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6ª CPE CRIANÇA E ADOLESCENTE
Em destaque · HD Vídeo · REUNIÃO DE COMISSÕES

6ª CPE CRIANÇA E ADOLESCENTE

57 views Publicado 25/08/2022 HD · 1:40:15

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6ª Reunião Ordinária da Comissão Permanente de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente e da Juventude Responsável: Vereadora Debora Palermo

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E aí E aí a TV Câmara Campinas o Olá boa tarde mais uma transmissão ao vivo da TV Câmara Campinas direto do teatro Bento Quirino desta vez nós vamos ter a 6ª reunião ordinária da comissão permanente de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude Quem Vai comandar esta reunião é a vereadora Débora Palermo e a pauta do dia é os desafios da inclusão lembrando sempre que você pode acompanhar a TV Câmara nos canais 11.3 da TV Aberta 4 da net e nove da Vivo fibra além das redes sociais partir de agora vocês acompanham esta reunião Oi boa tarde a todos que nos assistem presencialmente pela TV Câmara Boa tarde os meus convidados a aos funcionários da sua casa que permitem que essa essa reunião seja transmitida a todos e hoje nós vamos abrir a 6ª reunião ordinária da comissão de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude com a pauta Os desafios da inclusão né uma pauta de extrema relevância e importância considerando os grandes Desafios que tanto os pais as crianças adolescentes jovens adultos com deficiência encontram desde a inclusão escolar na saúde no mercado de trabalho e também a dificuldade dos educadores dos professores das escolas né para atender esses alunos e das entidades também que encontram grandes desafios para garantir e o que é direito né das pessoas com deficiência o atendimento especializados e todos os as tecnologias assistivas próteses órteses que eles necessitam é eu quero começar agradecendo a presença né então nós temos hoje aqui conosco a Doutora Juliana Cristina Soares que é membro da comissão dos direitos das pessoas com deficiências da OAB Campinas que vai falar sobre o mercado de trabalho obrigado Dra Juliana pela presença nós temos aqui o Luiz mariguete que é secretário-adjunto da Secretaria Municipal de Educação vai estar falando sobre a rede Municipal de Educação e tudo que envolve a inclusão dentro desta rede né temos muito obrigado a Luís mais uma vez pela presença Luiz sempre nos auxiliando participando dessa comissão temos também a professor Oi Ana Sofia que é especialista do currículo da especial educação especial e ela está nessa tarde representando o professor Nivaldo Vicente que é dirigente de ensino da Diretoria de Ensino Leste de Campinas e o José Carlos quer supervisor da diretoria Oeste representando a professora Patrícia Dolph Lutz dirigente da Campinas Oeste muito obrigada José Carlos professora Luciana pela presença também temos aqui a Carolina Luzia selim sandroni diretora da Pestalozzi a Eliane de Fátima televisão Nogueira diretora da APAE e quem é o agradeço muito a presença e Desde já agradeço o trabalho que vocês fazem no município atendendo todas as crianças adolescentes jovens e adultos Dando uma uma pequena introdução a esse assunto né nós nós temos a um na inclusão desafios tanto na área de transportes que depois a Carol vai falar um pouco tivemos recentemente um contrato que terminou do transporte para as crianças com deficiência adolescentes que fazem uso da Pestalozzi e outras entidades essas crianças não são não estão sendo atendidas temos um comunicado que os alunos atendidos adultos atendidos na da camp em período integral com autismo passaram a ser atendido Só meio período e infelizmente a partir do dia dois de outubro coincidente mente logo após as eleições né porque antes você acha que as pessoas não querem é cortar atendimento de ninguém e depois eles voltam dizendo que estão atendiam 30 agora estão atendendo 60 na verdade então a tenda no meio período e a gente sabe que essa essa esse discurso antigo temos os problemas das escolas com a idade dos Pais para conseguir professores auxiliares Professor cuidadores para as crianças e também a na formação dos professores né tem que ser investir na formação dos professores os professores precisam ter atendimento e capacitação contínuas para poder atender com efetividade esses alunos também quero ouvir a que o pessoal da educação pessoal das entidades a respeito todas as crianças com deficiência conseguem permanecer em uma sala de aula porque a lei ela fala que preferencialmente na rede regular né E isso abre um Grande Debate e até um problema porque esse preferencialmente desobriga da inclusão na rede regular então é esses são alguns pontos também temos que falar sobre o bullying que essas crianças sofrem nas escolas né e do atendimento aos e é de pessoas com deficiência que ainda em Campinas nós devemos ir só os pais que precisam ter serem acolhidos serem ouvidos e nós ainda não temos um programa que faça isso para os pais das crianças com deficiência Então é eu devo dizer para vocês também que as três horas eu tenho uma audiência de um caso do Conselho Tutelar então eu vou me ausentar mas o vereador Carmo vem para me substituir depois eu volto aqui mas eu não quis cancelar essa essa reunião por conta da pauta cedo extrema relevância então eu vou abrir a palavra para o Luiz mariguete para ele começar a falando sobre a rede Municipal e já dando uma mãe introdução aqui né Luiz nos 12 anos que eu estive ali no conselho tutelar e era diária procura dos pais que queriam que os filhos fossem matriculados na rede Municipal de Ensino porque o discurso é que na rede estadual de ensino não não tem o atendimento que as crianças deveriam ter não tem a não é oferecido essas crianças uma um trabalho diferenciado com profissionais especializados como tem na rede Municipal Depois o pessoal da rede estadual vai falar sobre isso também com a gente mas a gente sabe que a rede Municipal tem um trabalho forte inclusive na confecção de materiais né Luiza ele vai falar isso para gente e também nós temos que falar da escola privada né na escola particular né infelizmente nós não temos nenhum representante das escolas particulares mas nós todos aqui podemos abordar esse tema também tá bom Luis Miguel e obrigado pela sua presença e por favor fique à vontade boa tarde a todos EA todas [Música] prazer tá aqui a gente agradece o convite que a vereadora Débora nos fez para estar falando um pouco da secretaria de educação é boa tarde também a todos todos que estão na mesa vou evitar de falando homens porque só vou esquecer alguém queria fazer referência tá aqui também acompanhando o professor Luciano que é diretor departamento pedagógico da secretaria de educação e também a Professora Eliana Cunha que é coordenadora pedagógica do núcleo de educação especial da secretaria hoje a gente veio em Comboio Vereador aí eu vou falar questões Gerais se a gente tiver que entrarem detalhamentos mais específicos vou contar com a ajuda deles então já peço licença a todos porque é minha capacidade ela é limitada nesse aspecto né Ele anda muito mais capacitado para abordar aspectos mais específicos a senhora trouxe no final de sua fala é uma questão cacho muito interessante a gente começar por ela O que é a questão da relação da inclusão que é o tema do debate de hoje e a questão da Educação Especial dica importante as pessoas primeiro entenderem que quando a gente está falando de inclusão políticas de inclusão nós não estamos falando necessariamente de Educação Especial e eu falo assim que eu sei que isso vai ser transmitido que famílias vão assistir né e importante que as pessoas entendam que a gente pode ter uma política de Educação Especial que não seja uma política inclusiva como nós já tivemos a isso da Educação Especial não é necessariamente garantia de inclusão na escola dos alunos por exemplo com deficiência hoje nós temos na Secretaria de Educação uma educação especial que está pautada por uma política de inclusão O que é signatário dessa política nacional Nós em Campinas então defendemos uma Educação Especial na Perspectiva inclusiva esquece a questão importante deixar claro porque quando a gente vai falar dos desafios da inclusão a educação especial ela é sem dúvida um aspecto bastante grande das desses desafios mas não são só eles hoje por exemplo a gente um grande desafio para Secretaria Municipal de Campinas e que não é diferente para outros municípios é inclusão de crianças na rede escolar em todas elas não as crianças com deficiência né todo mundo sabe do Déficit que a gente tem por exemplo a educação infantil E essas crianças fossem incluídas né então independente dela ser em crianças com deficiência ou não elas precisam ser incluídas sem dúvida é esse é um grande desafio de uma política de inclusão de uma educação inclusiva na educação não só uma educação especial mas é uma educação inclusiva uma outra outro Grande Desafio nesse aspecto mais geral da inclusão hoje sem dúvida é trazer de volta para a escola os alunos jovens e adultos que estavam no movimentos de escolarização e que foram Sem dúvida os mais afetados na academia se a gente olhar números e não é só em Campinas a gente vai perceber que mais da metade desses alunos não Conseguiram manter vínculo com a escola depois o retorno das atividades e a gente precisa começar a discutir como é que a gente busca E essas pessoas é que estão sendo extremamente prejudicados por essa distância estão sendo prejudicadas duplamente primeiro porque tão deixando de ter acesso a um direito seu que o direito à escolarização né Essa é uma questão mas a gente sabe que a escola hoje ela não é importante só para aprendizagem informal mas ela também é uma porta de entrada para uma rede de relações que as pessoas estabelecem E essas pessoas não não estarem na escola perde a possibilidade de ter acesso a sua rede né é de se alimentar de ter acesso a Protocolos de saúde que a escola organiza então é um prejuízo duplo E esses são aspectos gerais uma política de inclusão que eu acho que Campinas enfrenta a gente tem trabalhado bastante nisso vocês devem ter visto Ontem nós iniciar uma campanha de bastante grande tô passando inclusive no intervalo da novela entre a novela e o Jornal Nacional no horário nobre Então acho importante frisar isso porque demonstra um pouco o compromisso nosso com o regresso dessas pessoas né É E no caso do Dash da educação infantil também a gente tem um plano bastante ousado de construção de escolas para buscar reduzir drasticamente até o final do governo do prefeito Dário essa esse deste que tá em torno de quatro mil crianças não é e agora falando da Educação Especial propriamente dito toda vez que a gente vem nessas atividades da câmara a gente faz uma descrição de todos os serviços né Eu não sei se isso é é o mais adequado fazer hoje mas é importante dizer que a educação na rede Municipal E aí eu vou de novo para Um item que a senhora colocou no final da tua fala né diferença e aí aqui não vou fazer comparações a rede Municipal com a rede estadual rede privada eu acho que isso não é me sinto com condições de fazer mas eu entendo talvez porque que as pessoas elas argumentem que precisam buscar uma vaga na rede Municipal e da qualidade do trabalho desenvolvido na rede e defenda essa qualidade os que são profissionais excelentes mas tem tem um sentido isso quer dizer a política de Educação Especial na rede Municipal ela está sendo construída para mais de 30 anos né É foram vários governos que se passaram Várias Vários secretários e secretárias de educação muitas professores de Educação Especial pessoas comprometidas com isso e que ao longo desses mais de 30 anos Campinas importante a população saber foi uma das primeiras cidades que adotou essa lógica de uma Educação Especial inclusiva enquanto muitas cidades não tiveram por exemplo Escola de Educação Especial que algo que nós deixamos de acreditar mais de 30 anos então é importante frisar isso é e os nossos serviços nesse 30 anos eles vem crescendo muito então é hoje a gente e esse eu já vou falar disso para apontar alguns desafios Olá hoje nós temos um quadro de profissionais completo nós não temos falta de professor educação especial mas a gente entende que esse quadro é insuficiente para montante de alunos que hoje a gente atende e vou dar um número aqui outro dia a gente tava conversando né eventualmente a gente faz o levantamento de dados a gente chegou até num dia o ingresso de 50 alunos público-alvo da Educação Especial na rede e o que é um número absurdo né alguma coisa a gente precisa discutir porque é impossível planejar ação pública para dar conta de uma elevação de número de nessa quantidade consegui fazer atendimento de qualidade né e quais são os desafios que a gente eu acho que a gente tem hoje né Um deles é esse ampliação do quadro de profissionais a gente precisa fazer a ampliação do quadro de profissionais começando pelo quadro de professores é fundamental mental número de professores a gente hoje trabalha com o universo de alunos de Educação Especial muito além do planejado o que os traz um problema mas por outro lado eu acho que aponta para uma para uma questão bastante sensível que é o seguinte onde estava essas crianças antes se não estavam na escola então acho que o avanço da prova política pautada na inclusão acho que faz com que essas crianças possam ter espaço na escola e isso é embora aquele problema de planejamento é muito bom é importante que elas estejam na escola direito delas tem escolarização bom então acho que um grande desafio hoje a questão da Ampliação do quadro de profissionais E aí Claro a senhora fala da formação a formação ela ela é Um Desafio sempre vai continuar sendo sempre porque certamente a gente tem a gente atua hoje ponto de vista pedagógico e eu tô sempre falando das bactérias Lógico que não médico mas a gente atua hoje com deficiências que certamente a gente não atuava há 20 anos né então a formação dos profissionais ela é algo que não tem como parar Professor tem uma a gente costuma dizer que ele tem na verdade duas certezas a primeira que Muito provavelmente ele vai ser mal remunerado é uma profissão que infelizmente precisa mude muita valorização quando ele sai da Universidade uma certeza é a segunda é que a gente nunca mais vai pa e não tem como parar não é algo isso não é algo específico da Educação Especial acho que a educação especial hoje vive esse momento porque a gente tem lidado com deficiências no momento bastante exponencial aumento de casos e isso tem trazido esse desafio de lidar com essa diversidade de pessoas na escola e toda essa problemática que precisa ser enfrentada para garantir um espaço adequado para essas crianças jovens e adultos né mas é é Um Desafio na verdade toda a carreira do magistério né Todos nós temos que continuar estudando sempre isso não é algo que vai a gente vai conseguir deixar de fazer eu acho que um outro Grande Desafio de uma política Educação Especial na Perspectiva de uma educação inclusiva é algo que tá na política nacional lá para mais de dez anos eu acho que a gente não conseguiu avançar tanto precisa e é uma relação intersetorial para que essas pessoas possam ser atendidos de maneira mais global de forma mais holística talvez a sua totalidade né não é possível que a gente tenha que ter tanto serviço compartimentados né a pessoa é a mesma né É acho que a gente precisa avançar nisso é bem verdade que a gente hoje é tá numa situação muito melhor Nesse quesito do que a gente tava alguns anos mas ainda Precisa se avançar bastante nesse aspecto acho que esse é um grande desafio Ah e acho que o o último grande desafio que eu coloco para não tomar mais o tempo possibilitar que duas pessoas falem para mim é a questão fundamental Já é a terceira vez que eu venho uma atividade na cama e falo isso e acho que a gente precisa fazer esse enfrentamento quer discutir uma política de Educação Especial da região metropolitana não é possível mais a gente ficar só definido comparativos entre redes e não tô falando só com os colegas do Estado tô falando também com a rede privada é preciso mobilizar um debate porque essas pessoas que são atendidas sejam elas crianças jovens ou adultos são moradores dessa região transitam a gente tem um fluxo de trânsito dessas pessoas dessa região a gente precisa fazer esse debate no antes da região metropolitana para definir uma política com parâmetros mínimos para todas as redes e acho que precisa ter para isso envolvimento da Vara da o seu ministério público as entidades que fazem atendimento às secretarias municipais de educação e os poderes legislativos das cidades porque não consigo ver possibilidade a gente avançar se não fizer o debate nesse aspecto eu estou à disposição peço desculpa se eu falei demais mas era um pouco isso obrigado Muito obrigada Luiz não falou demais não é muito importante e muito bom de ouvir né é eu vou ler né em baseado em isso que nisso que o mari acabou de dizer nós temos uma lei federal que é o Estatuto da Criança e Adolescente né e é ele no artigo 11 ele fala que incumbe ao poder público fornecer gratuitamente aqueles que necessitarem medicamentos órteses próteses e outras tecnologias assistivas relativa ao tratamento habilitação ou reabilitação para crianças e adolescentes e acordo com as linhas e cuidado voltadas em cidades específicas então isso já traz uma responsabilidade para cada município porque a mãe Federal né então todos os municípios são responsáveis e devem garantir tanto a educação como as tecnologias assistivas tratamento acompanhamento para todas essas crianças né Eu acho que é muito pertinente isso que que o marido é de trás e fazer esse debate né E também esse atendimento intersetorial né porque senão ficam falando de um lado que falando dos outros nós tivemos recentemente uma lei que eu apresentei nessa casa e foi aprovada que são as as reuniões de rede e intersetoriais para crianças e adolescentes então toda rede de proteção da criança adolescente educação saúde existência segurança e quem for necessário discutir em rede políticas públicas para as nossas crianças e adolescentes isso é lei no município e todos devem cobrar ele é importante os nós estamos assistindo houve também né esse artigo porque Muitos pais não têm conhecimento e aí a gente tá ali na internet na no Instagram no Facebook às vezes e ver vaquinha' para garantir prótese medicamento para criança a obrigação do poder público procurem o Conselho Tutelar a Defensoria Pública que é obrigação é do estado é do do estado ou seja Municipal estadual ou federal garantir esses atendimentos Esses medicamentos tudo que a criança o adolescente precisa tá bom então nós vamos falar agora com o pessoal da rede estadual conversando com José Carlos Neves José Carlos a gente aqui como o Luiz falou não é a questão de comparação e mesmo porque o pessoal do estado é se desdobra né naquilo que pode para atender e depende de políticas públicas que não somos nós que fazemos né então José Carlos fica à vontade e muito obrigada pela sua presença e obrigado pela palavra Boa tarde a todos os presentes aí as pessoas que nos ouvem quando falamos de política pública de estado é temos na net pensar na LDB né temos também a lei federal que da tarde tipo lá da lei 13.000 né e nada 13.146 607/2015 não é que também lá no seu artigo 27 então você não mais específico né e legislações assim né que ela ela fala sobre todos os contexto da educação especial né ainda bem também né bebê mas no Artigo 57 58 59 60 né que a educação especial ela perto faz na Educação Básica desde a educação infantil até a educação superior e nesse contexto como políticas práticas né eu venho se ultimamente né eu das minhas pastas e eu vim cuidando disso e eu tenho colocado constantemente nos contextos nossos e pareceres né ajuizadas né eliminar evidências e e para que as evidências né sejam concretas é nós embasamos naquilo né na resolução 68/2017 né que articulada 13 mil em particular também no contexto de profissionais no contexto na de professores no contexto de atribuição de aulas na formação de salas especificamente na transtornos na na especialidade transtorno Global do desenvolvimento e altas habilidades superdotação E para isso também para a formação né dentro do embasamento legal das turmas né para ser atribuída e a contratação de professores especializados E para isso né O Estado de São Paulo não é forma turmas a partir de oito alunos onde esse professor dessa turma ele ganha 10 aulas e ele tem duas aulas para trabalhar como funções pedagógicas de formador luta aos professores as duas aulas Felizes até os professores que têm alunos matriculados na sua turma da Educação Especial hoje precisamente nós temos hoje que nos falamos educação especial só na diretoria Campinas Oeste nós temos 2170 alunos e geralmente chegamos até a três mil alunos em anos anteriores 2.200 alunos da Educação Especial uma alguma dificuldade de inclusão e nesse contexto né São Paulo faz políticas públicas para atender na desde do Vale do Ribeira todo litoral e chegando até na fronteira do estado no oeste paulista né É todas as regiões né então é muito grande é nesse sentido dá uma demanda também de profissionais formados né e qualificados para atribuição e no contexto de atribuição também parece profissionais pensa nas estações específicas né serem consideradas também e e e Nesse contexto o estado vem constantemente dentro de política pública né que a própria diretoria avalia considerando laudos médicos porque decisões tomadas mesmo né para educação especial né nós passamos também muitas vezes nem a nós temos né como se diz alunos matriculados tanto no atendimento em educação especial do transporte do cuidador quando se faz né a inclusão diagnóstico primeiramente nós temos o professor especial do currículo nós temos uma nessa professora a diretoria centralizada diretoria de ensino que comigo e outro José Carlos Ribeiro né Nós nos avaliarmos se estamos as escolas quando há um pedido para que esse aluno seja incluída a educação especial não é fácil uma avaliação anterior com todos os critérios né né legais e a partir dali os encaminhamento para que ele seja matriculado na e quando se há também é que eu vou dar um parecer favorável transporte ligado se parecer efeito em cima de laudo médico é o médico que vai decidir se esse aluno ele necessita realmente do transporte né É para sua locomoção até a escola certo acessibilidade através do transporte de gado Então isso é feito através de verbas públicas Então feito de verbas públicas que se considera laudos médicos mesma coisa né um aluno incluído né na sala de recurso muitas vezes né tem a tempo estalose né que é uma é uma escola né contratada pela Secretaria Estadual de Educação para aqueles alunos né que faz em contrato nesse acompanhamento é e acredito que hoje a nossa política pública da Secretaria Estadual de Educação de inclusão plano Estadual de Educação de inclusão ela tem uma visão Global inclusiva onde pensa Nesse contexto os legais onde o ambiente escolar é o melhor ambiente de cincluir o apoio mas é um apoio para eu não apoio para excluir eu eu fui diretor de uma escola em Campinas 11 né da rede estadual Estou desde 2010 na supervisão e m olhar em relação ao contexto Educacional é perceber que todos como de direito à educação e eu já tive a experiência muitas vezes hoje muitas vezes eu defendo eu não defendo Digamos que eu eu procuro construir nem mostrar as evidências que estado vem cada dia né da sua política nacional desenvolvendo né para que nesse espaço descontextualização especial que ela se divulgação para a Equidade né um de todos Olá sejam né E tem os seus direitos desenvolvimento né É para objetivos no seu tempo e pensei eu também né que a gente muitas vezes pensando uma peça Vamos fazer um pouquinho de psicologia da educação não pensa Piaget todo mundo aqui educador então ele coloca aqui educação às vezes alfabetização de um aluno um Alfabetizado com cinco anos e outro chega no seu desenvolvimento cognitivo que ele passe Alfabetizado com 12 anos de idade então critérios é essenciais né para diagnosticar para pensar e desenvolvimento intelectual humano né e pessoalmente uma criança onde considera também os seus contextos sociais suas vivências suas experiências e educação é é carinho é Amor é respeito né as pessoas eu o dia tem uma aluna dentro de uma escola uma mocinha ela tinha um professor especializado a mãe queria mas eu percebi que chegou no sétimo ano ela não queria mais ela se sentia constrangida Ela ali eu quero ser livre uma professora do lado e esses movimentos dela já aconteceu então é muitas vezes é o pensamento de como se diz os contextos da LDB o contexto da 13.000 aconteça 68 é buscar o desenvolvimento e ao mesmo tempo uma inclusão com autonomia e com respeito eu penso isso bom e nesse contexto né Eu procuro em decisões juntamente com toda a lógica o pensamento da secretaria é esse né conforme aí eu citei aqui a a legislação 68 agora sala é eu não tô aqui para apanhar é é um caminho né Então aí quando eu cheguei Faz pouco tempo aqui na diretoria eu quis fazer isso que eu fazia na minha escola com todas as 79 escolas e aí o desafio foi ficando maior foi ficando maior então se eu conseguir na minha escola eu fui eu estou ainda eu não consegui na 79 eu vou na 79 escolas formar professores olhar no olho é porque você não grava é muito mais fácil não gravo porque eu quero saber o que esse professor tem né Quais são as a as dificuldades e juntos as gente tentar solucionar um caminho outra coisa exatamente o que você comentou o acolhimento da família e as famílias ligam para gente e fala assim que vem da Educação Infantil e fala assim aí eu quero matricular meu filho na Pestalozzi na paz já antes dele entrar para o fundamental e qual o que a gente percebe nessa ansiedade dessas famílias e para escola especial com receio de numa escola que tem 30 alunos que é o nosso grande desafio né as salas lotadas né e eu não tenho os 29 mais um Eu tenho uns 30 porque os 30 são meus alunos e eu preciso dar atenção para os trintas Então esse é o maior desafio a nossa demanda é muito grande então nós temos mais de 50 salas de recursos e itinerância que também é pouco né Nós somos em 79 E aí uma margem de escolas né pra gente conseguir as salas de recursos e como e o professora que disse é nós temos o ensino colaborativo porque a demanda de professor auxiliar que é aquele professor que o estado não tem esse cargo né ele é justo judicializado então o juiz manda cumprirmos que que cada aluno tem esse professor [Música] auxiliar tudo bem E assim está virando uma coisa a gente responde mais de 10 liminares por dia É sim nós precisamos dar conta disso Então como que é um caminho ainda né está aqui no comecinho e uma das coisas da nova política aí do estado foi no ensino colaborativo que esses professores especializados eles vão colaborar com o professor Regente para trabalhar com esse aluno para dar acessibilidade ao currículo né estamos caminhando a gente gostaria que tivesse mais momentos né porque aí tem os até PC então a dynamically da escola fica muito muito difícil dessa desse encontro com os dois profissionais mas estamos fazendo eu disse do acolhimento gente recebe famílias na nossa diretoria nós temos e é uma sala para receber as crianças para receber as famílias para poder indicar para o melhor atendimento para melhor escola que que tem aquele perfil daquela criança Estamos fazendo isso então tudo que eu busquei né tudo que eu fazia na como professora na minha escola professora de educação especial eu não ficava só com os meus alunos ou professora na área da educação inclusiva Então os meus alunos Eles eram elegíveis da Educação Especial com deficiência mas a gente falava dos alunos que tinham dificuldade de aprendizagem a gente trabalhava com a inclusão em geral e é isso que eu passo para as escolas e para os nossos professores que a gente tem que trabalhar com todos né outra coisa né aproveitando Oi meninas que estão aqui da da APAE e da Pestalozzi que antes tanto o professor auxiliar né quanto aí entrada para para as instituições não dá as famílias elas querem sim elas querem essa segurança de uma escola seja mais acolhedora com número menor de alunos só que isso acontece depois de várias de várias tentativas né então esse professor o que esse professor o que essa escola fez para que esse alunos fosse efetivamente incluído né ele ficou lá na sala sentado no canto então nós temos assim vários registros a gente tem as informações é o que é escola está fazendo foi desenvolvido um PDI para esse aluno E aí após e tentativas que a gente percebe que esse aluno pode até estar né em sofrimento ali no ensino regular a gente tem as parcerias para estar encaminhando essas crianças Então acho que é o desafio maior é o trabalho com a família né Eu acho que para ela entender que esses professores auxiliares muitas vezes eles têm o direito né segundo várias legislações sim mas desde que realmente eles precisem porque senão eles tornam ficam ali do lado tiram toda autonomia da criança EA gente quer cada vez mais e as salas assim excessivas porque a demanda que a gente tem do Estado bom obrigada obrigada Luciana eu espero que a gente consiga urgente que os pais não precisa entrar através do Judiciário judicializar para ter direito a professora auxiliar ao cuidador mas que o o profissional que atende o neurologista o terapeuta da Criança diz que precisa é o suficiente para que judicializar para que o pai tem esse desgaste já é difícil a demanda de um pai com criança com deficiência até que judicializar para garantir um direito que é dos Pais é aí na admissível no meu ponto de vista só colocar mais uma coisinha eu concordo que a saúde Pode sim opinar Mas quem conhece da educação somos nós professores educadores diretores somos nós que conhecemos a a dinâmica da escola o médico às vezes ele apontar o que a criança precisa ou não fazer a escola aí não dá eu acho que tem que ser uma parceria tem Luciano exatamente ter essa conversa né ele tá que eu como eu disse rei de todos como juntamente decidindo aquilo que é melhor para as crianças Vereador Carmo Luiz chegou para mim substituir Vereador por favor podem podem pode vir aqui na mesa que eu vou descer fazer essa direita e depois eu volto E já te agradeço para pela tua presença e por você me ajudar nesse momento viu vou passar a palavra para Eliane que é da pai a Eliane vai na parceira de muito tempo na região e depois do Carmo conduz aqui para nós Obrigada vereador Ah tá ligado aqui boa tarde a todos presentes aqui aqueles que estão nos ouvindo e agradecer primeiro lugar aí Débora companheira de muito tempo por essa oportunidade estamos aqui discutindo o tema tão relevante eu eu tenho uma trajetória na educação de dívida inteira nunca soube fazer outra coisa melhor né tive filhos a Educadora eu sou educador e morrer educador e para gente quando coloca assim desafio eu já tive do outro lado né da escola da escola regular toda uma trajetória você digita antes de aposentados dentro da escola regular e tua 21 na escola educação especial dentro da APAE deixe uma instituição que atende crianças jovens adultos com deficiência intelectual e então eu trago aqui na sala de até agora é que nós temos que começar a provocar um pouco mais sábio discussões e que todos falam a mesma coisa mas sempre gente fala nos nossos lugares e nós temos que fazer provocações há entre é que na interface da Saúde da educação e da Assistência Social Se inverter a ordem da Assistência Social da educação e da Saúde quanto nós tentarmos unirmos numa política pública que converse esse as a interface da criança com ou sem deficiência na rede de cuidados que é necessário ter com toda criança do nascer ao seu desenvolvimento a escola Nós não somos adversários e quando parece que senti quando reivindica quando nós vamos falar sempre parece assim que são contradições que nós somos contraditórios nas nossas ações e nos somos nós somos muito temos que que manter essa unidade sabe em prova que a uma sociedade digna é realmente respeitosa e que e na defesa os leitos na política de direitos dessas pessoas com ou sem deficiência então eu eu vejo assim como uma hora desafio a gente tentar se entrar porque existe uma uma uma um adversário maior que quando a gente faz traça parcerias eu pude observar nessa vivência de 21 anos na pai que quando a gente vai traçar uma parceria com a Secretaria Estadual de Educação com a Secretaria Municipal de Educação com a própria saúde ou na rede de assistência e vinte e tem um impasse a as contas o Tribunal de Contas que tem que ser desse jeito para cá desse jeito para lá e deixa nós estamos falando de criança de pessoas que nós temos que ter um olhar na integralidade desse sujeito não é possível mas ficar a divagando em cima de situações de carro e nós temos experiências exitosas em toda a rede a rede de saúde na rede da educação e na rede de assistência social porque não buscar essas experiências exitosas e realmente colocar na prática eu tenho feito uma uma uma sala eles principalmente esse ano de que a gente tem que tem que terminar eliminar as barreiras nós somos da semana que a gente tu lada nacionalmente Semana Nacional da pessoa com deficiência intelectual e múltipla é pela rede APAE Somos duas mil apaes no país a juntando a paz e associações que está nós tem uma rede uma hora movimento social do mundo e que se trabalha inclusão conseguiu Se Derrubar que essas instituições hoje ela ela contradiz a política a LB LB lei brasileira de inclusão é isso não existe é ela é parceira então é quando se tem todo esse movimento não é só a dentro de convênios de estabelecer parceria mas eu acho que tem que ser um movimento único mesmo então hoje o nosso maior desafio é realmente é tentar fazer com que quebre Essas barreiras e nós nossa população geral gente leve a principal barreira de acessibilidade que atitudinal é nossas atitudes falar inclusão conceituar inclusão ela era se torna simples que se debruça nas leis e olha foi falei dito aqui quantas leis nessa trajetória histórica nós temos leis já aqui são vigentes ainda e são vigentes mas não basta não não está batendo por isso que a família tem buscado Ministério Público o judiciário para falar com que conquistar direitos quer dizer falei isso aí foi dito do foi lido várias leis aqui né e a LB ia mais recente lá tem toda a sensibilidade da educação da saúde do transporte direito à habitação de um povo de modo geral dessa criança de alimentação então nós estamos falando de um universo é de conceitos que nós temos que trazer a prática Então hoje a APAE é uma alternativa texto a loja é uma alternativa dentro de um dos programas que é exclusivo nós temos só mente um programa As duas entidades que são coirmãs nós temos um programa exclusivo que é de educação especial porque na Júlia adicionada a diretoria de ensino Campinas Leste então por isso nós temos esse esse de 1º ao 5º ano também essa Escola de Educação Especial os demais programas dos nossos atendimentos que ele se dá ao no contra turno então tanto todos os programas de Deus desde dos mais as bebê chegando até dos idosos né que não quis sempre se provoca a questão da inclusão hoje você você falou da avaliação e eu queria aproveitar esse momentinho que eu tenho aqui para poder falar avaliação eu queria derrubar essa questão assim ah pai ela fica até um serviço de avaliação neuro diagnóstica para laudar fazer processar um áudio não é este o papel o quando nós batemos o pé nessa necessidade é uma equipe competente Abrir habilitada para aproximar é justamente para assegurar direitos assegurar direito infelizmente sem um laudo o laudo em interdisciplinar não acessa se uma sala de recurso esse é um absurdo nós temos que derrubar então eu trago aqui olha a câmara municipal por favor vamos vamos debater esgotar e vamos tirar essa é tudo aquilo que impede esse avanço se não nós vamos ficar todo ano fala-se inclusão e fala se e fica só demagogicamente falando não é nós temos que tirar do papel e implementar Realmente todos nós de mãos dadas e juntos sim nós temos força de lei uma lei maior de implantação é isso que eu queria para contribuir na minha primeira fala aqui né que acho que vai abrir para debate eu tenho certeza o que eu serei demais sabatinado aqui obrigada Olá boa boa tarde a todos agradecer a palavra fazer entender né todos que estão aqui fazer entender o que aconteceu aqui eu ontem à tarde né nós tivemos o que tivemos o convite da vereadora para participar de uma importante ação inclusive não apenas como vereadora mas como ser humano como mulher lutadora que é da Defesa das causas dos da Criança e do Adolescente ela pediu que eu viesse socorrer lá porque eu sou seu primeiro-suplente nesta comissão e nós estamos aqui ao vivo numa audiência só que eu venho de um outro compromisso então chegamos assim na margem dessa desculpas a vocês por não ter chego antes participado de forma mais efetiva mas estou à disposição e disposto a fazermos com que esta esta audiência seja a voz que vocês pra é porque você exclamou muito bem bradou com força e é necessário é necessário EA Câmara Municipal ela não é mais do que o canal da voz de vocês nós somos a abertura Nós somos o caminho para abrir as portas muitas vezes eu tenho costume de dizer que o vereador é apenas a chave ele consegue às vezes até virar a chave mas tem que vir alguém com ação com força com vontade e entrar adentrar à porta e fazer acontecer Então essas audiências públicas eu acredito que cada uma delas e também é muito importante entender em dentro da Câmara Municipal os vereadores não tem capacidade de agir em todas as frentes de necessidades Eu por exemplo Fiz parte de várias comissões e hoje faço parte de várias condições como e como representante direto e como suplente E hoje nós temos uma mulher de Deus uma mulher maravilhosa que foi colocado nessa câmera entre elas foram quatro mulheres entre elas a Débora Palermo que tem um diferencial uma sensibilidade neste sentido e eu acredito de verdade que se se unir se houver União realmente no sentido de buscar o equilíbrio e Essa justiça que nós precisamos nós temos certeza que temos um canal tá bom quero me colocar à disposição pedir desculpa por não ter estado ante e dizer que estamos estamos vamos continuar Nós temos duas pessoas aqui a Doutora Juliana Cristiana Soares quem que é a doutora Juliano Doutora Juliana e a doutora Carolina e é quero ouvir Ana Luzia selim eu queria saber de vocês Pode ser de quem quer falar primeiro e já acertaram tiver as duas pode ter dois microfones vocês é audiência pública fica à vontade ta bom a reunião da comissão é aberta um microfone então com a palavra Dra Juliana Cristiana Soares ai a Carolina a Carolina Luzia selim é sandroni diretora da Pestalozzi com a palavra fica à vontade Obrigado Agradecer o convite a doutora doutora Débora EA todos que estão na mesa né a todos que estão nos ouvindo e quem tá em casa também né que nós estamos ao vivo é um prazer e um desafio grande já que o tema desafio da inclusão Realmente nós estamos parece que a gente não deu uma avançada né não estamos discutindo sobre inclusão há décadas e avançamos retrocedemos e avançamos de novo retrocedemos e assim vamos né como dizem um pouquinho de cada vez um passinho de tartaruga e várias formiguinhas trabalhando um dia a gente chega lá né Mas ouvindo a todos né eu fico com uma inquietude E compartilhe muito da fala da Eliane que é exatamente hoje Desafios que a gente tem na sociedade e nós enquanto organização de ponta né que recebe toda a demanda somos nós junto com as escolas né então compartilho da dificuldade e da dor de todo mundo né que também é Nossa e a gente recebe muitas famílias angustiados com o que fazer com seus filhos e onde colocar e o que é tratamento e tudo mais é quando a gente fala de inclusão a gente fala do todo né Não fala só de uma questão escolar Não fala só de uma questão do mercado de trabalho que seja é uma sociedade toda e bom e que pena que a gente ainda fala sobre inclusão né Que pena que a gente ainda fala sobre inclusão e não do direito da pessoa fazer parte independente dela ser deficiente ou não né como Luiz disse o professor não é só a pessoa com deficiência e a gente fala isso todo tempo quando a gente vai discutir com as escolas Quando nós vamos discutir com os médicos como nós vamos discutir com os direitos é da pessoa independente dela ser da pessoa com deficiência né então hoje o quê Qual é o nosso desafio é levar atendimento e oferecer atendimento qualificado para todos que necessitam e não são poucos são muitos né a gente tem vários convênios várias parcerias vários termos de colaboração junto mas não está sendo suficiente né se a gente pensar a deficiência do transtorno do espectro autista nós estamos falando já de uma incidência de um para 14 pessoas não autista para cada 44 pessoas é assustador borbulha né gente fala de onde que tá o que que tá acontecendo exatamente posso pandemia E aí além dessa questão da dificuldade Olha nós estamos falando Não tão falando nada escolar nós estamos falando da do direito dele ter um tratamento o direito dessa pessoa ter um tratamento dela e da família simplesmente né Isso é inclusão também outra questão são os adultos as pessoas com deficiências com mais de 30 anos é um impasse para nós nós não temos para onde encaminhar não temos não temos e É uma pena então a gente parte da inclusão falando né da do lugar que cada um Tá mas a gente tem que pensar numa forma coletiva né então a falta da inclusão e o desafio a entender é onde está o conhecimento para a sociedade porque enquanto a gente fala de inclusão dentro da nossa área né Tá tranquilo porque nossa nós somos temos expertise nisso né A gente trabalha com essas pessoas esse é o nosso público mas como é que agente faz para impactar a sociedade como é que agente faz para colocar a pessoa com deficiência não Parque no cinema dentro de um shopping que é de direito dentro de um centro de convivência adulto que é de direito e que não está né então é esses Desafios que eu trago enquanto falando de Pestalozzi que é um debate que a gente discute muito que é para onde a gente vai né o público que a gente atende é degrau é grave tem como habilidade e esse público não está em partes não tá na Lagoa do Taquaral não tá na pedreira do chapadão não está passeando na e na no centros né de Campinas em nenhum lugar onde é que ele tá Então olha só quando a gente fala da inclusão a gente fala de uma inclusão social transporte o transporte eles têm a gente não tem direito cada um não vai lá você não tem carro próprio Pega um ônibus né público os nossos não dependem dependem de um transporte adaptado dependem de uma condição para levar a passeio Quem dirá no tratamento que ainda é difícil né Então nós estamos falando de uma da dificuldade toda que tem não só que a gente fala de inclusão e a gente remédio só para uma questão escolar mas não é só escolar né do todo como sociedade então nós que estamos na ponta né Eliane a gente é né Mayara a gente acaba que recebendo todas essas demandas né e a gente precisa do poder público precisa dessa casa aberta para tá trazendo isso uma coisa importante a população da pessoa com deficiên Ela é pequena ela é não é ela não é vista ela não é vista porque ela é invisível totalmente aos olhos porque ela não incomoda bom então tem transporte aqui não tem transporte tudo bem faz um barulhinho aqui faz outro barulhinho ali entra com liminar eliminar tá chovendo de liminar para tudo quanto é lado de tratamento de tudo né mas a população que a gente atende de baixa renda de vulnerabilidade social não consegue entrar com liminar não consegue um atendimento qualificado é né então esses atendimentos Onde estão com a gente então a gente precisa falar sobre isso precisamos falar de inclusão na sua totalidade né então esse cutucar é importante para nós é importante para os senhores abrir o parlamentar aqui para a gente tá discutindo sobre isso sabe quais são as os défices diz que tem na saúde para tá atendendo toda essa população Quais são os déficits que tem na educação na assistência e eu acho que o maior desafio é a gente discutir isso em sociedade porque a gente trabalha muito para tá colocando toda essa nossa população para tá fazendo parte de todos esses lugares públicos que a gente tem condição de estar nesse lugar né quando a gente fala de inclusão né e agora é uma fala muito popular né não é chamado para festinha né é chamar para dançar só que daí você deixa eu vou para dançar e se chama como para dançar e não é só chamar para dançar é chamar e como vai dançar porque cada um tem o seu jeito cada um tem a sua singularidade cada um tem a sua forma na escola cada um tem a sua forma de aprender bom né e não estamos falando de pessoas com deficiência Então se a gente pensar no contexto escolar enquanto a escola não pensar no todo e que ninguém aprende igual a ninguém talvez a gente consiga chegar perto pensar em falar de uma inclusão né no na sua totalidade de forma geral e é isso obrigado E aí e Obrigado Carolina pela fala eu não deveria fazer isso pode ver né mas mais uma vez é muito importante ressaltar acaba Municipal de Campinas é eu a Câmara Municipal de Campinas a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo à Câmara Federal nas suas duas camadas é após é aqui eleitos nós temos nessas 33 cadeiras que os Então o que as pessoas mais diferentes da sociedade Campineira em pensamento em ideias em formas de ação em trabalhos em atividades diversas em interesses E mais uma vez o ressalto a câmara municipal hoje está respaldada com a presidência de uma comissão que é muito cara para vocês e por uma pessoa e uma equipe do gabinete que é capaz de suportar e levar essa semana nós sabemos o quão o quê é um atrasado estamos nós estamos abaixo da linha da miséria vamos dizer assim mas é uma luta de cada dia e nós temos que continuar fazendo e dentro da Câmara Municipal existem pessoas com capacidade e constituída do Poder para poder fazer transformar a voz a demanda de cada um de vocês não sabemos que só vencemos mantivermos Unidos como ela falou tá bom então com a palavra Doutora Juliana Cristina Soares membro da comissão dos direitos das pessoas com deficiência da OAB Muito bem-vinda obrigado obrigado a todos bom acho que já foi bastante rico debate que cada um dentro da sua expertise e é como já foi exposto aqui eu sou além de membro da Comissão da OAB de Campinas uma das pessoas com deficiência sua também da obra de Valinhos sou mãe do Lucas que tem síndrome de Down Então na verdade a minha área é só a nossa no escritório aqui em Campinas e as duas horas que eu atuação na área de direito do trabalho e na área de saúde/perceber né então tudo que vocês falaram aqui eu tenho um olhar é bem bem amplo porque eu estou na situação e aí quando vou tentar ser breve aqui que advogado fala muito né tá é política estamos juntos mas assim mas assim o meu olhar ele é amplo Porque como acho que ela mesmo que abordou a cada um olha para o que conhece né então eu queria só colocar um pouquinho mandou comecinho porque vocês aqui eu tenho certeza que são excelentes no que fazem e fazem com amor ele citou muito a palavra respeito amor que é o que a família procura não só com vocês não só na rede de Terapias não só na rede escolar é mas quando chegamos aqui para o judiciário também tá eu ajuização não contra prefeituras mas contra operadoras de plano de saúde porque as pessoas que procuram conseguem pagar o plano de saúde mas aqui a gente tem que discutir essas que não conseguem Então o que elas tem que ter é na rede pública para que elas consigam ter um lá o e de cima alto vou conseguir ter um trabalho então vamos lá desde o comecinho a primeira coisa que tem que há muita verdade aqui precisaria dar uma atenção maior o primeiro. É o acolhimento da família quando ela descobre porque ela pode desculpa de diversas maneiras eu descobri no terceiro mês de gestação mas a maioria da síndrome de Down descobre no quarto paralisia cerebral Não não é a regra mas a maioria a maioria é no quarto Então vamos ser bons por você deles aqui não sei se todo mundo aqui a mãe ou não mas quem e delícia que que será que vai ser aí vai ser isso aí para chegar para mim vai ficar com o pai de repente vem uma outra situação que você precisa foi morre um sonho para criar essa o outro e aí vem o que eu preciso que vocês prestem muita atenção nisso gente para lembrar sempre o diferente assusta e isso assusta a qualquer um vai assustar a mãe vai assustar a família inteira eu tive um familiar muito próximo a mim que entrou em depressão e pedindo para eu tirar o filho porque achava que eu ia morrer no parto então é uma coisa que vai muito além do que vocês estão vendo aqui Então estou reportando um pouquinho lá de trás para vocês entenderem também deste lado aqui para a gente poder juntos e aí uma coloca à disposição sempre que saímos né O que pode ser melhorado então lá no começo o acolhimento da família o grande número de autistas em Dutra DH também que tenha Aparecido agora deu um Boom lembra a gente tem que lembrar que essas crianças são crianças a maioria que ficaram totalmente isolamento e pode ver que esses laudos que estão aparecendo aí estão na média dos seis anos né 15 56 anos de idade ou seja elas perderam dois Vocês poderiam ter avaliado isso se ela tivesse ido lá na bom né lá na lá dois anos então quê que acontece quando a família descobre esse essa questão da deficiência da condição de criança é dali para frente ela precisa ter uma Amparo emocional porque ela não tem ela precisa de conhecimento eu passei estudar eu estudo isso de noite tá então assim não tem como você exigir isso de qualquer de qualquer pessoa principalmente porque muitas famílias não têm qualquer qualquer instrução então por isso que ela se apegam e vocês né Então aí fica a tela sobrecarga nas entidades fica sobrecarga na escola porque muitas vezes quem consegue ter um olhar diferenciado para criança é a escola tem mãe que não consegue ver que a criança não tem a visão totalmente deficitária ela acha que ele que a criança desatenta quem não a criação tá vendo né E aí a professora que eu tô mentindo e é isso então mulher da escola é interessante só que vocês não sou médico vocês são educadores É lógico que pode fazer o apontamento Então eu acho que sim aqui no comecinho que precisaria era de um projeto no sentido de colocar é mais o olhar de saúde dentro das escolas na minha época lá e eu lembro que na escola sempre tinha essas questões de ver se as vacinas estavam todas em ordem se tava se tava na fase da curva do crescimento correto peso correto a questão da nutrição que estava correto eu não sei se hoje isso dentro da escola essa parte desse projeto de saúde é feito mas se não for eu acho que esse olhar deveria deveria voltar porque ali que a gente vai conseguir verificar não só questões físicas que mais questões neurológicas também questões comportamentais Lembrando que a criança tem muito diagnose tá chegando mãe desesperada para mim aí porque a escola falou que o meu filho é autista ele pera aí calma não é assim Amanhã eu vejo para sair de um médico neurologista psiquiatra para ver se ele vai avaliar a criança só que a mãe não tem muitas mães que não conseguem pagar e aí elas vão nos entidades porque elas foram esperar o fluxo é muito grande foi para o laudo para ele depois disso a criança começar a ser o corretamente é reabilitada olhar da mulher diferencial ela já perdeu a fase de ouro dela tô errada Ah tá a partir e assim isso é extremamente a criança até a fase de ouro que até os 67 anos de idade ela tem o cognitivo dela é ali que ela tem que ser é estimulada o máximo possível só que tem muitas crianças que não conseguem se verificar o diagnóstico mesmo porque tem o diagnóstico tem aceitação da família tá gente tem aceitação da família porque eu tenho uma amiga que me procuram lá ah mas falou mas eu acho que não é como é que tá aí se for qualquer problema você vai jogar fora mas não coloca no lixo assim não Então para com isso vamos lá vamos lá para frente né para de perguntar porque e começa a perguntar para quê E vamos só tô fazendo essa introdução porque para que a gente consiga e aqui na tanto na na qualidade de mãe de cidadão de querer que a gente não fale mais mesmo inclusão porque a lei brasileira de inclusão nada mais é do que ela tá fortalecendo que tava gostando Federal então assim que já é um jeito tô tentando escrever uma forma mais específica que é para as pessoas respeitarem mais mas ele além em qualquer dentro difícil deficiência que ela tenha ela tem direito tanto quanto qualquer outro né os direitos são iguais Então é isso tem que ser muito olhado não é porque aquele agora tem a lei brasileira de não gente com são Federal vamos lá vamos lá atrás então aqui a gente só foi feita por quê Porque a gente não tem voz e o que não falou porque ninguém vai ficar toda hora ninguém coisa eu tô mentindo nessa porque eu fico batendo sim tanto que quando quando eu no começo eu fui julgada quando eu montei o Instagram para o meu filho ele e as pessoas me diziam assim mas você não tem medo de expor seu filho assim o que eu tenho medo é da falta de informação bom então o que que eu coloco no Instagram do meu filho eu coloco a rotina dele eu coloco ele brinca como qualquer outra criança eu coloco as terapias que ele faz e para que que serve cada terapia que ele faz eu coloco aquele vai na escola e o que ele apronta na escola não tudo não porque senão né só como é que é tem uns bilhetes de vez em quando mas assim para quebrar rótulos então importante é quebrar o rosto porque todas as pessoas que não conhecem acham que a pessoa com deficiência ela vai ser que nem agora antigamente que ela não vai ter voz para lá daquela não vai fazer e o que o hoje que eu bato muito nisso é que a educação é fundamental e o que o após esse período que vai ficar um vao terreno vago aí depois do fundamental né que esse adolescente ele já vai ficar nem o que solto é porque a paz eu acho que tem algumas coisas alguns projetos mas é muito humano é muito pouco para muita gente porque a gente tem que falar então numa formação ideal para as crianças para ter a base que a base é tudo e depois dali eu preciso de um caminhão nem toda hora dessa pessoa para o mercado de trabalho e aí eu fui eu como eu sou especialista na área de trabalho também e eu tenho vários clientes que falar eu preciso fazer a contratação de menor aprendiz E aí eu falo já eu então ele tem tem alguns que tem exigência de menor aprendiz e outros têm às dúzias menor aprendiz e PC de aí eu falei para eles tá mas eu menor aprendiz deficiente é mas Doutora mas tem isso então eu aí de novo gente é a falta de conhecimento de informação porque todo ninguém fala da cota menor aprendiz deficiente porque ele não tá específico que a visualização não fala aqui é para um ou é para outro a legislação trata de forma igualitária e o que pode ser feito acontece que óbvio que uma pessoa com deficiência ela precisa de um olhar diferenciado ela precisa de um acolhimento ela precisa de um respeito e ela precisa de uma atenção mas nisso não quer dizer que ela é menos do que qualquer outro eu tenho muitos casos que eu conheço de crianças né agora que vão daqui a pouco já estarão na adolescência e que ter um bugue letivo excelente que elas podem não precisa ser eu não tô desmerecendo nenhuma função veja lá mas eu não eu não quero que limitar meu filho a ter uma atividade de só empacotar uma e é uma atividade digna como que é mas se ele pode mais se aquilo porque porque ele vai ter hoje ele ele tem que ter autonomia e ele é ele é atendido desde os 15 dias de vida para que ele tenha autonomia se ele sujou ele tem que limpar a roupa dele ele põe no centro aí a minha mãe que tem 82 anos falando de Ana pelo amor de Deus não tem quatro ele não tem problema ele vai desde agora porque o homem já é meio folgado né gente então tem que é melhor começar achar desculpa aí pessoal né mas a maioria aqui então eu posso falar mais nada não é verdade então o que que acontece o intuito aqui é de divulgar a informação né e o desafio maior para que os empresários saibam que a possibilidade daquele jovem aprendiz ser contratado mas um jovem aprendiz deficiente por exemplo a um guardinha né associação do homem do amanhã aqui de campinas ela tem um projeto Fantástico com relação o jovem com deficiência é isso lá de inclusão então e é super super interessante porque porque daí aquela aquele jovem que ele vai trabalhar numa empresa mesmo que seja no serviço um pouco mais simples porque convenhamos aqui a legislação a lei da aprendizagem ela fora de 14 a 24 anos Porém para deficiente não tem a sua alimentação tá então ele daria teria carteira assinada ele vai receber o todas as obrigações trabalhistas Mas além de tudo isso dele criar uma autonomia financeira é importante que ele aprenda porque o guardinha ele vai ter a parte teórica EA prática certo o jovem aprendiz Tem a parte teórica EA prática e ela já se você contrata Ah mas eu só quero cumprir a cota de pcd viu quando eles falam alguém fala isso eles não gente tem um outro olhar se você e essa pessoa aprender alguma coisa a desenvolver porque eu vejo isso nos meus próximos eu comecei a trabalhar em advocacia com 14 anos de idade faz pouco tempo tipo ontem mais ou menos né então assim mas hoje as crianças só podem trabalhar Se for por como jovem aprendiz Então muitos acabam indo para o procurar o primeiro emprego que não depois dos 17 18 anos e aí acontece que a pessoa não sabe nem o que fala que ser né porque ainda aí ela vai para faculdade eu não sabem que curso que ela vai fazer que não tem nenhuma experiência positiva ou negativa nesse meio tempo então essa questão no Jovem Aprendiz é interessante porque eles vão desenvolveu uma parte teórica desenvolver uma parte prática e o principal que eu acho que é isso é uma coisa que eu que eu que eu destaco muito e que hoje o feedback das pessoas que me conhecem É nesse G1 e é por quebrar rótulo Se permitir conhecer o que é diferente Se permitir amar o que é diferente o que eu ouço hoje em dia nisso quando as pessoas me encontra na rua Primeiro que agora já não sou mais a Juliana na sua mãe do Lucas já perdi meu posto nesse sentido né mas assim é quando as pessoas me encontra na rua ela fala obrigado e porque por você me tirar daquele buraco negro que o desconhecimento a falta de informação hoje eu vejo as Lucas tem vários não tem muito segundo seguidores nas redes sociais e aí eles cada atividade que ele faz que eu coloco eu peço para terapeutas me manda com resumir embaixo para que que essa atividade porque de repente as mães que precisam de bebês por exemplo que não tem noção de nada começam eu começo a republicar o que a senhora para outras fizeram para que elas têm uma informação e um olhar diferenciado e para que não tem que saber não só quando um artista da Globo vai dar um depoimento no Fantástico falando sobre a questão da oftalmologia do do filho que aí sim muitas vezes passaram olhar mas antes ninguém sabia né só que a mãe especial que fica nesse corre desde sempre mas quem não é acaba deixando passar uma coisa que não precisa então assim para nós vamos tem de bastante mas assim o que eu deixo queria deixar queria deixar de desafio maior aqui essa questão dos empresários terem o conhecimento que é possível contratação do jovem aprendiz deficiente e que isso vai engrandecer não só para o deficiente mas vai vai acrescentar muito no convívio da sociedade né da inclusão na sociedade da inclusão no mercado de trabalho e você pode ter certeza absoluta que a convivência com uma pessoa de deficiente estão as duas aqui que não me deixam mentir e os ganhos aquela pessoa tem as histórias que ela vem para contar os desafios que ela de vida são coisas que ele que a gente traz para nossa vida e que só acrescenta e nos tornou a pessoa pessoas muito muito melhores Então acho que fica aqui o meu recado Fico à disposição caso Alguém precisa de alguma informação nesse sentido é preciso de auxílio nesse sentido e é isso eu agradeço a todos aí ó a Doutora Juliana é um prazer ouvir você viu Muito bom né Muito bom eu tive oportunidade de ouvir a Carolina também em um de não tive não tive maior condição de participar mas não tem tempo que estivemos aqui eu acredito que a câmara municipal tem como ajudar muito muito mesmo eu acredito de verdade eu não sei se nós conseguimos transformar muitas vezes uma ideia no projeto de lei e e e a transformação no projeto de lei não significa que ela se torna realidade na vida do cidadão no seu no seu cotidiano Mas eu acredito que poderemos sim podíamos né até vou tratar disso com a vereadora quem sabe sair com uma ideia né uma composição dessas ideias que vocês nos colocaram aqui e quem sabe produzir junto eu não sei o caminho mas existe existe preparo para isso e eu acho que nós temos uma coisa aliás eu vi uma entrevista sua seu domingo e numa rede de TV aberta eu acho que foi você é representando a comissão de direito das pessoas com deficiência e eu acho que uma das coisas que é é fundamental é ter legalidade porque não adianta quando chega lá do executivo lá se nós não saímos aqui com a legalidade não acontecer nada no futuro então pensar em ideias ou coisas ou caminhos dentro de uma legalidade possível e e batalhar dentro da Câmara Municipal como um eco né para produzir Eco a fim de quem sabe caminhar os nesse sentido Tá bom pode ficar à vontade nós temos tempo ainda não Então na verdade eu também não sei eu tô igual a você mas é mais assim nós temos uma reunião na sequência que já tá quase dando tempo mas nós temos duas pessoas que se inscreveram que era Doutora Juliana e a Carolina Luzia selim aí eu não sei se alguém mais vai querer falar e não né então é deixa uma palavra com você e aí Se alguém quiser inteirar Como que é o nome é o que eu não sei se tem não tem uma uma pessoas que querem deixar o vereador você falou da casa eu sempre digo isso vocês Realmente são aqueles que pô tenham contei ão a as necessidades do nosso município né então lógica desde tem aí uma agenda grande APAE também tem uma um acesso fácil nunca foi impedido de nada agora o que eu sempre carrego como é que a gente pode levantar um projeto para a cidade de Campinas a nossa cidade Quem tá aqui é muito tempo sabe que ela já foi exemplo nacional nacional na área da assistência social na área nós ganhamos de 7º lugar na sensibilidade que o pessoal da prefeitura que presente sétimo lugar de acessibilidade Oi aqui teve um um ano está lembrado vez Então nós nós temos que criar um projeto para Campinas vamos sair do nosso do nosso dia a dia nós somos bonitos quis nós queremos algo que seja um projeto Piloto para o nosso país nosso Estado então a questão das parcerias relações e das parcerias ela já existem então que nós o grande desafio é quando a gente constrói juntos Porque tantos tantos pessoas tantas famílias angustiados que hoje o Ministério Público tá fazendo um monte de papel tá passando para frente e ele que tá com lindo essa população para aplicar lei para favorecer o direito dessa desse filme essa pira meu Deus alguma coisa tá errada aí nós somos mudando e quantas liminares eles estão respondendo nós temos que brigar por transporte para os nossos alunos ou autor e o Governo está parou bloqueou o serviço no meio do caminho meio do caminho por favor aguarde de um tempo não é desrespeitoso então tudo isso nós assistimos nos nossos dias eu EA Carolina que trabalhamos na identidade vai lá vocês tão fácil e se tem dinheiro tem todo uma estrutura o que nós temos lá é é uma entrada educadores aqui que entra a maior parte são jogadores nós temos é abordagem metodológica que é diferente só isso nós temos número de anúncio menores nós estamos nosso atendimento nós temos saúde educação Assistência Social eu sempre brinco que é de médica cabelereiro então a mãe que sente acolhe todas as necessidades e na corrida o que que é hoje onde mesmo aquela mãe que saiu ali no Facebook lá cuidar da sua saúde o gritou com ideia e ela era tinha 11 Oi Natália eu chamei e falei assim bem aqui a conversar comigo que eu vou tentar te ajudar não adianta no Facebook nega aí conversando acertamos lá E aí que tá eu não vejo que é por aí né na mídia nós temos que chegar na frente nós temos vai trabalhar a prevenção chegar frente nossa cidade de Campinas tem este grande projeto Unidos saúde educação Assistência Social judiciário certo emdec habitação e quem for vamos fazer aqui aqui nessa casa do povo que vamos tentar fazer um grande projeto para a cidade de Campinas e tenho certeza que ele será respaldado pelo gestor Municipal tenho certeza que que todos né os segmentos representativos da nossa a sociedade Campineira vai abraçai que nós usamos levando levando nem para um lado e para o outro nem nós estamos sendo Unidos aí de braços fortes e favor é uma cidade inclusiva de fato e todos os aspectos tá bom isso que eu queria deixar aqui ó é provocando tá aí fica com vocês aí ó ó e claro claro por favor é E aí Ah tá pois vão é Luis marquetti isso isso eu faço já que meus comentários finais e acho que encerras conheceis né então já aproveito para me despedir de todos foi um prazer tá aqui acho que a gente precisa retomar esse debate debate bastante interessante e o mais interessante é que é quando a gente veio para cá a gente imaginou que era para discutir algumas coisas nos preparamos um caminho chegou aqui não foi nada daquilo e acho que sairia daqui um debate muito rico e muito importante para construir política de Educação Especial enfim eu queria pegar a fala da Eliane agora no final e mais pro ponderar algumas questões concordo com muitas questões que que ela trouxe os outros membros da mesa também é mas eu acho que preciso algumas questões e ponderados e peço toda a licença criança advogados falam né peço vênia para Não exatamente divergir mas para ponderar e acho importante isso porque senão a gente também código de colocar política desenvolvida num lugar que não é exatamente onde ela tá então é importante que as pessoas entendam de fato e que lugar a gente tá quer dizer nós temos imensos desafios e isso é fato um deles você abordou que é discutir projetos mais amplos e na minha fala até eu disse eu vou para além de Campinas Eu acho que um projeto de atendimento da Campinas é insuficiente são discutir um projeto que vai para além as crianças elas transitam pela Região Metropolitana e discutir política de região metropolitana é discutir isso inclusive né então eu vou é mas embora a gente tem esses desafios é importante sempre declarar de onde a gente veio porque senão que acontece a gente perde um pouco a referência e fica sempre aparecendo que o ponto zero é o agora na verdade não é assim então hoje a gente tem um movimento no judiciário de judicialização em busca de recursos e serviços para as pessoas da Educação Especial não só mas a gente tá falando desse público é e que tem muitas vezes se transformado em ações liminares e que tem obrigado poder público a implementar esse serviço eu não quero que fazer juízo de ser um movimento tá certo ou tá errado mas esse é o movimento aumentado muito e aí fica a pergunta para nós porque porque que só aumenta foi um pouco a pergunta que você fez por quê que é assim o pink e aí para isso eu queria pegar um dos serviços que a gente tem hoje para gente refletir nós não tínhamos cuidadora coisa de sete anos não havia operador eu faço a pergunta de que tava as crianças são cuidadas hoje elas não estavam na escola como é que a gente conseguia até a escola sem ter cuidador e outra coisa né nós não tínhamos a coisa de sete anos ou acho que talvez isso um pouco mais serviço de transporte adaptado todo mundo fala disso transporte adaptado não é uma benesse para o deficiente transporte adaptado simplesmente acho que é isso é importante população saber não serviço de assistência que a gente está fazendo para pessoa que tem mobilidade reduzida transporte adaptado nada mais é que transporte escolar que é direito do educando e que no caso dessas pessoas o transporte escolar convencional não atende Portanto o poder público obrigação de atender às na sua necessidade é mas nós não tínhamos há dez anos porque o que que então é o que que eu quero dizer com isso é natural que a medida que o serviços avancem novas pessoas cheguem os serviços públicos E isso não é na educação é assim na saúde vai ser assim na assistência qualquer serviço e novas necessidades vão surgir então né hoje com a possibilidade do cuidador nós passamos a receber crianças na escola que nós não tínhamos há sete anos e isso demandou que nós tivéssemos uma nova política de formação de profissionais para essas crianças e tivéssemos que entender que a escola precisa mudar É porque eu tô falando tudo isso aí eu finalizo peço desculpa se eu falo demais mas acho que esse é o grande na minha opinião cerne do debate a questão para mim não é discutir se a escola preci a receber as pessoas que têm situações pontuais que vão surgindo ao longo do tempo então a questão do até por exemplo uma questão também então recente a gente todos estamos Ainda tentando entender o que tá acontecendo você falou do número de crianças autistas tá todo mundo tentar entender o que ocorre e como se preparar para atender essas crianças esses jovens a questão portanto não é essa esse debate como que a gente começa a discutir uma escola que seja de fato para todos para todos significa inclusive né para essas pessoas mas é também uma escola para mulheres para mulheres pobres para negros né para pessoas né as mais diversas a adversidade toda precisa tar na escola prestado serviços públicos e isso é um desafio do Novo Milénio o que que precisa o que que a gente Tô cansando para isso é algo que a gente vai conseguir fazer num determinado momento esse assunto vai estar resolvido a gente vai ter que avançando à medida que as pessoas comecem a chegar nesse serviço tão acho que as que a educação está à disposição para continuar discutindo aí o que for preciso é um debate muito interessante e a questão com as entidades é a gente não entende que é possível fazer Educação no município sem parcerias com o terceiro setor tem uma disposição Ah e não não entendemos assim estamos todo mundo na luta e Queremos continuar conversando E aí melhorando as relações tá bom obrigado Vereador Obrigado a todos bom obrigada Luiz eu acho que daria esse tema daria mais umas três reuniões né E com muita muita discussão muita muito debate porque ainda temos que avançar né muito claro fica eu acho que fica muito claro para todos nós esta tarde que essa essa questão da inclusão Inclusive a não só de pessoas com deficiência mas outras né que o Luiz falou agora precisam realmente ser pautadas e discutidas e a inclusão precisa ser efetiva Né verdade é essa tem que ser efetiva e não só na no papel eu falo que o Brasil Ele é especialista em fazer boas leis e especialista e não cumprir né é uma infelizmente é um grande problema nosso mas eu quero lembrar aqui também essa tarde que uma coisa que me incomoda demais sobre a questão da das pessoas com deficiências crianças quando com deficiência é que nós perder a terapia né AEC que há 23 anos atuava em Campinas com crianças com deficiência um trabalho exemplar maravilhoso com resultados magníficos e deixaram fechar a equoterapia estamos de novo numa conversa para para que esse serviço seja retomado porque traz enormes benefícios né para as crianças principalmente questões neurológicas é é muito importante é que o terapia mas nós perdemos Então a nossa ao mesmo tempo que a gente tá aqui nessa tarde brigando para garantir políticas públicas para as nossas crianças adolescentes com deficiência a ressentimento nos perdemos um atendimento de interesse e relevância enorme para nossas crianças e adolescentes mas é a gente coloca essa casa que eu Vereador cá amor todos os vereadores à disposição para atender nós temos a essas políticas públicas né para para deficientes sejam seja mental deficiência física né falta hoje também apascamp aqui né adacamp apascamp mas Nós faremos outros debates e sempre no intuito de garantir aquilo que é direito né Nós não tava falando daquele favor isso eu gosto sempre de lembrar são tão de direito né direito nós temos várias leis que garantem esses direitos é cabe a nós enquanto munícipes e cidadãos legisladores fazer com que esses direitos sejam atendidos né E principalmente eu como professora e nunca eu nunca esqueço da da educação é garantir que os professores tenham essa formação continuada porque não é fácil não é fácil e parar com uma sala com 30 mais de 30 alunos e não no meio deles alguma criança com deficiência demanda é enorme os professores enfrentarem não é brincadeira não é fácil e para criança também vocês imaginam como é que é aquela criança com deficiência que fica ali ignorada no da sala de aula que o professor não sabe o que fazer com ela e temos temos o vários casos assim relatar e não é justo Já que é obrigada a frequência escolar Não é justo que ela fica ali é sem um atendimento realmente diferenciado para ela né Ah tá eu acho que aí eu acho que é crueldade você obrigar uma criança frequentar uma escola porque Obrigado né o pai tem que levar a mãe tem que levar o coitado tem que ir lá sentar e ninguém faz nada com ele tem muitos casos assim gente tem muitos casos assim e Isso incomoda muito não só a aos pais mas a sociedade toda em geral é uma escola os professores que não sabem muitas vezes o que fazer com aquela criança né Então é eu quero agradecer a todos viu Carol Dra Juliana Luiz José Carlos Luciana Eliane o vereador Carmo que me ajudou aqui deu tempo de eu fazer audiência lá e voltar mas agradecer a presença também da professora Ângela Bicudo uma professora Excelente sempre ligada nessas discussões Parabéns Ângela para o seu trabalho viu e pelo seu interesse sempre nos temas que envolvem nossas crianças e adolescentes Ana Paula da Silva Moraes minha querida na Paula Morais que é pedagoga e mãe de uma criança com autismo que vive na pele né Ana sábado muito bem do que nós estamos falando também nós temos o jec aqui meu assessor que tem uma criança com deficiência e Nós Sabemos quanto é o quanto esses pais lutam para garantir direitos e para cuidar da melhor forma dos seus filhos agradecer a Doutora Juliana Eliana O Luciano é Luis marquetti José Carlos Luciana Carolina Eliane e é o Camilo pais que infelizmente dada Camp Não não pode comparecer Mas é uma pessoa também que tá sempre em contato com a gente sempre discutindo políticas públicas para as crianças e adolescentes e também o Renê da Paz Camp que também sempre traçar essa discussão a pauta das crianças com deficiência auditiva é eu agradeço a TV Câmara o pessoal do cerimonial a todos que tiveram aqui essa tarde para você que nos assistiu o que acompanhou e qualquer dúvida encaminhe um e-mail para o nosso gabinete que a gente responde com a minha para as meninas aquele que que a gente não souber responder e como nós colocamos mais uma vez à disposição de todos muito obrigada E uma boa tarde a todos e E aí E aí [Música] o vereador vereador e encerramos aqui esta que foi a 6ª reunião ordinária da comissão permanente de defesa dos Direitos da Criança do Adolescente e da Juventude nós vamos começar agora com a vereadora Débora Palermo que é presidente da Comissão hoje um tema muito importante inclusão qual a importância de debater esse tema Ainda tem muito que caminhar e sempre a comissão se colocando à disposição desse assunto né Mesmo sem sem dúvida né nossa sempre trazer essa discussão a pauta Porque é importante porque só dessa forma a gente consegue apontar as políticas públicas os desafios aquilo que nós precisamos avançar né um tanto a nível Municipal como Estadual como em todo o país né para essas crianças com deficiência então é de suma importância poder estar falando com quem realmente trabalha no dia a dia com essa com esse público com essas famílias né para entender ajudá-los a garantir esses direitos para essas crianças adolescentes jovens os frutos com deficiência até porque educação é um direito de todos não é mesmo exatamente ele não é a sua educação a educação como eu falei não é só porque é obrigatório mas realmente de qualidade atendendo todas as necessidades específicas de cada criança é obrigada a vereadora a gente encerra que esta reunião mas eu convido vocês a continuarem conosco porque daqui a pouco nós teremos também a reunião da comissão reunião ordinária da comissão permanente de Cultura se você perdeu essa transmissão sempre convido a você a visitar o YouTube da TV Câmara Campinas que você pode reassistir todo esse debate do começo e continuem com a gente E aí a TV Câmara Campinas
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