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Seasa Campinas projeta aumento no público e nas vendas no mercado de flores impulsionado pelo dia das mães. Campinas promove semana especial em homenagem à força expedicionária brasileira. No giro ambiental, vamos falar sobre uma dieta inovadora que pode [música] transformar a pecuária, reduzindo a emissão de metano. [música] [música] Olá, boa tarde. Chegamos ao meio da semana, quarta-feira, 6 de maio de 2026. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto no número que aparece aqui embaixo da sua tela, 97829377, ou você tem a opção de enviar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o Qcode. Também já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmera Campinas. Você aperta e pode enviar o seu elogio, uma crítica construtiva ou que você queira assistir aqui no nosso telejornal. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. A proximidade do Dia das Mães já movimenta o mercado de flores da SEASA Campinas. Produtores, comerciantes se preparam para um dos períodos mais importantes do ano, enquanto consumidores antecipam as compras em busca do presente ideal. A nossa equipe foi até o local e mostra como está a movimentação. A Seasa Campinas já sente o aumento no movimento no mercado de flores com a aproximação do dia das mães. A data, considerada uma das mais importantes para o setor mobiliza produtores, comerciantes e consumidores que buscam antecipar as compras e garantir variedade de opções para presentear. Expectativa é ótima. O dia das mães é o carro e chefe, né, do setor. Então assim, o pessoal, eu falei com alguns permissionários na durante a semana e eles estão aí com uma expectativa de aumento de venda de até 50% no produto ofertado. Como você pode ver, o mercado tá bem movimentado, então assim, o pessoal tá recebendo flor todos os dias. Então eu acredito que florzinha fresca vai ter até no sábado. A dica é o horário da manhã é melhor, né? Então, o mercado funciona de segunda, terça, quarta e sexta, das 8 às 16:30, aos sábados das 8 às 13 e nas quintas-feiras a partir das 10 horas da manhã. Ao longo da semana, a estimativa é de milhares de pessoas circulando pelo espaço, com alta média de 30%. Em comparação com anos anteriores, o avanço pode ultrapassar esse percentual. A expectativa é que o movimento mais intenso aconteça neste sábado, véspera do Dia das Mães. E pensando nisso, o Mercado de Flores preparou uma programação especial com música ao vivo e distribuição gratuita de alimentos. Na semana a gente tá eh prevendo aí receber entre 15 e 16.000 pessoas. No sábado, a gente faz aí uma conta de até 10.000 pessoas no sábado. E no sábado vai ter um evento aqui, né? Então, vai ter música ao vivo, a César vai servir um escondidinho feito pelas nutricionistas da alimentação escolar, vai distribuir brinde para as mamães. Então assim, a gente espera receber aí em torno de 10.000 pessoas no sábado para todos os bolsos, tá? Vamos aí fazer uma média de você paga de R$ 750 a R$ 200. Então assim, e além da flor, a gente também tem kit de café da manhã, pelúcia, aromatizante, vasos. Então assim, ó, você encontra o presente pra sua mãe aqui, com certeza. Para os permissionários, o período já é de preparação intensa. Com a proximidade da data, muitos reforçaram os estoques, ampliaram a variedade de produtos e apostam no aumento das vendas para impulsionar o faturamento. Ó, Dia das Mães a gente vem trabalhando ele até uns 30 dias antes, né, conversando com os produtores pra gente conseguir ter um volume grande de flor. Mas assim, que a gente começa a receber, que o mercado começa a esquentar uns 15 dias antes, já tá bem movimentado. Então, já há uns 15 dias o SEAS já tá bem movimentado. E qual a expectativa para essa última semana e para esses últimos dias que antecedem o Dia das Mães? A expectativa de aumento de venda entre 50 a 70%. E pro pessoal que tá vindo aqui, o que que eles estão mais procurando? Quais flores eles estão mais procurando? Olha, tem o nosso público que vem para presentear, né, alguns comerciantes que vem para poder fazer a distribuição. O pessoal procura bastante vaso pode seis. Dentro deles é calanchuê, mini orquídea e mini crisisântimo, rosirinha, enfim, pimentinha. Tem bastante variedade. Flor de corte, nosso carro chefe é a rosa. Ela é ela é bem procurada. E também os mix, né, de flores. O pessoal vem aqui e escolhe um mixezinho de flor para poder montar um arranjo e presentear as mães. De diferente assim, eu acredito que cresceu bastante a questão de planta verde. Antes não tinha uma procura tão grande. Eu acho que agora o pessoal tá tá dando uma atenção também em questão de planta verde, não só a planta com flor em si. E tem gente que não deixou para a última hora e já passou pelo mercado para garantir o presente. A busca é por variedade, praticidade e opções que agradam diferentes estilos de mães. Pro dia das mães vai presentear sua mamãe. Então isso, a gente tem um atelier lá em Bragança Paulista, então a gente vende também. Ah, vocês vendem e presentei a mãe também. A gente presentei a nossa mãe e a mãe dos nossos amigos, nossos clientes também. Quais flores você tá levando hoje? Hoje eu escolhi o mix de flor do campo porque eu acho muito bonita. Eu gosto muito da rosa, gosto muito da orquídea, mas esse ano a gente quis fazer um pouco mais diferente. Então esse ano vocês estão dando uma diferenciada. Isso. Esse ano a gente vai dar uma diferenciada. E as flores aqui estão lindas, né? Todas maravilhosas, bem fresquinhas, estão lindas. E você veio cedo, já veio, então garantir a flor fresquinha. Isso. A gente vem mais cedo, a gente vem um pouquinho antes da data também pra gente garantir, pra gente não ficar na correria. Começando a pensar nas flores, viu? Quais flores você tá vendo aqui hoje? Aqui eu tô vendo suculentas, vi rosas também, orquídeas. Aqui é maravilhoso, né? Aqui é perfeito. [risadas] Você tem um costume de no dia das mães vir aqui já escolher uma flor bonita? Sim, sempre que possível ven uns dias antes e já escolho para enfeitar a casa, né? Então você já veio antes, já veio garantir a flor fresquinha, bonitinha para ter lá no dia das mães? Sim. Enfeitar a casa, deixar a casa toda lida pro dia das mães, porque muito bom, né? As mulheres no geral gostam muito de flores, né? O que que você veio comprar hoje pro Dia das Mães? Eh, tem uma academia, então vim dar uma lembrancinha para todas as mães, mulheres, né? Para elas se sentirem amadas, acolhidas. Então, a gente normalmente é uma tradição nossa a gente dá uma suolenta para elas, sucolenta, uma plantinha para simbolizar esse carinho que a gente tem com elas. Tem vários tipos de mãe, tem as tias também, querendo ou não, faz parte também, né? As avós que tem lá. Então é isso, é uma homenagem nossa para essas pessoas maravilhosas que nos ajudam, colocaram a gente no mundo. [música] [música] [música] Campinas promove uma semana especial em homenagem à força expedicionária brasileira e dos pracinhas campineiros que combateram na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. A programação inclui palestras, visita guiada ao Museu da Força Expedicionária e Exposição de Viaturas. Tudo gratuito. Com um cenário histórico e interativo, a abertura oficial dedicada à força expedicionária brasileira aconteceu no passo municipal de Campinas. A homenagem tem o objetivo de resgatar e preservar a memória dos pracinhas brasileiros. A programação gratuita e aberta ao público vai até o dia 9 de maio e reúne atividades culturais, militares e educativas, com palestras e visitas guiadas ao Museu da Força Expedicionária Brasileira, além da exposição de viaturas militares. O presidente da Câmara, vereador Luís Rossini, destacou a importância dessas celebrações. Nós temos aqui a Associação dos Exposicionários Campineiros que mantém esse acervo aqui. Hoje iniciamos a comemoração da semana da FEB de Campinas. Aqui mostra o que seria uma cena de de guerra, né, com barracas, equipamentos, armamentos da época que hoje estão inclusive no museu eh da dos Expedicionários de Campinas. E nós conversando com a entidade resolvemos oficializar, incluir no calendário oficial de Campinas a semana da força expedicionária brasileira. Entre os mais de 25.000 brasileiros que lutaram na Segunda Guerra Mundial, 328 tinham uma ligação com Campinas. Homens que carregaram não só a farda, mas também identidade e história para os campos de batalha. É uma semana importante porque eu acho que uma vida com propósito, ela se faz de legado. E o que a gente costuma dizer é que as pessoas passam pelas instituições, mas as instituições elas se sobrepujam à pessoas. Eu acho que quando a gente reverencia a memória daqueles que combateram nos campos da Itália, a gente materializa no presente toda aquela solidariedade que foi levada pelos pracinhas ao povo italiano. Então eu acho que nessa semana a gente convida a toda a sociedade que participem das atividades que estão previstas e que vai culminar com uma cerimônia que vai ser feita no próximo dia 9, em que a gente comemora o o Dia da Vitória. A semana é promovida pela Associação dos Expedicionários Campineiros, que tinha como finalidade dar um suporte e apoio aos militares. Então, num primeiro momento, ah, eles buscavam o quê? A associação, buscavam recolocação profissional para esses pracinhas, buscavam atendimento médico, às vezes eh aquisição de medicamento, todo tipo de auxílio que eles pudessem prestar. Hoje a associação já tem um foco um pouco diferente, que é justamente como eu falei, o de preservar a memória dos pracinhas, né, dos expedicionários. Então nós eh temos uma sede aqui em Campinas onde existe um museu que preserva essa memória com peças da época, né? museu que pode ser visitado mediante um agendamento e surgiu essa proposta esse ano da criação da semana da força peticionária brasileira que a gente espera que se prolongue por vários anos, né, e que a cada ano seja melhor ainda. e sempre com esse intuito de honrar, né, os nossos pracinhas de Campinas e preservar a memória de tudo que eles fizeram, que lutaram, como diz o nosso logo, lutaram pela liberdade e democracia. Para a secretária de cultura e turismo de Campinas, Alexandra Caprioli, essa homenagem é fundamental para garantir que a luta dos pracinhas não fique no esquecimento. Eu acho que é o maior legado eh de você poder marcar uma semana é preservar essa memória e ao mesmo tempo, ela sendo, eh, estando no calendário de Campinas, a gente vai fazer um trabalho junto às escolas. Eh, a Secretaria de Cultura eh ajuda também a FEB num museu que eles têm que conta essa história. Então, eu acho que a gente precisa aproveitar esse momento para divulgar, pra população saber da histórias dos pracinhas de Campinas, que foram mais de 350 que estiveram na guerra, né, aí honrando a nossa cidade, o Brasil e preservar essa memória. Acho que esse é o maior legado que a gente pode é honrar essa memória desses pracinhas. Semana e eu fico feliz ter sido instrumento para oficializar, incluir no calendário oficial de Campinas a semana da força expedicionária brasileira. Hora das notícias do legislativo, porque a primeira parte da 25ª reunião ordinária foi marcada por homenagens ao Dia da Vitória e pela apresentação de um projeto de lei que propõe a criação da semana da força Expedicionária Brasileira no município. Por iniciativa do presidente da Câmara, vereador Luís Rossini, a primeira parte da 25ª reunião ordinária da Câmara de Campinas foi marcada por homenagens ao Dia da Vitória, celebrado em 8 de maio. Durante a discussão, foi apresentado o projeto de lei que institui a semana da Força Expedicionária Brasileira em Campinas. Eu acho que a gente eh tem que lembrar qual foi a participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial. E a participação da FEB, a força expedicionária brasileira foi decisiva, né, pra reconquista, para liberação da Itália, né, do julgo do chamado eixo nazi fascista, né, Alemanha, Itália e Japão. E essa semana e ela tem por objetivo a gente relembrar isso e valorizar a memória daqueles que foram lá lutar por ideais que a gente acredita até hoje, né, de democracia, de liberdade, de soberania, de justiça, de igualdade. E a Associação dos Expedicionários e Campineiros, ela tem a todo ano feito ações nessa semana que envolve o dia 8 de maio, que é o dia da vitória, né, quando teve o final da Segunda Guerra Mundial para lembrar e fazer memória mesmo aos expedicionários brasileiros e particularmente aos campineiros que integraram aquela força expedicionária. A semana da FEB deverá ser realizada anualmente entre os dias 2 e 8 de maio. A proposta prevê a inclusão da semana no calendário oficial do município, com o objetivo de preservar a memória histórica e valorizar a participação brasileira na guerra. A FEB foi criada no governo Getúlio Vargas em 1943, eh depois de navios mercantes brasileiros terem sido afundados, né, por pela Marinha do eixo alemã, Itália, tal. Então o governo reagiu a isso, criou a força expedicionária brasileira que se juntou aos aliados para enfrentar o nazifascismo na Itália. E foi impressionante assim a participação, deixou um legado. Tanto que os brasileiros em Montese, na região onde eles estiveram atuando, eh, são reverenciados como heróis hoje. Eles são lembrados lá e t uma gratidão enorme do povo italiano por aqueles pracinhas brasileiros que além da luta de enfrentar o inimigo, de conquistar e reconquistar cidades, eles mostraram um lado brasileiro de de acolhida, de fraternidade, né, de solidariedade e nunca visto. A reunião contou ainda com a presença de representantes de entidades ligadas à Memória Militar, como a Associação dos Expedicionários Campineiros e a Companhia de Viaturas Militares Antigas do Interior de São Paulo. É um legado primeiro de coragem e sacrifício. Eu sempre digo, o pracinha brasileiro em grande parte eram pessoas simples que nunca tinham saído da cidade onde eles viviam e de repente se viram atravessando o Oceano Atlântico para participar de uma guerra, de um conflito de proporções mundiais e não fizeram feio. foram lá e enfrentaram, eu sempre falo, um inimigo preparado, um inimigo que desafiava eh qualquer exército que fosse enfrentar. E mas o brasileiro não abaixou a cabeça e nós voltamos com V da vitória. E quando a gente fala de coragem, sacrifício, democracia e igualdade, às vezes isso não nos toca, porque às vezes são conceitos intangíveis que na nossa vida do dia a dia a gente pode passar despercebido. Mas eu gostaria de deixar como legado, que é aquele legado que nos toca, particularmente quando a gente fala de humanidade e acolhimento. Eu acho que quando a gente fala de pracinhas na FEB, o que nos remete o legado do pracinha na FEB foi a forma como eles saíram do Brasil para cumprir uma missão para a qual eles foram foram convocados para defender os ideais de democracia e igualdade na Itália, mas que não perderam o caráter de humanos, né? A humanidade e a solidariedade sempre estiveram presentes nas inúmeras campanhas. Por mais que em Monte Castelo nós tenhamos perdido a maior parte do contingente na Europa veio da tomada de Monte Castelo, os pracinhas não deixaram de ter humanidade e solidariedade. Também participou da primeira parte da sessão o vereador Luiz Yabico acompanhando as homenagens e a apresentação do projeto. Presidente, não poderia deixar de eh parabenizar a Vossa Excelência pela iniciativa de protocolizar o projeto de lei criando a semana da FEB. O senhor pode eh ficar tranquilo que a bancada republicana estará votando em peso. Eu, como vice-líder do governo, também vou falar com os vereadores para que votemos em peso esse projeto. Parabéns. Parabéns a todos. Requerimento do vereador Wagner Romão protocolado aqui na Câmara de Campinas. pede explicações sobre a poda e a retirada de árvores na Praça do Coco, em Barão Geraldo. A iniciativa busca esclarecer se as intervenções seguiram critérios técnicos e a legislação ambiental. O requerimento é de autoria do vereador Wagner Romão. O parlamentar esteve no local e constatou intervenções que resultaram na supressão de árvores de grande porte, além de podas consideradas severas em outros exemplares. O que tá acontecendo tem que ser mudado. Nós temos que promover uma mudança nessa política. A empresa terceirizada MB Engenharia, que é a responsável por fazer essas extrações, ela tem atuado de uma maneira absolutamente irregular com o que aconteceu na Praça do Coco, especialmente foi não só a extração dessas duas árvores, uma delas ainda em processo, mas várias, pelo menos três árvores ali do entorno, elas ficaram bastante danificadas e pode ser que venham ser extraídas também eh a depender do laudo que vai ser expedido para isso, né? Além disso, vários equipamentos, bancos das praças, eh cercas do parquinho e equipamentos ali da praça também foram danificados porque foi um trabalho feito de uma forma bastante inadequada. Conhecida como o coração verde de Barão Geraldo, a Praça do Coco é um dos principais pontos de lazer e convivência do distrito. O espaço recebe eventos culturais, cinema seu aberto e feira de artesanato. Além da supressão das árvores, o requerimento também chama a atenção para possíveis danos causados a equipamentos públicos da praça. A gente fez um requerimento de informações, que tem vários temas, entre eles esses, né? Quem vai pagar por esse prejuízo? Qual que é a natureza desse contrato da prefeitura com a MB Engenharia? O que que vai ser feito com os troncos galhos que foram suprimidos, né? porque isso também tem um um alto valor no mercado. Então é por aí que a gente vai fazer, que a gente apresentou esse requerimento de informações e mais do que isso, apresentamos o projeto de lei complementar para mudar a forma como a extração dessas aves têm sido feita na nossa cidade. Moradores do Jardim Santa Rosa relataram falta de profissionais no Centro de Saúde Santa Rosa. Por este motivo, o vereador Edson Ribeiro pede informações e providências à prefeitura. O vereador Edson Ribeiro pede informações no requerimento sobre os atendimentos de profissionais no centro de saúde do bairro Jardim Santa Rosa. Eu tive várias pessoas no meu gabinete reclamando, ligando, eh reclamando que lá não tem o clínico geral. E se um posto de saúde, uma unidade de saúde, eh, não tem um clínico geral, faltou tudo. Então, esse vereador tá fazendo um requerimento de informação para mandar o secretário de saúde realmente para ver o que que pode tá acontecendo, porque o bairro tá numa escassez em termos faltando médico no posto de saúde do Santa Rosa. O parlamentar destaca a importância da região. É, não é? É, inclusive a chácara Cruzeiro do Sul, Santa Rosa e Sulamérica, Parque Valência 1, Parque Valência 2, ela atende inclusive as áreas rurais atende tudo aquele lá. Então, eh, veja bem, esse vereador tá fazendo um requerimento de formação pra gente saber o que que tá acontecendo e eu quero uma resposta em breve, porque realmente tá faltando o clínico geral. No documento, Edson Ribeiro questiona qual a providência que será tomada para resolver o problema. É aquilo que eu falei para você, eh, faltou o clínico geral, faltou tudo, então é o que mais o pessoal precisa. A paralisação do Centro de Saúde São José, por conta de um assalto é questionada aqui na Câmara de Campinas. A vereadora Mariana Conte cobra explicações da prefeitura sobre o caso. As atividades na unidade foram interrompidas temporariamente após um assalto. Os atendimentos foram reorganizados em outros pontos da rede municipal. Diante da situação, a vereadora Mariana Conte protocolou um requerimento solicitando informações à prefeitura. Na verdade, a minha preocupação é com relação ao sucateamento que o centro de saúde estão vivendo. A gente sabe que você tem uma falta de profissionais da segurança, você tem uma precariedade da estrutura do prédio, você tá tendo muitos casos, aconteceu essa situação do assalto, mas também estamos tendo muitos casos de violência contra os próprios profissionais, uma vez que a gente tá vivendo uma precarização cada vez maior do sistema dos dos postos de saúde, dos centros de saúde. Então essa precarização vai levando essa situação de violência. Dentre os questionamentos, a parlamentar pede informações sobre a existência de um plano de segurança patrimonial específico para a unidade e, em caso positivo, solicita o envio do documento. Fiz o questionamento sobre as medidas de segurança, seja predial, seja do ponto de vista da vigilância patrimonial também. Então eu acho que é muito importante a gente cuidar dos centros de saúde e tem me preocupado não só porque também eh o que a gente tá vendo é que conforme vai sendo mais precarizado e a depois da terceirização uma xarifada da saúde isso precarizou ainda mais, tem aumentado a falta de insumos básicos, isso aumenta a negativa dos profissionais com relação à população e a população fica indignada. Isso vai descredibilizando o centro de saúde. O atendimento presencial no centro de saúde São José já foi normalizado, mas a preocupação agora é com a estabilidade do serviço. tem me preocupado, não só porque também eh o que a gente tá vendo é conforme vai sendo mais precarizado e a depois da terceirização uma xarifada da saúde, isso precarizou ainda mais, tem aumentado a falta de insumos básicos, isso aumenta a negativa dos profissionais com relação à população e a população fica indignada. Isso vai descredibilizando os centros de saúde, né? Porque até então os centros de saúde gozavam de um respeito da população. E a gente tem visto que tem sido o centro de saúde tem cada vez mais sendo cai caído descrédito, inclusive com violência contra os profissionais. Alunos do 5º ano da Escola Municipal Professor Benevenuto de Figueirei do Torres visitaram a Câmara Municipal de Campinas, conheceram as dependências aqui da casa, aprenderam as funções dos departamentos aqui no legislativo. O Câmara Educa é o programa educativo conduzido pela Coordenadoria de Relações Públicas e Cerimonial, com o apoio da Escola do Legislativo Elecamp. Estudantes do 5º ano da Escola Municipal Professor Benevenuto conheceram as dependências da Câmara, o estúdio da TV, galeria dos presidentes, sala da presidência, passaram por atividades lúdicas, vídeos informativos, palestras. um momento importante de aproximação com o legislativo. Eu acho muito, muito importante essa iniciativa como ponto de passar para as crianças a educação política, né? passar o funcionamento da estrutura política, o funcionamento dos poderes. E você vê essas crianças de hoje eram bem novas e muito participativas, o que anima a gente cada vez mais, porque era um grupo bem interessado e bastante atuante e o que a gente quer que a sociedade seja mais atuante, mais participativa para valer melhor a democracia, para valer bem a democracia. Interesse das crianças que surgiu dentro da sala de aula. O assunto política, ele sempre passa conversando com as crianças. Então, desde a entrega do material, por exemplo, eu explico para eles de onde vem esse dinheiro, que é o dinheiro dos nossos impostos, né, que nada é de graça, que a escola é mantida com esse. Então, entendendo o funcionamento da política na vida prática deles, né, do uniforme, da carteira, de ter uma escola organizada, que isso tudo é fruto da política também. Então, o assunto político ele perpassa, né, praticamente todo dia com as decisões, criação de regras que a gente faz ali na sala. Então é um trabalho constante, é uma coisa que eu busco estimular bastante, né? Primeiro um ambiente seguro, onde eles possam expor as dúvidas, curiosidades, né, e as coisas que eles acham antes de tudo, né, mesmo que às vezes saiam coisas que não são tão corretas, mas eu criei esse espaço de que ali para eles construírem esse conhecimento, né, através da pergunta e também de colocarem as, porque em tempos de fake news, né, é importante que eles tenham esse espaço para falar essas coisas também e pra gente conseguir ir limpando e construindo conhecimento junto com eles. A vereadora Paula Miguel conversou com os estudantes, respondeu perguntas e aprovou a iniciativa que classificou como um excelente meio de transformação social coletivo. quanto antes a população entender, né, que aqui é a Casa do Povo e principalmente que são eles que demandam pra gente, né, que trazem as ideias, as propostas e principalmente que a política lá pode ser sim um meio de transformação social coletivo, mas mais a gente vai ter para fazer aqui dentro dessa casa. Eh, a gente vai ter mais ideias, mais informações, a gente vai ter mais a população ao nosso lado, que esse é um fator super importante. Muitas vezes o nosso olhar, né, de quem tá aqui dentro, ele é um olhar que não consegue enxergar às vezes um buraco de uma rua. A gente não consegue enxergar um problema que é localizado, né, e em um bairro. muitas vezes um projeto que a gente acha que já tá superado, né, ele ainda não chegou em determinadas localidades. Então a gente consegue, né, a partir desse desse olhar de fora, né, a gente consegue perceber que ainda há muito a fazer pela cidade. Então nada melhor que ouvir dos próprios alunos o que eles acharam e aprenderam. Foi bem legal eu perguntar. Eu nunca tinha visto um, nunca perguntei algo pro vereador assim. A primeira vez eu achei, eu não sabia que era aqui, né? Que eu sempre quando, sempre quando eu ia assistir alguma coisa ou minha mãe, eu sempre eu via eh aqui, né? Só que eu não sabia, não imaginava que eu ia vir aqui. E eu tô achando muito legal. Eu achei bem legal. E eu e eu eu não sabia que eles faziam eh eu não sabia que que que eles tinham aquele a escrita lá que que falava sobre uma mulher lá. E eu achei bem legal. Eu queria pesquisar e como que que que os vereadores é tipo assim o que cada um faz, qual que é a função de cada um. [música] A gente segue aqui com o jornal Câmara Notícia nesta quarta-feira, dia 6 de maio. E olha só, um pecuarista desenvolveu uma dieta para o gado que reduz a emissão do gasmetano, um dos principais causadores do efeito estufa. Tema que você acompanha a partir de agora no nosso quadro O Giro Ambiental. [música] [música] Olá, está começando mais um Giro Ambiental. Hoje vamos falar sobre uma inovação que pode ajudar a combater as mudanças climáticas diretamente no campo. Uma dieta desenvolvida para o gado que reduz significativamente a emissão de metano, um dos principais gases responsáveis pelo efeito estufa. A tecnologia surgiu dentro de uma fazenda no Mato Grosso e já chama a atenção da comunidade científica internacional. E para entender como isso funciona e quais os impactos dessa solução, vamos conversar agora com o pesquisador do Instituto de Zootecnia, Geraldo Balieiro. Professor, muito obrigada por nos atender e seja bem-vindo ao Giro Ambiental. É um prazer estar com vocês para esclarecer os resultados desse trabalho. Para começar, eu queria que você contasse um pouco como que surgiu essa dieta. A motivação inicial dela já era com esse objetivo climático? Não, eh, problemas para produção de volumoso na fazenda, né? No Brasil central a gente tem uma série de gargalos, né? Com a o o a maquinário, área para produzir a forragem, eh os silos, a infraestrutura para estocar e eh esse volumoso para fornecer pros animais e a operação também de fornecer pros animais. Então, eh, além de envolver área, infraestrutura, tem o custo operacional também do fornecimento desse volumoso. Eh, e com isso, então, os normalmente a gente tenta em confinamento aumentar a quantidade de alimentos concentrados, né, que a gente aumenta a densidade energética da dieta, acaba melhorando a eficiência do desempenho animal e com isso você reduz ah o trabalho de fornecimento dos alimentos. Então, por conta disso, a gente tenta reduzir esses volumosos para facilitar o manejo e não depender tanto de área, não depender da produção de volumoso na fazenda. Eh, esse foi o primeiro passo, assim, é o problema a ser resolvido, né? E a a indústria, então, a MJ nutrição animal desenvolveu uma molécula que ela ela sequestra hidrogênio no ROMEN, né? E dessa forma ele evita o problemas de distúrbios metabólicos como acidose, eh, e aí acabou permitindo então tirar todo esse volumoso da dieta dos animais. Uma dieta completa, só com ingredientes concentrados, a dieta completamente seca, né? E isso facilitou muito o manejo dos animais, porque você pode fazer uma reposição eh semanal, às vezes até menos, dependendo do tamanho do do comedor automático ou da eh da do número de animais que você tem para alimentar. Mas o fato é que reduz muito o custo operacional, o custo de infraestrutura, o custo da não não necessita de áreas para você produzir essa forragem. E com isso, então, como o metano ele vem da degradação da fibra e essa dieta reduziu a fibra, a fermentação ruminal, né, do volumoso, reduziu substancialmente também a emissão de metano, certo? E, professor, por que esse metano, né, que é emitido pelos gados, ele é tão prejudicial pro meio ambiente? É essa, na verdade a pecuária não é a vilã, né? a gente tem uma um um consenso público mesmo por conta dos dados do IPCC, que o metano ele tem uma perturbação no ambiente, né, de de 28, 26, 30 vezes mais do que o dióxido carbônico, que seria um equivalente. Mas a gente tem, às vezes, as pessoas pedem pra gente comparar com carro, a vaca com carro. E a gente tem que entender o seguinte, que a a os animais umantes eles estão eh comendo o capim que foi sequestrado, foi captado esse carbono da atmosfera através da fotossíntese. Então nós estamos fazendo uma ciclagem desse carbono. A vaca vai fermentar isso no rumen e vai produzir alimentos nobres como a carne, o leite. Então é um ciclo. Nós não estamos com isso inserindo eh eh carbono na atmosfera, né? diferente de quando você tá queimando carvão, combustível fóssil, que aí sim você tá adicionando um carbono. E essa relação de 30 vezes que aquece mais do que essa equivalência com diós carbono, ela tem sido muito discutida porque os físicos explicam que numa condição normal a gente tem um gás na atmosfera que chama hidróxido, que ele é um detergente, ele limpa toda a sujeira que a gente joga na atmosfera e até esse metano atingir a estratosfera Ou seja, na na toposfera tem uma uma camada de ar de 7 km. Esse em condições normais, esse hidróxido, esse hidróxido limpa o CH4, o metano ele reage e o metano simplesmente desaparece em menos de 100 dias. Então não há problema. O problema é quando você tem monóxido de carbono nessa mesma coluna de ar, ocupando todos esses hidróxidos. E dessa forma o metano ele vai subindo, ele leva 100 dias até atingir uma camada acima da toposfera, da troposfera, passando pra estatosfera acima de 7 8 km. Aí nessa camada superior, na estratosfera, não tem hidróxido para limpar. E ali sim esse metano vai ficar 12 anos para até ele ele ser eh eh completamente degradado. Então essa conta aqui é de equivalência do do metano com dióxido carbono considera esse período de perturbação que na verdade tem uma ah uma reação eh onde você tem muito dióxido carbono na atmosfera. Então, às vezes, até tem alguns filmes da NASA numa uma tecnologia muito recente que mostram o metano passando paraa estratosfera em locais onde não tem gado, não é proporcional essa emissão de metano com as regiões onde tem maior densidade de rebanho. por exemplo, na Etiópia, onde você tem grande densidade de de gado e você tem pouca emissão porque não tem dióxido de carbono, não tem monóxido de carbono eh ocupando esses hidróxidos. Então, esse metano simplesmente ele é ele é limpo na atmosfera antes de ir pra estratosfera. Em 100 dias ele desaparece. É importante a gente mencionar isso e esclarecer isso para que as políticas públicas sejam definidas. com eh um bom conhecimento de causa, né? O o gado, a pecuária faz parte de um sistema de produção de alimento sustentável. Ele faz parte desse ciclo. A gente tá só eh transformando o carbono, não estamos criando o carbono, né? O metano tem sim mais eh poder de aquecimento do que o dióxido de carbono, né? Mas, mas essa equivalência a gente tem que considerar não só o que se emite, mas como também a concentração de outros gases na atmosfera, principalmente de de monóxido de carbono, que vem da queimada de floresta, de queima de combustível fóssil. Então, se eles estiverem na mesma coluna de arupando esse hidróxido que limparia o metano, o metano escapa e vai paraa estratosfera, onde tem menos hidróxido e ali ele permanece por mais tempo. Certo? E, professor, na prática, você já falou um pouco sobre essa dieta, que ela é uma dieta seca, né? É isso. Eh, ela tem algum efeito também eh no bem-estar desse animal, desse gado? Eh, não. O gado eh pode comer essa dieta, né? É. É, é, sou um pouco estranho. Falar, como é que a gente vai alimentar ruminante sem forragem, né? Mas esse que foi o grande achado, assim, né? Porque eh o Dr. Márcio ele é um engenheiro florestal, também tem conhecimento em química. Então ele conseguiu desenvolver uma molécula para reduzir esse esse problema metabólico. O animal pode comer sem ficar com o sem ter problema de distúrbo e ela sendo seca, ela permite que seja utilizada, ela não estraga. Então você deixa no comedouro automático por dias, o gado vai comendo o e e a dieta vem caindo e você não precisa voltar. Então reduz muito o custo operacional no confinamento, justamente por ela ser seca, né? Ela ela não estraga e o gado fica com saudável. Nós tivemos trabalhos aqui com alimentando os animais durante 300 dias, sem forragem, sem problemas de distúrbio metabólico, inclusive depois fizemos análises de fígado na carne, sem resíduos de antibiótico. Não tem antibiótico nessa dieta. E e no tratamento controle, a gente tava usando alguns ionófros, virgenemicina, onde pode ser detectada no fígado dos animais eh eh uma uma quantidade dentro do limite permitido, mas ela é detectável lá. A dieta do Dr. Márcio não tem antibiótico, não tem eh ionóforo, eh nem monenzina, nem virgem e ela permite essas vantagens operacionais. E professor, eh, essa carne também do animal com essa dieta, ela fica diferente, tem um sabor diferente? Vocês citam isso na pesquisa também. ela teve uma coloração eh mais vermelha e uma uma textura, uma maior marciez, que a gente faz um teste de de eh de sisaleamento, né, para ver o corte da carne, qual que é a pressão que você precisa para fazer o corte na carne. Então ela ela foi mais macia também que o controle, teve mais essa vantagem da qualidade da carne, eh essa questão da maciez e da coloração da carne também foi favorável. E essa solução, ela já tá disponível ou ainda precisa de mais testes para ser usada assim amplamente? Ah, ela tá validada, já tem mais de 300.000 cabeças usaram o ano passado, né? principalmente no Mato Grosso, ele eh já tá no comércio disponível. Eh, as pesquisas demonstram, então ela tá disponível. Se o produtor decidir alimentar os animais sem forragem, ele tem realmente essa opção eh confiável e disponível, certo? E no caso também existe alguma limitação ou algum risco com esse tipo de dieta? Ela é segura? Ela é segura. Ela não não risco assim pra saúde do animal não tem um normalmente o Dr. Márcio acompanha e faz e ele tem os técnicos habilitados para explicar como que é a utilização, né, a adaptação da dieta e não não há problema algum em termos de eh segurança alimentar, nem segurança para eh em termos de saúde pros animais, né? É claro que a decisão é do do proprietário, né, do pecuarista. Ele vai ele deve considerar as vantagens, né, e enfim, mas eh restrições não existem. Professor, eh para encerrar o programa, é o que você espera é dessa pesquisa pro futuro, né? Essa solução pode mudar também a forma como a pecuária ela é vista pela sociedade? Eh, pode mudar a forma como é tratado esses animais também? É, é sempre bom. A gente tem várias opções, né, para reduzir o o metano. A gente já comentou como essa tecnologia foi desenvolvida. Tem várias outras tecnologias que também mitigam a emissão de metano, né? você tirando a forragem, inclusive nós fizemos um trabalho com a mesma, eu eu incluí a forragem na dieta do Dr. Márcio Jorge para isolar o efeito da molécula que ele desenvolveu, que ela sequestra hidrogênio. Hidrogênio é a matériapra para formação de metano no rumen. Então a molécula dele faz o mesmo papel do metano, ela sequestra o hidrogênio. Eu eu pus a mesmo o mesmo nível de fibra nas dietas para isolar o efeito da molécula e ela reduziu 40% da emissão de metano. Então e essa redução de mais de 70% por kg de carne produzido é uma combinação do efeito da molécula e do efeito da retirada da fibra na dieta, né? Existem várias outras formas de de você eh eh contribuir, né, com esse com um sistema mais eficiente, com menor impacto ambiental. Eh, mas certamente essa é uma contribuição substancial significativa. Agora, pro futuro, eu acho que eh depende muito de da da escolha do produtor, né, da conscientização, da situação de cada propriedade para tomar a melhor decisão, né? A gente a o metano é bom comentar que ele é uma perda de energia. Então, quando a gente reduz o metano, a gente tá melhorando a eficiência da utilização de energia dos alimentos, né? Então tem outras formas também de melhorar a eficiência produtiva dos animais. Certo? Perfeito. Eh, conversamos então com o pesquisador Geraldo Balieiro sobre essa dieta inovadora que pode transformar a pecuária, reduzindo significativamente a emissão de metano e contribuindo para o combate às mudanças climáticas. Professor, muito obrigada pela sua participação e por compartilhar com a gente esse conhecimento, essa pesquisa tão importante. Eu agradeço a oportunidade, um prazer estar com vocês. Disponha, estamos disponível. Perfeito. Obrigado também pela sua audiência. O giro ambiental segue com as informações e curiosidades do meio ambiente. Até o próximo programa. [música] O zoológico de São Paulo, em parceria com Sempas da Unespou a primeira transfusão de sangue entre onças pintadas no Brasil. A doadora foi Juana, de 4 [música] anos, que forneceu cerca de 800 ml de sangue para Jack, uma onça de 18 anos em tratamento [música] contra a doença renal crônica. A coleta aconteceu no Hospital Veterinário do Zoológico e a transfusão [música] foi feita em Botucatu. Segundo os especialistas, os dois animais responderam bem ao procedimento considerado inédito no país. เฮ [música] [música] [música] Massa de ar quente, seco e estável continua atuando aqui em Campinas e região, o que mantém o tempo estável e sem mudanças. Então, amanhã, quinta-feira, o sol aparece durante todo o dia com alguma nebulosidade, mas segue sem previsão de chuva. Sobre as temperaturas, mínima de 19º. Ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 31 aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na quinta-feira. Até lá. Ciao ciao [música] [música] [música] [música]