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E aí [Música] E aí a TV Câmara Campinas o Olá muito boa tarde eu falo ao vivo aqui do plenário da Câmara de campinas onde vai acontecer a reunião da comissão especial de estudo que Analisa aí o desenvolvimento do distrito do Campo Grande essa comissão é que tem como presidente o vereador Cecílio Santos ele que já está aqui no plenário junto com os demais convidados para debater aí esse assunto tão importante é mais uma reunião e lembrando você de casa também podes participar por meio do WhatsApp anota aí 10 1998 405 1038 essa reunião começa agora e vai até a 5 horas da tarde e você acompanha tudo ao vivo a partir de agora então fico com a gente Oi boa tarde a todas a todos eu saudar os vereadores aqui presentes e declarar aberta mais uma reunião da comissão especial de estudos para o desenvolvimento do distrito do Campo Grande e vai hoje discutir com os nossos convidados especiais aqui a questão da mobilidade urbana o transporte EA qualidade do trânsito enfim é esse o nosso debate nosso tema de hoje quero agradecer você que está acompanhando a TV Câmara saudar os nossos convidados aqui e também os trabalhadores do cerimonial da Câmara Municipal de Campinas e da TV Câmara quero mais uma vez reforçar aqui que você pode participar nos enviando a sua pergunta o seu comentário através do WhatsApp como já foi anunciado é o DDD 19 número do telefone é 98 405-30 oito você manda sua pergunta o seu comentário e a gente vai passar aqui aos os nossos convidados de hoje quero agradecer e a Geraldo José Calmon Moura ele é arquiteto e urbanista pela Universidade Católica de Campinas graduado em Ciências Sociais pela Universidade pela Universidade Estadual de Campinas Unicamp doutorando pelo drado em planejamento Urbano e regional pela Universidade de São Paulo foi diretor de planejamento e projetos em Guarulhos foi secretário-adjunto de Transportes e vias públicas em São Bernardo do Campo é e é sócio-proprietário da Plano 1 e integra a diretoria do Rua viva Instituto mobilidade sustentável e é professor também e Urbanismo na Universidade Anhembi Morumbi e obrigado Geraldo por estar conosco também está conosco nosso amigo longa data Andrea que analista da mobilidade urbana e trabalha na emdec empresa municipal de desenvolvimento de Campinas Obrigado André por estar conosco também nosso convidado aqui Rafael kalabari que é graduado em Geografia Rafael Calábria né Falei errado perdão Rafael Calábria graduado em Geografia pela Universidade de São Paulo USP é especializada em planejamento e gestão de cidades pela Escola Politécnica da USP EA criador Conselheiro da cidade a cidade a pé Associação pela mobilidade a pé em São Paulo Oi e a titular do Conselho Municipal de Transportes e trânsito de São Paulo também coordenador do programa mobilidade urbana do idec São Obrigado os nossos convidados quero esclarecer você que está nos acompanhando que a comissão especial de estudos já fez várias reuniões Esta é a 13ª reunião nós inclusive construímos ao relatório preliminar e que pelas mãos do nosso companheiro vereador Paulo Paulo Búfalo que entregamos é o prefeito este relatório preliminar foi entregue ao prefeito com vários apontamentos das reuniões que a gente fez até aquele momento e continuamos discutindo aprofundando alguns temas hoje a mobilidade urbana mas nós já temos aprofundado outros temas como a questão da Administração Regional e o seu papel no desenvolvimento e da Região do Campo Grande e hoje então vamos aprofundar o tema da mobilidade Quero agradecer as presenças aqui conosco do vereador Paulo Búfalo relator da comissão conforme mencionei Vereador Carlinhos camelô que também é membro da comissão e estamos aguardando a vereadora Débora Palermo que talvez que atrasar um pouquinho mas também está conosco representando o vereador Gustavo petta eu a desse que é assessor do vereador Gustavo petta aqui conosco também acompanha quero passar então a palavra aos vereadores para suas saudações iniciais queria pedir que vocês usasse aqui a Tribuna para fazer a saudação Pode ser ou o teu microfone que tá circulando né pode fazer de onde vocês estão mesmo tá certo bom então queria pedir o vereador Paulo Búfalo para fazer isso a saudação Inicial ele tem algum compromisso já informou logo em seguida se inclusive tiver algum questionamento se quiser antecipar fique à vontade gravador e obrigações Livre e eu queria inicialmente agradecer né a possibilidade aqui de poder contar com a exposição aqui do Servidor da emdec companheiro aqui analista o André Aranha né O Professor Doutor Geraldo José e o Rafael Calábria é pelas contribuições aqui a comissão Eu já queria como presidente já informou é antecipar aqui por volta dezesseis eu eu tenho outro compromisso vou precisar sair a gente precisa ajustar a essa essa agenda é mais dizer aqui o os registros que ficaram e com certeza depois serão serão aplicados aqui para nós damos consistência um relatório que nós já havíamos elaborado então só para que a gente possa a contextualizar muito rapidamente nós fizemos aqui um conjunto de reuniões discutindo com eterato especialistas aqui que trabalharam no plano diretor suscitaram deslocamentos imobilidade naquela no distrito do Ouro Verde a no distrito do Campo Grande no ao longo dos nossos trabalhos nós constatamos que há muito muitos muitas das informações que surgiram nessa comissão de estudos do distrito do Campo Grande elas é se enquadram muito bem para o restante da cidade entre o distrito de Ouro Verde para os outros distritos e ia entre elas a questão da mobilidade e é bom aí é uma das questões muito comuns lá até pelo ciclo ativismo que há naquela região é o debate do deslocamento através da bicicleta não só como lazer mas como trabalho como o cotidiano da visita da comadre do compadre no bairro vizinho ou em outras partes da cidade utilizando a bicicleta e aqui em Campinas em particular eu vou deixar esse questionamento depois vocês podem tratar é nós tivemos recentemente uma grande intervenção urbana do do BRT indo mesa como esse um dos eixos outro eixo o ouro verde e um eixo interligando os dois o inicialmente discutiu-se a questão da de que a bicicleta né Poderia ser um outro modal a e como havia uma grande intervenção então que correria paralelamente depois foi abandonando por conta de não ter uma concorrência com o transporte sobre pneus Então essa é uma questão gostaria de ouvir um pouco a opinião de vocês a respeito disso e uma outra questão é que quando esse debate surgiu aqui do BRT e nós tivemos um pelo menos no início uma provocação em relação ao transporte sobre trilhos e ir acabou sendo colocado de lado com uma discussão da é de que não era viável o os modais eram incompatíveis né que Para viabilizar um modal sobre trilhos precisaria ter uma demanda muito maior fato que isso não se consolidou e o distrito do Ouro Verde agora tá recebendo um contingente de do distrito do Campo Grande tá recebendo um contingente de moradores astronômico né então é poder ouvir a opinião de vocês a respeito de já antecipei aqui Presidente estavam agradeço é possibilidade Obrigado navegador Paulo Búfalo que passou a palavra Então o vereador Carlinhos camelô Oi boa tarde a todos Boa tarde Seu presidente sírio Presidente dessa comissão Boa tarde a todos que estamos assistindo aqui através da TV Câmara e aos funcionários aqui também da TV cama queria saudar aqui o Geraldo José o André Aranha da ideia que aí que disponibilizou aqui para estar contribuindo com essa comissão o Rafael com a Líbia e esse Calábria né o relator Esse é o relator Paulo Búfalo que eu gostaria até de parabenizar o Polo pelo empenho da doença come São Paulo tem feito um trabalho excelente na relatoria e dessa dessa comissão eu parabenizar e deixar aqui também um abraço aqui é o nosso amigo aí que não pôde estar presente nessa nessa sessão aqui dessa comissão que o Gustavo petta que veio bem representado aqui pelo a descer e falar para vocês que hoje nós Realmente vamos ter uma aula pelo currículo que nós temos aqui né Cecília Vamos aprender bastante e eu tenho certeza que a vida de vocês aqui vão contribuir muito para essa comissão O Paulo acabou destacando algumas questões aqui que estão de bicicletário de questão de bicicleta e eu falo aqui que quando eu estive aqui em 2014paulo tive uma visita em Londrina em Campo Grande onde que lá esse sistema é bem aplicado Vereador Cecílio e todos os locais locais que você vai existe as ciclovias Existem os bicicletários Então as pessoas ela tem que aprender e tem que usar Sim esse sistema é para gente desafogar o trânsito questão de saúde Então esse é um Um item também que ele é bem importante que o Paulo destacou aqui que nós deveríamos aqui estudar bastante dessa comissão e tá apresentando nessa comissão sicília que eu tenho certeza que foi bem discutido aqui e mais uma vez agradecer a todos vocês que vieram aqui através a comissão para poder e ir para criança comissão seja mais Ampla e excelência eu falo assim que como foi dito eu acho que ela vai servir de exemplo para outros locais Hoje nós estamos falando do Campo Grande De repente é uma outra comissão que vai servir de exemplo vai ser montada e pegar os exemplos dessa comissão aqui vai ser aplicada como no Ouro Verde como em outras regiões Então vou Boa tarde a todos aí uma uma boa sessão para a gente ir e obrigado vida do Carlinhos camelô passo a palavra a desse representando Vereador Gustavo petta Oi boa tarde a todos batalha seu presidente tem mais vereadores e boa tarde a todos os todas nos assistindo aqui eu tenho que representando o tapete que infelizmente não pôde comparecer mas em especial fiquei muito contente com essa reunião aqui pelo tema aqui é muito importante visto que nós temos feito uma análise um estudo nessa comissão aqui eu tenho acompanhado bastante em relação ao distrito do Campo Grande e acho que é inevitável trazer à tona aquele debate sobre a questão da bicicleta dos outros modais de locomoção tá porque aqui em Campinas tem um problema aqueles que não precisa tratar de uma questão de Educar nosso nosso povo aqui que trata a questão da bicicleta apenas como lazer é difícil você ver aqui o empenho e as pessoas possam entender que aquilo ali é e é uma forma de meio de transporte é uma ajuda do trânsito mas eu vejo também que talvez isso é resultado de uma falta de planejamento e de até incentivo do poder público em relação a mostrar que que quando a gente fala de ciclofaixa ciclovia a gente vê a questão de lazer é e assim não eu vim do Estado do Paraná do interior lá sim o transporte com bicicleta ele é muito utilizado nos uma cidade pequena em relação ao campeões mais eu acho que assim que vai nos ajuda a mostrar que existe outras maneiras não temos a questão saúde a questão de combate até mesmo a poluição dessas questões aí e eu tinha esperança quando a gente viu lá que ela início do processo do BRT que isso fosse levado em conta realmente e infelizmente a gente percebeu que que não foi não foi nem que eu vou nem pautado em pó assim Acho que a gente precisar ele vai ter um pouco mais sobre isso aí é nós recentemente aqui uma uma uma reportagem que fala de uma possível de um ótimo dar o quê de Trilhos que vai ligar a Estação Cultura Aeroporto de Viracopos e depois Estação Cultura até o distrito de Barão Geraldo tem umas que a gente começar a pensando e não incluir o Ouro Verde Campo Grande É complicado porque o foi dito aqui o campo grande ele está recebendo uma grande número de condomínios e loteamentos e vai aumentar muito mais empresas instalando no local a gente precisa pensar também nesses despesas aí muito obrigado e agradecer e participando com vocês aqui obrigado a desse quero passar a palavra ao nosso convidado aqui André Aranha representando a emdec empresa municipal de desenvolvimento de Campinas a quem agradeço agradeço também o secretário o presidente da inde O que é disponibilizou aqui a presença EA participação do André Aranha que é analista pleno na empresa e está aqui conosco para descobrir um pouco sobre os planos sobre esse esse tema tão importante para nossa cidade e principalmente para região do Campo Grande que é o André eu só aproveitar nessa linha que os vereadores fizeram também antecipar alguma questão é sobre a prioridade é o transporte público eles falaram bastante da integração entre as bicicleta e o transporte público é importante a ciclovia na nossa cidade e quero então trazer essa esse tema aqui também que a priorização né como é que tá vendo está acompanhando essa questão da priorização do transporte público visto que com a pandemia nós tivemos uma queda significativa no número de passageiros têm a questão do preço da tarifa também que é um é um item e me chama a atenção claro nós vamos correr aqui durante a reunião e o Rafael e membro da associação pela mobilidade a pé nós temos muita gente no Campo Grande e vereadores e nossos convidados aqui certamente faz o seu deslocamento a pé e eu registro e terminou assim com esse registro dizendo da importância que tem morar perto do ano a gente trabalha né portanto quando a gente aprovou a que a comissão para o desenvolvimento do distrito do Campo Grande Também com esse olhar que o distrito pudesse ter esse desenvolvimento de tal modo que as pessoas não precisem se deslocar 2:30 às vezes até mais para trabalhar né esse tempo que se perde no deslocamento é muito ruim é muito cansativo desgaste e fiz o que emocional enfim não é então a importância de quem trabalha ali perto de casa ali nas empresas que estão ali no Satélite Íris na região do Floresta por exemplo de localização Oi Débora do Paulo bucco eu pessoal eu vejo ali às vezes passa ali em frente na Avenida o pessoal se deslocando para ir a pé para ir para o trabalho então isso é uma qualidade de vida muito maior né é um passo a palavra Então nós convidados Andreia só tem a palavra por até quinze minutos que a vontade é Oi boa tarde a todos boa tarde Vereador Cecílio eu E aproveito para trazer aqui os cumprimentos do nosso Presidente Ayrton Camargo e Silva que não pode estar presente por estar numa reunião com o prefeito nesse momento Ah mas é um prazer estar novamente aqui nessa casa de leis é um prazer estar aqui representando a ideia aqui perante a comissão de estudo do Campo Grande e vou tentar aqui trazer um pouquinho da contribuição dessa da experiência que a gente acumula já em mais de 20 anos no campo da mobilidade trabalhando atuando na emdec nesse momento eu estou na Assessoria executiva do presidente mas já 20 anos tenho batalhado aqui na cidade de Campinas para melhorar a nossa qualidade de vida na mobilidade e quando a gente fala e melhorar a qualidade de vida não podemos deixar de pensar o quanto a gente já lutou e continua lutando pelo distrito do Campo Grande no nosso campo da mobilidade nesses 20 anos é possível ver que já ouvi o que a gente por e pede uma revolução em relação à mobilidade no distrito do Campo Grande né ver se a gente for regredir um pouquinho a gente vai lembrar que a pouco mais de 20 anos a principal via o praticamente a única via de ligação de estrutural espinha dorsal do Campo Grande que Avenida John Boyd Dunlop ela não era nem duplicada na sua maioria né tinha quase que um um perfil de Estrada Vicinal então primeiro veio a a duplicação da Avenida John Boyd Dunlop depois a qualificação das suas vias do Entorno o asfaltamento chegando a vários bairros que não tinha né Nós tínhamos ainda e ainda temos muitos bairros que ainda carecem dessa melhoria da infraestrutura da falta de drenagem falta de saneamento mas isso já evoluiu muito a melhoria do serviço de transporte público de ocorreu e agora a implantação o sistema de transporte estruturado que é conhecido como o BRT que está na sua fase final de conclusão aí das obras de infraestrutura um esforço gigantesco do município para conseguir viabilizar esse projeto viabilizar os recursos e a sua implantação né que é em relação a esse eixo da John Boy Dunlop ele ele quase que duplicou a capacidade Viária do Eixo para não falar só das melhorias do transporte mas foi uma melhoria que atendeu toda a região do Campo Grande todo o distrito do Campo Grande todos os bairros da região e não só com a melhoria do transporte que já ocorreu com a redução do tempo de viagem por conta das diversas obras de arte que foram implantados mas também com uma melhoria geral no tráfego da região e esse só que transporte não é só a gente pensar em fazer um investimento em infraestrutura e também não é só qualificar o serviço o que é essencial que é o mínimo necessário que o básico que todo mundo espera né Nós temos que ter um serviço de qualidade um serviço que atenda todas as pessoas mas ou o pensar no transporte sustentável não é só pensar em investir na infraestrutura ou no serviço é pensar em desenhar cidade que nós queremos repensarem ter uma cidade desenhada para ser amigável para as pessoas na cidade que seja Olá boa de se viver nessa cidade é que vai permitir que a gente tem uma mobilidade sustentável que a gente possa ter mobilidade ativa de fato na matriz de transporte Que ela possa ter uma participação significativa nos deslocamentos diários das pessoas para o trabalho para a escola para o lazer para as compras para todas as suas necessidades e isso é prescinde de um planejamento Urbano que seja voltado para isso então eu tive o prazer de participar da elaboração do atual plano diretor de Campinas na lei complementar nº 189 de toda a revisão da legislação urbanística que derivou desse novo plano diretor aprovado em 2018 e e é o principal revolução que esse essa esse novo estatuto urbanístico nos trouxe foi o foco no desenvolvimento sustentável baseado no transporte baseado na mobilidade a estruturação do território a partir desse novo plano diretor ela se dá a partir das infra-estruturas que são disponíveis o que serão disponibilizadas no futuro a organização desse desse território é essencial então ele ele pressupõe ele traz para dentro do nosso planejamento Urbano o conceito do desenvolvimento orientado pelo transporte sustentável dot Oi e esse conceito Cecílio ele é o que você aqui falou o quanto é bom você morar perto de onde você trabalha de onde você estuda não é de onde você precisa é estar e fazer as suas obrigações é uma cidade que obriga as pessoas a se deslocarem 20 30 km para poder trabalhar e estudar todos os dias não é uma cidade amigável e nem será uma cidade sustentável não importa o quanto nós conseguimos consigamos investir em infraestrutura de transporte então nós precisamos reorientar o desenvolvimento das nossas cidades Esse é um desafio para o Brasil e um desafio para Campinas então quando o plano diretor trazer esse conceito para dentro e ele se aplica de forma extremamente importante no desenvolvimento futuro do do distrito do Campo Grande ele nos permite repensar em rede a cidade trazer o maior adensamento no entorno das suas infra-estruturas de transporte de média e alta capacidade Como é o BRT trazer uma diversidade de usos que garante que você não precisa ter grandes deslocamentos para ter emprego para ter educação para ter serviço não dá para você precisar andar 10 km para achar uma farmácia a farmácia precisa tá ali no seu bairro na sua esquina bom então é esse esse conceito que vai permitir que a gente tenha mais deslocamentos a pé mais deslocamentos por bicicleta né E também um transporte público de qualidade aí vem o outro lado que é você precisar investir em qualificação da infraestrutura nós pessoa investir nós usamos começar e o plano diretor ele ele cria essa janela para gente até uma mudança cultural que precisa ser feita que é qualificar as nossas calçadas as nossas calçadas em geral elas são um grande problema para o andar a pé um grande problema para o deslocamento do pedestre Para Não Dizer para sensibilidade dos cadeirantes né andar a pé já é muito difícil andar se deslocar numa cadeira de roda é quase impossível é a mesma forma as nossas ruas precisam ser amigáveis para bicicleta né o pedalar é a outra perna da mobilidade ativa e ele é essencial para qualidade de vida da cidade para gente ter uma ideia a cidade de Campinas tem apenas uma parcela muito pequena das pessoas se deslocando no dia a dia por bicicleta é uma parcela inferior a um por cento da população utiliza a bicicleta para se deslocar para o trabalho e para o estudo não para fazer isso é muito pouco é muito abaixo da Média nacional que tá entre 13 e 4 por cento Mas se a gente for olhar aqui dentro da nossa região metropolitana mesmo nós temos a cidade de Indaiatuba que é um grande exemplo no uso da bicicleta no deslocamento por bicicleta que chega até 13 14 por cento de sua população se deslocando usando bicicleta todo dia então como é que nós construímos sair desse patamar de menos de um por cento 09 por cento é o o índice que nós temos na última pesquisa origem-destino e podemos chegar primeiro na média nacional que tá aí nos três quatro porcento né e depois quem sabe um dia é o melhor chegar num patamar de uma cidade como Indaiatuba perto dos dez porcento da população se deslocando por bicicleta nós vamos precisar investir muito a estrutura e para garantir a segurança EA qualidade do deslocamento bicicleta nas vias estruturais nas vias arteriais'' nas vias coletoras mais nos bairros nas e os locais Nós não precisamos construir ciclovia Nem ciclofaixa nós precisamos qualificar os a bicicleta e trabalhar no respeito da bicicleta no trânsito e a bicicleta precisa ser entendida como um veículo como qualquer outra e que todos os veículos têm que respeitar isso é importante também e a bicicleta jamais pode ser vista como um concorrente do transporte público ela não é um concorrente ela é um auxiliar do transporte público ela é uma auxiliar da cidade quando a gente pensa numa cidade sustentável é impensável é imaginar que as idades vão ser uma qualquer cidade que seja pode ser sustentável baseando o seu a sua mobilidade seu deslocamento ou transporte individual motorizado não há espaço físico possível que acomode isso e por mais que se tivesse recursos ilimitados para investir em infraestrutura não há espaço físico para uma cidade sustentável baseado sua mobilidade no transporte individual então o transporte coletivo é essencial EA mobilidade ativa também então andar a pé andar de bicicleta são os pilares para a gente estruturar uma cidade sustentável e isso tá lá transcrito na nossa política nacional de mobilidade urbana então é esse objetivo que nós temos que perseguir nas políticas públicas municipais também isso foi é incorporado pelo nosso plano diretor e foi também o Pilar do desenvolvimento do nosso plano de mobilidade bom então É nesse sentido que agora a gente busca evoluir para de um lado redesenhar permitir-se redesenho da cidade permitisse essa evolução da cidade no sentido de termos uma cidade mais sustentável amigável com diversidade de uso do solo nas suas diversas regiões né por isso que lá no plano diretor o distrito do Campo Grande tá dentro da chamada macrozona de reclassificação Urbana né as diretrizes são todas voltadas para buscar essa requalificação e garantir também um investimento em infraestrutura que ele também é necessário mas se não houver as esse esse redirecionamento do desenho Urbano se isso não fosse possível não adiantar investir investimento ele seria insuficiente bom então é importantíssimo que a gente continua investindo né no investimento ele não pode parar agora só no na conclusão dos dois BRT do BRT do Campo Grande do BRT do Ouro Verde ele tem que continuar e tem que tem que acelerar muito nos próximos anos quando a gente fala de implantação de infraestrutura cicloviária né como bem disse o vereador Carlinhos camelô não é só ciclovias são também bicicletários né a estrutura Não é só para andar também tem que ser para poder parar bicicleta com segurança e acessar Os destinos com segurança para garantir que você possa usar bicicleta o e reforçando mais uma vez vereador Paulo a bicicleta não é concorrente não pode ser tida como concorrente no transporte público ela é um auxiliar da cidade e também pode ser um afiliado do transporte público na na medida que ela também pode alimentar o transporte público nos grandes deslocamentos é poucas pessoas vão utilizar a bicicleta para deslocamentos maiores do que 10 km a bicicleta ela é extremamente vantajosa quando você tá naquela faixa dos dois aos 86 km ela é meio de deslocamento mais vantajoso mas deslocamentos longos só os atletas é que vão poder empreender mas usando o transporte público como meio de integração de alimentação e para isso a infraestrutura precisa ser pensada para isso também precisa garantir essa possibilidade É possível usar a bicicleta para garantir o deslocamento as novidades como um complemento do transporte público né ela pode ser a chamada a última milha do transporte público mas é infraestrutura precisa está pensada para permitir esse uso também né e às vezes as cidades elas elas buscam o a opção de investir nas ciclovias de lazer em primeiro lugar com uma forma de incentivo ao uso da bicicleta o que não que não deixa de ser válido e também por outro lado em geral as ciclovias e lazer são as obras mais simples com menos conflito com menos dificuldades são mais baratas até sim plantar então em geral é a opção é acaba sendo pela ciclovia de lazer mas ela não pode se limitar a ciclovia de lazer a gente não pode achar que a ciclovia de lazer ela vai resolver os problemas ou vai garantir essa mudança de patamar que a gente busca de evoluir na participação da bicicleta como meio de transporte efetivamente né não que a gente vai conseguir atingir um Horizonte visível o os patamares que a gente tem alguns países da Europa como Holanda Dinamarca que chega até 40 até 60 por um dos deslocamentos urbanos feitos por bicicleta mais sonhar com oito nove dez porcento não é assim tão impossível tão difícil de pensar num Horizonte de médio e longo prazo o Imperador eu agradeço é aqui como fala Inicial Esses são os pontos que eu tinha para apresentar e obrigado André quero que é você que está nos acompanhando você pode fazer a sua pergunta mande uma mande sua pergunta o seu comentário pelo WhatsApp é o 1998 405-30 oito nós estamos aguardando a sua participação sua interação com a nossa comissão que os nossos convidados aqui é muito importante passo a palavra então ao nosso convidado aqui ou Geraldo José calmão Tu tem a palavra por até quinze minutos para as suas exposição e os que tá desligado e oi oi inscrever pa tão boa tarde a todos a todos prazer enorme tá aqui agradeço muito convite dura dos filho da Izabel é aproveito para saudar a vereador de Paulo Búfalo ele ficar melou e o Gustavo preto na pessoa do adecir também só da mesa Rafael meu amigo e colega de ouro logo a data o André estamos juntos na ideia que há mais de 20 anos só que eu sair antes né e o que a gente vê que falar acho que é importante é trazer algumas provocações que eu acho que a gente tem que tar atento no modelo desenvolvimento de Campinas em específico do Campo Grande tá então são questões mais Gerais que a gente vai trazer mas eu acho que são aspectos importantes para a gente entender recomeçaria e com duas premissas e premissas bastante provocativos comecei a dizendo que via de regra a gente constrói cidades muito burras a nossa planejarmos cidades muito boas é um equívoco que a gente acha que as cidades não foram criadas sem planejamento Essas foram planejados da forma como foram Oi e a segunda premissa é que a mobilidade escancarada essa burrice ou Esta falta de inteligência perdoando já o terror mais forte as idades a mobilidade é através da mobilidade que a gente consegue por um lado perceber de uma maneira muito concreta e como a gente chegou na situação na situação absolutamente drástica que a gente está colocando e a segunda questão é que a boa notícia é que é também através da mobilidade tem vasta bibliografia sobre isso destaco professor Flávio Villaça que diz que é através da mobilidade mais do que qualquer outra política setorial que a gente constrói cidade eu ir para aí como a gente vai conversar aqui é importante que a mobilidade saiba disso esteja além da mobilidade é uma habilidade ela não se ela não resolve apenas a mobilidade para isso ela precisa estar conforme está previsto na política nacional de mobilidade ela tem que estar vinculada enormemente com a política Urbana e fica essas duas premissas é que cidade burra que a gente que eu tô falando eu tô falando isso para a gente superar um uma disputa Eu acho que eu acho que Impacto que a gente pode construir independente da Matiz ideológico que a gente vem e a questão da maneira como a gente cresce ponto de vista da dinâmica urbana é muito forte do que eu tô falando tô falando que a gente queria uma cidade com oportunidades profundamente concentradas em Campinas na diferente disso e vai esperando uma periferia sem dar essa Periferia a infraestrutura necessária para se tem aquilo que a gente possa dizer cidade com as benesses da urbanidade que vai ficar acontecer qualquer e qual que é a consequência imediata disso é que diariamente a gente transporta um contingente populacional enorme dessas periferias que vão em busca da pois as oportunidades de emprego que estão concentradas Oi e aí a gente poderia linkar uma série de questões sociais de uma perversidade Urbana de uma exclusão socioterritorial é mas eu vou tentar simplificar sua dicção é uma cidade cara e é uma cidade cara para caramba e a gente não pode fazer isso é aonde que a gente vai sentir isso o André me sentir sua na emdec da pressão pelo aumento da tarifa Por que horas eu levo um contingente de longe distante pegar o caso de São Paulo chegasse de 22km que faz um movimento com uma personalidade fortíssima então de manhã se você for no contrafluxo praticamente não vai pegar ninguém O que significa que metade das viagens estão sendo feitas tá com aquilo que a gente chama do ônibus batendo lata E qual é o resultado do matemático da sua história em 2018 tive no Tribunal de Contas Donald's numa no evento eu e o Ailton Brasiliense presidente da antp o quanto trazer para nós o seguinte a tarifa de São Paulo custa quatro e 70 te permite integração e se não fosse o subsídio e defende que existe o subsídio à tarifa já está entre 8 e 9 reais o que é absolutamente proibitivo para 90 porcento da população justamente aquela que Preside o transporte coletivo E agora o que que a tarifa tá oito que está entre 8 e 9 reais Ah e só não tá porque quatro milhões de reais a gente subsidiar o transporte coletivo É muita gente está fazendo uma cidade de pouco inteligente E aí E se nós pegamos hoje uma quantidade enorme cidades médias menor Campinas Inclusive o seu sistema de transporte estão entrando em colapso não são seus sistemas de transporte é o modo EA dinâmica Urbana que tá entrando em colapso então quando a gente vai trabalhar com um projeto que Visa aconteceu aqui divisa cumpre uma finalidade urbanística no centro de barra não sei se importante como Campo Grande a gente não pode perder a dimensão do tipo de cidade que nós estamos construindo é porque nós está até hoje nós planejamos cidade errado E aí tô toda me sufoque na pouca inteligência evidentemente que esse foco pouco inteligente ele ele tem ele relativa relativamente falsa essa falsa inteligência porque porque tem se alguém ganhando com isso Ah e alguém ganhando com isso E aí eu acho que tem que ser uma mensagem de uma mudança de mentalidade geral e é que a gente que passou a entender e cada vez mais a cidade como um produto a cidade voltada para a lógica Mercantil se caras como Nilton Santos falava nos anos 70 ó a cidade voltada para a lógica Mercantil hoje em dia essa lógica Mercantil cidade de uma maneira mais Extrema e mais perversa e eu vou dar um exemplo claramente de uma coisa que trabalhada pela minha orientadora que a Raquel rolnik não livro chamados guerra dos lugares e ela fala que cidade voltada para o mercado Ou seja a gente tem tudo que é a gente tem tudo que tem na cidade gente se extrai um produto hoje a situação da ficou mais drástica ficou mais Brasil por que acontece um outro novo fenômeno que o fenômeno da financeirização dos Agentes Imobiliários e fala português Claro A construtora não tá só preocupado em vender unidades habitacionais a construtora hoje ela tem ação na bolsa ela tá à procura de um fundo e tratar a procura de um fundo e quase que não é tão importante vender é importante dizer que tem muita unidade para vender e para que o fundo do Azerbaijão do casaco está sei lá da onde posso investir milhões nela Qual que é a consequência parece que eu tô falando teoria da teoria da ter para consequência do nosso na nossa vida cotidiana Isso Foi verificado em vários lugares do mundo Esse é um processo onde vou usar Piracicaba aqui perto porque tava fazendo um trabalho lá expansão da Mancha urbana do perímetro urbano e onde a terra barata flexibilização da legislação verticaliza verticaliza verticaliza sob o falso argumento nós vamos disponibilizar mais unidades habitacionais da prática o preço da Terra no centro fica a carne na periferia onde né para verticalizar verticaliza verticaliza pratika Lisa sem da a mesma oportunidade sem ter oportunidade de emprego e totalmente dando movimento pendular ou como a gente tá fazendo cidade inteligente Oi e aí aí lá vai o poder público a reboque dessa lógica tentar suprir água luz no final evoluir mais volume na legislação processo de redemocratização trouxe que eu já são prover infraestrutura instrumentos como o estudo de impacto de Vizinhança minimiza mitigam um pouquinho essa história relatório de impacto de trânsito abre um parênteses nós estamos no momento que há três meses atrás aquilo que provocou essa discussão do estudo de impacto de Vizinhança do relatório de impacto de trânsito que foi a legislação ambiental que começou antes foi interrompida no âmbito Federal e a gente não pode perder a noção disso licenciamento também está sofrendo forte cresce a gente não sabe exatamente onde vai dar portanto a gente tá com sua necessidade a senha essa essa de vida devido à preocupação mas e nós estamos achando que ter mudando unidades habitacionais deles temos problemas para as pessoas fazer comunidades atenção segundo isso na verdade até porque o limite de financiamento para cada vez mais restritos uma parcela cada vez mais restrita da população e essa é esses são os ingredientes que fazem Nossa dinâmica Urbana e depois a gente vai brigar com André porque tem aumento da pressão por aumento da tarifa adoro fazer isso dá mais não tô mais um poder público agora vamos lá pra cá mas a gente e o que é pior gente isso a gente concorda um mutirão na nossa cabeça de uma maneira geral que realmente é assim que realmente que quem não tem condição mercadológica para adquirir uma residência não deve adquirir o que moradia para parodiar uma outra área que foi falado recentemente é para poucos não moradia um direito assegurado na Constituição Federal Oi e o direito à cidade também está assegurado o canto não no capítulo de política urbana da Constituição artigo 182 e 183 como na regulamentação desse capítulo que eu estou toda a cidade é Oi e a gente não leva a sério e a gente não acha possível Praticamente todo mundo tem o direito do acesso à terra de acesso à cidade enquanto a gente não acreditar isso a gente vai continuar fazendo esse tipo de cidade pouco inteligente nota eu tô fazendo aquele discurso só quero ver é social do ponto de vista economizar que é produto então tentar convencer pelo produto pois você está de cara e pega São Paulo r$ 8 a tarifa quase 70 que a gente banca até quando a gente vai fazer isso e eu acho que essa primeira preocupação e quando terminei meu doutorado eu dei uma conversa com ele país é de perguntar-se qual que é o modelo da cidade eu não gosto muito dessa coisa do modelo do tutorial que Deus tem tudo todos os lugares mas se eu pudesse dizer qual o caminho para a cidade eu diria 7 alguns no cabelo no Campo Grande outros não e eu acho que a gente tem que pensar a cidade por isso eu vou falar primeiro de genérico para depois falar específica a gente já tá acabando essa conversa primeira delas trazer cidade para onde tem gente E aí encaixa Campo Grande e trazer cidade entender que o Campo Grande tem absolutamente o mesmo direito da população de Barão Geraldo é isso no primeiro momento pode até ser indeterminados pré conceitos mas isso a gente vai ter que enfrentar então nós temos que discutir que cidade vai ser trazida O que é muito além da mobilidade e lógico quando eu tô falando objeto e falando a mobilidade e transporte coletivo das possibilidades mesma motorizado e da qualidade da cidade que é uma cidade a Miguel é bastante convidativo elas já tem vai ter automaticamente isso segundo não cabe no campo grande mas o contrário também é verdade nós sempre trazer gente para o centro Oi gente que esteja na lógica do mercado e gente não esteja na lógica do mercado e se não nós estamos brincando de fazer cidade o consumo idade pouco inteligentes O terceiro eu acho que não é não é de que são mais especial colocar a gente precisa Universidade demorada a gente resolveu voltar um neofeudalismo o desenvolvimento de condomínios condomínios condomínios que muitas Nós moramos até por falta de outra possibilidade para os financiamentos voltados para isso e os financiamentos voltados para eles como eu falei porque existe uma lógica que encontra Guarida não financeirização da Habitação e só desenvolver esse tipo de coisa tão todos nós aqui que talvez nós não mas de uma maneira geral centro que sou um comum busca isso sobre a real argumentação da segurança sim mas até que ponto isso não reproduz uma cidade mais segura o e virou sonho de consumo da classe média de todos os outros estados sociais cada vez mais está voltado para dentro do muro e Decididamente não é assim que eu quero criar meus filhos 14 tô em se tivesse é parar com a cidade morada e ter a coragem de criar uma legislação urbanística no Campo Grande em Barão Geraldo em Sousa que aqueles que é o grande e não permita essa multiplicação isso vai fazer cidade de cara eu sempre brinco eu faço uma provocação o que lá em Sousas as pessoas não A grande maioria nem para seu próprio banheiro e as banheiros são limpos de contratar mão de obra barata que vende em outra região que não consegue maior porque o preço caro preço da terra tá caro Olha lá na sua necessidade de ter de novo não é social uma questão financeira vamos produto então vou falar para de produtos da tua cara vamos mais de novo para chamar o André passa muita técnica esqui E aí tem a ver com Campo Grande com toda a cidade nós temos que discutir a divisão modal espaço público é ilimitado vai ficar para quem Para o carro ou transporte coletivo E aí tu tem que tirar a senha limitado prioridade escolheu escolher prioridade é fácil duro abandonar alternativa temos que discutir essa dependência do tá fácil do ponto de vista conceitual da política nacional de mobilidade está lá artigo quinto sexto priorização do transporte coletivo em relação individual dos meios não motorizados motorizados é seguir a lei a gente não brinca tanto tem que seguir lá então eu não sei que a lei existe uma cidade mais compacta a Lógico o Campo Grande existe está desenvolvidos a gente não vai esquecer o campo grande mas como linha futura essa lógica não pode não pode continuar é de sete mil acho aí o plano diretor de São Paulo 2012 deu uma bela exemplo que a seguinte vincular estrutura escrevi colar densamente com estrutura de transporte o mercado imobiliário não curte ele quer verticalizar em tudo E por quê Porque isso eu sempre brinco que a diferença entre urbanismo e a lógica Imobiliários dois legítimos honesto não tô discutindo isso bom mas se você for hoje fala em relação qualquer com a gente mobiliária vai falar tem uma música branca eu quero te trazer uma diferença em uma situação diferenciada e única EA gente na organismo busca uma cidade econime com uma oportunidade para todos e todas essa é uma contradição que a gente tem que colocar eu tô colocando nos fóruns de debate como esse que eu acho que é importante que as pessoas têm legitimidade para isso que são senhores levar isso pelo menos pensar sobre no caso Campo Grande na sempre trazer cidade está dizendo que ficou grande na cidade né eu tô dizendo que é cidade Ela merece ser cada vez melhor fica oportunidades que eventualmente o mercado imobiliário não traria para lá com oportunidade de emprego tem que ser traída Oi E para isso nós sempre discute aplicação de instrumentos previstos no plano diretor se você não pode ser aplicado só no Campo Grande cama lógicas eu aplico mais ou menos eu quero levar um determinado uso para o Campo Grande a outorga onerosa sobre o uso vai ter que ser bem menor do que no centro e embora eu quero deixar no centro então hoje eu não quero deixar eu tiro aonde eu que quero troca Generosa é uma um recurso que eu pago a mais a partir do que eu pensei de aproveitamento básico até chegar no máximo eu captura mais-valia eu vou capturar essa mais-valia Mas onde eu não quero que aconteça em medos onde eu quero que aconteça você tá discutindo isso tem não só para arrecadar dinheiro mas para ser um instrumento de crescimento não sobe instrumentos urbanísticos tem que ser um instrumento de crescimento mas o próprio implantação de infraestrutura de mobilidade e nós vamos colocar no no campo dos três porteiros temos um péssimo vício de achar que que resolveu transporte a gente faz a gente conversando isso recentemente a gente faz as modelagens e pronto acabou não o corredor tem que ser um instrumento de crescimento um instrumento de trazer urbanidade um instrumento de pensar além da própria canaleta do ônibus isso acho que a gente evoluiu como técnicos a partir desse século não se faz em São Paulo que Valente o corredor correndo Celso Garcia o corredor Santo Amaro hoje a gente aprendeu se a fazer com qualidade Urbana Mas do lado desse corredor tem que ter oportunidade de gente está morando vai valorizar a área vai George tem que pegar instrumentos está tudo para dizer o cara uma parte dessa área vai ser para quem não tem grana porque senão a gente vai seguir continuar seguindo a lógica dessa explosão de novo não é questão social é grana nós vamos fazer cidade cara e nem que você tem que fazer possibilidade de alteração do zoneamento e a coragem de colocar as vezes aonde o mercado não quer que a gente coloca as leis zona especial de interesse social de mercado pede por favor Aí não vale é justamente o contrário e acho que você tem um papel ser um papel fundamental nesse processo que bom tá aqui conversando com vocês e por fim discute novas formas de ocupação essa história e dá para a gente ter legislação urbanística que incentivo é isso não incentive o condomínio e crie novas formas de financiamento que não seja só para o condomínio e cria relações de vizinhança e situação fazer a cidade de uma segura 1000 mais nós vamos reproduzir a lógica e como eu sempre digo Será que outra cidade é possível não é só outra forma de construir cidade que é possível essa provocação estou muito feliz de estar aqui porque tenho certeza que tem pessoas que têm legitimidade e que eu pude provocar um pouquinho tá bom obrigado Vereador era que eu tinha para falar por enquanto é muito obrigado muito obrigado Professor Geraldo Que bom Suas provocações nos ajudam sim a pensar que cidade nós queremos e a justamente isso que a gente quer para estimular o debate e fazer uma cidade onde caiba a todos e todos possam viver e conviver com tranquilidade posso antes de passar a palavra eu quero registrar aqui a presença da Aline Santana que é da assessoria do gabinete da vereadora Débora Palermo Obrigado Aline bem-vinda faço então a palavra Rafael Calábria nosso convidado aqui especial também vai fazer aí as suas considerações suas provocações também não é bem-vindo viu Obrigado pela presença obrigado obrigado Vereador Cecílio obrigado pela pelo convite para fazer bate bom o ideia é uma ONG de Defesa do Consumidor que a cidade de São Paulo mas atua em âmbito nacional e há 30 anos e várias pautas e a falta de mobilidade embora seja nova a gente vem acompanhando Campinas a um certo tempo porque toma acompanhando o processo de licitação dos ônibus que tá correndo aqui também na cidade né inclusive o idec é acompanha com o ministério público o processo administrativo 5683 que vem acompanhando o o processo licitatório e dando diretrizes e fiscalizando aí o trabalho do André e da emdec mas tentando colaborar para melhorar o processo que é um processo bastante difícil né e eu vou começar a minha fala vinculando um pouco o o processo licitatório aí com os problemas que é que o Campo Grande tanto outros preferidas no Brasil enfrentam com transporte coletivo que é um tema é bastante sensível bastante problemático no Brasil e completando muita Fala aí do geral do evento de mim que fez Todo o panorama de como a urbanização e olha por isso na cidade ela gera demanda Na mobilidade né Aí nós problemas aí para o André para ideia que produto algumas Transportes resolvemos Mas de fato é importante colocar esse plano diretor ele é a raiz do problema porque ele já era a demanda de deslocar-se a pessoa mora longe agora tem que se colocar então uma diretora que gera né a demanda do trabalho e eu acho que o Geraldo colocou aí todos os pontos necessários para vincular os dois movimentos da cidade com o da mobilidade mas aí quando você trata da mobilidade em cima tem alguns pontos preciso que ia levantar né que a licitação precisa lidar é e queria colocar algum algum desses pontos né O que a gente já viu na licitação sobre a região da Souza Joseane prefere essa daqui de Campinas de um como o campo grande é a questão das linhas que a maior parte das Linhas né Radial vem para o centro e as pessoas não conseguem se deslocar entre bairros nesse bairro da afastado do centro da cidade de Campinas que também é muito comum em outra cidade E daqui a pouquinho porque mas aí aonde você mais importantes decide alugar na licitação quase conexões que interessam por morador ali da Região do Campo Grande na qual quase localmente ficar inclusive envolvendo é como a região metropolitana aglomerada entra intermunicipal né E aí o município tem que atuar E participar nesse diálogo com a a MT um enquanto ela existe né que tá empresa de ser extinta infelizmente mas enfim fazer esse debate aí do do Metropolitano e um ponto que a gente sempre aponta para o idec Né defendendo aí o consumidor ou usuário na criação das Linhas é a participação social é muito importante que ainda é que dialogue com os moradores e os cursos demandas né traga essa participação para o processo de definição das Linhas os órgãos técnicos não sei muito pouco menor ideia aqui em cima mas como padrão no Brasil os órgãos tem ainda ainda uma dificuldade de lidar com a participação tem uma mais novo né não faziam historicamente mas é muito importante aí frente e como o cidadão conhece ali a região onde é inseguro onde é pior de balde atravessar né então a participação social tem que ser parte planejamento e na confecção das Linhas também é importante e ainda por um pouco com tema mais complexo mas mais técnico do contrato um tema cliente tem advogado muito no deck um dos erros que tem que um dos problemas né que o transporte sem além dos que o Geraldo falou coisa de mim já né mas enfim uns problemas que dificultam mais o transporte é um padrão no Brasil de relegar ela inteiro para o empresário para o cliente privado para operar e esperar que ele vá sozinho manter o sistema com a qualidade com universalidade que é necessário e atender com qualidade a todos o transporte coletivo em nenhum país do mundo ele é superavitário ele é deputado porque ele tem que funcionar sem lotas o da qualidade né então não vai ser superavitário mas a gente tem essa lógica e isso não quando você transmite tudo para o privado como o Brasil que toma fazer muitas cidades ainda algumas tô mandando um a remuneração do empresário é a tarifa é o passageiro transportado e esse padrão até alguns contratos licitados como eram de São Paulo antes da nova licitação mesmo com papel Prefeitura em gestão de remuneração é o passado e transportados em uma loja no setor transporte muito forte que gera uma qualidade porque porque o empresário quer dependendo da lotação quanto mais votado Mas quem tava empresário Então o que ele faz via de regra é retirar a frota diminui as viagens a pessoa fica lá esperando mais tempo quando ele passa ele pega recebe então eu liguei mesma coisa reduzindo a oferta então o pagamento por passageiro tem é um super a gente mais tem criticado nas contratações porque via de regra mas que a pintura fiscalize multi vale a pena para empresário pagar multa e economizar viagem então o pão formato que permite empresariado ampliar a lucratividade sem estar vinculado a qualidade enquanto o pagamento por curso que o edital de Campinas que se foi publicado no passado já avançava nesse sentido né ele precisa ser vinculado a qualidade né claro critérios de qualidade como o estoque Campinas tinha só esse avanço já mas ele naturalmente vai incentivar o empresário a cumprir a viagem isso não cumpriu recebe então ao pagamento ficar ligado a qualidade não a lotação Como é o outro modelo e isso impacta as linhas também porque a empresário vai achar que é linha que tem muita gente aí é linha rentável e lucrativa e vai querer abandonar a linha onde não tá lotado hoje não tem muita gente né então é uma mentalidade que também impacta o formato das linhas e muitas das Brasileiras uma programação de Campinas tem problema estrutural no Brasil Campinas inclusive como São Paulo fez e agora o rio que ela é batendo já tá avançando por um contrato com o pagamento por curso né o edital publicado na consulta pública do ano passado já apontava esse avanço alguns errinhos ali na o apontou na época mais essa esse ponto do contrato é importante E aí é é claro que a isso vai incentivar a qualidade mas pressupõe um financiamento né dividido para evitar lotação então ele naturalmente vai ter que ter um fundo transporta para um financiamento mas a cidade ou está financiando qualidade não financiando ônibus lotado e meia de viagem Como é o padrão hoje né como é a inclusão subsídio pesado que São Paulo tem que também é mal regulado na no orçamento mas para gente é muito importante esse ponto de ter uma remuneração vinculada inclusive na remuneração por passageiro importante de colocar se calcula o custo né tem que saber o custo do sistema embora seja bastante difícil mas aí você cria uma fórmula transforma por passageiro equivalente e geram valor que Vai Multiplicar então fica uma conta indireta no pagamento para o curso nossas a conta fica direta fica mais fácil até Nossa Senhora de fiscalizar e inclusive no dia que eu deixei congelador se vou deixar com os outros também eu trouxe bastante Ah tá aqui mas eu não vou entrar muito nesse tempo que mais técnico a gente tem apontado formas melhorar também a contratação das empresas para diminuir o tamanho do contrato no meu tamanho do Poder de barganha que empresários têm nos contratos hoje em dia e aí também fazemos um contrato mais transparentes e mais simples mas eu não vou entrar muito nessa Seara E aí né brincando essa questão para mim do passageiro também os colegas falaram aí o o André falou muito da bike você parceira o que a gente tem visto né pagamento para o custo passageiro que predomina ainda também torna a bike inimiga porque o prefeito vai ver como se tivesse perdendo passar direito é isso tarifa então ele não vai querer perder passageiro para entre aspas né pra ficou vivo meu pagamento por curso você tá garantido ali ó o nível de viagem que você deseja para cidade e essa pessoa o bicicleta um dia dois dias todos os dias não impacta né que você já conseguiu já achou uma forma de financiar o sistema sem ser pela pela tarifa então a gente vê o pagamento para o curso com é fácil para isso e mais fácil para integração também porque você de novo para dependendo da tarifa você não ficar cobrando cada integração Cidadão pode trocar de linhas né como como preciso a cena como é feito também fora do Brasil onde tem até redes metropolitanas Integradas que no Brasil a gente tem hoje só em Goiânia e Recife na rede metropolitana se completamente Integradas e entrou na bicicleta para eu falei é essencial que que a a região lá em vista né avance que a gente prefere a casa em vista e avancem bicicleta ou que a gente vê no Brasil não sei se repete aqui em Campinas é que as periferias já tendem a ter um uso maior né o André falou que ele é bem baixa de fato Ela é bem baixo nas nossas cidades grandes Mas nas férias costuma ser maior e ele vai também facilitar esse deslocamento local que os colegas falaram né do momento local para ir no comércio do bairro para não precisar vir até o centro estimular né a aquece o comércio bom né Tem um trabalho muito bom da da União Espírita do Brasil que é a bicicleta é amiga do Comércio porque ela estimula o comércio local a pessoa vai parar ali com a bicicleta mais fácil né não precisa ter vaga vai consumir no no bairro nós vai ficar amigo ali do lojista então tanto a mobilidade a pergunta por bicicleta elas podem ser usada como um intensificador do Comércio local da actividade comercial local e para isso né o quinto. Aí que o Geraldo colocou a importante de redistribuir o espaço do carro a gente por muito tempo felicidade voltadas para o carro né temos Avenidas com várias faixas e é ainda uma disputa uma briga conseguir retribuir esse espaço entre os outros modos né e eu queria colocar nesse ponto da distribuição local um conceito que é pouco falado mas que é de trafego induzido né que basicamente é sob demanda quando você faz um BRT um corredor como Campinas tá fazendo vou o que as pessoas usem aquele modo porque ele vai ser ágil vai ser rápido né da mesma forma como a gente passou dos anos 70 Até recentemente ampliando Avenida fazendo faixa nova você não tá desafogando o trânsito você vai estimulando que mais pessoas os encargos Então quando você redistribuir o espaço você está estimulando aqui pessoas usem modos mais citar Então não vai piorar o trânsito não é um ataque ao carro né E a gente tem que a visto muitos e muitos dados sobre isso de como você estimular os outros modos você diz a folga de verdade o trança não é ampliando faixa né não é não é que nem fala com o gordinho fazendo mais buraco no sinto que vai melhorar né eu falava para ela meu pai meu pai bastante obeso a gente brincava muito disso não não é assim que você vai resolver tem que achar outros modos para cabeção de outro modo mais sustentável né e esse é um ponto ainda é um pouco constitutivos a galera acha que uma faixa mais é importante mas não é a solução a solução é da caminhos mais eficientes menos poluentes é mais a e é preciso esse diálogo para facilitar esse debate não é para que a pessoa não acha que vai piorar o trânsito que vai ser atacado né aí teve um exemplo Curioso em São Paulo enquanto foi feita a ciclovia da paulista acertei tirou uma faixa para obra da ciclovia da paulista E aí acertei nos controlos aquela preparou um esquema de trânsito alternativo e não sei o que lá fez mão de estudo para obra totalmente comercial da obra com medo da faixa - e o trânsito não foi tão grande porque a galera os outros horários é por outro caminho a pessoa não é o trânsito e ele é fluído então a gente comentou porque não Manteve uma faixa - Pajé estimular mais pedestre mas aí de baixo não tava tão avançado ainda naquela época e mas é importante colocar isso né o trânsito não tem que ser ampliado tem que ser desestimulado e para a cidade como colega falar isso é muito mais barato é muito mais barato ciclovia a faixa de pedestre e infraestruturas leves do que fazer mega viadutos Mega Pontes Mega rodovias né como a gente ainda tem feito a nossa cultura muito muito rodoviária esta E aí né Por sim só um pouco quer colocar também da formação da bastante mas a importância da infraestrutura de integração bicicletários na é importante que seja pensado na escada da pessoa né então com faixa de pedestre com travessia simples o caminho tem que ser facilitado né então um debate antigo em São Paulo que o metrô sempre trabalhou para ter na porta da estação um terminal de táxi um ponto táxi encontramos Coloca o ponto de ônibus que sai do metrô sujar peça e pegar um ônibus não vai usar um eu individual então é esse planejamento também é difícil porque ainda a nossa cultura de transporte pensa muito na fluidez e no mesmo de ônibus na casa de alguns BRT esqueçam muito megalomaníacos e quanto maior infraestrutura mais e mostra o pedestre então um exemplo aqui corredor em São Paulo né são que se amam Não sei onde BR texto que eles são muito leves e na verdade né e até um certo avanço porque você acessa facilmente o ônibus se atravessa a linha Rússia tá no ponto já né no canteiro Central como prioridade melhor Enquanto alguns BRT se como por exemplo de Belo Horizonte São Mega Estações com a passarela que dá voltas em que voltar atravessar então a própria Avenida fica mais rápido e fica mais insegura que aparecendo na rodovia que ele já esteve em pé na rodovia sabe que é um uma situação bem desconfortável e é ruim que você chegar não é prático você chegar você está na passarela para ser o ônibus aí você já desistiu da da Vida cena até você chegar lá enfim então infraestrutura leve em alguns aspectos é um avanço Claro que tem que ponderar com a necessidade de deslocamento ali da capacidade mas não necessariamente pensar em Mega obras e sem obras pintadas na no nível na altura das pessoas né para que seja fácil de acessar lá e na falta do pedestre que o vereador está me me provocou também porque a gente tem provocado muito fazer aquilo muito se fala da calçada que de fato é a prefeitura basicamente a pé é uma like ainda deixa ela na mão do privado que além da pintura nem pode fazer café para MP questiona porque o privado e tal então precisaria ter investimento nesse sentido Mais um ponto que possa lançar muito aqui também a precarizado é a parte travessia porque essa lógica rodoviário lista de pensar no carro ao vivo distante Não resistiram faixa de pedestre para agilizar porque ali é curva e tal e aí tem um discurso de que há não ali é perigoso atravessar então vamo tirar a faixa só se vê um lugar que a pessoa quer acionar ele quer acessar ela vai atravessar então sentir afasta deixando ela mais insegura ainda tem que pensar o que naquela via que tá inseguro a curva é muito arredondada muito rápida e atacar a insegurança para deixar ela segure não desistiu do pedestre Por que você tá de novo desestimulando o caminhar né Então as travessias elas são o local de conflito do pedestre e com pressa né com o carro né com o ônibus e via de regra a nossa engenharia na antiga tinha sem pensado no carro e tirar do pedestre e a gente tem que pensar no pedestre inclusive Oi gente faz bastante é que passarelas fora caso de rodovia né que aí ambiente já fora do urbanos as passarelas entre cidades não são equipamentos para pedestres equipamentos próximo desde o carro para o pedestre o equipamento adequado uma faixa que desce para não subir dois andares para trás dessa rua quem estaria subindo da pedir favor para trabalho o carro né que tá ali poluindo segurança mas enfim então é curioso para começar a lógica rodoviária está né que eu pensei alguns pontos aqui ela criou várias lojas que têm questionar né o Geraldo provocou alguns aqui provocando mais algumas e mas acho que está avançando né Muito debate Fortaleza tem avançado muito infraestruturas calma só pedestre algumas das pequenas também tem avançado né a palavra ciclovias minha família aqui no interior de Araras e eu tenho visto horários avançar esse clubeco né porque eu nem pensar a internet ciclovia no parque lá na Praça da Matriz né E hoje a gente vê já é um avanço mas essa cultura rodoviária esta ainda tá permanente ea e essas coisas já vai piorar o trânsito a Mas enfim então é é um desafio para combater mais que a gente tem visto eu queria acabar aqui que eu já falei bastante é que nas regiões periféricas como a população não tem acesso ao carro esses usos comuns já são mais feitos mas são são meio que ignorados ou então são criticadas halyalkar andando na rua toma tá na roupa entrou na calçada essa calça o pé na calçada então a gente vê e acertei começou a fazer em São Paulo fazer mais testes de infraestrutura para mulher e ativa que é pedestre e bicicleta nas periferias que a população já tá mais acostumada a relação às vezes nem acha que ela tem direito a ter uma calçada porque a rua é muito importante e coisa e tal mas quando você faz a população que se apropria entende e apoia bastante então acho que é uma oportunidade muito trabalhar com o população de lá e claro que eu falei no começo debatendo com eles ouvindo onde nós o mais importante que eles querem como que eles vêm aquilo porque é uma uma propriedade muito legais esse diálogo ele tem partes o antes e é isso aí fazer uma provocações Mas vamos vão poder bate é muito bom muito obrigado Rafael boa Suas considerações suas provocações são que são bacana e respostas também algumas provocações da apontadas quero perguntar o vereador Carlinhos camelô se sofrer quer fazer os da palavra aí avaliando e também comentando as falas dos nossos convidados e tem algumas perguntas aqui também dá nos munícipes que estamos acompanhando também vou passar passar as perguntas já pois bem vamos lá então então tem uma pergunta aqui da Josi e depois do seu Paulino a Josi pergunta o seguinte senhor André Aranha falou em incentivar o modelo bicicleta mas o próprio Prefeito vetou parcelamento um importante projeto criado pelo touring 74/2015 que dá incentivo a este modal o que realmente pensa E aí Josi não sei se o André ter lá bom ele deve estar acompanhando aqui eu vou te fazer as perguntas que o pessoal não passou tá certo esse é uma questão a outra é do senhor Paulino ele mora no São Luiz lá na região do Campo Grande abraço Paulinho gostaria que falasse do cancelamento da linha 2.17 no bairro São Luís EA redução dos horários principalmente de sábado domingos e feriados aumentou à espera de 20 minutos para 45 minutos até uma hora precisamos voltar ao horário normal 15 minutos todos os dias e voltar a linha 2.17 A Josi também ainda faz um outro comentário uma pergunta eu sou o André a lógica para Vanessa que acho que a mesma né o relógio para implantação do BRT beneficiar a mobilidade os trajetos serem mais rápidos faça essa pergunta porque no trajeto os retornos ficaram muito longos para os motoristas e que tem que andar no mínimo 2 Km ou mais para encontrar retorno cito o exemplo sair do hospital da PUC na tampa do outro dentre outros e nos acessos aos bairros também não tem ainda as placas informando na orientação do trânsito E aí tem mais uma pergunta aqui da Isabel acho que para todos os nossos convidados como os olhos vêem essa questão de que o Campo Grande está sendo pensado sobre um eixo viário na sombra do outro todos os outros caminhos e possibilidades são tratados como menor valor não são esses Os questionamentos aqui que eles não dá a última você quer que eu repito Então posso logo ali do Carlinhos camelô oi oi ver telefone o vereador Cecílio eu falo aqui que desde o começo eu falei que a gente já tem uma aula aqui sobre vários temas e acabei treinar essa confirmação aqui com explanação tá tudo André do Rafael como do Geraldo e trouxe e vários temas aqui para essa casa a ser discutido Geraldo colocou várias sementinhas assina na cabeça da gente para poder aqui pensar e analisar as questões mas eu falo assim ó e o hoje e eu tô só escutando analisando O Rafael disse aqui que ele tá acompanhando aí o processo licitatório né É 5683 tem várias questões aí que eles estão tentando colocar quando também falaram aqui que aqui em Campinas nós tivéssemos aqui oito por cento na questão de bicicleta ciclovia para nós era uma maravilha eu mando a Josi fez a pergunta aqui seu presidente eu falo assim quando o Vereador Pedro Tourinho teve aqui nós tivemos aqui junto uma comissão e é nessa casa aqui onde escutamos para os ciclistas e fizemos os visita as antes Sorocaba vamos ver aqui várias várias ciclovias falamos aqui justamente no que eu apontei aqui para você ter bicicleta para você ter essas pessoas para que ela venha é do Campo Grande eu adoro verde ou de qualquer lugar que seja para Cidade o puxou o seu trabalho já tem que ter o bicicletário é porque não adianta essa pessoa ela vai para o supermercado Ela vai para bicicleta na onde um exemplo então primeiro a gente tem que criar aqui condições para que essas pessoas façam isso e tenho aonde colocar com segurança que hoje em Campinas a nossa cidade você sabe que ela insegura é muito dos ciclistas que nós recebemos nessa casa aqui eu sou que as grande dificuldade deles vezes tem que andar em várias bicicletas todos junto o medo de assalto porque as bicicletas que eles vão não tem bicicleta com 50 mil reais r$ 30000 15.000 rreais um poeta que as pessoas fazem aquele passeio noturno deles ali que a gente tá falando aqui de um passeio noturno e eles falam que você não andar em grupo e eles são assaltados Ah entendeu teve nessa casa aqui até um projeto de lei aonde nós falamos aqui que a bicicleta a deveria ser que nem o carro eu até teria que ter um documento ali teria que ter uma questão de a gente fazer aquele seguro e colocar também um rastreador nas bicicleta Então porque hoje todas as bicicletas quando roubam a bicicleta vamos para um exemplo que roubam a bicicleta Ela vai para o distrito o dono e dificilmente vai achar essa bicicleta porque não tem uma identificação de aquela bicicleta é de tal pessoa E agora se tem um boletim tem ali ele procura o dono se tem um cadastro tem tudo ali então é mais fácil falando nessa questão de bicicleta então tem várias questões a Josi levantou aí a questão do até do projeto do do do Toninho Foi bastante discutido nessa casa aqui como tem vários outros de bicicletário supermercado de bicicletário no centro da cidade foi colocado aqui até Vereador aquelas bicicletas que você pega passa o cartão pega ela Aqui entrega lá no centro é mas a cultura aqui das pessoas ainda não tão nessa questão de Bike porque as bicicletas o pessoal que eu tava de bicicleta e jogava anunciando nos levava bicicleta para casa que brava tudo os locais que as bicicletas estavam então é uma cultura que as pessoas ainda acabou não não tendo ela e nós temos que trazer essa cultura eu falo que se nós não trouxemos essa discussão para dentro dessa casa e começar a fomentar essa discussão mas não vamos conseguir avançar então eu falo aqui que e eu queria parabenizar que todas as excursões que foi falado o Como eu disse aqui as expansões tanto do Geraldo quanto do Rafael conta do André aqui que eu marquei vários pontos aqui o vereador de Cecília e não gostaria de estar colocando todos eles aqui mas eu fiz uma lista deles aqui porque eu falo assim que quando a gente ia Oi escuta Analisa e começa a pensar e começa a entrar nesse assunto a gente começa trazer esse assunto real mesmo uma discussão então eu marquei vários pontos aqui que vamos ser estudado e com certeza com esses assuntos a gente vai trazer e contribuir para essa comissão do Senhor então eu gostaria mais uma vez aqui de agradecer e parabenizar a todos que estão na mesa aí pela explanação pela aula entendeu e pela disponibilidade de vocês estarem aqui com a gente aqui valeu e obrigado vida do Carlinhos que de se você tem alguma pergunta pessoalmente né e é com base nisso aqui eu acho que a gente e pega uma conta aqui para gente que eu o Professor Geraldo foi o seguinte não dá para fugir da discussão social Econômica tem que pedir tem que trazer essa discussão tem que em fazer essa discussão e colocar todos os todos os elementos que compõem essa discussão para que a gente possa não ficar numa uma discussão nada produtiva e que a não é importante é que a gente garantir a garantir que tenha o acesso que a gente possa fazer com que as pessoas possam chegar até Tá mas e te quer como que a gente vai deixar vamos criar de novo que ele vai deixar a a mancha porque a gente coloca aqui uma situação que a pessoa mora no campo grande e trabalha é bom para pegar que está crescendo bastante aquela região próximo Alphaville tem muito disso a pessoa que sai do Campo Grande para chegar até lá é aquele que a pessoa falou olha se ele tem o carro e falou senhor levou isso quando ele junto com mais um outro fazendo vamos de carro que é melhor o tempo é mais rápido aí vem aquela discussão também sobre o sistema de público de transporte que tem é complicado que a gente tem feito vários e vários a voz é mais precisa melhorar no sentido eu acho que a gente precisa tratar aqui essa comissão aqui ela acha que ela vai ser não só recebeu Mas isso é uma pessoalmente ela vai servir de exemplo para outras essa condição trata do circuito do Campo Grande mas para tratar vai discutir realmente é pro barão Geraldo que eu acho que eu gosto muito elegante se eu falar para você que às vezes a gente tem um certo preconceito tem que quebrar para você tem que falar espera aí porque que o morador de Barão Geraldo a gente pensa em uma forma por um morador de Campo Grande preço de outro e é real isso acontece mesmo se a gente não pode se enganar isso que a gente tá aqui no momento te falar Léo mas como funciona isso e eu lembro que eu morava em Barão Geraldo e tinha uma professora você vai vocês não sabe o que que é morando em Campo Grande que morada parecidinha ela falou desse jeito assim tão que cria cria uma o problema mas que a gente tem que enfrentar eu acho que assim com base em tudo isso a gente precisa chamar sua atenção para essa pessoa do Social e econômico discutir muito bem isso daí é também essa questão da remuneração acho que o importante que a gente a remuneração do serviço e também dá transportado né mas que isso aqui esclarece para a gente uma situação que precisa ser colocado em discussão conjunto as sociedades o trabalhador a dona de casa aqui tem que entender como é baseado essa remuneração Como é feito o seguir para que possa entender a gente anda para lá o que eu fiz o seguinte o empresário Ele tem ele tem o direito e ele existe para isso ele tem que ter também o lucro pelo serviço que presta Mas acima de pensar também do outro lado entendeu assim qual a maneira mais justa de fazer esse pagamento qualquer maneira mais justa de fazer essa remuneração porque eu também eu sempre fico precisar de um subsídio já é o subsídio ele é importante você tem que existir que se não passar e seria nós temos na passagem em Campinas muito cara verdade é essa aí tem que ser assim vai se o subsídio Então seria impossível Achei que você trazer esses elementos aqui para discussão e com o vereador que eles carnaval falou no começo realmente uma aula eu acho que a gente conseguiu aqui é produzir umas uma série de ações aqui levantar elementos que vamos ajudar a tratar nesse próximo processo de licitação que vem aqui é importante discutir a gente que maneiro a gente quer cara é o que espera tudo isso aqui então assim foi realmente uma aulas que Pizzaria eu até sugiro o seguinte refazer uma nova rodada com esse tema a gente precisa fazer e quem sabe a gente elaborar muito mais relação a isso é bom obrigada desse tudo bem eu pergunto Tem mais alguém que quer fazer um comentário e não tão eu faço o seguinte comentário André A o plano diretor no seu na seção 2 nos objetivos no artigo 6º o item três fala justamente de incentivar o desenvolvimento de atividades econômicas relata relevantes especialmente ao longo das estruturas rodoviárias aí eu queria seu comentário pensando não só ao longo do Corredor da John Boyd Dunlop que ali já tem não é uma faixa é que o zoneamento foi adequado justamente para permitir não adensamento E permitir começa comércios é Mas também eu é a questão das da principalmente das faixas lindas Avenida João abandonou entendi porque nós temos empresas que já estão ali instaladas nós temos comércios e olhando do ponto de vista do transporte certamente vai haver uma alteração significativa a partir da operação do BRT nós não entramos ainda nessa questão da operação propriamente dito do BRT mas certamente nós precisamos discutir um pouco melhor que a malha de linhas do atendimento dos transportes nos bairros deve sofrer alterações o imagine é um precisava a gente deixar isso aqui pronto lado que nós vamos tratamento precisar discutir Essa questão aí na frente mas olhando para essa questão do desenvolvimento orientado pelo Transporte como é que isso se dá na prática entendo pessoalmente olhando ali o eixo da Avenida mas não só o eixo o principal e os seus as suas faixas lindezas os bairros lindos você é a mesma situação na região da Vale do Ouro Verde Inclusive a puco Se não me engano fez um estudo sobre a questão das Calçadas e do Comércio local devido a a forma como foi pensado o BRT na muro Verde dificulta inclusive e as pessoas acessarem comércio local né é um tem um certo problema aí nessa questão é eu gostei muito da provocação que foi feito aqui pelo Professor Geraldo quando isso que cidade nós queremos quando a gente pensa nesse espaço de discussão no espaço de debate é justamente proporcionando essa conversa diálogo porque às vezes a gente para para discutir que cidade a gente quer somente quando faz a revisão do plano ele Oi e aí aquela correria aquele debate todo mas depois Na verdade uma carniça me passa aí a gente não discutir mais a cidade ela pelo contrário eu acho que a cidade tem que ser discutido o tempo todo é onde a gente mora onde a gente vive portanto é tem que se ajustando e discutindo a melhoria durante todo tempo queria que você comentasse um pouco que tipo de espaço a gente pode e deve claro que a câmera é um espaço de escuta e de debate que nós estamos fazendo aqui mas seja mais permanente do dia conversei com o secretário de planejamento é provocando ele que a gente faça uma rodada na cidade discutindo Em que fase nós estamos de do plano diretor e para onde a gente vai então é isso tá colocado do vereador Carlinhos exatamente nós vamos do ano da comissão deixar isso apontado no relatório para a gente poder dar sequência mesmo depois terminando o período da dos trabalhos da comissão o relatório ao prefeito E ao secretário também o Finn é um nó essa questão da remuneração e eu eu queria um comentário seu em relação essa questão da remuneração vinculada né que em algumas cidades inclusive em conversa com o secretário de transporte de Hortolândia e eles são os faltar o aquilo partir de fé precisamos pão tá é tarifa zero nós temos que ter coragem de discutir isso nas cidades é possível uma tarifa zero numa cidade com Campinas ou isso é impossível numa Metrópole com Campinas e se isso traz isso tem algum Passa alguma importância para o desenvolvimento não só da Região do Campo Grande mais da cidade como um todo quem são esses comentários queria que você faça essa vamos seguir a mesma ordem pode ser obrigada agora uns 5 minutinhos para você também obrigado e o Obrigado vereadores filho eu vou tentar falar um pouquinho sobre tudo aí nesses cinco minutos começando pela pela questão que que você colocou né que cidade queremos e o plano diretor se ele só só é realmente o espaço de debate a cada dez anos quando ele é revisto o repactuado o conselho do plano diretor não é esse aquele é o plano diretor é uma é um guia um instrumento de orientação que Ele é dinâmico ele deve ser dinâmico deve ser fluido e deve ser é invocado e debatido continuamente durante todos os anos e todos os meses do ano o estatuto das cidades só estabeleceu que ele deve Obrigatoriamente ser revisto a cada dez anos para garantir que as cidades não esqueçam que existe um plano diretor que ele ele deve ser repensado é atualizado periodicamente mas não significa que você só vai lembrar do planeta a cada dez anos a gente deve ter o plano diretor comum com o a cabeceira né a gente tem que olhar ele todo dia e pensar na forma como ele pode nos auxiliar a construir essa cidade que a gente quer e a cidade que a gente quer um desafio é Um Desafio essa mudança cultural virar esta chave e do pensar enquanto o motorista de automóvel é muito difícil a 70 anos que nós estamos absorvidos pela pela dinâmica da política do transporte individual né depois da segunda guerra a o planejamento da cidade se voltou o planejamento do do espaço público se voltou para o automóvel bom então Toda Toda geração que está aqui ela foi criada dentro dessa lógica então virar esta chave não é fácil né é um exemplo aqui que eu sempre uso né é muito comum a gente que está no poder público receber pedidos de asfaltamento de rua num bairro que não tem calçada no bairro que não tem a mínima infraestrutura mas o primeiro pedido que chega lá é o dia asfaltar a rua não é de fazer calçado não é o de fazer a rampa de acessibilidade não é o de fazer o bicicletário o espaço a bicicleta o primeiro pedido que vem é o do asfalto o segundo que vem ou da lombada [Música] exatamente então é um processo de mudança cultural e com isso eu queria já até fazer o gancho para responder uma das questões que foi feita pelos nossos ouvintes e telespectadores sobre Quais são as prioridades do BRT que o a boa do vai ter lá no campo grande mas não vai dar um copo ficar um pouco distante isso é fato e isso é porque a prioridade do BRT é o transporte público ou as pessoas que vão utilizar o transporte público o desenho viário desenho urbano de prioriza acessibilidade das pessoas ao transporte público e a o deslocamento desse eixo desse vetor transporte público então o carro ele fica em segundo plano de fato ele tem que ficar em segundo plano é uma escolha de política pública que tem que ser feita e tem que ser levada adiante agora para o carro se deslocar mais 1 km não é penoso para as pessoas caminharem mais 1km é penoso Oi para o ônibus demorar duas horas para fazer um deslocamento que ele faria em 40 minutos e meia hora é extremamente penoso as pessoas que estão dentro desse ônibus então é uma escolha de política pública que tem que ser feita né mas cura que significa priorizar as pessoas e priorizar o meio de transporte público coletivo E aproveitando que a gente tá falando um pouquinho aí das questões dos nossos ouvintes né a gente tem que lembrar que a gente vende um período totalmente atípico que ainda não acabou que a gente está sofrendo essa pandemia que começou aí em 2020 e isso teve um impacto gigantesco no sistema de transporte público do mundo inteiro do Brasil e foi até falado aqui pelo nosso colega Rafael que tá em colapso já vinha a gente já vendi um momento muito difícil antes da pandemia né todos os sistemas de transporte público em geral estão caminhando na contramão do que prega a política nacional de mobilidade urbana Então a gente tem perdido demanda de transporte público perdido participação não só perdido a demanda por conta da crise econômica que já vinha e antes da pandemia mais perdendo participação na matriz de mobilidade ou seja cada vez menos o transporte público vem sendo utilizado pelas pessoas para se deslocar e isso com a pandemia que começou ano passado acelerou de uma forma absurda tanto que nós temos várias cidades que estão em colapso aqui na nossa cidade nós temos a felicidade de poder contar já com uma participação Direta do poder público no financiamento do sistema através do subsídio isso foi essencial para garantir a manutenção dos sistemas em operação em condição mínima de confiabilidade oferta para as pessoas mas só para vocês terem uma ideia e aqui falando no especificamente sobre essa questão lá da linha 2 17 eu não tenho aqui os dados específicos da salinha é mas nós tivemos só neste ano de dois mil e vinte e um só neste ano de 2001 + de 2200 alterações em linhas de ônibus de Janeiro até aqui por conta de ajustes para garantir a relação de oferta e demanda em função das alterações das diversas alterações que nós tivemos de fase vermelha fase amarela fase laranja fase intermediária libera bloqueia tudo isso que a gente tem feito um esforço gigantesco para garantir que o transporte continue sendo ofertado de uma maneira sustentável que Garanta as exigências mínimas de segurança de segurança sanitária inclusive E isso tem surtido o resultado mas está demandando um esforço gigantesco de todas as equipes da indek da prefeitura e no sentido de garantir é que se faça os ajustes necessários na rede isso as vezes implica em mudanças de horário mudanças de linha e isso vem sendo feito de uma forma com Tina repito do início do ano até aqui nós já tivemos mais de duas mil duzentos alterações em linhas de ônibus isso se a gente somar os últimos 15 anos nós não tivemos essa quantidade de alterações nos 15 anos anteriores que tivemos nesses últimos anos então é Um Desafio gigantesco permanente é importante que as pessoas aponte as dificuldades para que o poder público possa chegar lá e buscar fazer o ajuste buscar a solução dos problemas que vão surgindo mas é um processo difícil E continuo um bom e necessário Oi Cecília quanto eu tenho ainda mais um minuto ou não bateu dois minutinhos Então vamos lá quem é é a questão das diferenças sociais a questão da John Boy comum eixo único né a gente tem que lembrar que não é só o transporte que sofre com isso né hoje a de um Boy Dunlop ela ela é o único eixo de fato é a espinha dorsal de toda a região do Campo Grande todo o distrito do Campo Grande não é à toa ela não é só o único eixo ela não é só espinha dorsal ela é a única artéria né então ela é única para tudo e não é à toa que o plano diretor propõe lá uma um conjunto é em nome de diretrizes viárias para criar essa irrigação para aumentar essa vascularização de todo o distrito do Campo Grande né é toda a região Sudoeste e Sul Sudoeste é onde está concentrada mais da metade das diretrizes viárias previstas para o município de Campinas para os próximos anos então criar essa vascularização ela é e não para gente aumentar o para incentivar o estímulo do transporte individual mas porque acessibilidade é fundamental hoje todos tem que chegar para John Boy Dunlop para poder ir de um bairro para outro até bairros vizinhos não existe comunicação entre os bairros da própria região do Campo Grande isso é precisa mudar precisa ser mudado mas também não é do dia para noite que a gente consegue isso né com essa mudança de direção na ocupação da região e aí entra pergunta que você fez Cecílio de como a gente é incentivar como que funciona na prática esse estímulo à mudança de uso mudança Econômica eu diria que o plano diretor Ele criou esse mecanismo Oi e ele foi de fato instituído a partir da lei da nova lei de uso de parcelamento uso e ocupação do solo a lei complementar 208 e as grandes mudanças que a gente vê já acontecendo na região do Campo Grande no eixo da campanha do Norte e ela tá sendo permitida a tá sendo acelerada pelo investimento que o poder público resolveu fazer nessa região através da implantação do BRT Esse é o grande instrumento que tá permitindo que está viabilizando essa mudança que a lei permitiu que tá criando um mecanismo né aquele exemplo que o Geraldo usou que você pode usar as ferramentas que estão lá no plano diretor para regular Onde você quer que cresça mais aonde você não precisa que cresça Então você cobra mais caro pela outorga uma outra forma de fazer a mesma coisa é você levar o investimento público para a região né e o maior investimento que nós temos em infraestrutura urbana nascida é assim toda sua história é a construção dos brts e não é à toa que eles estão sendo levados para região do Campo ele foi levado para região do Campo Grande como a maior parte do investimento inclusive ficou na região do Campo Grande e isso já está promovendo uma mudança já Tá incentivando que essa mudança aconteça na forma como ela foi permitida na lei né ou seja uma ocupação maior mais densa no entorno na proximidade desse eixo do BRT essa ocupação que tem índice de coeficiente de aproveitamento quatro nesse eixo ela vai diminuindo na medida que vai se afastando desse eixo isso né você vai caindo chega a coisas 102 depois que o incentivo na medida que você vai ficando mais longe do eixo do BRT mais uma mudança é importante que hoje também é permitir que nos bairros mesmo onde você tem coisas 101 onde você tem prioridade para evitar só você também permita que tem o comércio local e no antiga lei de zoneamento de Campinas você não tinha essa possibilidade né os bairros eram estritamente residenciais naquele modelo é de zoneamento extremamente segregador então você não podia nem ter uma farmácia ali na esquina da sua casa porque o saneamento não permitia agora a lei zoneamento permite então você pode ter Pode garantir esse comércio local e Isso mudou com a nova lei é isso tá mudando tem formas de isso acontecer existe uma correlação com a eletrização Viária também né o tipo de uso que se pode ter depende da hierarquia da Via né então numa Via Coletora Você pode ter usos que são chamadas de maior em comodidade né na Via Arterial Você pode ter ainda uso de maior comodidade na medida que você chega na Via Local na área residencial a uma maior restrição para esse tipo de uso mas ainda assim alma permissividade então é dessa forma que se efetiva essa mudança que se efetiva essa transição e obrigado André Posso então a palavra o Professor Geraldo que foi legal que é que bacana a gente perceber né é como a questão da mentalidade a mudança mentalidade é importante E aí pensando sobre alguns aspectos primeiro mudança da mentalidade como Horizonte a gente evolui a gente olha para tentar chegar nela e quando a gente chega ele se afastou um pouco mais eu falo isso para você ver uma pessoa muito triste a nossa como é que falta como está longe se horizonte mas ao mesmo tempo gente falei entender que tem evolução né eu mesmo falei aqui nos anos 70 quando se fazia e loteamento era que ela está nos fazendo se pavimenta viva né então a gente tinha que depois que ele vai precisar de pavimentação Depois precisa a gente foi evoluindo né é políticas setoriais como fundeb e fundef e fundeb fundeb realmente capilarizando não equipamento de educação e a política na cidade não tanto mas também atualizou e também de saúde nos alunos fazem leituras urbanas estamos realmente escola se dá por acaso e não quer dizer que a gente tem que tá feliz a gente continuar incomodado para buscar horizontes mais longe mas a gente não pode perder se esse pé tem o que é entender essa mudança de mentalidade entendeu que tem entender onde a gente quer chegar e ter coragem de dizer onde que a gente quer chegar e como é que a gente chega né e procurar entender uma mudança de prioridade quanto difícil mudar para a verdade eu lembro que eu tava no corredor Rebouças logo depois que foi implantado em São Paulo tava de Onix e dentro do ano de uma mulher olhando o ônibus andar a uma velocidade operacional próximo da do metrô 30 km por hora quero que tava na época medindo pessoal que trabalhava com a gente sabia e os carros parados e ela criticando a implantação do corpo olha que absurdo tá tudo parado é aquilo que Paulo Freire fala que eu discurso do opressor na voz oprimido a prioridade é um pouco isso eu tô falando isso porque quando a gente fala manda colocou muito bem até que a gente fala Olha que aconteceu agora ficou mais difícil andar com meu carro e realmente ficou a gente não queria que acontecesse mas se tiver que priorizar tem que a gente Frisa eu fiz um projeto de centro em Guarulhos uma vez que ele tava bravo que a Rutinha diminuída foi na rua diminuir eu passei que aumentou e essa é uma pessoa que tem que ser feito e como é difícil ser feito como eu dei um exemplo a senhora estava dentro do ônibus tava com esse canto a gente tem que entender é mudar um conjunto de valores um ato de uma sociedade pois bem como é que a gente muda isso lógico que tem que ser aquela história o espaço um conjunto de sociável em um sistema de objeto sistema de ação nessa o físico o social também está envolvido Inexoravelmente que a gente vai ter que entender a gente vai ter que entender a gente vai ter que fazer o físico eu fiz que vai ter que acontecer então obras do BRT são fundamentais que vão propiciando novas mudanças que a gente tem que mudar para fazer um projeto mais interessante ali na frente é mas é fundamental Ah entendi também evolução na legislação como incentivo à participação social a criação de conselhos alguns deles no âmbito Federal cortado fundamental é fundamental entender o papel que essa casa coloca eventos como esse uma importância enorme participação dos vereadores importantíssimo gente vocês tem legitimidade que a gente não tem ele não tive volto esses tem como representante aqui preocupados em fazer uma reflexão isso tem um valor sim e na esse até que serve para mudar um pouco a mentalidade de achar que esta importância que tem a política na vida da gente é política institucional na vida da gente é que hoje é tão bom vista não não sem razão não cumprir todas as pessoas pensam mas tem uma importância e o que nós estamos fazendo aqui é extremamente importante Traz essa Sementinha que vocês falaram é importante a gente não pode perder isso eu acho que assim tem um papel evento com Jorge assim estou muito satisfeito até participar só queria fazer uma última observação da tarifa zero eu participei recentemente de elaboração de plano de governo para a Prefeitura de São Paulo do candidato Guilherme boulos que a gente tá discutindo a tarifa zero e eu coloquei duas observações que eu acho que é importante conceitualmente sou extremamente favorável a tarifa zero nessa história de mudar a mentalidade uma vez a gente discutiu que educação tinha que ser importante creme do fundef e fundeb em e discutimos saúde tinha que ser ela importante é importante que se oferecesse um serviço público gratuito universal de qualidade não chegamos lá mas estamos caminhando para e os fusão exemplo disso e tanto que ele nos ajudou recentemente e é natural é natural mas é razoável pensar que na evolução desse pensamento em algum momento entender que os deslocamentos da cidade podem deve se não ser gratuito ser fortemente subsidiados concordo com a situação no entanto tem duas questões e a gente não pode fazer essa discussão você tem um conhecimento maior do sistema e de todos tudo aquilo que envolve o processo porque porque senão Nós vamos pegar um recurso investir em lugar que a gente não sabe direito dá para um privado e que pode ser e que você pode trazendo um problema então a então não deve ter não deve ter só que a gente vai ter que enfrentar a questão da adoção do sistema inclusive com a discussão se nós vamos ter uma maior presença estatal nesse processo Já que é uma medida como foi discutido aqui pelo tanto pelo Rafael que às vezes é otimizar o lucro pior o sistema que nós temos que discutir tem que ter coragem de discutir E paramos de discutir segunda questão enquanto a gente vê uma pouca regulação do território ou incentivos e incentivos financeiros que conforme foi criticado pelo então pelo pelo secretário de habitação da cidade da gestão Haddad sobre Minha Casa Minha Vida que incentiva do jeito perfeito incentivo o casamento na periferia sem das outras condições nas não adianta nada porque a gente deve estar isso a gratuita sem repensar essa lógica de fazer cidade nós vamos criar uma cidade muito mais adensado então coloquei isso né para do Guilherme falei olha a gente precisa discutir isso que o Guilherme era um defensor está defasada que podemos fazer só que a gente vai ter que pensar cidade ou seja para dar esse passo da tarifa zero a gente vai ter que usar no pensamento isso eu acho que a grande convite vocês não fizeram e a gente provocou para ver produto para devolver para vocês a provocação Que bacana até aqui obrigado de verdade Vereador tamo junto não precisava Obrigado Professor Geraldo muito bom passo a palavra Então o Rafael por favor obrigado a gente eu vou direto nos pontos mas também que agradecer foi muito muito bom sempre bolsa debate Mas você mais gigantesca No Impacto impacto ambiental social Econômica ou banco a gente vai fazer alguns recortes nesse instante não para uma coisa que ia falar que eu esqueci ficar Isabel que mandou pergunta comenta a segunda opção né colega falou que resolvi alho essa altura dificulta mas é importante pensar isso né Tem Avenida ali de Ouro Verde que tem uma conexão com a quando LOP que dá poderia pensar alternativa mas mobilidade nas periferias o debate quem sempre ouvido é de dar opção para as pessoas Então tem que ter um corredor pra alternativo né buscar na possível fazer isso né tem que colocar a ciclovia foi tá pegando quiser ir de ônibus ela pode bicicleta até o terminal né terminar o tempo escritório como o vereador colocou é essencial então a gente dá alternativas às vezes né Não só do nós no miolo dos bairros da Periferia a pessoa tem só uma linha também às vezes aquela linha às vezes não se cortar pra cortar por outro motivo que ela ficar sem então a gente precisa melhorar essa medicação que colega Flora da educação né na mobilidade então tem mais opções a pessoa opções e deslocamento E aí claro que a integração Metropolitana ajudaria porque aí né no Metropolitano Campo Grande não é o final porque um grande então você poderia ter opções locamento entre as cidades para pessoa mas essa lógica municipalista né que a gente tem um transporte ainda ela prejudica muito isso e essa é um debate quem tem pautado pelos governadores têm que adotar para pensar na gestão Metropolitana né E já foge um pouco aqui do debate mas é um tema importante isso ajudaria né A questão da Isabel de ter opções aí vou juntar já tá lhe fazendo com que o colega ali do do vereador pedra colocou da questão de como fazer mais justa a contratação né e passa um pouco pelo que o Geraldo colocou a gente debate no dia que ele se vocês a gente foi estudar alguma cidade que tem a gestão está cansada né no caso né municipalizada né com o município o adotando e a gente achou algumas boas práticas inclusivas como eu falei Araras aqui as da minha vó que eu excluí sem querer passei minha infância inteira lá não sabia que o transporte lá é está assinado pela prefeitura e o meu tio que que nem é nem de fé e não por isso que aqui é bom e barato porque a pintura que eu pedra e na maior naturalidade assim não é uma alta que ele tava mudando porque lá atender baixa tarifa lá acho que é três reais não é três e vinte e é muito bem avaliado é melhor avaliada segundo consta da aglomeração de Piracicaba que agora virou região metropolitana né mas enfim e e a gente tem visto isso de que a gente tem problemas da questão preta essa tal né que a difícil licitar veículo licita manutenção eles itapneu nesse tá diesel então e de fato é difícil só que a gente passou tudo que o privado e aí criou se fica nos cartéis na cidade que dominam tudo EA prefeitura não consegue fiscalizar na dormindo até metade que agora Campinas também tá brigando para tirar o rio também tava ligando para tirar bilhetagem porque a bilhetagem né já é é o cara domina todo o dinheiro e também complicado mas enfim aí o que ainda é promovido no no deck é um debate de fazer isso de fazer opções né modelos híbridos então o exemplo Maricá que é uma cidade e para de fazer a para chegar lá já mas também é isso batizado eles fizeram uma licitação disponibilidade de Frota Então em vez de licitar a cada veículo cada parafuso cada pneu eles fizeram contrato com a empresa eu tenho que fornecer veículo pronto para rodar se tiver quebrado ele arruma e a feitura é opera E aí ela paga pelo curso no veículo então é uma licitação um pouco mais moderno do que o modelo mais antigo de licitar cada uma das peças então tem várias possibilidades para se jogar né a Santiago e Bogotá tem feito a solicitação separada solicitam a frota de um e outra empresa que opera porque ele já concedeu não é privatizado então e dá para fazer isso numa página ou ex-secretário de São Paulo o Gilmar Tá tudo bateu que seria estratégico a prefeitura talvez estatizar nesse modelo híbrido o estrutural os brts por exemplo né em Goiânia o BRT de Goiânia é estatal a metrobus né E aí o local com sede que aí é mais difícil mas vale Oi e aí o primeiro pele então dá pra gente pensar em modelos variados eles e o importante ali ele fundo importante a prefeitura tem mais capacidade de controle da qualidade envolve que eu falei pagamento para o curso também né Mas o importante é o controle hoje com tudo na mão do privado ele consegue manejar a gestão que falam mente por passageiro e etc e tem levado a um todo mundo vai qualquer cidade brasileira tem levado a má qualidade padrão no Brasil hoje a estar concedendo é difícil achar cidade Aliás foi bem difícil para gente achar mais cidades onde é estatizado E aí né Com esse modelo mais justo como o colega falou de mim fica mais palpável né você debater o subsídio financiamento total e a gente também tem estado essas com tarifa zero né como Maricá como Agudos perto de Bauru em algumas outras e a gente viu o que é esperado né um aumento expressivo dos a galera usa o ônibus à tarde para ir no mercado para chegar eu vim em Agudos uma escola inteira saindo por e o ônibus da prefeitura porque ele tá disponível de graça pegar o ônibus e foram todos a professora então é um acesso à cidade tremendo assim abusa uma cidade muito pequena né 30 mil habitantes E aí A questão não é além da contratação ou melhor pagamento por custo é o quem paga a conta né que é divide discutir o financiamento mas para aumentar a qualidade né porque a componente identificar as linhas na periferia me atender melhor até mais frequência que nem uma colega missão também da frequência aí o Paulino é o que a gente tem pensado é que o transporte ele tem a cobertura total da cidade atende toda a cidade né Como a educação EA saúde precisam né E esses dois que Eu mencionei tem uma estrutura Federal que ajuda tem lá o MEC tem diretrizes tem instrumentos a saúde pela Conselho Nacional de saúde Enfim então como a gente tá defendendo que a mobilidade daquela vez mais falar com política pública a gente em frente a um debate com alguns uma entidades parceiras do Deck e vão promover no final do ano e essa discussão com mais força que a gente tem um Sistema Nacional de mobilidade com diretrizes com ferramentas com auxílio também que buscar e fazer essa Metropolitana mas que eminentemente emergencialmente ajude os municípios técnica e financeiramente para conseguir dar a frequência necessária porque a gente não tem só que atender a população né que tá no transporte ruim a gente tem que a mãe falou muito aqui na mesa hoje promovemos do ano então isso tem que ter um período a gente defende ensino técnico demais promoção do que até o necessário para que a galera seja estimulada usar o transporte coletivo precisa mudar a visão que a sociedade tem transporte coletivo é Um Desafio enorme mesmo trabalho aqui do André da emdec não é não é pequeno e a gente vem numa cultura que é o contrário aquela que o transporte era uma coisa que a empresa lá pela aquela por la Zone bom gente brigava fiscalizar avental então é uma mudança de paradigma de mentalidade que é difícil não é fácil né Maria tem visto representacionais algumas cidades buscando essas tendências e precisamos avançar na há duas formas de pagamento na forma de gestão das do financiamento né são os três pontos principais eu diria aí e é um baita metas inclusive porque hoje como é muito municipalizado o estado também não ajuda o estado nem nem tá tão nem tem um órgão né para ajudar município que o alguns tem Secretaria de cidades né latam Paulo não tem que ter a cidade então é é um baita desafio não é Um Desafio pequeno mas estamos na luta para tentar promover essa falta é muito obrigado Rafael Que bom sim esse debate é um debate acalorado e que carece de tempo em duas perguntas que chegaram eu passei aqui para o André é para ele depois me manda a resposta aqui é sobre a operação da linha 21 que atende Jardim grossinho Satélite Íris quatro e também sobre a questão da tarifa zero ele vai nos mandar resposta José gente encaminha tá bom em função do nosso tempo nós estamos aqui um pouquinho nosso tempo não vai dar para a gente ir passar um tapete fazer resposta aqui mas eu te encaminho comprometo com você tá bom quero agradecer ao nosso companheiro Governador Carlinhos camelô você nem tinha compromisso acabou finalizando aqui o debate exatamente enriquece muito a profissão e nós com as informações que recebemos do Senhor os convidados temos mais elementos para aprofundar a o o relatório e portanto apresentar a esta casa e alguns munícipes também é o Prefeito Não é um detalhamento um aprofundamento maior também nesse tema Quero Agradecer Geraldo Obrigado professor André Obrigado Rafael obrigado por estar aqui conosco gato pelo trabalho Josenildo representando Eletropaulo búfalo obrigado a desse representando o vereador Gustavo petta Aline também representando a vereadora Débora Palermo nossa muito obrigado a todos vocês eram Então essas considerações encerrar os trabalhos da comissão por hoje nós temos mais um debates ainda fazer é um Obrigado a todos que nos acompanhar Obrigado aos trabalhadores aqui na TV Câmara e o cerimonial da Câmara dos Vereadores abraço a todos e E aí a foto da semana a reunião encerrada e eu aproveito para falar ao vivo com o presidente da Comissão Vereador Cecílio Santos mas eu queria que você fizesse um balanço aí de tudo que foi discutido nessas duas horas o balanço positivo medida aqui nós ouvimos os especialistas também perguntas da população de tal modo a população apresentando as suas preocupações e os especialistas aprofundando esse tema que foi apontado na comissão e está ali descrito no relatório que foi entregue ao prefeito é um tema de banda muito tempo bastante denso e os especialistas nos colocaram situações que nós vamos certamente conseguindo escrever um relatório com mais detalhe esse tema como ser disse não é um tema bastante extenso que ia aí pelo jeito você vê a longo prazo para melhorar toda a situação na região Com certeza porque a partir desses espaços de diálogos disputa ouvindo os especialistas ouvindo a O que é que opera o sistema de transporte que gerencia Você tá no transporte e também a comunidade é que nós vamos conseguir melhorar não é trazendo elementos novos trazendo visões diferentes de quem estuda esse tema e tem experiência uma delas por exemplo essa questão da Integração bicicleta não é concorrente ao transporte público ônibus pelo contrário ela é complementar e não precisa de infraestrutura precisa de criar uma cultura do uso do transporte público não só em Campinas mas em todas as cidades de Campinas e começando pela região do Campo Grande está fazendo isso Esporte o público bom é um direito aí que cartilha é essa vereadora explica para gente fez uma publicação que nós recebemos agora do idec e eles aprofundando né A questão do transporte público não só em Campinas mais nas cidades nas cidades deles trabalham e desenvolvem ações nós queremos disponibilizar o nosso gabinete para que todos possam ficar quem passa por aqui pode é mas também você pode acessar o site do idec e baixar no arquivo em PDF além dessa que transporte público bom é um direito também essas boas práticas de gestão importante a gente entender como é que é ferido o sistema de transporte que assim gente poder participar com mais qualidade no transporte numa região todo mundo sai ganhando né não é só lá só é dúvida nenhuma transporte faz parte da mobilidade faz parte do desenvolvimento uma cidade a cidade o Metrópole como é Campinas se dúvida nenhuma o transporte público é como o sangue na nossa veia né então não pode parar de circular não pode ter uma qualidade ruim tem que ser boa qualidade com preço barato um condições das pessoas usar em Jerusalém a reunião encerrada hoje mas os trabalhos Não Param já tem mais uma data aí comissão continua se reunindo como que vai ser daqui para frente Vereador Sim nós estamos Esses são as informações dos especialistas condensado no relatório final mas nós temos ainda um encontro dia dois de setembro quero convidar todos todos que nos acompanham pela TV Câmara para que possam também nos acompanhar no dia dois de setembro aí nós vamos discutir a questão da educação Universidade Federal em Campinas é o tema mas também educação de um modo geral o convite para quem está assistindo a gente muito obrigada por falar o Vivo Vereador Eu que agradeço muito obrigado então você de casa a gente encerra aqui a nossa participação ao vivo Lembrando que é rever a reunião da comissão é só entrar nas nossas redes sociais ou segue você consegue ver na íntegra os detalhes amanhã meio-dia no câmera notícia a gente espera lá tchau E aí a TV Câmara Campinas