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A seguir, TV Câmara ao vivo. TV Câmara, Campinas. Olá, boa tarde. 3 horas 14. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Neste momento começa a transmissão da TV Câmara Campinas para a sexta reunião da Comissão Permanente de Cultura, que hoje vai abordar a semana da música e também este mercado aqui da cidade de Campinas e o aumento das inscrições para o FIC, o fundo de investimento culturais de Campinas. Com a palavra o presidente, o vereador Igor Diego. Olá, boa tarde a todos. Eh, sejam todos bem-vindos à Câmara Municipal de Campinas e eu declaro aberta a sexta reunião ordinária da Comissão de Cultura. Estamos aqui hoje eh e já agradecer a presença da nossa secretária municipal de cultura e turismo, Alexandra Caprioli. Nós estamos também com o Caian Ciasca, que é o conselheiro de cultura e também o produtor do Bons Ventos, produtora e cultura cultivo.Lab cultivo.lab. Muito obrigado, Caian, que também eh já foi o presidente aqui, né, do conselho e colabora bastante com a pauta. O Douglas Menezes é o diretor de cultura, acho que é primeira a participação como diretor dentro dessa nova, né, formulação, como é que fala? Dessa nova reestruturação. Reestruturação que nós solicitamos. e essa reestruturação. Fico feliz, viu, Douglas, que seu nome tenha sido aí escolhido para essa missão. Boa sorte. Conta com a Câmara Municipal também. Eh, e cumprimentar os assessores aqui, é o Gabriel Lucena, que representa o mandato do vereador Wagner Romão. Muito obrigado. E cumprimentar a Michele também, que faz parte aqui da mesa, que tá representando o nosso gabinete e a nossa assessoria. Então, a gente hoje, como já foi dito na abertura pelo nosso Gabriel, eh nós vamos discutir, sec. ária hoje na nossa pauta dois temas, o da semana da música, que nós também fizemos uma audiência pública sobre o projeto de lei. A boa notícia é que o projeto foi aprovado, né? Agora é lei. Eh, parabenizar a senhora pela eh propositura, pelo executivo, né? e essa casa agradecer pela rápida aprovação, mais uma vez mostrando a nossa celeridade na nos temas que agora permite o evento acontecer na cidade que a senhora eh mas gerou muita esse essa pauta gerou muita demanda de como vai funcionar, como vai ser e agradecer a senhora por trazer essa essa apresentação, né? a semana da música, o mercado musical de Campinas e o aumento das inscrições para o FIC, que aí é o Caiã através do cultivo.lab ele acompanha de perto, né? Entende para caramba isso aí. Então a gente vai discutir esses dois temas paraa nossa cultura municipal. Então eu eu primeiramente vou passar a palavra pra senhora poder fazer toda a apresentação e depois a gente debater e discutir, tá bom? dessa dessa forma, secretária. Tá ótimo. Acho que é maravilhoso. Eu acho que a gente escolheu, né, juntos abordar esse assunto, porque muitas vezes quando a gente traz uma pauta, um pedido da Câmara e esses dois assuntos, nós pedimos ao comitê de cultura, né, a comissão de cultura, ao vereador Igor, que ele pegasse no colo esses dois projetos, porque eles precisavam ser tramitados de forma mais célere, né? Então, tanto a alteração da lei do FIC, eh, que permitiu fazer o edital esse ano e também a lei que cria a semana da música. Então, a gente às vezes eh trata dos assuntos antes de que eles virem lei e quando eles viram a gente não mostra os impactos que acontecem a partir deles. Então acho que o objetivo é a gente conseguir mostrar já num primeiro momento, né, esse PL da semana da música é o primeiro ano que a gente tá executando, mas a gente enxerga um potencial enorme pra cidade a partir dessa semana da música. Então, a gente fez a seguinte eh reflexão. Campinas é uma cidade que tem um potencial de música enorme. Já visto que a gente tem o Carlos Gomes, que é o é o maestro Carlos Gomes, que é um ícone na cidade, que foi talvez a figura, né, mais importante num espaço de tempo, eh, quando ele ganhou repercussão na Itália, mas a gente tem, eh, todos os estilos musicais com grande protagonismo na cidade de Campinas. Então, a partir daí, a gente cria a semana da música e ela visa no mês de agosto, todos os anos no mês de agosto, fomentar a música. E aí a gente começa a entender que a música, de maneira geral, ela tem um impacto na cidade, porque a maior parte dos eventos que a gente executa, dos projetos que a gente executa, eh, eles são relacionados com a música. Então, aí a gente tem uma estatística onde eh dos 3 a gente tinha em 2024 cerca de 1900 eventos, em 25 a gente sobe para 3.200 eventos, né? Sobre o 91%. Todos esses esses citados aí estão relacionados à música. Além disso, o primeiro semestre desse ano já mostra que a gente já teve um aumento maior ainda. E aí a gente vai para um outro recorte que é um pouco o impacto econômico. A gente sempre da cultura gosta muito de falar do impacto social, do impacto de empregabilidade, quantas pessoas são impactadas, mas a gente precisa acostumar a entender a a cultura também como um fomentador da economia local, porque a gente através de todas as atividades que acontecem na música, a gente deixa uma economia mais pujante. Então, acho que a gente trouxe essa reflexão aqui. Além disso, a gente fez um mapeamento com o SEBRAI e a gente tem registrados eh como assim que são registrados como músicos quase 1000 pessoas em Campinas. Então a gente sente que a gente na verdade tem muito mais gente que vive da música, mas talvez não tenha eh ainda sido capturado pelo pelas estatísticas. né? Então, porque esse número do Sebrai me parece que é maior, que a gente tem um número maior ainda no mercado musical de profissionais e de professores de música. E aí a gente também fez uma avaliação eh o quanto os editais de fomento que a gente faz, tanto a PINAB quanto o FIC, a gente tem um um protagonismo enorme de projetos ligados à música. Então mostra que também os coletivos, os grupos, as pessoas têm procurado as leis de fomento para poder gravar o seu EP, poder fazer circulação de temporadas de shows que essas pessoas têm ou de maneira geral para apresentar a sua música. Então, a gente mostra aí os dados como a PINAB e o FIC capturam um número bastante grande de eh projetos relacionados à música. E aí a gente começa a falar em si da então da da promulgação, né, da da lei que cria a semana da música. E qual que é o objetivo dela? é é fazer uma coisa que é eventual virar uma política pública. Então é uma política permanente, que é uma política pública, mas tem um recorte especificamente no mês de agosto. Ele fortalece o mercado musical, ele permite que ao longo dos vários anos que a gente trabalhar a política da música, a gente vá agregando novas atividades. Esse ano a gente deu conta muito da circulação, que é fazer essa essa música circular pela cidade, dar oportunidade, mas a gente pode trabalhar formação, a gente pode trabalhar mentorias, a gente pode trabalhar uma qualificação eh eh vereador que o senhor também tem um olhar paraa periferia, que é será que a a essa esse público da periferia que tem produzido músicas autorais, será que eles estão conseguindo gravar as músicas, fazer lançar em alguma plataforma. Isso é um assunto que até o que a gente tá estudando, né, de colocar um equipamento eh de podcast, que também pode ser um estúdio na periferia, isso vai ampliar a o acesso, né, a uma forma mais qualificada pros artistas. Então, a semana da música é criada dessa forma. E aí a gente fez questão que a semana da música pudesse acomodar todo mundo, então as universidades, os coletivos, eh as pessoas que querem se apresentar, os bares, restaurantes, nesse período fomentar que eles contratem artistas para se apresentarem. Então, todo mundo acaba eh mexendo na economia, já que nesse mês tem um estímulo para fazer isso. E por fim, eh, a gente conta um pouquinho eh isso a gente já falou na outra vez que a gente teve na Câmara contando da semana da música, que um dos fatores que nos estimulou a a criar isso como uma política permanente foi essa parceria com a Tajima. A Tajima é a maior indústria de de instrumentos de corda do Brasil, violões, guitarras baixos. E eles também tm a Nagano que é de bateria. E eles eh trouxeram para Campinas o maior evento de música, eh o maior evento comercial de música. E, e eu gosto muito de falar disso porque a gente também tem na nossa secretaria o turismo. E só para vocês terem noção, do dia 26 ao 30 de agosto, eles realizam um evento no Derroy Palm Plaza, onde eles convidam as 700 maiores lojas, os maiores compradores de equipamentos musicais para virem a Campinas e fazerem negócios. e 80 empresas vão lá eh vender os seus serviços. E esse ano eles decidiram junto com esse evento de negócio eh abrir para as pessoas irem nesse evento. Então eles vão poder visitar os standes, ter muitos shows. Então o 29 e o 30 vão ser eventos abertos. E nesse caso, a Tajima, ela tá esse ano assinando um violão com o João Bosco, que é um reconhecido músico eh popular brasileiro. E aí a gente traz ele para fazer a abertura da semana da música no dia 22, no próximo sábado, no Teatro de Arena aberto gratuito, eh, junto com a orquestra sinfônica, né? Então, e outra coisa que é interessante é que como a semana da música vai ganhando também camadas de outras artes. Eh, essa arte da semana da música a gente eh ganhou de presente de um artista que é o Rogério Pedro, que ele presenteou a gente com o com o toda a comunicação visual e que é adotada na semana da música. Então, qualquer bar, restaurante, casa noturna, evento de de coletivo, todo mundo que estiver fazendo música nesse período pode usar esse esse esse é, na verdade, é uma comunicação visual e e nesse ano tem esse slogan, Campinas toca mais alto, mas tem toda uma uma um diálogo, né, aí com cores, com o fato de a gente entender que que a música ela tem esse efeito, né, que a gente quis dizer aí colorido e e mexe muito além da economia, mas ele mexe com a nossa alma. Então, esse esse esse presente que a gente ganhou do Rogério Pedro, eu acho que reflete bastante o que a gente quer comunicar da semana da música, né? Então, Rogério Pedro, ele recentemente foi contemplado com o edital do FIC, fez uma exposição no MAC e nessa nessas conversas ele acabou então oferecendo de presente pra gente esse slogan. E aí eu queria contar um pouco sobre tecnologia, né, que é muito importante. Não adianta você ter a semana da música e ninguém saber o que tá acontecendo. Então quem agora entrar na no site da prefeitura campinas.sp.gov.br, vai ter lá o o calendário de eventos e vai ter lá escrito semana da música. E o que que aconteceu? Eh, o calendário de eventos, todo mundo do conselho sabe, porque foi uma conquista muito grande nossa, de comunicação que a gente teve e fruto de uma de uma cobrança do conselho de que a gente tem que ter visibilidade das coisas que são feitas. Só que a gente só tinha cadastrado no calendário de eventos eventos da prefeitura, eventos que eram eh passavam pela prefeitura. Então, se ele tem ganhou um edital, ele tá aí. Mas se é, por exemplo, uma casa de cultura e ele tá fazendo um evento cultural e não é com a prefeitura, com o apoio da prefeitura, ele não estaria no calendário. E pela primeira vez a gente conseguiu desenvolver uma tecnologia onde o terceiro, né, então o CES que o SES, os coletivos, um ponto de cultura, se ele quiser cadastrar o evento dele, ele tem autonomia para cadastrar e isso entra na no calendário, no caso da semana da música, mas posteriormente ele vai entrar no calendário da cidade. Então a gente teve um ganho de tecnologia e aí a gente aproveita para convidar pro próximo sábado, pro próximo sábado aí no Teatro de Arena João Bosco com Orquestra Sinfônica. E aí, só para dar um exemplo do que já resultou essa semana da música, eu acredito que a gente tenha cadastrado perto de mais uns 60 atividades de música só no período de 22 a 30. eh, de todos os estilos. Então, tudo isso já está no calendário da semana da música, eventos no CESC, no SESI, nas casas de cultura, nos territórios. E aí essa é a maior importância, é que a gente quer que a semana da música ganha vida, ganhe vida própria. Em algum momento a prefeitura talvez nem participe, nem precise participar disso. Ela vai ser um fomentador, mas todo mundo vai eh ajudar a transformar a semana da música em algo bastante relevante. É isso. Muito obrigado, secretária. feliz em saber da proporção que que, né, se tornou a semana da música. Queria aproveitar aqui e convidar o Gabriel Rapaz, que é o diretor de eventos, para poder participar aqui eh da nossa mesa e colaborar. Secretária, eu passo a palavra aqui pro Douglas poder eh, né, dar as palavras dele aqui, a contribuição e falar como que ele, enquanto diretor de cultura, tá vendo essa questão da semana da música. Muito obrigado, Douglas. Presidente Igor, eh, boa tarde a todos, todas as pessoas que estão nos assistindo, ao público presente. Cumprimentor presidente da comissão de cultura, Igor, eh, Alexandra Capriolo, nossa secretária Caian, né, a Michele, Gabriel Rapaz, todos os presentes, todos os fazedores de cultura que estão nos assistindo e dizer que para mim é uma alegria muito grande poder compor a equipe da Secretaria de Cultura na com a responsabilidade de dar seguimento ao trabalho do Departamento de Cultura, né, numa cidade tão grandiosa e tão qualificada no que se diz respeito à cultura. E pela fala da da secretária Alexandra, né, esse desafio que nós tivemos aí de implementar a semana da música foi um trabalho a quatro mãos com muitas pessoas envolvidas, né, para que a gente possa fazer chegar principalmente naquelas pessoas que estão nos territórios desenvolvendo um trabalho importantíssimo, que muitas vezes eles não têm a a oportunidade de se apresentar, a oportunidade de poder ter o seu trabalho divulgado de alguma forma. Então, a gente quer de alguma forma, né, eh fazer com que o fazer o que que o acesso eh a a essa política pública sejam para todos. Então, eh, é um prazer muito grande, né, eu a coordenadoria, a diretoria no qual eu tô na responsabilidade nesse momento, ele compõe algumas coordenadorias que são dos museus municipais, das bibliotecas, dos teatros, produção cultural, aquela que necessita uma demanda de um pouco mais de curadoria. eh a própria Estação Cultura, que a gente tem diversas ações e atividades distribuídas no nos mais diversos edificações dentro da estação, sendo a casa do hip hop, né, a própria plataforma. Então é um desafio muito grande, né, eh, poder contribuir agora com a nossa equipe e agora nessa comissão, né, pela primeira vez, agradecer a a recepção e a gente poder dar sequência no trabalho. Aí a gente tá muito ansioso para que a semana da música, né, que já começou ao longo do mês de agosto, com muitas atividades, a gente possa eh fazer com que muitas pessoas possam participar e também prestigiar os nossos artistas. Então, ótima tarde a todos e boa atividade. Muito obrigado, Douglas. Douglas, empresta aí o microfone pro Gabriel. Puxa o fio aí para para colaborar aí, Gabriel. E aí, diretor de evento, a gente tem estrutura, tem ata de palco, tem ata de tenda, como é que tá? Porque os vereadores aqui às vezes tá mandando a emenda, mas tá sofrendo, foi resolvido aqui. A gente tá eminga pinga fogo aqui, Gabriel. Vamos lá, porque depois a gente faz a semana da música, mas tem que ter uma estruturinha, né? Tá tudo certo. Já conseguimos superar, Gabriel. Bom, boa tarde. Seja bem-vindo, tá, meu irmão? Igor, boa tarde. Sua cobrança é música para os nossos ouvidos. Então, eh esse esse essa articulação pra gente fazer a semana da música, ela eh permite que a gente pegue aquilo que a gente já faz, como arroz e feijão, né? quer fazer os eventos, que a gente tem conseguido colocar um ritmo na cidade, principalmente com apoio do legislativo, e a gente concentrar para dar para dar volume, para dar visibilidade e para colocar também um sentido de política pública, né? Porque é muito importante quando a gente faz um evento na comunidade e e para aquela comunidade não existe coisa mais importante porque aquela festinha junina. Só que quando a gente coloca em nome da semana da música e da visibilidade para tudo que tá sendo feito ao mesmo tempo, a gente consegue mostrar que Campinas é uma cidade muito rica, que aqui tem uma produção muito importante no contexto brasileiro, que a gente exporta a produção musical daqui pro Brasil inteiro e consegue dar visibilidade que é um motor pro desenvolvimento da cidade. Isso já é de fato, mas quando a gente junta tudo, a gente consegue empacotar e dar mais legitimidade pro campo do fazer cultural. Então acho que esse é o principal objetivo e tenho certeza que a gente vai fazer uma ótima entrega pra cidade com apoio das outras instituições, com apoio do poder legislativo e com toda a articulação que tá acontecendo com os fazedores de cultura da cidade. Parabéns, Gabriel. A gente, eu tava falando aqui, Gabriel, eu queria deixar essa observação. Toda vez que a gente cria uma política pública, uma lei, por trás, eu ten um ecossistema, eh, que são vocês, né, os funcionários de carreiras, os comissionados, a equipe da secretaria tem que se desdobrar muito para conseguir atender. E a cultura tem também as as épocas, né, igual agora festa junina, a gente demanda muito mês das crianças, Natal, carnaval, enfim. Eh, e é difícil, a gente tem que, né, deixar como sugestão encaminhamento, um dia apresentar aqui para pra cidade de Campinas, paraa casa, o quanto de esforço e quanto de geração de emprego que isso tem acontecido na cidade de Campinas, sabe? o quanto de documentação, financeiro, estrutura, porque a gente não faz noção. O vereador aqui, ele não entende no macro e a comissão tá aqui para isso, para que a gente possa entender o macro da do esforço da comissão, né? o tanto de de som, equipamento que tá rodando na cidade, geração de emprego, isso é muito legal e isso tudo passa pela diretoria sua lá, né, de eventos e e para que a gente também possa, porque a gente sabe cobrar, porque um evento aqui, tá os assessores aqui, a Michele, né, tá o Wagner, amiga ali, a gente sabe um evento que a gente deixa de atender e se compromete é um caos enorme no mandato. na naquele evento daquela comunidade ou naquele evento. Então, a gente eh acaba pegando pegando aquele exemplo aquele evento como exemplo para um macro. Então é difícil, a gente entende que vocês lá tem a questão financeira, burocrática e isso a gente deixa encaminhado com a secretária para um dia poder fazer esse abrir isso pra gente, pr é para gente entender os impactos de um todo. Isso é muito legal. O que tá por trás da semana da música, como ela fez aqui agora o Caian, vamos lá. você que representa aqui, né, o Conselho de Cultura, como é que você vê, o que que a gente pode melhorar nesse projeto de lei? Eu ainda nem fez o primeiro. Vamos esperar um pouquinho para ver, porque o Caian ele é mais crítico, né, secretária? Mas ele é parceiro. Não, mas eu tento é isso que fala. toco ali, acho que ele representa melhor que toca eh é do Boa tarde todo mundo que tá presente aqui. Então agradecer o presidente Igor pelo pela passagem de bastão aí para pra fala e todo mundo a mesa, Alexandra, Douglas, Gabriel, a Michele e todo mundo que tá presente aqui também. Eh, vamos nessa. Eu acho que e aí depois vocês me falam se eu já emendo na conversa do FIC ou senão a gente ou se a gente volta depois também, sem problema, mas posso posso fazer isso porque eu acho que eu vou até fazer um gancho eh eu tenho eu tenho nesses anos todos de conselho, né, feito essa esse esse processo de avaliar o FIC e esses procedimentos do fomento como um todo. E aí, acho que só pra gente ter uma ideia de panorama de como que a música é uma área que impacta, é, na no FIC como um todo, eh, em todos os últimos anos é a área que mais tem gente inscrita no FIC, né? Então, a gente tá falando de 2022, é um número de 185 pessoas inscritas, 2024 178, 2026 184. Eh, nesse panorama para pra gente poder ter um comparativo, né? eh 184 nesse ano, né? As inscrições que acabaram de encerrar, mas a gente tá falando do comparativo em segundo, tá? Por exemplo, eh área de multilinguagens, que tem foram 155 inscrições e a de multilinguagens, a música também tá envolvida. Então acho que isso é um ponto interessante, esse esse de multilinguagens e depois o audiovisual com 120. Então a gente tem realmente uma uma um número muito grande de pessoas da música. E aí eu acho que o que eu que eu acho mais interessante desse projeto de lei e o e o que ele fomenta no processo todo de construção das políticas culturais aqui em Campinas é um processo de pensar política cultural no seu macro, né, e na sua complementariedade. Eu acho que isso que é muito interessante. Eu tava conversando com a secretária na semana passada também no projeto Filma Campinas, que é um outro acerto da da secretaria e do processo com a prefeitura, falando sobre isso e falando sobre a importância da gente tá conseguindo avançar a política cultural aqui em Campinas para além do do fomento, para além desse processo de de só de do de um foco eh no processo do fomento direto ou indireto mesmo, mas a gente tá conseguindo fazer processos e acho que a gente tá avançando a construção da político aqui no município para pensar numa complementariedade. E eu quero mais, né? Aí tem o segundo ponto que é falar falar de de outros próximos passos, mas eu deixo isso pro final. Mas eu acho que agora já é importante eh apontar isso, como como é interessante a gente pensar em projetos que se complementam. Então, a semana da música, por exemplo, ela não é necessariamente um fomento no mesmo estilo que o fic. ele não tem o mesmo padrão de fomento como é o FIC, mas ele vem para um outro caminho, para um outro processo de de fomento à cultura como um todo, seja no processo. E aí mostra também a importância, acho que um panorama que daí é uma coisa que eu gosto de trazer sempre, que é essa a questão dos a importância dos festivais, né, e a importância desses espaços também de circulação cultural, não só o fomento ao projeto em si, porque senão, se a gente tem uma secretaria que só fomenta a execução do projeto, a gente também não tem circulação, né? a gente também não tem possibilidade de circular. E acho que conversando com o Rodrigo, que que é funcionário lá na na secretaria também, eh, sobre a distribuição dos eventos e algumas análises que ele vem fazendo, assim, tem sido muito interessante e importante ver essa eh difusão de eventos que tá acontecendo em Campinas muito mais, assim. Então, eu acho que a semana da música é um acerto nesse sentido assim de eh de a importante pensar que a política cultural não tem que ser feita de um jeito só. Eu acho que é esse acho que é isso que eu tenho aprendido e tentado trazer bastante. Não tem um jeito só de fazer política cultural e e os processos têm que ser complementares. E acho que a cima da música é um é um ótimo acerto nesse sentido, né? Eu queria só complementar, Cai, porque uma uma das coisas eh a gente foi convidado para fazer uma apresentação no CMDU, eh, onde cada secretaria, eu eles têm muito aquele recorte de APGs, né? E e aí a gente foi convidado a a fazer uma apresentação como todas as secretarias, eles agendavam com todas as secretarias. E graças a esse esforço conjunto, muitos dados que têm sido coletados a partir desse acerto da da do formato dos editais, que isso também e acho que a gente vai pesquisar sobre isso. Eu já falei com o Igor que como ele gosta de dados, é uma das coisas que a gente tem que pedir, né, aí pros vereadores ajudarem a gente a ter recursos para fazer pesquisas que nos entreguem esses dados, porque a gente tem tem algumas coletas e algumas cruzamentos que a gente precisa fazer e a secretaria ela não tem essa estrutura. Então, quando você contrata uma consultoria de alguém que vai analisar o o a a série histórica e tudo mais, mas é muito importante dizer que a gente foi super elogiado nessa reunião, porque segundo eles nós fomos a única secretaria que primeiro foi com uma com uma apresentação super rica, porque a gente eh conseguiu eh situar no território, vereador, todos os assim, a gente pôs lá todos os projetos de fomento, aonde eles estavam distribuídos, éonde eles circularam, não necessariamente em quem apresentou o projeto, mas também tinha esse recorte, mas principalmente o impacto das emendas impositivas nos eventos nos territórios, no fomento nos territórios. Então, a gente a gente conseguiu mostrar por APG como é que a como é que a cultura que antes toda a crítica que a gente recebia era porque a gente tava sempre nos mesmos territórios e as emendas elas possibilitaram que outros territórios recebessem, porque aí também tem uma questão de ocupação de de mandatos. a gente sabe que os mandatos eles estão distribuídos nos territórios, mas também de a gente começar a enxergar essa cidade totalmente plural, né, em que todo mundo quer eh poder ter direito e a ter projetos, a ter eventos, ter festivais. Então isso é só para complementar essa essa questão, ou seja, quanto mais dados a gente conseguir analisar, cruzar, a gente vai provar, vamos dizer assim, que houve um aperfeiçoamento eh nos editais, houve um aperfeiçamento, que existem muitas críticas das emendas, mas é innegável o impacto que elas têm no volume de eventos da cidade. a gente não pode, tem territórios que nunca tinham recebido eventos e que a partir do olhar dos diversos mandatos passaram a receber. Então eu acho que a gente tem que olhar tudo isso. E aí é uma uma crítica que sempre a gente recebe, mas eu acho que a gente tem que debruçar. E esse dia do CMDU, o eles foram extremamente assim elogiosos, porque a gente levou isso no território com mapas e tudo mais, que é um pouco o que a gente precisa eh pesquisar um pouco mais longa numa série mais longa dos editais e de tudo mais. Então, só voltando a palavra pro Caian. Só aproveitando também, secretária, já para emendar a fala do Caian, que eu ia pedir para ele já entrar sobre as inscrições para o FIC, como que o conselho tá vendo, né, essas inscrições. Eh, ele que tá acompanhando e sobre o o os dados secretárias, eu acho que não é uma é uma autocrítica da senhora, mas não é só da sua gestão, da sua pasta. Essa é uma crítica que tem que ser levada enquanto gestão de governo mesmo. Cadastro multifinalitário não é só para ser mais assertivo na cultura. Eu acho que quando a gente conseguir partir de de uma secretaria de gestão que traga essa possibilidade para todos os secretários e aí a gente faça cadastro entre secretarias, não apenas eh só a cultura. Então acho que tem que vir de cima mapeando, né? Porque tem demandas da cultura. que que que converte com a saúde, que converte com o transporte público e a gente hoje não consegue se ter um painel de situação, né, macro. Então acho que tem que ser uma coisa assim, talvez rateada entre toda a secretaria, toda a gestão, educação, o que que esse pessoal da educação, as crianças, como que eles estão absorvendo isso, que cruza com a cultura, que cruza com eh eh assistência social, enfim, o cadastro multifinalitário, eu acho que é uma um desafio da nossa gestão. Campinas tem tudo para para fazer e a gente tá discutindo esse tema aqui na na comissão qual o Dr. Ianco preside, vereador Dr. Ianco, que é a comissão de ciências e tecnologia. Tá bom? Então a gente tá lutando, mas não é só paraa cultura, não. É uma demanda de todas as secretarias para sistematizar como um todo. Pois não. Fica à vontade, Caiã, para nos trazer luz aí da relação ao FIC. Bora. Eh, bom, vou começar, então, acho que eh falando da de que é muito bom de ouvir esse processo sobre o, por exemplo, o cadastro e e acho que também é muito interessante de ouvir sobre essa apresentação eh que vocês fizeram enquanto secretaria também, porque acho que é isso, né? Eu é mesmo só aqui na na comissão de cultura, eu já vim pedir várias vezes esse esse processo do estudo dos dados, que eu acho que é um avanço, foi muito nítido nesse nesse período de eh do conselho, o quanto a gente conseguiu qualificar os processos quando a gente começou a usar os dados assim com e conseguiu realmente fazer essa qualificação. E aí eu acho que em parte eh também a solicitação é sempre essa, assim, né, que a gente consiga ter eh outros processos, como como a secretária falou, outros processos de eh acompanhamento de histórico, né? Então, a gente tem tido esse acompanhamento parte, o FIC, inclusive a gente enquanto conselho, né, a gente tem esse acompanhamento desde 2005, desde o primeiro ano do FIC, a gente tem esses dados, tava inclusive atualizando eles eh a a tabela com esses dados aqui, eh, desse último ano, mas então acho que reforço o pedido para que a gente consiga fazer esses investimentos em fazer avaliação desses dados, né, e avaliação desse processo histórico, que é muito importante pra gente ter essa informação realmente na mão do impacto, de quanto como impactou. E eu achei uma fala também muito acertada da secretária, como é interessante a gente faz, a gente ter vindo aqui falar sobre o processo de implementação, implementação e e alteração do FIC e agora poder mostrar o resultado, poder fazer realmente um acompanhamento com vocês, vereadoras e vereadores, né? que a gente consiga fazer esse diálogo sempre de idas e voltas para que a gente consiga construir e participar bastante do processo. E aí chegando então finalmente, primeiro queria dizer que eu tô aqui eh substituindo a Sandra, que é ela que é ela que realmente conhece o FIC. Se tem alguém na cidade que conhece mesmo, fique, é a Sandra, que é coordenadora de eh fomento, da secretaria e foram tantos anos na conselho que eu me confundo com os nomes das coordenadorias, porque já passei por várias possibilidades, né? Então, mas agradecer a Sandra aí sempre eh a dedicação que a Sandra tem fazer o fic dar certo, assim, né? E fazer o FIC ser realizado sempre da melhor forma possível. Eh, e a Sandra, a gente também dialoga desde o ano um, do conselho que a gente ocupou lá em 2017 e a gente foi aprendendo bastante em como construir junto esse processo. Então, também é isso, agradeço a escuta atenta que a Sandra tem sempre tem com as nossas indicações. Então, falo aqui como um integrante do grupo de trabalho dos editais, né? a gente tem um um grupo de trabalho eh junto entre a secretaria, a sociedade civil eh construído via conselho e eu faço parte desse desse grupo de trabalho. E aí acho para dizer um pouco o processo que aconteceu e até para quem tiver assistindo, eh aproveitando para dar um boa tarde, acabei não falando, mas eh para para fazer essa essa explicação, né? A gente o FIC ele é executado desde 2005 eh no município de Campinas. ele já e desde alguns anos atrás, na verdade assim, em 2018, a gente começa uma conversa sobre eh algumas alterações no FIC, a gente começa a fazer algumas solicitações e a gente desenha essas solicitações que a gente gostaria pro edital do FIC como um todo. E o FIC é uma legislação, né, uma essa lei é aprovada em 2005. Eh, só que nesse meio tempo aconteceram diversas diversas coisas, entre elas uma pandemia, mas acho que nesse nesse panorama todo a gente a gente foi sempre indo e voltando no no momento de entender o que qual deveria, qual quais deveriam ser as alterações no FIC, em que momento deveria acontecer. E muitas vezes a gente deixou de fazer as alterações no edital exatamente para que ele não deixasse de sair, né? que ele não deixasse de ser executado algum ano. Então, a gente sempre tomava, tentava tomar esse cuidado, mas por outro lado a gente também sempre tinha essa dúvida do do que fazer, assim. E aí, eh, em 2023 foi aprovado o marco regulatório do fomento à cultura, uma lei nacional que regulamentaria a partir de então todo o fomento cultural eh no Brasil inteiro. E o FIC, que é esse edital, que é uma lei municipal, ele tava contradizendo a lei do fomento em alguns em alguns pedaços. Eh, a gente entendeu então junto com a procuradoria da da prefeitura, eh, que seria importante que a gente fizesse essas alterações na lei municipal, eh, para que elas não ficassem contraditórias. Eh, há há uma no estado brasileiro há uma hierarquia, né? Então, a gente poderia executar o edital por meio da lei nacional sem ferir a lei, né? Eh, não seria um problema se a gente fizesse isso, porque há uma hierarquia de legislações, mas, por outro lado, a gente entendeu que não faria sentido ter uma legislação municipal que fosse contraditória a legislação eh nacional. Então isso abriu o espaço da gente fazer essas alterações. Eh, e a gente começou uma conversa dentro do GT, eh, que o Toca tá aqui também, também faz parte do GT. E a gente começou essa conversa pra gente conseguir fazer essas essas alterações eh no processo. Foram vários, vários meses ou várias semanas, alguns meses de estudo forte em o que que a gente conseguiria alterar, mas também ao mesmo tempo uma conversa junto com a secretaria e com a Câmara para que a gente conseguisse fazer essa aprovação muito rápida, porque a gente também tinha uma outra uma outra demanda que era eh que essa alteração na lei fosse muito rápida pra gente para que a gente pudesse executar essa legislação logo no começo do ano. Então, pra gente poder fazer essa execução, o o fic ele estava sendo executado no segundo semestre e ele passava de um ano pro outro, né, de alguma forma assim, ele ele tava ele tava sendo os os editais abriam no segundo semestre e muitas vezes fechavam em dezembro ou em janeiro, pegavam um período de Natal, então era muito difícil. Então também havia esse a solicitação da prefeitura pulava o ano, é ainda ficava aberto, né, nesse sentido de um ano pro outro. E a solicitação foi que que eh o edital saísse no primeiro no primeiro semestre para que ele pudesse ser feito eh executado no mesmo ano do orçamento, né? Que ele pudesse ser pago no mesmo ano do orçamento. E aí nesse sentido, então a gente a partir de todas essas dinâmicas, a gente fez uma proposta de uma primeira alteração. E acho que é importante trazer isso. A gente teve numa a primeira reunião que do GT que a gente fez para fazer alteração, até o Gabriel tava junto também representando a secretaria. a gente fez essa conversa, vamos fazer então uma alteração simples. Eh, e aí a gente pontuou algumas coisas bastante importantes nesse processo, por exemplo, tirar as áreas, né? Isso é uma coisa, uma demanda eh antiga da do setor, que é tirar as áreas da lei, passar as áreas pro decreto para que a gente pudesse ter mais maleabilidade em alterar as áreas, né? senão as áreas, as linguagens, elas estavam listadas em lei e aí era muito difícil de fazer as alterações. Então, que a gente fizesse uma primeira aturação um pouco mais rápida para que a gente depois pudesse fazer realmente uma análise, uma avaliação sobre esse edital, eh, e sobre os os últimos anos dele para depois fazer outras alterações, se fosse o caso. Então é importante que essa fala é é esse meio de processo, por eu venho aqui trazer um pouco os dados das inscrições que acabaram no dia 31 de agosto, desculpa, de julho, 31 de julho que as inscrições fecharam. Eh, e aí a gente teve então como informação geral, que é bastante importante, o número nesse momento eh depois vai passar pelo pela habilitação, tem todo um processo burocrático desses números, mas o primeiro número de número de inscrições que a gente tem são 896 projetos. Eh, o último edital que tinha sido feito em 2024. E aí e esse esse pulo de ano que a gente tá falando exatamente foi o que aconteceu, né? foi aberto no segundo semestre de 2024 para ser executado em 2025. O pagamento só foi feito em 2025 e a gente não tinha como executar em 2025, né? Então por isso que a gente só executou esse ano, por isso que a gente aproveitou de fazer as alterações. Mas em 2024, que foi o último, foram 716 projetos. Eh, com esse ano, então, 896 é um aumento de 25%, né, de de projetos inscritos para começar. Então, acho que é muito importante e mostra um mostra uma demanda crescente. E aí eu já trago uma um uma pequena avaliação nesse sentido, que é eh tem uma coisa muito importante esse ano que que não foi feito no mesmo período da PINAB, que é a política nacional de Blanc, que é um fomento que é nacional, é um é um eh orçamento nacional que é que é entregue pra prefeitura para que a prefeitura execute. Então, o orçamento é nacional executado pela pelo município. É, e em 2024 foi feito ao mesmo tempo as inscrições, então a isso dava uma bagunçada no processo assim. Então esse ano não ter sido feito, eu acho que é um é um dos motivos de ter tido também um aumento das inscrições, porque as pessoas poderam focar só no fic, mas mostra a gente, e aí já vou dar um um pouco de spoiler nesse sentido assim, mas eh a gente tem em torno de 90 projetos que são aprovados. Isso desde então desde 2022, mas eu eu tenho esses dados anteriores, né? Então anteriormente eram em torno de 70, chegaram a ser 80. A gente teve em 2022 96 projetos, eh em 2024 92 projetos que foram aprovados. Isso depois do valor ter ficado em tem isso com os rendimentos, isso é muito importante. Isso não é do valor eh direto, né? Obrigado. Então, eh, do com o valor com com o valor passado por rendimento, chegaram a a serem pagos 96 projetos em 2022, 92 projetos em 2024 e é em torno de 90 projetos também com esse dado sai no edital, né? O edital sai com o número de projetos e é em torno de 90 projetos de novo que vão ser aprovados. E aí eu acho que eu aproveito já para fazer uma fala que é a gente tá aqui numa numa casa que é eh nitidamente sabe da importância das ações culturais. Não à toa o aumento das emendas eh de 12 para 20 milhões de um ano pro outro mostra da importância que essa casa dá para as ações culturais e pra secretaria de cultura. Então isso é muito essencial. Assim, isso é muito importante. E eu aproveito essa fala para dizer também como a gente entende eh enquanto conselho, que o FIC enquanto orçamento não tá dando conta da quantidade de inscrições que estão sendo feitas. Então a gente também precisa de um aumento no eh na quantidade de UFIX, que a gente chama, né? Porque a lei ela é escrita em UFIC, né? Que é a unidade financeira do município de Campinas. É, são 75.000 1000 UFIX. Então, todo ano aumenta isso, isso já é um acerto, porque todo o ano aumenta porque aumenta o valor da UFIC, mas a gente tinha proposto para esse ano um aumento para 100.000 fics, que não foi aprovado eh pela Secretaria de Finanças. Então, é muito importante que a gente consiga fazer uma construção, e aí que a gente pede ajuda dessa casa, eh, e que a gente consiga fazer uma construção coletiva para, exatamente, pra gente conseguir fazer esse processo de aumentar o valor da quantidade de fix que a gente consiga chegar num segundo momento no aumento para para os 100.000 Fix. E é muito importante isso porque eu acho que o que o que tem de informação eh quando eu falei, né, em em 2022 foram 670 projetos e 96 projetos inscritos. Em 2024 foram 716 projetos inscritos e 92 projetos eh aprovados. E aí agora 896 projetos e também vão ser aprovados em torno de em torno de 90. Ou seja, a gente reconhece um aumento do número de inscrições, mas não há aumento de aprovados. Em todos esses anos aumenta só o número de inscrições, mas não o número de aprovados. E isso mostra, eu acho que isso, isso é uma decisão também do conselho de aumentar os valores dos projetos. E aí tem uma coisa que eu acho que é muito importante para também encaminhando, é, eh, a gente tem uma discrepância entre áreas muito grande e em parte a grande dificuldade que a gente tem de fazer de diminuir essa discrepância entre as áreas é exatamente por a gente não conseguir o aumento do valor real, né? Um talvez é um, como a gente fala do salário mínimo, né? Que tem às vezes o aumento na inflação, é aumento real. a gente tá buscando um aumento real de de pagamento do FIC, porque a gente não consegue dar essa dinâmica. A gente tem projetos que estão sendo pagos 18.000 ou 24.000, enquanto alguns projetos estão sendo pagos 70.000, 80.000. E mesmo os de 80.000 são só os festivais. E os festivais são contratações diversas, são muitos coletivos que são contratados com festivais. Eh, não é só a equipe, são as ações que são pagas também. Então, e um valor de 80.000 já não dá conta para fazer um projeto muitas vezes de 6 7 meses. E aí eu venho aqui também falar eh se a gente for pensar no panorama eh inclusive do quantidade de subsídios que são feitas para diversas áreas que o estado faz e as pessoas falam muito mal de que a cultura, né, que a cultura mama na teta do governo. É, mas se se for no comparativo, é, a gente tá muito lá atrás comparado com é compado, exatamente, comparado com a quantidade de orçamento que é destinado a outras áreas do setor. E eu não vou ficar nem aqui nomeando porque não é uma disputa direta, mas assim é a compreensão de a gente precisa sim do aumento do orçamento pra Secretaria de Cultura. E aí nós estamos falando de um aumento geral. E aí a semana da música mostra isso, a possibilidade a possibilidade de fazer políticas que são eh complementares, mas também a gente tá solicitando um aumento para o FIC, pra gente para que a gente consiga fazer um fomento voltado pro município, porque a PINAB, o FIC são possibilidades diferentes de atuação e acho que é importante que eles tenham orçamentos diferentes e que o FIC, a vinda da PINAB não eh exonera, não tira a importância, a responsabilidade da secretaria. e dessa casa, por exemplo, de aumentar inclusive esse tipo de orçamento. Então, acho que a solicitação é muito importante para que a gente consiga fazer esse tipo de diálogo, né? Para que a gente tenha menos discrepância entre áreas, para que a gente tenha projetos que sejam mais bem pagos. A gente tá indo para executar um projeto de 6 meses com orçamento de R$ 18.000. Isso, isso é é muito difícil, enquanto tem milhões e milhões às vezes para um setor ou para outro setor de subsídio. Então, acho que isso é um é uma ação muito essencial e muito necessária que a gente eh precisa trazer paraa conversa assim, né, e que a gente precisa solicitar para vocês. E aí, acho que só para encerrar uma última coisa, só reforçar eh a importância da gente fazer um um encontro como hoje, assim, da gente falar de políticas que se complementam. Então, eh, eu queria aproveitar aqui e dialogar com possibilidades que a gente possa construir, como o plano pode ser uma possibilidade deste tipo, por exemplo, que é eh a como chama? e isenção de PTU para espaços culturais, por exemplo. Esse é um tipo de fomento que é que é possível de ser dado, que não é necessariamente um valor direto, mas a possibilidade de você, assim como as igrejas não também não pagam o IPTU, por exemplo, os espaços culturais a gente entende que são espaços essenciais de comunidade, de conversa, de constução e colaboração, como são as igrejas. Então também não não tô aqui para pedir em PTU para as igrejas, muito pelo contrário, mas também como reconhecer a importância dos espaços culturais também. Então esse tipo de solicitação assim, então agradeço o espaço pra gente seguir nessa nessa construção e nesse diálogo e tô disponível aqui pro papo. Passo a palavra, Caian. Parabéns, meu irmão. Obrigado mais uma vez. Como eu sempre digo, você representa muito bem, né, o conselho. Parabéns ao grupo, ao grupo de trabalho, a todos os envolvidos. Eh, são provocações importantes. Vamos passar paraa secretária, a secretária, para poder complementar. É, é, eu acho que é assim, o Caian foi bastante detalhista na nesse, né, no volume de estudos que são feitos e, principalmente dizer que esse pleito do aumento dos recursos do FIC, na verdade do orçamento da secretaria, que todo mundo sabe que a gente a eh tem, né, precisa de uma reestruturação maior, precisa de servidores, né, uma secretaria que tá eh sempre lutando por isso. É, mas o FIC é, vereador, eu acho muito triste que a gente de 800 projetos a gente não consiga contemplar 10%, praticamente a gente só consegue atender 10%, porque ele cresceu o valor em 25%, mas a gente vai continuar só atendendo cerca de 90 projetos, porque como o valor não cresce, ele só é corrigido, eh, a gente sempre vai deixar muita gente não sendo atendida. E e a gente sabe que o FIC é a porta de entrada eh de muitos eventos, de muitas de muitas coletivos culturais que dependem dele para fazer eh sua circulação ou fazer a sua produção. Até ontem a gente tava aqui eh fazendo a entrega da medalha Hércules Florense e eu achei super legal porque foram lidos os currículos e lá tá contemplado no FIC. Quer dizer, isso é um currículo da pessoa, porque é tão disputado que alguém estar hoje contemplado pelo fic vira currículo, até porque o critério é bastante eh exigente, assim, eu concordo porque quando você tem 890 projetos para para escolher 90 é que nem vestibular que tem muita concorrência, você vai pegar ali a nata e não é isso que a gente quer. a gente quer acesso, né? E um dos acessos, no caso municipal seriam esses. E essa provocação, vereador, da gente fazer esse estudo eh da possibilidade de tentar entender o impacto do IPTU, dos teatros de rua, dos espaços culturais, porque eles são hoje talvez os recantos nos territórios que salvam uma série de vidas que dependem disso para garantir a cidadania. Então, a gente tem as as entidades sociais. Hoje é muito impressionante. A gente teve uma reunião e a gente tava olhando que todas as entidades que são financiadas pela assistência, quase todas realizam atividades culturais. 80% do trabalho das entidades assistenciais é de atividades culturais. Então, acho que a gente tem que ter esse olhar, né, nesse território e tudo mais. Então, eu quero dizer que nesse eh e em muitos casos, assim, essa relação que a gente estabelece com o conselho é uma relação de cumplicidade, no sentido de que todos queremos eh, né, de dessa sinergia em que o objetivo final é uma cultura forte na cidade de Campinas, que a gente espera que vocês nos ajudem a construir. Caian, eu já contei isso aqui uma vez, mas fica de exemplo. Quando eu cheguei aqui, eu não entendia muito a formatação da cultura, né? Então vim com como vereador, mas sem entender. E aí eu fiz uma crítica aí a cultura, né? É esse dinheiro. Se aí que você falou aí o pessoal lá do Campo Grande me mandou um zap. Cria vergonha, rapaz. Você fazia capoeira aqui com o dinheiro da cultura, o projeto aqui da casa de cultura, da capoeira que você fazia aqui quando você era pequeno. É dinheiro da cultura, vagabundo. Aí eu não sabia. é o que a senhora tá falando, secretária agente participa às vezes de de um projeto, né, eh, contraturno escolar e muitas vezes, muitas vezes não, acho que na sua maioria a cultura tá inserida ali dentro e a gente acaba não tendo esse esse conhecimento. E hoje, muito pelo contrário, hoje eu coloco no meu currículo, eu fui um oficineiro, então é com muito orgulho, né? E agora a gente vai fazer o podcast lá, né, na Casa de Cultura do Itajaí. Já mandei a emenda, viu, Caian? Construir o podcast lá. Ele é, a gente tem, né, um podcast público, né, na imã e que nunca tem. E aí o vereador veio eh trazer pra gente essa essa demanda, falou: "Olha, a periferina não acessa esse tipo de recurso". E aí ele mandou uma emenda e a gente tá no no já no processo de licitação, processo ainda vai ser lá na região do Campo Grande, acho que vai ser na casa de cultura, né, dentro da nossa casa de cultura. ela vai est com podcast podendo ser, quer dizer, um podcast público, né, que vai tá realmente disponível, eh, para todo mundo poder, inclusive para frequentar a Casa de Cultura, né, que é lá que eu fazia capunha, que era uma das demandas que a gente falou pro vereador, né, a gente precisa requalificar também alguns algumas vocações dos territórios e a gente sabe como hoje é importante essa questão de da divulgação, de poder eh discutir as políticas culturais, né? Porque os podcasts hoje são ilimitados assim e como eles dão oportunidade para essa juventude também discutir. Então, agradecer aí o vereador e quando tiver um pouquinho mais avançado a gente leva também lá para que a gente possa pensar como agendar, né? Porque sempre tem os desafios da gestão, né? Depois como passo dois. Posso fazer uma uma coisa rapidinho nesse sentido? a ação ação no território é é muito essencial nesse pensando em política pública assim, né? Então, se for pensar política pública de saúde, o SUS ele é todo construído pelo viés do território, né? pelo viés do a contração de pessoas para atuarem no postinho. Eh, e aí isso tem uma atuação territorial que é municipal, uma atuação um pouco estadual em termos de regionalização da especialização, os ambulatórios de especialização. Então ele é todo pensado, mas ele toda a parte da dinâmica do território, o SUAS também que é o sistema de assistência. né? Então acho que todo esse quanto mais a gente conseguir e aí claro, a secretaria não tem como construir um monte de equipamento cultural de dia para noite em todos os territórios e aí as as os as casas de cultura, os espaços culturais, os pontos de cultura, os esses equipamentos que são da sociedade civil são essenciais para essa atuação, pra política cultural consiga ser pensada a partir do território também, assim. Então, eh, parabenizo também o vereador pela proposta e acho que, eh, acho muito interessante, seja pro podcast ou a em estúdio, o quanto de gente acho que eh como você trouxe, o quanto de gente que tá no território, que tá numa quebrada, que poderia estar fazendo um som, que quer sonhar com às vezes inclusive eh atuar na área da cultura e tem uma distância que parece inalcançável, né? Então, a possibilidade de levar esses equipamentos, quando você equipa o um lugar desse, por exemplo, é essencial porque vai além da ideia de, ah, vem aqui, faz, depois volta pra sua casa e aí tá longe. Mas quando você equipa lá perto da casa da pessoa, ela fala: "Não, tá, tá aqui perto mesmo, acho que dá para fazer assim". Então, parabenizo. Obrigado, Caian. Gabriel, aproveitando aí o microfone aí do seu lado, eu quero eh passar um um mais uma demanda difícil aí para você. O Caian fez uma provocação e a gente precisa sempre reconhecer, falta dinheiro, falta dinheiro, falta recursos e como diretor, né, de de agora diretor de eventos. É. E aí, como que a gente faz? Quais as saídas que nós temos além, né, da questão do orçamento municipal, que é já discutido, além do orçamento estadual, federal, quais outras saídas existe? outros, a gente tem que ter alguma criatividade. O que que vocês estão estudando e para que a gente possa ajudar? Eh, como foi mencionado aqui, eu acho que é muito importante alguns apoios que a gente tem recebido pros festivais, né? O Caian falou aqui. Agora, a gente tem também intensificado uma parceria com o governo do estado que tem permitido a gente receber recursos por meio da APA, né? Então eu acho que ainda esse é um ponto que a gente poderia explorar mais, a gente conseguir eh emendas estaduais e buscar direcionar, porque a gente tem bastante eventos, tal, mas é importante a gente ter essa visão da de estruturar por meio dos festivais e outros, como a semana da música, eh eventos que consigam deixar um legado para além daquela tarde. Eu acho que esse é o principal objetivo. a gente tem o evento, é muito importante para uma comunidade, para um determinado grupo, mas o o a gente tem que sempre olhar para que o resultado passe aquele dia, passe aquela tarde. E eu acho que a gente deveria, nesse momento eh olhar para as possibilidades de obter recursos federais e estaduais. Eu acho que a gente precisa no momento, eh, olhar um pouco melhor paraa possibilidade de emendas estaduais também aqui para Campinas. É isso aí, Gabriel. Eu acho que a Câmara Municipal falta um pouco disso também. É uma provocação. Agora é uma crítica nossa. Por quê? Ó, o município criou o Bolsa atleta, primeira edição foi esse ano, né? Bolsa atleta, que é para ajudar a custear os atletas da cidade de Campinas. tem que fazer vaquinha, rifa para ctear a viagem do cara para representar a a representar a nossa cidade. Essa é uma realidade. E o prefeito Dar foi secretário de esporte, ele conhecia essa dificuldade. Então ele criou o bolsa atleta, pode pagar pro pro atleta e pode pagar pro técnico, né? Essa bolsa atleta através de uma de um clube, né? de uma instituição, então faz o convênio com a instituição e repassa para eles legalmente. Esse é o caminho. Só que faltava o recurso, a mesma o mesmo desafio. E a gente foi em Brasília e levou esse portfólio, sabe? esse cardápio, deputado A, deputado B, você não quer cuidar disso, você não quer seu o apadrinhar esse bolso atleta, vai atender tantas pessoas, tantos atletas nas nossas cidades e apenas um deputado, não vou falar agora porque a gente tá em período eleitoral e não vem ao caso, mas apenas um deputado ele custeou, ele aceitou, mandou a emenda e 100% do Bolsa atleta esse ano rodou com uma emenda. Obviamente que ano que vem é outro desafio, mas eu tenho certeza que se o o programa funcionar, se ele tiver, né, o o se ele se ele tiver eh vim na cidade, conhecer, teve o congresso com os atletas para ele poder conhecer os atletas, então o município fez uma entrega real, o município foi competente na na nessa questão. Então aí eu acho que falta da gente também chegar lá e falar assim: "Secretária, tem algum cardápio aí que eu vou levar um uma proposta lá em Brasília? e vou passar nos gabinetes, porque cada vereador aqui tem um alinhamento partidário, político, que é uma casa política e que pode incluir isso na bagagem, sabe? E eu, por exemplo, nunca nunca levei uma demanda sim eh da cultura, né? Recentemente agora a gente, não sei se já desceu o recurso ou não, eu consegui um, acho que foi quantos? 1.900 1.900 mas foi recente para trazer para ajudar aumentar vai ajudar vai chegar, né? Acho que o Dino travou tudo lá agora, mas enfim, uma hora chega, mas enfim, eu acho que é isso também que falta pra gente, sabe? Isso é uma autocrítica de entender, viu, esses projetos, porque a gente fazer um isso é uma um desafio que Então a sua provocação, eu também falo: "Poxa, então faz o seguinte, vamos me prepara, traz pra gente, eu vou para lá, eu ajudo, tento buscar esse recurso." Da mesma forma, Igor, eu eu sempre ressalto para eles, é, você é um vereador que eh desde que você tá na na como presidente da comissão de cultura, a gente nunca teve tanto acesso. Acho que foi sistematicamente a gente tem vindo, né, sempre tem trazido assuntos importantes e eu sei que você tem essa sensibilidade sobre dados, né? E e o Igor, ele sempre puxa minha orelha, Alexandra, você tem que trazer mais dados, você tem que trazer essa informação, porque contra os dados você não consegue que alguém use discurso, né? E então a gente vai contar com você também, Igor, pra gente poder trazer esse portfólio dessas pesquisas, dessas análises de dados para que a gente demonstre esse diagnóstico de todas as políticas públicas pra gente também enxergar aonde que a gente precisa encorpar nosso nossos recursos. Acho que eu vou pegar esse desafio junto com o Caian, porque ele tem esse olhar e com a nossa equipe aqui. Muito, é muito. E mas é muito legal que a gente possa apresentar para além dos eventos. É, é porque ele vai subsidiar até áreas que não estão recebendo adequadamente o olhar, né? ou no fomento, no no recurso direto de emenda ou no próprio ou a gente enxergar também outros caminhos. Queria só para dar a última contribuição, o Caian tava lá, eu e o Douglas, eh, a gente foi numa numa numa num bate-papo na Unicamp e veio o diretor do Ministério da Cultura que cuida da lei Juanê. A lei juanê, a gente precisa trabalhar ela com inteligência, porque como tem muita fantasia na cabeça das pessoas e muita desinformação a respeito do uso da lei ruanê, eh, ele foi muito claro, ele trouxe os dados do número de empresas em Campinas que t capacidade de aprovar projetos e financiar projetos daqui. e eles pegam e põe dinheiro em outra cidade. A gente fez esse mapeamento e a gente ficou bravo porque a gente tem uma orquestra sinfônica aqui que tem quase 100 anos e tem empresa de Campinas que aporta na OSESP, que é do governo do estado, que tem milhões e de recursos lá. É uma das é a orquestra mais rica do país e tem empresa que aporta lá. Então, a gente tem que tá preparado para mostrar paraas empresas de Campinas que a gente tem bons produtores, porque o município não pode fazer ruanê, o município não pode eh apresentar, mas o município pode receber o resultado de um projeto que beneficie um museu, que beneficie um patrimônio, que os patrimônios culturais de restauro, o a rua cobre. Então, a gente tem que falar com as empresas. E ele disse que ele pode vir aqui, a gente junta os empresários e vai explicar pros empresários tirar essa desmistificar o aporte da RANA e principalmente dizer: "Vamos deixar o recurso em Campinas". A empresa de Campinas tá sediada aqui, o impacto social dela tem que ser aqui. Então eu acho que a gente tem que pegar esse desafio também aí pra gente trazer mais esse recurso, porque não é competir o recurso, é um recurso a mais que a cidade pode receber de projetos. Exatamente. É isso. Muito boa contribuição, colaboração. Então, esses esses desafios de recursos extras, que é o que vai dar eh capacidade pra gente potencializar, né, secretária? A gente quer orçamento também. Vamos vamos combinar aqui só pra gente TV câmera. Vamos registrar que a gente quer o orçamento. Eu tô tentando aliviar um pouco a Dudário aqui do Caiado. Isso. É isso. Mas queremos, né? Mas eu acho que a gente também tem que fazer o nosso trabalho para buscar alternativas, né? Obrigada. É, eu o que que eu vejo, ô Caiã, sendo muito sincero, é, a gente tá sendo bem franco aqui, um debate gostoso aqui e e justo. O, com a vinda das emendas, a Secretaria de Cultura, ela fez a é a secretaria que tem a maior captação de todas as secretarias de Campinas voluntária dos vereadores. E aí isso pode ser um ataque de negação de serviço. Por quê? A gestão olha e fala: "Olha, a cultura agora tá recebendo mais recurso, então deixa eu diminuir o tanto que eu tenho que colocar nela para ampliar em outra". Porém, a emenda do vereador é uma emenda impositiva, não é de livre gestão da secretária e existe muito mais esforço de construção, de ficar um chorinho, caldinho de cana para ela poder também atender a as políticas públicas do município. Então, por isso que eu falo a emenda impositiva, pô, parabéns, secretária. a senhora foi a que mais eh conseguiu capturar aí eh eh eh eh essa essas emendas, mas operacionalizou, só que no final para que e para quem, né? Virou será que eh eh uma negação de serviço para as políticas públicas do conselho de interesse da própria secretaria do do anseio? Então isso plano municipal do plano municipal de cultura que a gente discute aqui, que vocês discutem no GT, eh eh que fazem várias reuniões. Então e eu acho que o Caiado, né, que é o secretário de finanças, ele não entende isso, né? Então ele quer reduzir porque vocês estão agora com um orçamento maior e por outro lado eh muda. E aí aí o conselho e a câmara tem esse papel de não permitir. Secretária, ela ela é a secretária, ela vai brigar lá com o dado de porta fechada, mas é a secretária do prefeito. A gente não. gente, enquanto conselho, enquanto comissão, nós temos que documentar, fazer indicações, apontar, que não é o caminho que a gente quer que a cultura siga. Então, eh, isso, isso a gente entende, né, secretária, eu consegui ter esse, né, no primeiro ano eu imaginei que seria algo diferente, mas depois eu consegui ter essa visão. Falei: "Olha, pera aí, secretário, é quase com ataque de negação de serviço, vai começar a trabalhar só para vereador e e o e o e o e o e o e o plano municipal de cultura, ele tá sendo, não pode deixar, a gente tem que lutar por ele, porque são coisas paralelas. Por isso que inclusive, né, Gabriel, nós lutamos para ter mais um diretor, um só de eventos, que é a maior demanda dos vereadores são eventos. Então, precisa ter um diretor para cuidar dos eventos e um para cuidar da cultura que a que que para conseguir as as coisas andarem, né? Então, funcionário e falta funcionário. É isso também tá no nosso fazer isso. Imagina que eu servidor de carreira, porque esses dois aí não consegue fazer tudo que essa demanda que tá lá pra gente. É, eu vou eu vou eu vou pedir pro senhor falar o que o senhor falou no microfone, porque eu gosto que deixe registrado aqui na comissão que a comissão é para isso. Bom, meu nome é Luís Antônio Aquino, S toca conhecido como Toca. Eh, sou do Conselho de Cultura, do Conselho do Condepac, já servidor público por 23 anos, tô aposentado, então eu sei a demanda que eu tanto peço. A Alexandre às vezes fica tempo assim, eu tô lutando pelos funcionários, eu sei que ela tá lutando, mas é como você acabou de falar, Igor, se a gente não vem aqui e pauta que não basta ter demanda, ter dinheiro, isso que você acabou de falar do do secretário de finanças, ele passa a régua porque, ah, não tem uma demanda indireta, né? Então, tipo, põe mais serviço. A Alexandra perdeu nesses anos 120 funcionários que não foram repostos na Secretaria de Cultura. Então, como é que o o Gabriel vai conseguir fazer evento? Porque eu falo sempre como como servidor público, o verdadeiro guardião dos equipamentos públicos não é o seu o terceirizado que ele vem e sabe que amanhã o patrão vai mandar embora. Então ele não cria uma conexão com o equipamento de cultura. Então, quando você foi lá eh jogar a capoeira, é porque tinha um equipamento de cultura e tinha uma pessoa que cuidava daquela casa de cultura. Então é essa é a minha demanda pelo servidor público e para que no orçamento se tenha o o a o restabelecimento do servidor público. Tudo bem, estamos usando serviço terceirizado, vamos usar porque é o que tem. Mas isso é uma política, eu falo que é uma política de governo, porque não tem mais. Eu trabalhei na época do Toninho, eu tinha 15.000 funcionários. Em 25 anos, nós hoje continuamos com 15.000 funcionários. Ou seja, não aconteceu nada nesses 25 anos, não tem praça, não tem casa de cultura, não tem nada. tá terceirizado. E qual a qual o a conservação desse equipamento? Então você desculpa a intervenção, mas eh no intuito de colaborar e o Caian tá certo, tem que aumentar o fique. Isso aí. Eu que agradeço a participação e saiba que é muito valiosa a sua presença, valiosa a sua participação. Seja sempre muito bem-vindo e toda vez que o senhor quiser falar, o senhor terá direito à fala aqui na comissão, tá bom? Muito obrigado, secretário. Então, chegamos ali, ó, reta final, 3 minutos para terminar o nosso horário aqui. Temos sessões, sessão daqui a pouco aqui na casa. a gente precisa liberar o espaço. Queria passar, Gabriel, considerações finais, depois já na sequência pro eh Douglas e pra secretária e assim por diante. Bom, eh agradecer aqui o espaço, porque eu acho que a gente sempre colocando as ideias na mesa aqui, a gente evolui e também é um momento da gente prestar contas paraa população. Então é muito bom a gente poder contar aqui com esse espaço na Câmara. E tenho certeza que a gente a partir daqui continua no cafezinho e vamos conseguir muito mais recurso paraa cultura, né? Obrigado. Bom, queria agradecer mais uma vez pela oportunidade de participar dessa importante comissão de cultura, que é um debate qualificado, né? E é uma maneira da gente poder, né, eh, de forma transparente dividir com a população de Campinas. Então, eh, parabenizar o presidente da comissão, Alexandre, Caian, Michele, Gabriel, aos presentes, aos que estão nos assistindo e que a gente possa seguir nessa construção aí para que a cultura seja cada vez mais eh qualificada na nossa cidade. Bom, sempre pra gente é muito importante esses debates, independente de eles sempre serem acalorados, porque isso é a natureza da cultura, ou seja, a gente é passional porque a gente acredita mesmo naquilo que a gente faz. E e esse é o cerne, né? Porque a gente acredita que a nossa política, além de ser um direito, né? A cultura é um direito, ele é um é uma ação transformadora na sociedade. A nossa cidade é melhor porque ela tem cultura. Ela a gente como cidadão, a gente fica mais cidadão quando a gente pode exercer as atividades culturais. Então a gente acredita no que a gente faz. Essa é a primeira questão. A segunda é que eu acho que é importante porque só a gente conseguindo eh ter um debate qualificado, maduro e bastante eh cheio de informações, é que a gente consegue tirar talvez alguns mitos eh e trazer para um debate que a gente avance, que eu acho que é tudo o que a gente quer aqui, é a gente saber que as emendas elas são e tão postas. Então assim, não adianta a gente, ai, a gente quer ou não quer, não é uma opção. Então como é que a gente qualifica essa emenda? Como é que a gente mostra pros vereadores que a gente tem um compromisso com o plano municipal de cultura e que dá para que as emendas estejam atreladas a essa política e ainda assim atendam as áreas que ele atua territorialmente. Então, acho que tudo é a gente poder entender que o objetivo final é beneficiar cada uma dessas regiões que merece ter cultura e agradecer esse olhar sempre eh dinâmico e e jovial. O Igor é um, eu sempre digo, para mim, ele é um um um vereador jovem, mas que tem um uma visão, né? E assim como muitos que a gente tem relacionamento, tem uma visão madura de como a gente pode avançar. E isso é muito importante a gente ter ser acolhido aqui, sociedade civil, gestão, né? Ter esse olhar eh de um diálogo amadurecido e que a gente sabe que vai avançar. Obrigada. É, acho que só também agradecer o espaço. Acho que sempre eh acho e muito muito importante assim a gente ter esse esse encontro aqui. Acho que como a secretária tava falando, eh, como a gente consegue fazer esse esse espaço como um espaço de diálogo todas as que a gente vem, assim. Então, eh, agradecer a dedicação do vereador Igor, eh, enquanto presidente da comissão de realmente construir construir um espaço de escuta em que a gente tem liberdade para falar, para trazer as ideias, para fazer as críticas, para ouvir as sugestões. Então, eh, acho que é muito importante. Então é mais agradecer espaço de novo, fortalecer que a gente tem dado essa e e agradecer também a secretária e e todo mundo, o Douglas e o e o Gabriel também nesse sentido da gente conseguir fazer um um encontro muito importante eh de um momento de eh bastante coletividade e e e encontro de esforços assim pra gente fazer uma uma política que seja complementar. Então, acho que a gente tá num num momento bem interessante de eh de virada nesse sentido. E a questão das das eh das emendas também acho que acho concordo muito. Acho que a gente tem que qualificar o processo junto com o processo da do plano, eh regulamentar, entender como que a gente faz esse procedimento. Concordo muito com isso que você falou, Igor, eh, esse processo de o quanto que a gente tem que tomar esse cuidado para que isso não tire a discricionariedade da secretaria em ter um projeto político, né, em ter um projeto de política cultural, assim. Então, acho que é muito importante a gente ter esse espaço. Agradeço eh mais uma vez e aí vou aproveitar e fazer um chamado, acho pra população como um todo. A gente tá hoje, agora nesse momento, com as inscrições pro Conselho de Cultura, o Conselho de Política Cultural, as inscrições estão abertas. eh, vão até o dia 7 de outubro, 7 ou 8 de outubro, eu sempre troco essas datas assim. Eh, então a gente vai ter que renovar as pessoas da do conselho esse ano. Eh, então divulgo e peço que para quem tiver assistindo, quem puder também divulgar, eh, ative os seus territórios, dialoguem com as suas setoriais pra gente conseguir pessoas para complementar e para serem eleitas pro conselho, que eh e acho que trago como experiência própria um lugar de muito aprendizado. Assim, eu entrei eu entrei no conselho sem conhecer muito de políticas culturais. Eh, eu aprendi muito nesses anos e e a gente sempre teve um espaço muito aberto para ter ideia, para pensar junto, para experimentar. A gente vem, acho que o FIC, o FIC é bastante eh um exemplo disso, né? que a gente vem testando propostas pro FIC já há vários anos a gente propostas diferentes, é, a multilinguagens, por exemplo, é um que tem é o segundo ano que tem e mostra a quantidade de inscrições, mostra o quanto é uma área que é importante. Então, eh as as cotas que a gente vem propondo, as as ações afirmativas, eu acho que tudo isso, a territorialização das ações, o conselho ele é territorializado. Então, eh queria pedir isso também, essa colaboração na na divulgação. Agradeço todo mundo que tá presente aí também, assessores, assessoras também que estão aí, eh, o Toca, que é um parceirão aí nesse processo todo sempre e um profundo conhecedor da secretaria e da política aqui de Campinas. E agradeço mais uma vez, vereador, todo mundo da mesa aqui, Michele também, todo mundo pelo pelo diálogo. Passo a palavra. Obrigado, Michele. Também a Michele trabalha comigo no gabinete, preparou toda essa, organizou essa pauta, organizou esse momento junto aos colaboradores da casa. Obrigado, Michele, por gentileza. Eu quero dar os parabéns à secretária Alexandra Capriolo pelo projeto, pelo vereador Igor também, pela agilidade da aprovação desse projeto nessa casa e também dizer que a semana da música no nosso calendário oficial deu um passo importante para valorizar os nossos artistas, nossos compositores, tá? e todos aqueles também que fazem a música acontecer na nossa cidade. Meus parabéns, viu secretária, e dizer que o nosso gabinete está à disposição. Muito obrigado, Michele. É importante, é simbólico você fazer parte aqui para representar e e se soltando. Daqui a pouco já vai tá discutindo também aí que nem a turma do turma da esquerda é assim, viu? Eles colocam a turma para vir aqui aprender. Daqui a pouco já tá todo mundo bom também. treinado fiada e eu tô treinando os meus também. Tá bom, Wagner, ajuda a Michele aí. Muito obrigado, Wagner, né? Eh, o Gabriel, desculpa, representando o Wagner, o vereador Wagner Romão, a turma, você viu, né? Quando não vem o do Paulo Búfalo, vem o do Romão, vem a da Paola e vocês sempre, né, presente aí nas pautas de culturais. Parabéns. Eh, agradece a bancada também da Paola, que faz parte aqui junto o PT. Então, são parceiros da comissão. Então, eu declaro encerrado e agradeço, né, eh, a presença de todos aqui presente, dos colaboradores da TV Câmara, que permitiu que essa audi essa comissão pudesse ter sido, eh, sido transmitida ao vivo aqui. Muito obrigado. Declaro encerrada a sexta reunião da Comissão de Cultura. Obrigado a todos os presentes. out 4:37. Encerrada, portanto, a sexta reunião da Comissão Permanente de Cultura. O presidente, o vereador Igor Diego, já está ao meu lado. Vereador, três assuntos que eu separei aqui pra gente poder conversar. O primeiro sobre a proporção dessa semana da música que nós tivemos essa lei em 2024, 1672 eventos. Em 2025 esse número já saltou para 3.205 eventos com busca na nossa cidade. Comparando o primeiro semestre deste ano de 2026 para 2025, nós já tivemos um aumento no número de eventos. É uma lei que está funcionando. Seja bem-vindo e boa tarde, Gabriel. Boa tarde. Boa tarde a todos que nos acompanham aqui pela TV Câmara. Olha, eh nós aprovamos essa lei. Essa lei está em funcionamento. Fico feliz em saber dos dados que a secretária trouxe aqui. Você muito bem aí pontuou, Gabriel. Por eh, a lei ela prevê algumas parcerias importantes com algumas empresas também. Ela traz alguns regramentos de como deve funcionar e fomentação. Quando nós temos uma lei, nós possibilitamos enviar recursos públicos, direcionar para fomentar ainda mais. E isso mostrou que nós estamos no caminho certo, porque atrás da música sempre tem também, né? Eh, porque a música é uma linguagem mundial, então todo mundo gosta, vários estilos, todo mundo aí e podendo participar. E e quando a gente traz essa lei regrando, a gente possibilita eh trazer recursos públicos e distribuir de maneira eh eh mais justa em todos os cantos da cidade de Campinas. Então, é desde a música clássica até a música de periferia, todos estão sendo contemplados. Isso é importante também a democratização da música e da semana. Agora, sobre o FIC, o Fundo dos Investimentos Culturais aqui da cidade de Campinas, nós tivemos 896 projetos inscritos. É um aumento em relação ao último ano. Parece algo positivo, mas pela fala da Alexandra Capriola, da secretária, também dos outros membros aí da mesa, apenas 10% dos projetos são contemplados porque não tem um aumento do orçamento. Isso é um problema? Isso é preocupante, né? Então, nós temos uma uma iniciativa e um indicativo positivo, que é o quê? A nossa provocação para que mais projetos fossem apresentados, ela foi atendida por parte da comunidade. Então, a comunidade está mais participativa, porque era um grande desafio, Gabriel. poucas pessoas que têm o dom cultural, ela também consegue apresentar um documento para fazer a captação. Quando a gente fala de fique, a gente tá falando de um fundo, né, reservado para poder fomentar esses fazedores de cultura. Isso, isso quer dizer que aquelas oficinas que nós levamos na comunidade para para ensinar, incentivar eles, escrever um projeto, tá dando certo, né? Agora, a grande desafio é aumentar a questão do recurso. Então, nós temos algumas eh algumas e indicativos para trabalhar. A primeira, lutar junto aqui ao projeto orçamentário da Câmara no final do ano para que a gente traga e debate e lute para isso. A segunda, recursos extras, que são emendas parlamentares, deputados federais, deputados estaduais, que tenha esse compromisso com a cidade de Campinas e também os recursos das empresas através da lei, né, do Leão Solidário, que pode doar pra cultura, paraa assistência. Então, a gente tem que também conscientizar as empresas, principalmente aquelas que são de Campinas, que já fazem esse aporte, deixar o dinheiro aqui na cidade de Campinas. Então, nós temos uma frente de trabalho, temos que ter capacidade de fazer política pública também, eh, fazendo parceria com o público privado. Então, nós temos hoje, eh, um exemplo, uma orquestra, um teatro, será que não cabe uma parceria público-privada? É um debate que os fazedores de cultura não gosta muito dessa ideia, mas é uma questão de gestão financeira. Então, essas coisas têm que ser discutida e a comissão de cultura tá aqui para abrir essas frentes para acabar contemplando o máximo possível dos projetos. da comunidade. E o terceiro assunto que está correlacionado com isso é que mais uma reunião da comissão de cultura foi falado sobre um aumento de orçamento paraa pasta. A secretária encabeçou isso, o e o pessoal que estava junto também. É um assunto que é sempre recorrente aqui na comissão, né? Olha, se tem eh um uma pasta, né, que que chora, é esporte e cultura. Sempre é pouco, cobertor, é curto, né? Então, toda reunião, a secretária aqui, ela coloca e deixa, né, essa essa demanda de mais orçamento. Ela é a secretária que mais a secretaria que mais consegue fazer a captação de emendas dos vereadores. Porém, ao mesmo tempo, esses esse essas emendas elas são impositivas, acaba eh não deixando ela fazer uma gestão da do plano eh anual cultural. Então, pouco desse recurso a gente consegue colocar dentro do plano cultural anual que ela tem projetado. Então, esse essa essa briga de cobertor aí com o secretário de finanças e ela então ela vem pedir apoio da comissão para que a gente possa fazer reuniões com o prefeito, com o chefe do poder executivo, que quem determina mesmo essas e eh eh essas eh eh ajustes financeiros, digamos assim. Mas também a gente tem a prerrogativa aqui na casa, além de dialogar com o executivo, temos também a prerrogativa de lembrar disso na hora de votar o orçamento aqui. Então ela tá certa, tem que vir, né, eh, pedir apoio da Câmara mesmo e a Câmara também tem que cobrar e fiscalizar depois para que esse recurso seja bem utilizado. Muito obrigado. Uma boa tarde. Muito obrigado. Boa tarde. Bom serviço. Fim da reunião da Comissão de Cultura, sexta deste ano. Permaneça na nossa programação. Lembrando que hoje é quarta-feira, portanto é dia de reunião ordinária. A partir das 6 horas da tarde, os vereadores vão se reunir na 44ª reunião. Até já. TV Câmara, Campinas. 19 projetos estão na pauta da reunião ordinária desta quarta-feira, que acontece a partir das 6 horas da tarde no plenário da Câmara de Campinas. em pauta. O substitutivo total que torna obrigatório.