Pela terceira vez consecutiva, o vôlei Renata chega à grande final da Superliga, desta vez contra o Cruzeiro. Jogo é domingo, às 10 horas da manhã em São Paulo. Bom, essa é a quarta vez que o time de Campinas disputa a decisão. Além das duas últimas, os campineiros também estiveram na final na temporada 2015 e 2016. Vamos lá. Terceira decisão seguida não é para qualquer time, hein? É terceira decisão. Já tivemos, já fomos coroados campeões em dois campeonatos e agora tem mais um. A gente quer muito essa taça, quer que Campinas entre na história também como um grande campeão da Superliga e a gente vai fazer de tudo por isso. Como é um jogo só, é bom lidar muito bem com o lado emocional, né? Ainda mais jogo único, a tensão é maior, né? o jogo acaba se tornando mais mais tenso assim, mais essa a pressão para um ponto pode ser maior para qualquer um dos times, mas eu acho que a gente já jogou finais, jogo único e essa temporada o time já aprendeu como jogar, sabe que o jogo é longo, não adianta a gente eh se desesperar, de repente perde um set, o jogo é muito longo, então a gente sabe que contra eles ainda mais não tem nada de jogo fácil, a gente não espera um jogo um jogo curto. Então a gente sabe da da nossa capacidade, sabe do que tem que fazer para ser campeão e esperamos concretizar no domingo. E o adversário, hein, velho conhecido do vôlei Renata, como enfrentar o Cruzeiro, um adversário que vocês já estão super acostumados, um adversário que normalmente sempre dá muito trabalho. É jogo de cachorro grande, né? É, com certeza. A gente sabe aí a história do Sado Cruzeiro e a gente sabe que não vai não será fácil, nunca foi. E como você mesmo falou, jogo único, eles vão vir com tudo, nós vamos com tudo, entrar com toda a dedicação e nossa força de vontade. [música] terceira final consecutiva dos campiros na Superliga masculina. E tem um clima de revanche neste confronto com o Cruzeiro, porque recentemente os campineiros venceram os mineiros no Sul-Americano e na Copa Brasil. Então, clima de rivalidade em alta e claro que na segunda-feira a gente conta a história desta partida. Bom, e amanhã no sabadão vamos falar sobre futebol agora, porque a Ponte Preta recebe o Sport Recife aqui em Campinas, no estádio Moisés Lucarelli, às 6:30 da noite. Você vê o confronto aí na sua tela. O técnico Rodrigo Santana não pode contar com o mei-campista Murilo Cavalcante, que está lesionado, e nem com o atacante Luís Felipe, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Macaca vem de derrota pesada, 3 a 0 contra o São Bernardo. É a primeira equipe fora da zona de rebaixamento, não pode nem pensar em tropeço jogando em casa, porque pode complicar ainda mais a situação do clube. E claro que na segunda-feira a gente também conta a história desta partida. Fim de semana de muito esporte, mas também de muita cultura. A partir de agora você acompanha todas as dicas para o seu fim de semana na Agenda Cultural. [música] [música] A sexta-feira chegou mais rápido do que você pensou e a gente não poderia deixar de passar por aqui para te dar as principais dicas para curtir o final de semana em Campinas e região. E anota aí, porque tem cinema, teatro, exposição, tem até um concerto especial de Dia das Mães que acontece aqui no Centro de Convivência Cultural de Campinas. Mas você vai conferir tudo a partir de agora com a agenda cultural. E a gente começa com as estreias das telonas. Entre as estreias do fim de semana está as ovelhas detetives. A animação acompanha um grupo de ovelhas que decidem investigar a morte do próprio dono. Um pastor apaixonado por histórias de mistério. Com a ajuda de um policial atrapalhado, elas saem do campo e entram em uma investigação cheia de suspeitos e obstáculos, tentando descobrir quem cometeu o crime antes que a situação se complique ainda mais. Eu quero chifrar. Quero dar muita chifrada. Qual é deles? As ovelhas detetives. Outro destaque nos cinemas é o filme Concerto de Billy Eish Hit Me Hard and Soft The Tour em 3D. Leva para Estelonas imagens dos shows realizados em Manchester durante a nova turnê da artista. [música] [risadas] [música] [canto] Já o documentário Iron Mendy Burning Ambition celebra os 50 anos de trajetória da banda britânica. O filme revisita desde o início da carreira nos pubs de Londres até a consagração com grandes estádios pelo mundo, com imagens raras, entrevistas exclusivas e depoimento de artistas convidados. [música] [música] Para quem prefere ação, a opção é Mortal Kombat 2, sequência inspirada na famosa franquia de videogames. O Longa traz de volta personagens conhecidos como Scorpion e Sub Zero, além de novos nomes e em uma batalha que coloque em risco o destino do planeta. Tá na hora do show. [música] Também estreia Hungria, a escolha de um Sonho. Filme baseado na história real do rapper brasiliense. Produção acompanha a trajetória de Gustavo desde a periferia até a conquista de espaço na música, mostrando os desafios enfrentados como preconceito, pressão familiar e dificuldades no início da carreira. [música] Merda começar a atrapalhar vai atrapalhar por moleque [música] [música] na música. Nesta sexta-feira tem o show da banda Capital Inicial às 9 horas da noite na Expo Dom Pedro em Campinas. Com mais de 40 anos de carreira, o grupo apresenta um repertório que reúne clássicos do rock nacional e músicas que marcaram diferentes gerações. Você guardar o segredo onde você guardaria. [música] No sábado, às 8 horas da noite, Nei Mato Grosso se apresenta no Royal Palm em Campinas. O show reúne momentos marcantes da carreira do artista, conhecido pela presença de palco e pela interpretação intensa. Será [música] que você ainda pensa em mim? [música] No domingo às 6 horas da noite, o grupo Gilsons se apresenta na Multiarena em Campiras. O trio leva ao palco um repertório que mistura MPB, [música] POP e influências contemporâneas. Eu quero te dar [música] a boca. Eu espero o tempo que for. Também no sábado, às 8 da noite, a Rebeca Cultural em Souzas recebe Janai Dias Quarteto. O grupo apresenta um repertório instrumental que mistura composições próprias com clássicos da música brasileira, passando por nomes como Hermeto Pascoal e Pxinguinha. Ainda no sábado, às 9 da noite, o Expo Dom Pedro recebe o espetáculo Orquestra Rock com vida Dado Vila Lobos [música] e André Frastec. O show revisita sucessos da Legião Urbana em uma versão que mistura elementos do rock com arranjos orquestrais. A apresentação faz parte de um projeto beneficente com renda destinada ao Centro Infantil Boldrir. [música] No sábado, a partir das 3 da tarde, o Sambódromo de Paulíia recebe o festival Repique. O evento reúne grandes nomes [música] do samba e do pagode, como Zeca Pagodinho, Ludmila, Dilsinho, entre outros. Em uma programação voltada ao público que busca música ao vivo e clima de festival. [música] Também no sábado, a partir das 10 da manhã, o Parque Municipal Jaime Ferragut em Vinhedo recebe uma programação dedicada ao Heg. Ao longo do dia, bandas como planta e raiz e mato seco se apresentam reunindo diferentes vertentes do gêno nailão, [música] o filho do leão. Ele se sente forte, ele está curado. [música] E para você que quer valorizar a cena musical da nossa cidade, a Orquestra Sinfônica de Campinas realiza neste sábado, às 8 horas da noite, o conserto especial de Dia das Mães, Chiquinha Gonzaga, a maestra brasileira que acontece aqui no Centro de Convivência Cultural às 8 horas da noite, aberta ao público. Quem traz todos os detalhes pra gente é o maestro responsável Eduardo Pereira. Eduardo, seja muito bem-vindo. Muito obrigado. Primeiro, eu quero que você explique pro pessoal de casa o que é esse concerto especial de Dia das Mães. Esse é um espetáculo que foi construído em 2025 em homenagem aos 90 anos da morte de Chiquinha Gonzaga. E quando eu recebi o convite, né, para esse concerto em homenagem ao Dia das Mães, pensamos de imediato neste espetáculo, porque traz justamente a obra e a vida dessa grande compositora, maestra, uma mulher que foi e incrível, né, no tempo dela, quebrando várias barreiras. Chiquinha Gonzaga escreveu mais de 300 obras, foi a primeira mulher a reger uma orquestra no nosso país. Ela também foi a responsável pela questão dos direitos autorais, né, pela com a criação do primeiro da primeira entidade eh preocupada nos direitos autorais, na segurança dos direitos autorais dos compositores, mas também uma mulher que se posicionou ativamente em questões h políticas. Eh, ela se posicionou em relação à abolição da escravatura, alforreando inclusive um escravizado, colocando a arte dela h a propósito, né, de um de um bem maior. Eh, a questão da República, né, ela tem se não só se posicionou na época, mas escreveu obras dedicada a isso. Então, Chiquinha Gonzaga era uma mulher muito à frente do seu tempo e teve que lidar com muitas situações por ser mulher, por ser musicista, [música] por ser maestra, por ser compositora. Então esta não é apenas uma homenagem para o Dia das Mães, mas para todas as mulheres que ainda enfrentam diversas questões de desigualdade no mundo. E a gente estava acompanhando aqui o ensaio, estava muito legal inclusive acompanhar tudo isso. E como a gente citou na abertura da nossa entrevista, o evento ele é gratuito e aberto ao público. Como que o pessoal que está acompanhando a gente de casa pode fazer para vir conferir esse espetáculo? Vocês entram no Instagram da Orquestra Sinfônica de Campinas. @sfânicacampinas. Lá no link da bio vocês vão encontrar todos os o passo a passo para adquirir o seu ingresso. [música] E também não posso deixar de dizer que esse espetáculo foi escrito por uma outra mulher muito importante agora do nosso tempo, Juliana Hipk, uma compositora de extrema importância no cenário musical e [música] muito simbólico tê-la também como compositora e arranjadora deste programa. E como você citou na sua primeira resposta, este é um concerto que está sendo preparado há muito tempo. Como que funciona? Conta um pouco pra gente que tá em casa, como funciona os bastidores para chegar até o dia final de tudo isso que a gente tá vendo aqui. Primeiro a gente começa com a concepção do espetáculo. Isso, como eu disse, aconteceu há mais de um ano atrás. Então a gente pensa, faz uma pesquisa profunda, é um espetáculo cronológico. Então nós temos aí desde da nascimento da Chiquinha Gonzaga, né, todos os aspectos familiares, questões [música] ah da do ambiente o qual ela nasceu e conviveu, passando até a chegando até a sua morte. Depois [música] disso, a gente começa a construção dos arranjos, né? Depois da escolha da do repertório. São mais de 300 obras. Dentre essas nós escolhemos 24 que compõe o espetáculo. E aí começa a construção desses arranjos que demorou cerca de 4 meses pra Juliana Rip que escrever. Depois disso, a gente começa os ensaios. Então nós temos quatro ensaios começando hoje e vai até o ensaio aberto de sábado para o concerto de sábado à noite às 8 horas aqui no centro de convivência. Maestro, para encerrar então a nossa entrevista, a gente sabe que os ingressos pros eventos da Orquestra Sinfônica são concorridos, mas quem às vezes não conseguir pegar o ingresso para vir conferir no sábado, como que pode fazer para ficar de olho pros outros eventos da Orquestra Sinfônica aqui de Campinas? Muito bem, isso é uma verdade. Os ingressos acabam muito rápido, o que é ótimo, significa que a população campineira tá sempre atenta, né? E abraça Orquestra Sinfônica. Eu sei que já estão disponíveis na Simpla, então olha lá no Instagram da orquestra e se já tiver sido desgotado, fiquem atentos pros próximos concertos que tem uma programação muito bonita e muito rica para todo ano, pra temporada [música] 2026 da Orquestra Cfânica de Campinas. Tá certo? Então, maestro, muito obrigado. Obrigado pela disponibilidade de nos receber aqui. Você aí de casa conferiu então a dica para vir conferir de perto esse espetáculo. A gente estava aqui e pode garantir que estava muito bom. Está maravilhoso. Traga a sua mãe para vir conferir de perto esse espetáculo aqui da Orquestra Sinfônica de Campinas. Muito obrigado, maestro. Eu que agradeço. [música] [música] [música] O Museu da Imagem e do Som de Campinas recebe a peça O jogo da realidade. O espetáculo propõe uma experiência imersiva ao integrar o espaço do museu à narrativa, criando uma relação direta entre o público, o ambiente e a história encenada. Oi pessoal, eu sou Mariana Abreu do estúdio Flamengo Sony Kate aqui de Campinas e venho convidar vocês para assistirem um espetáculo Nove Poemas. Nós vamos estar no Teatro Castro Mendes no dia 9 de maio às 19:30. São pessoas incríveis, artistas incríveis do Guimarães, Denis Sartorato, Iandara Pimentel, Isadora Ruda, são os nossos músicos e dançando Renata Oliveira, José Zevedo, Mariana Abreu e uma atriz Anaia Prata trazendo para vocês a dança flamenca, a dança afro e as poesias de Flor Bela Espanca e Conceição Evarista. Ficou curioso? Ficou curiosa? Então vem assistir a gente. Os ingressos são gratuitos, pois esse espetáculo é apoiado pelo Fundo de Incentivo à Cultura de Campinas, o FIC. Então podem retirar os ingressos na bilheteria de forma gratuita. Esperamos vocês. Em Valinhos segue até o dia 29 de maio a exposição Ver e Sentir no centro de Pastoral da Paróquia São Sebastião. A amostra é gratuita e pode ser visitada de segunda a sábado, das 8:30 da manhã às 5 da tarde, com horário estendido até às 9 da noite, às segundas e quartas e aos domingos das 8 da manhã ao meio-dia. [música] Aos sábados há visitas guiadas às 9 horas da manhã e 10:30 da manhã. Também no sábado às 8 horas da noite, o Teatro do Sesi Campinas Amoreiras apresenta o espetáculo Medula, ampliando as opções culturais para quem busca teatro na cidade. Era tanta [música] saudade, tantaade. Já no domingo, às 7 horas da noite, o Teatro do Sesi recebe o espetáculo Seu Tenório Toca Gonzagão. Uma apresentação musical que homenageia a obra de Luiz Gonzaga. [música] s e essa sede pode matar. Nesta sexta-feira às 8 horas da noite, o Sesc Campinas recebe o espetáculo Desaparecimento de Luía, inspirada em um poema de Carlos Drumon de Andrade. A peça constrói uma narrativa envolta em mistério a partir de um acontecimento inesperado que transforma a vida de três personagens. Ainda no Sesc Campinas, o domingo tem programação gratuita para toda a família. Das 4 às 5 da tarde, o Espetáculo Circense amanhã tem mais, com circo além da lona, reúne números de acrobacia, malabarismo e humor. E no sábado às 6 da noite acontece a abertura da festa do divino Espírito Santo na paróquia Santa Isabel em Barão Geraldo, em Campinas. O evento retoma uma das tradições culturais mais antigas da cidade e é aberto ao público. Anotou as dicas? Porque o que não falta é opção para você curtir o final de semana em Campinas e região. Eu vou ficando por aqui, mas te espero na semana que vem para mais dicas culturais para curtir o final de semana. Até mais. [música] O SES Campinas Amoreiras está com vagas abertas para a oficina de teatro do núcleo de artes cênicas que acontece nos dias 23 e 24 de maio. É um sábado e um domingo. Das 9 horas da manhã à 1 hora da tarde é para maiores de 16 anos. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas através do site da unidade. Os participantes vão aprender a reconhecer no texto lírico as possibilidades de ação dramática e construção de gestos para criação de uma partitura cênica experimental. Ah, fim de semana em que a gente deve ter um pouco de tudo, viu? Amanhã, no sábado, o sol aparece entre nuvens, então vai dar para curtir ao ar livre, passear, faz até um calorzinho, mas uma frente fria que está no sul do país vem chegando aqui no estado de São Paulo e aí muda o tempo para o domingo, dia das mães. Então aquele casaco bonito que você tem, você que está com saudades de colocar agasalho, pode se preparar porque no domingo a temperatura vai cair e tem previsão de chuva, viu? A qualquer momento do dia, mas principalmente a partir do fim da manhã. Não deve ser em grande intensidade, mas é aquele dia de chove para chove para Vamos às temperaturas porque elas já estão aqui na minha tela para amanhã sabadão. Então o dia deve ser estável com mínima de 18 e máxima de 29º no domingo. Frente fria chegando, dia chuvoso com mínima de 14 e máxima de 21º. E pra gente encerrar o jornal Câmara Notícia, tem reportagem especial. Conciliar a rotina no serviço público com a maternidade é um desafio diário vivido por muitas mulheres. A jornada dupla exige organização, sensibilidade e força emocional para cuidar da família sem abrir mão da carreira. Em homenagem ao Dia das Mães, cinco servidoras da Câmara Municipal de Campinas compartilham histórias de dedicação, equilíbrio, superação. Mesmo diante de desafios do matenar, elas seguem transformando dificuldades em inspiração. Os relatos revelam a potência e a humanidade das mães que também ajudam a construir o serviço público da cidade. [música] A maternidade e a carreira profissional interagem de forma complexa, impactando a trajetória de mulheres. No Brasil, 59.1% das mães que trabalham disseram ter dificuldades na conciliação. No serviço público, elas somam 40%. Na Câmara Municipal, das 178 servidoras, incluindo as vereadoras, 75 já tiveram alguma licença à maternidade ou declararam ter filhos no imposto de renda, o que representa 42%. No trabalho, muitas histórias que vão além dos corredores. [música] Elas que se dedicam à carreira pública, trazem vivências desafiadoras, cada uma com um caminho para viver a maternidade. Eu sempre tive vontade, sim, de ser mãe, mas eh eu tinha outras prioridades antes disso, né? outras coisas que eu tinha vontade de fazer e conversava, né, com o meu marido. A gente sempre falou sobre isso. E aí, eh, aí de repente depois que eu já tinha passado, né, por algumas fases, os estudos principalmente, né, aí veio essa essa vantagem de falar: "Não, agora agora acho que dá pra gente, né, dar esse próximo passo." A gente esperou um pouquinho para saber o sexo, então foi durante um exame, né, que eu tava fazendo ali de ultrassom mesmo. E aí a médica falou: "Ah, é um menino". Daí eu fiquei muito feliz, né? E ele também, mas ele é filho único e eu também. Então é o primeiro neto dos dois lados. Então tá todo mundo super feliz. estar em sala exigia uma jornada muito pesada na minha casa, porque eh o professor leva muito trabalho em casa, então era planejamento, eh correção de atividades, fazer outras atividades e eu estava com uma criança pequena em casa, bebê, em fase de diagnóstico também, né? Porque ela é ela é pessoa com deficiência. Então isso também pesou na decisão de mudar, né? Eu tinha prestado também outros concursos na época e os convites vieram meio juntos. Eu acabei optando pela Câmara, eh, que não tinha essa esse volume de trabalho em casa. Quando eu entrei aqui na Câmara, a minha filha, Luciana, ela tinha a idade do meu filho, hoje tinha 9 anos. Eh, eu vim para Campinas porque eu sou de Piracicaba. Minha família toda é de Piracicaba. A Luciana eu tive quando eu tinha 16 anos, né? [música] E então quando eu vim para cá, eh, vim para trabalhar com um vereador, né? Não tava nem pensando porque eu trabalhava de coordenadora e dava aula numa escola aqui em Campinas. E daí eu conciliava a [música] escola, a Câmara e a maternidade com a mãe. Eu fiquei com o [música] o aqui na Câmara, mas o segundo emprego eu fiquei em mais de seis meses porque não dava conta. Quando eu me casei, meu esposo também concursado veio para pro estado de São Paulo. Aí eu vim para Campinas em 2014 e agora meus dois filhos nasceram aqui, um em 2017 e o outro em 2020. Quando eu tive a primeira foi um bacinha [risadas] e eu vi que não, porque precisei de uma ajuda, né? E fala contr eh chamei tinha uma babá porque minha família tava em Minas, né? não tinha rede de apoio. Pensei em colocar lá na escolinha, ficou muito doente, então foi um bac. Já o segundo já já tinha aprendido percorrer o caminho, então foi já tava muito mais estruturado. Era um desejo que a gente compartilhava, sempre compartilhou, né? [música] E nós eh demos então a entrada na vara especializada aqui de Campinas e depois disso foi que a gente compartilhou com a família. Minha família tinha uma certa, um certo receio em relação à adoção. Quando ligaram para mim, na verdade pro meu marido e falaram: "Tá pronto para conhecer seus filhos?" Eu tava dirigindo e eu chorava tanto que eu não conseguia mudar de faixa. E eu fiquei naquela faixa, eu consegui sair dela. E eu ainda tinha outros trajetos. Eu falei: "Não, eu vou para casa, não tenho condição de ir para em nenhum lugar mais". E eu moro numa chácara. Eu cheguei, meu marido estava com uma vassoura varrendo a terra. Eu falei, eu acho que ele tá tão desorientado quanto eu. Em meio a tantos compromissos pessoais e profissionais, o desafio de ser mãe vai além do maternar. Com esse olhar, a Câmara Municipal tem o espaço criança, que fica no plenário da casa. E justamente por conta de uma tragédia envolvendo uma servidora que em junho do ano passado foi vítima de feminicídio com o seu bebê de 2 meses. É que aqui que representa a possibilidade de tantas mães participarem de decisões no legislativo perto de seus filhos, recebeu o nome de Cris. Neste ambiente comum, em um órgão político e administrativo voltado para a criação de leis e a fiscalização do município, cada uma, a seu modo, faz da resiliência uma amiga para essa jornada. Mãe de primeira viagem, mãe atípica, mãe avó, mãe solo, mãe por adoção, enfim, mães. E aí a gente fez o o pedido da adoção, porque assim, você quer conhecê-los, agora você vai pedir para adotá-los. A gente foi orientado pela equipe técnica ficar num cantinho como quem não quer nada e as crianças brincando assim num espaço e o menino quietinho e a menina e falava e o menino quietinho e ela falava e eu queria agarrar eles, eu queria abraçar e depois a equipe, as duas meninas chamaram os dois, [música] falaram: "Olha, a gente encontra um papai e uma mamãe para vocês". e mostrou a nossa foto. Meu menino falou assim: [roncando] "Eu acabei de ver esse moço saindo daqui [roncando] e entre conhecer as crianças e eles virem para casa foi um mês. Então a minha gestação durou um mês. Minha irmã caçula me deu o primeiro enxoval, eu não tinha nada. Construímos um quarto em duas semanas. [música] E assim, eles são a riqueza da minha vida. Não consegui imaginar que eu ia perder o Paulo tão jovem, né, e com filhos tão pequenos ainda. A Melissa tinha 5 anos, o Eduardo tinha dois. Então, eram [roncando] pequenos, né? E a vida mudou de de uma hora para outra. Então, tudo aquilo que eu idealizei, sonhei, de repente não existia mais. Então, é difícil até hoje eh aceitar. Além de eu ter que lidar com a minha dor, eu tinha que tá forte. Eu não não escondia as minhas emoções. Meus filhos viam chorando e tudo, mas eu tinha que dar conta, né? Eu tinha que me tirar forças eh para poder seguir adiante. Eu falo que meus filhos eram, eu, eles achavam que era a fortaleza deles sem saber que eles, na verdade, que eram a minha, né? Que são a minha. Minha família agora acabou por vir para Campinas, meus pais. Eh, então a gente vai ressignificando a nossa trajetória, né? Ela falou: "Mãe, eu vou casar, o meu Juan é uma pessoa maravilhosa, companheiro, um paisão." [música] Aí resolve casar e daí no dia do casamento dela, acho que no outro dia a gente descobre que ela tá grávida. Ela casa e a gente descobre que tá grávida. E assim, foi assim uma uma felicidade. E a escadinha, tá, Mirna? É Maria Rita, Teresa, Elisa e o Benjamim de um ano. Uma expectativa meio maluca, né? Porque eu de novo grávida, com o o medo era totalmente diferente. O que eu passei na minha gravidez, na primeira gravidez, não era na segunda. É cheio de ai que medo, não vou fazer isso, não vou fazer aquilo. Mas aí assim, minha filha, ela tava ali para mim também cuidando, me ajudando assim. [música] E hoje que nem ela foi sua rede de apoio naquele momento. Foi muito, muito. A Luciana foi minha rede de apoio. Ela tem um vocabulário muito rico, né? Um vocabulário que é muito interno, ela não consegue expressar verbalmente. E aí eu tive a ideia de fazer esse livro contando um pouquinho, dando um pouco de voz, né? Dando voz a ela para contar a própria história e para ela se ver também no livro, porque ela ela gostava muito de folhar, mas ela não tinha paciência de ouvir histórias. Então, a gente fez todo um treino para ela aprender a sentar, ouvir uma história. E aí esse livrinho quando chegou, ela se viu ali dentro do livro identificando [música] a vovó, o vovô, os ambientes que ela gosta. Então, foi muito legal eh eh ajudá-la a entender que o livro tem uma função. Maternidade atípica é equilibrar eh expectativas, frustrações, esperanças e comemorar, [música] né, cada avanço. Acho que esse vínculo é muito mais do que um cordão, [música] mas se constrói no dia a dia mesmo com muita paciência, com muita sensibilidade, com muito amor incondicional. E eu digo sem romantismo que a minha filha me fez uma pessoa melhor e me faz uma pessoa melhor a cada dia aprendo demais com ela. Então é muito bom ser mãe dao na Câmara são mães vereadoras, concursadas e comissionadas e as que atuam nas empresas terceirizadas com desafios diversos. O apoio em cada fase é essencial para que essas mulheres consigam unir a trajetória profissional e o maternar. [música] A ideia é justamente dar uma atenção para ele, mas também seguir na minha carreira, né? Continuar fazendo as coisas aqui na Câmara, né? Acho que o trabalho é algo que é importante também na minha vida, né? Meu trabalho, minha carreira. Então vai ser uma uma é também uma adaptação. Eu tenho uma família que me apoia muito, né? Meu esposo, meu minha família, tenho uma ajudante que é meu braço direito e aqui na Elecamp também, né? Uma equipe que entende essas questões que são específicas, né? De uma jornada que continua muito aqui. Então, uma equipe que trabalha muito junto, muito unido. Então, sou muito grata a Deus por ter e essa rede de apoio, né? E eu gostaria que todas as mães tivessem, porque realmente faz diferença no dia a dia. A maternidade solo para mim foi uma necessidade, [risadas] né? Não foi uma escolha que eu fiz aqui na Câmara, aqui em Campinas, a minha família, todo mundo foi muito acolhedor porque todo mundo soube a nossa história, né? Então a gente veio apoio de lugares, né, que a gente não espera. Mas é uma é um é uma dor assim silenciosa, né? Porque tem momento que você tem que respirar fundo e ver aquelas duas pessoinhas e falar: "Vamos, vamos seguir." Quando a gente sai, ninguém fala que se o meu filho é tio, às vezes parece, ah, as crianças é tudo sua. Não, eu sou avó. Avó, ninguém acredita que eu sou avó de quatro, mas o meu filho é assim apaixonado pelas crianças, porque ele fala assim: "As minhas sombrinhas, que é as sombrinhas dele, né? E agora minha filha tem um menino que ele falou: "Mãe, eu não aguentava mais menina, precisava de um menino". É super divertido. Cansa, viu, gente? Mas é divertido. [música] É uma maternidade real da mulher que de repente gera e e tem o seu parto e ela fica lá amamentando e ela não dorme e ela tá cansada e ela precisa de ajuda. Em uma ocasião ele, [música] por que que ela me deixou para trás? Por que que isso aconteceu? Por quê? Porque o meu filho? Eu não posso explicar. Não consigo dizer isso para você, sabe? E você sentir que aquele afago foi o que me tornou mãe dele. Ele me reconheceu mãe. Eu nunca achei que uma licença maternidade era tão necessária, porque eu me tornei mãe, eu me descobri mãe e eles filhos que eles tiveram aí uma lacuna de 2 anos sem vínculo parental, né? Mas eles também eram uma familinha que chegou em outra família. E para eles estarem naquela condição de precisar encontrar uma nova família, é porque eles sofreram uma situação que colocava eles num risco enorme. Sem romantismo, elas avaliam que a mulher não deve ser definida apenas pelo papel de mãe, mantendo sua saúde emocional e a sua identidade. E mesmo não se prendendo às perfeições, o presente é vivido no dia a dia com seus filhos. Tem dias que tô um pouco mais ansiosa, tem dias que eu tô bem tranquila assim. A mãe se especializa em muita coisa, né? Nos cuidados, na legislação de garantia de direitos, enfim, a gente aprende muito e faz disso não só uma bandeira de luta, né? Eh, mas uma vida, né? é uma jornada, é a minha vida, ela é a minha vida e hoje, eh, eu tenho muito mais conhecimento. Se eu tivesse em sala de aula hoje, com certeza seria uma professora muito melhor do que já fui, pelo conhecimento que ela trouxe, né? Quando o filho é nosso, a gente [música] quer educar o melhor caminho, ensinar tudo. Com os netos também é assim, né? Mas assim, você parece que você tem um acalento diferente [música] com os netos. A hora que ele fala assim: "Vovó, de manhã eu ligo e faço chamado de vídeo". Assim, é uma coisa tão grandiosa, tão gostosa, que assim eu me vejo tanto que eu ligo pra minha filha, falo: "Ai, como meus filhos estão?" Porque é assim que eu trato eles. Eu falo: "Vovó te amo, vovó, mas eu falo: "Como meus filhos estão". [música] Assim, é a coisa mais gostosa do mundo. Eu amo meus netos, eu amo minha família. Eu sou uma mãe presente, eu acompanho tudo e eu acho que eles estão indo bem, sabe? Os dois. Eu tenho um pai que ele é maravilhoso e às vezes eu me emociono de pensar meus filhos não vão saber o que que é ter um pai, né, presente, mas eu sou uma mãe que tô aí e tô aí para isso, né, e eu e vai dar vai dar certo. É alma, é âmago, é espírito, é profundo o vínculo que eu tenho com eles. Minha família é o amor da minha vida. Aí, por mais que eu trabalhe aqui, que eu tenha jornada de mãe, que eu advogue agora, não importa. Nada disso pode superar o momento de eu estar com eles, de viver junto, de curtir. Sì. [música] [música] Que reportagem especial, belíssima, né? Forte, potente, com tantos ensinamentos. Parabéns à Mirna Abreu, que produziu junto com toda a nossa equipe, né? os repórteres cinematográficos, pessoal da edição, da produção, do Twitter, todo mundo envolvido para esta reportagem especial. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e eu volto na segunda-feira ao meio-dia. Feliz dia das mães para todas as mamães. เฮ [música] [música] [música] [música]